A primeira vez
Uma tarde, chegou na minha casa o Antonio, que era o filho mais velho da irmã da minha mãe e afilhado do meu pai, porque ele vinha estudar medicina em La Plata, bem perto de onde a gente morava naquela época.
O jantar foi simples, mas cheio de lembranças de quando meus pais moravam em Salta e, aos poucos, ele foi me envolvendo na vida do meu primo, que eu não via há mais de dezoito anos.
Eu tinha vinte e quatro anos, era alta e tinha um corpo bonito.
Era verdade que desde crianças a gente brincava junto em Salta com o Antonio, e quando o pai dele ficou responsável pela administração de uma empresa importante da cidade, a gente voltou pra Buenos Aires com meu pai, que se formou contador e aceitou um trampo foda em Buenos Aires, bem perto de onde a gente mora hoje.
A herança juntou a família toda muitos anos depois, todo mundo, na morte do meu avô e da minha avó, num acidente de carro, e daí até agora, com o Antonio de volta, nunca mais soube de nada.
Agora, a pedido da minha tia e com meus pais aceitando, o Antonio ficou com o que antes, na época de vacas gordas, era o quarto de empregada.
É verdade, o Antonio veio morar em casa por três meses pra passar no vestibular de medicina, em La Plata.
Depois de algumas semanas da estadia dele, numa tarde em que eu tinha trabalhado no turno da noite, acordei lá pelas duas da tarde, mais por causa do silêncio que tava na casa.
E quando chamei minha mãe, apareceu o Antonio.
Ele me explicou que eu tinha esquecido que naquele dia ele não tinha aula, e me falou que minha mãe e meu pai tinham ido pra Capital numa reunião do meu pai com os colegas e iam jantar por lá.
Talvez eles chegassem tarde porque era sexta-feira e uma noite linda.
Resumindo, naquela tarde íamos ficar só eu e o Antonio.
Antonio, na hora que eu acordei, tava fazendo os exercícios de sempre dele. No parque de casa, chamei ele e ofereci um suco daqueles de saquinho que se prepara rápido. Ele disse que ia tomar um banho e depois vinha tomar comigo.
Começamos a conversar, ele se interessou pelo meu trabalho, então chamei ele pro meu quarto. Inocente, fui até minha escrivaninha onde estava o computador e mostrei o que eu fazia, que era umas paradas de planejamento comercial.
Peguei minhas anotações da mochila, vendo ele tão interessado e reparando que o corpo dele me excitava por ser tão definido, porque ele tinha vindo com um shortinho justo onde desde o início dava pra notar o tamanho do pau dele naquele short.
Aí, quando fui pegar a mochila, me abaixei de propósito, provocando, e sabia que minha roupa estava soltinha. Até de um jeito provocativo, mostrei de propósito que tava usando uma tanguinha vermelha que estava fora da linha da minha bunda, porque sempre uso fio dental meio folgado, não tão apertado.
Fazia tempo que eu queria ele, ou pra ser mais direta, queria ir pra cama com o Antonio, mas se rolasse, que fosse algo de comum acordo entre nós dois, e não só por uma puta vontade minha.
Nunca me entreguei pra ele assim.
Mais de uma vez fiquei excitada quando via ele malhando no fundo de casa e, de noite, me masturbava pensando nele.
E essa era minha chance.
Ainda era virgem e meus movimentos eram meio sem jeito, mas mesmo assim tentei.
Quando me abaixei pra pegar minhas anotações do trabalho — porque ele tinha me pedido várias vezes pra contar o que eu fazia no escritório — deixei minha bunda pra cima, pra saia subir o suficiente e ele ver minha calcinha, que por acaso naquele dia era vermelha e bem pequenininha.
Quando me apoiei de novo na escrivaninha, puxei a blusa na cintura, reclamando do calor que tava no quarto, e desabotoei os primeiros botões da camisa, deixando aparecer um pouco do sutiã.
Percebi o olhar dele.
Contei que eu... também fazia ginástica três vezes por semana, mas não em casa, com uma colega do trabalho que era médica no centro de La Plata.
Claro que não contei pra ele que já tinha visto ele quase pelado uma tarde, na saída do banheiro pro quarto dele, que atravessava quase toda a casa. Mas fiquei calada, não queria que ele percebesse que eu já tava afim dele e, pra ser sincera (que me dava tesão ver ele com aquele shortinho que marcava o pau dele bem grandão).
Ele me disse que não esperava ter uma prima tão gostosa e bem feita.
