Minha Esposa Adúltera
Estou nervoso só de pensar em escrever sobre minha esposa e a relação que, sem querer, acabei aceitando ter com ela. Como já comentei, ainda não tenho certeza se vou me encaixar ou ser aceito pelo "grupo" onde nos conhecemos. Porque minha história não é tão espetacular nem tão erótica — é simples e direta: minha esposa adora provocar e incitar os homens, e eu me tornei prisioneiro da excitação de saber que outros caras conseguem usá-la para se satisfazer sexualmente com ela.
Como já disse antes, em outras ocasiões me envolvi em conversas ou trocas de e-mail com pessoas em situações parecidas, mas até agora encontrei alguém que se parece muito com a minha própria realidade — e não apenas com aquelas cenas que leio e releio com tanto prazer, sobre fantasias ou supostos acontecimentos de maridos que curtem ou compartilham a chance de ver suas esposas nos braços de outro homem.
O que me atraiu especialmente foi a ideia de me conectar com pessoas que têm fantasias parecidas com as minhas, ao saber que essas fantasias podem não ser apenas situações de prazer erótico entre um casal, mas que também existe gente como eu, que curte em silêncio sua "agonia" de saber das traições da própria mulher.
Antes de entrar de cabeça no assunto, quero deixar claro que um dos pontos que torna minha história bem diferente da maioria que encontrei em português é que a minha não é nada daquelas que começam com... "Sempre gostei de histórias sobre minha 'mulher' com outros homens, então, assim que tive a chance, contei pra ela e a incentivei a fazer isso"... Porque no meu caso, minha esposa simplesmente começou suas atividades "extracurriculares" por conta própria e manteve tudo assim sem nenhum acordo. Ela não precisou da minha permissão para se envolver com algum dos seus "galãs".
E eu, da minha parte, quando descobri... (o desejo dela de se sentir desejada e simplesmente usada por algum "macho" que cruzasse seu caminho) suponho, embora ainda não esteja certo., que por algum estranho e perverso recanto da minha mente, hesitei em encará-la e nunca a confrontei pra dizer que sabia de tudo e esperava que ela me respeitasse e respeitasse a si mesma e parasse com essa atitude tão viciosa., simplesmente não reclamei de nada, fiquei calado e quando chegou a hora de decidir se avançava com nosso relacionamento ou terminava., percebi que aos poucos a sensação de sabê-la tão sensual e fácil de ter por outros, tinha se transformado numa espécie de droga afrodisíaca pra mim e agora considero isso o maior prazer que um tarado como eu pode curtir.
Vou começar dizendo que agora tenho 36 anos, e ela acabou de fazer 32, embora a conheça há muito tempo, foi só há 8 anos que comecei a sair com ela e há pouco mais de seis anos, depois de um namoro curto, nos casamos e, embora no escritório eu tivesse ouvido algumas histórias de "corredor" sobre ela, logo que comecei a lidar com ela, pela atitude e comentários dela sobre a moralidade da família, simplesmente me pareceram fofocas, pouco confiáveis e, depois que o relacionamento começou, quando comecei a ter algumas dúvidas, não fiz nada muito direto pra confrontá-la, embora tivesse a impressão de que ela achava que eu sabia de algo, dava como certo sem precisar de confirmação.
Durante a fase inicial do nosso relacionamento, depois de ficar deslumbrado com seus encantos e atributos físicos, entre os quais se destacavam seus peitos sensacionais, pernas e pele branca, tive a oportunidade de perceber que algo entre o que ela pregava e dizia simplesmente não batia e foi desde então que (sem ela notar claramente) e quando ela aceitou sair comigo pra dançar numa balada.
Como você deve imaginar, Patricia entrou pra trabalhar na empresa onde eu era um dos diretores e ela conseguiu um emprego como assistente do diretor e responsável por promover Novos mercados pra empresa, caso que eu suponho que ela conseguiu tanto pelo conhecimento dela quanto pela presença agradável em qualquer encontro que ia, sempre lindamente arrumada, exibindo seus 1,68m de altura (só dois a menos que eu), que junto com os saltos altos faziam ela parecer uma mulher excitante, mesmo que, segundo alguns, às vezes se sentiam meio intimidados pela altura e presença dela, mesmo naquela época em que ela parecia querer bancar a "mocinha boazinha", inocente, recatada, doce, bondosa, mas sim, muito gostosa. E ela dizia que, sendo uma mulher de muitos estudos e atividades, procurava como parceiro ideal um "cara comum", estável e que gostasse de ficar em casa nos fins de semana com a família, como ela falava.
Tentando não enrolar mais, vou continuar dizendo que, mesmo eu me encaixando perfeitamente nessa descrição e ela me chamando muita atenção, sendo meio tímido, não fiz nada pra conseguir um encontro com essa mulher imponente, e foi ela quem me deu abertura pra convidá-la pra sair. Coisa que fiz assim que ela, com os flertes dela, me deu o sinal, e já quando deixei ela em casa naquela noite, ficou mais que claro que ela não tava perdendo tempo e que, por trás daquela imagem de menina boazinha, tinha uma mulher segura de si e do que queria desde aquela época, que era na verdade algum possível candidato a "bom" marido.
De qualquer forma, e apesar da "caça" latente que ela deixava transparecer, teve uma certa química e continuamos saindo uma vez atrás da outra até que quase não precisava mais marcar encontro, era só comentar quais planos tínhamos pro fim de semana e combinar um horário pra nos ver.
Numa dessas ocasiões, por acaso do destino, fomos parar num salão de dança, que não é nem um pouco minha especialidade (embora eu fosse mais jovem dançar ao som de música disco), e eu, estando de bom humor, sem desejo de estragar a noite tentei acompanhá-la com uma ou duas músicas, mas logo sentamos à mesa pra tomar uns drinks e, enquanto víamos os outros dançarem, bebemos dois ou três coquetéis cada um, enquanto a Patrícia, sentada na cadeira, balançava no ritmo da música e tamborilava os dedos na mesa.
Vendo o brilho nela e (suponho eu) porque quando dançamos antes, ao me ver parado ao lado dela usando aqueles sapatos elegantes de salto altíssimo, algumas pessoas devem ter notado que ela era mais de 6 centímetros mais alta que eu, e supondo que eu não era o acompanhante "oficial" dela na noite, logo mais de três caras apareceram na nossa mesa pra pedir a mão dela e levá-la pra pista de dança.
Embora a gente ainda estivesse se divertindo, pouco depois do quarto drink que tomamos, ela me perguntou se eu me importaria dela se divertir um pouco e aceitar o próximo convite pra dançar.., o que aconteceu logo em seguida, e ela aceitou na hora, indo com o parceiro pro centro do salão.
Nesse momento pude ver que pra Patrícia dançar não era só se mexer, mas era coisa séria mesmo, e em vez de ficar olhando pro nada como muitas minas faziam, ela realmente dedicava a dança pro prazer do parceiro com quem se movia, olhava nos olhos dele e logo começava a se mexer de forma provocante, girando, balançando e sorrindo de um jeito safado. E com a altura e o corpaço dela, era realmente uma atração pra todos os outros caras por perto.
Em menos de meia hora ela já tinha saído pra dançar com pelo menos quatro homens que, por educação, me pediram esse privilégio, até que finalmente um cara particularmente alto, bem vestido e de aparência atlética monopolizou ela por mais de três músicas, e bem quando ele já ia trazê-la de volta pra nossa mesa, ao começaram a soar as notas de uma música que eu supunha ser popular naquela época. Percebi que, em vez de ser ela a aceitar o convite, ela decididamente puxou ele de volta para o centro da pista de dança.
Em menos tempo do que se imagina, ela já estava dominada pela sua atitude de dançarina sedutora, dedicando-lhe olhares provocantes, enquanto rebolava sensualmente os quadris no ritmo da música, e de repente virando o corpo de costas para ele, só girou o pescoço para olhá-lo enquanto entreabria os lábios e dirigia o olhar para a área pélvica do parceiro de dança e, balançando os quadris, começou a mexer suavemente a bunda, que enfiada naquele vestido de aparência acetinada, parecia mais do que parte de uma dança, uma oferta dela.
Aceitando a iniciativa, o homem levou as mãos até apoiá-las na cintura dela, apenas alguns centímetros acima da suave aparência dos glúteos que pareciam estar prestes a estourar o tecido do vestido, e eu, quando vi aquilo, senti meu coração dar um pulo e o sangue nas minhas veias começou a pulsar agitadamente. Ela não pareceu se incomodar nem um pouco com o contato íntimo das mãos dele tão perto das suas áreas "decentes" e, em vez disso, agora buscava com os olhos o olhar daquele homem enquanto, sem reclamar, ele a puxava para perto do colo dele!!
Pelo que eu podia ver do meu lugar naquela mesa, aquele desconhecido teria tido qualquer sorte que desejasse com ela, pois pelo jeito que ela o olhava quando ele finalmente encostou o corpo na bunda gloriosa dela e, sem mais alarde, começou a esfregar o tecido da calça contra o vestido dela, com certeza, se eu não estivesse ali, aquele cara teria tentado algo mais com ela, conseguido o telefone dela, convidado para sair ou acompanhado ela de volta para casa.
Quando finalmente a música estava acabando, eu, tentando evitar alguma situação embaraçosa, fui para o banheiro e, assim que Ela voltou pra mesa, voltou pro meu lugar como se eu não tivesse percebido nada. E pouco depois, enquanto esperávamos a conta, ela me disse que eu definitivamente tinha que aprender a dançar, porque ela adorava dançar, que a fazia se sentir sensual. Eu falei que esse tipo de dança definitivamente não tava nos meus genes, mas que de qualquer jeito, se ela topasse, eu dançaria com ela do jeito que desse, porque no fim o importante era ela se divertir. Enquanto ela curtisse, pra mim já era gostoso estar com ela.
Finalmente, quando saímos daquele lugar, antes de levar ela pra casa, a gente parou um pouco num daqueles mirantes de onde dava pra ver a cidade enquanto se conversava (ou fazia outras coisas). Depois de umas palavras ternas e sensuais, logo estávamos nos beijando, e eu percebi que ela tava bem excitada pelo jeito que parecia querer devorar minha boca inteira, não só me beijar. Parecia que os papéis tinham se invertido, como se eu fosse o que tentasse salvar a "honra" dela e ela quem quisesse me atacar sexualmente. A mão dela foi pro meu cinto, soltou a fivela, depois desabotoou a calça e finalmente senti os dedos dela deslizando meu zíper até ficar tudo aberto. Aí veio aquela delícia, aquele formigamento excitante que as unhas compridas dela faziam ao cutucar por baixo do tecido da minha cueca até alcançar meu pau duro que esperava ansioso por ela.
Aí, pra completar o inesperado da reação dela, de repente ela pegou uma das minhas mãos e, sem mais enrolação, levou pra debaixo da saia dela pra eu sentir pela primeira vez o calor das coxas acolhedoras dela, que por um momento ela manteve juntinhas, pra depois ir abrindo devagar e deixar eu chegar até o ponto mais íntimo dela, escondido debaixo do tecido quentinho e fininho da calcinha dela. E enquanto eu levava minha mão até encontrar e apalpar aquele montinho pulsante por cima do tecido encharcado... As mesmas, seus dedos se fecharam firmemente em volta do meu pau, me fazendo tremer de tesão e transbordar minhas emoções.
Senti sua feminilidade encharcada, que logo tinha meus dedos já cobertos de seus sucos, e pra adicionar mais um detalhe àquela onda de prazer que parecia crescer sem parar, ela comentou... "Ufffgghhh Papi, que gostoso você tá!!! Viu como você me deixou toda molhadinha?"
