SEGUNDA PARTE: A chantagem da Esperança
Relato de como eu comi minha namorada, a mãe dela e as irmãs dela.Depois que me vesti, decidi que o melhor era vazar. Saí do quarto da Majo e fiquei parado ali por um instante. Passou pela minha cabeça a ideia de descobrir se a Esperanza tinha nos ouvido ou não. Depois pensei melhor e vi que não tinha muita importância, afinal, a Majo já tinha dito que eu precisava ir embora.
O corredor estava escuro, na verdade, o apartamento inteiro tava escuro, todas as luzes apagadas, reinava a calmaria e o silêncio. Caminhei em direção à saída tentando não fazer barulho. De repente, uma mão me agarrou pelo braço e eu quase morri do coração. Era a Esperanza, estava encostada no batente da porta do quarto dela.
Lá estava ela, esperando, feito quem fica de tocaia na presa. Assim que me agarrou pelo braço e viu minha reação de susto, fez um gesto com o dedo sobre os lábios, pedindo pra eu não fazer nenhum ruído. Me puxou pelo braço e me enfiou no quarto dela. Fechou a porta com todo cuidado enquanto mantinha o dedo na boca e o olhar fixo em mim. Ela tava usando um roupão, o cabelo preso e descalça. Assim que fechou a porta, colocou as mãos na cintura e, devagar, desfez o nó que fechava o roupão. Ficou toda nua na minha frente. Eu não conseguia acreditar no que tava vendo.
A Esperanza é muito parecida com a Majo, é quase idêntica. Também é bem magrinha, só que tem um pouco mais de carne nas pernas e nos quadris comparado com a Majo. O rosto é muito parecido, a diferença é na cor dos olhos, que são castanhos, igual o cabelo. Aquele cabelo castanho e cacheado que na hora tava preso no alto da cabeça. A outra grande diferença é que a Esperanza tem uns peitos enormes, de verdade, são grandes. Um pouco caídos, mas lindos.
Assim que abriu o roupão, ficou me encarando, eu tava totalmente parado, quase congelado, sem acreditar no que tava rolando. Bem devagar, ela deu um passo pra frente, aproximou o rosto do meu e me beijou na boca. Foi um beijo curto, que eu Não respondi, só fiquei parado, imóvel. Ela continuou falando no meu ouvido: “daqui você não sai sem me comer”. Quando ela afastou a cabeça e ficou de novo na minha frente, peguei nas mãos dela, expliquei que não dava, não podia rolar. Falei pra ela não levar a mal, mas que tinha muitos motivos pra isso não acontecer. Disse que amava a Majo e que não ia destruir nosso relacionamento por um momento de prazer. Expliquei que não era falta de vontade com ela, aliás, tive que confessar que assim que ela abriu o roupão, meu pau ficou duríssimo, mas que ela precisava entender que era arriscado demais e não era certo. Dei um beijo na testa dela, tentando agir como um pai, e falei pra esquecermos o que aconteceu e ela ir dormir. Quando eu ia abrir a porta, ela me segurou pelo braço de novo. Me puxou com força e na hora disse: “a parada é essa: ou você me come agora mesmo, ou eu começo a gritar fingindo que você entrou aqui abusivamente pra me tocar… isso acabaria de vez com seu relacionamento com a Majo, não acabaria?”
Fiquei em silêncio por um instante, olhando fixo nos olhos dela; ela continuava igual, o olhar desafiador, parecia decidida a conseguir o que queria. Ela percebeu que eu tava encurralado entre a espada e a parede, e diante da minha impotência e do meu silêncio, pegou minhas mãos e se encostou na parede. Ali de pé, recostada no muro, abriu as pernas e ainda segurava minhas mãos entre as dela. “Pela última vez, ou você me come ou seu relacionamento acaba agora…”
Fiquei em silêncio por alguns segundos, mantendo o olhar fixo no rosto dela, tentando intimidá-la, fazer ela saber que eu a odiava pelo que tava me fazendo. Quando vi ela abrindo a boca pra gritar, joguei meu rosto contra o dela e comecei a beijá-la. Tirei o roupão dela e falei que ia aceitar o pedido, mas que tudo tinha que ser muito rápido e em silêncio; não podíamos dar chance pra Majo descobrir, e íamos aproveitar. enquanto ela tomava banho.
Esperanza rapidamente disse que não, que em relação ao sigilo ela concordava, mas que não queria algo rápido. “Quero que faça comigo exatamente o que fez com a Majo”. Sendo assim, nas mãos dela, não tive outra opção a não ser engolir seco e me resignar a cumprir as ordens de Esperanza. Imediatamente me abaixei e comecei a lamber a buceta dela, movendo minha língua lentamente para cima e para baixo sobre a bucetinha jovem dela. Ela segurava meu cabelo com uma das mãos enquanto eu fazia isso, pedia constantemente para eu não parar, com a outra mão ela acariciava os próprios peitos. Enquanto estava ali, passeando minha língua sobre a buceta dela, tentei aguçar meus ouvidos. Eu a ouvia engolir seco, suspirar, percebia como a respiração dela acelerava. Também ouvia a água caindo, sabia que a Majo ainda estava tomando banho. Pensava que isso não teria acontecido se a Majo tivesse me deixado ficar para dormir. Tentei justificar tudo pensando que isso também era culpa da Majo, depois caí em mim; tive claro que nem a Majo nem eu éramos culpados por isso. Tudo era culpa da Esperanza, aquela pequena ninfomaníaca que parecia tão inocente diante de toda a família dela.
