Quando o escritório central da empresa onde meu marido trabalha foi transferido para a periferia da cidade, decidimos largar o apartamento que alugávamos no centro de Mendoza e alugar um flat na região. Um ano e meio depois de nos mudarmos, conheci uma garota, vizinha do nosso prédio, com quem criei uma amizade bonita e profunda. Lola, que é como minha amiga se chama, é uma mulher de trinta e um anos, ou seja, dez a menos que eu, muito alta e magra (tem mais de um metro e oitenta), com um cabelo castanho cheio e bem cacheado e olhos azuis bem claros. Ela não é uma beleza de mulher, mas é muito gostosa. Depois de vários meses de amizade, nós duas decidimos apresentar nossos maridos para podermos sair juntos os quatro.
Descobriu-se que nossos respectivos maridos se deram super bem e, por causa disso, conseguimos que os dois casais saíssem bastante juntos. Depois de dois anos mantendo uma amizade boa e saudável com nossos amigos, aconteceu algo inesperado, e é exatamente esse assunto o tema central desta história.
Eram umas nove horas da noite de uma sexta-feira de dezembro, quando meu marido e eu estávamos meio sonolentos na sala da nossa casa, depois de uma semana dura de trabalho. Estávamos vendo TV e matando tempo até a hora do jantar, quando de repente o telefone tocou, assustando nós dois. Era a Lola. No dia seguinte era o aniversário dela e eles nos convidaram para jantar na casa deles, junto com outro casal que a gente mal conhecia. O plano pareceu legal pra gente, então aceitamos de bom grado.
No sábado, às nove da noite, fomos ao encontro. Não precisamos sair com muita antecedência, já que nossos amigos moram no décimo andar do mesmo prédio que a gente. Quando entramos na casa deles, os outros amigos já estavam lá. Educadamente, eles nos apresentaram. Ela se chamava Elena, tinha trinta e cinco anos, e era uma mulherão de respeito. O marido dela, Eduardo, de trinta e sete anos, também não era nada feio. Eram muito simpáticos e extrovertidos, então conseguiram quebrar o gelo com a gente rapidinho.
Depois de um jantar sensacional, a Lola preparou uns drinks e a gente sentou nos sofás e poltronas confortáveis arrumados ao redor da mesa da sala. Foi aí que o Rafa sugeriu jogar uma partida de cartas entre os seis, e foi nesse momento que o clima começou a ficar estranho, porque não era um jogo de cartas tradicional, mas sim um jogo diferente, inventado por eles, que chamavam de sex-poker, e que nossos novos amigos pareciam já conhecer muito bem.
Javier me olhou com a mesma cara de surpresa que eu olhei pra ele. Os outros dois casais pareciam ter sacado nosso espanto com aquele jogo, então nos disseram que entendiam nossa posição, e que não precisava a gente jogar se não quisesse, mas que podia ser divertido se a gente só ficasse olhando sem participar. Depois, a gente podia decidir se ia embora ou entrava na partida, sem estresse nem clima ruim de ninguém. Javier parecia ter se animado um pouco com aquela nova proposta, até porque ele tava olhando com uns olhos bem safados pra linda da Elena. Eu não gostava da ideia de só olhar, mas menos ainda de participar. O negócio é que no fim a gente topou ser espectador do jogo, mas só por um tempinho, depois a gente ia pra casa e deixava os quatro sozinhos.
O jogo parecia ter duas fases bem diferentes. Era aquele jogo tradicional de pôquer aberto, onde as apostas eram peças de roupa, numa primeira fase, e depois peças sexuais na segunda fase. Pra segunda fase, eles tinham uma espécie de pião de plástico hexagonal, cujos seis lados tinham escritos seis atos sexuais diferentes. Então, quem perdia tinha que girar o pião na mesa e fazer o ato sexual que tivesse escrito na face do hexágono que ficasse pra cima, com o credor do sexo oposto. Claro que as faces do pião ficavam escondidas naquele momento, porque a grande graça do jogo era justamente essa, não saber o que podia te cair.
