Delicioso Incesto - Relato

Claudia tava sentada na penúltima fileira da sala. Tava no quinto semestre de história e o professor Lasallo parecia fazer a aula cada vez mais chata.

Naquele momento, o professor explicava detalhadamente uma invasão dos bárbaros à Roma Antiga, enquanto Claudia se acomodava na carteira e, impaciente pra aula acabar, cruzava as pernas.

Sabia perfeitamente que os olhos de todos os colegas estavam nela; especificamente nas suas pernas macias e delicadas, porque Claudia adorava ir contra o regulamento da escola, que não permitia usar a saia do jeito que ela sempre gostou.

Já tinham dado uma suspensão nela, não deixando entrar na escola uma vez, mas os professores, que na maioria eram homens, nunca chamaram a atenção dela, então a garota continuava fazendo isso.

Claudia levou a ponta da caneta à boca e, fingindo não perceber os vários olhares dos colegas, começou a chupar devagar, provocando neles um montão de pensamentos safados; coisa que ela adorava causar nos homens.

Depois, ficou olhando a mesa da carteira; sempre era interessante ver o que os outros tinham escrito na madeira daquela mesa velha que, por gerações, tinha servido a tantos alunos.

Se deliciou com as escritas escolares e até ficou excitada ao ver os desenhos daqueles enormes membros masculinos rabiscados na mesa.

— Por que os homens fazem desenhos de paus tão exagerados? — se perguntou, sem encontrar resposta dentro de si.

Enquanto continuava inspecionando a mesa da carteira, seus ouvidos começaram a prestar um pouco de atenção no professor e ela não conseguiu evitar refletir sobre a aula. Mas, claro, do jeito dela.

— Será que foi daquelas mulheres romanas? — se perguntava, enquanto imaginava as patricinhas romanas indefesas e cercadas por aqueles animais selvagens que eram os Bárbaros. —Com certeza foram estupradas… —pensou, e na hora veio à mente um sexo selvagem, cruel, impiedoso e de puro prazer pros bárbaros. Com isso, ela se excitou tanto que logo se imaginou de quatro, cercada por um bando de bárbaros que brigavam pra mamar na sua pica e lamber sua buceta com a língua áspera e dura.

A calcinha dela já tava completamente molhada nessa altura.

A garota, de apenas 18 anos, era uma jovenzinha bem problemática. E aquela aula era uma das tantas que ela já tinha repetido três vezes em três colégios diferentes por causa das notas ruins e do comportamento péssimo, incluindo ter sido pega no escritório do diretor mamando na pica dele.

Naquele momento, a linda loira de olhos cor de mel e corpo sensual levantou a mão. Todos os olhares se viraram pra ela, e foi aí que, com a voz entrecortada de tão excitada, a Cláudia falou:

—Posso ir ao banheiro, professor?

O professor Lasallo olhou pra ela e ficou sem fala por um instante:

—Que gostosa essa putinha, se eu chamar ela pra sair e oferecer uma nota boa, vou poder comer ela… afinal, já é maior de idade. —pensou, e na hora lembrou que tava numa sala de aula e os olhos dos alunos esperavam dele uma resposta. —Sim, sim, sim, senhorita, pode ir… —disse, tentando esconder a safadeza.

Mas a Cláudia sabia muito bem as intenções do professor, porque não era a primeira vez que via aquele olhar num homem. E, não satisfeita em saber o que despertava no querido professor, ela se levantou e andou, balançando devagar e sedutoramente a cintura, enquanto sentia todos os colegas devorando ela com os olhos até que, a caminho da porta, ao passar pelo lado do professor Lasallo, Cláudia olhou pra ele com um olhar sedutor, como quem convida ele a segui-la…

Logicamente, o professor não teve outra escolha senão segurar a vontade e ir sentar na cadeira. pra daí continuar dando aula e que não percebessem a puta ereção que aquele olhar tão provocativo tinha causado.

