Fala, galera! De volta com meus contos. Eu já contei pra vocês que do clube onde a gente jogava futebol fomos expulsos na base do chute no rabo e tivemos que arrumar outro lugar pra nos abrigar. Esse conto vai falar sobre esse novo lugar e o que rolou com essa gatinha simpática!!!
Depois de uns dois meses rodando até achar um lugar, a gente conseguiu. Era um pouco longe de casa, e eu tinha voltado pra casa nesse meio tempo. A gente foi umas duas sextas e foi atendido por um cara muito bonachão, gente boa. A gente bebia de boa. Numas duas sextas eu não fui, porque por causa do trampo não me deixaram ir. Quando voltei, já comecei a levar meu filho (claro, mandado pela bruxa pra saber do que a gente falava até tão tarde numa reunião de homens). Foi aí que eu vi ela: era uma boneca, mas estilo wachiturra. Daiana (o nome dela), 1,70, cabelo preto, peito 90, raba bem mais que redonda, corte rocker (franjinha) e um sorriso que você comprava até um carro pegando fogo se ela te vendesse...
Passei por lá, olhei pra ela, ela me olhou, e foi na hora. Me apaixonei na mesma hora. O único problema é que ela tava no meio de 38 mil homens atendendo. Segui direto pra quadra, jogamos, terminamos, vestiário no meio do caminho, fomos tomar algo e comer. Foi quando cheguei no balcão:
Eu: — Oi, me dá uma cerveja, uma co... e pra comer, o que tem?
Ela: — Oi, tudo bem? Não sei se te parece, mas vamos nos apresentar. Eu me chamo Daiana, sou a mina que atende nas mesas, atrás do balcão, cozinho, faço de tudo um pouco...
Eu: — Que educação a minha, sou Ricardo, meus amigos me chamam de Ricky...
Ela: — Ahhh!!! Você é o famoso Ricky!!! Me falaram pra tomar cuidado com você, que você é muito safado...
Eu me virei e gritei pros meus amigos: — Seus putos, o que vocês falaram pra senhorita sobre mim?
Eu: — Que gente ruim, não acredita neles, não sou o que te disseram.
(Ela ria com aquela boca que me fazia esquecer de tudo)
Ela: — Que simpático você é, gostoso!!! (Nessa hora, meu amigo já tava com uma cara de bunda...)
Ela me olhou e disse: — Não esquenta, eu preparo e levo na sua mesa o pedido. Eu só falei "obrigado" e fui pra mesa. Ela trouxe o pedido e não passou disso...
A gente continuou indo naquele lugar, e eu continuei falando com ela. Beijinhos daqui, beijinhos dali, mas como sempre meu filho vinha junto, então só dava pra bater papo mesmo, não passava disso. Eu ia jogando uns verdes pra ela, e ela, sem mais, me enchia o saco, mas fazia isso na maciota pra que meu filho não me dedasse pra bruxa. Um dia ela apareceu com uma tatuagem nova, sabe quando eles envolvem com plástico filme? Não sei pra que serve, acho que pra evitar infecção, e eu perguntei...
Eu: — Quando você fez, doeu?
Daiana: — Perdão!!! Desde quando tanta intimidade?
Eu: — Ué, eu tava falando da sua tatuagem?
Daiana: — (Olha pra tatuagem e ri) Ai, que burra, desculpa, nem sei o que pensei.
Eu: — Vai saber o que passou nessa cabecinha louca...
Daiana: — Nãão... pensei que você tava falando de sexo.
Eu: — Como é que eu ia perguntar isso, mas se quiser me contar, não vou ficar bravo... hahaha!!!
Daiana: — (Me olhou e chegou perto do meu rosto) Não, papai, já não dói mais, adoro!!!
Eu: — (Engoli seco) Eeeehhh!!! Vou esperar o pedido na mesa...
