Lá estavam elas dormindo como anjos no meio daquele quarto que parecia um museu de bichinhos de pelúcia. As gêmeas eram o maior orgulho do Diego e também sua maior preocupação. Apesar de ser um pai relativamente jovem e o que mais mimava elas, tinha um lado que não conseguia controlar de jeito nenhum: o ciúme. Era extremamente cuidadoso. Não gostava nada que suas filhas se expusessem na frente dos homens. Odiava admitir, mas as duas tinham virado a fantasia de todo homem que as conhecia. Não era estranho algum sem-noção gritar "sogro" pra ele na rua, coisa que o irritava pra caralho. A mulher dele sempre o chamava de exagerado, mas ele notava como até os amigos dele olhavam pras meninas.
Enquanto pensava nisso tudo, percebeu que tinha ficado vidrado na raba da Candela, que escapava pelo lado do lençol. Na hora, olhou pra cama da Cinthia com medo de que ela tivesse visto, mas ela dormia profundamente, igual à irmã. Ele se acalmou um pouco, mas o arrepio que a situação causou nele o obrigou a se retirar pro quarto dele. Deitou ao lado da mulher, que ainda estava vendo TV, mas era como se ele não estivesse ali. A mente dele continuava repassando como foi que ele acabou olhando daquele jeito pra bunda carnuda e empinada da filha dele debaixo daquele short rosa.
Ele penou, mas conseguiu pegar no sono uma hora depois de apagar a TV.
Na manhã seguinte, enquanto tomava café, ouviu uns passos atrás dele e, antes de se virar, um beijo em cada bochecha que anunciava, como todos os dias, a chegada das princesas dele. Os sorrisos perfeitos e aqueles olhos azuis enormes eram como quando elas eram crianças e enchiam ele de felicidade toda manhã, mas do pescoço pra baixo já começava a onda de calor. No metro e cinquenta e poucos que cada uma media, elas tinham tudo que um homem podia desejar. Uns peitos muito bem formados, umas cinturinhas minúsculas que se alargavam de repente pras cadeiras imponentes e as duas bundas empinadas que eram os melhores atributos das Irmãzinhas, as pernas de ambas debaixo daquelas saias curtas eram outro deleite para os olhos. De novo os olhos estavam se perdendo ao vê-las de costas.
Terminaram de tomar café da manhã e, de um salto, Candela disse:
— Bom, vamos pra facul já? — enquanto procurava a mochila.
— Não, não, não. Vocês assim não vão a lugar nenhum. Isso tá pequeno em você! Vai se trocar! — o pai a repreendeu ao ver as saias minúsculas que tinham escolhido.
— Ai, pai, não exagera, é assim que se usa — respondeu Cinthia, meio metida. Isso fez com que a cara fechada do Diego piorasse.
— Uff, tá bom, vamos nos trocar senão vamos chegar tarde — Cande a puxou pelo braço, já resignada.
Quando viu as duas de calça, o coração voltou ao lugar, embora aqueles dois bundões empinados fossem impossíveis de esconder, e ele sabia bem disso. No fim das contas, ele as levou e, ao descer do carro, ficou observando como todos os caras ao redor ficavam olhando o rebolado sensual das duas rabetas ao caminhar.
Depois de um dia cansativo no trabalho e para distrair um pouco a mente, Diego convidou uns amigos pra tomar umas cervejas e ver um jogo de alto nível da Champions League na TV de 65 polegadas. No meio da tarde, começaram a chegar seus velhos amigos Adrián, Andrés e Pablo. O último com um pack de cervejas da marca que patrocina a competição. Se acomodaram e estavam prontos pra curtir o espetáculo esportivo, mas enquanto tocava a música característica que anuncia o início do jogo, chegaram as gêmeas e toda a atenção que estava focada no velho continente voltou rapidamente pra Argentina. Diego se arrependeu de ter convidado os amigos assim que notou os olhares e murmúrios que surgiram com a presença das duas jovens. As meninas ficaram felizes com as visitas e cumprimentaram bem efusivas cada um dos amigos do pai, que carinhosamente chamavam de tios.
Toda vez que uma das meninas se abaixava sobre algum dos sofás pra cumprimentar com um abraço e um beijei os que sobravam do lado oposto não conseguiam disfarçar que estavam olhando pra bunda delas. Como se não bastasse, as calças não só estavam apertadas e marcavam perfeitamente as pernas e as bundas das gêmeas, mas também, quando se abaixavam, deixavam à mostra parte de suas microtanguinhas. Vermelha no caso da Cinthia e preta no caso da Candela. Para alívio do pai, que estava bem desconfortável, esta última disse:
— A gente fica só um pouquinho porque já vamos pra academia — Foram se trocar e em poucos minutos se ouviram as vozes doces das duas gritando "tchau" da porta.
Todos os amigos sabiam o quanto Diego era ciumento, então não se atreviam a fazer nenhum comentário sobre as filhas dele, mas o clima ficou carregado de desejo até a porta se fechar.
Voltaram a focar no jogo, que era de elite, e logo o clima voltou a ficar agradável pra todos. Entre cervejas, futebol e piadas, passaram quase duas horas de fraternidade masculina. Algum comentário dos mais safados sobre alguma gatinha, coisa que não podia faltar. Em determinado momento, Pablo começou a contar sobre uma novinha que tinha conhecido e a vontade que tava de pegar ela. Todos riam à vontade até que perguntaram de passagem quantos anos ela tinha.
— Não, cara, mas essa mina é muito novinha pra você! — recriminou Diego, surpreso.
— Como assim novinha, já é maior de idade, haha — se justificou o amigo.
— Mas pra caras da nossa idade é muito nova, tem a idade das minhas filhas — ele retrucou de novo, embora esse último comentário tenha sido com menos ênfase.
— Bom, suas meninas também já não devem brincar de boneca a essa altura — interveio Andrés.
— Já devem brincar com bonecos as gêmeas, hahaha — completou Adrián.
Nenhum dos comentários fez Diego rir, que começou a ficar vermelho de raiva.
Quando estava prestes a ficar violento, ouviu a porta e as vozes das filhas que já tinham voltado. Se conteve pra não passar uma imagem de troglodita na frente das suas amadas meninas. Assim que chegaram, Candela perguntou:
- Como é que vai? Já terminaram? - Todos ficaram meio confusos.
- Empate em 1 a 1, parece que vai pros pênaltis - arriscou responder Pablo. Os outros continuavam vidrados na conversa sobre a garota.
- Adoro quando vai pros pênaltis, vem cá, Cin - pediu pra irmã. Sentaram-se, uma em cada braço do sofá. Os corpos daquelas duas novinhas no meio dos quatro veteranos tarados eram tipo pérolas no mar. Ainda por cima vestidas com roupa de academia, que era nada mais nada menos que leggings justas e camisetas não muito mais soltas. Pra completar, sentadas nos braços do sofá, aqueles bundões suculentos apertados ficavam à vista de todo mundo. Mal começaram os pênaltis, as duas se inclinaram pra frente como se a TV gigante não fosse suficiente pra enxergar direito. Todos os amigos do Diego estavam mais interessados nas calcinhas fio dental das gêmeas que escapavam das leggings naquela pose do que na definição do jogo.
As duas garotas se olhavam e sorriam, o que confundia muito o pai delas. Ele não entendia direito se era por causa dos babões ou por outra coisa, mas o fato é que até ele já estava ficando excitado com a atitude provocadora das suas meninas. Todos olhavam, e alguns até eram denunciados por ereções nascentes, mas ninguém fazia ou dizia nada. As gêmeas pareciam adorar ser o centro das atenções. Os dois corpos perfumados pelo suor da atividade física eram bem tentadores. As vadias se esticavam pra pegar os amendoins que sobravam da cerveja e colocavam as bundinhas bem empinadas a poucos centímetros dos rostos dos quatro.
Diego sentiu que tinha que parar com aquilo tudo ou ia ser tarde demais.
- Meninas, que tal irem preparar algo pro jantar já que a mãe de vocês não dá sinal de vida? - sugeriu, mordendo-se de raiva pela exibição que as filhas tinham dado.
- Ai, pai, não podemos ficar com os tios mais um pouco? - disse Cin, enquanto acariciava a perna do Pablo.
- Não. Chega! Quando eu digo não, é não! disse duplamente irritado
- Bom, vamos então - disse a filha com um tom de rebeldia evidente. Fez um sinal para a irmã e as duas saíram para a cozinha. Antes de abandonar os convidados acalorados, puxaram bem as leggings, fazendo com que elas se perdessem entre aquelas bundas espetaculares.
Ninguém, nem mesmo o pai, conseguiu evitar ficar vidrado naquela imagem, muito menos com o rebolado irresistível que faziam ao andar.
Diego olhava espantado como todos os seus amigos tinham ficado terrivelmente excitados com todo o show que suas filhas deram. Em que momento suas adoráveis pequenas tinham se transformado no objeto de desejo dos "tios"? Era como um pesadelo.
- Você tem que dar mais liberdade pra essas meninas. Um dia elas vão se rebelar - sugeriu Adrián, fingindo certa seriedade.
- É? Pra que terminem com um degenerado igual a esse? - respondeu muito irritado, apontando para Pablo
- Não me fala duas vezes haha - comentou tentando dar um toque de humor, mas o olhar fulminante de Diego foi mais que suficiente pra ele perceber que não tinha surtido efeito. O resto segurou a risada pra não piorar o estado do amigo ciumento.
