Minha Esposa Adúltera

Minha Esposa Adúltera

Estou nervoso só de pensar em escrever sobre minha esposa e a relação que, sem querer, acabei aceitando ter com ela. Como já comentei, ainda não sei se vou me encaixar ou ser aceito pelo "grupo" em que nos conhecemos. Porque minha história não é tão espetacular nem tão erótica, mas sim simples e direta: minha esposa adora provocar e excitar os homens, e eu me tornei prisioneiro da excitação de saber que outros caras conseguem usá-la para se satisfazer sexualmente com ela.

Como eu disse antes, em outras ocasiões já me envolvi em conversas ou trocas de e-mails com pessoas em situações parecidas, mas até agora encontrei alguém que se parece muito com a minha própria situação — e não apenas com aquelas cenas que leio e releio com tanto prazer sobre fantasias ou supostos acontecimentos de maridos que curtem ou compartilham a chance de ver suas esposas nos braços de outro homem.

O que me atraiu especialmente foi a ideia de me comunicar com pessoas que têm fantasias parecidas com as minhas, ao saber que essas fantasias podem não ser apenas situações de prazer erótico entre um casal, mas que também existe gente como eu, que curte em silêncio sua "agonia" de saber das traições da mulher.

Antes de entrar de cabeça no assunto, quero deixar claro que um dos pontos que torna minha história bem diferente da maioria que encontrei em português é que a minha não é nada daquelas que começam com... "Sempre gostei de histórias sobre minha 'mulher' com outros homens, então, assim que tive a oportunidade, contei pra ela e a tentei a fazer isso"... porque no meu caso, minha esposa simplesmente começou suas atividades extra-"curriculares" por conta própria e as manteve assim sem nenhum acordo. Ela não precisou da minha permissão pra se envolver com algum dos seus "galãs".

E eu, por minha vez, quando descobri... (o desejo dela de se sentir desejada e simplesmente usada por algum "macho" que cruzasse seu caminho) suponho, embora ainda não esteja certo., que por algum estranho e perverso recanto da minha mente, hesitei em encará-la e nunca a confrontei pra dizer que sabia de tudo e esperava que ela me respeitasse e se respeitasse e parasse com essa atitude tão viciosa., simplesmente não reclamei de nada, fiquei calado e quando chegou a hora de decidir avançar nosso relacionamento ou terminar., percebi que aos poucos a sensação de sabê-la tão sensual e fácil de ter por outros, tinha se transformado numa espécie de droga afrodisíaca pra mim e agora a considero o maior prazer que um tarado como eu pode curtir.

Vou começar dizendo que agora tenho 36 anos, e ela acabou de fazer 32, embora a conheça há muito tempo, foi só há 8 anos que comecei a sair com ela e há pouco mais de seis anos, depois de um namoro curto, nos casamos e, embora no escritório eu tivesse ouvido algumas histórias de "corredor" sobre ela, logo que comecei a conviver com ela, pela atitude e comentários dela sobre a moralidade da família, simplesmente me pareceram fofocas, pouco dignas de confiança e, depois que o relacionamento começou, quando comecei a ter algumas dúvidas, não fiz nada muito direto pra confrontá-la, embora tivesse a impressão de que ela achava que eu sabia de algo, eu já dava como certo sem precisar de confirmação.

Durante a fase inicial do nosso relacionamento, depois de ficar deslumbrado com seus encantos e atributos físicos, entre os quais se destacavam seus peitos sensacionais, pernas e pele branca, tive a oportunidade de perceber que algo entre o que ela pregava e dizia simplesmente não batia e foi desde então que (sem ela notar claramente) e quando ela aceitou sair comigo pra dançar numa balada.

Como você deve imaginar, Patrícia entrou pra trabalhar na empresa onde eu era um dos diretores e ela conseguiu um emprego como assistente do diretor e encarregada de promover Novos mercados pra empresa, caso que eu suponho que ela conseguiu tanto pelo conhecimento dela quanto pela presença agradável em qualquer encontro que ia, sempre lindamente arrumada, exibindo seus 1,68m de altura (só dois a menos que eu), que junto com os saltos altos faziam ela parecer uma mulher excitante, embora, segundo alguns, às vezes se sentissem meio intimidados pela altura e presença dela, mesmo que na época ela parecesse querer passar uma imagem de "mocinha boazinha", inocente, contida, doce, bondosa, mas sim, muito gostosa. E ela dizia que, sendo uma mulher de muitos estudos e atividades, buscava como parceiro ideal um "cara comum", estável e que gostasse de ficar em casa nos fins de semana com a família, como ela falava.

Tentando não enrolar mais, vou continuar dizendo que, apesar de eu me encaixar perfeitamente nessa descrição, e mesmo ela me chamando muita atenção, sendo meio tímido, não fiz nada pra conseguir um encontro com essa mulher imponente, e foi ela quem me deu abertura pra convidá-la pra sair. Coisa que fiz assim que ela, com os flertes dela, me deu a deixa, e já quando deixei ela em casa naquela noite, ficou claro pra mim que ela não tava perdendo tempo, e por trás daquela imagem de menina boazinha, tinha uma mulher segura de si e do que queria desde aquela época, que era na verdade algum possível candidato a "bom" marido.

De qualquer forma, e apesar da "caça" latente que ela deixava transparecer, teve uma química e continuamos saindo uma vez atrás da outra até que quase não precisava mais marcar encontro, só comentar quais planos tínhamos pro fim de semana e combinar um horário pra nos ver.

Numa dessas ocasiões, por acaso do destino, fomos parar num salão de dança, que não é nem um pouco minha especialidade (embora eu fosse mais jovem dançar no ritmo de música disco), e estando eu de bom humor, sem desejo de estragar a noite tentei acompanhá-la com uma ou duas músicas, mas logo sentamos à mesa pra tomar uns drinks e, enquanto víamos os outros dançarem, bebemos dois ou três coquetéis cada um, enquanto a Patrícia, sentada na cadeira, balançava no ritmo da música e tamborilava os dedos na mesa.