Saí rapidão pra mesa com a cara bem vermelha, os caras aproveitaram e me zoaram. A gente ia sempre às sextas, eu ficava batendo papo com ela, mas isso me prejudicava porque depois meu amigo contava tudo nos mínimos detalhes pra minha patroa e aí era cada barraco. Até que uma sexta meu filho foi pra farra com os amigos e eu tive minha chance. Nesse dia, entrei, cumprimentei e ela comentou sobre a ausência do meu filho, me olhou fixo e disse: — Olha que hoje tenho que falar com você sobre algo importante!!! Depois a gente conversou, fui jogar, mas só pensava no que ela tinha dito. Perdemos. Quando tava quase acabando o horário do jogo, ela veio avisar a gente e fez sinal pra eu ir. A maioria dos caras foi pro vestiário, eu não, fui direto pro balcão.
Eu: — Fala, Dai, o que cê precisa?
Daiana: — Vem, Ricky, passa pra cozinha, que tô trabalhando!!!
Eu: — Aconteceu algo ruim?
Daiana: — Olha, quero esclarecer uma coisa com você...
Eu: — O que foi???
Daiana: — Eu sei que você tá me dando mole... Onda, e a verdade é que me lisonjeia muito de um homem como você, mais velho que eu, mas eu só tenho 27 anos, tenho namorado, vou me casar com ele e acho que você se confundiu sobre que tipo de garota eu sou...-.
Eu:.-Não entendo a que vem tudo isso?-.
Daiana:.-É que não pense que vai rolar algo entre nós?-.
Eu:.-Ahhhh!!!! era isso?? me assustei, pensei que você tinha um problema de saúde ou familiar... ok. se você diz!!!-.
Virei e saí rápido daquela cozinha, com uma raiva do caralho e me enfiei no vestiário.
Daiana:.-Ricky!!!! ,Ricky!!! ,para ,para-.
Saímos um tempo depois e começaram a pedir, eu me fiz de besta e falei pra um dos caras pedir por mim, via ela que a cada um que atendia não parava de me olhar, foi tanta coisa que os caras começaram a me perguntar o que tava rolando que a mina não parava de me encarar, claro que minha resposta era.-Nada!!-. depois de um tempo ela veio com os pedidos pra nossa mesa (ela se vestia sempre igual, regata curta, sutiã colorido e shortinho jeans cortado bem enfiado na bunda, tênis botinha) ela encostava os peitos em mim ou então deixava a bunda na minha cara, que noite difícil foi aquela, ficou tarde demais pra fechar e ela fala pra gente.-Gurizada, posso pedir um favor? não me ajudam a fechar o clube? hoje fiquei sozinha?-. claro que a gente falou que sim, ela fechou tudo, um dos meus amigos me separa, me dá a chave e fala.- amanhã leva pro meio-dia na oficina-. eu olhei pra ele.-Não, cara, é muita responsabilidade...-., (pensei, bom, agora ia ficar na minha mão a chance de conseguir algo com essa mina), ouvi ela insistindo pro namorado não vir, mas o que menos imaginei foi o que ia rolar naquela noite.......
Fechou tudo e cada um foi pra um lado, eu fui pro carro e ouvi o grito.
Daiana:.-Ricky ,Ricky!!! -.
Eu:.-(Viro e com cara de que foi?) Sim, Sweetie, o que foi? precisa de algo?-.
Daiana:.-Uai, que resposta!!! ,preciso de um favor, pode?-.
Eu:.-SIM, por você, o que for....-. Daiana: —Olha, eu moro pra lá e queria te pedir se você não podia me dar uma carona, porque meu namorado não quer vir me buscar...
Eu: —(Como? Se eu mesmo ouvi quando ele falou pra você não vir) Sim, bora. Não vou pra lá, mas te levo, não vou deixar uma mulher como você andar sozinha na rua, sobe!!
Daiana: —É, mas tenho um problema, você pode me esperar aqui na esquina? Preciso resolver uma parada e depois a gente vai.
Eu: —Mas você não falou que ninguém vem? Tem certeza que não quer que eu te espere aqui???