Esperanza parecia satisfeita, cogitei sugerir que parássemos por ali. Que eu comesse a buceta dela enquanto a Majo tomava banho e depois me deixasse ir para casa. Mas Esperanza pensava diferente, enquanto eu imaginava como escapar daquela situação ela me agarrava pelo cabelo e puxava para cima, até me deixar de pé. Ficando cara a cara, ela diz “já chega, agora vamos para a parte boa”. Agarrou meu pau entre as mãos e o introduziu lentamente na buceta dela, que naquele momento já estava lubrificada o suficiente.
Ainda se ouvia a água caindo, enquanto isso eu começava a deslizar meu pau dentro da buceta da Esperanza. A primeira coisa que fiz foi tapar a boca dela com a mão esquerda, com a outra mão buscava acariciar o corpo dela, em especial os peitos dela, esses peitos enormes que, infelizmente, a Majo não tinha.
Mas eu não conseguia; ao fazer isso, perdia o equilíbrio e tinha que me apoiar na parede. Esperanza percebeu e, naquele momento, cruzou os braços atrás do meu pescoço, deu um pulinho e enlaçou as pernas ao redor das minhas costas. Eu a segurava por baixo, pela bunda, com a mão esquerda; com a outra mão, passava por todo o corpo dela, percorrendo suas costas, seus peitos e suas pernas. Quando sentia que íamos perder o equilíbrio, encostava ela na parede; segurava firme, e foi aí que começamos a ter problemas. Primeiro, nossos corpos faziam bastante barulho ao se chocar, e ela, mesmo tentando se conter, ofegava e, de vez em quando, soltava uns gemidos. Ela apertava os lábios um contra o outro, pra não deixar escapar os gemidos, mas às vezes era impossível. Nós dois nos concentrávamos em ouvir a água caindo; enquanto a Majo estivesse no banho, não teríamos o problema de sermos ouvidos.
Mesmo já tendo me deixado levar e estar curtindo transar com a Esperanza, ainda ficava rondando na minha cabeça aquela paranoia de que a Majo podia nos ouvir. O pior ainda estava por vir. Enquanto a gente trepava contra a parede, nós dois percebemos que o som da água parou de cair; sabíamos que o banho da Majo tinha acabado e éramos obrigados a não fazer o menor barulho. Na verdade, sugeri que parássemos por ali, mas a Esperanza estava decidida; queria terminar o que a gente tinha começado. Devagar, ela colocou os pés no chão, pegou minha mão e me levou até a cama dela.
Nem ela mesma sabia como terminar o que a gente tinha começado; não sabia como continuar transando sem fazer barulho. Me deixou deitado na cama dela, ela se levantou, pegou o robe, vestiu de novo e voltou pra cama. Assim que estávamos debaixo das cobertas, ela me disse: “Isso que a gente começou, a gente termina hoje ou acaba de vez, não tem outra opção. Se for preciso esperar a Majo dormir, a gente espera. Se for preciso você ficar pra dormir, você fica, mas você não vai me comer.” a medias". Ela estava convencida, mas, além disso, eu achava que ela era louca; me perguntava se ela não pensava no risco que estávamos correndo. Assim que terminou de falar, começou a me beijar, pegou minha mão e a levou até os seios dela; eu os tocava por baixo do roupão. Continuamos nos acariciando por um bom tempo. Em alguns momentos, deixei o medo de lado, o pesadelo paranoico de sermos descobertos; a situação me excitava pra caralho.
Como já disse, todas as mulheres dessa família me atraíam, mas, como contei antes, não passava pela minha cabeça ficar com alguém que não fosse a Majo. A Esperanza era talvez a que menos tinha despertado desejos sujos em mim, mas agora que estava acontecendo, eu percebia o desejo inconsciente que sentia por ela.
Debaixo das cobertas, ouvimos o rangido de uma porta se abrindo. A Majo estava saindo do quarto dela. Pra mim, o mundo desabou; pensei que ela tinha descoberto e que vinha histérica na nossa direção. A Esperanza também sentiu medo, fechou o roupão bruscamente e me jogou no chão, rápido e falando baixinho, me mandou me enfiar debaixo da cama. Se a Majo tivesse nos ouvido, não teria dúvida em procurar até no último canto, mas não tinha onde mais se esconder. Pular pela janela não era opção; estávamos no nono andar. Pensei por um momento; pra mim, naquela época, terminar meu relacionamento com a Majo era quase tão fatal quanto pular do nono andar, mas eu valorizava um pouquinho mais minha vida. Então fiquei parado e em completo silêncio debaixo da cama, esperando que a Majo não viesse pra cá, rezando pra que fosse pra cozinha ou talvez pra conferir se a porta do apartamento estava trancada.
Passaram uns dois minutos e a Majo não tinha vindo até nós; com certeza foi colocar o ferrolho na porta, já que eu supostamente tinha ido embora há alguns minutos, por isso a porta do apartamento estava sem tranca. Esperança, com um leve murmúrio, me dizia pra voltar pra cama, que Majo não vinha pra cá. Eu respondia, também falando bem baixinho, que a gente tinha que ser prudente, que até não ouvir a porta do quarto da Majo fechando era melhor ficar como a gente tava.