Claudia saiu da sala se perguntando quantas picas duras tinha deixado pra trás. Depois foi até o banheiro, que estava completamente vazio porque naquela hora todo mundo tava na aula, e se trancou em um dos boxes. Pegou o celular, foi nos contatos e selecionou o primeiro nome da lista. Colocou a tampa do vaso, sentou em cima e levou o celular ao ouvido. Aí, enquanto a chamada completava, se certificou de que a porta tava bem fechada e se recostou.

— Alô? — atendeu uma voz masculina, grossa e potente.

— Oi, papai! — sussurrou Claudia.

— Oi, amor, você não tava na escola?

— Tô na escola, papai… — respondeu Claudia. Então levantou um pouco a saia, expondo a virilha, e afastou a calcinha molhada pra deixar a fenda brilhante à mostra. — Fiquei pensando em você a manhã inteira, buceta…

Naquele momento, Claudia sentiu o pai tão perto dela que se molhou ainda mais.

— A porta do seu escritório tá fechada, papai? — perguntou.

— Tá, querida…

Claudia fechou os olhos e, enquanto o dedo indicador já começava a brincar com o clitóris, fazendo ela se contorcer, imaginou o pai no escritório dele.

— Tira o pau pra fora, papai…

Teve uma pausa breve naquele instante e depois:

— Já tirei, Claudia, meu pau tá fora…

Claudia sentia os mamilos endurecerem, lutando pra furar o sutiã. Rapidamente levantou a blusa junto com o sutiã, deixando os peitos nus à mostra, e disse:

— Bate uma pra mim, papai… move essa sua piroca gostosa, grossa, dura e enorme, buceta…

— Claudia, pelo amor, para… tô com a pica tão dura que vou ter que me masturbar e tenho um cliente marcado daqui a poucos minutos.

Claudia enfiou dois dedos na fenda e imediatamente começou a gemer.

— Aaah, papai… preciso tanto de você… hmmm, queria que estivesse comigo. Hmm… papai, você me pegaria aqui mesmo? No banheiro da escola? Foderia sua filha safada com todas as estudantes entrando e saindo de vez em quando?

O pai dela não aguentou mais e bufou de prazer.

-Porra, Claudia… te foderia como um louco se tivesse a chance, filha! Aaahhh

-Estou toda molhada e bem excitada, papai… hmmm… você também está se masturbando? Está massageando aquele seu pau gostoso que você usa pra me comer?

-AAAHHHH… Sim… sim, Claudia… estou fazendo isso HMMM

-Só eu sei o que você gosta, papai… você gosta de me ver de quatro na cama esperando você meter esse seu pau gostoso na minha buceta… se pudesse me ver agora, saberia que dá pra foder aqui mesmo, buceta… a pergunta é: você me foderia no cu ou na minha buceta?

-É uma pergunta muito difícil, filha… AAAHHHH

-Não precisa me responder, papai, porque eu deixaria você me foder dos dois lados… Hmmm me faria gemer como você nem imagina, buceta…

Felipe, o pai da Claudia, se masturbava tão ferozmente que Claudia quase conseguia ouvir a mão do pai subindo e descendo no pau duro dele.

-Estou quase gozando, filha… não vou aguentar mais se continuar ouvindo você falar feito uma putinha…

-Faz por mim, papai… derrama todo o seu leite como se estivesse prestes a meter na minha boca. Hmmm adoro o gosto do seu pau, papai…

Claudia sentiu um orgasmo tremendo invadir todo o seu ser ao mesmo tempo em que o pai gritava de prazer do outro lado da linha. Todo o corpo dela se tensionou e em instantes ficou mole com o orgasmo. Os dedos dela estavam encharcados.

-Claudia… você está aí, filha? – perguntou o pai, já um pouco mais calmo.

-Sim, papai, estou aqui…

-Preciso desligar, amor… te vejo daqui a pouco em casa.

Desligaram e Claudia decidiu ficar mais alguns minutos descansando até recuperar as forças. Ouviu várias garotas entrando no banheiro para se maquiar na frente do espelho, mas pouco se importou, porque a mente dela estava em outro lugar. do lado do seu papai pra ser mais específica, ignorou elas e continuou na dela.

Depois da conversa por telefone com o pai, a Claudia decidiu largar a escola pra visitar a antiga escola onde tinha deixado várias amigas.