Vendo o brilho nela e (suponho eu) porque quando dançamos antes, ao me ver parado ao lado dela usando aqueles sapatos elegantes de salto altíssimo, algumas pessoas devem ter notado que ela era mais de 6 centímetros mais alta que eu e que eu não era o acompanhante "oficial" dela na noite. Logo, mais de três caras apareceram na nossa mesa pra pedir a mão dela e levá-la pra pista de dança.

Embora a gente ainda estivesse se divertindo, pouco depois do quarto drink que tomamos, ela me perguntou se eu me importaria dela se divertir um pouco e aceitar o próximo convite pra dançar.., o que aconteceu logo em seguida, e ela aceitou na hora, indo com o parceiro pro centro do salão.

Pude ver naquele momento que, pra Patrícia, dançar não era só se mexer, mas sim coisa séria. Em vez de ficar olhando pro nada como muitas minas faziam, ela realmente dedicava a dança pro prazer do parceiro com quem estava, olhava nos olhos dele e logo começava a se mexer de forma provocante, girando, balançando e sorrindo de um jeito safado. E com a altura e o corpaço dela, era realmente uma atração pra todos os outros caras por perto.

Em menos de meia hora, ela já tinha saído pra dançar com pelo menos quatro homens que, por educação, me pediram esse privilégio, até que finalmente um cara particularmente alto, bem vestido e de aparência atlética monopolizou ela por mais de três músicas e, bem quando ia trazê-la de volta pra nossa mesa, começar a soar as notas de uma música que suponho ser popular naquela época. Percebi que, em vez de ela aceitar o convite, ela decididamente puxou ele de volta para o centro da pista de dança.

Em menos tempo do que se imagina, ela já estava possuída pela sua atitude de dançarina sedutora, dedicando-lhe olhares provocativos, enquanto rebolava sensualmente os quadris ao ritmo da música, e de repente virando o corpo de costas para ele, só girou o pescoço para olhá-lo enquanto entreabria os lábios e dirigia o olhar para a área pélvica do parceiro de dança e, balançando os quadris, começou a mexer suavemente a bunda que, enfiada naquele vestido de aparência acetinada, parecia mais do que parte de uma dança, uma oferta dela.

Aceitando a iniciativa, o homem levou as mãos até ajustá-las na cintura dela, apenas alguns centímetros acima da suave aparência dos glúteos que pareciam estar prestes a estourar o tecido do vestido, e eu, quando vi aquilo, senti meu coração dar um pulo e o sangue nas minhas veias começou a pulsar agitadamente. Ela não pareceu se incomodar nem um pouco com o contato íntimo das mãos dele tão perto das suas áreas "decentes" e, em vez disso, agora buscava com os olhos o olhar daquele homem enquanto, sem objeção, ele a aproximava do seu colo!!...

Pelo que eu podia ver do meu lugar naquela mesa, aquele desconhecido teria tido qualquer sorte que desejasse com ela, pois pelo jeito que ela o olhava quando ele finalmente aproximou o corpo da sua bunda gloriosa e, sem mais alarde, começou a esfregar o tecido da calça contra o vestido dela, com certeza, se eu não estivesse ali, aquele cara teria tentado algo mais com ela, conseguido o telefone dela, convidado para sair ou acompanhá-la de volta para casa.

Quando finalmente a música estava terminando, eu, tentando evitar alguma situação embaraçosa, fui ao banheiro e, assim que ela voltou para a mesa, voltou pro meu lugar como se eu não tivesse percebido nada. E logo depois, enquanto esperávamos a conta, ela me disse que eu definitivamente precisava aprender a dançar, porque ela adorava dançar, que a fazia se sentir sensual, embora eu tenha dito que esse tipo de dança definitivamente não estava nos meus genes, mas que de qualquer jeito, se ela aceitasse, eu dançaria com ela do jeito que Deus me desse a entender, mas no final o importante era que ela se divertisse, porque enquanto ela estivesse curtindo, eu achava gostoso estar com ela.

Finalmente, quando saímos daquele lugar, antes de levá-la de volta pra casa, paramos um momento num daqueles mirantes de onde dava pra ver a cidade enquanto se conversava (ou fazia outras coisas). Depois de algumas palavras ternas e sensuais, logo estávamos nos beijando e pude notar que ela definitivamente estava meio excitada pelo jeito que parecia querer devorar minha boca inteira e não só me beijar, parecia que os papéis tinham se invertido e era eu quem tentava salvar a "honra" dela e ela quem queria me atacar sexualmente. A mão dela foi pro meu cinto, soltou a fivela, depois desabotoou a calça e finalmente senti os dedos dela deslizando meu zíper até ficar tudo exposto, e então sentir aquela deliciosa e estimulante cócega que as unhas compridas dela faziam ao fuçar por baixo do tecido da minha cueca até alcançar meu pau ereto que a esperava ansioso.

Então, pra completar o inesperado da reação dela, de repente ela pegou uma das minhas mãos e, sem mais preâmbulos, levou pra debaixo da saia dela pra que eu sentisse pela primeira vez o calor das coxas acolhedoras dela, que por um momento ela manteve quase juntas pra depois, aos poucos, separá-las e me deixar chegar até o ponto mais íntimo dela, que se escondia debaixo do tecido quentinho e curto da calcinha dela. E enquanto eu levava minha mão até encontrar e apalpar o montinho pulsante dela sobre o material encharcado da As mesmas, seus dedos se fecharam firmemente ao redor do meu pau, me fazendo tremer de tesão e transbordar minhas emoções.

Eu senti sua feminilidade encharcada, que logo tinha meus dedos já impregnados de seus sucos, e pra adicionar mais um detalhe àquela onda de prazer que parecia crescer sem parar, ela comentou... "Ufffgghhh Papi, que gostoso você tá!!! Viu como me deixou toda molhadinha?"