E de verdade, ela estava molhada e mais que pronta pra qualquer situação de sexo, pronta pra receber entre as pernas qualquer carícia ou sensação masculina, embora naquele momento eu também pensasse que isso não era só por minha causa, mas talvez por causa dos seus flertes com aqueles caras na pista de dança.
Levei só mais alguns instantes pra gente terminar aquela rapidinha repentina, que acabou quando eu gozei nos dedos dela, que ainda seguravam firme minha masculinidade túrgida, enquanto ela explodia dentro da calcinha com o contato dos meus dedos e suas carícias indiscretas. E depois de finalizar, não fizemos mais nada: ela ajeitou o vestido, procurou na bolsa um lenço pra limpar a mão, enquanto eu me reacomodava dentro da calça.
Depois daquela primeira rapidinha, uns minutos mais tarde, estacionei o carro a alguns metros da casa dela e, bem na hora em que ela ia sair, me aproximei pra apertar ela nos meus braços e dei um beijo profundo que durou um pouco mais do que eu imaginava, mas ao sentir o corpo dela pulsando de tesão e aquela sensação quente, como se fosse um filhote carente buscando conforto e calor de outros corpos. Percebi um arrepio que percorreu o corpo dela, então, dessa vez sem esperar convite da parte dela, enfiei minha mão por baixo da saia e, depois de apalpar sua feminilidade molhada, logo separei as pernas dela e fui subindo devagar o tecido da saia pelas coxas até que ela ficou totalmente exposta diante de mim, que me deliciei com a imagem provocante de vê-la ali sobre O banco do meu carro me mostrando quase todos os seus encantos e o mais íntimo dos seus segredos, mal coberto pela peça encharcada que era o último obstáculo que me privava de um petisco tão delicioso e de repente tão desejado.
Se deixando levar, ela se reclinou ainda mais no encosto do banco e, abrindo as pernas, afastou de lado o pano escasso da calcinha, me oferecendo por apenas uns instantes aquela visão ardente. Pois, me guiando de novo com as mãos, me provocou a penetrá-la com um dos meus dedos, que sem dificuldade logo encontrou a entrada do seu buraco quente. E sem eu nem perceber, de repente ela me prendeu entre as pernas e começou a esfregar as coxas, e enquanto eu sentia cada vez mais sua cavidade quente apertando meus dedos lá dentro, mais abaixo, a sensação sensual que suas meias escuras produziam ao roçar na minha pele também me fazia desviar o olhar para contemplar um prazer tão incomum: posar a vista sobre coxas tão suculentas cobertas por aquelas meias delicadas que se seguravam no lugar com um elástico, que só aumentava a intensidade da cena lasciva e emoldurava suas coxas macias, contrastando o tecido escuro com a brancura lisa da sua pele nua, que por ondas parecia se tensionar e depois relaxar, até que instantes depois, arqueando o corpo com mais ímpeto, pela segunda vez naquela noite, ela gozou nos meus dedos!!!... puta mulher fogosa que eu finalmente tinha encontrado...
Claro que depois daquela noite, eu fiquei mais que apaixonado por uma mulher tão sensual e excitante, então continuei saindo com ela e logo viramos namorados. Íamos ao cinema, shows ou jantar, e ela preferia qualquer evento que desse pra ter uma boa sessão de dança. E continuamos nosso relacionamento quase como começamos: quando não conseguíamos nenhuma festa, íamos pra algum lugar onde ela pudesse dançar, e claro, quando eu já tava de saco cheio de parecer o homem Com as duas pernas esquerdas, ela nunca deixava de arrumar algum parceiro de dança que fizesse par com ela e levasse a surpresa de ter diante de si uma mulher tão gostosa que, com cada movimento do corpo, parecia mandar sinais de clara conotação sexual e dava a impressão de estar pronta pra seduzir quem quer que fosse.
Era realmente eletrizante vê-la dançar daquele jeito e saber que, com certeza, seus parceiros de dança dariam tudo pra estar no meu lugar e ter aquele "pouquinho a mais" que eu levava pra casa depois da noitada, porque minha deliciosa namorada voltava pra casa super excitada e não fazia a menor questão de me deixar brincar com ela no caminho. Logo no começo do namoro, ela aceitou me satisfazer oralmente enquanto eu dirigia com uma mão no volante e a outra enfiada por baixo da calcinha dela. A feminilidade dela e a protuberância do clitóris estavam sempre hipersensíveis depois que saíamos de qualquer um daqueles lugares, e ela parecia gozar intensamente com minhas carícias, que não falhavam em fazê-la ter orgasmos excitantes pra mim.
Apesar de tudo isso e de como nosso relacionamento parecia estar se desenvolvendo de forma genial, a gente não passava daquelas carícias e beijos, porque ela tinha deixado claro que queria "se guardar" pro casamento, quando entregaria ao amor definitivo da vida dela o mais venerado e oculto dos seus "segredos". E eu, por minha vez, embora ainda não tenha certeza, acho que simplesmente aceitei a palavra dela sobre isso, seja por causa do bem que ela me fazia sentir com os lábios ou com as carícias que me dava com as mãos, seja porque simplesmente tinha me apaixonado e ela me fascinava com algo mais, mas a palavra e os desejos dela me bastavam. Então, aceitei não pedir nada além do que ela tinha a me conceder.
Aos poucos, fomos nos entrosando mais, e eu fui tendo oportunidade de identificar mais das atitudes, gostos e desgostos dela. Percebi que, nas ocasiões em que ela se mostrava especialmente afetiva comigo e disposta a me agradar, coincidiam com nossas saídas pra "dançar" e isso quase não rolava quando a gente tinha uma simples tarde de cinema ou com os amigos. E notei especialmente numa ocasião em que fomos a um lugar onde ela ficou dançando com vários caras, até que finalmente apareceu um que se destacava dos outros, um homem de uns 38 ou 40 anos, muito bem vestido e com sinais de que tinha ido à praia recentemente, porque o bronzeado intenso denunciava e ainda dava um toque a mais de galhardia ao seu porte viril de mais de 1,95m.
Particularmente, o cara me chamou a atenção não só por ser mais velho e mais alto, mas porque logo ele parecia assumir o controle da situação, e ela se deixava levar pelo visual dele. Rapidinho percebi que aquele olhar "curioso" que ela mostrava quando sentia "atração" pelo parceiro de dança tinha aparecido no rosto dela, e desde o começo ela não reclamou quando ele a puxou pra perto do corpo, apertando um pouco mais do que devia, e também não fez nada quando as mãos do sujeito pousaram perto da bunda dela. Ele, sem tirar as mãos dali, sussurrava algo no ouvido dela, enquanto a segurava de um jeito que não dava pra considerar apropriado pra uma mulher que estava acompanhada pelo parceiro, que esperava ela voltar pra mesa, sem imaginar que o que ela deixava fazer fosse conveniente.
Mas enquanto eu olhava meio perturbado a cena que rolava a poucos metros de onde eu estava, como em outras vezes, de repente a adrenalina me inundava como um redemoinho, meu coração disparava e meu estômago dava um nó, parecendo se torcer por dentro, e sem mais, num estalo, eu me via excitado vendo ela dançar tão sem vergonha com esse cara. Enquanto aqueles pensamentos ambíguos me atordoavam, porque, como já disse, não tinha intenção nenhuma de cortar a liberdade dela. se divertir e curtir um bom momento, embora de repente, ao vê-la tão animada, eu sentisse ondas súbitas de ciúme e desconforto, ao mesmo tempo que uma grande excitação por saber que ela era tão desejada por ele. E saber que, não importasse o que acontecesse, mais tarde, antes de deixá-la em casa, seria eu quem teria a sorte de passar um momento memorável e bem privado a sós com ela, durante o qual, como resultado do que ela fazia agora na pista de dança, ela se mostraria especialmente ardente.
Diante dessa consideração, decidi não demonstrar irritação e muito menos confrontá-la sobre o quão inadequada sua atitude poderia parecer para alguém, pois, como disse antes, graças à cooperação desse cara ou de qualquer outro que pudesse ter sido, eu teria meu "tratamento especial" antes do fim da noite. E assim continuaram, nessa e em várias outras ocasiões: Patricia e eu íamos a algum lugar de dança, onde eu mal dançava um pouco com ela antes de "cedê-la" a algum parceiro de dança aventureiro de ocasião, para então contemplar a cena de vê-la em sua habitual "dança quente" e, depois, antes de levá-la para casa, passar um tempinho no carro para diminuir suas fervuras ardentes que imploravam desesperadamente pelos meus dedos ou lábios.
Então, como você pode imaginar, toda aquela excitação garantida que eu tinha ao lado dela se enraizou no meu gosto, e pouco antes de completar três meses de relacionamento com ela, a ansiedade ou ciúme que sentia ao vê-la flertando enquanto dançava ou aceitando a proximidade das mãos ou corpos de outros homens me indicava que, além da excitação, algo nos meus sentimentos tinha se posto em movimento. E supus que definitivamente tinha encontrado a mulher dos meus sonhos: alegre, compreensiva e promissora. Por isso, decidi declarar abertamente meu amor, mesmo sabendo que uma mulher tão linda e sensual poderia despertar a atração de algum outro homem bonito e que, certamente, não Faltaria quem tentasse ganhar a atenção dela e tentar conseguir mais dela, mas percebendo que durante esse tempo a gente tinha se entrosado em outros aspectos e que, apesar do "arriscado" e aberto do nosso "jogo", ela tinha se mostrado leal e não tinha aceitado os convites de nenhum deles. Não tinha nenhum outro pretendente à vista.
Ela me surpreendeu quando, sem hesitar um instante, se aproximou de mim e, depois de me dar um beijo quente e carinhoso, aceitou minha proposta e declarou que eu era o homem mais compreensivo que ela já tinha conhecido e que, claro, queria ficar ao meu lado daí em diante. Vendo que ela aceitou, a relação foi se formalizando, e começamos a ter jantares com nossas respectivas famílias enquanto planejávamos a data e os lugares para a cerimônia. E já nos aproximando mais da data marcada para celebrar nossa união no altar, fomos a uma festa que David, um dos meus melhores amigos, deu em nossa homenagem.
Simplesmente a festa oferecida era demais, tendo como cenário os jardins da casa elegante dos pais dele, com uma piscina chamativa, jogos, salão de festas e todos os outros luxos que o pai dele, como empresário e investidor no mercado de ações, tinha conseguido ganhar. Por sua vez, meu amigo tinha começado a trabalhar há pouco tempo em uma das firmas do pai e, ao concluir os estudos, ganhou de presente um imponente Masseratti.
Embora seja verdade que, graças aos meus pais, nada me faltava e, apesar de ter que buscar outras saídas pra tentar garantir o sucesso, a verdade é que David sempre foi entre nós o "riquinhos" do grupo, mas não por sua "cama de ouro" ele tinha se tornado um chato como muita gente com dinheiro; pelo contrário, quase sempre se mostrou uma pessoa simples, disposta a compartilhar. E nos anos que eu tinha de amizade com ele, só em algumas ocasiões o vi usar a posição dele de propósito pra conseguir algo, embora tivesse tenho que admitir que, quando alguém se aproximava puxando saco e começava a bajular ele, ele simplesmente se deixava "querer".
Pouco depois de a festa começar e já tendo apresentado a Paty pra quem ainda não a conhecia, o pai do David chegou de alguma viagem. No momento em que ele viu ele entrar, sem mais nem menos, pegou minha noiva pela mão e a levou até onde ele estava pra apresentá-la. Enquanto eu terminava uma conversa, observei que, de imediato, um sorriso se desenhou no rosto bronzeado do senhor, e ela respondeu com um gesto simpático, embora meio nervoso. Percebi, ou achei que percebi, um toque de galanteio vindo dele, mas, embora a Patrícia estivesse agindo de forma adequada, aquele "nervosismo" que ela mostrava ao brincar com o colar de pérolas me dizia que, de algum jeito, uma espécie de "flerte" rolava entre os dois.