- Vocês ficaram sabendo do roubo na casa do Araujo? - meteu Andrés depois de alguns segundos de silêncio constrangedor, pra mudar de assunto. Por sorte deu certo e tanto a conversa quanto o clima hostil mudaram rápido, e a paz voltou. Mesmo assim, as irmãs continuaram na mente de todos. Só de imaginar que pensamentos rondavam as cabeças dos amigos, sentiu um certo tesão, mas não queria admitir e escondia isso por trás do ciúme e da raiva.
O mau momento de Diego passou e, quando começou a escurecer, cada um foi indo pra casa. Quando ficou sozinho, se esgueirou devagar até a cozinha e olhou novamente para as lindas adolescentes com o mesmo desejo de antes. As duas estavam de costas pra ele, cortando em tábuas diferentes os ingredientes pro jantar. Sempre era atraente ver o comportamento que as duas tinham. O tempo todo em contato, seja visual ou com algum carinho, eram coisas inocentes, mas com a tesão que tinham despertado antes, o pai via tudo como algo sensual. Com a música do rádio, as duas se mexiam no ritmo quase como um reflexo, rebolando aquelas bundas que ficavam apertadas naquelas leggings claras que, tão justas, não deixavam nada pra imaginação. Aquele movimento sensual fez ele ficar perdido nas jovens nádegas, como um perfeito depravado. Não se sentiu assim até o momento em que a esposa entrou em casa. Embora não o tenha pego em nenhuma situação estranha, ele se sentiu como se tivesse sido descoberto e ficou terrivelmente desconfortável. Depois de um cumprimento distante pra esposa, Clara, decidiu entrar no chuveiro pra baixar aquela tesão antes do jantar.
Parece que a água fria fez efeito, porque depois disso ele voltou relaxado, como se nada do que tinha visto e pensado tivesse passado pela cabeça. O jantar seguiu na calma e normalidade de sempre, então ele foi se afastando lentamente daquelas ideias incestuosas que rondavam sua mente. Tudo estava perfeito. Depois do jantar, as meninas levantaram os pratos e foram pro quarto com a desculpa de que no dia seguinte tinham uma prova e iam ficar até tarde estudando, aproveitando a tranquilidade.
Diego ficou até tarde vendo TV e perto da meia-noite decidiu tomar um café. Como as meninas iam ficar acordadas, ele pensou em oferecer uma xícara pra elas. Com o melhor espírito paternal, chegou perto da porta pra fazer a oferta, mas antes de bater notou algo estranho. Algo que quebrou como um espelho a calma que ele tinha alcançado.
Dentro do quarto, ele ouviu uns gemidos abafados que o enlouqueceram. "Quando é que elas meteram alguém aqui?" pensou, entre confuso e furioso. Teve uns segundos de lucidez e percebeu que o melhor era ser cauteloso e não entrar chutando tudo. Queria pegar o desgraçado no flagra e dar um jeito nele. passando o pior momento da vida dele. Ele abriu a porta devagar pra não ser ouvido, mas o que viu foi forte demais pra mente dele processar.
Ele esperava encontrar um intruso no quarto das filhas, mas não tinha ninguém que não fosse daquela casa. Pra surpresa dele, os gemidos da Candela, que tava de barriga pra cima com as pernas abertas, eram causados pelas carícias que a irmã dela tava fazendo entre as pernas dela. Era uma cena totalmente pornográfica ver as duas gostosas no meio daquelas carícias lésbicas.
As duas estavam semi-nuas, a Cinthia tava de calcinha e sutiã, com as meias rosa ainda calçadas, ajoelhada com a raba apontando pra porta, enquanto a Cande tava quase igual, só que com a tanga branca enroscada no tornozelo.
Era sublime ver como a filha dele mordia os lábios no auge do prazer, e mais ainda que esse prazer tava sendo dado justamente pela outra filha dele.
Com o pouco que dava pra ver de longe, ele já tava com o pau tão duro que praticamente obrigava ele a tirar pra fora. Ele deu uma olhada de canto pro quarto dele e pensou em se mandar, mas ao ouvir os roncos da Clara, que indicavam um sono profundo, ele fez o que mais queria. Ele puxou o pau quase expulso da calça e, enquanto se masturbava devagar, continuou espiando.
Quando ele olhou de novo, a temperatura no quarto tinha subido e o rosto da Cinthia tava completamente mergulhado na buceta divina da Candela. De longe dava pra ver a boca totalmente aberta e a língua brincando dentro da irmã, que se contorcia de prazer olhando pro teto. Era muito chocante ver tanta paixão na cama da filhinha dele. Parece que ele e os amigos não eram os únicos que ficaram com o tesão naquela tarde, as gêmeas tavam fervendo e dava pra ver. Enquanto saboreava a irmãzinha, a Cinthia enfiava dois dedos na própria buceta molhada, puxando a tanga pro lado e dando pro Diego uma visão que cegava ele de calor, como se olhasse pro sol.
Com esse cenário, a masturbação já tava frenética e os espasmos de O prazer era difícil de controlar. Protegido pela escuridão da meia-noite e com a tensão constante de ser descoberto, ele estava tendo uma das melhores punhetas da vida dele. Ouvia as vozes doces das gêmeas gemendo em coro e sentia que ia explodir.
Fechou os olhos com a intenção de gozar, mas viu mais movimento entre os lençóis rosados. Agora as duas estavam enroscadas num beijo que dava vontade de entrar e gozar direto na cara delas. Aqueles lábios carnudos e brilhantes e aquelas línguas totalmente descontroladas transmitiam fogo, e a mão dele já se movia a toda velocidade.
– Hum, você também tá toda molhadinha, mana – disse Cande pra sua gêmea, depois de passar uns dedos entre as pernas dela e saboreá-los com a cara mais safada possível.
– Sim, hum, óbvio, acho que você sabe como resolver isso – sugeriu com um sorriso.
Ela se virou e ficou numa posição que acabou de queimar os poucos neurônios de pai que restavam no pobre Diego. As duas formavam um 69 perfeito e se moviam como se quisessem perder a língua uma dentro da outra.
Os gemidos eram incessantes, mesmo com as boquinhas doces ocupadas. Aqueles corpos compactos e tão gostosos se moviam no mesmo ritmo, como se o prazer que sentiam fosse tão parecido quanto elas mesmas. Diego se punhetava tão forte e tão rápido que alguma exclamação de prazer escapava contra a vontade dele.
Candela chupava os próprios dedos como se estivesse fazendo um boquete e olhou pra irmã como quem perguntava. O sorriso de Cinthia foi a resposta que esperava. Naquele momento, ela começou a meter dois dedos na irmã super molhada. Os gemidos da deliciosa ruivinha agora eram mais intensos, mas rapidamente foi empurrada pra continuar chupando como fazia. Parecia que ia gozar a qualquer momento. Pra não ficar pra trás, ela continuava avançando com a língua além da buceta da Cande, também no cuzinho. As duas estavam gozando e ainda mostrando toda a habilidade delas na cama.
Quando Cande notou que o orgasmo da irmã era iminente, se apressou pra se ajoelhar entre as pernas dela e, além de acelerar a dedada, passava a língua por toda a buceta quente da Cin. Diego ficou maravilhado quando Cinthia se afogou num grito de prazer e encheu a boca da irmã com aquele néctar doce. Ficou uns segundos tremendo de olhos fechados enquanto segurava com força a cabeça da Candela, mas quando abriu os olhos, os olhos azuis dela se desviaram pra porta.
Diego se escondeu rápido pra não ser visto. Saiu quase correndo e enfiando a pica como podia dentro da calça. Ao completar a fuga ridícula, percebeu que o café que tinha servido estava congelado, bem diferente dele, que tava com um tesão escandaloso. Quando chegou na cama, Clara já dormia como uma pedra, então ele teve que se virar sozinho. A noite inteira, as imagens daquelas bucetinhas, daqueles peitos, daqueles gemidos e daqueles bundões lindos que eram a obsessão de todo mundo e que ele tinha visto em total nudez o deixaram com os desejos mais ardentes e proibidos, sem conseguir dormir.
No dia seguinte, enquanto tomava café da manhã e ouvia Clara falando com ele, não conseguia entender uma palavra do que ela dizia. A mente dele ainda estava nas gurias. A esposa dele achou que ele tava meio dormindo pela falta de reação. Como sempre, saiu mais cedo e apressada. Assim que a porta se fechou, ele ouviu os passos descalços e, como sempre, um beijo em cada bochecha. Era como todos os dias, mas algo tinha mudado. Ele já não via elas do mesmo jeito. Era como se tivesse aberto os olhos e percebido de repente que suas doces gêmeinhas eram, na verdade, duas putinhas.
Todos os gestos delas pareciam eróticos pra ele. A boca da Cinthia soprando a xícara, a Candela chupando a colher, as roupas minúsculas das duas. Aqueles shortinhos que deixavam metade da bunda de fora quando estavam sentadas nos bancos do café da manhã e as camisetas brancas com desenhinhos que não pareciam mais tão infantis quando ele notava que por baixo dava pra ver os bicos dos peitos. Claramente. Sempre tinha sido assim, mas agora ele as percorria de ponta a ponta e encontrava todas aquelas coisas que iam deixando ele excitado desde o primeiro momento em que apareceram.
- Papai, você tá bem? - perguntou Cande.
- Tô sim, só um pouco cansado - respondeu Diego. E pegou a xícara pra esconder um pouco o rosto e disfarçar o vermelho que tinha ficado.
- Você ficou até muito tarde ontem? A gente estudou até tarde - continuou Cande.