E de verdade, ela estava molhada e mais do que pronta pra qualquer situação de sexo, pronta pra receber entre as pernas qualquer carícia ou sensação masculina, embora naquele momento eu também pensasse que isso não era só por minha causa, mas talvez por causa das paqueras dela com aqueles caras na pista de dança.

Levei só mais alguns instantes pra gente terminar aquele repentino agarro amoroso, que acabou quando eu gozei sobre os dedos dela, que ainda seguravam firme minha masculinidade túrgida, enquanto ela explodia dentro da calcinha com o contato dos meus dedos e suas carícias indiscretas. E depois de finalizar, não fizemos mais nada: ela arrumou o vestido, procurou na bolsa um lenço pra limpar a mão, enquanto eu me ajeitava dentro da calça.

Depois daquele primeiro agarro amoroso, uns minutos mais tarde, estacionei o carro a alguns metros da casa dela e, bem na hora em que ela ia sair, me aproximei pra apertar ela nos meus braços e dei um beijo profundo que durou um pouco mais do que eu imaginava, mas ao sentir o corpo dela pulsando de tesão e aquela sensação quente, como se fosse um filhote carente buscando conforto e calor de outros corpos. Percebi um arrepio que percorreu o corpo dela, então, dessa vez sem esperar convite da parte dela, enfiei minha mão por baixo da saia e, depois de apalpar sua feminilidade molhada, logo afastei as pernas dela e fui subindo lentamente o tecido da saia pelas coxas até que ela ficou totalmente à mostra diante de mim, que me deliciei com a imagem excitante de vê-la ali sobre O banco do meu carro me mostrando quase todos os seus encantos e o mais íntimo dos seus segredos, mal coberto pela peça molhada que era o último obstáculo que me impedia de provar aquela bocada tão deliciosa e de repente tão desejada.

Se deixando levar, ela se recostou ainda mais no encosto do banco e, abrindo as pernas, afastou de lado o pano escasso da calcinha, me oferecendo por apenas uns instantes aquela visão ardente. Pois, me guiando de novo com as mãos, ela me provocou a penetrá-la com um dos meus dedos, que sem dificuldade logo encontrou a entrada do buraquinho quente dela. E sem eu nem perceber, de repente ela me prendeu entre as pernas e começou a esfregar as coxas, enquanto eu sentia cada vez mais a boceta quentinha apertando meus dedos lá dentro. Lá embaixo, a sensação sensual que as meias escuras dela faziam ao roçar na minha pele também me fazia desviar o olhar pra contemplar aquele prazer incomum de ver aquelas coxas suculentas cobertas com aquelas meias delicadas, presas no lugar por um elástico que só aumentava a intensidade da cena libidinosa e emoldurava as coxas macias, contrastando o tecido escuro com a brancura lisa da pele nua dela, que por ondas parecia se tensionar e depois relaxar, até que instantes depois, arqueando o corpo com mais força, pela segunda vez naquela noite, ela gozou nos meus dedos!!!... caralho, que mulher fogosa eu finalmente tinha encontrado...

Claro que depois daquela noite, eu fiquei mais que apaixonado por aquela mulher tão sensual e excitante, então continuei saindo com ela e logo viramos namorados. A gente ia ao cinema, shows ou jantar, e ela preferia qualquer rolê que desse pra ter uma boa sessão de dança. E continuamos nosso relacionamento quase como começamos: quando não conseguíamos nenhuma festa, a gente ia pra algum lugar onde ela pudesse dançar, e claro que quando eu já tava de saco cheio de parecer o otário com as duas pernas esquerdas, ela nunca deixava de arrumar algum parceiro de dança que fizesse par com ela e levasse a surpresa de ter diante de si uma mulher tão gostosa que, com cada movimento do corpo, parecia mandar sinais de clara conotação sexual e dava a ideia de estar pronta pra seduzir quem quer que se propusesse.

Era realmente eletrizante vê-la dançar daquele jeito e saber que, com certeza, seus parceiros de dança dariam tudo pra estar no meu lugar e ter aquele "pouquinho a mais" que eu levava pra casa depois da noitada, porque minha deliciosa namorada voltava pra casa extremamente excitada e não fazia a menor questão de me deixar brincar com ela no caminho. Logo no começo do nosso relacionamento, ela aceitou me satisfazer oralmente enquanto eu dirigia com uma mão no volante e a outra cutucando por baixo da calcinha dela. A feminilidade dela e a protuberância do clitóris estavam sempre hipersensíveis depois que saíamos de qualquer um daqueles lugares, e ela parecia gozar intensamente com minhas carícias, que não falhavam em dar orgasmos excitantes pra mim.

Apesar de tudo isso e de como nosso relacionamento parecia estar se desenvolvendo de forma genial, a gente não passava daquelas carícias e beijos, porque ela tinha deixado claro que queria "se guardar" pro casamento, quando entregaria pro amor definitivo da vida dela o mais venerado e oculto dos seus "segredos". E eu, por minha vez, embora ainda não tenha certeza, acho que simplesmente aceitei a palavra dela nisso, seja pelo bem que ela me fazia sentir com os lábios ou com as carícias que me dava com as mãos, seja porque simplesmente tinha me apaixonado e ela me fascinava com algo mais, mas a palavra e os desejos dela me bastavam. Então, aceitei não pedir nada além do que ela tinha a me conceder.

Aos poucos, fomos nos entrosando mais, e eu fui tendo oportunidade de identificar mais das atitudes, gostos e desgostos dela. Percebi que, nas ocasiões em que ela se mostrava especialmente carinhosa comigo e disposta a me agradar, coincidia com nossas saídas pra "dançar" e isso quase não rolava quando a gente tinha uma simples tarde de cinema ou com os amigos. E notei especialmente numa ocasião em que fomos a um lugar onde ela dançou com vários caras, até que finalmente apareceu um que se destacava dos outros, um homem de uns 38 ou 40 anos, muito bem vestido e com sinais de ter estado numa praia recentemente, porque o bronzeado intenso denunciava e ainda dava um toque a mais de galhardia ao seu porte viril de mais de 1,95m.