Exatamente quando eu ia terminar minha conversa rápida pra ir até onde o David e o pai dele conversavam com minha noiva, outros amigos me atrapalharam. E assim, fiquei só ali, seguindo com o olhar o que eles faziam, enquanto pouco aproveitava da conversa. O David se afastou um instante pra buscar uns drinks pra eles e depois teve que voltar pra receber outro convidado, enquanto o pai dele levava minha namorada pra mostrar outras partes da casa. Pararam um momento na garagem coberta pra ela ver um Mercedes 12 cilindros, bem ao lado do carro do meu amigo e de um Lotus Esprit. Pelo jeito que ela virava pra olhar pra eles e depois pro anfitrião, com certeza chamaram a atenção dela, pra não dizer que devem ter deixado ela babando.
Depois daquele breve tour por uma parte da casa, quando eles voltaram pra onde eu estava, os primeiros acordes da música começaram a tocar e alguns convidados foram se juntar perto da banda pra dançar. Eu, depois de cumprimentar o pai do meu amigo e comentar sobre a reunião, notei que Patricia (como sempre acontecia) ansiosamente queria dançar e rebolava suavemente o corpo no ritmo da música enquanto sussurrava algo no ouvido do Senhor, sobre como sempre adorava dançar. E então o Senhor me perguntou se eu podia lhe conceder a honra de dançar com minha futura esposa, ao que respondi que ele podia ficar à vontade para levá-la quando quisesse, pois eu era péssimo dançarino.
... "Com uma mulher tão linda e gostosa como essa e você não dança???"... perguntou e depois soltou uma risadinha enigmática, enquanto estendia a mão para ela se dirigir ao local onde os outros se moviam ao ritmo da música e eu ficava observando por trás a figura do Senhor com suas costas largas, quase 1,90 metro de altura, que caminhava atrás da minha mulher e naquele exato momento me dei conta de que ele era praticamente o tipo que ela sempre escolhia para dançar em nossas saídas.
E no instante em que começaram a se mover, quando por um momento Patricia virou para me olhar e depois para ele, percebi que havia algo em seu olhar e ela se mostrava encantada não só por dançar com um parceiro tão agradável, mas também com sua casa, sua piscina, seus carros, seu físico, carisma pessoal e tudo o que uma pessoa como ele representava. E por sua vez, ele estava mais do que satisfeito em ter diante de si a figura gostosa da minha noiva (esqueci de mencionar antes) vestida naquele vestido de cocktail escuro e curto, feito de veludo preto ou algum tecido similar que se ajustava firmemente ao seu corpo e se mantinha no lugar com umas finas tiras prateadas que partiam da parte inferior de suas costas, subiam até seus ombros e depois desciam pela frente até terminar bem perto de suas axilas, quase ao lado do busto, deixando assim o vestido ousado, mas encantador, à mostra, a maior parte de suas costas e uma considerável porção de seus peitos apenas modestamente cobertos dentro das taças do mesmo, embora o que é de O que chama atenção é que, dadas as proporções dos peitos dela e a disposição das alças da roupa, eles balançavam tentadoramente a cada movimento que ela fazia, e a cada passo que dava, pareciam prestes a escapar do aconchegante estojo.
Além daquela parte do visual, ela usava por baixo do vestido umas meias escuras. (Desde aquela vez quando me deixou dar uma espiada na intimidade dela, me contou que usar meias e ligas em vez de meia-calça a fazia se sentir especialmente "sexy") calçava uns sapatos de salto não muito alto, porque naquela ocasião não queria parecer mais alta do que eu e que a gente ficasse "estranho", segundo ela disse. E pra completar a imagem, ela usava aqueles brincos e colar de pérolas que acentuavam a apresentação ostentosa mas elegante dela e a fazia parecer radiante e sensual naquela noite.
Já quando terminou a primeira música, ficou claro que continuariam dançando assim que a próxima começou, e eles começaram a se mover de novo, embora dessa vez eu tenha notado como ela mal hesitou quando o pai do meu amigo, segurando-a pela cintura, aproximou ainda mais o corpo dele do dela.
Se não fosse por aquele instante que quase passou despercebido, pude notar que de repente ela e ele logo ultrapassaram os limites do "apropriado", e minha noiva não se mostrou intimidada ou perturbada pelas pessoas ou pelo lugar onde estávamos, e exatamente como fazia quando íamos a alguma balada, logo aceitou o abraço firme do homem e fixou o olhar nos olhos dele, acompanhando cada movimento que faziam. Depois daquela atitude, vieram aqueles olhares sensuais e a atitude de "vem me pegar".
Numa outra música de ritmo lento, ela virou pra me olhar enquanto aceitava se aninhar entre os braços dele até quase parecer que ia se derreter no peito dele, e eu pude, perturbado, contemplar como dançavam em uníssono ao mexer as cadeiras compassadamente no ritmo que ele ia marcando, enquanto aos poucos a mão dele descia pelas costas dela até parar. centímetros acima dos glúteos dela, onde ele deixou descansar.
Quando aquele baile terminou, minha Noiva se separou dele, mas sem soltar a mão dele, e foi em minha direção, onde eu estava esperando por ela. Enquanto caminhava na minha direção, notei que ela não parava de me olhar, como se buscasse minha reação, mas depois de chegar e tomar um gole da bebida, não comentou nada e só continuou me encarando. Ela parecia meio corada e nervosa, de um jeito que, pra amenizar a situação tensa e desconfortável que se formou entre nós três, logo virou o resto do líquido e, assim que a próxima música começou, perguntou: "Hmmm, adoro essa música, meu amor. Posso dançar com o Senhor?"
Embora na verdade ela não esperasse pela minha resposta e, antes que eu dissesse uma palavra completa, já estava com ele perto da pista, começando a se mexer no ritmo alucinado da melodia. Dessa vez, Patrícia fez como naquela primeira vez no clube e logo se separou do Pai do meu amigo, ficando de costas pra ele enquanto rebolava a bunda espetacular e, virando o rosto por cima do ombro, lançou um olhar provocante que parecia um convite completo pra ele agir e fechar o espaço que separava os corpos deles.
Sem perder um segundo daquele convite, o Senhor fechou o espaço, colocou as mãos nas cinturas firmes da minha noiva, se aproximou dela por trás, até que, com um leve movimento pra trás, Patrícia completou a cena, pressionando a bunda contra a virilha do homem.
Depois de alguns movimentos dos corpos deles nessa posição, ele levou as mãos até o pescoço e os ombros dela e, fazendo ela levantar levemente a parte de cima do corpo, empurrou contra ela a masculinidade meio escondida... Meu Deus!!! O Pai do meu amigo estava na minha frente, praticamente simulando um coito com aquela mulher que em algumas semanas estaria no altar comigo!!!
Patrícia, simplesmente... ela parecia muito extasiada na dança dela. Pra se preocupar com o espetáculo tão inapropriado que podia estar dando, depois de virar pra frente por uns instantes e me procurar ao redor, logo voltou a procurar ele com o olhar e dedicou um sorriso quente e guloso. Ele respondeu do mesmo jeito e adicionou um pouco mais de "briga" enquanto se esfregava ainda mais na bunda dela, como se quisesse saber o "limite" que ela colocaria na exibição inadequada e indecorosa que tava dando.
Mas esse "limite" não apareceu, e foi só quase no final da música, quando o compasso desacelerou até virar um ritmo lento e eles dois se separaram de novo, que eu percebi que a dança pegajosa tinha cobrado seu preço: na calça do Senhor dava pra ver claramente o volume causado pelo contato tão íntimo com a bunda da minha mulher. Ele inclinava a cabeça, sussurrando algo no ouvido da minha noiva, e ela, se olhando nos olhos dele, ficava vermelha e sorria enquanto concordava satisfeita com o que quer que aquele homem dissesse.
Quando a música finalmente acabou e eles, sem soltar as mãos, voltaram pra onde eu estava, logo pegaram outro copo de álcool que algum garçom tinha trocado pelos anteriores. E bem quando eu ia falar algo pra minha namorada sobre o quão inapropriado eu achava ela se deixar "levar" daquele jeito com o Pai do meu amigo, ainda mais considerando que estávamos na casa dele e com alguns dos meus amigos lá observando tudo, outro amigo nosso chegou perto de mim pra me apresentar a namorada dele e puxar conversa.
Depois de só uns instantes dessa nova conversa, Patrícia chegou perto do meu ouvido e, depois de sorrir pros nossos amigos, se desculpou dizendo que o Senhor queria mostrar uns detalhes interessantes da construção.
... "Não vamos demorar muito, né Senhor??. Meu bem, a gente só vai ver umas coisas. O que o Dom Alonso quer me mostrar"... e então, sem me dar chance de contestar nada, concluiu... "Vocês vão acompanhá-lo, certo???"... Me deu um beijo na bochecha e seguiu em direção aonde o Senhor a levava, e eu só pude aceitar ficar ali, sendo educado com a noiva do meu amigo e evitando fazer uma cena que pudesse ser constrangedora para os outros convidados e, claro, indignante para mim.
Vi como ela era escoltada por aquele homem maduro pelo jardim e entre os convidados, até chegarem às escadas que levavam à construção principal. Patrícia ia na frente, seguida a apenas uns três passos de distância pelo homem. Enquanto subiam as escadas, era muito difícil para mim me concentrar no que me diziam, enquanto contemplava a cena desconcertante de ver minha noiva caminhando na frente dele ao subir os degraus, balançando sensualmente as cadeiras que ficavam bem na altura dos olhos dele, fazendo com que, por falta de algo mais encantador para onde olhar, o olhar dele ficasse fixo no rebolado que os degraus provocavam. E, para aumentar minha mortificação com um detalhe ainda mais obsceno, cheguei a ver como ela virou-se para olhá-lo e, ao perceber a maneira tão libidinosa com que aquele cara devia estar a contemplando, em vez de agir com o recato próprio de uma mocinha, sorriu e apenas diminuiu o passo, deixando que ele se aproximasse mais.
"Você é uma provocadora"... Foi a única e última coisa que consegui ouvir quando ele, depois de virar-se para ver se ninguém os estava observando, levou uma das mãos até as nádegas dela e, de maneira lasciva, apertou a superfície do tecido que cobria a carne macia dos glúteos dela. Claro que a única coisa com que ele não contou foi que o diretamente interessado tinha observado tudo sem dar sinais de que estava ciente do que rolava entre os dois, e fingia continuar "conversando".
Finalmente, enquanto eu Distraía" com David e alguns outros convidados. Depois de uns 20 ou 30 minutos no máximo, vi os dois saírem da casa juntos e descerem as escadas pra se juntar à multidão de novo. Não precisava de grandes suposições nem de chamar um psicólogo especialista em linguagem corporal pra saber o que tinha rolado entre eles. De repente, tudo tinha se acalmado: não tinha mais flertes, nem sorrisos sedutores. Patrícia cambaleava um pouco, insegura sobre onde pisar, como se as pernas estivessem cansadas.
Quando chegaram lá embaixo, o cara se separou dela e foi pegar uma bebida no bar, enquanto ela veio na minha direção com uns vacilos que, pra todo mundo — inclusive eu —, pareciam ser por causa do cansaço de tantas horas de salto alto e da dificuldade de andar naquele pedaço de grama antes do gramado perto da piscina. Parecia que ela tinha dificuldade até pra levantar os pés.