Pra azar dela, não encontrou nenhuma delas livre, mas quem ela encontrou foi o antigo diretor, com quem tinham pegado ela de joelhos e, depois de uma conversa rápida, acabaram saindo pra comer.

Como era de se esperar, o diretor não deixou a Claudia ir embora sem cobrar a comida cara que tinha pagado, porque, mesmo não tendo a chance de foder ela como queria, fez ela chupar a rola dele no carro, no caminho pra casa da Claudia, até que ele encheu a boca dela de porra.

Quando a Claudia chegou em casa naquela tarde, tava bem excitada, porque não tinha conseguido aliviar o tesão com o diretor.

Ao entrar em casa, encontrou na sala o pai dela com o tio Rafael. Eles estavam bebendo cerveja enquanto viam um jogo de futebol.

— Oi, tio! — cumprimentou a Claudia.

— Oi, sobrinha!

A Claudia deixou o celular na mesinha da sala e depois foi até o pai. Subiu no colo dele como quando era pequena e começou a beijar o pescoço dele. Assim, em cima das pernas do pai, começou a rebolgar a bunda pra frente e pra trás, fazendo a rola do pai reagir.

— Cê tá bêbada? — perguntou o pai, nervoso com o comportamento da filha, já que o tio dela tava presente e não parava de olhar de canto de olho, bem confuso.

— Não, papai... — disse ela, sem parar de beijar o pescoço dele.

A bunda da Claudia continuava se mexendo com força, mas agora o rabo dela tava bem em cima do colo duro do pai.

— Cê tá drogada, então? — perguntou o pai, quase aterrorizado, vendo que o tio Rafael olhava diretamente pra eles e arregalava uns olhos de incrédulo. Claudia, se divertindo pra caralho com a situação, não parava de se remexer em cima do pai dela.

— Se você tá drogada, pelo menos devia dividir um pouco pra gente ficar igual você, filha, não acha? — falou o pai, tentando transformar a situação vergonhosa numa piada de mau gosto da filha.

— Desculpa, papai, não tenho…

Nesse momento, o pai agarrou ela pela bunda, levantou e jogou no chão.

Nada ia parar Claudia do objetivo dela e, pra surpresa do pai, longe de se levantar e ir embora ou pedir desculpa, ela se enfiou entre as pernas do pai e, com muita habilidade, desabotoou a calça dele e puxou pra fora a pica, que tava mais dura que um ferro.

Sergio não soube o que fazer, olhava pro irmão, que tava atônito no sofá, como se pedisse ajuda, mas ele parecia uma estátua; nem se mexia.

Nesse momento, Claudia aproveitou a distração do pai e enfiou metade da pica na boca.

— AAAAHHHHH… — O pai não conseguiu evitar um gemido de prazer.

Claudia chupava com uma maestria foda. Dava pra dizer que nenhuma outra tinha chupado a pica do Sergio daquele jeito, então era impossível parar ela naquela hora.

— OHHHH Claudia, filha… o que cê tá fazendo? HMMMM…

A filha já segurava a pica dele com a mão esquerda, que movia pra cima e pra baixo, masturbando ele sem parar de chupar.

Teve um momento em que, tirando a pica da boca só o suficiente pra falar, Claudia virou pra olhar pro tio e disse:

— Tô fazendo bem, tio? Cê gosta de como eu chupo o pau do meu pai?

— Adoro… — falou Rafael, pra surpresa do irmão Sergio e orgulho de Claudia, que continuou chupando a pica do pai.

Sem dizer nada, de joelhos como tava e sem parar de chupar o pau do pai, Claudia levantou a saia até deixar a buceta gostosa exposta e, puxando a calcinha pro lado com o olhar, convidou o tio pra se juntar. Não precisou convidar duas vezes, porque Rafael, na hora, largou a cerveja e se jogou atrás da sobrinha, pronto pra comer a buceta dela.

— Aaahhh... — gemeu Claudia escandalosamente ao sentir a língua do tio passeando por toda a racha e o cu dela.

Claudia levantou um pouco mais a bunda pra facilitar o serviço pro tio e jogou os quadris pra trás, se esfregando mais na língua dele.