- Mais ou menos, nem sei que horas eram. Ainda dava pra ver luz quando fui me deitar - tentou se esquivar. Os olhos de Candela queimavam ele, a garota observava tentando achar alguma brecha na cara de poker dele. Cinthia só assistia a conversa, entretida.
Parecia que queriam desmascará-lo ou, pior ainda, se desmascararem elas mesmas.
Diego temeu o pior e decidiu acabar com o café da manhã.
- Bem, meninas, já é tarde! Terminem isso e vão se trocar - ordenou enquanto fingia que juntava as coisas do café. Na real, tava enrolando até as duas saírem pra não se levantar e ficar na cara com a ereção da porra que elas provocaram. As duas foram embora como sempre, brincando uma com a outra.
Quando voltaram, como se fosse de propósito, estavam com umas camisetas das mais decotadas que o pai já tinha visto, e como ele não deixava elas irem pra faculdade de saia, as duas colocaram umas calças super justas no corpo. A da Cin era creme e a da Cande branca, as bundas marcavam perfeitamente, parecendo leggings.
Sem saber se era por culpa de ter espionado elas na noite anterior ou por como estavam gostosas, ele não mandou elas se trocarem como faria normalmente. Diego se sentia um tarado, o caminho inteiro olhando aqueles decotes generosos e, quando elas desceram, não conseguiu tirar os olhos daquelas bundinhas lindas até vê-las sumir no meio da galera.
O resto da manhã no trabalho foi um inferno, lembrando das suas diabinhas lascivas. Ainda por cima, tinha um dia cansativo; à tarde, precisava visitar um par. de clientes e a cabeça não funcionava nem pra ele sozinho. Lá pela metade da manhã, recebeu uma mensagem do Pablo convidando pra tomar umas com os caras à tarde. A resposta dele foi: "adoraria, mas tenho reuniões à tarde hoje. Não tenho tempo de voltar pra casa até a noite". A resposta do amigo foi um simples "ok".
Todo mundo notava que algo não tava certo com ele. Desatenções, aquele gesto indecifrável e o olhar perdido. Diante das perguntas repetidas, ele teve uma ideia. Mais ou menos no fim do expediente, bolou um plano, já que todo mundo achava que ele tava mal de saúde, ia dar o gosto pra eles. Se fingiu de doente e todo mundo acreditou depois de ver ele. Assim conseguiu escapar das reuniões chatas pra as quais não tava mentalmente no seu melhor dia.
Enquanto chegava em casa, pensou em avisar os caras pra se encontrar, mas ao entrar ouviu os mesmos gemidos da noite anterior e a ideia de ter outra sessão de voyeurismo entre as filhas o atraiu demais. Entrou na surdina e se espiou, esfregando as mãos, esperando encontrar a mesma coisa da noite anterior, mas o que viu caiu como um balde de água fria.
As gêmeas estavam de pé, já sem as calças, com dois caras de cabeça enfiada entre as pernas delas. Pra surpresa do Diego, tinha um terceiro com uma câmera. Os gemidos, dessa vez, soavam como marteladas nas têmporas. As putinhas olhavam pra câmera e mostravam com cada olhar tudo o que estavam curtindo.
- Vem cá, gatinha, mostra essa bunda - disse o da câmera. Naquele momento, ele percebeu que era o Pablo. O amigo dele. A raiva tomou conta, mas aí ele percebeu algo pior. Os dois que tavam comendo a buceta das meninas eram ninguém menos que o Andres e o Adrian. Não conseguia acreditar. Os dois se levantaram e começaram a beijar as gêmeas. O Andres com a Cande e o Adrian com a Cinthia. As vadias beijavam de boca bem aberta e dava pra ver as línguas até de longe.
Por alguma razão Diego continuava escondido e deixava todo mundo agir. As garotas estavam adorando esquentar aqueles três caras que a vida inteira chamaram de tios. Elas acariciavam as picas deles enquanto, com a brincadeira de língua com língua, continuavam deixando eles sem controle. Até o Pablo já tinha entrado na onda do amasso consentido. Era muito excitante a imagem das duas putinhas com as mãos por todo o corpo e acariciando as picas dos três.
Com uma habilidade que elas nunca tinham mostrado, ele viu as duas desabotoarem as calças dos três em alta velocidade e deixarem cair. As duas agachadas, de pernas abertas, contemplaram aquelas três picas para elas e, enquanto sorriam e se lambiam, começaram a bater uma para eles, vendo as expressões de prazer intenso dos veteranos. Diego não sabia em que momento começou a se esfregar a pica, mas estava duríssimo. Ele ficava excitado vendo suas duas princesas virarem umas putas safadas.
Quando ele parou de olhar pra própria ereção, a Cande estava lambendo uma das picas e a Cinthia passava as outras duas no rosto e nos lábios. O Pablo não aguentou mais aquela brincadeira gostosa e enfiou a pica inteira na boca dela. Quando viu aquela pica veiuda enfiada até a garganta da sua menina, Diego sentiu um calor no rosto inteiro. Ele estava vermelho que nem um tomate. Os engasgos da Cin eram música erótica pros ouvidos dele.
O Andres, vendo que aquela boquinha já tava ocupada, foi com a Cande e o Adrián. A docinha da gêmea olhou pra eles com aqueles olhos claros e começou a chupar, alternando entre as duas picas inchadas. A expressão dos dois mostrava como a loira era foda chupando pica. Diego não aguentava mais o tesão.
Aquelas duas iam trocando de lugar e se revezando pra chupar as três picas à vontade. Ele não podia acreditar. Era o pior pesadelo dele, mas, em vez de ficar furioso, ele tava adorando. Não queria mais lutar contra aqueles desejos sujos, mas elas ainda eram filhas dele.
- Isso, putinha, engole tudo - disse o Adrian olhando pro teto
- Ai, como você chupa, bebê - exclamou o Andres
- Oh, isso, assim, mexe essa Língua de puta - Pablo ordenava pra uma das gêmeas. O que mais o excitava era que, do jeito que estavam, ele não conseguia distinguir qual das duas tava mamando cada pica. Ele via as bocas babando uma saliva esbranquiçada e se saboreando, e sentia que ia gozar com aquele espetáculo.
Como se soubessem que estavam sendo observadas, as gêmeas aceleravam as mamadas intensas. Adrián se posicionou atrás de Cin, que tava numa posição impecável, ajoelhada com as pernas abertas, como se esperasse que um dos três se decidisse. Ele encaixou a pica entre os lábios molhados da garota e, com toda a putaria que tava tomando conta dele, meteu com força. Era demais pro pobre Diego, que até pouco tempo ainda duvidava se as filhas dele eram virgens.
O grito de prazer da Cinthia ao receber as estocadas furiosas fez todo mundo perder o controle.
- Vem pra cá, você - Andres ordenou pra Cande, se colocando na mesma posição que o amigo e metendo nela com ainda mais vontade. A menina voluptuosa recebeu aquela pica com gemidos constantes. As duas estavam ajoelhadas e de frente uma pra outra, de quatro, sendo comidas com toda a putaria que aqueles homens acumulavam.
O cheiro de sexo dominava o ambiente, e se faltava algo pra cena ser obscena, Pablo se deitou no meio com a ereção imponente olhando pro teto, entre aquelas carinhas coradas. As duas olharam pra ele e começaram a chupar a pica juntas.
- Não podem ser mais putas - ele exclamou ao sentir aquelas línguas brigando por cada centímetro de pica. Elas percorriam ela inteira com aquelas bocas carnudas e sedentas. Enquanto os outros dois metiam cada vez mais rápido, no meio de tapas e massagens naquelas bundas empinadas e durinhas. Diego tava com os olhos arregalados, como se fossem saltar da cara. A respiração ofegante dele, ouvindo o som dos corpos molhados se chocando e as vozes excitadas das meninas.
Ele se escondeu uns instantes atrás da parede pra terminar de bater uma punheta com aquela sinfonia sexual de fundo. Enquanto ouvia como eles se ajeitavam, provavelmente... uma posição mais excitante, não quis olhar. Já era demais. Fechou os olhos em busca do orgasmo que o libertasse daquela tesão incestuosa, mas naquele momento sentiu um dedinho percorrendo seu peito.
- Papai, o que você está fazendo? - disse uma ofegante e suada Cinthia, completamente nua na frente dele enquanto observava como ele se masturbava freneticamente. Diego não soube como reagir. Ficou paralisado.
- Parece que você nos espionava como ontem à noite, mas pelo que vejo, precisa de uma mãozinha - Os nervos de Diego dobraram ao ouvir essas palavras, mas sua filha sabia o que fazer.
Pegou a pica do pai e começou uma punheta suave que o fez baixar a guarda por completo. Não podia acreditar que ela fosse tão puta pra fazer aquilo.
- Por que você não olha um pouco mais? - disse no ouvido dele e, como se fosse uma ordem, Diego, totalmente entregue, olhou para o grupo.
Cande estava pulando na pica do Pablo, que continuava deitado no chão, enquanto chupava alternadamente as do Adrian e do Andres. Era forte demais, ainda mais com a punheta espetacular que a Cinthia estava dando nele.
- Bom, papai, agora é sua vez - disse como se fosse uma brincadeira. Agachou-se sorrindo e engoliu inteira a pica inchada do pai. Diego sentiu aquela boca pela primeira vez e não podia acreditar. Os lábios dela, a língua, cada cantinho daquela boquinha participava daquela chupada deliciosa. Os olhos azuis da Cin fixos nos dele davam o tesão que faltava. A cabeça dela se mexia sem parar, sem deixar um segundo sem prazer.