Quando chegou perto de mim, me beijou a bochecha de novo e, depois de conversar um pouco com meu amigo e a namorada dele, me pediu pra arrumar uma bebida bem refrescante, porque de repente se sentia cansada e tonta, talvez por causa do porre. "Acho que fiz algo que não devia, minha vida, mas você e o pai do seu amigo têm culpa", comentou ela.
Quando voltei com a bebida, sentei do lado dela e fiquei observando enquanto ela bebia. Dava pra ver que ela respirava fundo, as bochechas estavam coradas e umas gotas de suor ou umidade acumulavam na testa. Além disso, ela parecia meio perturbada ou nervosa.
O cabelo dela, que até pouco tempo atrás estava impecavelmente arrumado, agora tava meio bagunçado, como se o vento ou alguma agitação tivesse desfeito o penteado. E também notei que, quando ela se inclinou pra beber o refrigerante, os peitos dela tinham umas marquinhas aqui e ali. além de que o elástico do sutiã dela, que até antes da visita dela às instalações da casa, tinha ficado escondido o tempo todo, agora de repente ficava visível pra mim!!! E isso não era por outra causa além do simples fato de que a parte de trás do vestido dela estava mal abotoada e mal colocada no lugar.
Vendo o que eu tinha visto durante a dança dela com o Senhor, depois quando ela o acompanhava na "visita guiada pela casa", mais tarde quando ela voltava pra me encontrar esperando por ela e agora o estado em que ela se encontrava, não era muito difícil pra mim ter uma conclusão lógica do que podia ter rolado durante a ausência dela.
Na verdade, igual quem tá lendo isso agora, eu podia dizer que desde o momento em que ela chegou perto pra sussurrar no meu ouvido... "O Senhor quer me mostrar o resto da casa dele, me espera aqui enquanto eu vou com ele e vejo o que ele quer me mostrar"... Com aquela ansiedade na cara e no corpo dela, que dizia claramente que ela tava doida pra acompanhar ele pra onde ele quisesse levar. Excitada do jeito que só ficava pra mim, depois que em algum bar tinha dançado com algum cara bonito que provocava ela igual o pai do meu amigo tinha feito com ela essa noite. Eu podia ter imaginado qualquer coisa.
Mas o que era curioso naquele momento é que mesmo quando eu vi ela dançar de um jeito tão indecente com um senhor já maduro que sem nenhuma consideração se exibia na frente dos convidados dele e depois vi ela acompanhar ele pelas escadas pra privacidade da casa dele, longe de onde eu pudesse ver ou saber o que rolava, aquela excitação que eu sentia quando via ela dançar com algum dos "sortudos" parceiros de dança dela, meu coração batia acelerado lembrando do jeito tão safado e indecente que aquele homem tinha acariciado a bunda dela intimamente, minhas entranhas se reviravam presas de uma confusão estranha, mas de repente ao notar que internamente, longe de Os preconceitos... meu próprio corpo não me negava que a cena quente, não importava de quem se tratasse (ou talvez por saber de quem era), tinha me causado uma ereção antecipada.
Enquanto Patrícia terminava a bebida dela, eu mergulhei num mar de tribulações. Por um lado, meu eu consciente desejava que tudo aquilo tivesse sido só fruto da minha imaginação, mas por outro lado, uma vozinha safada e morbida me dizia que tudo tinha sido real e que eu teria que aceitar como tal, tirar o melhor proveito disso como tinha feito até agora, ou simplesmente dar toda a minha relação por encerrada.
Quando ela terminou o gole e anunciou que ainda se sentia mal, me pediu pra gente se apressar em se despedir e levá-la de volta pra casa, porque não queria ficar ainda pior. Então, depois de pedir desculpas e inventar uma desculpa, prometi voltar pra festa assim que a deixasse, e saímos juntos no meu carro.
Curiosamente, poucos minutos depois de sair da festa, ela disse que se sentia melhor. Então, sem pensar, me dirigi a um dos meus "mirantes" favoritos e, assim que desliguei o carro, peguei ela nos braços, comecei a beijá-la e a acariciar o corpo dela com as mãos. Mas, ao contrário da atitude habitual dela, dessa vez ela não parecia responder do mesmo jeito; só se deixava beijar e apalpar sem reagir como sempre. Quando percebi, ela só disse que estava um pouco tonta e ainda meio cansada.
Então, sem querer conter minha frustração, peguei suavemente a mão dela e a guiei até o volume dentro da minha calça, que não tinha diminuído desde antes de sairmos apressados da reunião. E ela, assim que sentiu minha ereção latejante, só murmurou: "Vamos ver, meu amor, vou te ajudar com esse pacote que você tá carregando aí, mas depois é direto pra casa que essa neném não aguenta mais e precisa dormir..."
Ao dizer isso, ela assumiu uma atitude estranha que eu nunca tinha visto nela, como se estivesse brincando de ser uma menininha. quase de braços abertos, como se precisasse que a embalassem. Mas, na real, não me surpreendi muito e só me concentrei na sensação que os dedos delicados dela causavam ao abaixar meu zíper e tirar meu pau enorme de dentro da cueca, que tava implorando por umas carícias pra aliviar.
Ela logo se aproximou do meu lado e, bem antes de descer no meu pau, sussurrou: "Ughhh, Papai, que chupão lindo você tem. Neném quer o chupão dela"... e fechou a distância que separava a boca dela pra engolir ele de uma vez só, mandando ondas de prazer que percorriam meu corpo de cima a baixo e depois se concentravam na minha masculinidade empinada. Quando ela começou a chupar meu pau, de repente se ajoelhou no banco dela dentro do carro, me deixando ver o espetáculo dos quadris e da bunda gloriosos dela, mal contidos no tecido justo do vestido, que parecia prestes a rasgar nas costuras.
Eu agora respirava pesado, mas querendo aproveitar ainda mais, inclinei meu corpo na direção da bunda dela e coloquei minha mão numa das nádegas, esfregando morbidamente, só pensando como eu tinha sorte de ter uma namorada com essas habilidades e qualidades físicas... "Meu Deus!!! A bunda dela era divina, parecia me convidar a apertar e depois comer de mordidas"...
Então, desci minha mão pra trás pela curva perfeita do quadril dela, apalpando cada centímetro daquela maciez gostosa, até finalmente encontrar a barra do vestido e aquela sensação excitante do nylon da meia dela me fez querer ir mais longe. Levantei a saia da roupa dela, enquanto ela continuava me satisfazendo com a boca, e minha mão voltou a procurar as meias e aquele pedaço quente e macio de pele que eu já imaginava além do fim delas. Mas, quando coloquei minha mão entre as coxas dela, recebi a surpresa inesperada de sentir uma umidade abundante. Minha mão passeou por ali até que, de repente, caí em mim. que o que eu sentia entre meus dedos não podia ser a própria lubrificação dela, porque estava muito abaixo, descendo pelas coxas, a menos que fosse outra coisa. A calcinha dela podia estar encharcada, mas teria que ter segurado toda a umidade que os sucos femininos dela pudessem ter produzido!!!
No entanto, apesar da minha surpresa ser enorme, minha reação foi só pensar que, na posição em que estávamos, não dava pra explorar de perto a área que meus dedos estavam bisbilhotando, então me contentei em levar meus dedos até a feminilidade dela. Assim, subi com os dedos pela substância escorregadia que cobria a parte interna das coxas dela, até que finalmente encontrei a intimidade coberta dela, que, por outro lado, não mostrava sinais de estar tão molhada. Mas, assim que toquei com um dos meus dedos de forma mais firme a entreperna da calcinha dela e empurrei um pouco pra dentro da feminilidade dela, percebi que ela estava extremamente molhada!!!, embora mais correto seria dizer que estava quentinha e encharcada!!!
Surpreso com o estado em que encontrei as partes íntimas daquela que logo seria minha mulher, algo me levou a querer notar ou encontrar algo mais que pudesse me dizer o que eu deveria fazer. Então, com outro dedo, afastei a tira fina de pano que cobria o segredo mais precioso dela — e até então pra mim, um segredo precioso — e finalmente encontrei o montinho feminino mais quente e encharcado que eu já tinha sentido nos meus dedos em toda a minha vida. A abertura feminina dela estava como um vulcão em ebulição, com os lábios abertos e jorrando aquela substância pegajosa e quente de aparência cremosa.
"Hummm, minha princesa, a senhora tá encharcada." Comentei, mas segurei o que ia dizer, que ela nunca tinha estado assim e estava tão molhada que não podia ser resultado do próprio corpo dela, e então perguntei... "O que aconteceu com a boneca? Me diga o que deixou ela assim??..."
"Urhhhfffgnmmm... devo estar mais 'ansiosa' do que que imaginei"... foi só o que ela comentou e continuou me atendendo com a boca, enquanto eu, viciado, mal descobrindo meu novo e insuspeito limite pelo obsceno, caí diante da possibilidade de me deparar com os restos do que poderia ser a prova da infidelidade dela com um homem. Enfiei o dedo na feminilidade dela e encontrei o que com certeza eram seus quentes sucos vaginais misturados com a grossa "semente" do pai do meu amigo.
Seja lá o que fosse, o pensamento de encontrá-la encharcada e regada com o esperma de outro macho que tinha deixado sua "marca" nela me mandou pro outro lado da cerca e, ao mesmo tempo, por causa da invasão do meu dedo na intimidade dela, provoquei nela um orgasmo estremecedor na hora, enquanto eu, sem me segurar, me descarregava dentro da boca dela, cujos lábios doces se fecharam ao meu redor pra receber a carga.
Foi assim, exatamente como tudo começou. Depois daquela noite espetacular e reveladora, levei ela de volta pra casa e fiquei atordoado o resto da semana toda, pensando nas possíveis implicações que aquele acontecimento trazia pra minha vida. Eu não falei nada e decidi me dar tempo pra analisar as coisas com calma, e ela, pelo que vi, não fazia ideia da minha posição em relação ao relacionamento, nem que eu sabia o que tinha rolado durante a festa. Achei que, por causa do álcool que tinha bebido na reunião, a Patrícia simplesmente não tinha percebido o estado dela e talvez nem tivesse consciência pra impedir os avanços daquele cara com a mulher que tanto me fez respeitar e esperar até estarmos casados pra me entregar ao segredo mais íntimo dela.
Mas eu não tinha esse benefício, não. Eu tinha estado lá, vendo aquele baile descarado, aqueles olhares provocantes, a mão dele na bunda dela, depois o caminhar trêmulo dela quando voltava de "conhecer a casa dele", o vestido e o cabelo bagunçados e, finalmente, já no carro, a feminilidade encharcada dela transbordando da calcinha. correndo pelas coxas dela.
O fato é que eu não conseguia nem tinha como esconder de mim mesmo a realidade da minha noiva, se vendo excitada por aquele Senhor, tão excitada que, sem desculpa que eu pudesse inventar, tinha aceitado subir na casa daquele homem enquanto eu, no papel de idiota, esperava lá fora com o resto dos meus amigos. Ela tinha aceitado ir com aquele cara que mal conhecera naquela mesma noite e deixou ele ficar com ela, revelar seus encantos e depois permitir que a possuísse e a enchesse com o esperma grosso dele (algo que me fora proibido fazer até aqueles dias). Mas toda a cena tinha algo extremamente libidinoso e, além de me parecer morbidamente excitante, era mais deliciosa do que humilhante.
Vendo tudo isso, decidi que, pelo meu amor por ela e por todo o prazer que a relação me dava, ficaria ao lado dela, aceitando que por um tempo aquela imagem me acompanharia aonde quer que eu fosse, mas sabendo que logo "perdoaria" o deslize dela e endireitaria o caminho depois de nos casarmos.