O jogo ia rolando com toda naturalidade por parte dos quatro participantes, apesar de que alguns deles já estavam faltando uma ou outra peça de roupa. Visto de fora, perdia uma boa dose de tesão, mesmo sendo excitante. Então, Javier me olhou nos olhos e, sem falar nada, eu entendi ele perfeitamente. O olhar dele mostrava uma mistura de medo e excitação. Ele não queria participar daquilo, mas no... No fundo, eu sentia um tesão em fazer aquilo. E sabia exatamente o que ela tava sentindo, porque eu sentia o mesmo. Nossos amigos, que não eram burros e já tavam percebendo nossa indecisão, nos incentivaram a entrar na brincadeira. Entre isso e o efeito dos drinks, acabamos aceitando.
Uma hora depois, nós seis estávamos meio nus, então a segunda fase estava prestes a começar. E começou bem na hora em que Javier perdeu um mano a mano com a Lola, sem ter mais nenhuma peça de roupa pra pagar a aposta. Aí a Lola entregou o pião pra ele jogar na mesa. O treco de plástico começou a girar a toda velocidade. Aos poucos foi perdendo força, até que, por inércia, uma das seis faces parou de repente na mesa. A Lola tirou a tampinha preta que escondia a prenda. Quando li a inscrição, meu coração deu um pulo. Meu marido tinha que lamber a buceta da Lola por dois minutos.
Com uma certa vergonha de mim, mas com total determinação, minha amiga Lola abriu as pernas pra Javier lamber a buceta dela. O clima ficou tenso, mas a gente tinha aceitado jogar com todas as consequências, então Javier se ajoelhou entre as pernas da minha amiga e começou a lamber a buceta dela, enquanto o Rafa acionava o cronômetro, que ele já tinha ajustado pra dois minutos certinhos. A Lola fechou os olhos e se concentrou nela mesma, como se só ela e meu marido estivessem na sala. Depois de um minuto, minha amiga começou a soltar uns gemidinhos de prazer, enquanto a língua do Javier percorria a racha e o clitóris dela.
Quando o cronômetro do Rafa apitou duas vezes, avisando o fim da prenda, a mulher dele estava quase gozando. Javier se afastou sem coragem de olhar na minha cara, visivelmente sem graça. O resto da galera, pra quebrar aquele clima, anunciou a próxima rodada e distribuiu as cartas.
Na partida seguinte, o Rafa e o Eduardo se pegaram. Dessa vez, o Rafa ganhou a mão, então a prenda tinha que ser cumprida pela mulher do Eduardo, a Elena, de acordo com as regras. O pião parou na face do hexágono cuja prenda era uma punheta com beijo na boca incluído. Por três minutos. Rafa sentou na frente da Elena, que pegou no pau dele com as mãos e começou a esfregar. Depois, os dois foram aproximando os rostos até que os lábios se encontraram num beijo lento e suave. O pau do Rafa foi ficando bem grandinho. Nunca pensei, pela aparência física dele, que Rafa pudesse ter um cacete desse tamanho. Devia ter mais de vinte centímetros de comprimento, com certeza bem maior que o do meu marido. Quando os três minutos passaram, os dois amantes improvisados estavam com os rostos cobertos de saliva, resultado das linguadas que trocaram. Rafa voltou pro lugar dele todo duro, enquanto a linda Elena mostrava claramente que tava excitada, pelo tamanho e dureza dos bicos dos peitos dela, onde o Javier tinha fixado o olhar safado, o que me irritou bastante, embora eu reconheça que as tetas da Elena eram praticamente perfeitas, tanto em forma e tamanho, quanto em rigidez e dureza.
Na mão seguinte, consegui um "full house" de ases e reis, uma das jogadas mais altas que tinham aparecido até então, então fiquei cheia de confiança. Javier, Elena e Lola saíram do jogo. Eduardo e Rafa, por outro lado, aceitaram minha aposta. Aí mostrei minhas cartas com orgulho. Eduardo jogou as cartas no chão em sinal de derrota. Depois, Rafa, com um sorriso debochado, mostrou o "poker" de setes dele. Aquele filho da puta tinha me vencido. Quando cruzei o olhar com Javier, entendi que não só tinha perdido o jogo, mas também teria que jogar o pião e me submeter ao capricho da sorte dele, nada mais, nada menos que com o nosso anfitrião Rafa. O pião parecia não parar de girar nunca, e enquanto girava, um silêncio de morte tomou conta do ambiente. Os olhares de todos nós se cruzavam nervosamente. Pude ver a cara desfigurada do meu marido, pensando que eu teria que me submeter a outro homem na frente de todo mundo.
