Sete por Sete (127): Pé de Cueca




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Compêndio IDesculpa se esse relato se alongar um pouco, mas quero deixar meu diário bem organizado. Nem todos os dias foram de eventos quentes com a família da minha esposa e, como eu disse, eu ia mais motivado pra ver minha própria família.

A quinta-feira foi um dia mais "tranquilo". Embora a gente tivesse curtido bastante na noite anterior, pudemos ver o impacto da catástrofe.

O número de desaparecidos não passou de 30 pessoas e o tsunami posterior afetou principalmente prédios e casas, que podiam ser reconstruídos de novo.

Por isso, as festividades na capital seguiram numa boa e na sexta-feira, dia 18, minha irmã nos convidou (junto com o resto da minha família de sangue) pra celebrar as festas pátrias na casa dela, que fica numa cidade mais rural.

Marisol tava super animada pra vê-la, porque elas não tiveram muitas oportunidades de conversar com a outra cunhada e ela tem muitas histórias sobre minha infância.

Já pra Lizzie, foi mais um motivo de espanto: A casa da minha irmã é ainda menor que a casa de veraneio dos meus pais.

Tem uma sala, uma cozinha, um banheiro e 2 quartos, tudo em uns 60 metros quadrados, pra minha irmã, o marido dela e meus 2 sobrinhos.

Mas, assim como Marisol e eu quando começamos a morar juntos, minha irmã é feliz com o marido, sem se importar com as dificuldades financeiras ou a falta de espaço.

Passamos uma noite agradável, onde minha irmã considerou (como educadora infantil) que minhas filhas estavam muito bem e super motivadas, o que encheu Marisol de felicidade, porque ela tava preocupada com a atitude da nossa menina séria.

Meus sobrinhos correram pelo quintal, organizando brincadeiras e soltando pipas, enquanto a mamãe, minha avó e a cunhada batiam papo na sombra, cuidando das minhas pequenas, e meu pai, meu irmão, meu cunhado e eu conversávamos sobre o que rolou esse ano, preparando um churrasco.

Eles se surpreenderam ao ver que eu tava por dentro da "Copa Améyummy que inclusive, tinha acompanhado os jogos. Mas o que mais me alegrou foi saber que meu cunhado se formou arquiteto, depois de muitos anos de esforço e sacrifício.
Isso significa uma renda extra pra eles e a chance de se mudar pra um lugar maior, já que os filhos (um menino e uma menina, de 9 e 7 anos, respectivamente) estão crescendo rápido demais e dividem o mesmo quarto.

E por causa disso, já que a estadia foi tão gostosa e minha irmã fez questão de dividir o pouco que tinha com a gente, eu dei um presente pra ela.
“O que é isso?” perguntou minha irmã, ao receber.
“Nada! É parte do dinheiro que eu tirei pra gastar.”
“Mas é demais!” exclamou, começando a chorar depois de contar. “Você não precisa?”
Marisol sorria feito uma meia-lua.
“Claro que não! Tenho uma boa grana guardada.” Respondi. “Pensa que é pelos aniversários que eu perdi. Não pude comprar nada pra ninguém.”

Ela me deu um abraço quente, enquanto minha mãe, minha esposa, minha avó e até a Lizzie soltavam umas lágrimas.
A única que olhava com uma certa desconfiança era minha cunhada (a esposa do meu irmão). Mas depois de perguntar se ele também precisava de dinheiro, ela respondeu que tava tudo bem. Que “nossa irmã precisava mais”.

Bom, voltamos pra capital lá pelas 9 da noite e, pra nossa surpresa, a Pamela ainda tava em casa.
“Ué! Não saiu?” perguntei enquanto descarregava a bagagem.
Aparentemente, ela tava presa pela prima, que dormia gostoso no colo dela, sem muita opção a não ser encarar a TV entediada.
“Não! Minha tia pediu pra eu “fazer de babá” com a Ame e a Violetica, porque tinha que trabalhar.” Respondeu sem ânimo.
Não consegui evitar rir, mas mesmo depois de quase 7 anos morando no nosso país, a Pamela ainda usa termos espanhóis.