Estou nervoso só de pensar em escrever sobre minha esposa e a relação que, sem querer, acabei aceitando ter com ela. Como já comentei, ainda não tenho certeza se vou me encaixar ou ser aceito pelo "grupo" onde nos conhecemos. Porque minha história não é tão espetacular nem tão erótica — é simples e direta: minha esposa adora provocar e incitar os homens, e eu me tornei prisioneiro da excitação de saber que outros caras conseguem usá-la para se satisfazer sexualmente com ela.
Como já disse antes, em outras ocasiões me envolvi em conversas ou trocas de e-mail com pessoas em situações parecidas, mas até agora encontrei alguém que se parece muito com a minha própria realidade — e não apenas com aquelas cenas que leio e releio com tanto prazer, sobre fantasias ou supostos acontecimentos de maridos que curtem ou compartilham a chance de ver suas esposas nos braços de outro homem.
O que me atraiu especialmente foi a ideia de me conectar com pessoas que têm fantasias parecidas com as minhas, ao saber que essas fantasias podem não ser apenas situações de prazer erótico entre um casal, mas que também existe gente como eu, que curte em silêncio sua "agonia" de saber das traições da própria mulher.
Antes de entrar de cabeça no assunto, quero deixar claro que um dos pontos que torna minha história bem diferente da maioria que encontrei em português é que a minha não é nada daquelas que começam com... "Sempre gostei de histórias sobre minha 'mulher' com outros homens, então, assim que tive a chance, contei pra ela e a incentivei a fazer isso"... Porque no meu caso, minha esposa simplesmente começou suas atividades "extracurriculares" por conta própria e manteve tudo assim sem nenhum acordo. Ela não precisou da minha permissão para se envolver com algum dos seus "galãs".
E eu, da minha parte, quando descobri... (o desejo dela de se sentir desejada e simplesmente usada por algum "macho" que cruzasse seu caminho) suponho, embora ainda não esteja certo., que por algum estranho e perverso recanto da minha mente, hesitei em encará-la e nunca a confrontei pra dizer que sabia de tudo e esperava que ela me respeitasse e respeitasse a si mesma e parasse com essa atitude tão viciosa., simplesmente não reclamei de nada, fiquei calado e quando chegou a hora de decidir se avançava com nosso relacionamento ou terminava., percebi que aos poucos a sensação de sabê-la tão sensual e fácil de ter por outros, tinha se transformado numa espécie de droga afrodisíaca pra mim e agora considero isso o maior prazer que um tarado como eu pode curtir.
Vou começar dizendo que agora tenho 36 anos, e ela acabou de fazer 32, embora a conheça há muito tempo, foi só há 8 anos que comecei a sair com ela e há pouco mais de seis anos, depois de um namoro curto, nos casamos e, embora no escritório eu tivesse ouvido algumas histórias de "corredor" sobre ela, logo que comecei a lidar com ela, pela atitude e comentários dela sobre a moralidade da família, simplesmente me pareceram fofocas, pouco confiáveis e, depois que o relacionamento começou, quando comecei a ter algumas dúvidas, não fiz nada muito direto pra confrontá-la, embora tivesse a impressão de que ela achava que eu sabia de algo, dava como certo sem precisar de confirmação.
Durante a fase inicial do nosso relacionamento, depois de ficar deslumbrado com seus encantos e atributos físicos, entre os quais se destacavam seus peitos sensacionais, pernas e pele branca, tive a oportunidade de perceber que algo entre o que ela pregava e dizia simplesmente não batia e foi desde então que (sem ela notar claramente) e quando ela aceitou sair comigo pra dançar numa balada.
Como você deve imaginar, Patricia entrou pra trabalhar na empresa onde eu era um dos diretores e ela conseguiu um emprego como assistente do diretor e responsável por promover Novos mercados pra empresa, caso que eu suponho que ela conseguiu tanto pelo conhecimento dela quanto pela presença agradável em qualquer encontro que ia, sempre lindamente arrumada, exibindo seus 1,68m de altura (só dois a menos que eu), que junto com os saltos altos faziam ela parecer uma mulher excitante, mesmo que, segundo alguns, às vezes se sentiam meio intimidados pela altura e presença dela, mesmo naquela época em que ela parecia querer bancar a "mocinha boazinha", inocente, recatada, doce, bondosa, mas sim, muito gostosa. E ela dizia que, sendo uma mulher de muitos estudos e atividades, procurava como parceiro ideal um "cara comum", estável e que gostasse de ficar em casa nos fins de semana com a família, como ela falava.
Tentando não enrolar mais, vou continuar dizendo que, mesmo eu me encaixando perfeitamente nessa descrição e ela me chamando muita atenção, sendo meio tímido, não fiz nada pra conseguir um encontro com essa mulher imponente, e foi ela quem me deu abertura pra convidá-la pra sair. Coisa que fiz assim que ela, com os flertes dela, me deu o sinal, e já quando deixei ela em casa naquela noite, ficou mais que claro que ela não tava perdendo tempo e que, por trás daquela imagem de menina boazinha, tinha uma mulher segura de si e do que queria desde aquela época, que era na verdade algum possível candidato a "bom" marido.
De qualquer forma, e apesar da "caça" latente que ela deixava transparecer, teve uma certa química e continuamos saindo uma vez atrás da outra até que quase não precisava mais marcar encontro, era só comentar quais planos tínhamos pro fim de semana e combinar um horário pra nos ver.
Numa dessas ocasiões, por acaso do destino, fomos parar num salão de dança, que não é nem um pouco minha especialidade (embora eu fosse mais jovem dançar ao som de música disco), e eu, estando de bom humor, sem desejo de estragar a noite tentei acompanhá-la com uma ou duas músicas, mas logo sentamos à mesa pra tomar uns drinks e, enquanto víamos os outros dançarem, bebemos dois ou três coquetéis cada um, enquanto a Patrícia, sentada na cadeira, balançava no ritmo da música e tamborilava os dedos na mesa.
Vendo o brilho nela e (suponho eu) porque quando dançamos antes, ao me ver parado ao lado dela usando aqueles sapatos elegantes de salto altíssimo, algumas pessoas devem ter notado que ela era mais de 6 centímetros mais alta que eu, e supondo que eu não era o acompanhante "oficial" dela na noite, logo mais de três caras apareceram na nossa mesa pra pedir a mão dela e levá-la pra pista de dança.
Embora a gente ainda estivesse se divertindo, pouco depois do quarto drink que tomamos, ela me perguntou se eu me importaria dela se divertir um pouco e aceitar o próximo convite pra dançar.., o que aconteceu logo em seguida, e ela aceitou na hora, indo com o parceiro pro centro do salão.
Nesse momento pude ver que pra Patrícia dançar não era só se mexer, mas era coisa séria mesmo, e em vez de ficar olhando pro nada como muitas minas faziam, ela realmente dedicava a dança pro prazer do parceiro com quem se movia, olhava nos olhos dele e logo começava a se mexer de forma provocante, girando, balançando e sorrindo de um jeito safado. E com a altura e o corpaço dela, era realmente uma atração pra todos os outros caras por perto.
Em menos de meia hora ela já tinha saído pra dançar com pelo menos quatro homens que, por educação, me pediram esse privilégio, até que finalmente um cara particularmente alto, bem vestido e de aparência atlética monopolizou ela por mais de três músicas, e bem quando ele já ia trazê-la de volta pra nossa mesa, ao começaram a soar as notas de uma música que eu supunha ser popular naquela época. Percebi que, em vez de ser ela a aceitar o convite, ela decididamente puxou ele de volta para o centro da pista de dança.
Em menos tempo do que se imagina, ela já estava dominada pela sua atitude de dançarina sedutora, dedicando-lhe olhares provocantes, enquanto rebolava sensualmente os quadris no ritmo da música, e de repente virando o corpo de costas para ele, só girou o pescoço para olhá-lo enquanto entreabria os lábios e dirigia o olhar para a área pélvica do parceiro de dança e, balançando os quadris, começou a mexer suavemente a bunda, que enfiada naquele vestido de aparência acetinada, parecia mais do que parte de uma dança, uma oferta dela.
Aceitando a iniciativa, o homem levou as mãos até apoiá-las na cintura dela, apenas alguns centímetros acima da suave aparência dos glúteos que pareciam estar prestes a estourar o tecido do vestido, e eu, quando vi aquilo, senti meu coração dar um pulo e o sangue nas minhas veias começou a pulsar agitadamente. Ela não pareceu se incomodar nem um pouco com o contato íntimo das mãos dele tão perto das suas áreas "decentes" e, em vez disso, agora buscava com os olhos o olhar daquele homem enquanto, sem reclamar, ele a puxava para perto do colo dele!!
Pelo que eu podia ver do meu lugar naquela mesa, aquele desconhecido teria tido qualquer sorte que desejasse com ela, pois pelo jeito que ela o olhava quando ele finalmente encostou o corpo na bunda gloriosa dela e, sem mais alarde, começou a esfregar o tecido da calça contra o vestido dela, com certeza, se eu não estivesse ali, aquele cara teria tentado algo mais com ela, conseguido o telefone dela, convidado para sair ou acompanhado ela de volta para casa.
Quando finalmente a música estava acabando, eu, tentando evitar alguma situação embaraçosa, fui para o banheiro e, assim que Ela voltou pra mesa, voltou pro meu lugar como se eu não tivesse percebido nada. E pouco depois, enquanto esperávamos a conta, ela me disse que eu definitivamente tinha que aprender a dançar, porque ela adorava dançar, que a fazia se sentir sensual. Eu falei que esse tipo de dança definitivamente não tava nos meus genes, mas que de qualquer jeito, se ela topasse, eu dançaria com ela do jeito que desse, porque no fim o importante era ela se divertir. Enquanto ela curtisse, pra mim já era gostoso estar com ela.
Finalmente, quando saímos daquele lugar, antes de levar ela pra casa, a gente parou um pouco num daqueles mirantes de onde dava pra ver a cidade enquanto se conversava (ou fazia outras coisas). Depois de umas palavras ternas e sensuais, logo estávamos nos beijando, e eu percebi que ela tava bem excitada pelo jeito que parecia querer devorar minha boca inteira, não só me beijar. Parecia que os papéis tinham se invertido, como se eu fosse o que tentasse salvar a "honra" dela e ela quem quisesse me atacar sexualmente. A mão dela foi pro meu cinto, soltou a fivela, depois desabotoou a calça e finalmente senti os dedos dela deslizando meu zíper até ficar tudo aberto. Aí veio aquela delícia, aquele formigamento excitante que as unhas compridas dela faziam ao cutucar por baixo do tecido da minha cueca até alcançar meu pau duro que esperava ansioso por ela.
Aí, pra completar o inesperado da reação dela, de repente ela pegou uma das minhas mãos e, sem mais enrolação, levou pra debaixo da saia dela pra eu sentir pela primeira vez o calor das coxas acolhedoras dela, que por um momento ela manteve juntinhas, pra depois ir abrindo devagar e deixar eu chegar até o ponto mais íntimo dela, escondido debaixo do tecido quentinho e fininho da calcinha dela. E enquanto eu levava minha mão até encontrar e apalpar aquele montinho pulsante por cima do tecido encharcado... As mesmas, seus dedos se fecharam firmemente em volta do meu pau, me fazendo tremer de tesão e transbordar minhas emoções.
Senti sua feminilidade encharcada, que logo tinha meus dedos já cobertos de seus sucos, e pra adicionar mais um detalhe àquela onda de prazer que parecia crescer sem parar, ela comentou... "Ufffgghhh Papi, que gostoso você tá!!! Viu como você me deixou toda molhadinha?"
