Día inesperado en el colegio de mi hija...

E aí, galera, esse é meu primeiro e acho que último relato. A história é inventada... Então espero que vocês curtam...A noite foi tediosa e muito longa, por causa da gripe que minha mulher pegou, o que não me deixou dormir, já que ela também não dormia. Cuidei dela a noite toda, e por volta das 5 da manhã, peguei no sono, mas só por umas duas horas, tinha que levar a Juli para a escola e prepará-la para a apresentação do dia da tradição…

Por sorte minha mulher tinha me explicado tudo e me instruído sobre o que fazer, e o que não fazer… e em todo caso, alguma mãe das amiguinhas da minha menina poderia me ajudar se eu pedisse…

Chegada a hora, levo minha filha para a escola, estava quase dormindo no caminho, e depois de um tempo, finalmente chegamos. Deixo a Juli com a professora, e fico esperando pela região, já que a apresentação começava por volta das 11 e só uma hora antes começavam os preparativos.

Me aproximo de um café, onde tinha algumas pessoas, algumas lendo jornal, e outras com seus celulares ou tablet, ou compartilhando uma conversa com outras pessoas.

Decido me sentar perto da janela. E aí se aproxima a garçonete, uma jovem de uns 23 anos, muito gostosa, e pensei em passar a manhã um pouco melhor puxando algum tipo de conversa com ela… Desde que ela estivesse livre…

- Bom dia, senhor, o que deseja tomar…

- Ai… como assim senhor? Não sou tão velho…

- Desculpe, mas é costume, sempre nos dirigimos formalmente aos clientes.

- Tudo bem, te entendo, trabalhei alguns anos no ramo, e sei como é… mas isso foi há muito tempo, quando era jovem… hahaha, mas por favor me trata por "você"...

A jovem solta uma risadinha sutil…

- Bom, o que você quer tomar?

- Pode ser um café… Duplo, e um par de croissants.

- Ok, já sei… perdão… já te trago…

A jovem se afasta da mesa e vai entregar o pedido…

Como queria conversar com essa jovem e ver se conseguia fazer ela me passar seu número de telefone, decidi me colocar em uma mesa colada ao balcão, assim ela estaria perto da minha mesa, quando não estivesse atendendo ninguém…

Ao entregar meu pedido, ela viu que eu não estava na mesa, e dei um leve susto, mas ao continuar girando, acabei esbarrando bem ao lado dela...
- Você trocou de mesa, pensei que tinha ido embora e me deixado com o café pronto...
- Desculpa não ter avisado... mas é melhor eu ficar aqui... assim você não anda demais...
- Sem problema...

Enquanto ela deixava o café e os croissants na mesa, pude observar que o decote que usava mostrava um par de peitos generosos, e ao se abaixar, vi o vale que se formava entre eles, e aquilo me deixou com um tesão da porra...
- Muita gente nesse horário da manhã – comentei...
- Geralmente os mesmos de sempre, – e ela se aproxima do meu ouvido e sussurra – a maioria uns velhos tarados que só querem olhar sua bunda, e se possível apertar...

Aquela posição me dava uma vista privilegiada dos seios dela. E me deixava louco...
- Por sorte, você é jovem e atraente... e não me incomoda que me olhe... – ela comentou, e sorriu.

Eu não sabia o que fazer, fiquei gelado com o comentário... não tinha percebido que estava tão na cara... Mas não podia ficar pra trás, já que ela não ficou brava, pelo contrário, jogou o comentário na boa... e se eu agisse como um trouxa, com certeza não pegaria o número.
- Então quer dizer que posso olhar e apertar também... – comentei – KKKK
- Bom, também não é pra tanto, acabei de te conhecer e nem sei seu nome... rsrs
- Isso não é problema, Román é meu nome...
- Prazer, sou Daniela...
- Que nome lindo você tem... – papo furado velho como esse não tem, mas sempre ajuda...
- Obrigada – ela disse e se afastou para atender outra mesa que a chamava...

Ela saiu andando até onde a chamavam, e balançava a bunda de um jeito bem exagerado, e depois de alguns passos olha pra mim e sorri...