E olha que eu tive razão em pedir prudência pra Esperança, porque foi questão de segundos e a gente viu a porta se abrindo devagar, e com isso entrava um clarão de luz vindo do corredor. Eu não conseguia ver muita coisa debaixo da cama, só dava pra ver os pés da Majo; ela ficou parada na porta por uns segundos. Esperança de novo fingiu que tava dormindo, num sono profundo e tranquilo. Majo se virou e fechou a porta. Segundos depois a gente ouviu quando ela fechou a porta do quarto dela. Era hora de sair, de continuar comendo a Esperança. Voltei a subir na cama e lá estava ela, deitada, com o roupão aberto, as pernas separadas, tinha soltado o cabelo; era um convite explícito pra eu comer ela, dava pra sentir na atitude dela. Claro que eu sabia que tinha que esperar um pouco, por mais tesão que eu tivesse, por mais vontade que eu tivesse de meter nela, tinha que esperar porque Majo ainda podia estar acordada. Comecei a lamber bem devagar a buceta da Esperança, ela me dizia que o medo que tinha sentido agora pouco tinha gerado, além de terror, muita excitação. Tava ansiosa pra eu comer ela, a posição sugestiva dela dizia tudo. Continuei por uns minutos satisfazendo ela com minha língua, mas quando vi que a excitação dela aumentava, e com isso vinham uns gemidos leves, decidi pedir pra gente trocar de papel. Pedi pra ela me satisfazer com a boca dela. Falei "você me pediu pra fazer com você o que fiz com a Majo. Então tá, ela me chupou, então a gente vai fazer exatamente igual". Majo não tinha feito, tinha me deixado na mão, e por si só, isso era uma falha enorme, já que uma das coisas que eu mais Eu tava era adorando um boquete da Majo. Ela era uma deusa com os lábios e a língua dela.
Como eu tava falando, a Majo nunca tinha feito aquilo, mas a Esperanza não sabia, então sem reclamar ela topou. Enquanto eu tava de joelhos na cama, ela se inclinou e começou a enfiar meu pau na boca dela. Com isso a gente evitava fazer barulho por um tempo, pelo menos até ter certeza de que a Majo tava dormindo. Além disso, eu tinha que aproveitar a situação, já que tudo tinha ido pro caralho, não tinha jeito senão curtir ao máximo. Mas a Esperanza não era tão habilidosa com a língua quanto a Majo. Ela não fez mal, mas não chegou nem perto de me dar o prazer que a Majo provoca com um dos boquetes dela.
A Esperanza cansou de me agradar com a boca e começou a exigir que eu comesse ela. Já tinha passado uns quinze minutos desde que a Majo foi dormir. Era verdade que agora a gente podia ficar mais tranquilo, podia deixar fluir todos os nossos desejos de sexo, muito provavelmente a Majo já tava dormindo. Mas tinha algo em mim que dizia que não, que eu não podia me deixar levar sem ter certeza de que a Majo não ia perceber. Falei isso pra Esperanza e ela respondeu: “Achei que tinha ficado claro, me come ou eu faço um escândalo”. Deixei claro que eu sabia da chantagem que ela tava fazendo, aliás, falei que não ia deixar de lado o que a gente tinha começado, só queria ter certeza de que a gente podia se divertir sem arriscar tanto. Propus ir até o quarto da Majo enquanto ela me esperava na cama, abrir a porta devagar e ver se ela tava dormindo. Era loucura; e se ela não tivesse dormindo e me visse entrando no quarto dela? O que eu ia dizer?
Sabia que era um risco enorme, mas até ver a Majo dormindo eu não ia ficar tranquilo. A Esperanza entendeu, aprovou meu plano, mas com uma condição, uma porra de uma condição que só a cabeça doentia daquela mulher podia inventar. “Você vai ver se a Majo dorme, mas vai do jeito que tá, vai pelado”. Com certeza ela achava que, se eu me vestisse, poderia escapar. Eu topei. De qualquer forma, se a Majo estivesse dormindo, não ia me ver entrar pelado no quarto dela e, se não estivesse, tanto fazia se eu estivesse vestido ou não, porque a primeira coisa que eu tinha que explicar era: o que eu estava fazendo ali?
Abri a porta do quarto da Esperanza sem fazer nenhum barulho, caminhei com cuidado e silêncio pelo corredor até ficar na frente do quarto da Majo. Agora o grande desafio era abrir a porta daquele quarto sem aquele rangido de sempre. Girei a maçaneta bem devagar, mas abri a porta rapidamente. Sucesso, zero barulho. Vi ela lá deitada, estava num sono profundo; pelo visto tinha ido dormir pelada; estava coberta com os lençóis, mas só até a altura da cintura. Os peitos dela estavam de fora. Fiquei olhando para ela por alguns segundos, ver ela daquele jeito me deixou bem excitado. De repente, senti um beliscão na bunda, engoli o grito que o susto me deu e virei a cabeça na hora, lá ia a Esperanza correndo para o quarto dela no meio de risadas. Fechei a porta do quarto da Majo e alcancei a Esperanza para, finalmente, terminar aquilo que a gente tinha deixado incompleto um tempo atrás.
