Fala galera, esse é meu primeiro e acho que último conto. A história é inventada... Então espero que vocês curtam.A noite foi tediosa e muito longa, culpa da gripe que minha mulher tinha pegado, o que não me deixou dormir, já que ela não conseguia. Cuidei dela a noite toda, e lá pelas 5 da manhã, peguei no sono, mas só por umas duas horas, tinha que levar a Juli pra escola e preparar ela pro evento do dia da tradição…
Por sorte, minha mulher tinha me explicado tudo e me instruído o que fazer, e o que não fazer… e, se precisasse, alguma mãe das amiguinhas da minha filha poderia me ajudar se eu pedisse…
Chegada a hora, levo minha filha pro colégio, tava morrendo de sono no caminho, e depois de um tempo, finalmente chegamos. Deixo a Juli com a professora, e fico esperando por perto, já que o evento começava lá pelas 11 e só uma hora antes começavam os preparativos.
Vou até um café, onde tinha umas pessoas, algumas lendo jornal, outras mexendo no celular ou tablet, ou conversando com outros.
Resolvo sentar perto da janela. E aí a garçonete se aproxima, uma mina nova, uns 23 anos, muito gostosa, e pensei em passar a manhã um pouco melhor puxando conversa com ela… Na medida em que ela estivesse livre…
- Bom dia, senhor, o que deseja tomar?
- AI… como é que é "senhor"? Não sou tão velho assim…
- Desculpa, mas é costume, a gente sempre trata os clientes com formalidade.
- Tá bom, te entendo, trabalhei uns anos nessa área e sei como é… mas isso foi há muito tempo, quando eu era jovem… hahaha, mas por favor, me trata de "você"…
A mina solta uma risadinha sutil…
- Beleza, o que você quer tomar?
- Pode ser um café… duplo, e um par de croissants.
- Ok, já vou… perdão… já trago pra você…
A mina sai da mesa pra entregar o pedido…
Como queria papear com aquela gostosa e ver se conseguia o número dela, resolvi sentar numa mesa perto do balcão, assim ela ficaria perto de mim quando não estivesse atendendo ninguém…
Quando ela veio entregar meu pedido, viu que eu não estava mais na mesa, e… Ela deu um pequeno susto, mas quando continuou girando, me encontrei bem do lado dela…
— Você trocou de mesa, pensei que tinha ido embora e me deixado com o café pronto…
— Desculpa não ter avisado… mas é melhor eu ficar aqui… assim você não anda demais…
— Sem problema…
Enquanto ela deixava o café e as medialunas na mesa, pude ver que o decote que ela usava mostrava um par de peitos enormes, e quando ela se abaixou, vi o canalho que se formava entre eles, e isso me deixava louco de tesão…
— Muita gente nesse horário da manhã — comentei…
— Geralmente os mesmos de sempre — ela se aproximou do meu ouvido e falou — a maioria uns velhos tarados que só querem olhar pra sua bunda, e se possível, passar a mão…
Aquela posição me dava uma vista privilegiada dos peitos dela. E me enlouquecia…
— Por sorte, você é jovem e gostoso… e não me incomoda que você olhe — ela disse, e sorriu.
Eu não sabia o que fazer, o comentário me deixou gelado… não tinha percebido que era tão óbvio… Mas não podia ficar pra trás, já que ela não ficou brava, pelo contrário, jogou a deixa na esportiva… e se eu passasse por otário, com certeza não ia pegar o número dela.
— Então quer dizer que posso olhar e também passar a mão? — falei — HAHAHA
— Bom, também não é assim, acabei de te conhecer e nem sei seu nome… hahaha
— Isso não é problema, meu nome é Román…
— Prazer, sou Daniela…
— Que nome lindo você tem… — papo furado velho como esse não existe, mas sempre ajuda…
— Obrigada — ela disse e foi pra outra mesa que a chamava…
Ela saiu andando na direção de onde a chamavam, e rebolava a bunda de um jeito bem exagerado, e depois de alguns passos olhou pra trás e sorriu…
Vi que os ocupantes da mesa eram dois caras de uns 50 e poucos anos, e um deles colocou a mão na coxa dela e começou a subir até roçar a bunda dela… Ela nem se mexeu, o costume fazia ela ignorar os toques leves… Mas como não houve uma negativa, o velho continuou com os toques, cada vez mais ousados. Ele colocou a mão na bunda da garota e apertou de leve… Ela se mexeu pra ele parar, mas só fez o cara mover a mão e passar o dedo indicador entre as duas nádegas que se marcavam no jeans… O dedo foi de cima até embaixo e entrou entre as pernas dela, onde ela, sutilmente, pegou a mão do homem e tirou. Nisso, vejo que pagam ela e ela sai pro caixa…
Volta pro caixa e entrega o dinheiro, e ao receber o troco, dobra e guarda no bolso… Viro a cabeça e vejo os homens saindo…
Uma voz me assustou, era a Dani, falando comigo…
- Desculpa, não te ouvi… - respondi.