E de verdade, ela estava molhada e mais que pronta pra qualquer situação de sexo, pronta pra receber entre as pernas qualquer carícia ou sensação masculina, embora naquele momento eu também pensasse que isso não era só por minha causa, mas talvez por causa dos seus flertes com aqueles caras na pista de dança.
Levei só mais alguns instantes pra gente terminar aquela rapidinha repentina, que acabou quando eu gozei nos dedos dela, que ainda seguravam firme minha masculinidade túrgida, enquanto ela explodia dentro da calcinha com o contato dos meus dedos e suas carícias indiscretas. E depois de finalizar, não fizemos mais nada: ela ajeitou o vestido, procurou na bolsa um lenço pra limpar a mão, enquanto eu me reacomodava dentro da calça.
Depois daquela primeira rapidinha, uns minutos mais tarde, estacionei o carro a alguns metros da casa dela e, bem na hora em que ela ia sair, me aproximei pra apertar ela nos meus braços e dei um beijo profundo que durou um pouco mais do que eu imaginava, mas ao sentir o corpo dela pulsando de tesão e aquela sensação quente, como se fosse um filhote carente buscando conforto e calor de outros corpos. Percebi um arrepio que percorreu o corpo dela, então, dessa vez sem esperar convite da parte dela, enfiei minha mão por baixo da saia e, depois de apalpar sua feminilidade molhada, logo separei as pernas dela e fui subindo devagar o tecido da saia pelas coxas até que ela ficou totalmente exposta diante de mim, que me deliciei com a imagem provocante de vê-la ali sobre O banco do meu carro me mostrando quase todos os seus encantos e o mais íntimo dos seus segredos, mal coberto pela peça encharcada que era o último obstáculo que me privava de um petisco tão delicioso e de repente tão desejado.
Se deixando levar, ela se reclinou ainda mais no encosto do banco e, abrindo as pernas, afastou de lado o pano escasso da calcinha, me oferecendo por apenas uns instantes aquela visão ardente. Pois, me guiando de novo com as mãos, me provocou a penetrá-la com um dos meus dedos, que sem dificuldade logo encontrou a entrada do seu buraco quente. E sem eu nem perceber, de repente ela me prendeu entre as pernas e começou a esfregar as coxas, e enquanto eu sentia cada vez mais sua cavidade quente apertando meus dedos lá dentro, mais abaixo, a sensação sensual que suas meias escuras produziam ao roçar na minha pele também me fazia desviar o olhar para contemplar um prazer tão incomum: posar a vista sobre coxas tão suculentas cobertas por aquelas meias delicadas que se seguravam no lugar com um elástico, que só aumentava a intensidade da cena lasciva e emoldurava suas coxas macias, contrastando o tecido escuro com a brancura lisa da sua pele nua, que por ondas parecia se tensionar e depois relaxar, até que instantes depois, arqueando o corpo com mais ímpeto, pela segunda vez naquela noite, ela gozou nos meus dedos!!!... puta mulher fogosa que eu finalmente tinha encontrado...
Claro que depois daquela noite, eu fiquei mais que apaixonado por uma mulher tão sensual e excitante, então continuei saindo com ela e logo viramos namorados. Íamos ao cinema, shows ou jantar, e ela preferia qualquer evento que desse pra ter uma boa sessão de dança. E continuamos nosso relacionamento quase como começamos: quando não conseguíamos nenhuma festa, íamos pra algum lugar onde ela pudesse dançar, e claro, quando eu já tava de saco cheio de parecer o homem Com as duas pernas esquerdas, ela nunca deixava de arrumar algum parceiro de dança que fizesse par com ela e levasse a surpresa de ter diante de si uma mulher tão gostosa que, com cada movimento do corpo, parecia mandar sinais de clara conotação sexual e dava a impressão de estar pronta pra seduzir quem quer que fosse.
Era realmente eletrizante vê-la dançar daquele jeito e saber que, com certeza, seus parceiros de dança dariam tudo pra estar no meu lugar e ter aquele "pouquinho a mais" que eu levava pra casa depois da noitada, porque minha deliciosa namorada voltava pra casa super excitada e não fazia a menor questão de me deixar brincar com ela no caminho. Logo no começo do namoro, ela aceitou me satisfazer oralmente enquanto eu dirigia com uma mão no volante e a outra enfiada por baixo da calcinha dela. A feminilidade dela e a protuberância do clitóris estavam sempre hipersensíveis depois que saíamos de qualquer um daqueles lugares, e ela parecia gozar intensamente com minhas carícias, que não falhavam em fazê-la ter orgasmos excitantes pra mim.
Apesar de tudo isso e de como nosso relacionamento parecia estar se desenvolvendo de forma genial, a gente não passava daquelas carícias e beijos, porque ela tinha deixado claro que queria "se guardar" pro casamento, quando entregaria ao amor definitivo da vida dela o mais venerado e oculto dos seus "segredos". E eu, por minha vez, embora ainda não tenha certeza, acho que simplesmente aceitei a palavra dela sobre isso, seja por causa do bem que ela me fazia sentir com os lábios ou com as carícias que me dava com as mãos, seja porque simplesmente tinha me apaixonado e ela me fascinava com algo mais, mas a palavra e os desejos dela me bastavam. Então, aceitei não pedir nada além do que ela tinha a me conceder.
Aos poucos, fomos nos entrosando mais, e eu fui tendo oportunidade de identificar mais das atitudes, gostos e desgostos dela. Percebi que, nas ocasiões em que ela se mostrava especialmente afetiva comigo e disposta a me agradar, coincidiam com nossas saídas pra "dançar" e isso quase não rolava quando a gente tinha uma simples tarde de cinema ou com os amigos. E notei especialmente numa ocasião em que fomos a um lugar onde ela ficou dançando com vários caras, até que finalmente apareceu um que se destacava dos outros, um homem de uns 38 ou 40 anos, muito bem vestido e com sinais de que tinha ido à praia recentemente, porque o bronzeado intenso denunciava e ainda dava um toque a mais de galhardia ao seu porte viril de mais de 1,95m.
Particularmente, o cara me chamou a atenção não só por ser mais velho e mais alto, mas porque logo ele parecia assumir o controle da situação, e ela se deixava levar pelo visual dele. Rapidinho percebi que aquele olhar "curioso" que ela mostrava quando sentia "atração" pelo parceiro de dança tinha aparecido no rosto dela, e desde o começo ela não reclamou quando ele a puxou pra perto do corpo, apertando um pouco mais do que devia, e também não fez nada quando as mãos do sujeito pousaram perto da bunda dela. Ele, sem tirar as mãos dali, sussurrava algo no ouvido dela, enquanto a segurava de um jeito que não dava pra considerar apropriado pra uma mulher que estava acompanhada pelo parceiro, que esperava ela voltar pra mesa, sem imaginar que o que ela deixava fazer fosse conveniente.
Mas enquanto eu olhava meio perturbado a cena que rolava a poucos metros de onde eu estava, como em outras vezes, de repente a adrenalina me inundava como um redemoinho, meu coração disparava e meu estômago dava um nó, parecendo se torcer por dentro, e sem mais, num estalo, eu me via excitado vendo ela dançar tão sem vergonha com esse cara. Enquanto aqueles pensamentos ambíguos me atordoavam, porque, como já disse, não tinha intenção nenhuma de cortar a liberdade dela. se divertir e curtir um bom momento, embora de repente, ao vê-la tão animada, eu sentisse ondas súbitas de ciúme e desconforto, ao mesmo tempo que uma grande excitação por saber que ela era tão desejada por ele. E saber que, não importasse o que acontecesse, mais tarde, antes de deixá-la em casa, seria eu quem teria a sorte de passar um momento memorável e bem privado a sós com ela, durante o qual, como resultado do que ela fazia agora na pista de dança, ela se mostraria especialmente ardente.
Diante dessa consideração, decidi não demonstrar irritação e muito menos confrontá-la sobre o quão inadequada sua atitude poderia parecer para alguém, pois, como disse antes, graças à cooperação desse cara ou de qualquer outro que pudesse ter sido, eu teria meu "tratamento especial" antes do fim da noite. E assim continuaram, nessa e em várias outras ocasiões: Patricia e eu íamos a algum lugar de dança, onde eu mal dançava um pouco com ela antes de "cedê-la" a algum parceiro de dança aventureiro de ocasião, para então contemplar a cena de vê-la em sua habitual "dança quente" e, depois, antes de levá-la para casa, passar um tempinho no carro para diminuir suas fervuras ardentes que imploravam desesperadamente pelos meus dedos ou lábios.
Então, como você pode imaginar, toda aquela excitação garantida que eu tinha ao lado dela se enraizou no meu gosto, e pouco antes de completar três meses de relacionamento com ela, a ansiedade ou ciúme que sentia ao vê-la flertando enquanto dançava ou aceitando a proximidade das mãos ou corpos de outros homens me indicava que, além da excitação, algo nos meus sentimentos tinha se posto em movimento. E supus que definitivamente tinha encontrado a mulher dos meus sonhos: alegre, compreensiva e promissora. Por isso, decidi declarar abertamente meu amor, mesmo sabendo que uma mulher tão linda e sensual poderia despertar a atração de algum outro homem bonito e que, certamente, não Faltaria quem tentasse ganhar a atenção dela e tentar conseguir mais dela, mas percebendo que durante esse tempo a gente tinha se entrosado em outros aspectos e que, apesar do "arriscado" e aberto do nosso "jogo", ela tinha se mostrado leal e não tinha aceitado os convites de nenhum deles. Não tinha nenhum outro pretendente à vista.
Ela me surpreendeu quando, sem hesitar um instante, se aproximou de mim e, depois de me dar um beijo quente e carinhoso, aceitou minha proposta e declarou que eu era o homem mais compreensivo que ela já tinha conhecido e que, claro, queria ficar ao meu lado daí em diante. Vendo que ela aceitou, a relação foi se formalizando, e começamos a ter jantares com nossas respectivas famílias enquanto planejávamos a data e os lugares para a cerimônia. E já nos aproximando mais da data marcada para celebrar nossa união no altar, fomos a uma festa que David, um dos meus melhores amigos, deu em nossa homenagem.
Simplesmente a festa oferecida era demais, tendo como cenário os jardins da casa elegante dos pais dele, com uma piscina chamativa, jogos, salão de festas e todos os outros luxos que o pai dele, como empresário e investidor no mercado de ações, tinha conseguido ganhar. Por sua vez, meu amigo tinha começado a trabalhar há pouco tempo em uma das firmas do pai e, ao concluir os estudos, ganhou de presente um imponente Masseratti.
Embora seja verdade que, graças aos meus pais, nada me faltava e, apesar de ter que buscar outras saídas pra tentar garantir o sucesso, a verdade é que David sempre foi entre nós o "riquinhos" do grupo, mas não por sua "cama de ouro" ele tinha se tornado um chato como muita gente com dinheiro; pelo contrário, quase sempre se mostrou uma pessoa simples, disposta a compartilhar. E nos anos que eu tinha de amizade com ele, só em algumas ocasiões o vi usar a posição dele de propósito pra conseguir algo, embora tivesse tenho que admitir que, quando alguém se aproximava puxando saco e começava a bajular ele, ele simplesmente se deixava "querer".
Pouco depois de a festa começar e já tendo apresentado a Paty pra quem ainda não a conhecia, o pai do David chegou de alguma viagem. No momento em que ele viu ele entrar, sem mais nem menos, pegou minha noiva pela mão e a levou até onde ele estava pra apresentá-la. Enquanto eu terminava uma conversa, observei que, de imediato, um sorriso se desenhou no rosto bronzeado do senhor, e ela respondeu com um gesto simpático, embora meio nervoso. Percebi, ou achei que percebi, um toque de galanteio vindo dele, mas, embora a Patrícia estivesse agindo de forma adequada, aquele "nervosismo" que ela mostrava ao brincar com o colar de pérolas me dizia que, de algum jeito, uma espécie de "flerte" rolava entre os dois.
