Relato de como eu comi minha namorada, a mãe dela e as irmãs delaUma tarde como qualquer outra, resolvi passar no apartamento da Mariajosé, minha namorada na época, que eu chamava carinhosamente de Majo. No caminho, comprei umas flores e uma garrafa de vinho. Planejava chegar de surpresa e passar uma tarde, e quem sabe uma noite, tranquila no apê dela.
Quando começamos a namorar, a gente tinha 20 anos. O primeiro ano de relação foi o de sempre: muito carinho e love no começo, e depois umas brigas de vez em quando, mas sem nunca perder a paixão um pelo outro. Preciso confessar a verdade: Majo não era a mulher mais gostosa que existe, nem existiu, nem vai existir. Ela tinha um rostinho lindo, bem delicado, olhos grandes e de um verde intenso, igual uma garrafa de Sprite. Um nariz elegante, fino, parecia esculpido; os lábios dela não eram grossos nem finos, estavam num meio-termo, mas sempre tinham um tom rosado lindo. O sorriso dela era perfeito; o cabelo era comprido, preto, liso e sedoso, contrastando perfeitamente com o rosto.
Até aí, tudo perfeito na aparência dela, mas bastava descer um pouco o olhar pra se decepcionar. Majo era magérrima, dificilmente passava dos 40, no máximo 42 quilos. Os peitos dela eram duas bolinhas decoradas na perfeição com aqueles biquinhos rosas. Por ser tão magra, a cintura não era tão bonita quanto poderia, porque os quadris pequenos não deixavam a curva da cintura aparecer direito. A barriga dela era reta e definida, o melhor atributo do corpo todo. As pernas eram dois canudos finos que, pra muitos dos meus amigos, só davam pena; pra mim, pelo contrário, me deixavam com tesão. Tenho que admitir: quase toda mulher me dá tesão, mas tenho uma fixação estranha por magrinhas.
Mas todas as carências que a Majo tinha no corpo, ela compensava na hora de transar. Era uma mulher muito safada, o apetite sexual dela era do tamanho do Everest. Além disso, tinha duas grandes vantagens: esse corpo que foi pouco dotado pela natureza, por ser tão magra, sua buceta ficava extremamente apertada; a beleza do seu rosto e a expressividade dos seus olhos geravam uma obsessão em olhar pra cara dela enquanto eu a comia, o prazer estampado no rosto dela era quase impossível de encontrar em qualquer outro rosto.
Toquei a campainha do apartamento dela e foi ela mesma quem me atendeu. Ela me fez entrar, nos cumprimentamos com um beijo bem gostoso, conversamos por um tempo. Naquela época, a Majo morava com os pais, a irmã mais nova e uma das irmãs mais velhas; a outra morava no próprio apartamento. Entre todas, tinham uma grande semelhança, menos a que não morava lá. Naquela tarde, estavam em casa os pais dela e a irmã mais nova; eles se preparavam pra viajar, a Majo não iria porque isso significaria me convidar, e como eu tinha chegado de surpresa, a ideia foi deixada de lado. Na última hora, a Esperanza, a irmã mais nova, disse aos pais que não se sentia bem, que estava com uma forte dor de estômago, então preferia ficar em casa. Claro, os pais não fizeram objeção e deixaram a Majo cuidando da irmã mais nova. Seria então um passeio romântico pros pais da Majo, eles iriam só os dois e com certeza aproveitariam pra extravasar todos os desejos. Mesmo sem ter certeza, aquilo me dava uma certa raiva. Não conseguia suportar o fato de ter que saber que iam comer a Mariajosé, a mãe da Majo, sim, elas tinham o mesmo nome. Eu amava a Majo, então até aquele momento nunca a tinha traído, claro que tinha muitas fantasias com outras, entre elas a mãe da Majo, mas ficavam só nas fantasias. Era fato que o pai da Majo comia a mulher dele, bastava olhar a quantidade de filhas que tiveram.
A noite chegou e eu ainda estava na casa da Majo, pedimos uma pizza delivery e tínhamos como plano ver algum filme, depois dormir. Nós dois sabíamos que íamos acabar transando, mas teríamos que esperar um bom tempo. enquanto Esperanza dormia.