Vejo que os ocupantes da mesa eram dois homens de uns 50 e poucos anos, e que um deles colocou a mão na coxa dela e começou a subir até quase tocar a sua bunda... Ela não se abalou, o costume a fazia ignorar os toques mais leves... Mas como não houve uma negativa, o velho continuou com os toques, cada vez mais ousados. Apoiou a mão na bunda da garota e apertou de leve... Ela se mexeu para que ele parasse, mas só conseguiu que o homem movesse a mão e passasse o dedo indicador entre as duas nádegas que marcavam o jeans... O dedo foi de cima até embaixo e entrou entre suas pernas, onde ela, sutilmente, pegou a mão do homem e a afastou. A isso vejo que pagam e ela sai para o caixa...

Volta para o caixa e entrega o dinheiro, e ao receber o troco, dobra e guarda no bolso... Virei a cabeça e vi que os homens estavam indo embora...

Uma voz me assustou, era a Dani, que falava comigo...

- Desculpa, não ouvi... - respondi.

- Hahaha, no que você ficou pensando?...

- Em nada... ah, sim, em como você deixa esses velhos passarem a mão...

- Já estou cansada que façam isso, mas a gente se acostuma... no começo eu olhava com cara de ódio, e ficava muito mal, chegava em casa com muita raiva, e chorava de impotência. Um dia xinguei eles e me chamaram atenção, e quase perdi o emprego, e eu preciso muito, tipo, preciso da grana. Acabei aceitando, e deixo que façam enquanto não seja muito na cara.

- Mas ele te pegou como se você fosse uma puta barata...

- E quase que sou...

- Por que diz isso?

- Porque com o tempo percebi que quanto mais pegam, mais gorjetas dão... e como te falei, preciso da grana. - Notei como os olhos dela se encheram de lágrimas. - Então sou uma vadia barata...

- E pro seu chefe você não contou?

- Contei, mas ele só liga pro dinheiro, não pras pessoas. E não deu muita bola. Esses clientes são de sempre e têm muito dinheiro, e se pra eles continuarem vindo ele tiver que entregar a mulher, ele entrega...

Nisso a chamam de outra mesa, um par de mulheres, da minha idade mais ou menos, uma loira, ou pintada, e com uns quilinhos a mais, mas muito gostosa, e outra morena escura com um físico digno de modelo... Por alguma razão via cara conhecida, e apesar de tentar por alguns minutos, não conseguia lembrar de onde. Cheguei à conclusão que devia ser coisa da minha cabeça, e parei de pensar nisso.

Nisso vejo que... Dani que atende as duas... E me veio à mente o que você me contou, e aí pensei em fazer uma denúncia de assédio sobre esses homens... Nisso a moça volta ao meu lado...
- Precisa de mais alguma coisa??
- Estou bem por enquanto...
- Ok.
- Você me deixou sem palavras. - comentei sem olhar para ela.
- Como é???
- Que você me deixa sem palavras com o que me contou.
- Tá tudo bem...
- Por que não faz uma denúncia na polícia?
- Você tá louco... vão me demitir!!!
- E se eu fizer...
- Não não... deixa as coisas assim...
- Não sei o que te dizer, nem muito menos me ocorre como te ajudar.
- Poder conversar com alguém já é suficiente...
As garotas a chamam de novo... Nisso vejo a hora e estava quase no limite, e ainda não tinha conseguido pegar o número de telefone dela... então me ocorre uma ideia, que poderia acabar nos ajudando os dois. Ela volta e peço a conta, ela fez sinal que sim, e veio com a conta pronta.
- Aqui está a conta - e me entrega um ticket.
- Posso te ajudar, movendo algum contato, para ver se consigo um trampo pra você em outro lugar um pouco melhor. - Comentei enquanto pagava.
- Faria isso??
- Claro que sim, mas iam precisar de algumas referências ou dados pessoais.
- Agora te passo tudo.
- Esse é o problema, que tenho que ir já, mas se me der seu número (o que eu queria) podemos manter contato, ou nos encontrar em algum lugar pra conversar e ver algo mais...
- Hmm... não sei... isso é papo furado.
- Falo sério, se quiser posso fazer alguma coisa...
- Tá bom... Já te trago anotado, e assim anoto o seu.
Ela me alcançou o papel já com o número e dobrado, vi que tinha o número e algo mais, que não dei importância, e dei o meu. Paguei, deixando uma boa gorjeta pra Dani, me retirei para a escola. Ao sair, olho o número e anotado atrás estava escrito "Obrigada por ser tão fofo. Dani"
Ao entrar na escola me cruzo com a diretora, que me cumprimenta e pergunta pela minha mulher, que a esperavam para que troque a Juli,
- A Leti está de cama, Então vou assumir... Mesmo sem ter muita ideia...
- Ok, sem drama, é que estão te esperando... Qualquer coisa me avisa e alguma das mães te ajuda...
- Obrigado...

