E aí, mundo Poringa boy? Deu vontade de compartilhar minhas histórias com vocês a partir de hoje. Espero que curtam.
Tenho 28 anos e minha vida transita entre as províncias de Córdoba, Santa Fe e Buenos Aires. Por causa da pós-graduação, quase todo fim de semana tenho que viajar para Córdoba.
Exatamente no fim de semana passado, tomando umas cervejas num bar da Docta, percebi que uma young lady sentada na minha frente estava me olhando e estava muito gostosa. Obviamente pensei: ‘essa é minha’, segurei um pouco; depois me levantei e pedi fogo pra acender o cigarro porque vi que ela tava fumando.
Aí a mina me diz: Enzo, é você?
Surpreso respondi: Sim, de onde me conhece?
E a resposta dela foi: como você não vai se lembrar de mim, sou sua prima Lara, faz muito tempo que não nos vemos.
Não dá pra contar o quão decepcionado eu fiquei. Me deu um baque forte, porque eu tava com a intenção de ver se conseguia pegar um caminhão e era minha prima haha. A última vez que a tinha visto foi no aniversário de 15 anos dela. Era muito menina morena naquela época, mas agora tinha crescido tudo. Fiquei conversando um pouco, contando um pouco da minha vida e da dela, mas eu estava com um grupo de amigos e amigas, então tive que voltar pra mesa. Quando eu tava indo embora, ela me diz: me passa seu número assim amanhã tomamos uns mates à tarde e botamos o papo em dia. Era minha prima, não passou nada pela minha cabeça naquele momento, eu queria comer uma amiga que estava comigo, que no final daquela noite não rolou nada porque roubaram a irmã dela.
No outro dia, saio da pós-graduação tipo 2 da tarde e chega uma mensagem me convidando pro apartamento dela tomar mates (eu, distraído que sou, já tinha esquecido que no dia anterior havíamos combinado de nos encontrar com minha prima). Respondi que sim, mas tinha que levar a mochila porque tinha ido de ônibus pra Cba. Ela disse que não tinha problema e que se eu quisesse podia dormir lá.
Parto pra Nueva Córdoba, chego no prédio e toco a campainha. Quando ela abre a porta My mindset completely shifted from being a cousin who was just going to have some mate and catch up, to wanting to bury my cock in her ass and cover her entire body in cum. Good God, she was wearing a low-cut shirt that let two incredible, perky tits spill out, and tight black leggings that were a monument to sculpture. When she came to greet me, I tried to play it cool a little, but I couldn’t take my eyes off her chest—which was probably exactly what she wanted.
I greeted her with a casual kiss, and the girl tells me to come in, walking ahead of me so I could admire her booty, with her thong clearly visible underneath. It was obvious she’d spent a lot of time at the gym because everything was firm and lifted. Thirty seconds in and I couldn’t take it anymore—I wanted to tear everything off with my teeth and shove my whole cock inside her. But, well, I couldn’t. It was a really weird situation; I’d never wanted to devour a cousin like this before.
On the way from the elevator to the 7th floor, a thousand thoughts raced through my head:
- Did she dress like that because she wants me to fuck her?
- Does she always dress like this?
- What if I make a move and end up looking like an idiot?
- Okay, maybe I’ll go to the bathroom and jerk off to cool down?
- She’s your cousin, you asshole, what the hell are you thinking?
Etc., etc.…
We got upstairs, I dropped my bag, sat down, and we started drinking mate and chatting about life. I saw things weren’t heating up, and she wasn’t hinting at anything, so my hope of being able to fuck her was fading hour by hour. At one point, I got a call from work, and I was already talking to the client for about 15 minutes when my cousin came over and whispered, “I’ll be right back, I’m going to take a shower. Is that okay?” I told her it was fine and went out to the balcony to keep talking.
While I was on the balcony talking, I noticed the window was open and my cousin was undressing. So I played dumb and kept sneaking glances out of the corner of my eye. At one point, when she was down to her thong and bra, she looked outside and realized I was watching—but she didn’t even flinch. Ela continuou tirando tudo até ficar pelada e por fim se agachou para procurar algo, deixando à minha vista toda aquela bunda maravilhosa. Naquele momento, meu pau ficou bem duro, tive vontade de quebrar o vidro e estampar ela contra o guarda-roupa. A questão é que ela não olhou de novo para onde eu estava e foi direto para o banheiro. Eu continuei falando com meu cliente, nem sabia o que ele estava me dizendo, então decidi cortar pelo seguro, falei que tinha pouca sinal e desliguei.
Fui investigar o banheiro, para ver o que estava acontecendo. Quando chego, me deparo com a surpresa de que a porta estava entreaberta, com minha prima enfiando os dedos na buceta o máximo que podia. Não hesitei, entrei no banheiro, ela tinha planejado tudo e eu fui seguindo seus passos. Não dissemos nada, nos olhamos e fui direto para ela. Tirei minha roupa e nos comemos de beijo enquanto ela começou a tocar meu pau e eu comecei a tocar toda a buceta e o clitóris dela com minhas mãos. Do que não vou esquecer é quando ela me disse com voz de safadinha: "Quer que eu chupe ele todinho? Você goza na minha boca?"