Esperanza não era uma criança pequena, era só uns dois anos mais nova que a Majo; não sei por quê, mas a Majo tinha vergonha de ser pega pela irmã enquanto transava. Me pergunto isso porque com a Majo a gente comia em quase qualquer lugar, a adrenalina de ser pego era uma das maiores motivações dela pra ficar com tesão. Por isso não entendia qual era o problema da irmã dela talvez nos ouvir enquanto a gente trepava.
Decidimos então ver se tava passando algum filme bom na TV. Como não achamos nada, alugamos um por demanda. Escolhemos um chamado Noite de Terror. Aliás, recomendo que nunca assistam, é um dos filmes mais ridículos e mal-feitos que já vi na vida.
O filme era uma bosta, a Majo sabia, mas tentava se concentrar porque podia melhorar. Eu me concentrei em me divertir com a Majo. Aos poucos, fomos passando de uns beijos inocentes pra um momento quente onde eu passava minha língua do pescoço dela até a beirada dos peitos. Beijava ela com paixão e acariciava das costas até a bunda dela. Vale dizer que até então a gente ainda tava vestido.
A Majo tava um pouco mais contida, normalmente ela já teria tirado meu pau pra fora e estaria dando umas lambidinhas na ponta com a ponta da língua. Mas naquela noite não, ela insistia que a gente devia esperar e ter certeza de que a Esperanza tava dormindo. Eu não aguentava mais esperar, a Majo tinha me acostumado a desejá-la e a tê-la, então por mais que ela insistisse em esperar um pouco, eu não quis. Continuei beijando e tocando ela, a Majo dizia não com as palavras, mas os gestos dela mandavam eu continuar. Eu sabia que a Majo tava com tesão e que mais cedo ou mais tarde ia ceder à pressão dos desejos dela.
Continuei beijando o pescoço dela por um bom tempo, ao mesmo tempo levantei a camisa dela e comecei a tocar de leve os peitinhos dela. Eram pequeninos, mas como eu adorava colocá-los na minha boca. Enquanto fazia isso, a Majo fechava os olhos, deixava a cabeça cair pra trás e curtia o momento. Eu, viciado na cara dela, tentava manter o olhar fixo naquele ponto; mas, pelo canto do olho, consegui ver que a Esperança tava olhando pra gente do corredor que leva pros quartos. Ela tava lá, espiando só com metade do rosto de fora, vendo tudo.
A Esperança percebeu que eu tinha visto ela. Mesmo assim, não ligou, continuou parada lá observando. Eu não sabia o que fazer, porque assim que vi ela, senti um arrepio descendo pelas costas, a gente podia se ferrar; a Esperança tinha nos descoberto e talvez o medo da Majo de ser pega tivesse algum fundamento. Fiquei olhando pra ela pra ver qual ia ser a reação, ela ficou imóvel; de vez em quando, um sorrisinho se formava no rosto dela enquanto mantinha o olhar fixo na gente. Alternava o sorriso com o gesto de morder o lábio inferior com os dentes. Vendo que ela não ia fazer nada, continuei meu trabalho com a Majo, claro, de vez em quando desviava os olhos pra saber o que a Esperança tava aprontando.
Aos poucos, comecei a descer com a boca dos peitos da Majo pro abdômen dela e, devagar, fui puxando a calça dela pra baixo. A Majo tava se deixando levar, não oferecia resistência, aliás, guiava minha cabeça com as mãos, pedindo pra eu não parar enquanto eu brincava com minha língua na buceta dela. A Majo tava totalmente concentrada em gozar, a ponto de esquecer o caráter proibido da situação. Ela se deixou levar, a respiração ficou ofegante, mas quando soltou uns gemidinhos, soube que era hora de parar. Naquele momento, ela percebeu que a irmã dela podia nos encontrar.
Mas a Majo não podia ficar na vontade. Já tão excitada, era inconcebível não terminar a noite com uma boa transa. Como a situação já tava dada e ela só precisava ter certeza de que a irmã tava dormindo, ela me parou e falou baixinho no meu ouvido. Ia sorrateiramente, como quem faz algo proibido, dar uma olhada pra ver se Esperanza dormia. Assim que confirmasse isso, a gente iria pro quarto dela terminar o que a gente tinha começado na sala. Majo subiu a calça e cobriu os peitos com a camisa de novo, passou a mão na cabeça tentando arrumar o cabelo. Esperanza não tinha conseguido ouvir o plano da Majo porque ela tinha sussurrado pra mim, mas assim que viu ela se vestir e se ajeitar, soube que tinha que fugir.