Sergio, surpreso com a atitude do irmão mas excitado pra caralho, disse pra Claudia:

— Sem dúvida nenhuma, você é a melhor puta do mundo... HMMM, te amo tanto, filha...

Que cena: Claudia de quatro no tapete da sala, chupando o pau do pai enquanto o tio comia o cu dela...

Rafael, desde que tinha se separado da esposa, não comia cu nenhum, e por isso, naquele momento, tentava se satisfazer ao máximo com o da sobrinha, embora, claro, um cu tão gostoso como aquele ele nunca tinha provado na vida!

Quando Rafael se saciou pra caralho dos sucos vaginais da sobrinha, ele se levantou, e na mesma hora Claudia também se ergueu, deixando o pai com o pau bem lubrificado e prestes a explodir.

Claudia ficou pelada na frente dos dois homens enquanto eles tiravam a roupa a toda velocidade.

— Quero te comer por trás... — disse o pai na hora pra Claudia, que subiu no sofá assim que ouviu.

2 ou 3 segundos depois, o pai já tava penetrando ela devagar por trás, enquanto o tio se ajeitava pra ela chupar o pau dele.

— Aaahhh Hmmm... — gemia Claudia ao sentir o pai metendo nela sem parar. — Quer que eu chupe igual faço com meu papai? — perguntou pro tio quando o pau dele ficou na frente dela.

Claudia encostou os lábios na cabeça grossa do pau do tio e depois começou a passar a língua por todo o comprimento. Em seguida, engoliu ele inteiro enquanto o pai acelerava as estocadas.

— Aaahhhhh... — gemeu Rafael ao sentir a boceta gostosa. boca da sobrinha dele envolvendo a pica dele.

Claudia esticou a mão e pegou nas bolas do tio pra acariciar enquanto chupava a pica dele como se fosse um pirulito.

O pai dela segurava ela pelos quadris e a cada estocada que dava, não parava de xingar ela:

— Não tem dúvida que você é uma puta… AAAHHHH… não perdoa nenhuma pica, Claudia… que barbaridade! Olha só, chupando a pica do teu tio até o talo…

— Olha minha filha linda… — Claudia ouviu o pai falando pro tio — já viu uma puta tão gostosa assim?

— Hmmm… nunca… nem a melhor puta de luxo poderia se comparar a ela… — Disse o tio.

Naquele momento, Rafael gemeu com toda força e, segurando a sobrinha pela cabeça, não deixou ela se afastar nem um segundo da pica dele enquanto enchia a boca dela de porra.

Claudia perdeu o controle na hora e, mesmo tentando não se afogar com a quantidade enorme de porra do tio, começou a sentir o orgasmo chegando naquele instante.

O pai dela, que a conhecia bem, sacou que a filha tava no limite do orgasmo e na mesma hora também deixou a pica dele explodir de prazer.

— AAAAAHHHHHH HMMMMMMMMMMMM OOOHHHHHH… — Os três gemeram forte ao mesmo tempo.

Rafael olhou nos olhos de Claudia e naquele momento, como conseguiu, sem tirar a pica da boca dela, ela disse:

— Papai tá gozando dentro de mim… hmmm

Rafael não aguentou e soltou outra descarga forte de porra na hora. Depois, começou a soltar a cabeça da sobrinha devagar, mas ela não parou de chupar as últimas gotas de porra que escorriam pela pica dele.

Sergio, sentindo que a porra não saía mais, resolveu se jogar no sofá exausto.

Claudia, ao ver o pai cair exausto e o tio de olhos fechados aproveitando as últimas chupadas da sobrinha, decidiu parar de chupar a pica e, refletindo sobre o que o pai tinha acabado de fazer, disse:

— Eu sei que você gosta Muito ver como o sêmen sai da minha buceta, papai, mas um dia desses você vai me engravidar e aí sim vamos ter sérios problemas… não é a primeira vez que você faz isso, já foram muitas e muito seguidas!

- Para de besteira, filha… melhor vem dar um beijo no papai, anda.

Cláudia, obediente, foi e beijou o pai ternamente nos lábios enquanto o tio se vestia apressadamente para depois sair quase correndo de casa.