Tendo me certificado de que a Majo estava dormindo e por causa da raiva que o aperto em que a Esperanza tinha me metido me causou, decidi pegar ela com força, com fúria. Ela ficou surpresa porque minha atitude submisso tinha sumido, agora era eu quem estava no controle da situação. Eu tinha virado uma fera que não ia sossegar até ter explodido de prazer com aquela mulher que tinha me metido nessa enrascada. Assim que fechei a porta, vi ela parada, surpresa pela virada na minha atitude. Empurrei ela na cama, assim que ela caiu, me aproximei para meter nela; eu tinha certeza, ia meter sem piedade, até o fundo e com vontade. E foi o que fiz. Ela tapou a boca com as duas mãos, mas eu, bruscamente, tirei elas de lá. Comecei a falar com firmeza: "queria transar, né? Então, vai transar e vai curtir". Não teve um momento em que ela diminuísse o ritmo. Ela tava se divertindo pra caralho, não falava, não conseguia, só gemia e quando via que tava exagerando no volume, fechava os olhos e apertava os lábios, ao mesmo tempo me segurava forte nos braços ou na bunda. Eu também tava curtindo, queria comer ela cada vez mais forte, até naquele momento em que ela abriu os olhos e começou a me dizer; ou melhor, a gesticular, porque não saía som nenhum da boca dela, "para, para, para". Ela balançava a cabeça de um lado pro outro, como quem diz não, enquanto falava. Eu não tinha planos de parar, na real falei pra ela, "você queria que eu te comesse igual à Majo, aqui tá". E continuei, de verdade tava me divertindo pra caralho. Ela também, o calor da buceta dela desmentia o que a boca dizia. Me concentrei tanto em comer ela, que não deu tempo de mudar de posição. A única coisa que distraiu minha atenção foi que eu tava comendo ela sem camisinha. A gente nunca usava camisinha com a Majo, então eu nunca carregava. Tava claro pra mim que quando visse o orgasmo chegando, tinha que tirar rápido; e foi o que fiz. Tirei bem na hora, uns segundos a mais e a gente teria se metido num problemão. Joguei todo o meu gozo na barriga dela, fiquei de joelhos na frente dela; via ela ali deitada na cama, com a respiração bem ofegante e um sorrisão de prazer estampado no rosto. No começo, ela nem ligou pro gozo que espalhava devagar pela barriga dela. Depois que se recompôs, caiu na real e deixou o prazer de lado, limpou tudo. Eu tava exausto, apoiava as mãos nas pernas tentando recuperar o fôlego. Quando voltei ao ritmo normal da respiração, levantei a cabeça e perguntei se finalmente tava satisfeita. Ela soltou um sorrisinho e depois disse que sim. Na sequência, sem pensar duas vezes, falou por que eu não ficava pra dormir. Eu deixei claro que o trato era outro e que eu já tinha cumprido minha parte. Tava completamente doida, já era quase cinco da manhã e eu tinha que vazar dali de qualquer jeito.
Enquanto me vestia, falei que o que tinha rolado era nosso segredinho, ninguém podia ficar sabendo nunca. Também disse que era algo que não ia se repetir, então ela tinha que ir se acostumando com a ideia. Ela continuava pelada na cama, acendeu um cigarro e, enquanto me ouvia, ria. Quando falei que não ia rolar de novo, ela me olhou com um ar de incredulidade, sorriu levantando só um canto da boca, apertou os peitos, juntou eles com as duas mãos e me encarou debochando. Pedi pra ela abrir a porta e ela, bem safada, falou que ia abrir, mas com uma condição. Eu me perguntava: Qual? Porra, não bastou o que a gente já fez? Até onde vai a mente doentia dessa mulher?
Repeti que já tinha cumprido minha parte do trato; ela disse pra eu ficar tranquilo, que entendia e aceitava. A condição pra abrir e me deixar ir era que eu desse um beijo longo de despedida. Essa mulher era insaciável. Aceitei, mas falei que só daria o beijo depois que ela abrisse a porta. Ela levantou da cama, pegou as chaves e fomos juntos até a porta. Lá, a gente se beijou, um beijo bem longo, quase sem fim, e ela aproveitava pra passar a mão no meu pau, claro, por cima da calça, enquanto a gente se beijava na porta. Assim que separamos os lábios, ela disse: "Fica tranquilo, o segredo tá bem guardado." E fechou a porta.Este relato é 99% real. Os nomes dos personagens e algumas situações foram modificados pra proteger a identidade das pessoas.
Quem quiser fotos da protagonista dessa história é só me avisar.
TERCEIRA PARTE: '52 quilos' de experiênciaJá fazia uns meses desde a noite do dois pra um. Eu e a Majo continuamos nosso rolo, transando no apê dela, às vezes no meu, na casa de algum amigo e até em lugar público. Com a Majo não se economiza em nada quando o assunto é sexo. De vez em quando, quando ia visitar ela no apê, acabava esbarrando na Esperanza. Putz, me deixava mó desconfortável. Ainda mais considerando que ela aproveitava qualquer descuido pra dar em cima ou se insinuar. Mas aos poucos, o que rolou com a Esperanza foi virando uma lembrança distante...