Exatamente quando eu ia terminar minha conversa rápida pra ir até onde o David e o pai dele conversavam com minha noiva, outros amigos me atrapalharam. E assim, fiquei só ali, seguindo com o olhar o que eles faziam, enquanto pouco aproveitava da conversa. O David se afastou um instante pra buscar uns drinks pra eles e depois teve que voltar pra receber outro convidado, enquanto o pai dele levava minha namorada pra mostrar outras partes da casa. Pararam um momento na garagem coberta pra ela ver um Mercedes 12 cilindros, bem ao lado do carro do meu amigo e de um Lotus Esprit. Pelo jeito que ela virava pra olhar pra eles e depois pro anfitrião, com certeza chamaram a atenção dela, pra não dizer que devem ter deixado ela babando.
Depois daquele breve tour por uma parte da casa, quando eles voltaram pra onde eu estava, os primeiros acordes da música começaram a tocar e alguns convidados foram se juntar perto da banda pra dançar. Eu, depois de cumprimentar o pai do meu amigo e comentar sobre a reunião, notei que Patricia (como sempre acontecia) ansiosamente queria dançar e rebolava suavemente o corpo no ritmo da música enquanto sussurrava algo no ouvido do Senhor, sobre como sempre adorava dançar. E então o Senhor me perguntou se eu podia lhe conceder a honra de dançar com minha futura esposa, ao que respondi que ele podia ficar à vontade para levá-la quando quisesse, pois eu era péssimo dançarino.
... "Com uma mulher tão linda e gostosa como essa e você não dança???"... perguntou e depois soltou uma risadinha enigmática, enquanto estendia a mão para ela se dirigir ao local onde os outros se moviam ao ritmo da música e eu ficava observando por trás a figura do Senhor com suas costas largas, quase 1,90 metro de altura, que caminhava atrás da minha mulher e naquele exato momento me dei conta de que ele era praticamente o tipo que ela sempre escolhia para dançar em nossas saídas.
E no instante em que começaram a se mover, quando por um momento Patricia virou para me olhar e depois para ele, percebi que havia algo em seu olhar e ela se mostrava encantada não só por dançar com um parceiro tão agradável, mas também com sua casa, sua piscina, seus carros, seu físico, carisma pessoal e tudo o que uma pessoa como ele representava. E por sua vez, ele estava mais do que satisfeito em ter diante de si a figura gostosa da minha noiva (esqueci de mencionar antes) vestida naquele vestido de cocktail escuro e curto, feito de veludo preto ou algum tecido similar que se ajustava firmemente ao seu corpo e se mantinha no lugar com umas finas tiras prateadas que partiam da parte inferior de suas costas, subiam até seus ombros e depois desciam pela frente até terminar bem perto de suas axilas, quase ao lado do busto, deixando assim o vestido ousado, mas encantador, à mostra, a maior parte de suas costas e uma considerável porção de seus peitos apenas modestamente cobertos dentro das taças do mesmo, embora o que é de O que chama atenção é que, dadas as proporções dos peitos dela e a disposição das alças da roupa, eles balançavam tentadoramente a cada movimento que ela fazia, e a cada passo que dava, pareciam prestes a escapar do aconchegante estojo.
Além daquela parte do visual, ela usava por baixo do vestido umas meias escuras. (Desde aquela vez quando me deixou dar uma espiada na intimidade dela, me contou que usar meias e ligas em vez de meia-calça a fazia se sentir especialmente "sexy") calçava uns sapatos de salto não muito alto, porque naquela ocasião não queria parecer mais alta do que eu e que a gente ficasse "estranho", segundo ela disse. E pra completar a imagem, ela usava aqueles brincos e colar de pérolas que acentuavam a apresentação ostentosa mas elegante dela e a fazia parecer radiante e sensual naquela noite.
Já quando terminou a primeira música, ficou claro que continuariam dançando assim que a próxima começou, e eles começaram a se mover de novo, embora dessa vez eu tenha notado como ela mal hesitou quando o pai do meu amigo, segurando-a pela cintura, aproximou ainda mais o corpo dele do dela.
Se não fosse por aquele instante que quase passou despercebido, pude notar que de repente ela e ele logo ultrapassaram os limites do "apropriado", e minha noiva não se mostrou intimidada ou perturbada pelas pessoas ou pelo lugar onde estávamos, e exatamente como fazia quando íamos a alguma balada, logo aceitou o abraço firme do homem e fixou o olhar nos olhos dele, acompanhando cada movimento que faziam. Depois daquela atitude, vieram aqueles olhares sensuais e a atitude de "vem me pegar".
Numa outra música de ritmo lento, ela virou pra me olhar enquanto aceitava se aninhar entre os braços dele até quase parecer que ia se derreter no peito dele, e eu pude, perturbado, contemplar como dançavam em uníssono ao mexer as cadeiras compassadamente no ritmo que ele ia marcando, enquanto aos poucos a mão dele descia pelas costas dela até parar. centímetros acima dos glúteos dela, onde ele deixou descansar.
Quando aquele baile terminou, minha Noiva se separou dele, mas sem soltar a mão dele, e foi em minha direção, onde eu estava esperando por ela. Enquanto caminhava na minha direção, notei que ela não parava de me olhar, como se buscasse minha reação, mas depois de chegar e tomar um gole da bebida, não comentou nada e só continuou me encarando. Ela parecia meio corada e nervosa, de um jeito que, pra amenizar a situação tensa e desconfortável que se formou entre nós três, logo virou o resto do líquido e, assim que a próxima música começou, perguntou: "Hmmm, adoro essa música, meu amor. Posso dançar com o Senhor?"
Embora na verdade ela não esperasse pela minha resposta e, antes que eu dissesse uma palavra completa, já estava com ele perto da pista, começando a se mexer no ritmo alucinado da melodia. Dessa vez, Patrícia fez como naquela primeira vez no clube e logo se separou do Pai do meu amigo, ficando de costas pra ele enquanto rebolava a bunda espetacular e, virando o rosto por cima do ombro, lançou um olhar provocante que parecia um convite completo pra ele agir e fechar o espaço que separava os corpos deles.
Sem perder um segundo daquele convite, o Senhor fechou o espaço, colocou as mãos nas cinturas firmes da minha noiva, se aproximou dela por trás, até que, com um leve movimento pra trás, Patrícia completou a cena, pressionando a bunda contra a virilha do homem.
Depois de alguns movimentos dos corpos deles nessa posição, ele levou as mãos até o pescoço e os ombros dela e, fazendo ela levantar levemente a parte de cima do corpo, empurrou contra ela a masculinidade meio escondida... Meu Deus!!! O Pai do meu amigo estava na minha frente, praticamente simulando um coito com aquela mulher que em algumas semanas estaria no altar comigo!!!
Patrícia, simplesmente... ela parecia muito extasiada na dança dela. Pra se preocupar com o espetáculo tão inapropriado que podia estar dando, depois de virar pra frente por uns instantes e me procurar ao redor, logo voltou a procurar ele com o olhar e dedicou um sorriso quente e guloso. Ele respondeu do mesmo jeito e adicionou um pouco mais de "briga" enquanto se esfregava ainda mais na bunda dela, como se quisesse saber o "limite" que ela colocaria na exibição inadequada e indecorosa que tava dando.
Mas esse "limite" não apareceu, e foi só quase no final da música, quando o compasso desacelerou até virar um ritmo lento e eles dois se separaram de novo, que eu percebi que a dança pegajosa tinha cobrado seu preço: na calça do Senhor dava pra ver claramente o volume causado pelo contato tão íntimo com a bunda da minha mulher. Ele inclinava a cabeça, sussurrando algo no ouvido da minha noiva, e ela, se olhando nos olhos dele, ficava vermelha e sorria enquanto concordava satisfeita com o que quer que aquele homem dissesse.
Quando a música finalmente acabou e eles, sem soltar as mãos, voltaram pra onde eu estava, logo pegaram outro copo de álcool que algum garçom tinha trocado pelos anteriores. E bem quando eu ia falar algo pra minha namorada sobre o quão inapropriado eu achava ela se deixar "levar" daquele jeito com o Pai do meu amigo, ainda mais considerando que estávamos na casa dele e com alguns dos meus amigos lá observando tudo, outro amigo nosso chegou perto de mim pra me apresentar a namorada dele e puxar conversa.
Depois de só uns instantes dessa nova conversa, Patrícia chegou perto do meu ouvido e, depois de sorrir pros nossos amigos, se desculpou dizendo que o Senhor queria mostrar uns detalhes interessantes da construção.
... "Não vamos demorar muito, né Senhor??. Meu bem, a gente só vai ver umas coisas. O que o Dom Alonso quer me mostrar"... e então, sem me dar chance de contestar nada, concluiu... "Vocês vão acompanhá-lo, certo???"... Me deu um beijo na bochecha e seguiu em direção aonde o Senhor a levava, e eu só pude aceitar ficar ali, sendo educado com a noiva do meu amigo e evitando fazer uma cena que pudesse ser constrangedora para os outros convidados e, claro, indignante para mim.
Vi como ela era escoltada por aquele homem maduro pelo jardim e entre os convidados, até chegarem às escadas que levavam à construção principal. Patrícia ia na frente, seguida a apenas uns três passos de distância pelo homem. Enquanto subiam as escadas, era muito difícil para mim me concentrar no que me diziam, enquanto contemplava a cena desconcertante de ver minha noiva caminhando na frente dele ao subir os degraus, balançando sensualmente as cadeiras que ficavam bem na altura dos olhos dele, fazendo com que, por falta de algo mais encantador para onde olhar, o olhar dele ficasse fixo no rebolado que os degraus provocavam. E, para aumentar minha mortificação com um detalhe ainda mais obsceno, cheguei a ver como ela virou-se para olhá-lo e, ao perceber a maneira tão libidinosa com que aquele cara devia estar a contemplando, em vez de agir com o recato próprio de uma mocinha, sorriu e apenas diminuiu o passo, deixando que ele se aproximasse mais.
"Você é uma provocadora"... Foi a única e última coisa que consegui ouvir quando ele, depois de virar-se para ver se ninguém os estava observando, levou uma das mãos até as nádegas dela e, de maneira lasciva, apertou a superfície do tecido que cobria a carne macia dos glúteos dela. Claro que a única coisa com que ele não contou foi que o diretamente interessado tinha observado tudo sem dar sinais de que estava ciente do que rolava entre os dois, e fingia continuar "conversando".
Finalmente, enquanto eu Distraía" com David e alguns outros convidados. Depois de uns 20 ou 30 minutos no máximo, vi os dois saírem da casa juntos e descerem as escadas pra se juntar à multidão de novo. Não precisava de grandes suposições nem de chamar um psicólogo especialista em linguagem corporal pra saber o que tinha rolado entre eles. De repente, tudo tinha se acalmado: não tinha mais flertes, nem sorrisos sedutores. Patrícia cambaleava um pouco, insegura sobre onde pisar, como se as pernas estivessem cansadas.
Quando chegaram lá embaixo, o cara se separou dela e foi pegar uma bebida no bar, enquanto ela veio na minha direção com uns vacilos que, pra todo mundo — inclusive eu —, pareciam ser por causa do cansaço de tantas horas de salto alto e da dificuldade de andar naquele pedaço de grama antes do gramado perto da piscina. Parecia que ela tinha dificuldade até pra levantar os pés.