- Kkkk, em que você ficou pensando?…
- Em nada… ah, sim, em como você deixa esses velhos te apalparem…
- Já cansei disso, mas você se acostuma… no começo eu olhava pra eles com cara de ódio, ficava muito mal, chegava em casa puta da vida, e chorava de impotência. Um dia xinguei eles e quem levou bronca fui eu, quase perdi o emprego, e eu realmente preciso, a grana. Acabei aceitando, e deixo eles fazerem enquanto não for muito na cara.
- Mas ele te apalpou como se você fosse uma puta barata…
- E quase que eu sou…
- Por que você diz isso?
- Porque com o tempo percebi que quanto mais tocam, mais gorjeta dão… e como te falei, tô precisando da grana. - Notei os olhos dela enchendo de lágrimas. - Então sou uma slut barata…
- E você não contou pro seu chefe?
- Contei, mas ele liga pra grana, não pras pessoas. E não deu muita bola. Esses clientes são de sempre e têm muito dinheiro, e se pra eles continuarem vindo ele tem que entregar a própria mulher, ele faz…
Nisso, chamam ela de outra mesa, um par de mulheres, da minha idade mais ou menos, uma loira, ou pintada, e com uns quilinhos a mais, mas muito gostosa, e outra morena escura com um corpo de modelo… Por algum motivo, eu achava a cara delas conhecida, e mesmo tentando por uns minutos, não conseguia lembrar de onde. Acabei concluindo que era impressão minha, e parei de pensar nisso.
Nisso, vejo Dani, que alcança as coisas pras duas... E aí me veio na cabeça o que ela tava me contando, e nisso pensei em fazer um boletim de ocorrência por assédio contra aqueles caras... Nisso, a moça volta pro meu lado...
- Precisa de mais alguma coisa??
- Tô de boa por enquanto...
- Ok.
- Você me deixou sem palavras. – falei sem olhar pra ela.
- Perdão???
- Que você me deixa sem palavras com o que me contou.
- Tá tudo bem...
- Por que você não faz uma denúncia na polícia?
- Cê tá louco... vão me foder!!!
- E se eu fizer...
- Não não... deixa as coisas como tão...
- Não sei o que te dizer, muito menos faço ideia de como te ajudar.
- Só de poder falar com alguém já basta...
As meninas chamam ela de novo... Nisso, olho a hora e tava quase no limite, e não tinha conseguido puxar o número de telefone dela... então me vem uma ideia, que podia ajudar nós dois. Ela volta e peço a conta, ela fez sinal que sim, e veio com a conta pronta.
- Aqui está a conta – e me entrega um comprovante.
- Posso te ajudar, acionando algum contato, pra ver se consigo um trampo pra você num lugar melhor. – falei enquanto pagava.
- Sério??
- Claro que sim, mas ia precisar de algumas referências ou dados pessoais.
- Já te passo tudo agora.
- O problema é que já tenho que ir, mas se você me der seu número (o que eu queria) a gente pode continuar em contato, ou se encontrar em algum lugar pra conversar e ver algo mais...
- Hmm... sei não... isso é papo furado.
- Tô falando sério, se quiser posso fazer algo...
- Tá bom... Já te trago anotado, e assim anoto o seu.
Ela me entregou o papel já com o número dobrado, vi que tinha o número e mais alguma coisa, que não liguei, e passei o meu. Paguei, deixando uma boa gorjeta pra Dani, e fui pro colégio. Ao sair, olho o número e atrás tava escrito "Obrigada por ser tão fofo. Dani"
Ao entrar no colégio, cruzo com a diretora, que me cumprimenta e pergunta pela minha mulher, que tavam esperando pra trocar a Juli,
- A Leti tá de cama, Então vou eu mesmo cuidar disso... Mesmo sem ter muita ideia...
- Ok, sem problema, é que tão te esperando... Qualquer coisa me avisa que uma das mães te ajuda...
- Valeu...
Respondi e continuei andando até a sala da minha filha, e quando entrei, todas me olharam. A professora se aproximou e me levou até onde a Juli estava.
- Viu que ele veio? - comentou a professora pra Juli, enquanto enxugava uma lágrima dela - Já tava preocupada que você não vinha.
A professora é muito atenciosa e simpática, com um corpão bem cuidado, dá pra ver que malha, mas com o avental não fica muito exibido.
Ela se afastou de mim, e comecei a trocar a minha filha, essa parte foi bem fácil, mas na hora de fazer as tranças, complicou pra caralho, e lembrando do conselho da minha esposa e da diretora, comecei a pedir ajuda.