Finalmente, o pião parou com uma das faces apoiada na mesa. A Lola fez as honras de revelar a inscrição. Não podia acreditar no que estava lendo. Eu tinha que transar com o Rafa sem limite de tempo, ou seja, até o meu amante gozar. Pra humilhar ainda mais meu marido, já que nossos amigos sabiam que eu não podia engravidar por um problema hormonal congênito, foi decidido, por unanimidade (exceto o voto do Javier), que o coito seria feito sem camisinha.
Eu me ajoelhei no chão, apoiando os braços no assento central do sofá, cujos assentos laterais estavam ocupados pelo Eduardo e pela Elena, respectivamente. A Lola e meu marido sentaram-se nas laterais, em poltronas. O Rafa, que não tinha perdido a ereção anterior, se ajoelhou entre minhas pernas, por trás de mim. Então senti a glande dele abrindo caminho delicadamente entre meus lábios da buceta, até me penetrar. A grossura respeitável do pau dele me deu um arrepio assim que entrou na minha buceta. Depois, lentamente, ele foi empurrando a vara até as bolas encostarem na minha bunda. Ele colocou as duas mãos por baixo do meu corpo, agarrando firme meus peitos. Assim que ficou naquela posição, começou a balançar o quadril bem devagar, usando meus peitos como apoio.
Em cada movimento de entrada, ele enfiava os mais de vinte centímetros de carne dura até o fundo do meu útero, enquanto em cada recuada do quadril, a glande dele saía quase toda da minha buceta, pra voltar a entrar sem ajuda das mãos. Depois, começou a me comer com mais força, aumentando aos poucos a velocidade da bombada. No quinto ou sexto empurrão, comecei a sentir um formigamento súbito no clitóris, sinal claro de que eu tava perto de gozar de prazer. E foi isso mesmo: um orgasmo impressionante e intensíssimo foi tomando conta dos meus sentidos, me dando um prazer imenso. Devo admitir que nunca tinha sentido algo assim. Um orgasmo tão brutal e satisfatório. Rafa continuava aumentando a velocidade da bombada, sem a menor pausa. Aquele primeiro orgasmo, longe de desaparecer, se encadeou com um segundo, ainda mais intenso. O segundo deu lugar a um terceiro, e este a um quarto. Eu estava tão bêbada de prazer que me esqueci por um momento de que meu marido era espectador daquela trepada fenomenal.
Já não era mais dona dos meus atos. Meu corpo inteiro tremia em espasmos de prazer, e eu me agarrava à almofada do sofá como uma gata no cio. Num desses movimentos, vi Eduardo, que estava sentado bem do meu lado, ficando duro só de olhar o espetáculo. Louca de tesão, me coloquei devagar entre as pernas dele e, afundando a cabeça entre as coxas, enfiei a rola dele na minha boca e comecei a chupar. Aquilo não fazia parte do roteiro, mas Eduardo não pareceu se importar com minha atitude e deixou eu trabalhar o pau dele sem a menor resistência. Não sei que impulso estranho me fez reagir daquele jeito, mas o fato é que eu estava tão molhada e excitada que fiz um boquete de respeito. Rafa continuava me comendo sem parar, com mais força do que nunca. Puxava minhas tetas para ele, ao mesmo tempo que beliscava meus bicos.
A cabeça do pau de Eduardo começou a vazar líquido pré-gozo e os ovos dele inchavam como balões. O quinto orgasmo fez com que eu enfiasse a rola de Eduardo até a garganta e apertasse as bolas dele com minhas mãos, bem no momento em que um rio de porra morna e grossa jorrava da cabecinha dele. Quando Eduardo estava gozando, a cabeça do pau dele estava alojada na minha garganta, então não tive outra opção senão ir engolindo todo o leite que saía. Quando o pau de Eduardo finalmente secou, comecei a sentir um calor intenso tomando conta das minhas entranhas. Aí entendi que Rafa estava descarregando toda a porra dele no meu útero, enquanto apertava minhas tetas com mais força do que nunca e as estocadas dele começavam a perder velocidade.
Quando Rafa estava tirando ela de mim, usei a palavra: buceta, comecei a sentir um sexto orgasmo. Ele percebeu e ainda aguentou vários minutos me comendo, mesmo já tendo gozado. Esse gesto foi de agradecer, porque consegui terminar meu sexto e último orgasmo até o fim.