Eu sabia que ele tava gostando do que via.
Passamos um tempinho no ponto de partida da conversa e, num certo momento, argumentei que ia mostrar como eu fazia ginástica. Aí notei que nele eu tinha descoberto o fio da meada que ia nos levar pra cama: a ginástica.
II
Mostrei os exercícios que eu tinha dúvida, e ele se inclinou por cima do meu ombro, encostando o corpo de leve nas minhas costas. Senti a excitação dele e sabia que dali ele tinha uma vista excelente dos meus peitos. Eu me apoiei na mesa pra deixá-los maiores e mais cheios.
Passaram uns minutos e ele continuava explicando os exercícios.
Ele se virou pro meu lado e, pra não cair, apoiou a mão no meu joelho nu.
Eu sabia que aquilo era mais do que só isso.
Depois de mais um tempinho, senti a mão dele subir, bem discretamente, em direção aos meus peitos.
Aí sim, fiquei nervosa.
Ele tirou a mão e eu me virei pra olhar pra ele.
Nos olhos dele ardia o desejo.
Falei que não tinha problema ele colocar a mão na minha perna.
Ele fez de novo e, depois de mais alguns momentos, senti de novo a mão subindo pro meu coxa.
Minhas pernas estavam cruzadas pelos tornozelos, então quando senti a mão dele por baixo da minha saia, abri as pernas de leve, deixando ele passar.
Ele percebeu isso e subiu mais, e mais, enquanto continuava explicando os problemas.
Já fazia um tempão que eu não prestava atenção e sabia que meu corpo Tava um calorão.
Uma gota de suor escorreu pelo meu pescoço.
Eu tava nervosa, mas queria muito.
A mão dele finalmente chegou no meu monte de Vênus e eu senti o dedo dele roçando minha calcinha bem na abertura da minha buceta.
Tinha certeza que minha calcinha já tava molhada, porque eu tava muito excitada.
Instintivamente, me virei pra ele, olhei nos olhos dele e minhas mãos foram direto pro pacote dele.
Senti ele grande e grosso por cima do tecido.
Grande e grosso, do jeitinho que eu queria pra minha primeira vez.
Do jeito que eu procurava na internet pra me masturbar imaginando como seria um daqueles entrando e saindo de mim.
Ouvi ele gemer quando minhas mãos desabotoaram a calça dele, enquanto a mão dele afastava minha calcinha pro lado e enfiava o primeiro dedo na umidade da minha xota.
Tirei o pau dele pra fora e na hora comecei a acariciar.
E com aquele pau nas minhas mãos, meu corpo involuntariamente seguiu uma rotina histórica em toda mulher: eu me ajoelhei na frente dele.
E sem nunca ter feito aquilo antes, só tendo praticado na imaginação, enfiei ele na minha boca.
Era grande e tinha um gosto meio salgado, ou algo assim (falo como se tivesse acontecido de novo), me pareceu que eu sentia um gosto de sal.
Sim, com certeza muito quente e cheio de veias, e eu adorei.
Com certeza vou dizer que senti, ou imaginei, ele pulsando na minha boca, que até então só tinha admitido a cabeça daquela pica linda.
Ele, ao mesmo tempo, segurou minha cabeça e enfiou o pau inteiro na minha boca até eu quase engasgar, mas eu recuei só uns centímetros, e então
Admiti ele inteiro dentro da minha boca!
Como ele pulsava contra minha língua e inchava uma das minhas bochechas, eu pude sentir aquilo ao me ver no espelho do meu armário: eu ajoelhada, ele pelado, e minha boca do lado direito crescida com aquele pau dentro!
Aquilo, jamais em anos, eu esqueci, e muitas vezes me masturbei pensando nisso.
Adorei ter ele na minha boca, até que me acostumei tanto que, involuntariamente, aprendi. Engolir aquele pauzão na minha boca quase até me engasgar, e com minha língua aprender a percorrer a glande (cabeça), fazendo círculos e brincando com a abertura por onde os homens mijam.
Com certeza, a cada movimento de sucção, tentei enfiar o mais fundo que dava na minha boca, me fazendo ter uns ânsias.
Ele pegou meu cabelo com as mãos e me fez chupar mais fundo. Quase me afoguei, mas eu adorava.
Ele gozou na minha boca sem avisar.
O sêmen dele era salgado, igual ao pênis. Ele me puxou pelo cabelo e me levantou. Pedi mais, e ele não demorou a me satisfazer.