Aí percebi que as mulheres do bar estavam na mesma sala que eu, por isso que eu conhecia elas, são mães das amigas da Juli. Cheguei perto da loira, cumprimentei e perguntei se ela não me dava uma força com o problema.
- Kkkk, já vou te ajudar.
- Valeu.
- Cê tava no bar a duas quadras daqui, né?
- Sim, vocês também.
- E não pensou em dar um oi? - outra voz me interrompeu por trás. Quando virei, vi a morena.
- Eu vi que vocês eram conhecidas, mas não tinha certeza se eram vocês, fiquei com vergonha de chegar perguntando.
- O que acontece, Lúcia, é que com a moça que ele tinha atendendo, não precisava reparar em umas coroas como a gente. - comentou a loira.
- Pena que ele perdeu a experiência, Belém, kkkk... - riram de forma safada.
- Por favor, não levem a mal. Não foi minha intenção.
- Eu faço as tranças da menina - falou Lúcia e saiu.
- Mesmo assim você pegou o número dele, vai fazer o quê com isso?..
- É pra dar uma mão com o trabalho, não pensa mal, Belém...
- Quem tá pensando mal é você, eu só perguntei.
- Quero ajudar ela, porque enchem muito o saco dela..
- E você deve ter sido um deles...
Nessa hora, a loira se aproximou de mim e pegou na minha rola. por cima da calça. e começou a me acariciar.
- Você gosta de ser tocada em público?...
- Tem Gente...
- Viu que você também não curte... Mas você tem ela bem grande, a gente devia se encontrar um dia, assim as meninas brincam e a gente... bom... brinca também.
Tudo isso ele me dizia no ouvido e não soltava minha pika... E quando se afastou, meu volume já tinha começado a marcar, coisa que a professora notou, acho que viu tudo que rolou, e quando percebeu que eu tinha flagrado ela olhando pro meu volume, ficou vermelha e saiu andando, e começou a juntar as crianças pra formar.
O atraso começou tarde, eu estava encostado numa parede no fundo, porque não gostava de ficar na frente. Nisso vejo que Belén estava saindo, e que Victoria (A Profe) seguia ela de perto, mas não dei muita importância. Lucia estava do meu lado e, disfarçadamente, começou a passar a mão na minha pika, pelo visto as duas amigas estavam meio insatisfeitas...
Já excitado pelo apalpão que tinha recebido da loira, e ver como meteram a mão na moça, me fez perder a cabeça. Me movi pra trás da Lu, e encostei as costas na parede. Peguei ela pela cintura e encostei a bunda dela na minha pika. Comecei a fazer movimentos leves e a me esfregar nela, enquanto minhas mãos deslizavam por baixo da blusa dela e pegavam nos peitos firmes por cima do sutiã. Decidi soltar ele, e com uma mão comecei a apertar os bicos dela, duros que mostravam o nível de excitação da mãe, e com a outra desci pro jeans dela e, soltando o botão, enfiei a mão por baixo da calcinha fio dental. Minha mão foi direto pro clitóris dela, onde eu acariciava e esfregava. Dava pra sentir que ela tava muito molhada e enfiei um dedo na buceta dela... e ela soltou um suspiro, que ninguém se interessou em reparar.
A bunda dela se esfregava em mim e uma das mãos dela tinha libertado minha pika e brincava com ela... assim até quase chegar no ponto máximo, onde parei de acariciar o corpo dela, e de outra vez, abaixei a calça da Lu e fiz ela abrir um pouco as pernas. Peguei minha pika e encaixei como pude. na entrada da buceta dela,
- Não, por favor, ela sussurrava...
- Sim, quero gozar dentro. - e enfiei, enquanto tapava a boca dela.
Gerava um tesão único, estar comendo em público, o que fez com que com uns dois bombadas eu gozasse dentro dela... ela passou a mão na buceta e levou uma mistura de porra e sucos vaginais à boca. Aproveitei pra arrumar a roupa dela, e me arrumar também.
Ela se virou e no meu ouvido comentou:
- Adorei fazer isso... anota meu número pra gente continuar em casa, total que eu fico sozinha a semana toda...
Quando fui pegar meu celular, percebi que tinha deixado com a roupa da Juli.
- Anota o meu, e me manda um zap... que deixei na sala...
Passei o número, e saí pra buscar meu telefone, mas antes ela me deu um beijo bem profundo... dava pra ver a necessidade que ela tinha de ser possuída. Mas, mesmo achando que ninguém tinha visto o que rolou, um par de olhos tinha estado ali, atento a tudo...
No caminho pra sala, pensei que aquele dia não estava sendo tão ruim. Dani, que tinha me dado o número e eu sabia que podia rolar algo com ela, Belén, que tinha pegado na minha pica, e Lucia, que deixou eu comer ela no meio do ato.