Quando chegou perto de mim, me beijou a bochecha de novo e, depois de conversar um pouco com meu amigo e a namorada dele, me pediu pra arrumar uma bebida bem refrescante, porque de repente se sentia cansada e tonta, talvez por causa do porre. "Acho que fiz algo que não devia, minha vida, mas você e o pai do seu amigo têm culpa", comentou ela.
Quando voltei com a bebida, sentei do lado dela e fiquei observando enquanto ela bebia. Dava pra ver que ela respirava fundo, as bochechas estavam coradas e umas gotas de suor ou umidade acumulavam na testa. Além disso, ela parecia meio perturbada ou nervosa.
O cabelo dela, que até pouco tempo atrás estava impecavelmente arrumado, agora tava meio bagunçado, como se o vento ou alguma agitação tivesse desfeito o penteado. E também notei que, quando ela se inclinou pra beber o refrigerante, os peitos dela tinham umas marquinhas aqui e ali. além de que o elástico do sutiã dela, que até antes da visita dela às instalações da casa, tinha ficado escondido o tempo todo, agora de repente ficava visível pra mim!!! E isso não era por outra causa além do simples fato de que a parte de trás do vestido dela estava mal abotoada e mal colocada no lugar.
Vendo o que eu tinha visto durante a dança dela com o Senhor, depois quando ela o acompanhava na "visita guiada pela casa", mais tarde quando ela voltava pra me encontrar esperando por ela e agora o estado em que ela se encontrava, não era muito difícil pra mim ter uma conclusão lógica do que podia ter rolado durante a ausência dela.
Na verdade, igual quem tá lendo isso agora, eu podia dizer que desde o momento em que ela chegou perto pra sussurrar no meu ouvido... "O Senhor quer me mostrar o resto da casa dele, me espera aqui enquanto eu vou com ele e vejo o que ele quer me mostrar"... Com aquela ansiedade na cara e no corpo dela, que dizia claramente que ela tava doida pra acompanhar ele pra onde ele quisesse levar. Excitada do jeito que só ficava pra mim, depois que em algum bar tinha dançado com algum cara bonito que provocava ela igual o pai do meu amigo tinha feito com ela essa noite. Eu podia ter imaginado qualquer coisa.
Mas o que era curioso naquele momento é que mesmo quando eu vi ela dançar de um jeito tão indecente com um senhor já maduro que sem nenhuma consideração se exibia na frente dos convidados dele e depois vi ela acompanhar ele pelas escadas pra privacidade da casa dele, longe de onde eu pudesse ver ou saber o que rolava, aquela excitação que eu sentia quando via ela dançar com algum dos "sortudos" parceiros de dança dela, meu coração batia acelerado lembrando do jeito tão safado e indecente que aquele homem tinha acariciado a bunda dela intimamente, minhas entranhas se reviravam presas de uma confusão estranha, mas de repente ao notar que internamente, longe de Os preconceitos... meu próprio corpo não me negava que a cena quente, não importava de quem se tratasse (ou talvez por saber de quem era), tinha me causado uma ereção antecipada.
Enquanto Patrícia terminava a bebida dela, eu mergulhei num mar de tribulações. Por um lado, meu eu consciente desejava que tudo aquilo tivesse sido só fruto da minha imaginação, mas por outro lado, uma vozinha safada e morbida me dizia que tudo tinha sido real e que eu teria que aceitar como tal, tirar o melhor proveito disso como tinha feito até agora, ou simplesmente dar toda a minha relação por encerrada.
Quando ela terminou o gole e anunciou que ainda se sentia mal, me pediu pra gente se apressar em se despedir e levá-la de volta pra casa, porque não queria ficar ainda pior. Então, depois de pedir desculpas e inventar uma desculpa, prometi voltar pra festa assim que a deixasse, e saímos juntos no meu carro.
Curiosamente, poucos minutos depois de sair da festa, ela disse que se sentia melhor. Então, sem pensar, me dirigi a um dos meus "mirantes" favoritos e, assim que desliguei o carro, peguei ela nos braços, comecei a beijá-la e a acariciar o corpo dela com as mãos. Mas, ao contrário da atitude habitual dela, dessa vez ela não parecia responder do mesmo jeito; só se deixava beijar e apalpar sem reagir como sempre. Quando percebi, ela só disse que estava um pouco tonta e ainda meio cansada.
Então, sem querer conter minha frustração, peguei suavemente a mão dela e a guiei até o volume dentro da minha calça, que não tinha diminuído desde antes de sairmos apressados da reunião. E ela, assim que sentiu minha ereção latejante, só murmurou: "Vamos ver, meu amor, vou te ajudar com esse pacote que você tá carregando aí, mas depois é direto pra casa que essa neném não aguenta mais e precisa dormir..."
Ao dizer isso, ela assumiu uma atitude estranha que eu nunca tinha visto nela, como se estivesse brincando de ser uma menininha. quase de braços abertos, como se precisasse que a embalassem. Mas, na real, não me surpreendi muito e só me concentrei na sensação que os dedos delicados dela causavam ao abaixar meu zíper e tirar meu pau enorme de dentro da cueca, que tava implorando por umas carícias pra aliviar.
Ela logo se aproximou do meu lado e, bem antes de descer no meu pau, sussurrou: "Ughhh, Papai, que chupão lindo você tem. Neném quer o chupão dela"... e fechou a distância que separava a boca dela pra engolir ele de uma vez só, mandando ondas de prazer que percorriam meu corpo de cima a baixo e depois se concentravam na minha masculinidade empinada. Quando ela começou a chupar meu pau, de repente se ajoelhou no banco dela dentro do carro, me deixando ver o espetáculo dos quadris e da bunda gloriosos dela, mal contidos no tecido justo do vestido, que parecia prestes a rasgar nas costuras.
Eu agora respirava pesado, mas querendo aproveitar ainda mais, inclinei meu corpo na direção da bunda dela e coloquei minha mão numa das nádegas, esfregando morbidamente, só pensando como eu tinha sorte de ter uma namorada com essas habilidades e qualidades físicas... "Meu Deus!!! A bunda dela era divina, parecia me convidar a apertar e depois comer de mordidas"...
Então, desci minha mão pra trás pela curva perfeita do quadril dela, apalpando cada centímetro daquela maciez gostosa, até finalmente encontrar a barra do vestido e aquela sensação excitante do nylon da meia dela me fez querer ir mais longe. Levantei a saia da roupa dela, enquanto ela continuava me satisfazendo com a boca, e minha mão voltou a procurar as meias e aquele pedaço quente e macio de pele que eu já imaginava além do fim delas. Mas, quando coloquei minha mão entre as coxas dela, recebi a surpresa inesperada de sentir uma umidade abundante. Minha mão passeou por ali até que, de repente, caí em mim. que o que eu sentia entre meus dedos não podia ser a própria lubrificação dela, porque estava muito abaixo, descendo pelas coxas, a menos que fosse outra coisa. A calcinha dela podia estar encharcada, mas teria que ter segurado toda a umidade que os sucos femininos dela pudessem ter produzido!!!
No entanto, apesar da minha surpresa ser enorme, minha reação foi só pensar que, na posição em que estávamos, não dava pra explorar de perto a área que meus dedos estavam bisbilhotando, então me contentei em levar meus dedos até a feminilidade dela. Assim, subi com os dedos pela substância escorregadia que cobria a parte interna das coxas dela, até que finalmente encontrei a intimidade coberta dela, que, por outro lado, não mostrava sinais de estar tão molhada. Mas, assim que toquei com um dos meus dedos de forma mais firme a entreperna da calcinha dela e empurrei um pouco pra dentro da feminilidade dela, percebi que ela estava extremamente molhada!!!, embora mais correto seria dizer que estava quentinha e encharcada!!!
Surpreso com o estado em que encontrei as partes íntimas daquela que logo seria minha mulher, algo me levou a querer notar ou encontrar algo mais que pudesse me dizer o que eu deveria fazer. Então, com outro dedo, afastei a tira fina de pano que cobria o segredo mais precioso dela — e até então pra mim, um segredo precioso — e finalmente encontrei o montinho feminino mais quente e encharcado que eu já tinha sentido nos meus dedos em toda a minha vida. A abertura feminina dela estava como um vulcão em ebulição, com os lábios abertos e jorrando aquela substância pegajosa e quente de aparência cremosa.
"Hummm, minha princesa, a senhora tá encharcada." Comentei, mas segurei o que ia dizer, que ela nunca tinha estado assim e estava tão molhada que não podia ser resultado do próprio corpo dela, e então perguntei... "O que aconteceu com a boneca? Me diga o que deixou ela assim??..."
"Urhhhfffgnmmm... devo estar mais 'ansiosa' do que que imaginei"... foi só o que ela comentou e continuou me atendendo com a boca, enquanto eu, viciado, mal descobrindo meu novo e insuspeito limite pelo obsceno, caí diante da possibilidade de me deparar com os restos do que poderia ser a prova da infidelidade dela com um homem. Enfiei o dedo na feminilidade dela e encontrei o que com certeza eram seus quentes sucos vaginais misturados com a grossa "semente" do pai do meu amigo.
Seja lá o que fosse, o pensamento de encontrá-la encharcada e regada com o esperma de outro macho que tinha deixado sua "marca" nela me mandou pro outro lado da cerca e, ao mesmo tempo, por causa da invasão do meu dedo na intimidade dela, provoquei nela um orgasmo estremecedor na hora, enquanto eu, sem me segurar, me descarregava dentro da boca dela, cujos lábios doces se fecharam ao meu redor pra receber a carga.
Foi assim, exatamente como tudo começou. Depois daquela noite espetacular e reveladora, levei ela de volta pra casa e fiquei atordoado o resto da semana toda, pensando nas possíveis implicações que aquele acontecimento trazia pra minha vida. Eu não falei nada e decidi me dar tempo pra analisar as coisas com calma, e ela, pelo que vi, não fazia ideia da minha posição em relação ao relacionamento, nem que eu sabia o que tinha rolado durante a festa. Achei que, por causa do álcool que tinha bebido na reunião, a Patrícia simplesmente não tinha percebido o estado dela e talvez nem tivesse consciência pra impedir os avanços daquele cara com a mulher que tanto me fez respeitar e esperar até estarmos casados pra me entregar ao segredo mais íntimo dela.
Mas eu não tinha esse benefício, não. Eu tinha estado lá, vendo aquele baile descarado, aqueles olhares provocantes, a mão dele na bunda dela, depois o caminhar trêmulo dela quando voltava de "conhecer a casa dele", o vestido e o cabelo bagunçados e, finalmente, já no carro, a feminilidade encharcada dela transbordando da calcinha. correndo pelas coxas dela.
O fato é que eu não conseguia nem tinha como esconder de mim mesmo a realidade da minha noiva, se vendo excitada por aquele Senhor, tão excitada que, sem desculpa que eu pudesse inventar, tinha aceitado subir na casa daquele homem enquanto eu, no papel de idiota, esperava lá fora com o resto dos meus amigos. Ela tinha aceitado ir com aquele cara que mal conhecera naquela mesma noite e deixou ele ficar com ela, revelar seus encantos e depois permitir que a possuísse e a enchesse com o esperma grosso dele (algo que me fora proibido fazer até aqueles dias). Mas toda a cena tinha algo extremamente libidinoso e, além de me parecer morbidamente excitante, era mais deliciosa do que humilhante.
Vendo tudo isso, decidi que, pelo meu amor por ela e por todo o prazer que a relação me dava, ficaria ao lado dela, aceitando que por um tempo aquela imagem me acompanharia aonde quer que eu fosse, mas sabendo que logo "perdoaria" o deslize dela e endireitaria o caminho depois de nos casarmos.
4 comentários - Minha Esposa Adúltera