Relato de como eu comi minha namorada, a mãe dela e as irmãs dela.Depois que me vesti, decidi que o melhor era vazar. Saí do quarto da Majo e fiquei parado ali por um instante. Passou pela minha cabeça a ideia de descobrir se a Esperanza tinha nos ouvido ou não. Depois pensei melhor e vi que não tinha muita importância, afinal, a Majo já tinha dito que eu precisava ir embora.
O corredor estava escuro, na verdade, o apartamento inteiro tava escuro, todas as luzes apagadas, reinava a calmaria e o silêncio. Caminhei em direção à saída tentando não fazer barulho. De repente, uma mão me agarrou pelo braço e eu quase morri do coração. Era a Esperanza, estava encostada no batente da porta do quarto dela.
Lá estava ela, esperando, feito quem fica de tocaia na presa. Assim que me agarrou pelo braço e viu minha reação de susto, fez um gesto com o dedo sobre os lábios, pedindo pra eu não fazer nenhum ruído. Me puxou pelo braço e me enfiou no quarto dela. Fechou a porta com todo cuidado enquanto mantinha o dedo na boca e o olhar fixo em mim. Ela tava usando um roupão, o cabelo preso e descalça. Assim que fechou a porta, colocou as mãos na cintura e, devagar, desfez o nó que fechava o roupão. Ficou toda nua na minha frente. Eu não conseguia acreditar no que tava vendo.
A Esperanza é muito parecida com a Majo, é quase idêntica. Também é bem magrinha, só que tem um pouco mais de carne nas pernas e nos quadris comparado com a Majo. O rosto é muito parecido, a diferença é na cor dos olhos, que são castanhos, igual o cabelo. Aquele cabelo castanho e cacheado que na hora tava preso no alto da cabeça. A outra grande diferença é que a Esperanza tem uns peitos enormes, de verdade, são grandes. Um pouco caídos, mas lindos.
Assim que abriu o roupão, ficou me encarando, eu tava totalmente parado, quase congelado, sem acreditar no que tava rolando. Bem devagar, ela deu um passo pra frente, aproximou o rosto do meu e me beijou na boca. Foi um beijo curto, que eu Não respondi, só fiquei parado, imóvel. Ela continuou falando no meu ouvido: “daqui você não sai sem me comer”. Quando ela afastou a cabeça e ficou de novo na minha frente, peguei nas mãos dela, expliquei que não dava, não podia rolar. Falei pra ela não levar a mal, mas que tinha muitos motivos pra isso não acontecer. Disse que amava a Majo e que não ia destruir nosso relacionamento por um momento de prazer. Expliquei que não era falta de vontade com ela, aliás, tive que confessar que assim que ela abriu o roupão, meu pau ficou duríssimo, mas que ela precisava entender que era arriscado demais e não era certo. Dei um beijo na testa dela, tentando agir como um pai, e falei pra esquecermos o que aconteceu e ela ir dormir. Quando eu ia abrir a porta, ela me segurou pelo braço de novo. Me puxou com força e na hora disse: “a parada é essa: ou você me come agora mesmo, ou eu começo a gritar fingindo que você entrou aqui abusivamente pra me tocar… isso acabaria de vez com seu relacionamento com a Majo, não acabaria?”
Fiquei em silêncio por um instante, olhando fixo nos olhos dela; ela continuava igual, o olhar desafiador, parecia decidida a conseguir o que queria. Ela percebeu que eu tava encurralado entre a espada e a parede, e diante da minha impotência e do meu silêncio, pegou minhas mãos e se encostou na parede. Ali de pé, recostada no muro, abriu as pernas e ainda segurava minhas mãos entre as dela. “Pela última vez, ou você me come ou seu relacionamento acaba agora…”
Fiquei em silêncio por alguns segundos, mantendo o olhar fixo no rosto dela, tentando intimidá-la, fazer ela saber que eu a odiava pelo que tava me fazendo. Quando vi ela abrindo a boca pra gritar, joguei meu rosto contra o dela e comecei a beijá-la. Tirei o roupão dela e falei que ia aceitar o pedido, mas que tudo tinha que ser muito rápido e em silêncio; não podíamos dar chance pra Majo descobrir, e íamos aproveitar. enquanto ela tomava banho.
Esperanza rapidamente disse que não, que em relação ao sigilo ela concordava, mas que não queria algo rápido. “Quero que faça comigo exatamente o que fez com a Majo”. Sendo assim, nas mãos dela, não tive outra opção a não ser engolir seco e me resignar a cumprir as ordens de Esperanza. Imediatamente me abaixei e comecei a lamber a buceta dela, movendo minha língua lentamente para cima e para baixo sobre a bucetinha jovem dela. Ela segurava meu cabelo com uma das mãos enquanto eu fazia isso, pedia constantemente para eu não parar, com a outra mão ela acariciava os próprios peitos. Enquanto estava ali, passeando minha língua sobre a buceta dela, tentei aguçar meus ouvidos. Eu a ouvia engolir seco, suspirar, percebia como a respiração dela acelerava. Também ouvia a água caindo, sabia que a Majo ainda estava tomando banho. Pensava que isso não teria acontecido se a Majo tivesse me deixado ficar para dormir. Tentei justificar tudo pensando que isso também era culpa da Majo, depois caí em mim; tive claro que nem a Majo nem eu éramos culpados por isso. Tudo era culpa da Esperanza, aquela pequena ninfomaníaca que parecia tão inocente diante de toda a família dela.