Chegando na sala, ouço barulhos de carteiras se movendo, e espiei pela janela, sem fazer barulho. Pra minha surpresa, Belén e Vico (como ela gostava de ser chamada, a professora), estavam quase totalmente peladas, Vico de sutiã e Belén de tanguinha.
A bunda da professora em cima de uma mesa, e a mãe de joelhos, com a cabeça entre as pernas da amante, pelos gemidos dava pra ver que ela tava curtindo o oral. As mãos da Vico foram pros peitos dela e soltaram os peitões bons da prisão... Os bicos duros eram apertados pelos dedos dela, e os da Belén entravam na buceta da Vico e na própria... minha pica reagiu na hora com aquela cena. E comecei a me masturbar por cima da calça.
Minha cabeça debatia entre entrar e tentar me juntar, ou só ficar olhando. Decidi pela primeira opção, soltei minha pica e, ao pegar a maçaneta, uma mão que não era minha substituiu a minha mão na pica. Pra minha surpresa, Susana, a Diretora, tinha me seguido e tava me dominando.
— Me seguir — consegui falar, e sem muitas opções, fiz o que ela mandou.
Pensei que ia levar uma bronca ou ser denunciado, mas pra minha surpresa, as coisas não foram assim.
— Entra e senta. — E eu obedeci. A porta da diretoria foi trancada. Susana se virou e abriu o decote. A velha, uns 53 anos, não era nada mal, mas nunca tinha olhado pra ela com desejo sexual. Peitões, pernas longas, uma bunda meio flácida, mas boa pra idade dela. Levantou a saia e sentou no meu colo.
— Susana, sou casado...
— Você tava olhando duas mulheres transando, e comeu uma mãe na hora do ato. Não vem com esse papo de "sou casado". — Minha cara ficou perplexa, alguém tinha me visto, e eu não sabia se mais gente podia saber.
— Foi um momento de tesão...
— E eu não te excito o suficiente, ou quer que a gente chame sua mulher e fale pra ela se juntar a nós?
Não respondi nada, só baixei o sutiã bruscamente e enfiei a cabeça entre aqueles dois peitos... Passei a língua por todo o seio, sem tocar nos mamilos. Ela baixou as mãos e liberou minha pica, pegou nela e, com movimentos suaves, começou a subir e descer. Pegou meu rosto e me beijou, enfiando a língua na minha boca, sem hesitar... A gente se separou e ela jogou a cabeça pra trás, eu chupava e mordia os mamilos, e apertava o outro com os dedos. Ficamos assim um tempo até ela pedir pra ser penetrada... Tentou se levantar, mas não deixei, enfiei a mão por baixo da saia e rasguei a calcinha molhada que ela tava usando. Ajeitei minha pica na entrada e ela se deixou cair com violência, o que fez a gente gritar junto...
Eu segurava ela pelos peitos, e ela cavalgava que nem uma louca... E depois de uns minutos, tirei ela de cima de mim, e a gente levantou. Na minha cabeça, já tinha decidido que ia arrebentar a bunda dela, e era isso que eu ia fazer. Apoiei os peitos dela no vidro da mesa, me abaixei atrás dela e Comecei a passar minha língua da buceta dela até o cu... Depois de repetir várias vezes, passei bem a língua no rabo dela e meti dois dedos...
- Não... por trás não...
- Eu quero e vou ter... - E continuei com meu jogo... Depois de alguns minutos, me levantei e coloquei a ponta contra o buraquinho dela, e aos poucos começou a dilatar e entrar... quando a cabeça passou pelo anel, ela soltou um grito de dor que foi abafado pela mão dela...
Com movimentos leves, ela foi se acostumando e relaxando, até que consegui me mexer sem nenhuma restrição... O ritmo foi aumentando e a dor virou prazer, a ponto dela pedir para eu não parar... Antes de gozar, avisei e tirei, ela tentou se virar, mas meti na buceta dela e gozei dentro...
- Eu queria na minha boca...
- Não dá pra ter tudo, Susy... Você vai querer chupar agora...
- Sim, me dá...
Tirei e a velha se virou e meteu na boca dela, desesperada... A mistura de sucos, porra e suor, ela adorou demais... Me deixou limpo e continuou juntando tudo que podia da buceta dela...
Susana sabia muito bem o que fazia, a experiência dela era superior a muitas mulheres com quem já tinha estado...
- Vamos continuar com isso...
- Não, Susy, não podemos...
- Se o problema é sua mulher, fica tranquilo que eu convenço ela, do mesmo jeito que te convenci... Agora tchau... o ato acabou e você tem que levar sua filha pra casa.
Ela abriu a porta e eu saí pra buscar minha filha e as coisas... Lembrei do que vi na sala de aula... mas já não estavam mais lá. Peguei as coisas e fui procurar a Juli... Quando encontrei, peguei na mão dela, nos despedimos da Tia Vico e fomos pra casa.