- Ai, filha, você é muito puta, como eu gosto disso - disse um Diego extasiado. Pegou a nuca dela com as duas mãos e começou a comer a cara dela de um jeito selvagem. As ânsias só faziam ele ficar mais excitado enquanto olhava a outra filha satisfazer os amigos dele. Com os dedos enroscados na cabeleira dourada da Cin, Diego começou a delirar de prazer sem se importar com nada.
Os rumores na sala não chamaram a atenção dele. Só conseguia pensar no prazer daquela boquinha. Tudo era gozo até que... sentiu que Adrián dizia
- Diego, é você? - com um gesto entre assustado por ter sido descoberto e surpreso com o que seus olhos viam. Cinthia parou o boquete e pegou as pirocas dos dois e disse
- É meio injusto deixar o homem da casa de fora, não acha? - e com a boca brilhando e o gosto de sexo nos lábios, deu um beijo ardente em cada um, deixando-os submissos aos seus encantos.
Ela os levou, com uma piroca em cada mão, até onde estavam os outros três, e todos se surpreenderam ao ver Diego. Todos, menos Cande, que com um sorriso safado disse
- Papai, a gente precisava de mais uma piroca, você chegou na hora - e se jogou nele, comendo sua boca. Os três amigos observavam incrédulos o show incestuoso. Diego teve uns segundos raros de vergonha diante daqueles olhares, mas ao sentir Cinthia beijando seu pescoço por trás, não aguentou mais. As gêmeas esfregavam aqueles peitos lindos nas costas e no peito do pai enquanto o beijavam.
As duas garotas se ajoelharam na frente dele e começaram a dar um boquete duplo, que era o que Diego mais desejava naquele momento. Os amigos olhavam e não conseguiram evitar se masturbar, vendo perplexos como as putinhas chupavam o pai com aquelas carinhas de meninas mimadas se divertindo.
Diego enlouquece ao sentir aquelas duas línguas brigando por cada centímetro da sua piroca, os lábios das duas percorrendo ela inteira e como se revezavam nela. Enquanto uma se concentrava em chupar a ponta, a outra brincava com a língua perto dos ovos para mantê-lo num prazer constante.
Lá de cima, ele via a Cin com quase toda a piroca do pai dentro da boca e podia notar, no interior da bochecha dela por baixo, os olhos azuis tão azuis quanto os da Cande, que lambia seus ovos e a parte de baixo daquela piroca abençoada. Os olhos das duas estavam cravados nos dele.
Durante aqueles momentos de puro prazer, ele esqueceu a presença dos amigos. Cinthia se virou, deixando a Cande se divertir sozinha com a piroca do Diego, e se colocou em quatro, deixando a bundinha dela bem empinada pra tentá-lo. A estratégia foi perfeita. Embora a Candela fosse tão boa quanto a irmã brincando com a boca toda em busca do prazer, o Diego não conseguia resistir à oferta que a outra gêmea fazia.
Ele se posicionou na altura dela e, mal sentiu o roçar daqueles lábios jovens e apertados da buceta, não se segurou e meteu com tudo. Ficou uns segundos curtindo aquela buceta quente e molhada por inteiro, mas logo começou a se mover com força, sacudindo o corpinho todo da sua menina e fazendo aquelas nádegas carnudas baterem no corpo dele. Enquanto fazia isso, viu que os amigos já tinham perdido o espanto.
O Adrian se colocou na frente da Cande, que virou e deu um sorriso bem gatinho pro pai, como se buscasse a aprovação dele, e então começou a receber aquela segunda rola na boca.
— Suas meninas já são um luxo pra rola, Dieguito — disse o Adrian, enquanto segurava a nuca da Cande e enfiava a rola até a garganta dela.
— Não sei quando elas se transformaram nessas vadias safadas, mas são irresistíveis — relaxou o Diego, acelerando o ritmo, excitado pelo movimento daqueles quadris. Embora ela não pudesse falar, parecia ter se esquentado muito com aquela conversa.
Bem ao lado deles, e como se quisesse mostrar pra ele, a Cinthia se colocou na mesma posição, mas trouxe o Andres e o Pablo, punhetando eles de leve. Mandou um beijo pro pai enquanto os dois se ajeitavam, e em poucos segundos já estava com uma rola na boca e outra na buceta. Todos estavam curtindo pra caralho. Os gemidos das garotas abafados pelas rolas que enchiam a boca delas. O tesão das irmãzinhas e, principalmente, a participação do Diego fizeram com que aquela orgia inesperada ficasse cada vez mais selvagem.
Os quatro iam trocando de lugar só com um olhar e foram passando pela boca e buceta das duas gêmeas, que, dóceis, recebiam as quatro picas, incluindo a do pai, sem reclamar.
Enquanto curtia a usa a palavra: buceta Cinthia e via como ela chupava o pau do Pablo, num nível de excitação maior, Diego enfiou um dedo pra explorar a racha daquela bunda perfeita. Ao chegar no destino, notou alguns movimentos da filha, mas também como a umidade da frente tinha ajudado ali atrás. O dedo entrou inteiro e, com aquela imagem e um sorriso de orelha a orelha, ele indicou pro amigo:
- Segura ela bem pela nuca - Pablo obedeceu e começou a sentir os nervos da garota. Diego se apressou pra tirar a pica e mover até aquele cuzinho desejado. Encostou e, naquele momento, os movimentos de desespero da Cin eram quase incontroláveis. Pablo segurava ela com força pela nuca e as palavras dela se engasgavam na pica, produzindo um som incompreensível que só serviu pra deixar eles mais tesudos.
Diego começou a entrar devagar naquele cu apertado e os olhos da Cinthia se abriram mais do que nunca. A ideia era curtir devagar, mas os gritos que a filha dava o excitaram tanto que ele meteu até o saco, provocando um grito enorme que, se não fosse pela pica do Pablo, teria sido ouvido no prédio inteiro. O movimento começou e, enquanto aquele cu ainda lutava, todos ficaram hipnotizados olhando pra eles.
- Achou que podia ser tão puta e a gente não ia arrebentar teu cu? Agora você vai aprender! - ele dizia com toda a porra na ponta da pica. Pablo também tava muito excitado e enfiava na boca dela na mesma velocidade do movimento do Diego. Os outros três tinham ficado observando aquele show de tesão. Banhado de suor e vermelho como um tomate, Diego deu um grito orgásmico e explodiu dentro daquela bunda que obcecava todo mundo.
Quase ao mesmo tempo, Pablo começou a gozar na boca da filha do amigo. Os dois continuaram até depositar a última gota de porra naquele corpinho ardente. Quando soltaram ela, uma mistura grossa de porra e saliva escapou dos lábios dela e um fio branco escorreu entre as pernas.
Pablo caiu desmaiado no chão. sillão como se a vida tivesse ido embora naquela gozada. Enquanto percorria a bunda dilatada dela com a ponta dos dedos, Cinthia olhou pra irmã, que ainda estava chocada com aquele lado feroz da buceta dela, e com toda a malícia no olhar e um sorriso, protestou:
- Claro, só arrombam o meu cu, né? Não vale - Todos os olhares foram pra Cande, que estava ajoelhada no chão, com Andres de um lado e Adrian do outro. Enquanto a jovem olhava pro pai balançando a cabeça negando, este último, que estava mais que satisfeito, levantou os ombros e fez uma cara de aprovação pros amigos.
Com esse sinal, Adrian empurrou Cande pelas costas e ajustou o pau pra romper aquela bunda que o deixava tão tesudo.
- Devagar, por favor! - implorou a loira resignada.
- Shh, agora os adultos falam - disse Andres enquanto enfiava o pau na boca dela.
Adrian cumpriu a promessa de ser cuidadoso, mas aquele cu foi levando ele aos poucos pra uma foda tão brutal quanto a que a Cin tinha levado.
- Quero ouvir você gritar com a boca toda - disse Andres, e tirou o pau. As exclamações de Cande, sem nada pra abafar, saíram fortes e arrepiantes.
O sorriso no rosto da irmã ao ouvir aquilo era um detalhe que ninguém notou. Andres se deitou debaixo delas e começou a entrar pela buceta. Ao sentir dois paus dentro, os movimentos de Candela foram aumentando em intensidade e velocidade. Ela tava como possuída, e isso despertou o pau do pai, que se preparou pra ocupar aquela boquinha.
Cinthia olhava nos olhos da irmã enquanto ela recebia três paus ao mesmo tempo. Os três estavam tão gostoso que logo os jatos de gozo começaram a encher ela pelos três lados. Uma quantidade obscena da substância branca e grossa transbordou do sorriso dela e também entre as nádegas e pernas.
- Tá feliz? - disse pra irmã. O próximo passo foi dar um beijo com parte do sêmen do pai que ainda tava na boca dela. Aquela imagem foi o toque final de uma orgia inesquecível.
Antes de Ao se despedirem, os três prometeram a Diego silêncio absoluto sobre o que tinha rolado naquela tarde e, depois de uma conversa rápida, foram embora agradecidos por terem realizado a fantasia deles. As gêmeas aproveitaram aquele tempinho pra lavar a buceta ainda quente que tinham pelo corpo todo. Diego estava fechando a porta quando o celular dele tocou.
- Fala, gorda, fica tranquila - ouviram ele responder.
As gêmeas, já vestidas com seus pijamas, vinham do quarto.
- Quem era, papai? - perguntaram em coro.
- Era a mãe de vocês. Disse pra não esperarmos ela pra jantar.
As duas se olharam sorrindo e depois o fulminaram com aquela cara de puta que fizeram.