Esperanza parecia satisfeita, cogitei sugerir que parássemos por ali. Que eu comesse a buceta dela enquanto a Majo tomava banho e depois me deixasse ir para casa. Mas Esperanza pensava diferente, enquanto eu imaginava como escapar daquela situação ela me agarrava pelo cabelo e puxava para cima, até me deixar de pé. Ficando cara a cara, ela diz “já chega, agora vamos para a parte boa”. Agarrou meu pau entre as mãos e o introduziu lentamente na buceta dela, que naquele momento já estava lubrificada o suficiente.
Ainda se ouvia a água caindo, enquanto isso eu começava a deslizar meu pau dentro da buceta da Esperanza. A primeira coisa que fiz foi tapar a boca dela com a mão esquerda, com a outra mão buscava acariciar o corpo dela, em especial os peitos dela, esses peitos enormes que, infelizmente, a Majo não tinha.
Mas eu não conseguia; ao fazer isso, perdia o equilíbrio e tinha que me apoiar na parede. Esperanza percebeu e, naquele momento, cruzou os braços atrás do meu pescoço, deu um pulinho e enlaçou as pernas ao redor das minhas costas. Eu a segurava por baixo, pela bunda, com a mão esquerda; com a outra mão, passava por todo o corpo dela, percorrendo suas costas, seus peitos e suas pernas. Quando sentia que íamos perder o equilíbrio, encostava ela na parede; segurava firme, e foi aí que começamos a ter problemas. Primeiro, nossos corpos faziam bastante barulho ao se chocar, e ela, mesmo tentando se conter, ofegava e, de vez em quando, soltava uns gemidos. Ela apertava os lábios um contra o outro, pra não deixar escapar os gemidos, mas às vezes era impossível. Nós dois nos concentrávamos em ouvir a água caindo; enquanto a Majo estivesse no banho, não teríamos o problema de sermos ouvidos.
Mesmo já tendo me deixado levar e estar curtindo transar com a Esperanza, ainda ficava rondando na minha cabeça aquela paranoia de que a Majo podia nos ouvir. O pior ainda estava por vir. Enquanto a gente trepava contra a parede, nós dois percebemos que o som da água parou de cair; sabíamos que o banho da Majo tinha acabado e éramos obrigados a não fazer o menor barulho. Na verdade, sugeri que parássemos por ali, mas a Esperanza estava decidida; queria terminar o que a gente tinha começado. Devagar, ela colocou os pés no chão, pegou minha mão e me levou até a cama dela.
Nem ela mesma sabia como terminar o que a gente tinha começado; não sabia como continuar transando sem fazer barulho. Me deixou deitado na cama dela, ela se levantou, pegou o robe, vestiu de novo e voltou pra cama. Assim que estávamos debaixo das cobertas, ela me disse: “Isso que a gente começou, a gente termina hoje ou acaba de vez, não tem outra opção. Se for preciso esperar a Majo dormir, a gente espera. Se for preciso você ficar pra dormir, você fica, mas você não vai me comer.” a medias". Ela estava convencida, mas, além disso, eu achava que ela era louca; me perguntava se ela não pensava no risco que estávamos correndo. Assim que terminou de falar, começou a me beijar, pegou minha mão e a levou até os seios dela; eu os tocava por baixo do roupão. Continuamos nos acariciando por um bom tempo. Em alguns momentos, deixei o medo de lado, o pesadelo paranoico de sermos descobertos; a situação me excitava pra caralho.
Como já disse, todas as mulheres dessa família me atraíam, mas, como contei antes, não passava pela minha cabeça ficar com alguém que não fosse a Majo. A Esperanza era talvez a que menos tinha despertado desejos sujos em mim, mas agora que estava acontecendo, eu percebia o desejo inconsciente que sentia por ela.
Debaixo das cobertas, ouvimos o rangido de uma porta se abrindo. A Majo estava saindo do quarto dela. Pra mim, o mundo desabou; pensei que ela tinha descoberto e que vinha histérica na nossa direção. A Esperanza também sentiu medo, fechou o roupão bruscamente e me jogou no chão, rápido e falando baixinho, me mandou me enfiar debaixo da cama. Se a Majo tivesse nos ouvido, não teria dúvida em procurar até no último canto, mas não tinha onde mais se esconder. Pular pela janela não era opção; estávamos no nono andar. Pensei por um momento; pra mim, naquela época, terminar meu relacionamento com a Majo era quase tão fatal quanto pular do nono andar, mas eu valorizava um pouquinho mais minha vida. Então fiquei parado e em completo silêncio debaixo da cama, esperando que a Majo não viesse pra cá, rezando pra que fosse pra cozinha ou talvez pra conferir se a porta do apartamento estava trancada.
Passaram uns dois minutos e a Majo não tinha vindo até nós; com certeza foi colocar o ferrolho na porta, já que eu supostamente tinha ido embora há alguns minutos, por isso a porta do apartamento estava sem tranca. Esperança, com um leve murmúrio, me dizia pra voltar pra cama, que Majo não vinha pra cá. Eu respondia, também falando bem baixinho, que a gente tinha que ser prudente, que até não ouvir a porta do quarto da Majo fechando era melhor ficar como a gente tava.