Pelo horário, deduzi que a Violeta já tinha ido dormir também.
“Mas, não tem planos de sair pra dançar? Ninguém te chamou pra comemorar o 18?”
“Não, tio!” respondeu. Ela, sorrindo com doçura. “Aqueles dias ficaram para trás…”
E aquelas palavras e o tom melancólico da voz dela ficaram ecoando na minha cabeça. Enquanto colocava as pequenas para dormir, Marisol já sorria, sabendo o que eu ia pedir.
“Tá bom! Pode sair!” ela disse, antes mesmo que eu conseguisse falar. “Mas isso significa que eu e minha irmã vamos dormir juntas…”
E embora a ideia fosse tentadora, eu queria ficar a sós com a Pamela.
“Sério?” ela perguntou, animada. “Vocês tão me convidando pra sair?”
“Claro! Não é justo você ficar entediada a noite toda… e é um pecado você não dançar nem um ‘pé de cueca’…”
E só de falar “pé de cueca”, despertou a curiosidade dela pra aceitar.
Fui pegar minha carteira pra chamar um táxi, mas ela me impediu.
“Vamos no meu carro!”
“Mas eu queria te convidar…”
“Vamos no meu carro!” insistiu de novo, com uma voz firme e autoritária.
E é que a Pamela mudou ainda mais.
O olhar promíscuo e calculista da Pamela, que tanto me irritava no começo, tinha se transformado com o passar dos meses e as várias experiências em algo mais doce e inteligente.
Embora mantenha a “Amazona espanhola” escondida à flor da pele, agora ela sorri muito mais e parece mais tranquila.
Os olhos castanhos dela parecem brincalhões; as bochechas estão mais livres de maquiagem, dando um brilho mais saudável e realçando a fineza dos traços espanhóis do narizinho e dos lábios suculentos, destacados pelo tom moreno da pele, que parece eternamente bronzeada.
A maior mudança foi na roupa. Numa batalha difícil pra esconder um corpo esculpido pelos próprios anjos, a Pamela adotou o visual de universitária: camisetas de manga curta, jeans e tênis.
Mas esconder os peitos voluptuosos, a cintura atlética e fina e a bunda perfeitamente redonda é tão inútil quanto tentar tampar o sol com um dedo.
Simplesmente, eu ficava besta vendo ela passar pelas mudanças. durante o jogo de luz e sombra da iluminação da rua, enquanto ela dirigia.
Até a forma como ela se impunia diante dos homens era completamente diferente. Quando a conheci, ela era capaz de manipular os homens à vontade, usando sem pudor os encantos do corpo. Dessa vez, a imposição dela vinha puramente da confiança em si mesma, da própria inteligência e da vontade de mostrar que é muito mais do que um rostinho e um corpinho bonito.
O sorriso dela ficou uma delícia ao ver que eu não estava mentindo e que, de fato, a estava levando até o parque onde a maioria das barracas de comida estava montada, em vez de um motel barato.
Mas mesmo vestindo jeans e uma camiseta feminina bem comum, que nem facilitava mostrar o corpo, ela era uma beleza indiscutível, e muitos homens (e também mulheres) se perguntavam o que ela estava fazendo com um cara como eu.
Os olhos dela adoçaram ainda mais o rostinho lindo, brilhando de felicidade ao ver que estávamos entrando numa barraca que tocava um pé de cueca, em vez de um som mais tropical ou algo que me facilitasse esfregar maliciosamente nela.
A cueca, pra quem não sabe, imita o cortejo do galo com a galinha, em movimentos de meia-lua e giros coordenados. O contato físico é praticamente zero, exceto no começo ou no fim, quando a gente passeia de mãos dadas com a parceira.
Acreditem, naqueles momentos, com uma mulher como ela, eu adoraria ter dançado um tango transandino. Mas já me contentava em vê-la sorrir.
Pamela ria do meu jeito de dançar, mas ela também não dançava tão bem, e depois de três músicas, sentamos de novo e pedimos um suco natural de morango pra ela e um refrigerante de pêssego pra mim.
“Ah, vai, tio! Que que você fica me olhando tanto?” perguntou com uma voz provocante e um sorriso meio nervoso.
“É que você tá lindona…”
O olhar dela desviou, focando na bebida, e o rubor nas bochechas só a deixava mais gostosa.
“Ah, para!... Mal me deu tempo de passar o batom!” reclamou, como se eu estivesse assediando.
“Mesmo assim, você está maravilhosa.”