- Vocês querem me matar, não é? - perguntou ele, enquanto, risonhas, o levavam cada uma por uma mão até o quarto. A Cande fechou a porta com o calcanhar enquanto a Cinthia se ajoelhava e, apesar dos sons eróticos, a coleção de bichinhos de pelúcia das gêmeas foi a única testemunha de tudo que rolou lá dentro.
Enquanto pensava nisso tudo, percebeu que tinha ficado vidrado na raba da Candela, que escapava pelo lado do lençol. Na hora, olhou pra cama da Cinthia com medo de que ela tivesse visto, mas ela dormia profundamente, igual à irmã. Ele se acalmou um pouco, mas o arrepio que a situação causou nele o obrigou a se retirar pro quarto dele. Deitou ao lado da mulher, que ainda estava vendo TV, mas era como se ele não estivesse ali. A mente dele continuava repassando como foi que ele acabou olhando daquele jeito pra bunda carnuda e empinada da filha dele debaixo daquele short rosa.
Ele penou, mas conseguiu pegar no sono uma hora depois de apagar a TV.
Na manhã seguinte, enquanto tomava café, ouviu uns passos atrás dele e, antes de se virar, um beijo em cada bochecha que anunciava, como todos os dias, a chegada das princesas dele. Os sorrisos perfeitos e aqueles olhos azuis enormes eram como quando elas eram crianças e enchiam ele de felicidade toda manhã, mas do pescoço pra baixo já começava a onda de calor. No metro e cinquenta e poucos que cada uma media, elas tinham tudo que um homem podia desejar. Uns peitos muito bem formados, umas cinturinhas minúsculas que se alargavam de repente pras cadeiras imponentes e as duas bundas empinadas que eram os melhores atributos das Irmãzinhas, as pernas de ambas debaixo daquelas saias curtas eram outro deleite para os olhos. De novo os olhos estavam se perdendo ao vê-las de costas.
Terminaram de tomar café da manhã e, de um salto, Candela disse:
— Bom, vamos pra facul já? — enquanto procurava a mochila.
— Não, não, não. Vocês assim não vão a lugar nenhum. Isso tá pequeno em você! Vai se trocar! — o pai a repreendeu ao ver as saias minúsculas que tinham escolhido.
— Ai, pai, não exagera, é assim que se usa — respondeu Cinthia, meio metida. Isso fez com que a cara fechada do Diego piorasse.
— Uff, tá bom, vamos nos trocar senão vamos chegar tarde — Cande a puxou pelo braço, já resignada.
Quando viu as duas de calça, o coração voltou ao lugar, embora aqueles dois bundões empinados fossem impossíveis de esconder, e ele sabia bem disso. No fim das contas, ele as levou e, ao descer do carro, ficou observando como todos os caras ao redor ficavam olhando o rebolado sensual das duas rabetas ao caminhar.
Depois de um dia cansativo no trabalho e para distrair um pouco a mente, Diego convidou uns amigos pra tomar umas cervejas e ver um jogo de alto nível da Champions League na TV de 65 polegadas. No meio da tarde, começaram a chegar seus velhos amigos Adrián, Andrés e Pablo. O último com um pack de cervejas da marca que patrocina a competição. Se acomodaram e estavam prontos pra curtir o espetáculo esportivo, mas enquanto tocava a música característica que anuncia o início do jogo, chegaram as gêmeas e toda a atenção que estava focada no velho continente voltou rapidamente pra Argentina. Diego se arrependeu de ter convidado os amigos assim que notou os olhares e murmúrios que surgiram com a presença das duas jovens. As meninas ficaram felizes com as visitas e cumprimentaram bem efusivas cada um dos amigos do pai, que carinhosamente chamavam de tios.
Toda vez que uma das meninas se abaixava sobre algum dos sofás pra cumprimentar com um abraço e um beijei os que sobravam do lado oposto não conseguiam disfarçar que estavam olhando pra bunda delas. Como se não bastasse, as calças não só estavam apertadas e marcavam perfeitamente as pernas e as bundas das gêmeas, mas também, quando se abaixavam, deixavam à mostra parte de suas microtanguinhas. Vermelha no caso da Cinthia e preta no caso da Candela. Para alívio do pai, que estava bem desconfortável, esta última disse:
— A gente fica só um pouquinho porque já vamos pra academia — Foram se trocar e em poucos minutos se ouviram as vozes doces das duas gritando "tchau" da porta.
Todos os amigos sabiam o quanto Diego era ciumento, então não se atreviam a fazer nenhum comentário sobre as filhas dele, mas o clima ficou carregado de desejo até a porta se fechar.
Voltaram a focar no jogo, que era de elite, e logo o clima voltou a ficar agradável pra todos. Entre cervejas, futebol e piadas, passaram quase duas horas de fraternidade masculina. Algum comentário dos mais safados sobre alguma gatinha, coisa que não podia faltar. Em determinado momento, Pablo começou a contar sobre uma novinha que tinha conhecido e a vontade que tava de pegar ela. Todos riam à vontade até que perguntaram de passagem quantos anos ela tinha.
— Não, cara, mas essa mina é muito novinha pra você! — recriminou Diego, surpreso.
— Como assim novinha, já é maior de idade, haha — se justificou o amigo.
— Mas pra caras da nossa idade é muito nova, tem a idade das minhas filhas — ele retrucou de novo, embora esse último comentário tenha sido com menos ênfase.
— Bom, suas meninas também já não devem brincar de boneca a essa altura — interveio Andrés.
— Já devem brincar com bonecos as gêmeas, hahaha — completou Adrián.
Nenhum dos comentários fez Diego rir, que começou a ficar vermelho de raiva.
Quando estava prestes a ficar violento, ouviu a porta e as vozes das filhas que já tinham voltado. Se conteve pra não passar uma imagem de troglodita na frente das suas amadas meninas. Assim que chegaram, Candela perguntou:
- Como é que vai? Já terminaram? - Todos ficaram meio confusos.
- Empate em 1 a 1, parece que vai pros pênaltis - arriscou responder Pablo. Os outros continuavam vidrados na conversa sobre a garota.
- Adoro quando vai pros pênaltis, vem cá, Cin - pediu pra irmã. Sentaram-se, uma em cada braço do sofá. Os corpos daquelas duas novinhas no meio dos quatro veteranos tarados eram tipo pérolas no mar. Ainda por cima vestidas com roupa de academia, que era nada mais nada menos que leggings justas e camisetas não muito mais soltas. Pra completar, sentadas nos braços do sofá, aqueles bundões suculentos apertados ficavam à vista de todo mundo. Mal começaram os pênaltis, as duas se inclinaram pra frente como se a TV gigante não fosse suficiente pra enxergar direito. Todos os amigos do Diego estavam mais interessados nas calcinhas fio dental das gêmeas que escapavam das leggings naquela pose do que na definição do jogo.
As duas garotas se olhavam e sorriam, o que confundia muito o pai delas. Ele não entendia direito se era por causa dos babões ou por outra coisa, mas o fato é que até ele já estava ficando excitado com a atitude provocadora das suas meninas. Todos olhavam, e alguns até eram denunciados por ereções nascentes, mas ninguém fazia ou dizia nada. As gêmeas pareciam adorar ser o centro das atenções. Os dois corpos perfumados pelo suor da atividade física eram bem tentadores. As vadias se esticavam pra pegar os amendoins que sobravam da cerveja e colocavam as bundinhas bem empinadas a poucos centímetros dos rostos dos quatro.
Diego sentiu que tinha que parar com aquilo tudo ou ia ser tarde demais.
- Meninas, que tal irem preparar algo pro jantar já que a mãe de vocês não dá sinal de vida? - sugeriu, mordendo-se de raiva pela exibição que as filhas tinham dado.
- Ai, pai, não podemos ficar com os tios mais um pouco? - disse Cin, enquanto acariciava a perna do Pablo.
- Não. Chega! Quando eu digo não, é não! disse duplamente irritado
- Bom, vamos então - disse a filha com um tom de rebeldia evidente. Fez um sinal para a irmã e as duas saíram para a cozinha. Antes de abandonar os convidados acalorados, puxaram bem as leggings, fazendo com que elas se perdessem entre aquelas bundas espetaculares.
Ninguém, nem mesmo o pai, conseguiu evitar ficar vidrado naquela imagem, muito menos com o rebolado irresistível que faziam ao andar.
Diego olhava espantado como todos os seus amigos tinham ficado terrivelmente excitados com todo o show que suas filhas deram. Em que momento suas adoráveis pequenas tinham se transformado no objeto de desejo dos "tios"? Era como um pesadelo.
- Você tem que dar mais liberdade pra essas meninas. Um dia elas vão se rebelar - sugeriu Adrián, fingindo certa seriedade.
- É? Pra que terminem com um degenerado igual a esse? - respondeu muito irritado, apontando para Pablo
- Não me fala duas vezes haha - comentou tentando dar um toque de humor, mas o olhar fulminante de Diego foi mais que suficiente pra ele perceber que não tinha surtido efeito. O resto segurou a risada pra não piorar o estado do amigo ciumento.
- Vocês ficaram sabendo do roubo na casa do Araujo? - meteu Andrés depois de alguns segundos de silêncio constrangedor, pra mudar de assunto. Por sorte deu certo e tanto a conversa quanto o clima hostil mudaram rápido, e a paz voltou. Mesmo assim, as irmãs continuaram na mente de todos. Só de imaginar que pensamentos rondavam as cabeças dos amigos, sentiu um certo tesão, mas não queria admitir e escondia isso por trás do ciúme e da raiva.