E olha que eu tive razão em pedir prudência pra Esperança, porque foi questão de segundos e a gente viu a porta se abrindo devagar, e com isso entrava um clarão de luz vindo do corredor. Eu não conseguia ver muita coisa debaixo da cama, só dava pra ver os pés da Majo; ela ficou parada na porta por uns segundos. Esperança de novo fingiu que tava dormindo, num sono profundo e tranquilo. Majo se virou e fechou a porta. Segundos depois a gente ouviu quando ela fechou a porta do quarto dela. Era hora de sair, de continuar comendo a Esperança. Voltei a subir na cama e lá estava ela, deitada, com o roupão aberto, as pernas separadas, tinha soltado o cabelo; era um convite explícito pra eu comer ela, dava pra sentir na atitude dela. Claro que eu sabia que tinha que esperar um pouco, por mais tesão que eu tivesse, por mais vontade que eu tivesse de meter nela, tinha que esperar porque Majo ainda podia estar acordada. Comecei a lamber bem devagar a buceta da Esperança, ela me dizia que o medo que tinha sentido agora pouco tinha gerado, além de terror, muita excitação. Tava ansiosa pra eu comer ela, a posição sugestiva dela dizia tudo. Continuei por uns minutos satisfazendo ela com minha língua, mas quando vi que a excitação dela aumentava, e com isso vinham uns gemidos leves, decidi pedir pra gente trocar de papel. Pedi pra ela me satisfazer com a boca dela. Falei "você me pediu pra fazer com você o que fiz com a Majo. Então tá, ela me chupou, então a gente vai fazer exatamente igual". Majo não tinha feito, tinha me deixado na mão, e por si só, isso era uma falha enorme, já que uma das coisas que eu mais Eu tava era adorando um boquete da Majo. Ela era uma deusa com os lábios e a língua dela.
Como eu tava falando, a Majo nunca tinha feito aquilo, mas a Esperanza não sabia, então sem reclamar ela topou. Enquanto eu tava de joelhos na cama, ela se inclinou e começou a enfiar meu pau na boca dela. Com isso a gente evitava fazer barulho por um tempo, pelo menos até ter certeza de que a Majo tava dormindo. Além disso, eu tinha que aproveitar a situação, já que tudo tinha ido pro caralho, não tinha jeito senão curtir ao máximo. Mas a Esperanza não era tão habilidosa com a língua quanto a Majo. Ela não fez mal, mas não chegou nem perto de me dar o prazer que a Majo provoca com um dos boquetes dela.
A Esperanza cansou de me agradar com a boca e começou a exigir que eu comesse ela. Já tinha passado uns quinze minutos desde que a Majo foi dormir. Era verdade que agora a gente podia ficar mais tranquilo, podia deixar fluir todos os nossos desejos de sexo, muito provavelmente a Majo já tava dormindo. Mas tinha algo em mim que dizia que não, que eu não podia me deixar levar sem ter certeza de que a Majo não ia perceber. Falei isso pra Esperanza e ela respondeu: “Achei que tinha ficado claro, me come ou eu faço um escândalo”. Deixei claro que eu sabia da chantagem que ela tava fazendo, aliás, falei que não ia deixar de lado o que a gente tinha começado, só queria ter certeza de que a gente podia se divertir sem arriscar tanto. Propus ir até o quarto da Majo enquanto ela me esperava na cama, abrir a porta devagar e ver se ela tava dormindo. Era loucura; e se ela não tivesse dormindo e me visse entrando no quarto dela? O que eu ia dizer?
Sabia que era um risco enorme, mas até ver a Majo dormindo eu não ia ficar tranquilo. A Esperanza entendeu, aprovou meu plano, mas com uma condição, uma porra de uma condição que só a cabeça doentia daquela mulher podia inventar. “Você vai ver se a Majo dorme, mas vai do jeito que tá, vai pelado”. Com certeza ela achava que, se eu me vestisse, poderia escapar. Eu topei. De qualquer forma, se a Majo estivesse dormindo, não ia me ver entrar pelado no quarto dela e, se não estivesse, tanto fazia se eu estivesse vestido ou não, porque a primeira coisa que eu tinha que explicar era: o que eu estava fazendo ali?
Abri a porta do quarto da Esperanza sem fazer nenhum barulho, caminhei com cuidado e silêncio pelo corredor até ficar na frente do quarto da Majo. Agora o grande desafio era abrir a porta daquele quarto sem aquele rangido de sempre. Girei a maçaneta bem devagar, mas abri a porta rapidamente. Sucesso, zero barulho. Vi ela lá deitada, estava num sono profundo; pelo visto tinha ido dormir pelada; estava coberta com os lençóis, mas só até a altura da cintura. Os peitos dela estavam de fora. Fiquei olhando para ela por alguns segundos, ver ela daquele jeito me deixou bem excitado. De repente, senti um beliscão na bunda, engoli o grito que o susto me deu e virei a cabeça na hora, lá ia a Esperanza correndo para o quarto dela no meio de risadas. Fechei a porta do quarto da Majo e alcancei a Esperanza para, finalmente, terminar aquilo que a gente tinha deixado incompleto um tempo atrás.
