Post anterior
Próximo post
Compêndio II😊
Sabe? Hoje pensei muito em você e na sua Hannah.
Mas não do jeito que você imagina.
😆
É que essa parte da história foi a mais triste daquela noite e você sabe bem que quando fico deprimida, não fico legal.
Mas deixa eu te contar o que pensei essa tarde.
Eu gosto muito da sua colega de trabalho, porque acho ela uma mulher muito decente.
Desde o começo, ela te disse que estava noiva e, mesmo sendo uma gostosa, era fiel ao noivo.
Mas você chegou e virou amigo dela, começou a ser bonzinho e cavalheiro, e aos pouquinhos ela foi se apaixonando por você, como você também sabe muito bem.
E foi isso que começou a me excitar: que, mesmo você achando que o marido dela é muito mais bonito que você, mais atlético e talvez tenha mais grana, ela te prefere.
Comecei a imaginar que no fim de semana antes de vocês dois voltarem a trabalhar, ela deve dar um sexo delicioso pro marido dela.
Mas faz isso pensando em você de antemão.
E claro, o marido não dá conta.
Mas aí chega com você e te enche de beijos.
Ela se entrega pra você de um jeito que nunca fez com nenhum outro homem, e você faz ela sentir prazer de maneiras inimagináveis.
Ela pensa que você é o único dono da bucetinha apertada dela (porque o marido idiota até gosta, mas tem nojo de sexo anal), que você chupa os peitinhos dela, que dá prazer oral e tantas outras coisas.
Além disso, você conhece ela muito bem, porque sabe direitinho como ela fica louca quando você morde a orelhinha dela, igual comigo quando você lambe meu pescoço.
🤤
E é por isso que todo dia ela te leva pra inspeção, de noite dorme na sua cabana e fica tão ciumenta das outras mulheres.
Porque ela te quer só pra ela.
E isso eu acho genial!
Porque tenho certeza que se você pedisse pra ela não transar com o marido na semana que vocês não se veem, ela faria isso mais que feliz.
XD
Mas deixa eu te contar o resto daquela noite.
Quando minha irmã viu aquele colar, pensou que era uma joia que sua amiga tinha esquecido por engano. naquele lugar.
Parecia um colar de fantasia, com 14 bolinhas de tamanhos diferentes, unidas por um cordão de nylon, começando do tamanho do meu mindinho as menores, até as maiores que eram quase do tamanho do meu punho e com um anel de plástico no lado das bolas maiores.
Cami se ofereceu pra fazer a técnica especial dela, mas minha “curiosidade de gata me matou” e eu decidi, burramente, pegar o colar.
Minha irmã não acreditava que aquilo entrava no cu.
Mas eu fui imprudente, idiota e vaidosa.
Porque nunca tinha usado algo assim antes, era a primeira vez que Cami via uma parada dessas e você também não tava lá pra cuidar de mim.
Pode ser que você não soubesse mais que minha irmã, mas eu não teria me preocupado tanto se você estivesse do meu lado.
Te confesso que nem sabia por qual extremidade começar e, depois de pensar um pouco, decidi pelas bolinhas menores.
Cami aceitou gentilmente colocá-las, ainda muito confusa sobre o que a gente tava fazendo.
As primeiras 2 bolinhas entraram sem problema.
Mas da 3ª em diante, começaram a me alargar.
Foi algo diferente do que eu tô acostumada.
Porque sua coisinha é viva e queima quando você mete.
Mas essas bolinhas estavam frias e imóveis.
Lá pela 6ª, as coisas começaram a ficar gostosas.
Pra atravessar meu buraquinho, a Cami tinha que girá-las devagar, fazendo coçar bem gostoso e eu sentia como meu cuzinho começava a inchar.
Na 8ª, tava ficando mais difícil de meter. Minha irmã me olhava muito preocupada, sem saber se continuava ou não.
Nesses momentos, sem mentir, eu tava bem excitada e não queria parar.
Fui uma estúpida por querer meter todas no meu cuzinho e sentia elas avançando aos poucos pelos meus intestinos, coçando de um jeito gostoso.
Finalmente, quando conseguimos colocar todas, eu dei uma pausa.
Cami também não acreditava que eu conseguia enfiar todas.
E foi aí que pedi pra ela tirar.
😕
Aí, Amor, foi naquele momento que sua esposa começou a se sentir uma jumenta.
Porque minha bucetinha apertada, que com tanto esforço tinha colocado aquelas bolinhas pra dentro daquele buraco, se recusava a cooperar.
Pra primeira bolinha, a gente deve ter levado uns 15 minutos entre minha irmã puxando e eu empurrando, e eu me sentia um lixo.
“Faltam mais 13…” eu pensava naquela hora.
Mesmo as outras sendo menores, ainda acho que doeu mais do que quando tive as pequenas.
Eu chorava desesperada de dor quando a terceira saiu, porque minha bucetinha ardia sem controle.
😔
Ali, eu queria que você tivesse estado com a gente.
Porque eu e a Cami estávamos morrendo de medo e você teria nos acalmado.
Quando a quinta saiu, minha bucetinha meio que cedeu e todas saíram de uma vez.
Pedi pra minha irmã puxar e puxar, até saírem todas.
😳
Ainda lembro da voz da Cami e do olhar preocupado dela quando saíram.
“Mari! Olha sua bunda!”
Eu apalpei meu rabo e tava molhadinho de sangue.
Mas o que mais preocupava era que continuava muito, muito aberta.
Eu sentia que dava pra enfiar um copo lá fácil.
E a única coisa que a gente pensou foi fazer massagens em mim, até que, aos pouquinhos, minha bucetinha voltou a fechar no lugar normal.
Já tava quase amanhecendo e a gente tava exausta. Pedi pra Cami nunca mais usar aquela coisa e a gente dormiu.
😔
Na manhã seguinte, você chegou pra nos ver e quando descobriu as gotas de sangue no lençol, ficou bravo e me xingou.
Não quis te contar o que a gente fez, de vergonha.
Mas você, todo carinhoso, percebeu o quanto doía eu sentar e examinou minha bucetinha com paciência.
😂
Ainda lembro do fresquinho que era o creminho que você passou e do beijinho fofo que deu perto da minha xereca!
Como o pai e marido excelente que você é, decidiu mudar os planos e me deixou a tarde inteira com a bucetinha de fora, vendo o desfile militar na TV.
Me senti péssima, porque estraguei os planejei pra você e pra Liz, e ela tava super ansiosa pra fazer outra viagem.
Foi por isso que naquela noite te pedi pra levar ela pras barracas, pra compensar o mau momento que fiz vocês passarem, e claro que dormi só com as pequenas naquela noite.
😔
E quando voltamos da viagem, na primeira semana que você foi trabalhar, entrei em contato com sua colega pra perguntar sobre aquele colar.
Não acreditava que eu tinha enfiado tudo, e ela me contou que não tinha coragem de usar por causa disso: porque podia te causar rasgos.
Mas talvez, a coisa mais linda que ela disse foi que eu não precisava provar essas coisas, porque tenho um tesouro muito melhor.
“Ele se chama ‘Marido’…” foram as palavras dela.
😆Próximo post
1 comentários - El tesoro de mi hermana (III y final)