Foi nessa hora que ela apoiou os cotovelos na mesa e o rosto nas mãos, como se quisesse realçar o charme dos peitos firmes e balançantes, perguntando com o olhar provocante e desafiador.
“E o que vocês mais gostam?”
A pergunta era uma armadilha, queria que eu focasse nos peitos dela. Mas olhei nos olhos dela e falei a verdade.
“Eu gosto de tudo em você!”
Ela caiu na gargalhada, jogando o corpo pra trás, achando que eu tinha caído no jogo dela.
“Então você gosta de tudo em mim?”
“Sim. Olha só: você tá muito gostosa, seu olhar mostra que é inteligente, e qualquer um diria que é minha namorada.”
O rubor no rosto dela ficou ainda mais forte.
“Então… não são só…?” ela fez uma pausa rápida. “… Meus peitos?”
Fiquei feliz em ver que ela não chamava mais friamente de “tetas”, como antes. Peguei a mão direita fresca dela, envolvendo entre as minhas, e respondi:
“Claro que não! Você tá lindíssima!”
E nos aproximamos com carinho, pra nos beijar.
Minha mão pousou com muito respeito no ombro dela, enquanto juntávamos nossos lábios quentes. Ela, confiando totalmente em mim, fechou os olhos e se deixou amar e beijar, enquanto minha outra mão apoiava na bochecha dela, acariciando com doçura.
“Adoro seus beijos!” ela disse, me dando um sorriso manso e grato, enquanto continuava me olhando com os olhinhos risonhos.
“Bom, eu acho você mais gostosa…”
Ela sorriu de novo e se afastou uns centímetros de mim. Parecido com quando a galinha foge do galo no cortejo.
“O que você tá dizendo?” ela perguntou, sem acreditar. “Olha pra mim! Tô sem graça e séria. Como você pode me achar gostosa agora?”
Acariciei suavemente o cabelo dela, afastando a testa, pra enfatizar que tava admirando melhor. A respiração intensa dela e os olhos dilatados e fugidios mostravam como minhas palavras estavam fazendo efeito.
“Bom… você se arrumou assim pra mim, não foi?”
Mais uma vez, os olhos dela desviaram. do meu incessante escrutínio.
“Sim, cara!” confessei, a princípio sem me olhar. “Mas… como é que você diz que me vejo gostosa?... Você já me viu mais arrumada antes!... E é agora que eu te agrado mais?”
Ataquei com outro beijo delicado, firmando seu queixo com meus dedos. Foi tão repentino que ela nem conseguiu desviar a cabeça e só fechou os olhos.
“Antes, você se arrumava pra todo mundo te ver. Agora, você se arruma só pra eu te ver.” Respondi com franqueza.
Ela sorriu com minhas palavras, brincando com as mãos pra não me olhar.
“Além disso, seu olhar ficou mais esperto e menos safado. Seus gestos estão mais dóceis e você parece mais calma.”
Finalmente, ela me encarou com olhinhos brilhando, prestes a chorar.
“É que… você me faz sentir assim…”
E foi nessa hora que os lábios dela buscaram os meus. E não só isso, porque ela jogou o corpo pra cima de mim pra me abraçar e eu poder tocá-la.
Eu a segurei, colocando minhas mãos suavemente na cintura dela, mas os peitos dela acabaram se apertando contra o meu peito e a mão direita dela apoiou perigosamente perto da minha virilha.
“Me pega!” ela pediu, quase num tom de súplica.
Pensei que, em outros tempos, homens imploravam pra ela se entregar.
Ela estava tão desejosa que eu a pegasse, que não reclamou quando paguei as bebidas. Tava muito ocupada procurando meus lábios e me abraçando.
Chegamos no estacionamento com as mãos queimando. Pra minha surpresa, ela abriu a porta traseira do carro dela e me puxou pra dentro, quando eu queria que a gente fosse pra um lugar mais privado, tipo a casa dela ou um motel, onde pudéssemos nos acariciar.
Os beijos dela tinham conotações sobrenaturais e ela tava ansiosa pra tirar a camiseta e eu agarrar os peitos dela.
“Te amo, Marco!” ela sussurrou no meu ouvido, colocando minhas mãos sobre os peitos dela, nus e abençoados.
Ela ainda queria tirar a calça e a gente fazer ali mesmo. Mas o espaço do carro popular dela era obscenamente apertado, a ponto de nossos corpos estarem grudados quase à força.
“Não!” eu disse, segurando-a pela calça e impedindo que continuasse.
E o olhar dela ficou meloso e meigo.
“Por quê?” ela perguntou, sorrindo com lágrimas de felicidade nos olhos. “Por que você é o único que me recusou quando eu mais queria dar?”
Em vez de frustração e raiva, como eu poderia esperar, havia sorrisos e provocação.