Daiana: —Fala sério, cara, me obedece!!!!
Não quis discutir e fui pra onde ela mandou. Depois de um tempo, vejo passar uma moto (com certeza era o namorado), ouvi uns gritos dos dois, vi a moto sair rápido. Nisso, ela vem rindo, sobe e diz: —Fala sério, cara, vamo nessa rápido antes que eu me arrependa. Andamos umas quadras, ela me indicou, numa viela bem escura mandou parar, me olhou, eu olhei pra ela e foi automático, a gente se pegou na boca. Eu segurava o rosto dela, beijava, ela começou a passar a mão na minha pica por cima da calça de moletão que eu tava. A gente continuou se beijando, ela desabotoou minha calça, pegou na minha pica e começou a bater uma gostoso pra caralho.
Eu: —Para, para!!! Que porra é essa?
Daiana: —O quê!! Você não quer a mesma coisa que eu? Ou é viado???
Eu: —Não, mas... o que você me falou na cozinha??
Daiana: —Fala sério, cara, agora vai se fazer de difícil??
Eu: —Não quero que me façam de otário, só isso!!!
Daiana: —Então você é viado??
Eu: —É assim!! Então agora você vai ver...
Arriei a calça de uma vez, agarrei ela pela cabeça com uma mão e puxei pra mim, enfiei a pica na boca dela de uma vez, ela nem resistiu, só começou a chupar e engasgar, segurava minhas bolas e engolia tudo. Eu amava como ela chupava, ela ficou um tempão assim até parar e falar:
Daiana: —Ricky, não me faz apaixonar, só me fode!!!
Eu: —Depois que você provar, nunca mais vai me largar.
Ela baixou o shortinho com fio dental e eu vi uma buceta palavra: buceta gostosa, toda depilada, com um cheiro misturado de tutti frutti com mulher no cio. Ela tirou o top, o sutiã, reclinou o banco e ficou de quatro. Antes de comer ela, eu comecei a chupar aquela use a palavra: buceta deliciosa.
Dai: - Aiiii, papai!!! Que língua gostosa você tem...-.
Eu: - Tá gostando, mamãe??-.
Dai: - Sim, Sweetie, continua, como você sabe mexer essa língua, isso, papai, continua, continua, continua, uuuuuhhhh, que delíciaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!-.
Ela começou a tremer e gozou na hora. Eu, claro, tomei todo o suquinho que ela soltou.
Dai: - Me come, Ricky, quero essa cock dentro da minha buceta...-.
Eu passei pro lado dela, me ajeitei atrás dela e, sem me fazer esperar, enfiei até o fundo. Que desconfortável que é o carro, a puta da mãe. Ela se deitou de bruços e eu, fazendo flexões, comecei a meter gostoso.
Eu: - Que use a palavra: buceta gostosa, mamãe, quente, muito quente, quer muita cock e eu vou dar...-.
Dai: - Ai, papai, que ferramenta gostosa você tem, adoro bem fundo, Sweetie...-.
Eu: - Sim, mamãe. Você me deixou tão tesudo que vou gozar sem mais, Sweetie...-.
Dai: - Não goza dentro, Sweetie, não quero engravidar...-.
E, como pude, tirei e joguei toda a cum no cu e nas costas dela. Os jatos espirravam, até na cabeça chegaram. Me ajeitei como deu, estava todo suado e quente porque aquela mina me esquentava demais.
Dai: - Meu amor, você estava carregadinho, Sweetie, me banhou toda...-.
Eu: - Meu amor, quero continuar te comendo, mas deve ser tarde pra caralho.
Dai: - Minha vida, você me acabou, temos que repetir, mas num lugar mais tranquilo e confortável...-.
Foi quando meu phone tocou. E quem era? A jabiru querendo saber onde eu tava. Falei que já ia pra casa e ela não encheu mais. A gente conversou um pouco sobre o que ia rolar daqui pra frente, deixei ela em casa e fui pra minha, morto, mas feliz!!!
Continua......