Cláudia virou para olhar o pai e naquele momento ele disse:

- Viu? Te falei que seu tio era um careta… ainda assim me surpreende ele ter se juntado a gente… - nisso, ele virou para olhar a filha e disse - bom, não o culpo. A verdade é que você é simples e puramente irresistível, filha.

Os dois se beijaram e, depois de dar um tapa na bunda da filha, Sérgio disse:

- Melhor você ir se limpar. Tá com a bunda toda cheia de porra…

- Sim, papai… - respondeu Cláudia e, obediente, foi para o andar de cima tomar um banho.

Na manhã seguinte, Cláudia chegou na sala e se surpreendeu ao ver que não tinha ninguém na aula, bem, ninguém exceto o professor Lasallo, que rapidamente deu boas-vindas à jovem dizendo:

- Senta aí, seus colegas já vêm…

- Onde eles estão? - perguntou Cláudia, estranhando.

- Calma, não tem nada não. Foram pegar uns folhetos das universidades que vieram se promover. Não demoram. - O professor olhou para a garota e a percorreu descaradamente com o olhar.

Cláudia sentiu o professor despindo ela com os olhos e se surpreendeu com a ousadia dele, porque, embora vários professores já tivessem caído nas suas teias, ela nunca pensou que o professor Lasallo fosse ceder também.

- Aliás, ontem você não voltou do banheiro… - disse o professor, lembrando o dia anterior a Cláudia. - Tá tudo bem?

- Sim, me senti meio mal e resolvi ir pra casa… - mentiu a jovem, sabendo que um professor com o grau de experiência do Lasallo dificilmente acreditaria na mentira.

- Suas notas Elas são realmente más... — disse o professor, e na hora Cláudia já sacou onde a conversa ia dar, mas ficou calada até que o professor, que já tava com o pau bem duro até antes da mina chegar, se levantou tentando disfarçar a ereção e foi parar na frente de Cláudia, falando: — Não vou ficar de rodeio. Sei de fonte segura que te expulsaram de vários colégios por indisciplina e outras paradas. Se quiser melhorar suas notas e finalmente entrar na faculdade, te vejo no motel "Majestic" às 5 da tarde…

Nisso, ouviu-se a algazarra dos colegas chegando, e o professor se apressou em completar:

— Quero você com seu uniforme escolar e o cabelo em duas marias-chiquinhas…

Quando chegaram, os alunos encontraram o professor sentado "corrigindo" os trabalhos e Cláudia na carteira dela. Ninguém desconfiou de nada, mas Cláudia não conseguiu se concentrar nas aulas que restavam, imaginando o que o professor tava planejando fazer com ela. Não que ela tivesse medo, não, a calcinha molhada deixava claro que o que ela sentia era uma puta vontade de foder.

O tempo pareceu uma eternidade até dar 5 da tarde, e ela já tava na entrada do hotel tentando não parecer uma puta esperando cliente. Mas não adiantou muito, porque vários homens se atreveram a perguntar quanto ela cobrava, levando em troca uma resposta grossa e indignada da parte dela, que pensava: "se não fosse porque tô esperando o professor, até que ia com um desses".

O professor chegou às 5:15, e não porque tivesse se atrasado, mas porque da esquina ele tinha ficado observando a jovem com toda cautela pra ela não armar uma cilada, já que ele conhecia bem as garotas da idade dela.

Ao chegar, sem sair do carrão de luxo e de óculos escuros, o professor fez sinal pra jovem e, depois que ela entrou no veículo, disse:

— Agora sim, vamos pro motel…

— Pensei que seria neste… — falou Cláudia, que já ia vestindo o uniforme escolar e com o cabelo em dois rabinhos; exatamente como o professor tinha pedido.

- Nem fodendo. Esse motel é uma bosta. Uma gostosa como você merece o melhor.

Claudia se sentiu lisonjeada. Quando chegaram a um dos motéis mais chiques da cidade, o professor pediu o melhor quarto disponível, sob o olhar invejoso do recepcionista, que não parava de devorar Claudia com os olhos sempre que podia.