Tendo me certificado de que a Majo estava dormindo e por causa da raiva que o aperto em que a Esperanza tinha me metido me causou, decidi pegar ela com força, com fúria. Ela ficou surpresa porque minha atitude submisso tinha sumido, agora era eu quem estava no controle da situação. Eu tinha virado uma fera que não ia sossegar até ter explodido de prazer com aquela mulher que tinha me metido nessa enrascada. Assim que fechei a porta, vi ela parada, surpresa pela virada na minha atitude. Empurrei ela na cama, assim que ela caiu, me aproximei para meter nela; eu tinha certeza, ia meter sem piedade, até o fundo e com vontade. E foi o que fiz. Ela tapou a boca com as duas mãos, mas eu, bruscamente, tirei elas de lá. Comecei a falar com firmeza: "queria transar, né? Então, vai transar e vai curtir". Não teve um momento em que ela diminuísse o ritmo. Ela tava se divertindo pra caralho, não falava, não conseguia, só gemia e quando via que tava exagerando no volume, fechava os olhos e apertava os lábios, ao mesmo tempo me segurava forte nos braços ou na bunda. Eu também tava curtindo, queria comer ela cada vez mais forte, até naquele momento em que ela abriu os olhos e começou a me dizer; ou melhor, a gesticular, porque não saía som nenhum da boca dela, "para, para, para". Ela balançava a cabeça de um lado pro outro, como quem diz não, enquanto falava. Eu não tinha planos de parar, na real falei pra ela, "você queria que eu te comesse igual à Majo, aqui tá". E continuei, de verdade tava me divertindo pra caralho. Ela também, o calor da buceta dela desmentia o que a boca dizia. Me concentrei tanto em comer ela, que não deu tempo de mudar de posição. A única coisa que distraiu minha atenção foi que eu tava comendo ela sem camisinha. A gente nunca usava camisinha com a Majo, então eu nunca carregava. Tava claro pra mim que quando visse o orgasmo chegando, tinha que tirar rápido; e foi o que fiz. Tirei bem na hora, uns segundos a mais e a gente teria se metido num problemão. Joguei todo o meu gozo na barriga dela, fiquei de joelhos na frente dela; via ela ali deitada na cama, com a respiração bem ofegante e um sorrisão de prazer estampado no rosto. No começo, ela nem ligou pro gozo que espalhava devagar pela barriga dela. Depois que se recompôs, caiu na real e deixou o prazer de lado, limpou tudo. Eu tava exausto, apoiava as mãos nas pernas tentando recuperar o fôlego. Quando voltei ao ritmo normal da respiração, levantei a cabeça e perguntei se finalmente tava satisfeita. Ela soltou um sorrisinho e depois disse que sim. Na sequência, sem pensar duas vezes, falou por que eu não ficava pra dormir. Eu deixei claro que o trato era outro e que eu já tinha cumprido minha parte. Tava completamente doida, já era quase cinco da manhã e eu tinha que vazar dali de qualquer jeito.
Enquanto me vestia, falei que o que tinha rolado era nosso segredinho, ninguém podia ficar sabendo nunca. Também disse que era algo que não ia se repetir, então ela tinha que ir se acostumando com a ideia. Ela continuava pelada na cama, acendeu um cigarro e, enquanto me ouvia, ria. Quando falei que não ia rolar de novo, ela me olhou com um ar de incredulidade, sorriu levantando só um canto da boca, apertou os peitos, juntou eles com as duas mãos e me encarou debochando. Pedi pra ela abrir a porta e ela, bem safada, falou que ia abrir, mas com uma condição. Eu me perguntava: Qual? Porra, não bastou o que a gente já fez? Até onde vai a mente doentia dessa mulher?
Repeti que já tinha cumprido minha parte do trato; ela disse pra eu ficar tranquilo, que entendia e aceitava. A condição pra abrir e me deixar ir era que eu desse um beijo longo de despedida. Essa mulher era insaciável. Aceitei, mas falei que só daria o beijo depois que ela abrisse a porta. Ela levantou da cama, pegou as chaves e fomos juntos até a porta. Lá, a gente se beijou, um beijo bem longo, quase sem fim, e ela aproveitava pra passar a mão no meu pau, claro, por cima da calça, enquanto a gente se beijava na porta. Assim que separamos os lábios, ela disse: "Fica tranquilo, o segredo tá bem guardado." E fechou a porta.Este relato é 99% real. Os nomes dos personagens e algumas situações foram modificados pra proteger a identidade das pessoas.
Quem quiser fotos da protagonista dessa história é só me avisar.
TERCEIRA PARTE: '52 quilos' de experiênciaJá fazia uns meses desde a noite do dois pra um. Eu e a Majo continuamos nosso rolo, transando no apê dela, às vezes no meu, na casa de algum amigo e até em lugar público. Com a Majo não se economiza em nada quando o assunto é sexo. De vez em quando, quando ia visitar ela no apê, acabava esbarrando na Esperanza. Putz, me deixava mó desconfortável. Ainda mais considerando que ela aproveitava qualquer descuido pra dar em cima ou se insinuar. Mas aos poucos, o que rolou com a Esperanza foi virando uma lembrança distante...
6 comentários - Fodi minha mina, a mãe e as irmãs dela (Capítulo 2)
Tiene menos de las que yo quisiera, pero bueno...