“Três vezes, cara! Três vezes você me recusou!” ela ria, lembrando daquilo.
Acariciei o cabelo dela e olhei fundo nos olhos dela.
“Porque quero fazer isso numa cama com você.”
Ao dizer isso, os olhos dela se arregalaram de novo de surpresa e nos demos outro beijo apaixonado.
“Por quê, cara? Por que foi ela e não eu?” ela perguntou misteriosamente, mas depois entendi que se referia à Marisol.
Pamela mostrava sua habilidade ao volante, acelerando pra caralho, a ponto de eu ter que me segurar, com medo de bater.
“Pô, cara, relaxa!” ela sorriu numa reta. “Te falei que sou foda com as alavancas!”
De repente, senti a mão dela brincando com o zíper e quando pegamos um sinal vermelho, ela virou pra mim com as duas mãos e abriu minha braguilha.
Quando o sinal mudou, ela reduziu pra segunda e mudou pra direita, pra poder acariciar minha vara sem atrapalhar muito o trânsito.
Durante os 7 sinais vermelhos, Pamela se dedicou a me chupar com muita vontade, até sentir meus tapinhas suaves na cabeça dela, avisando a mudança de luz.
“Não deixa esse moleque se assustar!” ela disse umas duas vezes, ao pegar o volante de novo.
Quando chegamos no destino, Pamela soltou o cinto completamente e, com mais liberdade, se dedicou a cuidar da minha ereção até eu gozar, bebendo tudo e o resto.
“Uma delícia!” ela disse, me olhando toda feliz e, de novo, nos beijamos, sentindo o gosto do meu gozo.
Subimos as escadas pra casa dela, nos beijando feito loucos e começando a desabotoar as roupas. Embora nós dois sejamos meio organizados com nossas roupas, a luxúria fez a gente largar peças pelo caminho da entrada da casa até o quarto impecável dela.
Quando eu a deitei na cama, ela estava de sutiã e calcinha, enquanto eu tava completamente pelado.
“Então... por que vocês me querem numa cama?” ela perguntava, enquanto eu lambia o pescoço dela e acariciava a barriga.
“Porque na sua cama, imagino que sou o primeiro que te pega aí.” Respondi, lambendo o lóbulo da orelha dela, de um jeito parecido com o que faço com a Hannah.
Ela se contorceu num suspiro e me segurou pelo pescoço, pra me olhar com toda seriedade.
“Pois é, você foi, cara!” ela disse, me enchendo de surpresa. “Você acha que eu traria caras pra transar na minha própria cama?”
O calor dos meus beijos aumentou e nossos suspiros, ansiosos por uma penetração, nos mantinham presos numa sensação de brasa constante.
“Pamela, quero te fazer amor!” falei, na hora de colocar a glande na buceta dela.
“Lá vamos nós de novo!” ela exclamou, como se incomodasse eu falar aquilo, enquanto nossos lábios não paravam de percorrer os braços, pescoços e ombros um do outro. “Por que você é o único que me fala essas coisas?”
E começamos devagar, mas ardendo de paixão. Acariciava os peitos suculentos e tentadores dela, lambendo-os com gosto, enquanto ela rebolava suave, enrolando as pernas na minha cintura e mordendo os lábios de um jeito sensual, pra eu poder chupar à vontade no ritmo que a gente tava levando.
Os mamilos dela endureceram e ela os roçava desafiadoramente nas minhas bochechas, sorrindo maliciosamente pra me provocar a prová-los. Um novo fluxo de umidade chegava nas minhas pernas enquanto eu fazia isso, e ela reclamava baixinho.
A bucetinha dela contraía de um jeito incrível, me dando a impressão de que tava devorando ansiosamente meu pau dentro dela. O olhar cativante dela e os lábios brilhando de saliva exigiam que eu beijasse ela com urgência, me afirmando da sua Bunda majestosa, que lhe causou um novo orgasmo e um leve gemido de prazer se enterrou na minha boca, enquanto continuávamos nos beijando.
Pamela se contraía sem parar, suspirando enquanto aumentava o vai e vem, os orgasmos começavam a bombardeá-la e, por isso, seus abraços ficavam cada vez mais apertados.
Quando estávamos indo para o que poderia ser considerado intensidade média e o rosto dela refletia o prazer indescritível que eu estava dando, ela começou a falar.
“Ahhh!... Tio!... Ahhh!... Vocês têm que me engravidar!... Ahh!... Vocês têm que me encher a barriga!... Ahh!... Igual à Mari!...”
Eu congelei e parei quase completamente.
“Agora?” perguntei, perplexo.