Particularmente, o cara me chamou a atenção não só por ser mais velho e mais alto, mas porque logo ele parecia assumir o controle da situação, e ela se deixava levar pelo visual dele. Rapidamente percebi que aquele olhar "curioso" que ela mostrava quando sentia "atração" pelo parceiro de dança tinha aparecido no rosto dela. Desde o começo, ela não reclamou quando ele a puxou pro corpo dele, apertando um pouco mais do que devia, e também não fez nada quando as mãos do sujeito pousaram perto da bunda dela. Ele, sem tirar as mãos dali, sussurrava algo no ouvido dela, enquanto a segurava de um jeito que não dava pra considerar totalmente adequado pra uma mulher que estava acompanhada pelo parceiro, que esperava ela voltar pra mesa, sem imaginar que o que ela se deixava fazer fosse conveniente.

Mas enquanto eu olhava meio perturbado a cena que rolava a poucos metros de onde eu estava, como em outras vezes, de repente a adrenalina me inundava como um redemoinho, meu coração disparava acelerado e meu estômago dava um nó, parecendo se revirar por dentro. E sem mais, num estalo, eu me via excitado vendo ela dançar tão sem vergonha com aquele cara. Enquanto aqueles pensamentos ambíguos me atordoavam, porque, como já disse, não tinha intenção nenhuma de cortar a liberdade dela. se divertir e curtir um bom momento, embora de repente, ao vê-la tão animada, me causava ondas súbitas de ciúme e desconforto, ao mesmo tempo que uma grande excitação por saber que ela era tão desejada por ele. E saber que, não importava o que acontecesse, mais tarde, antes de deixá-la em casa, seria eu quem teria a sorte de passar um momento memorável e bem privado a sós com ela, durante o qual, como resultado do que ela fazia agora na pista de dança, ela se mostraria especialmente ardente.

Diante dessa consideração, decidi não demonstrar irritação e muito menos confrontá-la sobre o quão inapropriada sua atitude poderia parecer para alguém, pois, como já disse, graças à cooperação desse cara ou de qualquer outro que pudesse ter sido, eu teria meu "tratamento especial" antes do fim da noite. E assim continuaram aquela e várias outras vezes: Patrícia e eu íamos a algum lugar de dança onde eu mal dançava um pouco com ela, antes de "cedê-la" a algum parceiro de dança aventureiro e ocasional, para então contemplar a cena de vê-la em seu habitual "dança quente" e, depois, antes de levá-la para casa, passar um tempinho no carro para diminuir suas fervuras ardentes que imploravam desesperadamente pelos meus dedos ou lábios.

Então, como você pode imaginar, toda aquela excitação garantida que eu tinha ao lado dela se enraizou no meu gosto, e pouco antes de completar três meses de relacionamento com ela, a ansiedade ou ciúme que sentia ao vê-la flertando enquanto dançava ou aceitando a proximidade das mãos ou corpos de outros homens me indicava que, definitivamente, além da excitação, algo nos meus sentimentos tinha se posto em movimento, e supus que tinha encontrado a mulher dos meus sonhos: alegre, compreensiva e promissora. Por isso, decidi declarar abertamente meu amor, mesmo sabendo que uma mulher tão linda e sensual poderia despertar a atração de algum outro cara bonito e que, com certeza, não Faltaria quem tentasse chamar a atenção dela e tentar conseguir mais dela, mas percebendo que durante aquele tempo a gente tinha se conectado em outros aspectos e que, apesar do "arriscado" e aberto do nosso "jogo", ela tinha se mostrado leal e não tinha aceitado os convites de nenhum deles. Não tinha nenhum outro pretendente à vista.

Ela me surpreendeu quando, sem hesitar um instante, se aproximou de mim e, depois de me dar um beijo quente e carinhoso, aceitou minha proposta e declarou que eu era o homem mais compreensivo que ela já tinha conhecido e que, claro, queria ficar ao meu lado daí em diante. Vendo que ela aceitou, a relação foi se formalizando, e começamos a ter jantares com nossas respectivas famílias enquanto planejávamos a data e os lugares para a cerimônia. E já chegando mais perto da data marcada para celebrar nossa união no altar, fomos a uma festa que David, um dos meus melhores amigos, deu em nossa homenagem.

Simplesmente a festa oferecida era sensacional, tendo como cenário os jardins da casa elegante dos pais dele, com uma piscina chamativa, jogos, salão de festas e todos os outros luxos que o pai dele, como empresário e investidor no mercado de ações, tinha conseguido conquistar. Já meu amigo tinha começado a trabalhar há pouco tempo em uma das firmas do pai e, ao terminar os estudos, ganhou de presente um Masseratti imponente.

Embora seja verdade que, graças aos meus pais, nada me faltava e, apesar de ter que buscar outras saídas pra tentar garantir meu sucesso, a verdade é que David sempre foi entre nós o "riquinhos" do grupo, mas não por ter "nascido em berço de ouro" ele tinha se tornado um chato como muita gente rica; pelo contrário, quase sempre se mostrou uma pessoa simples, disposta a compartilhar. E nos anos que eu tinha de amizade com ele, só em algumas poucas ocasiões o vi usar a posição dele de propósito pra conseguir algo, embora tivesse tenho que admitir que, quando alguém se aproximava puxando saco e começava a bajular ele, ele simplesmente se deixava "querer".

Pouco depois de a festa começar e já depois de apresentar a Paty pra quem ainda não a conhecia, chegou de alguma viagem o pai do David e, no momento em que ele viu ele entrar, sem mais nem menos, pegando na mão da minha noiva, levou ela até onde ele estava pra apresentá-la. E eu, enquanto terminava uma conversa, observei como imediatamente um sorriso se desenhou no rosto bronzeado do senhor, ao qual ela respondeu também com um gesto simpático, embora meio nervoso. Percebi, ou achei que percebi, um toque de galanteio vindo dele, mas, embora a Patrícia agisse de forma adequada, aquele "nervosismo" que ela mostrava ao brincar com o colar de pérolas me dizia que, de alguma forma, algum tipo de "flerte" rolava entre os dois.