Claro que a noite acabou naquele momento, já que Javier não tinha ânimo pra continuar depois de ver o quão puta a mulher dele podia ser.
Nunca mais voltamos pra essas partidas, mas confesso que, da minha parte, não me importaria de repetir............ muitas e muitas vezes.
Descobriu-se que nossos respectivos maridos se deram super bem e, por causa disso, conseguimos que os dois casais saíssem bastante juntos. Depois de dois anos mantendo uma amizade boa e saudável com nossos amigos, aconteceu algo inesperado, e é exatamente esse assunto o tema central desta história.Eram umas nove horas da noite de uma sexta-feira de dezembro, quando meu marido e eu estávamos meio sonolentos na sala da nossa casa, depois de uma semana dura de trabalho. Estávamos vendo TV e matando tempo até a hora do jantar, quando de repente o telefone tocou, assustando nós dois. Era a Lola. No dia seguinte era o aniversário dela e eles nos convidaram para jantar na casa deles, junto com outro casal que a gente mal conhecia. O plano pareceu legal pra gente, então aceitamos de bom grado.
No sábado, às nove da noite, fomos ao encontro. Não precisamos sair com muita antecedência, já que nossos amigos moram no décimo andar do mesmo prédio que a gente. Quando entramos na casa deles, os outros amigos já estavam lá. Educadamente, eles nos apresentaram. Ela se chamava Elena, tinha trinta e cinco anos, e era uma mulherão de respeito. O marido dela, Eduardo, de trinta e sete anos, também não era nada feio. Eram muito simpáticos e extrovertidos, então conseguiram quebrar o gelo com a gente rapidinho.
Depois de um jantar sensacional, a Lola preparou uns drinks e a gente sentou nos sofás e poltronas confortáveis arrumados ao redor da mesa da sala. Foi aí que o Rafa sugeriu jogar uma partida de cartas entre os seis, e foi nesse momento que o clima começou a ficar estranho, porque não era um jogo de cartas tradicional, mas sim um jogo diferente, inventado por eles, que chamavam de sex-poker, e que nossos novos amigos pareciam já conhecer muito bem.
Javier me olhou com a mesma cara de surpresa que eu olhei pra ele. Os outros dois casais pareciam ter sacado nosso espanto com aquele jogo, então nos disseram que entendiam nossa posição, e que não precisava a gente jogar se não quisesse, mas que podia ser divertido se a gente só ficasse olhando sem participar. Depois, a gente podia decidir se ia embora ou entrava na partida, sem estresse nem clima ruim de ninguém. Javier parecia ter se animado um pouco com aquela nova proposta, até porque ele tava olhando com uns olhos bem safados pra linda da Elena. Eu não gostava da ideia de só olhar, mas menos ainda de participar. O negócio é que no fim a gente topou ser espectador do jogo, mas só por um tempinho, depois a gente ia pra casa e deixava os quatro sozinhos.O jogo parecia ter duas fases bem diferentes. Era aquele jogo tradicional de pôquer aberto, onde as apostas eram peças de roupa, numa primeira fase, e depois peças sexuais na segunda fase. Pra segunda fase, eles tinham uma espécie de pião de plástico hexagonal, cujos seis lados tinham escritos seis atos sexuais diferentes. Então, quem perdia tinha que girar o pião na mesa e fazer o ato sexual que tivesse escrito na face do hexágono que ficasse pra cima, com o credor do sexo oposto. Claro que as faces do pião ficavam escondidas naquele momento, porque a grande graça do jogo era justamente essa, não saber o que podia te cair.
O jogo ia rolando com toda naturalidade por parte dos quatro participantes, apesar de que alguns deles já estavam faltando uma ou outra peça de roupa. Visto de fora, perdia uma boa dose de tesão, mesmo sendo excitante. Então, Javier me olhou nos olhos e, sem falar nada, eu entendi ele perfeitamente. O olhar dele mostrava uma mistura de medo e excitação. Ele não queria participar daquilo, mas no... No fundo, eu sentia um tesão em fazer aquilo. E sabia exatamente o que ela tava sentindo, porque eu sentia o mesmo. Nossos amigos, que não eram burros e já tavam percebendo nossa indecisão, nos incentivaram a entrar na brincadeira. Entre isso e o efeito dos drinks, acabamos aceitando.