Enfiou a mão por baixo da minha saia e meteu os dedos de novo na minha calcinha, só que dessa vez um dos dedos penetrou na minha buceta.
Eu suspirei forte.
Ele pegou um travesseiro pra abafar meus gemidos e me levou pra cama. Quase arrancou minha blusa, tirou meu sutiã, deixando meus peitos à mostra, e começou a chupá-los e lambê-los.
Eu gemia mais contra o travesseiro.
A mão dele na minha buceta, a boca dele nos meus peitos.
E sem perceber quando ele tirou a calça, ele enfiou o pauzão dele na minha buceta apertada.
Soltei um grito de dor, mas ao mesmo tempo continuava muito excitada. Não saiu muito sangue quando perdi a virgindade. Ele parou e, olhando nos meus olhos, disse:
— Não sabia que você era virgem — parando, ao ver sangue na minha cama.
— Te amo, quero, queria que você me fizesse sua. Continua.
Ele começou a se mover em cima de mim, e as investidas eram firmes e fortes, mas dava pra ver que não era a besta que tinha me arrombado a pussy, era suave, mas acho que mais forte ele estava me comendo.
Sim, Antonio, eu gostava, gostava muito.
Pouco depois, ele me virou e continuou me comendo por trás.
As mãos dele nos meus peitos e mordiscando minhas costas.
Depois me fez ficar de quatro e seguimos transando.
Quando eu soltava um grito, ele me cobria com o travesseiro;
Não tinha ninguém em casa, mas as paredes silenciosas amplificam mais os barulhos.
Ele gozou em Logo depois do meu primeiro orgasmo.
Senti o jato quente dele dentro da minha buceta e, quando ele tirou o pau, senti o esperma escorrendo entre minhas pernas.
Eu tava meio cansada, mas ainda muito excitada.
Ele me olhou com o pau ainda duro e empinado,
e eu fiquei com uma vontade danada.
Então me ajoelhei e dei mais um boquete nele pra limpar o esperma e meus fluidos vaginais.
Ele me perguntou se a gente podia tentar algo diferente, olhando pros meus peitos.
Eu, claro, respondi que sim, e, ainda de joelhos com o pau dele na minha frente, ele esfregou entre meus seios.
Eu abaixava o rosto pra que, quando o pau dele estivesse no ponto mais alto, entrasse na minha boca.
Depois de alguns minutos, ele gozou de novo, mas dessa vez o jato bateu nos meus peitos e no meu rosto.
Fiquei exausta e, entre murmúrios, caí na cama.
Fiz ele prometer que voltaria pra me ajudar com minhas tarefas nos próximos dias, e ele, enquanto se vestia, riu.
Me enrolei entre os travesseiros e ele me cobriu com um lençol.
Acordei várias horas depois, ainda nua e com restos de esperma nos meus peitos.
Me vesti e desci pra procurar ele, mas ele já tinha ido embora.
Quando minha mãe me viu, veio preocupada.
— Antonio foi embora — ela disse. — Deixou um bilhete falando que você tinha se deitado e ele não queria te incomodar. Disse que um amigo veio e foram pescar em Punta Lara o resto do fim de semana.
Mamãe respondeu a uma pergunta idiota minha, que horas eram.
— São três horas, filha. Vai dormir, que faz mais de meia hora que seu pai já foi.
E eu vou me deitar agora.
— Sim, mãe — falei.
Epílogo
Antonio nunca conseguiu entrar na faculdade em La Plata, e em março foi embora pra casa dele.
E nunca mais a gente transou quando meus pais dormiam ou saíam nos sábados,
ou quando Antonio e eu saíamos em horários diferentes e ficávamos na cama até as seis da manhã na casa de uma amiga que era médica e fazia plantão na capital federal, onde pagavam melhor.
Quando ele foi embora pro interior, nunca mais soube dele até que um dia liguei. Pelo computador, meus outros primos-irmãos dele me falaram que ele foi trabalhar primeiro, como eletricista num instituto ou fábrica da família, e que depois de dois anos casou com uma filha do dono da empresa onde trabalhava, já tinha dois filhos e não voltaria mais pro país, porque tinha se estabelecido de vez por lá.
Eu tive vários casos com muito sexo e milhares de mentiras de casamento, mas com o tempo entendi que nunca ia rolar e... foi assim. Hoje tenho cinquenta e nove anos, sou muito feliz como tia da Anabela, filha do meu irmão José, que finalmente veio morar em La Plata e se reconciliou com meus pais.
Gustavo Gabriel
Almagro
Argentina
Novembro de 2015.