PS: Não sou ignorante, mas quando a gente joga futebol em campo pequeno, a gente chama de "jogar um fulbo"...
Depois de uns dois meses rodando até achar um lugar, a gente conseguiu. Era um pouco longe de casa, e eu tinha voltado pra casa nesse meio tempo. A gente foi umas duas sextas e foi atendido por um cara muito bonachão, gente boa. A gente bebia de boa. Numas duas sextas eu não fui, porque por causa do trampo não me deixaram ir. Quando voltei, já comecei a levar meu filho (claro, mandado pela bruxa pra saber do que a gente falava até tão tarde numa reunião de homens). Foi aí que eu vi ela: era uma boneca, mas estilo wachiturra. Daiana (o nome dela), 1,70, cabelo preto, peito 90, raba bem mais que redonda, corte rocker (franjinha) e um sorriso que você comprava até um carro pegando fogo se ela te vendesse...
Passei por lá, olhei pra ela, ela me olhou, e foi na hora. Me apaixonei na mesma hora. O único problema é que ela tava no meio de 38 mil homens atendendo. Segui direto pra quadra, jogamos, terminamos, vestiário no meio do caminho, fomos tomar algo e comer. Foi quando cheguei no balcão:
Eu: — Oi, me dá uma cerveja, uma co... e pra comer, o que tem?
Ela: — Oi, tudo bem? Não sei se te parece, mas vamos nos apresentar. Eu me chamo Daiana, sou a mina que atende nas mesas, atrás do balcão, cozinho, faço de tudo um pouco...
Eu: — Que educação a minha, sou Ricardo, meus amigos me chamam de Ricky...
Ela: — Ahhh!!! Você é o famoso Ricky!!! Me falaram pra tomar cuidado com você, que você é muito safado...
Eu me virei e gritei pros meus amigos: — Seus putos, o que vocês falaram pra senhorita sobre mim?
Eu: — Que gente ruim, não acredita neles, não sou o que te disseram.
(Ela ria com aquela boca que me fazia esquecer de tudo)
Ela: — Que simpático você é, gostoso!!! (Nessa hora, meu amigo já tava com uma cara de bunda...)
Ela me olhou e disse: — Não esquenta, eu preparo e levo na sua mesa o pedido. Eu só falei "obrigado" e fui pra mesa. Ela trouxe o pedido e não passou disso...
A gente continuou indo naquele lugar, e eu continuei falando com ela. Beijinhos daqui, beijinhos dali, mas como sempre meu filho vinha junto, então só dava pra bater papo mesmo, não passava disso. Eu ia jogando uns verdes pra ela, e ela, sem mais, me enchia o saco, mas fazia isso na maciota pra que meu filho não me dedasse pra bruxa. Um dia ela apareceu com uma tatuagem nova, sabe quando eles envolvem com plástico filme? Não sei pra que serve, acho que pra evitar infecção, e eu perguntei...
Eu: — Quando você fez, doeu?
Daiana: — Perdão!!! Desde quando tanta intimidade?
Eu: — Ué, eu tava falando da sua tatuagem?
Daiana: — (Olha pra tatuagem e ri) Ai, que burra, desculpa, nem sei o que pensei.
Eu: — Vai saber o que passou nessa cabecinha louca...
Daiana: — Nãão... pensei que você tava falando de sexo.
Eu: — Como é que eu ia perguntar isso, mas se quiser me contar, não vou ficar bravo... hahaha!!!
Daiana: — (Me olhou e chegou perto do meu rosto) Não, papai, já não dói mais, adoro!!!
Eu: — (Engoli seco) Eeeehhh!!! Vou esperar o pedido na mesa...