Majo se levantou e, sem fazer muito barulho, se aproximou do quarto da Esperanza. Lá encontrou ela, dormindo debaixo das cobertas. Majo voltou tentando fazer silêncio pra me avisar que a gente tinha caminho livre pra transar. Fomos pro quarto dela e fechamos a porta pra fazer o máximo de silêncio possível. Começamos a nos beijar agressivamente, nossas mãos se enroscavam nos nossos corpos enquanto a gente se beijava. Deixei ela cair na cama e comecei a beijar a barriga dela, enquanto ia desabotoando a calça dela. Majo se derretia de prazer enquanto eu voltava a beijar a buceta dela; fiquei brincando mais um tempo passando minha língua por lá, até ter certeza de que Majo estava molhada o suficiente. Preciso confessar que dar oral na Majo era uma das minhas grandes obsessões.
Agora, Majo mostrava o prazer dela com mais liberdade. Os gemidos dela ficavam cada vez mais presentes e mais altos, claro que até aquele momento ela tentava ser discreta com o barulho. Assim que vi Majo ali deitada na cama, possuída pela luxúria e pelo prazer, me preparei pra foder ela. Foder ela com raiva, selvagemente, do jeito que merecia ser fodida. Era sempre uma odisseia aqueles primeiros minutos em que eu a penetrava; por causa do apertado da buceta dela, meu pau tinha que entrar devagar, deslizar com delicadeza na buceta rosa e quente dela. Era algo que me excitava ao extremo; todo o preâmbulo era como subir numa montanha-russa e ficar segurando a tensão até o carrinho chegar no topo, o momento em que eu a penetrava era como aquela primeira descida que aumenta a níveis de adrenalina até limites inimagináveis, era alcançar o Nirvana.
Aos poucos eu ia aumentando o ritmo, nossos corpos se chocavam, a gente se olhava fixo no rosto enquanto transava; a Majo era uma mulher muito gostosa, adorava apertar minhas nádegas com as unhas enquanto eu comia ela com força. Também adorava arranhar minhas costas, sabia que isso me deixava quente o bastante pra me fazer gozar. Na real, eu falava isso pra ela, mas parecia não ligar. Acho que ela sentia prazer em fazer isso e ver que eu me segurava pra continuar comendo ela.
A Majo estava excitada, mas era claro que ainda tava longe de encontrar o maior estado de tesão. Ela pediu pra gente parar um momento enquanto bolava um baseado. Essa era uma das maiores fascinações dela, transar enquanto tava chapada.
A gente sentou na beira da cama e enquanto ela bolava o baseado eu continuava tocando a pussy dela e beijando os peitos dela. Era impossível parar quando se tratava da Majo, pelo menos pra mim. Assim que ela terminou de bolar, ela me deitou na cama, montou em mim e acendeu o baseado. A gente foi revezando enquanto transava. O jogo era simples: enquanto ela fumava, eu usava minhas mãos pra acariciar os quadris dela, a cintura, a bunda, os peitos, as costas, o rosto; e enquanto eu fumava, ela cravava com força as unhas no meu peito ou nas minhas costas, dependendo de quão sentado ou deitado eu tava. A Majo era daquelas mulheres que curtia muito sexo em pé, seja eu levantando ela e ela me envolvendo com as pernas pra se segurar, ou simplesmente os dois de pé, encostados ou não numa parede. Mas naquela noite a gente não fez isso; quando a gente transava nessa posição, a Majo gritava e, com a possibilidade iminente de ser descobertos pela irmã dela, a gente preferiu deixar pra outro dia. Assim que a gente fumou o baseado, a gente parou, era a vez da Majo deitada de bruços na cama. Eu não gostava muito de transar nessa posição com a Majo, já que assim dificilmente eu conseguiria ver a cara, mas ela adorava e uma das minhas maiores obsessões era fazer a Majo sentir prazer, muito prazer. Quando eu a penetrei nessa posição, a Majo começou a soltar aqueles sons lindos, suaves e intensos; era uma mistura perfeita de prazer e dor. A Majo já não se segurava, parecia que não ligava mais que a irmã dela estivesse em casa, ela estava se deixando levar e eu, só de pensar nisso, ficava mais e mais excitado. Virei ela de novo, fiquei por cima, penetrando com paixão e sem piedade. A Majo me beijava de vez em quando para evitar gemer, mas não durava muito. Eu não aguentava mais, sabia que era hora de gozar. Tirei meu pau rapidamente e coloquei na altura do rosto dela, e terminei ali. Na real, essa era minha grande fantasia com a Majo e ela sabia, então a gente tratava como um passo obrigatório toda vez que a gente transava. Ela sabia que meu orgasmo tinha que acabar no rosto dela ou nos peitos. E tinha que ser assim porque era proibido gozar dentro dela, ainda mais porque a gente odiava usar camisinha.