Aí fiquei ainda mais louco do que já estava, agarrei seu cabelo e levei sua cabeça até meu pau, obrigando-a a chupar tudo. Com minha mão, fazia o que queria com sua cabeça, e ela, muito putinha submissa, estava engolindo tudo quase com lágrimas nos olhos de tão rápido que ia, e não dizia nada, eu sentia que ela estava gostando. Em meio a tudo isso, chegou o momento em que eu digo: "Agora é minha vez". Quando ia chupar sua buceta, ela disse: "Não, quero continuar chupando seu pau até você me dar meu leite, minha primeira gozada, porque você vai me foder várias vezes hoje, né?". Não pensei duas vezes, agarrei ela, virei de costas, com a cabeça para baixo, e a levantei com sua buceta na minha boca e a dela no meu pau. Não dá para explicar como a buceta dela foi ficando molhada depois desse movimento, dava para ver que ela adorava essa posição. Eu já estava prestes a soltar toda minha porra porque ela estava chupando como nunca, mas queria que ela gozasse, então enfiei muito, movendo... Língua e massagens no clitóris até sentir suas perninhas começarem a tremer e aquele fluxo desejado chegar, que chupei como um troféu, uma delícia. Quando isso aconteceu, entrei em um êxtase puro e jorrei toda minha porra na boca dela.
Ela se levantou de novo, notei que minha putinha tinha engolido tudo e a beijei desenfrenadamente outra vez. Terminamos o que era um banho e fomos para o quarto.
No quarto, as coisas ficaram tão quentes quanto no banho. Eu já estava com meu pau duro de novo, ela ficou de quatro e disse: "mete tudo que não aguento mais". A vista que eu tinha de cima era linda, entrei com meu pau na sua buceta, agarrei seu cabelo com uma mão e o pescoço com a outra e comecei a meter bem forte. Foram alguns minutos até que ela pediu para eu fazer o cuzinho. Então passei um pouco de saliva na cabeça do meu pau e comecei a enfiar devagar. Via como ela agarrava os lençóis cada vez mais e gritava de prazer, isso me deixou louco e joguei toda minha porra dentro do seu cuzinho. Quando ela sentiu que eu tinha acabado tudo no seu cuzinho, ela também gozou e desabou no colchão, ficamos um tempo com meu pau dentro do seu cuzinho, deitados no colchão. Assim continuamos, mudando de posições por várias horas. Obviamente, conto a vocês que naquele dia não voltei para minha casa e passamos a noite toda fodendo. No dia seguinte, peguei o ônibus bem relaxado e até hoje trocamos mensagens para ver quando vou visitá-la de novo.
Tenho 28 anos e minha vida transita entre as províncias de Córdoba, Santa Fe e Buenos Aires. Por causa da pós-graduação, quase todo fim de semana tenho que viajar para Córdoba.
Exatamente no fim de semana passado, tomando umas cervejas num bar da Docta, percebi que uma young lady sentada na minha frente estava me olhando e estava muito gostosa. Obviamente pensei: ‘essa é minha’, segurei um pouco; depois me levantei e pedi fogo pra acender o cigarro porque vi que ela tava fumando.
Aí a mina me diz: Enzo, é você?
Surpreso respondi: Sim, de onde me conhece?
E a resposta dela foi: como você não vai se lembrar de mim, sou sua prima Lara, faz muito tempo que não nos vemos.
Não dá pra contar o quão decepcionado eu fiquei. Me deu um baque forte, porque eu tava com a intenção de ver se conseguia pegar um caminhão e era minha prima haha. A última vez que a tinha visto foi no aniversário de 15 anos dela. Era muito menina morena naquela época, mas agora tinha crescido tudo. Fiquei conversando um pouco, contando um pouco da minha vida e da dela, mas eu estava com um grupo de amigos e amigas, então tive que voltar pra mesa. Quando eu tava indo embora, ela me diz: me passa seu número assim amanhã tomamos uns mates à tarde e botamos o papo em dia. Era minha prima, não passou nada pela minha cabeça naquele momento, eu queria comer uma amiga que estava comigo, que no final daquela noite não rolou nada porque roubaram a irmã dela.
No outro dia, saio da pós-graduação tipo 2 da tarde e chega uma mensagem me convidando pro apartamento dela tomar mates (eu, distraído que sou, já tinha esquecido que no dia anterior havíamos combinado de nos encontrar com minha prima). Respondi que sim, mas tinha que levar a mochila porque tinha ido de ônibus pra Cba. Ela disse que não tinha problema e que se eu quisesse podia dormir lá.
Parto pra Nueva Córdoba, chego no prédio e toco a campainha. Quando ela abre a porta My mindset completely shifted from being a cousin who was just going to have some mate and catch up, to wanting to bury my cock in her ass and cover her entire body in cum. Good God, she was wearing a low-cut shirt that let two incredible, perky tits spill out, and tight black leggings that were a monument to sculpture. When she came to greet me, I tried to play it cool a little, but I couldn’t take my eyes off her chest—which was probably exactly what she wanted.