Ao entrar no quarto, o professor disse:

- Tira a calcinha, essa eu vou ficar...

Claudia hesitou um pouco, porque naquela tarde estava usando a que mais gostava, mas tudo pela "nota", então logo fez o que foi pedido.

Depois, o professor, com toda a seriedade do mundo, disse:

- Me escuta bem, Claudia, quero que o que vou te pedir não saia daqui dessa porta. Entendeu?

Claudia achou estranha a maneira do professor agir, que imediatamente continuou:

- Eu sei que pode parecer estranho, ou até doentio, mas sempre tive essa fantasia... quero que você aja como se eu fosse seu pai... entendeu?

Claudia se surpreendeu. Nunca imaginaria isso do professor, que, embora não conhecesse perfeitamente, sabia que ele tinha uma filha da mesma idade que ela.

- O que foi, Claudia? - perguntou o professor, com medo de que a garota se assustasse, saísse correndo e espalhasse o que ele tinha dito, porque, embora fosse palavra contra palavra e a dele valesse muito mais que a daquela jovem indisciplinada, isso o colocaria em apuros; principalmente com a família dele.

- Tá bom... mas com uma condição. - disse Claudia.

- A que você quiser... - exclamou o professor.

- Quero que você me coma só pelo cu...

O professor sorriu maliciosamente e imediatamente começou a se despir. Depois de nu, sentou na cama e começou a se masturbar.

Claudia fez sinal para ele esperar um momento e, depois de sair do Quarto. Pra surpresa do professor, ela voltou segundos depois, agindo de um jeito que disse:

- Oi, papai! Cheguei!

O professor sacou na hora o que era e continuou a encenação:

- Oi, filha… como foi seu dia?

- Tudo bem, papai, mas tive um problema sério com meu namorado, Josué… - disse Cláudia, lembrando que já tinha ouvido que o namorado da filha do professor se chamava Josué e tinha sido aluno dele.

- O que esse inútil te fez? - perguntou o professor Lasallo no seu papel, que ele estava levando muito a sério, porque falava com muita raiva.

- Ele ficou bravo comigo porque…

- Porque o quê, filha?

- Porque…

- Fala, filha, seu silêncio me mata, me mata! Por que aquele idiota ficou bravo com você?

- Promete que não vai ficar bravo, papai?

- Prometo, filha…

- Josué ficou puto porque não quis transar com ele…

- Como?

- Saindo do cinema… fomos correndo pro carro porque tava chovendo pra caralho e eu não tava de jaqueta. Quando entrei no carrão esportivo novo dele, Josué falou que a gente tinha que esperar a chuva passar, porque dirigir naquilo era perigoso…

- E aí, filha? - perguntou o professor, se masturbando com força enquanto Cláudia fazia uma atuação perfeita.

- Aí ele começou a me apalpar, papai… pegou nos meus peitinhos… nas minhas pernas e na minha bucetinha…

- Maldito bastardo! Vou matar ele! Juro que vou matar!

- Não foi só isso, papai… o sem-vergonha ainda me fez chupar o pau dele… e bem quando ele ia meter em mim, consegui fugir…

- Vem cá, filha! É hora de nós dois conversarmos…

Cláudia subiu na cama e foi de quatro, rebolando a bunda gostosa, até o professor, que esperava impaciente.

- Agora me mostra como você chupou a rola do Josué…

Cláudia começou chupando as bolas do professor, e ele sentiu que tinha ido pra lua.

- AAAAAHHHH - gemeu Lasallo, puxando Cláudia pelo cabelo na hora. Então Cláudia começou a masturbar ele com as duas mãozinhas enquanto olhava inocente e dizia:

- Assim, papai... assim que você me fez mexer...

- E você só mexeu assim, filha? AAAAHHHH... - perguntou o professor no meio da excitação.

- Não, papai... também chupei assim, olha...

Nesse momento, Cláudia começou a chupar a rola dele enquanto o professor, apressado, tirava a blusa dela como podia.

O professor não parava de gemer e aproveitar aquela mamada gostosa, enquanto na mente imaginava que era a própria filha dele quem estava fazendo aquilo.