Assim que acabamos, a gente se jogou na cama, ainda muito ofegantes, continuamos nos beijando e nos acariciando. Parecia que a Majo queria mais um pouco, ela sabia que se esperasse uns minutos podia conseguir, mas preferiu não fazer porque já tinha feito muito barulho e, se a Esperanza ainda não tinha percebido que a gente tinha transado, numa segunda vez a gente não teria a mesma sorte. A Majo me deu um beijo longo de despedida. Mandou eu me vestir e disse que enquanto ela tomava um banho pra se acalmar, eu tinha que vazar. A verdade é que eu queria passar a noite toda com a Majo, fosse transando de novo ou só dormindo do lado dela, mas já tinha sido risco demais pra aquela noite e eu entendia que ela não queria correr o menor risco de ser pega pela irmã. Pra mim era claro que a Esperanza sabia o que a gente tinha feito, já tinha nos visto na sala e com certeza tinha Ouvi tudo. Pensei em falar pra Majo que não tinha mais nada pra esconder da irmã dela, contar que ela tinha nos visto na sala, mas preferi não fazer isso pra evitar uma briga.Este relato é 99% real. Os nomes dos personagens e algumas situações foram modificados pra proteger a identidade das pessoas.
Quem quiser fotos da protagonista dessa história é só me avisar.
SEGUNDA PARTE: A chantagem da EsperançaDepois que me vesti, decidi que o melhor era vazar. Saí do quarto da Majo e fiquei parado ali por um instante. Passou pela minha cabeça a ideia de descobrir se a Esperanza tinha nos escutado ou não. Depois caí em mim e pensei que não tinha tanta importância assim, afinal de contas a Majo já tinha me dito que eu tinha que ir embora...
Quando começamos a namorar, a gente tinha 20 anos. O primeiro ano de relação foi o de sempre: muito carinho e love no começo, e depois umas brigas de vez em quando, mas sem nunca perder a paixão um pelo outro. Preciso confessar a verdade: Majo não era a mulher mais gostosa que existe, nem existiu, nem vai existir. Ela tinha um rostinho lindo, bem delicado, olhos grandes e de um verde intenso, igual uma garrafa de Sprite. Um nariz elegante, fino, parecia esculpido; os lábios dela não eram grossos nem finos, estavam num meio-termo, mas sempre tinham um tom rosado lindo. O sorriso dela era perfeito; o cabelo era comprido, preto, liso e sedoso, contrastando perfeitamente com o rosto.
Até aí, tudo perfeito na aparência dela, mas bastava descer um pouco o olhar pra se decepcionar. Majo era magérrima, dificilmente passava dos 40, no máximo 42 quilos. Os peitos dela eram duas bolinhas decoradas na perfeição com aqueles biquinhos rosas. Por ser tão magra, a cintura não era tão bonita quanto poderia, porque os quadris pequenos não deixavam a curva da cintura aparecer direito. A barriga dela era reta e definida, o melhor atributo do corpo todo. As pernas eram dois canudos finos que, pra muitos dos meus amigos, só davam pena; pra mim, pelo contrário, me deixavam com tesão. Tenho que admitir: quase toda mulher me dá tesão, mas tenho uma fixação estranha por magrinhas.
Mas todas as carências que a Majo tinha no corpo, ela compensava na hora de transar. Era uma mulher muito safada, o apetite sexual dela era do tamanho do Everest. Além disso, tinha duas grandes vantagens: esse corpo que foi pouco dotado pela natureza, por ser tão magra, sua buceta ficava extremamente apertada; a beleza do seu rosto e a expressividade dos seus olhos geravam uma obsessão em olhar pra cara dela enquanto eu a comia, o prazer estampado no rosto dela era quase impossível de encontrar em qualquer outro rosto.