Saudações
Por sorte, minha mulher tinha me explicado tudo e me instruído o que fazer, e o que não fazer… e, se precisasse, alguma mãe das amiguinhas da minha filha poderia me ajudar se eu pedisse…
Chegada a hora, levo minha filha pro colégio, tava morrendo de sono no caminho, e depois de um tempo, finalmente chegamos. Deixo a Juli com a professora, e fico esperando por perto, já que o evento começava lá pelas 11 e só uma hora antes começavam os preparativos.
Vou até um café, onde tinha umas pessoas, algumas lendo jornal, outras mexendo no celular ou tablet, ou conversando com outros.
Resolvo sentar perto da janela. E aí a garçonete se aproxima, uma mina nova, uns 23 anos, muito gostosa, e pensei em passar a manhã um pouco melhor puxando conversa com ela… Na medida em que ela estivesse livre…
- Bom dia, senhor, o que deseja tomar?
- AI… como é que é "senhor"? Não sou tão velho assim…
- Desculpa, mas é costume, a gente sempre trata os clientes com formalidade.
- Tá bom, te entendo, trabalhei uns anos nessa área e sei como é… mas isso foi há muito tempo, quando eu era jovem… hahaha, mas por favor, me trata de "você"…
A mina solta uma risadinha sutil…
- Beleza, o que você quer tomar?
- Pode ser um café… duplo, e um par de croissants.
- Ok, já vou… perdão… já trago pra você…
A mina sai da mesa pra entregar o pedido…
Como queria papear com aquela gostosa e ver se conseguia o número dela, resolvi sentar numa mesa perto do balcão, assim ela ficaria perto de mim quando não estivesse atendendo ninguém…
Quando ela veio entregar meu pedido, viu que eu não estava mais na mesa, e… Ela deu um pequeno susto, mas quando continuou girando, me encontrei bem do lado dela…
— Você trocou de mesa, pensei que tinha ido embora e me deixado com o café pronto…
— Desculpa não ter avisado… mas é melhor eu ficar aqui… assim você não anda demais…
— Sem problema…
Enquanto ela deixava o café e as medialunas na mesa, pude ver que o decote que ela usava mostrava um par de peitos enormes, e quando ela se abaixou, vi o canalho que se formava entre eles, e isso me deixava louco de tesão…
— Muita gente nesse horário da manhã — comentei…
— Geralmente os mesmos de sempre — ela se aproximou do meu ouvido e falou — a maioria uns velhos tarados que só querem olhar pra sua bunda, e se possível, passar a mão…
Aquela posição me dava uma vista privilegiada dos peitos dela. E me enlouquecia…
— Por sorte, você é jovem e gostoso… e não me incomoda que você olhe — ela disse, e sorriu.
Eu não sabia o que fazer, o comentário me deixou gelado… não tinha percebido que era tão óbvio… Mas não podia ficar pra trás, já que ela não ficou brava, pelo contrário, jogou a deixa na esportiva… e se eu passasse por otário, com certeza não ia pegar o número dela.
— Então quer dizer que posso olhar e também passar a mão? — falei — HAHAHA
— Bom, também não é assim, acabei de te conhecer e nem sei seu nome… hahaha
— Isso não é problema, meu nome é Román…
— Prazer, sou Daniela…
— Que nome lindo você tem… — papo furado velho como esse não existe, mas sempre ajuda…
— Obrigada — ela disse e foi pra outra mesa que a chamava…
Ela saiu andando na direção de onde a chamavam, e rebolava a bunda de um jeito bem exagerado, e depois de alguns passos olhou pra trás e sorriu…
Vi que os ocupantes da mesa eram dois caras de uns 50 e poucos anos, e um deles colocou a mão na coxa dela e começou a subir até roçar a bunda dela… Ela nem se mexeu, o costume fazia ela ignorar os toques leves… Mas como não houve uma negativa, o velho continuou com os toques, cada vez mais ousados. Ele colocou a mão na bunda da garota e apertou de leve… Ela se mexeu pra ele parar, mas só fez o cara mover a mão e passar o dedo indicador entre as duas nádegas que se marcavam no jeans… O dedo foi de cima até embaixo e entrou entre as pernas dela, onde ela, sutilmente, pegou a mão do homem e tirou. Nisso, vejo que pagam ela e ela sai pro caixa…
Volta pro caixa e entrega o dinheiro, e ao receber o troco, dobra e guarda no bolso… Viro a cabeça e vejo os homens saindo…
Uma voz me assustou, era a Dani, falando comigo…
- Desculpa, não te ouvi… - respondi.