Quando o sexo oral já era prazer demais pra segurar, e ele sabia que ia gozar sem jeito, o professor tirou a rola da boca de Cláudia e, sem tirar a saia escolar dela, fez ela ficar de quatro e colocou a rola na entrada da buceta de Cláudia. Ela, com um olhar, lembrou ele que por ali não dava, e com a mão dela levou até a entrada do cu pra ele enfiar a rola com força até o fundo.

- AAAAHHHHHHHHHHHHHHHH HMMMM... - gemeu o professor enquanto Cláudia começava a subir e descer no pauzão dele.

- Aaahhh, buceta, hmmm... - gemia Cláudia por um momento, imaginando que era o pai dela que tava fodendo.

- AAAHHH, Alicia... Alicia! - gritou o professor o nome da filha de verdade. - Você não sabe quanta vontade eu tinha de te foder!! Não sabe quantas vezes eu fodi sua mãe imaginando que era você! AAAAHHHH... Não sabe quantas vezes eu quis ir no seu quarto e te foder enquanto você dorme! Sempre sonhando! Sempre fantasiando com seu corpo gostoso e seus lábios vermelhos!

- Aaahhhh, papai, me fode, papai, me fode... faz o que quiser comigo... sou sua, buceta, sou sua! Hmmm

Cláudia apoiou as mãos no peito do professor pra se equilibrar e cavalgar mais rápido. Quando fez isso, o professor sentiu um prazer tão enorme que não aguentou e encheu o cu de Cláudia de porra.

- AAAAHHHHH, ALICIAAA!!!! AAAHHHH

- Aaahhhhh, papai, te Sinto, sinto toda sua porra no meu cu, puta!!

Claudia desceu devagar do pau do professor, ainda sentindo a porra escorrendo do cu dela.

O professor, se sentindo vitorioso, deu um tapa na bunda dela e disse:

— Você é o céu… definitivamente você é o céu. Me promete que não vai ser a última vez que a gente se vê.

— Não vai ser, contanto que você continue me comendo com essa pegada… — disse Claudia, sorrindo de forma safada. — Você fode igual uma fera, sabia?

— Acho que é porque eu realmente tô com muita vontade de… — o professor fez uma pausa e depois disse — esquece, é melhor eu ir tomar um banho.

— Espera! — disse Claudia quando ele estava prestes a entrar no banheiro. — Vamos fazer um trato.

— Que trato? — perguntou Lasallo.

— Quer saber por que eu só deixei você me comer pelo cu?

O professor assentiu com a cabeça.

— Fiz isso porque acho que tô grávida…

— Como?

— É, acho que tô grávida, Lasallo…

Por um momento, o professor se arrependeu de ter fodido Claudia naquelas circunstâncias, já que poderiam muito bem colocar o filho nas costas dele.

— E o que isso tem a ver com o trato?

— Quero que você diga que é o pai do meu bebê…

— Quê?????? Você tá louca?????

— Espera!! — gritou Claudia ao ver que ele estava prestes a ir embora. — Se você fizer isso por mim, então eu…

— Então você o quê?

— Vou fazer ela dormir com você…

— O que você tá dizendo?

— É, Alicia… vou conseguir que ela se entregue a você como mulher…

Naquele momento, Lasallo se sentiu tentado por uma tentação tão irresistível que acabou dizendo:

— Tá bom, mas como você pretende fazer isso?

— Deixa comigo que eu sei bem o que tô fazendo, e se preocupa em fazer o povo acreditar que esse filho é seu…

— Posso perguntar quem é o pai?

— Isso não faz parte do trato… — respondeu Claudia com um olhar safado.

Pouco depois de aceitar o trato, Lasallo entrou no banho enquanto Claudia, remexendo na bolsa dela... encontrou uma foto da filha dele:

- Na real, ela se parece muito comigo… - pensou, e depois se deitou na cama imaginando o que teria que fazer pra levar a filha do Lasallo pro mundo do incesto…

3 comentários - Delicioso Incesto - Relato

me encanto! no pude dejar de acariciarme mientras lo leía!
Besos!
Fantastico, me quede picado a ver cuando pones si logro convencer a la hija de su profesor, saludos