O mau momento de Diego passou e, quando começou a escurecer, cada um foi indo pra casa. Quando ficou sozinho, se esgueirou devagar até a cozinha e olhou novamente para as lindas adolescentes com o mesmo desejo de antes. As duas estavam de costas pra ele, cortando em tábuas diferentes os ingredientes pro jantar. Sempre era atraente ver o comportamento que as duas tinham. O tempo todo em contato, seja visual ou com algum carinho, eram coisas inocentes, mas com a tesão que tinham despertado antes, o pai via tudo como algo sensual. Com a música do rádio, as duas se mexiam no ritmo quase como um reflexo, rebolando aquelas bundas que ficavam apertadas naquelas leggings claras que, tão justas, não deixavam nada pra imaginação. Aquele movimento sensual fez ele ficar perdido nas jovens nádegas, como um perfeito depravado. Não se sentiu assim até o momento em que a esposa entrou em casa. Embora não o tenha pego em nenhuma situação estranha, ele se sentiu como se tivesse sido descoberto e ficou terrivelmente desconfortável. Depois de um cumprimento distante pra esposa, Clara, decidiu entrar no chuveiro pra baixar aquela tesão antes do jantar.
Parece que a água fria fez efeito, porque depois disso ele voltou relaxado, como se nada do que tinha visto e pensado tivesse passado pela cabeça. O jantar seguiu na calma e normalidade de sempre, então ele foi se afastando lentamente daquelas ideias incestuosas que rondavam sua mente. Tudo estava perfeito. Depois do jantar, as meninas levantaram os pratos e foram pro quarto com a desculpa de que no dia seguinte tinham uma prova e iam ficar até tarde estudando, aproveitando a tranquilidade.
Diego ficou até tarde vendo TV e perto da meia-noite decidiu tomar um café. Como as meninas iam ficar acordadas, ele pensou em oferecer uma xícara pra elas. Com o melhor espírito paternal, chegou perto da porta pra fazer a oferta, mas antes de bater notou algo estranho. Algo que quebrou como um espelho a calma que ele tinha alcançado.
Dentro do quarto, ele ouviu uns gemidos abafados que o enlouqueceram. "Quando é que elas meteram alguém aqui?" pensou, entre confuso e furioso. Teve uns segundos de lucidez e percebeu que o melhor era ser cauteloso e não entrar chutando tudo. Queria pegar o desgraçado no flagra e dar um jeito nele. passando o pior momento da vida dele. Ele abriu a porta devagar pra não ser ouvido, mas o que viu foi forte demais pra mente dele processar.
Ele esperava encontrar um intruso no quarto das filhas, mas não tinha ninguém que não fosse daquela casa. Pra surpresa dele, os gemidos da Candela, que tava de barriga pra cima com as pernas abertas, eram causados pelas carícias que a irmã dela tava fazendo entre as pernas dela. Era uma cena totalmente pornográfica ver as duas gostosas no meio daquelas carícias lésbicas.
As duas estavam semi-nuas, a Cinthia tava de calcinha e sutiã, com as meias rosa ainda calçadas, ajoelhada com a raba apontando pra porta, enquanto a Cande tava quase igual, só que com a tanga branca enroscada no tornozelo.
Era sublime ver como a filha dele mordia os lábios no auge do prazer, e mais ainda que esse prazer tava sendo dado justamente pela outra filha dele.
Com o pouco que dava pra ver de longe, ele já tava com o pau tão duro que praticamente obrigava ele a tirar pra fora. Ele deu uma olhada de canto pro quarto dele e pensou em se mandar, mas ao ouvir os roncos da Clara, que indicavam um sono profundo, ele fez o que mais queria. Ele puxou o pau quase expulso da calça e, enquanto se masturbava devagar, continuou espiando.
Quando ele olhou de novo, a temperatura no quarto tinha subido e o rosto da Cinthia tava completamente mergulhado na buceta divina da Candela. De longe dava pra ver a boca totalmente aberta e a língua brincando dentro da irmã, que se contorcia de prazer olhando pro teto. Era muito chocante ver tanta paixão na cama da filhinha dele. Parece que ele e os amigos não eram os únicos que ficaram com o tesão naquela tarde, as gêmeas tavam fervendo e dava pra ver. Enquanto saboreava a irmãzinha, a Cinthia enfiava dois dedos na própria buceta molhada, puxando a tanga pro lado e dando pro Diego uma visão que cegava ele de calor, como se olhasse pro sol.
Com esse cenário, a masturbação já tava frenética e os espasmos de O prazer era difícil de controlar. Protegido pela escuridão da meia-noite e com a tensão constante de ser descoberto, ele estava tendo uma das melhores punhetas da vida dele. Ouvia as vozes doces das gêmeas gemendo em coro e sentia que ia explodir.
Fechou os olhos com a intenção de gozar, mas viu mais movimento entre os lençóis rosados. Agora as duas estavam enroscadas num beijo que dava vontade de entrar e gozar direto na cara delas. Aqueles lábios carnudos e brilhantes e aquelas línguas totalmente descontroladas transmitiam fogo, e a mão dele já se movia a toda velocidade.
– Hum, você também tá toda molhadinha, mana – disse Cande pra sua gêmea, depois de passar uns dedos entre as pernas dela e saboreá-los com a cara mais safada possível.
– Sim, hum, óbvio, acho que você sabe como resolver isso – sugeriu com um sorriso.
Ela se virou e ficou numa posição que acabou de queimar os poucos neurônios de pai que restavam no pobre Diego. As duas formavam um 69 perfeito e se moviam como se quisessem perder a língua uma dentro da outra.
Os gemidos eram incessantes, mesmo com as boquinhas doces ocupadas. Aqueles corpos compactos e tão gostosos se moviam no mesmo ritmo, como se o prazer que sentiam fosse tão parecido quanto elas mesmas. Diego se punhetava tão forte e tão rápido que alguma exclamação de prazer escapava contra a vontade dele.
Candela chupava os próprios dedos como se estivesse fazendo um boquete e olhou pra irmã como quem perguntava. O sorriso de Cinthia foi a resposta que esperava. Naquele momento, ela começou a meter dois dedos na irmã super molhada. Os gemidos da deliciosa ruivinha agora eram mais intensos, mas rapidamente foi empurrada pra continuar chupando como fazia. Parecia que ia gozar a qualquer momento. Pra não ficar pra trás, ela continuava avançando com a língua além da buceta da Cande, também no cuzinho. As duas estavam gozando e ainda mostrando toda a habilidade delas na cama.
Quando Cande notou que o orgasmo da irmã era iminente, se apressou pra se ajoelhar entre as pernas dela e, além de acelerar a dedada, passava a língua por toda a buceta quente da Cin. Diego ficou maravilhado quando Cinthia se afogou num grito de prazer e encheu a boca da irmã com aquele néctar doce. Ficou uns segundos tremendo de olhos fechados enquanto segurava com força a cabeça da Candela, mas quando abriu os olhos, os olhos azuis dela se desviaram pra porta.
Diego se escondeu rápido pra não ser visto. Saiu quase correndo e enfiando a pica como podia dentro da calça. Ao completar a fuga ridícula, percebeu que o café que tinha servido estava congelado, bem diferente dele, que tava com um tesão escandaloso. Quando chegou na cama, Clara já dormia como uma pedra, então ele teve que se virar sozinho. A noite inteira, as imagens daquelas bucetinhas, daqueles peitos, daqueles gemidos e daqueles bundões lindos que eram a obsessão de todo mundo e que ele tinha visto em total nudez o deixaram com os desejos mais ardentes e proibidos, sem conseguir dormir.
No dia seguinte, enquanto tomava café da manhã e ouvia Clara falando com ele, não conseguia entender uma palavra do que ela dizia. A mente dele ainda estava nas gurias. A esposa dele achou que ele tava meio dormindo pela falta de reação. Como sempre, saiu mais cedo e apressada. Assim que a porta se fechou, ele ouviu os passos descalços e, como sempre, um beijo em cada bochecha. Era como todos os dias, mas algo tinha mudado. Ele já não via elas do mesmo jeito. Era como se tivesse aberto os olhos e percebido de repente que suas doces gêmeinhas eram, na verdade, duas putinhas.
Todos os gestos delas pareciam eróticos pra ele. A boca da Cinthia soprando a xícara, a Candela chupando a colher, as roupas minúsculas das duas. Aqueles shortinhos que deixavam metade da bunda de fora quando estavam sentadas nos bancos do café da manhã e as camisetas brancas com desenhinhos que não pareciam mais tão infantis quando ele notava que por baixo dava pra ver os bicos dos peitos. Claramente. Sempre tinha sido assim, mas agora ele as percorria de ponta a ponta e encontrava todas aquelas coisas que iam deixando ele excitado desde o primeiro momento em que apareceram.
- Papai, você tá bem? - perguntou Cande.
- Tô sim, só um pouco cansado - respondeu Diego. E pegou a xícara pra esconder um pouco o rosto e disfarçar o vermelho que tinha ficado.
- Você ficou até muito tarde ontem? A gente estudou até tarde - continuou Cande.
- Mais ou menos, nem sei que horas eram. Ainda dava pra ver luz quando fui me deitar - tentou se esquivar. Os olhos de Candela queimavam ele, a garota observava tentando achar alguma brecha na cara de poker dele. Cinthia só assistia a conversa, entretida.
Parecia que queriam desmascará-lo ou, pior ainda, se desmascararem elas mesmas.
Diego temeu o pior e decidiu acabar com o café da manhã.