Exatamente quando eu ia terminar minha conversa rápida pra ir até onde o David e o pai dele conversavam com minha noiva, outros amigos me impediram. E assim, fiquei só ali, seguindo com o olhar o que eles faziam, enquanto pouco aproveitava da conversa. O David se separou um instante deles pra ir buscar uns drinques e depois também teve que voltar pra receber outro convidado, enquanto o pai dele conduzia minha namorada pra mostrar outras partes da casa, parando um momento na garagem coberta pra ela ver um Mercedes 12 cilindros, bem ao lado do carro do meu amigo e de um Lotus Esprit. Pelo jeito que ela virava pra olhar pra eles e depois pro anfitrião, com certeza chamaram a atenção dela, pra não dizer que devem ter deixado ela babando.

Depois daquele breve tour por uma parte da casa, quando eles voltaram pra onde eu estava, os primeiros acordes da música começaram a tocar e alguns convidados começaram a se reunir perto da banda pra dançar. E eu, depois de cumprimentar o pai do meu amigo e comentar sobre a reunião, notei que Patricia (como sempre acontecia) ansiosamente queria dançar e balançava o corpo suavemente no ritmo da música enquanto sussurrava algo no ouvido do Senhor, sobre como adorava dançar. E então o Senhor me perguntou se eu podia conceder a ele a honra de dançar com minha futura esposa, ao que respondi que ele podia ficar à vontade para levá-la quando quisesse, porque eu era péssimo para dançar.

... "Com uma mulher tão linda e gostosa como essa e você não dança???"... perguntou e depois soltou uma risadinha enigmática, enquanto estendia a mão para ela e seguiam para onde os outros se moviam ao ritmo da música, e eu fiquei observando por trás a figura do Senhor com suas costas largas, quase 1,90m de altura, que caminhava atrás da minha mulher e naquele exato momento percebi que ele era praticamente o tipo que ela sempre escolhia para dançar nas nossas saídas.

E no instante em que começaram a se mover, quando por um momento Patricia virou para me olhar e depois para ele, percebi que havia algo no olhar dela e ela se mostrava encantada não só por dançar com um parceiro tão agradável, mas também com a casa dele, a piscina, os carros, o físico, o carisma pessoal e tudo o que uma pessoa como ele representava. E por sua vez, ele estava mais do que satisfeito por ter diante de si a figura gostosa da minha noiva (tinha esquecido de mencionar antes) vestida naquele vestido de cocktail escuro e curto, feito de veludo preto ou algum tecido parecido que se ajustava apertado ao corpo dela e se mantinha no lugar com umas alcinhas prateadas mínimas que começavam na parte baixa das costas, subiam até os ombros e depois desciam pela frente até terminar bem juntinho das axilas, quase ao lado dos peitos, deixando assim o vestido ousado mas charmoso, à mostra, a maior parte das costas e uma boa porção dos peitos dela apenas modestamente cobertos dentro das taças do vestido, embora o que é de O que chama atenção é que, dadas as proporções dos seios dela e a disposição das alças da roupa, eles balançavam tentadoramente a cada movimento que ela fazia e, a cada passo que dava, pareciam prestes a escapar daquele aconchegante estojo.

Além daquela parte do visual, ela usava por baixo do vestido umas meias escuras. (Desde aquela vez em que me deixou dar uma espiadinha na intimidade dela, me contou que usar meias e ligas em vez de meia-calça a fazia se sentir especialmente "sexy") calçava uns sapatos de salto não muito alto, porque naquela ocasião ela não queria parecer mais alta do que eu e que a gente ficasse "estranho", segundo ela disse. E para completar a imagem, ela usava aqueles brincos e colar de pérolas que realçavam sua apresentação ostentosa, mas elegante, e a fazia parecer radiante e sensual naquela noite.

Quando a primeira música terminou, ficou claro que eles continuariam dançando assim que a próxima começasse, e eles voltaram a se mover, embora dessa vez eu tenha notado como ela mal hesitou quando o pai do meu amigo, segurando-a pela cintura, aproximou ainda mais o corpo dele do dela.

Não fosse por aquele instante que quase passou despercebido, pude notar que, de repente, ela e ele logo ultrapassaram os limites do "apropriado", e minha noiva não se mostrou intimidada ou perturbada pelas pessoas ou pelo lugar onde estávamos e, exatamente como fazia quando íamos a alguma balada, logo aceitou o abraço firme do homem e fixou o olhar nos olhos dele, acompanhando cada movimento que faziam. Depois daquela atitude, vieram aqueles olhares sensuais e a postura de "vem me pegar".

Em outra música de ritmo lento, ela virou-se para me olhar enquanto aceitava se aninhar entre os braços dele, a ponto de quase parecer que ia se fundir ao peito dele, e eu pude, perturbado, contemplar como dançavam em uníssono, movendo as cadeiras compassadamente no ritmo que ele marcava, enquanto, aos poucos, a mão dele descia pelas costas dela até parar. centímetros acima dos glúteos onde ele deixou descansar.

Quando aquele baile terminou, minha Noiva se separou dele, mas sem soltar a mão, e foi em minha direção, onde eu estava esperando. Enquanto caminhava na minha direção, notei que ela não parava de me olhar, como se buscasse minha reação, mas depois de chegar e dar um gole na bebida, não comentou nada e só continuou me encarando. Ela estava meio corada e nervosa, de um jeito que, pra aliviar a tensão e o desconforto entre nós três, logo virou o resto do líquido e, assim que a próxima música começou, perguntou: "Hmmm, adoro essa música, meu amor. Posso dançar com o Senhor?"