Saí rapidão pra mesa com a cara bem vermelha, os caras aproveitaram e me zoaram. A gente ia sempre às sextas, eu ficava batendo papo com ela, mas isso me prejudicava porque depois meu amigo contava tudo nos mínimos detalhes pra minha patroa e aí era cada barraco. Até que uma sexta meu filho foi pra farra com os amigos e eu tive minha chance. Nesse dia, entrei, cumprimentei e ela comentou sobre a ausência do meu filho, me olhou fixo e disse: — Olha que hoje tenho que falar com você sobre algo importante!!! Depois a gente conversou, fui jogar, mas só pensava no que ela tinha dito. Perdemos. Quando tava quase acabando o horário do jogo, ela veio avisar a gente e fez sinal pra eu ir. A maioria dos caras foi pro vestiário, eu não, fui direto pro balcão.
Eu: — Fala, Dai, o que cê precisa?
Daiana: — Vem, Ricky, passa pra cozinha, que tô trabalhando!!!
Eu: — Aconteceu algo ruim?
Daiana: — Olha, quero esclarecer uma coisa com você...
Eu: — O que foi???
Daiana: — Eu sei que você tá me dando mole... Onda, e a verdade é que me lisonjeia muito de um homem como você, mais velho que eu, mas eu só tenho 27 anos, tenho namorado, vou me casar com ele e acho que você se confundiu sobre que tipo de garota eu sou...-.
Eu:.-Não entendo a que vem tudo isso?-.
Daiana:.-É que não pense que vai rolar algo entre nós?-.
Eu:.-Ahhhh!!!! era isso?? me assustei, pensei que você tinha um problema de saúde ou familiar... ok. se você diz!!!-.
Virei e saí rápido daquela cozinha, com uma raiva do caralho e me enfiei no vestiário.
Daiana:.-Ricky!!!! ,Ricky!!! ,para ,para-.
Saímos um tempo depois e começaram a pedir, eu me fiz de besta e falei pra um dos caras pedir por mim, via ela que a cada um que atendia não parava de me olhar, foi tanta coisa que os caras começaram a me perguntar o que tava rolando que a mina não parava de me encarar, claro que minha resposta era.-Nada!!-. depois de um tempo ela veio com os pedidos pra nossa mesa (ela se vestia sempre igual, regata curta, sutiã colorido e shortinho jeans cortado bem enfiado na bunda, tênis botinha) ela encostava os peitos em mim ou então deixava a bunda na minha cara, que noite difícil foi aquela, ficou tarde demais pra fechar e ela fala pra gente.-Gurizada, posso pedir um favor? não me ajudam a fechar o clube? hoje fiquei sozinha?-. claro que a gente falou que sim, ela fechou tudo, um dos meus amigos me separa, me dá a chave e fala.- amanhã leva pro meio-dia na oficina-. eu olhei pra ele.-Não, cara, é muita responsabilidade...-., (pensei, bom, agora ia ficar na minha mão a chance de conseguir algo com essa mina), ouvi ela insistindo pro namorado não vir, mas o que menos imaginei foi o que ia rolar naquela noite.......
Fechou tudo e cada um foi pra um lado, eu fui pro carro e ouvi o grito.
Daiana:.-Ricky ,Ricky!!! -.
Eu:.-(Viro e com cara de que foi?) Sim, Sweetie, o que foi? precisa de algo?-.
Daiana:.-Uai, que resposta!!! ,preciso de um favor, pode?-.
Eu:.-SIM, por você, o que for....-. Daiana: —Olha, eu moro pra lá e queria te pedir se você não podia me dar uma carona, porque meu namorado não quer vir me buscar...
Eu: —(Como? Se eu mesmo ouvi quando ele falou pra você não vir) Sim, bora. Não vou pra lá, mas te levo, não vou deixar uma mulher como você andar sozinha na rua, sobe!!
Daiana: —É, mas tenho um problema, você pode me esperar aqui na esquina? Preciso resolver uma parada e depois a gente vai.
Eu: —Mas você não falou que ninguém vem? Tem certeza que não quer que eu te espere aqui???
Daiana: —Fala sério, cara, me obedece!!!!