Uma tarde, chegou na minha casa o Antonio, que era o filho mais velho da irmã da minha mãe e afilhado do meu pai, porque ele vinha estudar medicina em La Plata, bem perto de onde a gente morava naquela época.
O jantar foi simples, mas cheio de lembranças de quando meus pais moravam em Salta e, aos poucos, ele foi me envolvendo na vida do meu primo, que eu não via há mais de dezoito anos.
Eu tinha vinte e quatro anos, era alta e tinha um corpo bonito.
Era verdade que desde crianças a gente brincava junto em Salta com o Antonio, e quando o pai dele ficou responsável pela administração de uma empresa importante da cidade, a gente voltou pra Buenos Aires com meu pai, que se formou contador e aceitou um trampo foda em Buenos Aires, bem perto de onde a gente mora hoje.
A herança juntou a família toda muitos anos depois, todo mundo, na morte do meu avô e da minha avó, num acidente de carro, e daí até agora, com o Antonio de volta, nunca mais soube de nada.
Agora, a pedido da minha tia e com meus pais aceitando, o Antonio ficou com o que antes, na época de vacas gordas, era o quarto de empregada.
É verdade, o Antonio veio morar em casa por três meses pra passar no vestibular de medicina, em La Plata.
Depois de algumas semanas da estadia dele, numa tarde em que eu tinha trabalhado no turno da noite, acordei lá pelas duas da tarde, mais por causa do silêncio que tava na casa.
E quando chamei minha mãe, apareceu o Antonio.
Ele me explicou que eu tinha esquecido que naquele dia ele não tinha aula, e me falou que minha mãe e meu pai tinham ido pra Capital numa reunião do meu pai com os colegas e iam jantar por lá.
Talvez eles chegassem tarde porque era sexta-feira e uma noite linda.
Resumindo, naquela tarde íamos ficar só eu e o Antonio.
Antonio, na hora que eu acordei, tava fazendo os exercícios de sempre dele. No parque de casa, chamei ele e ofereci um suco daqueles de saquinho que se prepara rápido. Ele disse que ia tomar um banho e depois vinha tomar comigo.
Começamos a conversar, ele se interessou pelo meu trabalho, então chamei ele pro meu quarto. Inocente, fui até minha escrivaninha onde estava o computador e mostrei o que eu fazia, que era umas paradas de planejamento comercial.
Peguei minhas anotações da mochila, vendo ele tão interessado e reparando que o corpo dele me excitava por ser tão definido, porque ele tinha vindo com um shortinho justo onde desde o início dava pra notar o tamanho do pau dele naquele short.
Aí, quando fui pegar a mochila, me abaixei de propósito, provocando, e sabia que minha roupa estava soltinha. Até de um jeito provocativo, mostrei de propósito que tava usando uma tanguinha vermelha que estava fora da linha da minha bunda, porque sempre uso fio dental meio folgado, não tão apertado.
Fazia tempo que eu queria ele, ou pra ser mais direta, queria ir pra cama com o Antonio, mas se rolasse, que fosse algo de comum acordo entre nós dois, e não só por uma puta vontade minha.
Nunca me entreguei pra ele assim.
Mais de uma vez fiquei excitada quando via ele malhando no fundo de casa e, de noite, me masturbava pensando nele.
E essa era minha chance.
Ainda era virgem e meus movimentos eram meio sem jeito, mas mesmo assim tentei.
Quando me abaixei pra pegar minhas anotações do trabalho — porque ele tinha me pedido várias vezes pra contar o que eu fazia no escritório — deixei minha bunda pra cima, pra saia subir o suficiente e ele ver minha calcinha, que por acaso naquele dia era vermelha e bem pequenininha.
Quando me apoiei de novo na escrivaninha, puxei a blusa na cintura, reclamando do calor que tava no quarto, e desabotoei os primeiros botões da camisa, deixando aparecer um pouco do sutiã.
Percebi o olhar dele.
Contei que eu... também fazia ginástica três vezes por semana, mas não em casa, com uma colega do trabalho que era médica no centro de La Plata.
Claro que não contei pra ele que já tinha visto ele quase pelado uma tarde, na saída do banheiro pro quarto dele, que atravessava quase toda a casa. Mas fiquei calada, não queria que ele percebesse que eu já tava afim dele e, pra ser sincera (que me dava tesão ver ele com aquele shortinho que marcava o pau dele bem grandão).
Ele me disse que não esperava ter uma prima tão gostosa e bem feita.