Toquei a campainha do apartamento dela e foi ela mesma quem me atendeu. Ela me fez entrar, nos cumprimentamos com um beijo bem gostoso, conversamos por um tempo. Naquela época, a Majo morava com os pais, a irmã mais nova e uma das irmãs mais velhas; a outra morava no próprio apartamento. Entre todas, tinham uma grande semelhança, menos a que não morava lá. Naquela tarde, estavam em casa os pais dela e a irmã mais nova; eles se preparavam pra viajar, a Majo não iria porque isso significaria me convidar, e como eu tinha chegado de surpresa, a ideia foi deixada de lado. Na última hora, a Esperanza, a irmã mais nova, disse aos pais que não se sentia bem, que estava com uma forte dor de estômago, então preferia ficar em casa. Claro, os pais não fizeram objeção e deixaram a Majo cuidando da irmã mais nova. Seria então um passeio romântico pros pais da Majo, eles iriam só os dois e com certeza aproveitariam pra extravasar todos os desejos. Mesmo sem ter certeza, aquilo me dava uma certa raiva. Não conseguia suportar o fato de ter que saber que iam comer a Mariajosé, a mãe da Majo, sim, elas tinham o mesmo nome. Eu amava a Majo, então até aquele momento nunca a tinha traído, claro que tinha muitas fantasias com outras, entre elas a mãe da Majo, mas ficavam só nas fantasias. Era fato que o pai da Majo comia a mulher dele, bastava olhar a quantidade de filhas que tiveram.
A noite chegou e eu ainda estava na casa da Majo, pedimos uma pizza delivery e tínhamos como plano ver algum filme, depois dormir. Nós dois sabíamos que íamos acabar transando, mas teríamos que esperar um bom tempo. enquanto Esperanza dormia.
Esperanza não era uma criança pequena, era só uns dois anos mais nova que a Majo; não sei por quê, mas a Majo tinha vergonha de ser pega pela irmã enquanto transava. Me pergunto isso porque com a Majo a gente comia em quase qualquer lugar, a adrenalina de ser pego era uma das maiores motivações dela pra ficar com tesão. Por isso não entendia qual era o problema da irmã dela talvez nos ouvir enquanto a gente trepava.
Decidimos então ver se tava passando algum filme bom na TV. Como não achamos nada, alugamos um por demanda. Escolhemos um chamado Noite de Terror. Aliás, recomendo que nunca assistam, é um dos filmes mais ridículos e mal-feitos que já vi na vida.
O filme era uma bosta, a Majo sabia, mas tentava se concentrar porque podia melhorar. Eu me concentrei em me divertir com a Majo. Aos poucos, fomos passando de uns beijos inocentes pra um momento quente onde eu passava minha língua do pescoço dela até a beirada dos peitos. Beijava ela com paixão e acariciava das costas até a bunda dela. Vale dizer que até então a gente ainda tava vestido.
A Majo tava um pouco mais contida, normalmente ela já teria tirado meu pau pra fora e estaria dando umas lambidinhas na ponta com a ponta da língua. Mas naquela noite não, ela insistia que a gente devia esperar e ter certeza de que a Esperanza tava dormindo. Eu não aguentava mais esperar, a Majo tinha me acostumado a desejá-la e a tê-la, então por mais que ela insistisse em esperar um pouco, eu não quis. Continuei beijando e tocando ela, a Majo dizia não com as palavras, mas os gestos dela mandavam eu continuar. Eu sabia que a Majo tava com tesão e que mais cedo ou mais tarde ia ceder à pressão dos desejos dela.
Continuei beijando o pescoço dela por um bom tempo, ao mesmo tempo levantei a camisa dela e comecei a tocar de leve os peitinhos dela. Eram pequeninos, mas como eu adorava colocá-los na minha boca. Enquanto fazia isso, a Majo fechava os olhos, deixava a cabeça cair pra trás e curtia o momento. Eu, viciado na cara dela, tentava manter o olhar fixo naquele ponto; mas, pelo canto do olho, consegui ver que a Esperança tava olhando pra gente do corredor que leva pros quartos. Ela tava lá, espiando só com metade do rosto de fora, vendo tudo.