- Kkkk, em que você ficou pensando?…
- Em nada… ah, sim, em como você deixa esses velhos te apalparem…
- Já cansei disso, mas você se acostuma… no começo eu olhava pra eles com cara de ódio, ficava muito mal, chegava em casa puta da vida, e chorava de impotência. Um dia xinguei eles e quem levou bronca fui eu, quase perdi o emprego, e eu realmente preciso, a grana. Acabei aceitando, e deixo eles fazerem enquanto não for muito na cara.
- Mas ele te apalpou como se você fosse uma puta barata…
- E quase que eu sou…
- Por que você diz isso?
- Porque com o tempo percebi que quanto mais tocam, mais gorjeta dão… e como te falei, tô precisando da grana. - Notei os olhos dela enchendo de lágrimas. - Então sou uma slut barata…
- E você não contou pro seu chefe?
- Contei, mas ele liga pra grana, não pras pessoas. E não deu muita bola. Esses clientes são de sempre e têm muito dinheiro, e se pra eles continuarem vindo ele tem que entregar a própria mulher, ele faz…
Nisso, chamam ela de outra mesa, um par de mulheres, da minha idade mais ou menos, uma loira, ou pintada, e com uns quilinhos a mais, mas muito gostosa, e outra morena escura com um corpo de modelo… Por algum motivo, eu achava a cara delas conhecida, e mesmo tentando por uns minutos, não conseguia lembrar de onde. Acabei concluindo que era impressão minha, e parei de pensar nisso.
Nisso, vejo Dani, que alcança as coisas pras duas... E aí me veio na cabeça o que ela tava me contando, e nisso pensei em fazer um boletim de ocorrência por assédio contra aqueles caras... Nisso, a moça volta pro meu lado...
- Precisa de mais alguma coisa??
- Tô de boa por enquanto...
- Ok.
- Você me deixou sem palavras. – falei sem olhar pra ela.
- Perdão???
- Que você me deixa sem palavras com o que me contou.
- Tá tudo bem...
- Por que você não faz uma denúncia na polícia?
- Cê tá louco... vão me foder!!!
- E se eu fizer...
- Não não... deixa as coisas como tão...
- Não sei o que te dizer, muito menos faço ideia de como te ajudar.
- Só de poder falar com alguém já basta...
As meninas chamam ela de novo... Nisso, olho a hora e tava quase no limite, e não tinha conseguido puxar o número de telefone dela... então me vem uma ideia, que podia ajudar nós dois. Ela volta e peço a conta, ela fez sinal que sim, e veio com a conta pronta.
- Aqui está a conta – e me entrega um comprovante.
- Posso te ajudar, acionando algum contato, pra ver se consigo um trampo pra você num lugar melhor. – falei enquanto pagava.
- Sério??
- Claro que sim, mas ia precisar de algumas referências ou dados pessoais.
- Já te passo tudo agora.
- O problema é que já tenho que ir, mas se você me der seu número (o que eu queria) a gente pode continuar em contato, ou se encontrar em algum lugar pra conversar e ver algo mais...
- Hmm... sei não... isso é papo furado.
- Tô falando sério, se quiser posso fazer algo...
- Tá bom... Já te trago anotado, e assim anoto o seu.
Ela me entregou o papel já com o número dobrado, vi que tinha o número e mais alguma coisa, que não liguei, e passei o meu. Paguei, deixando uma boa gorjeta pra Dani, e fui pro colégio. Ao sair, olho o número e atrás tava escrito "Obrigada por ser tão fofo. Dani"
Ao entrar no colégio, cruzo com a diretora, que me cumprimenta e pergunta pela minha mulher, que tavam esperando pra trocar a Juli,
- A Leti tá de cama, Então vou eu mesmo cuidar disso... Mesmo sem ter muita ideia...
- Ok, sem problema, é que tão te esperando... Qualquer coisa me avisa que uma das mães te ajuda...
- Valeu...
Respondi e continuei andando até a sala da minha filha, e quando entrei, todas me olharam. A professora se aproximou e me levou até onde a Juli estava.
- Viu que ele veio? - comentou a professora pra Juli, enquanto enxugava uma lágrima dela - Já tava preocupada que você não vinha.
A professora é muito atenciosa e simpática, com um corpão bem cuidado, dá pra ver que malha, mas com o avental não fica muito exibido.
Ela se afastou de mim, e comecei a trocar a minha filha, essa parte foi bem fácil, mas na hora de fazer as tranças, complicou pra caralho, e lembrando do conselho da minha esposa e da diretora, comecei a pedir ajuda.
Aí percebi que as mulheres do bar estavam na mesma sala que eu, por isso que eu conhecia elas, são mães das amigas da Juli. Cheguei perto da loira, cumprimentei e perguntei se ela não me dava uma força com o problema.
- Kkkk, já vou te ajudar.
- Valeu.
- Cê tava no bar a duas quadras daqui, né?