Uma hora depois, nós seis estávamos meio nus, então a segunda fase estava prestes a começar. E começou bem na hora em que Javier perdeu um mano a mano com a Lola, sem ter mais nenhuma peça de roupa pra pagar a aposta. Aí a Lola entregou o pião pra ele jogar na mesa. O treco de plástico começou a girar a toda velocidade. Aos poucos foi perdendo força, até que, por inércia, uma das seis faces parou de repente na mesa. A Lola tirou a tampinha preta que escondia a prenda. Quando li a inscrição, meu coração deu um pulo. Meu marido tinha que lamber a buceta da Lola por dois minutos.Com uma certa vergonha de mim, mas com total determinação, minha amiga Lola abriu as pernas pra Javier lamber a buceta dela. O clima ficou tenso, mas a gente tinha aceitado jogar com todas as consequências, então Javier se ajoelhou entre as pernas da minha amiga e começou a lamber a buceta dela, enquanto o Rafa acionava o cronômetro, que ele já tinha ajustado pra dois minutos certinhos. A Lola fechou os olhos e se concentrou nela mesma, como se só ela e meu marido estivessem na sala. Depois de um minuto, minha amiga começou a soltar uns gemidinhos de prazer, enquanto a língua do Javier percorria a racha e o clitóris dela.
Quando o cronômetro do Rafa apitou duas vezes, avisando o fim da prenda, a mulher dele estava quase gozando. Javier se afastou sem coragem de olhar na minha cara, visivelmente sem graça. O resto da galera, pra quebrar aquele clima, anunciou a próxima rodada e distribuiu as cartas.
Na partida seguinte, o Rafa e o Eduardo se pegaram. Dessa vez, o Rafa ganhou a mão, então a prenda tinha que ser cumprida pela mulher do Eduardo, a Elena, de acordo com as regras. O pião parou na face do hexágono cuja prenda era uma punheta com beijo na boca incluído. Por três minutos. Rafa sentou na frente da Elena, que pegou no pau dele com as mãos e começou a esfregar. Depois, os dois foram aproximando os rostos até que os lábios se encontraram num beijo lento e suave. O pau do Rafa foi ficando bem grandinho. Nunca pensei, pela aparência física dele, que Rafa pudesse ter um cacete desse tamanho. Devia ter mais de vinte centímetros de comprimento, com certeza bem maior que o do meu marido. Quando os três minutos passaram, os dois amantes improvisados estavam com os rostos cobertos de saliva, resultado das linguadas que trocaram. Rafa voltou pro lugar dele todo duro, enquanto a linda Elena mostrava claramente que tava excitada, pelo tamanho e dureza dos bicos dos peitos dela, onde o Javier tinha fixado o olhar safado, o que me irritou bastante, embora eu reconheça que as tetas da Elena eram praticamente perfeitas, tanto em forma e tamanho, quanto em rigidez e dureza.
Na mão seguinte, consegui um "full house" de ases e reis, uma das jogadas mais altas que tinham aparecido até então, então fiquei cheia de confiança. Javier, Elena e Lola saíram do jogo. Eduardo e Rafa, por outro lado, aceitaram minha aposta. Aí mostrei minhas cartas com orgulho. Eduardo jogou as cartas no chão em sinal de derrota. Depois, Rafa, com um sorriso debochado, mostrou o "poker" de setes dele. Aquele filho da puta tinha me vencido. Quando cruzei o olhar com Javier, entendi que não só tinha perdido o jogo, mas também teria que jogar o pião e me submeter ao capricho da sorte dele, nada mais, nada menos que com o nosso anfitrião Rafa. O pião parecia não parar de girar nunca, e enquanto girava, um silêncio de morte tomou conta do ambiente. Os olhares de todos nós se cruzavam nervosamente. Pude ver a cara desfigurada do meu marido, pensando que eu teria que me submeter a outro homem na frente de todo mundo.