A Esperança percebeu que eu tinha visto ela. Mesmo assim, não ligou, continuou parada lá observando. Eu não sabia o que fazer, porque assim que vi ela, senti um arrepio descendo pelas costas, a gente podia se ferrar; a Esperança tinha nos descoberto e talvez o medo da Majo de ser pega tivesse algum fundamento. Fiquei olhando pra ela pra ver qual ia ser a reação, ela ficou imóvel; de vez em quando, um sorrisinho se formava no rosto dela enquanto mantinha o olhar fixo na gente. Alternava o sorriso com o gesto de morder o lábio inferior com os dentes. Vendo que ela não ia fazer nada, continuei meu trabalho com a Majo, claro, de vez em quando desviava os olhos pra saber o que a Esperança tava aprontando.
Aos poucos, comecei a descer com a boca dos peitos da Majo pro abdômen dela e, devagar, fui puxando a calça dela pra baixo. A Majo tava se deixando levar, não oferecia resistência, aliás, guiava minha cabeça com as mãos, pedindo pra eu não parar enquanto eu brincava com minha língua na buceta dela. A Majo tava totalmente concentrada em gozar, a ponto de esquecer o caráter proibido da situação. Ela se deixou levar, a respiração ficou ofegante, mas quando soltou uns gemidinhos, soube que era hora de parar. Naquele momento, ela percebeu que a irmã dela podia nos encontrar.
Mas a Majo não podia ficar na vontade. Já tão excitada, era inconcebível não terminar a noite com uma boa transa. Como a situação já tava dada e ela só precisava ter certeza de que a irmã tava dormindo, ela me parou e falou baixinho no meu ouvido. Ia sorrateiramente, como quem faz algo proibido, dar uma olhada pra ver se Esperanza dormia. Assim que confirmasse isso, a gente iria pro quarto dela terminar o que a gente tinha começado na sala. Majo subiu a calça e cobriu os peitos com a camisa de novo, passou a mão na cabeça tentando arrumar o cabelo. Esperanza não tinha conseguido ouvir o plano da Majo porque ela tinha sussurrado pra mim, mas assim que viu ela se vestir e se ajeitar, soube que tinha que fugir.
Majo se levantou e, sem fazer muito barulho, se aproximou do quarto da Esperanza. Lá encontrou ela, dormindo debaixo das cobertas. Majo voltou tentando fazer silêncio pra me avisar que a gente tinha caminho livre pra transar. Fomos pro quarto dela e fechamos a porta pra fazer o máximo de silêncio possível. Começamos a nos beijar agressivamente, nossas mãos se enroscavam nos nossos corpos enquanto a gente se beijava. Deixei ela cair na cama e comecei a beijar a barriga dela, enquanto ia desabotoando a calça dela. Majo se derretia de prazer enquanto eu voltava a beijar a buceta dela; fiquei brincando mais um tempo passando minha língua por lá, até ter certeza de que Majo estava molhada o suficiente. Preciso confessar que dar oral na Majo era uma das minhas grandes obsessões.
Agora, Majo mostrava o prazer dela com mais liberdade. Os gemidos dela ficavam cada vez mais presentes e mais altos, claro que até aquele momento ela tentava ser discreta com o barulho. Assim que vi Majo ali deitada na cama, possuída pela luxúria e pelo prazer, me preparei pra foder ela. Foder ela com raiva, selvagemente, do jeito que merecia ser fodida. Era sempre uma odisseia aqueles primeiros minutos em que eu a penetrava; por causa do apertado da buceta dela, meu pau tinha que entrar devagar, deslizar com delicadeza na buceta rosa e quente dela. Era algo que me excitava ao extremo; todo o preâmbulo era como subir numa montanha-russa e ficar segurando a tensão até o carrinho chegar no topo, o momento em que eu a penetrava era como aquela primeira descida que aumenta a níveis de adrenalina até limites inimagináveis, era alcançar o Nirvana.
Aos poucos eu ia aumentando o ritmo, nossos corpos se chocavam, a gente se olhava fixo no rosto enquanto transava; a Majo era uma mulher muito gostosa, adorava apertar minhas nádegas com as unhas enquanto eu comia ela com força. Também adorava arranhar minhas costas, sabia que isso me deixava quente o bastante pra me fazer gozar. Na real, eu falava isso pra ela, mas parecia não ligar. Acho que ela sentia prazer em fazer isso e ver que eu me segurava pra continuar comendo ela.
A Majo estava excitada, mas era claro que ainda tava longe de encontrar o maior estado de tesão. Ela pediu pra gente parar um momento enquanto bolava um baseado. Essa era uma das maiores fascinações dela, transar enquanto tava chapada.