- Sim, vocês também.
- E não pensou em dar um oi? - outra voz me interrompeu por trás. Quando virei, vi a morena.
- Eu vi que vocês eram conhecidas, mas não tinha certeza se eram vocês, fiquei com vergonha de chegar perguntando.
- O que acontece, Lúcia, é que com a moça que ele tinha atendendo, não precisava reparar em umas coroas como a gente. - comentou a loira.
- Pena que ele perdeu a experiência, Belém, kkkk... - riram de forma safada.
- Por favor, não levem a mal. Não foi minha intenção.
- Eu faço as tranças da menina - falou Lúcia e saiu.
- Mesmo assim você pegou o número dele, vai fazer o quê com isso?..
- É pra dar uma mão com o trabalho, não pensa mal, Belém...
- Quem tá pensando mal é você, eu só perguntei.
- Quero ajudar ela, porque enchem muito o saco dela..
- E você deve ter sido um deles...
Nessa hora, a loira se aproximou de mim e pegou na minha rola. por cima da calça. e começou a me acariciar.
- Você gosta de ser tocada em público?...
- Tem Gente...
- Viu que você também não curte... Mas você tem ela bem grande, a gente devia se encontrar um dia, assim as meninas brincam e a gente... bom... brinca também.
Tudo isso ele me dizia no ouvido e não soltava minha pika... E quando se afastou, meu volume já tinha começado a marcar, coisa que a professora notou, acho que viu tudo que rolou, e quando percebeu que eu tinha flagrado ela olhando pro meu volume, ficou vermelha e saiu andando, e começou a juntar as crianças pra formar.
O atraso começou tarde, eu estava encostado numa parede no fundo, porque não gostava de ficar na frente. Nisso vejo que Belén estava saindo, e que Victoria (A Profe) seguia ela de perto, mas não dei muita importância. Lucia estava do meu lado e, disfarçadamente, começou a passar a mão na minha pika, pelo visto as duas amigas estavam meio insatisfeitas...
Já excitado pelo apalpão que tinha recebido da loira, e ver como meteram a mão na moça, me fez perder a cabeça. Me movi pra trás da Lu, e encostei as costas na parede. Peguei ela pela cintura e encostei a bunda dela na minha pika. Comecei a fazer movimentos leves e a me esfregar nela, enquanto minhas mãos deslizavam por baixo da blusa dela e pegavam nos peitos firmes por cima do sutiã. Decidi soltar ele, e com uma mão comecei a apertar os bicos dela, duros que mostravam o nível de excitação da mãe, e com a outra desci pro jeans dela e, soltando o botão, enfiei a mão por baixo da calcinha fio dental. Minha mão foi direto pro clitóris dela, onde eu acariciava e esfregava. Dava pra sentir que ela tava muito molhada e enfiei um dedo na buceta dela... e ela soltou um suspiro, que ninguém se interessou em reparar.
A bunda dela se esfregava em mim e uma das mãos dela tinha libertado minha pika e brincava com ela... assim até quase chegar no ponto máximo, onde parei de acariciar o corpo dela, e de outra vez, abaixei a calça da Lu e fiz ela abrir um pouco as pernas. Peguei minha pika e encaixei como pude. na entrada da buceta dela,
- Não, por favor, ela sussurrava...
- Sim, quero gozar dentro. - e enfiei, enquanto tapava a boca dela.
Gerava um tesão único, estar comendo em público, o que fez com que com uns dois bombadas eu gozasse dentro dela... ela passou a mão na buceta e levou uma mistura de porra e sucos vaginais à boca. Aproveitei pra arrumar a roupa dela, e me arrumar também.
Ela se virou e no meu ouvido comentou:
- Adorei fazer isso... anota meu número pra gente continuar em casa, total que eu fico sozinha a semana toda...
Quando fui pegar meu celular, percebi que tinha deixado com a roupa da Juli.
- Anota o meu, e me manda um zap... que deixei na sala...
Passei o número, e saí pra buscar meu telefone, mas antes ela me deu um beijo bem profundo... dava pra ver a necessidade que ela tinha de ser possuída. Mas, mesmo achando que ninguém tinha visto o que rolou, um par de olhos tinha estado ali, atento a tudo...
No caminho pra sala, pensei que aquele dia não estava sendo tão ruim. Dani, que tinha me dado o número e eu sabia que podia rolar algo com ela, Belén, que tinha pegado na minha pica, e Lucia, que deixou eu comer ela no meio do ato.
Chegando na sala, ouço barulhos de carteiras se movendo, e espiei pela janela, sem fazer barulho. Pra minha surpresa, Belén e Vico (como ela gostava de ser chamada, a professora), estavam quase totalmente peladas, Vico de sutiã e Belén de tanguinha.