Ela, irritada com minha parada repentina e com minha pergunta aparentemente inoportuna, mostrou a “Amazona espanhola”.
“Não seja um idiota! Claro que agora não!” protestou ela, contraindo mais a buceta de raiva.
No entanto, ao sentir aquilo, os olhos dela abandonaram a fúria.
“Mas quando eu me formar… e puder começar a trabalhar… Ahh!... quero que você me engravide…” esclareceu, começando a retomar o ritmo que levávamos.
“Mas… Por que eu?” perguntei confuso.
Pamela, mais safada e irritada, fez com que novamente sua fenda se contraísse.
“Como assim ‘Por que eu?’?... Você não percebe… que é você… que me faz… querer ser mãe?”
A conversa nos deixava mais animados. Os gemidos dela começavam a ecoar nas paredes do quarto e ela, como uma verdadeira guerreira, se erguia batendo com toda a cintura, se apoiava na minha barriga e sacudia sensual o cabelo do rosto, enquanto os peitos continuavam vibrando sem parar.
Quando ela conseguiu engolir tudo e minhas bolas foram esmagadas pelo corpo majestoso dela, nós dois gritamos de prazer ao atingir o clímax.
Suspirando exausta e se firmando no meu peito, ela me olhava muito serena.
“Acho… que agora vocês querem me dar no cu… Né?” perguntou, com um sorriso ansioso.
“Na verdade, não!” respondi. fazendo seu rosto se confundir. “Na verdade… se você não se importa… eu gostaria de fazer amor com você… mais algumas vezes.”
O olhar dela desviou dos meus olhos de novo e ela levou ternamente a mão direita até a boca, enquanto suas bochechas coravam suavemente.
Depois que tomou uma decisão, ela me olhou de novo, mais contente.
“Sabe?... você também é o primeiro cara que me pede por favor pra fazer amor… e mesmo eu adorando quando você me pega pela bunda…” completou com um sorriso safado e finalizando com um beijo.
A segunda rodada foi comigo por cima. Aproveitei pra beijá-la, acariciar sua barriga, seus peitos e fazê-la suspirar intensamente.
Ela colocava os braços acima da cabeça, o que lhe dava um visual de uma afrodite sensual.
A terceira rodada foi com ela apoiada na parede, fazendo de quatro. Era incrível sentir aquelas coxas perfeitas com minhas mãos, sua cintura macia como seda e seus gemidos de prazer, que me lembravam uma gata escura.
É engraçado, porque a cada duas semanas, eu durmo com uma gata branca.
Mas todos os nossos encontros com Pamela terminam do mesmo jeito.
“Acho que é hora de vocês irem!” ela disse, enquanto eu a acariciava de conchinha, esperando o amanhecer ao lado dela.
“O quê? Por quê? Eu fiz algo errado?”
Ela se sentou e me olhou com um sorriso disfarçando alegria, mas que carregava tristeza e frustração.
“Não… mas… você não lembra que é pai?” perguntou, se esforçando pra manter o sorriso.
De fato, eu tinha esquecido da Marisol e das minhas filhas, por estar a sós com a Pamela.
E essa é “a única e grande barreira do nosso relacionamento”.
Porque não importa que a Marisol saiba e autorize, que nós dois nos amemos e também amemos ela e contemos todas as coisas que fazemos juntos.
Agora sou pai e a Pamela entende isso tão bem quanto eu: tem coisas que precisam ser deixadas de lado, pra manter a ilusão das pequenas, mesmo que elas sejam pequenas demais pra entender.
Então não importava se eu queria ficar ou ela não. Queria que eu fosse embora. Era algo que eu precisava cumprir.
Foi difícil me vestir, porque ela cobria a nudez com o lençol e isso me excitava de novo.
Mas talvez o melhor dos beijos foi o último. Porque ali se disseram muitas coisas e sentimentos, sem pronunciar uma palavra.
Principalmente, dizer um ao outro que nos amávamos e o amargo gole do adeus.
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2 comentários - Sete por Sete (127): Pé de Cueca

Busque en YouTube pié de cuenca y nomas no di... Manda algún lino para entenderlo mejor. A caso no sera como el zapateado en México?. Sobre el relato. Solo puedo resumir que te envidio jajaja saludos
Ya lo encontré. Supongo que es por que yo buscaba pie de cuenca y es pie de cueca jeje
Son cosas que pasa. De cualquier manera, no creo que hasta ese día hayas conocido ese estilo de baile. Saludos.
@metalchono no tenia la menor idea de que la sola palabra existiera pero ahora algo aprendí. Saludos