Embora na verdade ela não esperasse minha resposta e, antes que eu dissesse uma palavra completa, já estava com ele perto da pista, começando a se mexer no ritmo alucinado da melodia. Dessa vez, Patrícia fez como naquela primeira vez no clube e logo se separou do Pai do meu amigo, ficando de costas pra ele enquanto rebolava a bunda espetacular e, virando o rosto por cima do ombro, lançava um olhar provocante que parecia um convite completo pra ele agir e fechar o espaço entre os corpos deles.

Sem perder um segundo daquele convite, o Senhor fechou o espaço, colocou as mãos nas cinturas firmes da minha noiva, se aproximou por trás, até que, com um leve movimento pra trás, Patrícia completou a cena, pressionando a bunda contra a virilha do homem.

Depois de alguns movimentos dos corpos nessa posição, ele levou as mãos até o pescoço e os ombros dela e, mal erguendo a parte superior do corpo dela, empurrou contra ela a masculinidade semioculta... Meu Deus!!! O Pai do meu amigo estava na minha frente, praticamente simulando um coito com aquela mulher que em algumas semanas estaria comigo no altar!!!

Patrícia, simplesmente... ela parecia muito extasiada na dança dela. Pra se preocupar com o espetáculo tão inapropriado que podia estar dando, depois de virar pra frente por uns instantes e me procurar ao redor, logo voltou a procurar ele com o olhar e dedicou um sorriso quente e guloso. Ele respondeu do mesmo jeito e adicionou um pouco mais de "briga" enquanto se esfregava ainda mais na bunda dela, como se quisesse saber o "limite" que ela colocaria na exibição inadequada e indecorosa que tava dando.

Mas esse "limite" não apareceu, e foi só quase no final da música, quando o compasso desceu até virar um ritmo lento e eles dois se separaram de novo, que eu pude notar que a dança quente tinha cobrado seu preço: na calça do Senhor dava pra ver claramente o volume causado pelo contato tão íntimo com a bunda da minha mulher. Ele inclinava a cabeça, sussurrando algo no ouvido da minha noiva, e ela, se olhando nos olhos dele, ficava vermelha e sorria enquanto concordava satisfeita com o que quer que aquele homem dissesse.

Quando a música finalmente acabou e eles, sem soltar as mãos, voltaram pra onde eu estava, logo pegaram outro copo de álcool que algum garçom tinha trocado pelos anteriores. E bem quando eu ia falar algo pra minha namorada sobre o quão inapropriado eu achava ela se deixar "levar" daquele jeito com o Pai do meu amigo, ainda mais considerando que estávamos na casa dele e com alguns dos meus amigos ali vendo tudo, outro amigo nosso chegou perto de mim pra me apresentar a namorada dele e puxar conversa.

Depois de só uns instantes dessa nova conversa, Patrícia chegou perto do meu ouvido e, depois de sorrir pros nossos amigos, se desculpou dizendo que o Senhor queria mostrar uns detalhes interessantes da construção.

... "Não vamos demorar muito, né, Senhor?? Minha vida, só vamos ver umas coisas. O que o Dom Alonso quer me mostrar"... e então, sem me deixar saída pra contestar nada, concluiu... "Vocês vão acompanhá-lo, certo?"... Me deu um beijo na bochecha e seguiu em direção aonde o Senhor a levava, e eu só pude aceitar ficar ali, sendo educado com a noiva do meu amigo e evitando fazer uma cena que pudesse ser constrangedora pros outros convidados e, claro, indignante pra mim.

Vi como ela era escoltada por aquele homem mais velho pelo jardim, entre os convidados, até chegarem nas escadas que levavam à construção principal. Patrícia ia na frente, seguida por ele a uns três passos atrás. Enquanto subiam as escadas, era muito difícil me concentrar no que me diziam, enquanto contemplava a cena desconcertante de ver minha noiva andando na frente dele ao subir os degraus, rebolando sensualmente as cadeiras que ficavam bem na altura dos olhos dele, fazendo com que, por falta de algo mais encantador pra olhar, o olhar dele ficasse preso no balanço que os degraus provocavam. E pra piorar minha agonia com um detalhe ainda mais safado, cheguei a ver como ela virou pra olhar pra ele e, ao perceber o jeito tão tarado que aquele cara devia estar encarando ela, em vez de agir com o recato de uma mocinha, ela sorriu e só diminuiu o passo, deixando ele se aproximar mais.

"Você é uma provocadora"... Foi a única e última coisa que consegui ouvir quando ele, depois de virar pra ver se ninguém estava olhando, levou uma das mãos pra bunda dela e, de um jeito bem lascivo, apertou a superfície do tecido que cobria a carne macia dos glúteos dela. Claro que a única coisa que ele não contava era que o diretamente interessado tinha observado tudo sem dar sinais de que estava tão ciente do que rolava entre os dois, e fingia continuar "conversando".

Finalmente, enquanto eu... distraía" com o David e mais alguns convidados. Depois de uns 20 ou 30 minutos no máximo, vi os dois saindo de casa juntos e descendo as escadas pra se juntar de novo à multidão. E não precisava de grande suposição nem de chamar um psicólogo especialista em linguagem corporal pra saber o que tinha rolado entre eles. De repente, a coisa tinha se acalmado, sem mais flertes nem sorrisos sedutores. A Patrícia cambaleava um pouco, meio insegura de onde pisar, como se as pernas estivessem cansadas.

Quando chegaram lá embaixo, o cara se separou dela e foi pegar uma bebida no bar, enquanto ela veio na minha direção com uns vacilos que, pra todo mundo, inclusive eu, pareciam ser por causa do cansaço de horas de salto alto e da dificuldade de andar naquele pedaço de grama antes do gramado perto da piscina, que parecia dificultar ela levantar os pés.

Quando chegou perto de mim, me beijou no rosto de novo e, depois de conversar um pouco com meu amigo e a namorada dele, me pediu pra arrumar uma bebida bem refrescante, porque de repente se sentia cansada e tonta, talvez por causa do porre... "Acho que fiz algo que não devia, minha vida, mas você e o pai do seu amigo têm culpa"... ela comentou.