A bunda da professora em cima de uma mesa, e a mãe de joelhos, com a cabeça entre as pernas da amante, pelos gemidos dava pra ver que ela tava curtindo o oral. As mãos da Vico foram pros peitos dela e soltaram os peitões bons da prisão... Os bicos duros eram apertados pelos dedos dela, e os da Belén entravam na buceta da Vico e na própria... minha pica reagiu na hora com aquela cena. E comecei a me masturbar por cima da calça.
Minha cabeça debatia entre entrar e tentar me juntar, ou só ficar olhando. Decidi pela primeira opção, soltei minha pica e, ao pegar a maçaneta, uma mão que não era minha substituiu a minha mão na pica. Pra minha surpresa, Susana, a Diretora, tinha me seguido e tava me dominando.
— Me seguir — consegui falar, e sem muitas opções, fiz o que ela mandou.
Pensei que ia levar uma bronca ou ser denunciado, mas pra minha surpresa, as coisas não foram assim.
— Entra e senta. — E eu obedeci. A porta da diretoria foi trancada. Susana se virou e abriu o decote. A velha, uns 53 anos, não era nada mal, mas nunca tinha olhado pra ela com desejo sexual. Peitões, pernas longas, uma bunda meio flácida, mas boa pra idade dela. Levantou a saia e sentou no meu colo.
— Susana, sou casado...
— Você tava olhando duas mulheres transando, e comeu uma mãe na hora do ato. Não vem com esse papo de "sou casado". — Minha cara ficou perplexa, alguém tinha me visto, e eu não sabia se mais gente podia saber.
— Foi um momento de tesão...
— E eu não te excito o suficiente, ou quer que a gente chame sua mulher e fale pra ela se juntar a nós?
Não respondi nada, só baixei o sutiã bruscamente e enfiei a cabeça entre aqueles dois peitos... Passei a língua por todo o seio, sem tocar nos mamilos. Ela baixou as mãos e liberou minha pica, pegou nela e, com movimentos suaves, começou a subir e descer. Pegou meu rosto e me beijou, enfiando a língua na minha boca, sem hesitar... A gente se separou e ela jogou a cabeça pra trás, eu chupava e mordia os mamilos, e apertava o outro com os dedos. Ficamos assim um tempo até ela pedir pra ser penetrada... Tentou se levantar, mas não deixei, enfiei a mão por baixo da saia e rasguei a calcinha molhada que ela tava usando. Ajeitei minha pica na entrada e ela se deixou cair com violência, o que fez a gente gritar junto...
Eu segurava ela pelos peitos, e ela cavalgava que nem uma louca... E depois de uns minutos, tirei ela de cima de mim, e a gente levantou. Na minha cabeça, já tinha decidido que ia arrebentar a bunda dela, e era isso que eu ia fazer. Apoiei os peitos dela no vidro da mesa, me abaixei atrás dela e Comecei a passar minha língua da buceta dela até o cu... Depois de repetir várias vezes, passei bem a língua no rabo dela e meti dois dedos...
- Não... por trás não...
- Eu quero e vou ter... - E continuei com meu jogo... Depois de alguns minutos, me levantei e coloquei a ponta contra o buraquinho dela, e aos poucos começou a dilatar e entrar... quando a cabeça passou pelo anel, ela soltou um grito de dor que foi abafado pela mão dela...
Com movimentos leves, ela foi se acostumando e relaxando, até que consegui me mexer sem nenhuma restrição... O ritmo foi aumentando e a dor virou prazer, a ponto dela pedir para eu não parar... Antes de gozar, avisei e tirei, ela tentou se virar, mas meti na buceta dela e gozei dentro...
- Eu queria na minha boca...
- Não dá pra ter tudo, Susy... Você vai querer chupar agora...
- Sim, me dá...
Tirei e a velha se virou e meteu na boca dela, desesperada... A mistura de sucos, porra e suor, ela adorou demais... Me deixou limpo e continuou juntando tudo que podia da buceta dela...
Susana sabia muito bem o que fazia, a experiência dela era superior a muitas mulheres com quem já tinha estado...
- Vamos continuar com isso...
- Não, Susy, não podemos...
- Se o problema é sua mulher, fica tranquilo que eu convenço ela, do mesmo jeito que te convenci... Agora tchau... o ato acabou e você tem que levar sua filha pra casa.
Ela abriu a porta e eu saí pra buscar minha filha e as coisas... Lembrei do que vi na sala de aula... mas já não estavam mais lá. Peguei as coisas e fui procurar a Juli... Quando encontrei, peguei na mão dela, nos despedimos da Tia Vico e fomos pra casa.
Saudações
6 comentários - Dia inesperado na escola da minha filha...
gracias por compartir!
Pero rapido antes de que alguien robe la idea, te dejo 10 puntines para que veas que soy bueno ja 😀