Finalmente, o pião parou com uma das faces apoiada na mesa. A Lola fez as honras de revelar a inscrição. Não podia acreditar no que estava lendo. Eu tinha que transar com o Rafa sem limite de tempo, ou seja, até o meu amante gozar. Pra humilhar ainda mais meu marido, já que nossos amigos sabiam que eu não podia engravidar por um problema hormonal congênito, foi decidido, por unanimidade (exceto o voto do Javier), que o coito seria feito sem camisinha.Eu me ajoelhei no chão, apoiando os braços no assento central do sofá, cujos assentos laterais estavam ocupados pelo Eduardo e pela Elena, respectivamente. A Lola e meu marido sentaram-se nas laterais, em poltronas. O Rafa, que não tinha perdido a ereção anterior, se ajoelhou entre minhas pernas, por trás de mim. Então senti a glande dele abrindo caminho delicadamente entre meus lábios da buceta, até me penetrar. A grossura respeitável do pau dele me deu um arrepio assim que entrou na minha buceta. Depois, lentamente, ele foi empurrando a vara até as bolas encostarem na minha bunda. Ele colocou as duas mãos por baixo do meu corpo, agarrando firme meus peitos. Assim que ficou naquela posição, começou a balançar o quadril bem devagar, usando meus peitos como apoio.
Em cada movimento de entrada, ele enfiava os mais de vinte centímetros de carne dura até o fundo do meu útero, enquanto em cada recuada do quadril, a glande dele saía quase toda da minha buceta, pra voltar a entrar sem ajuda das mãos. Depois, começou a me comer com mais força, aumentando aos poucos a velocidade da bombada. No quinto ou sexto empurrão, comecei a sentir um formigamento súbito no clitóris, sinal claro de que eu tava perto de gozar de prazer. E foi isso mesmo: um orgasmo impressionante e intensíssimo foi tomando conta dos meus sentidos, me dando um prazer imenso. Devo admitir que nunca tinha sentido algo assim. Um orgasmo tão brutal e satisfatório. Rafa continuava aumentando a velocidade da bombada, sem a menor pausa. Aquele primeiro orgasmo, longe de desaparecer, se encadeou com um segundo, ainda mais intenso. O segundo deu lugar a um terceiro, e este a um quarto. Eu estava tão bêbada de prazer que me esqueci por um momento de que meu marido era espectador daquela trepada fenomenal.
Já não era mais dona dos meus atos. Meu corpo inteiro tremia em espasmos de prazer, e eu me agarrava à almofada do sofá como uma gata no cio. Num desses movimentos, vi Eduardo, que estava sentado bem do meu lado, ficando duro só de olhar o espetáculo. Louca de tesão, me coloquei devagar entre as pernas dele e, afundando a cabeça entre as coxas, enfiei a rola dele na minha boca e comecei a chupar. Aquilo não fazia parte do roteiro, mas Eduardo não pareceu se importar com minha atitude e deixou eu trabalhar o pau dele sem a menor resistência. Não sei que impulso estranho me fez reagir daquele jeito, mas o fato é que eu estava tão molhada e excitada que fiz um boquete de respeito. Rafa continuava me comendo sem parar, com mais força do que nunca. Puxava minhas tetas para ele, ao mesmo tempo que beliscava meus bicos.A cabeça do pau de Eduardo começou a vazar líquido pré-gozo e os ovos dele inchavam como balões. O quinto orgasmo fez com que eu enfiasse a rola de Eduardo até a garganta e apertasse as bolas dele com minhas mãos, bem no momento em que um rio de porra morna e grossa jorrava da cabecinha dele. Quando Eduardo estava gozando, a cabeça do pau dele estava alojada na minha garganta, então não tive outra opção senão ir engolindo todo o leite que saía. Quando o pau de Eduardo finalmente secou, comecei a sentir um calor intenso tomando conta das minhas entranhas. Aí entendi que Rafa estava descarregando toda a porra dele no meu útero, enquanto apertava minhas tetas com mais força do que nunca e as estocadas dele começavam a perder velocidade.
Quando Rafa estava tirando ela de mim, usei a palavra: buceta, comecei a sentir um sexto orgasmo. Ele percebeu e ainda aguentou vários minutos me comendo, mesmo já tendo gozado. Esse gesto foi de agradecer, porque consegui terminar meu sexto e último orgasmo até o fim.Claro que a noite acabou naquele momento, já que Javier não tinha ânimo pra continuar depois de ver o quão puta a mulher dele podia ser.
Nunca mais voltamos pra essas partidas, mas confesso que, da minha parte, não me importaria de repetir............ muitas e muitas vezes.
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