Respondi e continuei andando até a sala da minha menina, e ao entrar, todas me olharam. A professora se aproximou e me levou até onde estava a Juli.
- Viu que ele veio – comentou a professora para a Juli, enquanto enxugava uma lágrima – Já estava preocupada que você não vinha.

A professora é muito atenciosa e simpática, com um bom físico, que dá pra ver que ela cuida, mas com o avental não exibe muito.
Ela se afasta do meu lado, e começo a trocar minha filha, essa parte foi bem fácil, mas na hora de fazer as tranças, me compliquei mais do que tudo, e lembrando o conselho da minha esposa e da diretora, comecei a buscar ajuda.

Foi aí que percebi que as mulheres do bar estavam na mesma sala que eu, e por isso as conhecia, são mães das amigas da Juli. Me aproximo da loira e, cumprimentando, pergunto se não me ajuda com meu problema.
- Hahaha, sim, já te ajudo.
- Obrigado.
- Você estava no bar daqui a duas quadras, não foi???
- Sim, vocês também.
- E não pensou em nos cumprimentar. – Outra voz me interrompeu pelas costas, e ao me virar vejo a garota de cabelo castanho.
- Vi caras conhecidas, mas não tinha certeza se eram vocês ou não, fiquei com vergonha de ir perguntar.
- O que acontece, Lúcia, é que com a gostosa que ele tinha atendendo, não precisava reparar nuns velhas como a gente. – Comentou a loira.
- Pena que ele perde a experiência, Belén, hahaha... – Riram de forma maliciosa.
- Por favor, não levem a mal. Não foi minha intenção.
- Eu faço as tranças da menina – comentou Lúcia e saiu.
- Mas mesmo assim você pegou o número dela, o que vai fazer com isso?..
- É pra dar uma mão com o trabalho, não pense mal, Belén...
- É você que tá pensando besteira, eu só perguntei.
- Quero ajudá-la, porque a assediam muito...
- E você deve ter sido um deles...

Nesse instante, a loira se aproximou de mim e agarrou meu pau. por cima da calça. e começou a me acariciar.
- Gosta que te toquem em público?...
- Tem crianças...
- Viu que você também não gosta... Mas você tem uma rola enorme, a gente devia marcar um dia, assim as meninas brincam e nós... bom... brincamos também.

Tudo isso ele me dizia no ouvido e não soltava meu pau... E quando ele foi embora, meu volume já estava começando a marcar, coisa que a professora notou, acho que ela viu tudo o que aconteceu, e quando percebi que ela estava olhando meu volume, ela ficou corada e saiu andando, começando a reunir as crianças para formar.

O acote começou atrasado, eu estava encostado numa parede no fundo, já que não gosto de ficar na frente. Aí vejo que Belén estava saindo, e que Victoria (a Profe) estava seguindo ela de perto, mas não dei muita importância. Lucia estava ao meu lado e, disfarçadamente, começou a meter a mão no meu pau, pelo visto as duas amigas estavam meio insatisfeitas...

