Como contei no primeiro relato, minha colega era uma mulher muito gostosa, gente boa e depois da foda não era difícil pra mim, com 20 anos, gostar dela, então me interessei pelo que ela curtia. Ela me disse várias vezes que gostava de rock, dançar e bandas, então me dediquei a achar um bom bar de rock e a convidei. Ela demorou um pouco pra decidir porque não queria que ninguém visse ela, já que éramos colegas, mas o principal era a diferença de idade. Quando ela topou, já imaginava como ia ser tudo! Terminar a noite dando uma trepada gostosa, e foi assim! Enquanto tomávamos umas cervejas, algo tranquilo, um bom rock nacional e conversa vai, conversa vem, falo: Vamos? Ela diz: Dale, pra onde? Eu tava de moto, então falei: Vamos dar umas voltas no rio. Partimos e no caminho, já meio bebada, ela começa a passar a mão no meu peito, descia até minha barriga e subia, me dava beijos no pescoço, falava: Nossa, como é bom estar com você. Eu tava durasso, ela começou a me tocar por cima da calça, já queria comer ela e não sabia onde! Nisso, ela enfia a mão dentro da calça e começa a me tocar, que já não aguentava mais! Achei uma pracinha escura e parei ali, sentamos, começamos a nos beijar e a passar a mão um no outro. Ela gemia quando eu tocava a buceta dela e falava que queria que eu comesse ela toda. Eu peguei e falei: Não tenho grana pra motel, não tenho onde ir. E ela, sem hesitar, puxou minha rola pra fora e começou a chupar devagar, dando beijinhos na cabeça, pegou na mão e começou a me punhetar, e disse: Vamos praquele outro banco que é mais escondido. Quando sentei, ela se ajoelhou e começou a chupar com tudo. Eu tava quase gozando, e ela falou: Hum, que rola gostosa, que delícia de pau. Nisso, eu levantei, baixei a calça dela e a ajoelhei no banco, deixando a bunda dela empinada, que delícia. Aí comecei a chupar a buceta dela e enfiar um e dois dedos, ela gemendo sem parar, cada vez mais alto, e isso me deixava mais excitado, até que ela falou: Me come, cara, me come que eu quero pau, não dedos. Levantei e enfiei. A buceta dela tava toda molinha, ela se jogou pra trás, entrou super fácil, comecei a meter nela sem parar, ela gemendo e, igual na primeira vez, falava um monte: "vai, gostoso, mete tudo, faz de mim tua mulher, hmm, como eu amo essa pica, que delícia", e aí ela virou, me mandou deitar no chão, ajoelhou e começou a chupar de novo, passava a língua e engolia tudo! Parecia que queria arrancar, batia com a pica na cara, na língua; ela levantou, se apoiou numa árvore e mostrou a raba, fui lá e comecei a meter, e ela falou: "não, neném, quero tudo no cuzinho", hmm, pensei: "o que eu faço? nunca comi um cu", e comecei a passar a mão, tentar enfiar, e ela pegou na minha pica e começou a enfiar sozinha, eu já não aguentava, queria gozar tudo naquele cu, e nem tinha entrado direito, ela continuava gemendo gostoso: "hmm, ahh, gostoso, que lindo quando entra tudo", comecei a bombar e meter forte, ela parava com as mãos e falava: "para, tá me machucando", mas eu, louco, continuei, batia na bunda dela até que ela começou a gostar e falava: "hmm, como adoro que você arrebenta meu cu todinho, que delícia", e aí eu não aguentei mais, já queria gozar, ela disse: "hmm, vai, bebê, me dá todo o leite no cuzinho, não para, vai", e eu enchi o cu dela de porra, jorros e jorros que soltei. Essa noite foi a primeira vez que comi uma bunda, e com uma coroa divorciada, a melhor! Foi a última vez que fiquei com ela, teve mais encontros, mas não conseguimos mais transar.
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