Quando voltei com a bebida, sentei do lado dela e fiquei observando enquanto ela bebia. Dava pra ver que ela respirava fundo, as bochechas estavam coradas e umas gotas de suor ou umidade acumulavam na testa. Além disso, ela parecia meio perturbada ou nervosa.

O cabelo dela, que até pouco tempo atrás estava impecavelmente arrumado, agora tava meio bagunçado, como se o vento ou alguma agitação tivesse desfeito o penteado. E também notei que, quando ela se inclinou pra beber o refri, os peitos dela tinham umas marquinhas aqui e ali. Além disso, a alça do sutiã dela, que até antes da visita às instalações da casa tinha ficado escondida o tempo todo, agora de repente estava visível pra mim!!! E isso não era por outra causa senão pelo simples fato de que a parte de trás do vestido dela estava mal abotoada e recém-ajeitada no lugar.

Vendo o que eu tinha visto durante a dança dela com o Senhor, depois quando ela o acompanhava na "visita guiada pela casa", e mais tarde quando ela voltava pra me encontrar esperando por ela, e agora o estado em que ela se encontrava, não era muito difícil pra mim chegar a uma conclusão lógica sobre o que podia ter rolado durante a ausência dela.

Na verdade, igual quem tá lendo isso agora, eu podia dizer que desde o momento em que ela chegou perto pra sussurrar no meu ouvido... "O Senhor quer me mostrar o resto da casa dele, me espera aqui enquanto eu vou com ele e vejo o que ele quer me mostrar"... Com aquela ansiedade na cara e no corpo dela, que dizia claramente que ela tava impaciente pra acompanhá-lo aonde ele quisesse levá-la. Excitada do mesmo jeito que ela ficava só pra mim, depois de ter dançado em algum bar com algum cara bonito que provocava ela, igual o pai do meu amigo tinha feito com ela essa noite. Eu podia ter imaginado qualquer coisa.

Mas o que era curioso naquele momento é que, mesmo quando eu vi ela dançar daquele jeito tão indecente com um senhor já maduro que, sem nenhuma consideração, se exibia na frente dos convidados, e depois vi ela subir as escadas com ele pra privacidade da casa, longe de onde eu pudesse ver ou saber o que tava rolando, aquela excitação que eu sentia quando via ela dançar com algum dos "sortudos" parceiros dela, meu coração batia acelerado lembrando do jeito tão safado e indecente que aquele homem tinha acariciado a bunda dela, minhas entranhas se reviravam presas numa confusão estranha. Mas de repente, ao perceber que internamente, longe de Os preconceitos... meu próprio corpo não negava que a cena quente, não importava de quem fosse (ou talvez por saber de quem era), tinha me causado uma ereção antecipada.

Enquanto Patrícia terminava a bebida dela, eu mergulhei num mar de tribulações. Por um lado, meu eu consciente desejava que tudo aquilo tivesse sido só fruto da minha imaginação, mas por outro, uma vozinha safada e mórbida me dizia que tudo tinha sido real e que eu teria que aceitar como tal, tirar o melhor proveito que pudesse, como tinha feito até agora, ou simplesmente dar toda a minha relação por encerrada.

Quando ela terminou o gole e anunciou que ainda se sentia mal, me pediu pra gente se apressar em nos despedir e levá-la de volta pra casa, porque não queria ficar pior. Então, depois de pedir desculpas e inventar uma desculpa, prometi voltar pra festa assim que a deixasse, e saímos juntos no meu carro.

Curiosamente, poucos minutos depois de sair da festa, ela disse que estava se sentindo melhor. Então, sem pensar, me dirigi a um dos meus "mirantes" favoritos e, assim que desliguei o carro, peguei ela nos braços, comecei a beijá-la e a acariciar o corpo dela com minhas mãos. Mas, ao contrário da atitude habitual dela, dessa vez ela não parecia responder do mesmo jeito, só se deixava beijar e apalpar sem reagir como sempre. Quando percebi, ela só disse que estava um pouco tonta e ainda meio cansada.

Então, sem querer conter minha frustração, peguei suavemente a mão dela e a guiei até o volume dentro da minha calça, que não tinha diminuído desde antes de sairmos apressados da reunião. E ela, assim que sentiu minha ereção latejante, só murmurou: "Vamos ver, meu amor, te ajudo com esse pacote que você tá carregando aí, mas depois é direto pra casa, porque essa neném não aguenta mais e precisa dormir..."

Ao dizer isso, ela assumiu uma atitude estranha que eu nunca tinha visto nela, como se estivesse brincando de ser uma menininha. quase de braços abertos, como se precisasse que a embalassem. Mas na verdade não me surpreendi muito e só me concentrei na sensação que seus dedos delicados causavam ao abaixar meu zíper e tirar de dentro da minha cueca minha ereção enorme, que ansiava por carícias que a aliviassem.

Ela imediatamente se aproximou do meu lado e, bem antes de descer sobre meu falo, sussurrou... "Ughhh, Papai, que chupão lindo você tem. Neném quer seu chupão"... e fechou a distância que separava sua boca para engoli-lo de uma só vez, mandando ondas de prazer que percorriam meu corpo de cima a baixo e depois se concentravam na minha masculinidade empinada. Quando ela começou a chupar meu membro, de repente se ajoelhou no banco dela dentro do carro, deixando à vista o espetáculo dos seus quadris gloriosos e da bunda mal contida no tecido apertado do vestido, que parecia prestes a rasgar nas costuras.

Eu agora respirava ofegante, mas querendo aproveitar ainda mais, inclinei meu corpo na direção onde a bunda dela estava e coloquei minha mão sobre uma das nádegas, esfregando morbidamente, só conseguindo pensar que eu era muito sortudo por ter uma namorada com tais aptidões e qualidades físicas... "Deus!!! A bunda dela era divina, parecia me convidar a apertar e depois comer de mordidas"...