A gente sentou na beira da cama e enquanto ela bolava o baseado eu continuava tocando a pussy dela e beijando os peitos dela. Era impossível parar quando se tratava da Majo, pelo menos pra mim. Assim que ela terminou de bolar, ela me deitou na cama, montou em mim e acendeu o baseado. A gente foi revezando enquanto transava. O jogo era simples: enquanto ela fumava, eu usava minhas mãos pra acariciar os quadris dela, a cintura, a bunda, os peitos, as costas, o rosto; e enquanto eu fumava, ela cravava com força as unhas no meu peito ou nas minhas costas, dependendo de quão sentado ou deitado eu tava. A Majo era daquelas mulheres que curtia muito sexo em pé, seja eu levantando ela e ela me envolvendo com as pernas pra se segurar, ou simplesmente os dois de pé, encostados ou não numa parede. Mas naquela noite a gente não fez isso; quando a gente transava nessa posição, a Majo gritava e, com a possibilidade iminente de ser descobertos pela irmã dela, a gente preferiu deixar pra outro dia. Assim que a gente fumou o baseado, a gente parou, era a vez da Majo deitada de bruços na cama. Eu não gostava muito de transar nessa posição com a Majo, já que assim dificilmente eu conseguiria ver a cara, mas ela adorava e uma das minhas maiores obsessões era fazer a Majo sentir prazer, muito prazer. Quando eu a penetrei nessa posição, a Majo começou a soltar aqueles sons lindos, suaves e intensos; era uma mistura perfeita de prazer e dor. A Majo já não se segurava, parecia que não ligava mais que a irmã dela estivesse em casa, ela estava se deixando levar e eu, só de pensar nisso, ficava mais e mais excitado. Virei ela de novo, fiquei por cima, penetrando com paixão e sem piedade. A Majo me beijava de vez em quando para evitar gemer, mas não durava muito. Eu não aguentava mais, sabia que era hora de gozar. Tirei meu pau rapidamente e coloquei na altura do rosto dela, e terminei ali. Na real, essa era minha grande fantasia com a Majo e ela sabia, então a gente tratava como um passo obrigatório toda vez que a gente transava. Ela sabia que meu orgasmo tinha que acabar no rosto dela ou nos peitos. E tinha que ser assim porque era proibido gozar dentro dela, ainda mais porque a gente odiava usar camisinha.
Assim que acabamos, a gente se jogou na cama, ainda muito ofegantes, continuamos nos beijando e nos acariciando. Parecia que a Majo queria mais um pouco, ela sabia que se esperasse uns minutos podia conseguir, mas preferiu não fazer porque já tinha feito muito barulho e, se a Esperanza ainda não tinha percebido que a gente tinha transado, numa segunda vez a gente não teria a mesma sorte. A Majo me deu um beijo longo de despedida. Mandou eu me vestir e disse que enquanto ela tomava um banho pra se acalmar, eu tinha que vazar. A verdade é que eu queria passar a noite toda com a Majo, fosse transando de novo ou só dormindo do lado dela, mas já tinha sido risco demais pra aquela noite e eu entendia que ela não queria correr o menor risco de ser pega pela irmã. Pra mim era claro que a Esperanza sabia o que a gente tinha feito, já tinha nos visto na sala e com certeza tinha Ouvi tudo. Pensei em falar pra Majo que não tinha mais nada pra esconder da irmã dela, contar que ela tinha nos visto na sala, mas preferi não fazer isso pra evitar uma briga.Este relato é 99% real. Os nomes dos personagens e algumas situações foram modificados pra proteger a identidade das pessoas.
Quem quiser fotos da protagonista dessa história é só me avisar.
SEGUNDA PARTE: A chantagem da EsperançaDepois que me vesti, decidi que o melhor era vazar. Saí do quarto da Majo e fiquei parado ali por um instante. Passou pela minha cabeça a ideia de descobrir se a Esperanza tinha nos escutado ou não. Depois caí em mim e pensei que não tinha tanta importância assim, afinal de contas a Majo já tinha me dito que eu tinha que ir embora...
10 comentários - Fodi minha namorada, a mãe e as irmãs dela
Cualquier pendejo puede hacer un relato porno, pero tú lo haces magistralmente maestro.