Não quis discutir e fui pra onde ela mandou. Depois de um tempo, vejo passar uma moto (com certeza era o namorado), ouvi uns gritos dos dois, vi a moto sair rápido. Nisso, ela vem rindo, sobe e diz: —Fala sério, cara, vamo nessa rápido antes que eu me arrependa. Andamos umas quadras, ela me indicou, numa viela bem escura mandou parar, me olhou, eu olhei pra ela e foi automático, a gente se pegou na boca. Eu segurava o rosto dela, beijava, ela começou a passar a mão na minha pica por cima da calça de moletão que eu tava. A gente continuou se beijando, ela desabotoou minha calça, pegou na minha pica e começou a bater uma gostoso pra caralho.
Eu: —Para, para!!! Que porra é essa?
Daiana: —O quê!! Você não quer a mesma coisa que eu? Ou é viado???
Eu: —Não, mas... o que você me falou na cozinha??
Daiana: —Fala sério, cara, agora vai se fazer de difícil??
Eu: —Não quero que me façam de otário, só isso!!!
Daiana: —Então você é viado??
Eu: —É assim!! Então agora você vai ver...
Arriei a calça de uma vez, agarrei ela pela cabeça com uma mão e puxei pra mim, enfiei a pica na boca dela de uma vez, ela nem resistiu, só começou a chupar e engasgar, segurava minhas bolas e engolia tudo. Eu amava como ela chupava, ela ficou um tempão assim até parar e falar:
Daiana: —Ricky, não me faz apaixonar, só me fode!!!
Eu: —Depois que você provar, nunca mais vai me largar.
Ela baixou o shortinho com fio dental e eu vi uma buceta palavra: buceta gostosa, toda depilada, com um cheiro misturado de tutti frutti com mulher no cio. Ela tirou o top, o sutiã, reclinou o banco e ficou de quatro. Antes de comer ela, eu comecei a chupar aquela use a palavra: buceta deliciosa.
Dai: - Aiiii, papai!!! Que língua gostosa você tem...-.
Eu: - Tá gostando, mamãe??-.
Dai: - Sim, Sweetie, continua, como você sabe mexer essa língua, isso, papai, continua, continua, continua, uuuuuhhhh, que delíciaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!-.
Ela começou a tremer e gozou na hora. Eu, claro, tomei todo o suquinho que ela soltou.
Dai: - Me come, Ricky, quero essa cock dentro da minha buceta...-.
Eu passei pro lado dela, me ajeitei atrás dela e, sem me fazer esperar, enfiei até o fundo. Que desconfortável que é o carro, a puta da mãe. Ela se deitou de bruços e eu, fazendo flexões, comecei a meter gostoso.
Eu: - Que use a palavra: buceta gostosa, mamãe, quente, muito quente, quer muita cock e eu vou dar...-.
Dai: - Ai, papai, que ferramenta gostosa você tem, adoro bem fundo, Sweetie...-.
Eu: - Sim, mamãe. Você me deixou tão tesudo que vou gozar sem mais, Sweetie...-.
Dai: - Não goza dentro, Sweetie, não quero engravidar...-.
E, como pude, tirei e joguei toda a cum no cu e nas costas dela. Os jatos espirravam, até na cabeça chegaram. Me ajeitei como deu, estava todo suado e quente porque aquela mina me esquentava demais.
Dai: - Meu amor, você estava carregadinho, Sweetie, me banhou toda...-.
Eu: - Meu amor, quero continuar te comendo, mas deve ser tarde pra caralho.
Dai: - Minha vida, você me acabou, temos que repetir, mas num lugar mais tranquilo e confortável...-.
Foi quando meu phone tocou. E quem era? A jabiru querendo saber onde eu tava. Falei que já ia pra casa e ela não encheu mais. A gente conversou um pouco sobre o que ia rolar daqui pra frente, deixei ela em casa e fui pra minha, morto, mas feliz!!!
Continua......
PS: Não sou ignorante, mas quando a gente joga futebol em campo pequeno, a gente chama de "jogar um fulbo"...
8 comentários - A Buffeteira Gostosa!!!!