Já excitado pelo apalpão que recebi da loira, e vendo como meteram a mão na moça, me fez perder a cabeça, me mexi para atrás da Lu, e encostei as costas na parede. Peguei ela pela cintura e encostei a bunda dela no meu pau. Comecei a fazer movimentos leves e a esfregar nela, enquanto minhas mãos deslizavam por baixo da blusa e agarravam os seios firmes por cima do sutiã. Decidi soltá-lo, e com uma mão comecei a apertar os mamilos, duros que mostravam o grau de excitação da mamãe, e com a outra desci para o jeans dela, abri o botão e meti minha mão por baixo da calcinha, minha mão foi direto no clitóris, onde acariciava e esfregava. Dava pra ver que ela estava bem molhada e enfiei um dedo na buceta... e ela soltou um suspiro, que ninguém se interessou em observar.

A bunda dela esfregava em mim e uma das mãos dela tinha soltado meu pau e estava brincando com ele... assim até quase chegar no ponto máximo, quando parei de acariciar o corpo dela, e por trás, abaixei a calça da Lu e fiz ela abrir um pouco as pernas. Peguei meu pau e posicionei como pude. na entrada da sua buceta,
- Não, por favor, sussurrava...
- Sim, quero gozar dentro. - e enfiei nela, enquanto tapava sua boca.
Gerava um tesão único, transar em público, o que fez que com algumas bombadas eu gozasse dentro dela... ela passou a mão na ppk e levou uma mistura de porra e fluidos vaginais à boca. Aproveitei para arrumar a roupa dela, e me ajeitar.
Ela se virou e no meu ouvido comentou.
- Adorei fazer isso... anota meu número pra gente continuar em casa, no fim das contas eu fico sozinha a semana toda...
Quando procurei meu celular, percebi que tinha deixado com as roupas da Juli.
- Anota o meu, e me manda um whatsapp... deixei ele na sala...
Passei o número, e saí pra buscar meu telefone, mas antes ela me deu um beijo bem profundo... dava pra ver a necessidade que ela tinha de ser possuída. Mas mesmo achando que ninguém tinha visto o que aconteceu, um par de olhos esteve atento a tudo...
No caminho pra sala pensava que aquele dia não estava sendo tão ruim. Dani que tinha me dado o número e eu sabia que podia ficar com ela, Belén que tinha agarrado meu pau, e Lucia que me deixou comer ela no meio do evento.
Chegando na sala, ouvi barulhos de cadeiras, que se moviam, e me espreitei pela janela, sem fazer ruído. Para minha surpresa, Belén e Vico (como ela gostava de ser chamada, a professora), estavam quase totalmente nuas, Vico de sutiã e Belén de calcinha.
A bunda da professora sobre uma mesa, e a mãe de joelhos, com a cabeça entre as pernas de sua amante, pelos gemidos dava pra ver que ela estava curtindo o sexo oral. As mãos de Vico foram até seus peitos e libertaram seus belos seios da prisão... Seus mamilos duros eram apertados por seus dedos, e os de Belén entravam na vagina de Vico e na própria... meu pau reagiu àquela cena. e comecei a me masturbar por cima da calça.
Minha cabeça debatia entre entrar e tentar me juntar, ou só me limitar a observar. Decidido pela primeira opção, solto meu pau e ao pegar a maçaneta uma mão que não era minha substituiu minha mão no pau. Para minha surpresa, Susana, a Reitora, tinha me seguido e me tinha à sua mercê.
- Me seguir - consegui dizer, e sem muitas alternativas, obedeci.
Pensei em uma bronca ou denúncia, mas para minha surpresa, as coisas não foram assim.
- Passe e sente-se. - O que eu fiz. A porta da Reitoria foi trancada com chave. Susana se virou e abriu o decote. A velha, uns 53 anos, não estava nada mal, mas nunca a tinha olhado com desejo sexual. Tetas grandes, pernas longas, uma bunda um pouco flácida, mas boa para a idade dela. Ela levantou a saia e sentou sobre minhas pernas.
- Susana, sou casado...
- Você estava olhando duas mulheres fazendo sexo e comeu uma mãe no meio do ato. Não enche com essa de "sou casado". - Minha cara ficou perplexa, alguém tinha me visto, e eu não sabia se outros poderiam saber.