Eu sabia que ele tava gostando do que via.
Passamos um tempinho no ponto de partida da conversa e, num certo momento, argumentei que ia mostrar como eu fazia ginástica. Aí notei que nele eu tinha descoberto o fio da meada que ia nos levar pra cama: a ginástica.
II
Mostrei os exercícios que eu tinha dúvida, e ele se inclinou por cima do meu ombro, encostando o corpo de leve nas minhas costas. Senti a excitação dele e sabia que dali ele tinha uma vista excelente dos meus peitos. Eu me apoiei na mesa pra deixá-los maiores e mais cheios.
Passaram uns minutos e ele continuava explicando os exercícios.
Ele se virou pro meu lado e, pra não cair, apoiou a mão no meu joelho nu.
Eu sabia que aquilo era mais do que só isso.
Depois de mais um tempinho, senti a mão dele subir, bem discretamente, em direção aos meus peitos.
Aí sim, fiquei nervosa.
Ele tirou a mão e eu me virei pra olhar pra ele.
Nos olhos dele ardia o desejo.
Falei que não tinha problema ele colocar a mão na minha perna.
Ele fez de novo e, depois de mais alguns momentos, senti de novo a mão subindo pro meu coxa.
Minhas pernas estavam cruzadas pelos tornozelos, então quando senti a mão dele por baixo da minha saia, abri as pernas de leve, deixando ele passar.
Ele percebeu isso e subiu mais, e mais, enquanto continuava explicando os problemas.
Já fazia um tempão que eu não prestava atenção e sabia que meu corpo Tava um calorão.
Uma gota de suor escorreu pelo meu pescoço.
Eu tava nervosa, mas queria muito.
A mão dele finalmente chegou no meu monte de Vênus e eu senti o dedo dele roçando minha calcinha bem na abertura da minha buceta.
Tinha certeza que minha calcinha já tava molhada, porque eu tava muito excitada.
Instintivamente, me virei pra ele, olhei nos olhos dele e minhas mãos foram direto pro pacote dele.
Senti ele grande e grosso por cima do tecido.
Grande e grosso, do jeitinho que eu queria pra minha primeira vez.
Do jeito que eu procurava na internet pra me masturbar imaginando como seria um daqueles entrando e saindo de mim.
Ouvi ele gemer quando minhas mãos desabotoaram a calça dele, enquanto a mão dele afastava minha calcinha pro lado e enfiava o primeiro dedo na umidade da minha xota.
Tirei o pau dele pra fora e na hora comecei a acariciar.
E com aquele pau nas minhas mãos, meu corpo involuntariamente seguiu uma rotina histórica em toda mulher: eu me ajoelhei na frente dele.
E sem nunca ter feito aquilo antes, só tendo praticado na imaginação, enfiei ele na minha boca.
Era grande e tinha um gosto meio salgado, ou algo assim (falo como se tivesse acontecido de novo), me pareceu que eu sentia um gosto de sal.
Sim, com certeza muito quente e cheio de veias, e eu adorei.
Com certeza vou dizer que senti, ou imaginei, ele pulsando na minha boca, que até então só tinha admitido a cabeça daquela pica linda.
Ele, ao mesmo tempo, segurou minha cabeça e enfiou o pau inteiro na minha boca até eu quase engasgar, mas eu recuei só uns centímetros, e então
Admiti ele inteiro dentro da minha boca!
Como ele pulsava contra minha língua e inchava uma das minhas bochechas, eu pude sentir aquilo ao me ver no espelho do meu armário: eu ajoelhada, ele pelado, e minha boca do lado direito crescida com aquele pau dentro!
Aquilo, jamais em anos, eu esqueci, e muitas vezes me masturbei pensando nisso.
Adorei ter ele na minha boca, até que me acostumei tanto que, involuntariamente, aprendi. Engolir aquele pauzão na minha boca quase até me engasgar, e com minha língua aprender a percorrer a glande (cabeça), fazendo círculos e brincando com a abertura por onde os homens mijam.
Com certeza, a cada movimento de sucção, tentei enfiar o mais fundo que dava na minha boca, me fazendo ter uns ânsias.
Ele pegou meu cabelo com as mãos e me fez chupar mais fundo. Quase me afoguei, mas eu adorava.
Ele gozou na minha boca sem avisar.
O sêmen dele era salgado, igual ao pênis. Ele me puxou pelo cabelo e me levantou. Pedi mais, e ele não demorou a me satisfazer.