Então desci minha mão para trás pela curva perfeita dos seus quadris, apalpando cada centímetro da sua maciez encantadora, até que finalmente encontrei o fim do vestido e aquela sensação excitante do nylon da meia me fez querer ir mais longe. Levantei a saia da roupa dela, enquanto ela continuava me satisfazendo com a boca, e minha mão então voltou em busca das meias e daquele pedaço de pele quente e macio que eu já antecipava além do fim delas. Mas, em vez disso, quando coloquei minha mão entre as coxas dela, recebi a surpresa inesperada de sentir uma umidade abundante. Minha mão passeou por ali até que de repente me toquei. que o que eu sentia entre meus dedos não podia ser a própria umidade dela, porque era muito abaixo, descendo pelas coxas dela, a não ser que fosse outra coisa. A calcinha dela podia estar encharcada, mas teria que ter segurado toda a umidade que os sucos femininos dela pudessem ter produzido!!!

Porém, mesmo com minha surpresa sendo enorme, minha reação foi só pensar que, na posição em que estávamos, não dava pra explorar de perto a área que meus dedos estavam bisbilhotando, então me contentei em aproximar meus dedos da feminilidade dela. Subi com os dedos pela substância escorregadia que cobria a parte interna das coxas dela, até que finalmente toquei a intimidade coberta dela, que, por outro lado, não mostrava sinais de estar tão molhada. Mas assim que toquei com um dos dedos, de forma mais firme, a entreperna da calcinha dela e empurrei um pouco pra dentro da feminilidade dela, percebi que ela estava extremamente molhada!!!, embora mais correto seria dizer que estava quentinha e encharcada!!!

Surpreso com o estado em que encontrei as partes íntimas daquela que em breve seria minha mulher, algo me levou a querer notar ou encontrar algo mais que pudesse me definir sobre o que eu deveria fazer. Então, com outro dedo, afastei a tira fina de pano que cobria o segredo mais precioso dela — e até então pra mim também — e finalmente encontrei o monte feminino mais quente e encharcado que eu já tinha sentido nos dedos em toda a minha vida. A abertura feminina dela estava como um vulcão em ebulição, com os lábios abertos e jorrando aquela substância pegajosa e quente de aparência cremosa.

"Hummm, minha gatinha, a senhora tá toda molhada." Comentei, mas segurei o que ia dizer, que ela nunca tinha estado assim e estava tão molhada que não podia ser só do corpo dela, e depois perguntei... "O que aconteceu com a boneca, me diz o que deixou ela desse jeito??"...

"Urhhhfffgnmmm....devo estar mais 'ansiosa' do que que imaginei"... foi só o que ela comentou e continuou me atendendo com a boca, enquanto eu, empolgado, mal descobrindo meu novo e insuspeito limite pelo obsceno, caí diante da possibilidade de me deparar com os restos do que poderia ser a prova da infidelidade dela com um homem. Enfiei o dedo na feminilidade dela e encontrei o que com certeza eram seus caldos vaginais quentes misturados com a "semente" grossa do pai do meu amigo.

Seja lá o que fosse, o pensamento de encontrá-la encharcada e regada com o esperma de outro macho que tinha deixado sua "marca" nela me mandou pro outro lado da cerca. E ao mesmo tempo, por causa da invasão do meu dedo na intimidade dela, provoquei nela um orgasmo estremecedor na hora, enquanto eu, sem me conter, me descarregava dentro da boca dela, cujos lábios doces se fecharam ao meu redor pra receber a carga.

Foi assim, exatamente como tudo começou. Depois daquela noite espetacular e reveladora, levei ela de volta pra casa e fiquei atordoado o resto da semana inteira, pensando nas possíveis implicações que aquele acontecimento trazia pra minha vida. Eu não disse nada e decidi me dar tempo pra analisar as coisas com calma. E ela, pelo que vi, não imaginava minha posição em relação ao relacionamento, nem que eu sabia o que tinha rolado durante a festa. Supus que, por causa do álcool que bebeu na reunião, a Patrícia simplesmente não tinha percebido o estado dela, e talvez nem tivesse consciência pra impedir os avanços daquele cara com a mulher que tanto me fez respeitá-la e esperar até estarmos casados pra me entregar ao segredo mais íntimo dela.

Mas eu não tinha esse benefício. Eu tinha estado lá, vendo aquele baile descarado, aqueles olhares provocantes, a mão dele na bunda dela, depois o caminhar trêmulo dela quando voltou de "conhecer a casa dele", o vestido e o cabelo bagunçados, e finalmente, já no carro, a feminilidade encharcada dela transbordando da calcinha. correndo pelas coxas dela.
O fato é que eu não conseguia nem tinha como esconder de mim mesmo a realidade da minha noiva, se vendo excitada por aquele Senhor, tão excitada que, sem desculpa alguma que eu pudesse inventar, tinha aceitado subir na casa daquele homem enquanto eu, no papel de idiota, esperava lá fora com o resto dos meus amigos. Ela tinha aceitado ir com aquele cara que mal conhecia naquela mesma noite e deixou ele ficar com ela, revelar seus encantos, e depois permitir que ele a possuísse e a enchesse com o esperma grosso dele (algo que me foi proibido fazer até aqueles dias). Mas toda a cena tinha algo extremamente libidinoso e, além de me parecer morbidamente excitante, era mais deliciosa do que humilhante.
Vendo tudo isso, decidi que, pelo meu amor por ela e por todo o prazer que a relação me dava, ficaria ao lado dela, aceitando que por um tempo aquela imagem me acompanharia aonde quer que eu fosse, mas sabendo que logo eu "perdoaria" o deslize dela e endireitaria o caminho depois de nos casarmos.

4 comentários - Minha Esposa Adúltera

kramalo +1
muy bueno...!! casarse con una asi....es como ir preparando la osamenta....jaaa!! lo único que faltaría, que te dijera que es virgen...jaa..!! andá preparándote..
No me molestan tanto los relatos de cornudos como los de los bóludos. Pareciera que ser cornudo es sinónimo de bóludo o iluso.