- Foi um momento de tesão...
- E eu não te esquento o suficiente, ou quer que a gente chame sua mulher e diga para ela se juntar a nós...
Não dei nenhuma resposta, só puxei o sutiã bruscamente e enfiei minha cabeça entre aqueles dois anões... tirei a língua e passei por todo o seio, sem tocar nos mamilos. Ela baixou as mãos e libertou meu pau, pegou ele e com movimentos suaves começou a subir e descer. Pegou meu rosto e me beijou, enfiando a língua na minha boca, sem hesitar... nos separamos e ela deixou a cabeça cair para trás, eu chupava e mordia os mamilos, e o livre apertava com meus dedos. Assim por um tempo até que ela pediu que a penetrasse... tentou se levantar, mas não deixei, enfiei minha mão debaixo da saia e rasguei a calcinha molhada que ela usava. Acomodei meu pau na entrada e ela se deixou cair de forma violenta, o que fez os dois gritarmos...
A agarrava pelas tetas, e ela cavalgava como uma selvagem... e depois de alguns minutos, tirei ela de cima de mim, e nos levantamos. Na minha cabeça tinha surgido a ideia de arrombar o cu dela, e era isso que eu ia buscar. Apoiei as tetas dela no vidro da escrivaninha, me agachei atrás dela e de comecei a passar minha língua da buceta até o cu dela... Depois de repetir várias vezes, passei bem a língua pelo cú e penetrei com dois dedos...
- Não... por trás não...
- Eu quero e vou ter... - E continuei com meu jogo... Depois de alguns minutos parei e coloquei a ponta contra o buraquinho, e aos poucos começou a dilatar e entrar... quando a cabeça conseguiu passar pelo anel, ela soltou um grito de dor que foi abafado pela própria mão...
com movimentos leves ela foi se acostumando e relaxando, até que pude me mover sem restrição nenhuma... O ritmo foi aumentando e a dor se transformou em prazer, a ponto de ela pedir para não parar... Antes de gozar avisei e tirei, ela tentou virar mas enfiei na ppk e gozei dentro dela...
- Queria na minha boca...
- não dá pra ter tudo, Susy... Quer chupar agora...
- Sim, me dá...
Tirei e a veia virou e meteu na boca desesperada... A mistura de fluidos, porra e suor, ela adorou... Deixou bem limpinha e ainda ficou lambendo tudo que conseguia da vagina dela...
Susana sabia muito bem o que fazia, sua experiência era superior a de muitas mulheres com quem eu tinha estado...
- Vamos continuar com isso...
- Não, Susy, não podemos...
- Se o problema é sua mulher, fique tranquilo que posso convencê-la, como fiz com você... Agora tchau... o ato terminou e você tem que levar sua filha para casa.
Ela abriu a porta e eu saí em busca da minha filha e das coisas... Lembrei do que vi na sala... mas já não estavam mais. Peguei as coisas e procurei pela Juli... Quando a encontrei, peguei na mão dela, nos despedimos da tia Vico e fomos para casa.

Saudações

6 comentários - Día inesperado en el colegio de mi hija...

kramalo +1
esta muy bueno.. inventada y todo....pero si sos argento..no podes poner "la polla".... a menos que....ejem.. lo hagas copiado de otro lado....vamooooooss...!!
Desde ya gracias por la buena onda, y aplicare la sugerencia... saludos....
El relato esta bueno, pero tendrias que terminar de sacarle el galleguismo.
Gracias por el comentario y la buena onda... voy a implementar sus consejos... Saludos
Muy bueno!
gracias por compartir!
Gracias por leerlo y comentar... Saludos...
Hola,me gusto bastante el relato, seria bueno que le des una continuacion al relato por partes, con cada una de las protagonistas, saludos y espero una nueva entrega
Gracias por comentar... La idea de continuarlo lo tengo, pero vere que pasa... Saludos
Esta muy buena la historia, creo que tenes material suficiente como para dar continuidad y dividirla en varias partes, la moza, una madre la otra, la mae "vico" etc...
Pero rapido antes de que alguien robe la idea, te dejo 10 puntines para que veas que soy bueno ja 😀