Enfiou a mão por baixo da minha saia e meteu os dedos de novo na minha calcinha, só que dessa vez um dos dedos penetrou na minha buceta.
Eu suspirei forte.
Ele pegou um travesseiro pra abafar meus gemidos e me levou pra cama. Quase arrancou minha blusa, tirou meu sutiã, deixando meus peitos à mostra, e começou a chupá-los e lambê-los.
Eu gemia mais contra o travesseiro.
A mão dele na minha buceta, a boca dele nos meus peitos.
E sem perceber quando ele tirou a calça, ele enfiou o pauzão dele na minha buceta apertada.
Soltei um grito de dor, mas ao mesmo tempo continuava muito excitada. Não saiu muito sangue quando perdi a virgindade. Ele parou e, olhando nos meus olhos, disse:
— Não sabia que você era virgem — parando, ao ver sangue na minha cama.
— Te amo, quero, queria que você me fizesse sua. Continua.
Ele começou a se mover em cima de mim, e as investidas eram firmes e fortes, mas dava pra ver que não era a besta que tinha me arrombado a pussy, era suave, mas acho que mais forte ele estava me comendo.
Sim, Antonio, eu gostava, gostava muito.
Pouco depois, ele me virou e continuou me comendo por trás.
As mãos dele nos meus peitos e mordiscando minhas costas.
Depois me fez ficar de quatro e seguimos transando.
Quando eu soltava um grito, ele me cobria com o travesseiro;
Não tinha ninguém em casa, mas as paredes silenciosas amplificam mais os barulhos.
Ele gozou em Logo depois do meu primeiro orgasmo.
Senti o jato quente dele dentro da minha buceta e, quando ele tirou o pau, senti o esperma escorrendo entre minhas pernas.
Eu tava meio cansada, mas ainda muito excitada.
Ele me olhou com o pau ainda duro e empinado,
e eu fiquei com uma vontade danada.
Então me ajoelhei e dei mais um boquete nele pra limpar o esperma e meus fluidos vaginais.
Ele me perguntou se a gente podia tentar algo diferente, olhando pros meus peitos.
Eu, claro, respondi que sim, e, ainda de joelhos com o pau dele na minha frente, ele esfregou entre meus seios.
Eu abaixava o rosto pra que, quando o pau dele estivesse no ponto mais alto, entrasse na minha boca.
Depois de alguns minutos, ele gozou de novo, mas dessa vez o jato bateu nos meus peitos e no meu rosto.
Fiquei exausta e, entre murmúrios, caí na cama.
Fiz ele prometer que voltaria pra me ajudar com minhas tarefas nos próximos dias, e ele, enquanto se vestia, riu.
Me enrolei entre os travesseiros e ele me cobriu com um lençol.
Acordei várias horas depois, ainda nua e com restos de esperma nos meus peitos.
Me vesti e desci pra procurar ele, mas ele já tinha ido embora.
Quando minha mãe me viu, veio preocupada.
— Antonio foi embora — ela disse. — Deixou um bilhete falando que você tinha se deitado e ele não queria te incomodar. Disse que um amigo veio e foram pescar em Punta Lara o resto do fim de semana.
Mamãe respondeu a uma pergunta idiota minha, que horas eram.
— São três horas, filha. Vai dormir, que faz mais de meia hora que seu pai já foi.
E eu vou me deitar agora.
— Sim, mãe — falei.
Epílogo
Antonio nunca conseguiu entrar na faculdade em La Plata, e em março foi embora pra casa dele.
E nunca mais a gente transou quando meus pais dormiam ou saíam nos sábados,
ou quando Antonio e eu saíamos em horários diferentes e ficávamos na cama até as seis da manhã na casa de uma amiga que era médica e fazia plantão na capital federal, onde pagavam melhor.
Quando ele foi embora pro interior, nunca mais soube dele até que um dia liguei. Pelo computador, meus outros primos-irmãos dele me falaram que ele foi trabalhar primeiro, como eletricista num instituto ou fábrica da família, e que depois de dois anos casou com uma filha do dono da empresa onde trabalhava, já tinha dois filhos e não voltaria mais pro país, porque tinha se estabelecido de vez por lá.
Eu tive vários casos com muito sexo e milhares de mentiras de casamento, mas com o tempo entendi que nunca ia rolar e... foi assim. Hoje tenho cinquenta e nove anos, sou muito feliz como tia da Anabela, filha do meu irmão José, que finalmente veio morar em La Plata e se reconciliou com meus pais.
Gustavo Gabriel
Almagro
Argentina
Novembro de 2015.
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