Aquela vez (relato real XXX)

Eu tava no 3º ano do ensino médio. Minha vida era normal, tinha uma namorada na época, vou chamar ela de Sofia. Eu passava depois da aula pra buscar ela no colégio, porque ela saía 15 minutos depois de mim e nossas escolas ficavam a umas 4 quadras de distância.

Um dia, como qualquer outro, eram 8:30 da noite, a gente tava a uma quadra da casa dela. Ela tava agindo meio estranha comigo. A gente tava junto há 5 meses, nunca tinha se comportado assim, tava calada e meio tímida, até que da boca dela saíram umas palavras:

— Love, posso te perguntar uma coisa? — disse Sofia.
— Sim, o que foi, love? — respondi.
— Mmmm... queria saber se você quer dormir na minha casa hoje. Meu pai tá em Santiago e minha mãe tá no hospital com minha avó (que sofreu um acidente na escada).

Na real, a proposta me surpreendeu. Falei que sim, porque fazia uns anos que eu morava com um amigo, então ninguém ia encher o saco pra eu sair 😃.

— Ok. Umas 10 horas eu venho, vou deixar as coisas em casa e pegar outras. Mas (sempre fui meio medroso com essas coisas) sua mãe sabe? (Eu e a mãe dela nos dávamos super bem, e com o pai dela era quase uma relação de pai e filho.)

— Sabe sim, liguei pra ela enquanto tava no colégio, na verdade. Ela vai ligar umas 10 pra saber se a gente já tá em casa.

— Ok, te vejo daqui a pouco — falei, e me apressei pra chegar em casa o mais rápido possível e voltar.

Tudo foi normal, a gente tava vendo um filme romântico. Na real, ela tava vendo o filme, eu tava admirando a beleza dela. Aqueles olhos verdes, o cabelo loiro, a pele branca e a carinha de menina inocente me deixavam louco.

Nessa hora, olhei e consegui ver os peitos dela cobertos pelo sutiã através do decote da camiseta. Consegui me excitar, e infelizmente a calça moletom que eu tava usando denunciava tudo, minha ereção tava bem visível. Rapidão levantei do sofá e fui pro banheiro. Tentei acalmar a mente e relaxar pra baixar a excitação, mas quando entrei no banheiro, a roupa íntima dela tava num cesto com roupa limpa. Não aguentava mais. Sentia que ia explodir.
Não podia me masturbar ali, ela podia entrar a qualquer momento, e enquanto tentava abaixar minha ereção, senti que ela caminhou até o quarto e depois me chamou. Escondi meu amiguinho como pude e fui. Ao chegar, encontrei ela na cama já coberta e ela disse: "Vamos deitar, estou com sono." As coisas ficavam mais difíceis. Eu disse: "Vou fumar um cigarro e volto pra deitar" (sei que parece uma desculpa esfarrapada, mas meu cérebro realmente não gerou nada mais inteligente pra dizer). Ela me olhou fixamente e disse:

"É verdade que é isso que você quer?"
"Hmm, sim." — respondi.
"Talvez fosse melhor você ficar." — disse enquanto tirava os lençóis do corpo, estava completamente nua.
"Notei que algo estava me apontando enquanto assistíamos o filme." — disse.

Não podia acreditar, era a primeira vez que a via sem roupa. Realmente perdi o controle, me joguei sobre ela como um animal.

Comecei beijando seu pescoço e lentamente fui descendo até chegar em seus peitos, eram redondos e pequenos, coroados por uma auréola rosada. Beijei esses peitos avidamente e sentia seus leves gemidos. Continuei descendo até chegar em sua barriga. E ela me fez parar, me olhou e me beijou nos lábios, me virou, me jogando na cama, e tirou suavemente minhas calças junto com a cueca. Começou a fazer o melhor boquete da minha vida. Aqueles olhos verdes me olhavam de um jeito sexy, me excitava olhar pra ela e estava chegando no meu clímax. Pedi pra ela parar, mas ela recusou e engoliu tudo (nunca pensei que seria assim). Depois me olhou, e eu sabia que era minha vez de retribuir o favor. Fiz, e ela me parou antes de chegar ao orgasmo, e eu obedeci. Fiquei de pé e tirei da minha carteira um preservativo. Ela recusou que eu colocasse.

Ela se deitou de costas e me olhou. Eu sabia que era o convite pra entrar num reino inexplorado. Colocamos uma música de fundo, uma canção antiga chamada "Bolero para uma Virgem", do Glup!.

E lentamente me introduzi dentro dela. Ela gemia e chorava. Perguntei se queria que eu parasse. Ela disse: que não, que a dor já tinha passado. ficamos na posição do papai e mamãe por um bom tempo, e trocamos pra outras.

ela pulava em cima de mim igual uma louca, eu já não aguentava mais, tava prestes a explodir e ela também. tentei me segurar por mais uns minutos, ela explodiu num orgasmo incrível, caindo em cima do meu peito, toda entregue.

eu tava prestes a estourar, mas minha mente ainda tava no lugar, então saí de dentro dela e gozei fora do corpo dela. ela me olhou e disse:

— Obrigada.
— Obrigada? Por quê? — falei.
— Você foi minha primeira vez e me fez sentir como uma princesa... Ela ficou quieta por um minuto... Eu te amo. — disse.

Olhei pra ela e falei: eu também te amo.

Tomamos banho e voltamos pra cama, só pra cairmos exaustos.

Quando acordei, ela tava ali, dormindo na minha frente, o rosto dela era lindo e não sei por que, mas agora eu não via ela mais como uma menina 😛.

P.S.: o relato é real, tentei explicar da melhor forma possível e com o espanhol mais neutro que deu.
obrigado pela compreensão.invocador

3 comentários - Aquela vez (relato real XXX)

la wea falsa, apuesto que que eri un peruano ql que ni polola tiene
la wea falsa, apuesto que que eri un peruano ql que ni polola tiene