- Bem, meninas, já é tarde! Terminem isso e vão se trocar - ordenou enquanto fingia que juntava as coisas do café. Na real, tava enrolando até as duas saírem pra não se levantar e ficar na cara com a ereção da porra que elas provocaram. As duas foram embora como sempre, brincando uma com a outra.
Quando voltaram, como se fosse de propósito, estavam com umas camisetas das mais decotadas que o pai já tinha visto, e como ele não deixava elas irem pra faculdade de saia, as duas colocaram umas calças super justas no corpo. A da Cin era creme e a da Cande branca, as bundas marcavam perfeitamente, parecendo leggings.
Sem saber se era por culpa de ter espionado elas na noite anterior ou por como estavam gostosas, ele não mandou elas se trocarem como faria normalmente. Diego se sentia um tarado, o caminho inteiro olhando aqueles decotes generosos e, quando elas desceram, não conseguiu tirar os olhos daquelas bundinhas lindas até vê-las sumir no meio da galera.
O resto da manhã no trabalho foi um inferno, lembrando das suas diabinhas lascivas. Ainda por cima, tinha um dia cansativo; à tarde, precisava visitar um par. de clientes e a cabeça não funcionava nem pra ele sozinho. Lá pela metade da manhã, recebeu uma mensagem do Pablo convidando pra tomar umas com os caras à tarde. A resposta dele foi: "adoraria, mas tenho reuniões à tarde hoje. Não tenho tempo de voltar pra casa até a noite". A resposta do amigo foi um simples "ok".
Todo mundo notava que algo não tava certo com ele. Desatenções, aquele gesto indecifrável e o olhar perdido. Diante das perguntas repetidas, ele teve uma ideia. Mais ou menos no fim do expediente, bolou um plano, já que todo mundo achava que ele tava mal de saúde, ia dar o gosto pra eles. Se fingiu de doente e todo mundo acreditou depois de ver ele. Assim conseguiu escapar das reuniões chatas pra as quais não tava mentalmente no seu melhor dia.
Enquanto chegava em casa, pensou em avisar os caras pra se encontrar, mas ao entrar ouviu os mesmos gemidos da noite anterior e a ideia de ter outra sessão de voyeurismo entre as filhas o atraiu demais. Entrou na surdina e se espiou, esfregando as mãos, esperando encontrar a mesma coisa da noite anterior, mas o que viu caiu como um balde de água fria.
As gêmeas estavam de pé, já sem as calças, com dois caras de cabeça enfiada entre as pernas delas. Pra surpresa do Diego, tinha um terceiro com uma câmera. Os gemidos, dessa vez, soavam como marteladas nas têmporas. As putinhas olhavam pra câmera e mostravam com cada olhar tudo o que estavam curtindo.
- Vem cá, gatinha, mostra essa bunda - disse o da câmera. Naquele momento, ele percebeu que era o Pablo. O amigo dele. A raiva tomou conta, mas aí ele percebeu algo pior. Os dois que tavam comendo a buceta das meninas eram ninguém menos que o Andres e o Adrian. Não conseguia acreditar. Os dois se levantaram e começaram a beijar as gêmeas. O Andres com a Cande e o Adrian com a Cinthia. As vadias beijavam de boca bem aberta e dava pra ver as línguas até de longe.
Por alguma razão Diego continuava escondido e deixava todo mundo agir. As garotas estavam adorando esquentar aqueles três caras que a vida inteira chamaram de tios. Elas acariciavam as picas deles enquanto, com a brincadeira de língua com língua, continuavam deixando eles sem controle. Até o Pablo já tinha entrado na onda do amasso consentido. Era muito excitante a imagem das duas putinhas com as mãos por todo o corpo e acariciando as picas dos três.
Com uma habilidade que elas nunca tinham mostrado, ele viu as duas desabotoarem as calças dos três em alta velocidade e deixarem cair. As duas agachadas, de pernas abertas, contemplaram aquelas três picas para elas e, enquanto sorriam e se lambiam, começaram a bater uma para eles, vendo as expressões de prazer intenso dos veteranos. Diego não sabia em que momento começou a se esfregar a pica, mas estava duríssimo. Ele ficava excitado vendo suas duas princesas virarem umas putas safadas.
Quando ele parou de olhar pra própria ereção, a Cande estava lambendo uma das picas e a Cinthia passava as outras duas no rosto e nos lábios. O Pablo não aguentou mais aquela brincadeira gostosa e enfiou a pica inteira na boca dela. Quando viu aquela pica veiuda enfiada até a garganta da sua menina, Diego sentiu um calor no rosto inteiro. Ele estava vermelho que nem um tomate. Os engasgos da Cin eram música erótica pros ouvidos dele.
O Andres, vendo que aquela boquinha já tava ocupada, foi com a Cande e o Adrián. A docinha da gêmea olhou pra eles com aqueles olhos claros e começou a chupar, alternando entre as duas picas inchadas. A expressão dos dois mostrava como a loira era foda chupando pica. Diego não aguentava mais o tesão.
Aquelas duas iam trocando de lugar e se revezando pra chupar as três picas à vontade. Ele não podia acreditar. Era o pior pesadelo dele, mas, em vez de ficar furioso, ele tava adorando. Não queria mais lutar contra aqueles desejos sujos, mas elas ainda eram filhas dele.
- Isso, putinha, engole tudo - disse o Adrian olhando pro teto
- Ai, como você chupa, bebê - exclamou o Andres
- Oh, isso, assim, mexe essa Língua de puta - Pablo ordenava pra uma das gêmeas. O que mais o excitava era que, do jeito que estavam, ele não conseguia distinguir qual das duas tava mamando cada pica. Ele via as bocas babando uma saliva esbranquiçada e se saboreando, e sentia que ia gozar com aquele espetáculo.
Como se soubessem que estavam sendo observadas, as gêmeas aceleravam as mamadas intensas. Adrián se posicionou atrás de Cin, que tava numa posição impecável, ajoelhada com as pernas abertas, como se esperasse que um dos três se decidisse. Ele encaixou a pica entre os lábios molhados da garota e, com toda a putaria que tava tomando conta dele, meteu com força. Era demais pro pobre Diego, que até pouco tempo ainda duvidava se as filhas dele eram virgens.
O grito de prazer da Cinthia ao receber as estocadas furiosas fez todo mundo perder o controle.
- Vem pra cá, você - Andres ordenou pra Cande, se colocando na mesma posição que o amigo e metendo nela com ainda mais vontade. A menina voluptuosa recebeu aquela pica com gemidos constantes. As duas estavam ajoelhadas e de frente uma pra outra, de quatro, sendo comidas com toda a putaria que aqueles homens acumulavam.
O cheiro de sexo dominava o ambiente, e se faltava algo pra cena ser obscena, Pablo se deitou no meio com a ereção imponente olhando pro teto, entre aquelas carinhas coradas. As duas olharam pra ele e começaram a chupar a pica juntas.
- Não podem ser mais putas - ele exclamou ao sentir aquelas línguas brigando por cada centímetro de pica. Elas percorriam ela inteira com aquelas bocas carnudas e sedentas. Enquanto os outros dois metiam cada vez mais rápido, no meio de tapas e massagens naquelas bundas empinadas e durinhas. Diego tava com os olhos arregalados, como se fossem saltar da cara. A respiração ofegante dele, ouvindo o som dos corpos molhados se chocando e as vozes excitadas das meninas.
Ele se escondeu uns instantes atrás da parede pra terminar de bater uma punheta com aquela sinfonia sexual de fundo. Enquanto ouvia como eles se ajeitavam, provavelmente... uma posição mais excitante, não quis olhar. Já era demais. Fechou os olhos em busca do orgasmo que o libertasse daquela tesão incestuosa, mas naquele momento sentiu um dedinho percorrendo seu peito.
- Papai, o que você está fazendo? - disse uma ofegante e suada Cinthia, completamente nua na frente dele enquanto observava como ele se masturbava freneticamente. Diego não soube como reagir. Ficou paralisado.
- Parece que você nos espionava como ontem à noite, mas pelo que vejo, precisa de uma mãozinha - Os nervos de Diego dobraram ao ouvir essas palavras, mas sua filha sabia o que fazer.
Pegou a pica do pai e começou uma punheta suave que o fez baixar a guarda por completo. Não podia acreditar que ela fosse tão puta pra fazer aquilo.
- Por que você não olha um pouco mais? - disse no ouvido dele e, como se fosse uma ordem, Diego, totalmente entregue, olhou para o grupo.
Cande estava pulando na pica do Pablo, que continuava deitado no chão, enquanto chupava alternadamente as do Adrian e do Andres. Era forte demais, ainda mais com a punheta espetacular que a Cinthia estava dando nele.
- Bom, papai, agora é sua vez - disse como se fosse uma brincadeira. Agachou-se sorrindo e engoliu inteira a pica inchada do pai. Diego sentiu aquela boca pela primeira vez e não podia acreditar. Os lábios dela, a língua, cada cantinho daquela boquinha participava daquela chupada deliciosa. Os olhos azuis da Cin fixos nos dele davam o tesão que faltava. A cabeça dela se mexia sem parar, sem deixar um segundo sem prazer.
- Ai, filha, você é muito puta, como eu gosto disso - disse um Diego extasiado. Pegou a nuca dela com as duas mãos e começou a comer a cara dela de um jeito selvagem. As ânsias só faziam ele ficar mais excitado enquanto olhava a outra filha satisfazer os amigos dele. Com os dedos enroscados na cabeleira dourada da Cin, Diego começou a delirar de prazer sem se importar com nada.
Os rumores na sala não chamaram a atenção dele. Só conseguia pensar no prazer daquela boquinha. Tudo era gozo até que... sentiu que Adrián dizia
- Diego, é você? - com um gesto entre assustado por ter sido descoberto e surpreso com o que seus olhos viam. Cinthia parou o boquete e pegou as pirocas dos dois e disse
- É meio injusto deixar o homem da casa de fora, não acha? - e com a boca brilhando e o gosto de sexo nos lábios, deu um beijo ardente em cada um, deixando-os submissos aos seus encantos.
Ela os levou, com uma piroca em cada mão, até onde estavam os outros três, e todos se surpreenderam ao ver Diego. Todos, menos Cande, que com um sorriso safado disse
- Papai, a gente precisava de mais uma piroca, você chegou na hora - e se jogou nele, comendo sua boca. Os três amigos observavam incrédulos o show incestuoso. Diego teve uns segundos raros de vergonha diante daqueles olhares, mas ao sentir Cinthia beijando seu pescoço por trás, não aguentou mais. As gêmeas esfregavam aqueles peitos lindos nas costas e no peito do pai enquanto o beijavam.
As duas garotas se ajoelharam na frente dele e começaram a dar um boquete duplo, que era o que Diego mais desejava naquele momento. Os amigos olhavam e não conseguiram evitar se masturbar, vendo perplexos como as putinhas chupavam o pai com aquelas carinhas de meninas mimadas se divertindo.
Diego enlouquece ao sentir aquelas duas línguas brigando por cada centímetro da sua piroca, os lábios das duas percorrendo ela inteira e como se revezavam nela. Enquanto uma se concentrava em chupar a ponta, a outra brincava com a língua perto dos ovos para mantê-lo num prazer constante.
Lá de cima, ele via a Cin com quase toda a piroca do pai dentro da boca e podia notar, no interior da bochecha dela por baixo, os olhos azuis tão azuis quanto os da Cande, que lambia seus ovos e a parte de baixo daquela piroca abençoada. Os olhos das duas estavam cravados nos dele.
Durante aqueles momentos de puro prazer, ele esqueceu a presença dos amigos. Cinthia se virou, deixando a Cande se divertir sozinha com a piroca do Diego, e se colocou em quatro, deixando a bundinha dela bem empinada pra tentá-lo. A estratégia foi perfeita. Embora a Candela fosse tão boa quanto a irmã brincando com a boca toda em busca do prazer, o Diego não conseguia resistir à oferta que a outra gêmea fazia.
Ele se posicionou na altura dela e, mal sentiu o roçar daqueles lábios jovens e apertados da buceta, não se segurou e meteu com tudo. Ficou uns segundos curtindo aquela buceta quente e molhada por inteiro, mas logo começou a se mover com força, sacudindo o corpinho todo da sua menina e fazendo aquelas nádegas carnudas baterem no corpo dele. Enquanto fazia isso, viu que os amigos já tinham perdido o espanto.
O Adrian se colocou na frente da Cande, que virou e deu um sorriso bem gatinho pro pai, como se buscasse a aprovação dele, e então começou a receber aquela segunda rola na boca.
— Suas meninas já são um luxo pra rola, Dieguito — disse o Adrian, enquanto segurava a nuca da Cande e enfiava a rola até a garganta dela.
— Não sei quando elas se transformaram nessas vadias safadas, mas são irresistíveis — relaxou o Diego, acelerando o ritmo, excitado pelo movimento daqueles quadris. Embora ela não pudesse falar, parecia ter se esquentado muito com aquela conversa.
Bem ao lado deles, e como se quisesse mostrar pra ele, a Cinthia se colocou na mesma posição, mas trouxe o Andres e o Pablo, punhetando eles de leve. Mandou um beijo pro pai enquanto os dois se ajeitavam, e em poucos segundos já estava com uma rola na boca e outra na buceta. Todos estavam curtindo pra caralho. Os gemidos das garotas abafados pelas rolas que enchiam a boca delas. O tesão das irmãzinhas e, principalmente, a participação do Diego fizeram com que aquela orgia inesperada ficasse cada vez mais selvagem.
Os quatro iam trocando de lugar só com um olhar e foram passando pela boca e buceta das duas gêmeas, que, dóceis, recebiam as quatro picas, incluindo a do pai, sem reclamar.
Enquanto curtia a usa a palavra: buceta Cinthia e via como ela chupava o pau do Pablo, num nível de excitação maior, Diego enfiou um dedo pra explorar a racha daquela bunda perfeita. Ao chegar no destino, notou alguns movimentos da filha, mas também como a umidade da frente tinha ajudado ali atrás. O dedo entrou inteiro e, com aquela imagem e um sorriso de orelha a orelha, ele indicou pro amigo:
- Segura ela bem pela nuca - Pablo obedeceu e começou a sentir os nervos da garota. Diego se apressou pra tirar a pica e mover até aquele cuzinho desejado. Encostou e, naquele momento, os movimentos de desespero da Cin eram quase incontroláveis. Pablo segurava ela com força pela nuca e as palavras dela se engasgavam na pica, produzindo um som incompreensível que só serviu pra deixar eles mais tesudos.
Diego começou a entrar devagar naquele cu apertado e os olhos da Cinthia se abriram mais do que nunca. A ideia era curtir devagar, mas os gritos que a filha dava o excitaram tanto que ele meteu até o saco, provocando um grito enorme que, se não fosse pela pica do Pablo, teria sido ouvido no prédio inteiro. O movimento começou e, enquanto aquele cu ainda lutava, todos ficaram hipnotizados olhando pra eles.
- Achou que podia ser tão puta e a gente não ia arrebentar teu cu? Agora você vai aprender! - ele dizia com toda a porra na ponta da pica. Pablo também tava muito excitado e enfiava na boca dela na mesma velocidade do movimento do Diego. Os outros três tinham ficado observando aquele show de tesão. Banhado de suor e vermelho como um tomate, Diego deu um grito orgásmico e explodiu dentro daquela bunda que obcecava todo mundo.
Quase ao mesmo tempo, Pablo começou a gozar na boca da filha do amigo. Os dois continuaram até depositar a última gota de porra naquele corpinho ardente. Quando soltaram ela, uma mistura grossa de porra e saliva escapou dos lábios dela e um fio branco escorreu entre as pernas.
Pablo caiu desmaiado no chão. sillão como se a vida tivesse ido embora naquela gozada. Enquanto percorria a bunda dilatada dela com a ponta dos dedos, Cinthia olhou pra irmã, que ainda estava chocada com aquele lado feroz da buceta dela, e com toda a malícia no olhar e um sorriso, protestou:
- Claro, só arrombam o meu cu, né? Não vale - Todos os olhares foram pra Cande, que estava ajoelhada no chão, com Andres de um lado e Adrian do outro. Enquanto a jovem olhava pro pai balançando a cabeça negando, este último, que estava mais que satisfeito, levantou os ombros e fez uma cara de aprovação pros amigos.
Com esse sinal, Adrian empurrou Cande pelas costas e ajustou o pau pra romper aquela bunda que o deixava tão tesudo.
- Devagar, por favor! - implorou a loira resignada.
- Shh, agora os adultos falam - disse Andres enquanto enfiava o pau na boca dela.
Adrian cumpriu a promessa de ser cuidadoso, mas aquele cu foi levando ele aos poucos pra uma foda tão brutal quanto a que a Cin tinha levado.
- Quero ouvir você gritar com a boca toda - disse Andres, e tirou o pau. As exclamações de Cande, sem nada pra abafar, saíram fortes e arrepiantes.
O sorriso no rosto da irmã ao ouvir aquilo era um detalhe que ninguém notou. Andres se deitou debaixo delas e começou a entrar pela buceta. Ao sentir dois paus dentro, os movimentos de Candela foram aumentando em intensidade e velocidade. Ela tava como possuída, e isso despertou o pau do pai, que se preparou pra ocupar aquela boquinha.
Cinthia olhava nos olhos da irmã enquanto ela recebia três paus ao mesmo tempo. Os três estavam tão gostoso que logo os jatos de gozo começaram a encher ela pelos três lados. Uma quantidade obscena da substância branca e grossa transbordou do sorriso dela e também entre as nádegas e pernas.
- Tá feliz? - disse pra irmã. O próximo passo foi dar um beijo com parte do sêmen do pai que ainda tava na boca dela. Aquela imagem foi o toque final de uma orgia inesquecível.
Antes de Ao se despedirem, os três prometeram a Diego silêncio absoluto sobre o que tinha rolado naquela tarde e, depois de uma conversa rápida, foram embora agradecidos por terem realizado a fantasia deles. As gêmeas aproveitaram aquele tempinho pra lavar a buceta ainda quente que tinham pelo corpo todo. Diego estava fechando a porta quando o celular dele tocou.
- Fala, gorda, fica tranquila - ouviram ele responder.
As gêmeas, já vestidas com seus pijamas, vinham do quarto.
- Quem era, papai? - perguntaram em coro.
- Era a mãe de vocês. Disse pra não esperarmos ela pra jantar.
As duas se olharam sorrindo e depois o fulminaram com aquela cara de puta que fizeram.
- Vocês querem me matar, não é? - perguntou ele, enquanto, risonhas, o levavam cada uma por uma mão até o quarto. A Cande fechou a porta com o calcanhar enquanto a Cinthia se ajoelhava e, apesar dos sons eróticos, a coleção de bichinhos de pelúcia das gêmeas foi a única testemunha de tudo que rolou lá dentro.
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