I greeted her with a casual kiss, and the girl tells me to come in, walking ahead of me so I could admire her booty, with her thong clearly visible underneath. It was obvious she’d spent a lot of time at the gym because everything was firm and lifted. Thirty seconds in and I couldn’t take it anymore—I wanted to tear everything off with my teeth and shove my whole cock inside her. But, well, I couldn’t. It was a really weird situation; I’d never wanted to devour a cousin like this before.
On the way from the elevator to the 7th floor, a thousand thoughts raced through my head:
- Did she dress like that because she wants me to fuck her?
- Does she always dress like this?
- What if I make a move and end up looking like an idiot?
- Okay, maybe I’ll go to the bathroom and jerk off to cool down?
- She’s your cousin, you asshole, what the hell are you thinking?
Etc., etc.…
We got upstairs, I dropped my bag, sat down, and we started drinking mate and chatting about life. I saw things weren’t heating up, and she wasn’t hinting at anything, so my hope of being able to fuck her was fading hour by hour. At one point, I got a call from work, and I was already talking to the client for about 15 minutes when my cousin came over and whispered, “I’ll be right back, I’m going to take a shower. Is that okay?” I told her it was fine and went out to the balcony to keep talking.
While I was on the balcony talking, I noticed the window was open and my cousin was undressing. So I played dumb and kept sneaking glances out of the corner of my eye. At one point, when she was down to her thong and bra, she looked outside and realized I was watching—but she didn’t even flinch. Ela continuou tirando tudo até ficar pelada e por fim se agachou para procurar algo, deixando à minha vista toda aquela bunda maravilhosa. Naquele momento, meu pau ficou bem duro, tive vontade de quebrar o vidro e estampar ela contra o guarda-roupa. A questão é que ela não olhou de novo para onde eu estava e foi direto para o banheiro. Eu continuei falando com meu cliente, nem sabia o que ele estava me dizendo, então decidi cortar pelo seguro, falei que tinha pouca sinal e desliguei.
Fui investigar o banheiro, para ver o que estava acontecendo. Quando chego, me deparo com a surpresa de que a porta estava entreaberta, com minha prima enfiando os dedos na buceta o máximo que podia. Não hesitei, entrei no banheiro, ela tinha planejado tudo e eu fui seguindo seus passos. Não dissemos nada, nos olhamos e fui direto para ela. Tirei minha roupa e nos comemos de beijo enquanto ela começou a tocar meu pau e eu comecei a tocar toda a buceta e o clitóris dela com minhas mãos. Do que não vou esquecer é quando ela me disse com voz de safadinha: "Quer que eu chupe ele todinho? Você goza na minha boca?"
Aí fiquei ainda mais louco do que já estava, agarrei seu cabelo e levei sua cabeça até meu pau, obrigando-a a chupar tudo. Com minha mão, fazia o que queria com sua cabeça, e ela, muito putinha submissa, estava engolindo tudo quase com lágrimas nos olhos de tão rápido que ia, e não dizia nada, eu sentia que ela estava gostando. Em meio a tudo isso, chegou o momento em que eu digo: "Agora é minha vez". Quando ia chupar sua buceta, ela disse: "Não, quero continuar chupando seu pau até você me dar meu leite, minha primeira gozada, porque você vai me foder várias vezes hoje, né?". Não pensei duas vezes, agarrei ela, virei de costas, com a cabeça para baixo, e a levantei com sua buceta na minha boca e a dela no meu pau. Não dá para explicar como a buceta dela foi ficando molhada depois desse movimento, dava para ver que ela adorava essa posição. Eu já estava prestes a soltar toda minha porra porque ela estava chupando como nunca, mas queria que ela gozasse, então enfiei muito, movendo... Língua e massagens no clitóris até sentir suas perninhas começarem a tremer e aquele fluxo desejado chegar, que chupei como um troféu, uma delícia. Quando isso aconteceu, entrei em um êxtase puro e jorrei toda minha porra na boca dela.
Ela se levantou de novo, notei que minha putinha tinha engolido tudo e a beijei desenfrenadamente outra vez. Terminamos o que era um banho e fomos para o quarto.
No quarto, as coisas ficaram tão quentes quanto no banho. Eu já estava com meu pau duro de novo, ela ficou de quatro e disse: "mete tudo que não aguento mais". A vista que eu tinha de cima era linda, entrei com meu pau na sua buceta, agarrei seu cabelo com uma mão e o pescoço com a outra e comecei a meter bem forte. Foram alguns minutos até que ela pediu para eu fazer o cuzinho. Então passei um pouco de saliva na cabeça do meu pau e comecei a enfiar devagar. Via como ela agarrava os lençóis cada vez mais e gritava de prazer, isso me deixou louco e joguei toda minha porra dentro do seu cuzinho. Quando ela sentiu que eu tinha acabado tudo no seu cuzinho, ela também gozou e desabou no colchão, ficamos um tempo com meu pau dentro do seu cuzinho, deitados no colchão. Assim continuamos, mudando de posições por várias horas. Obviamente, conto a vocês que naquele dia não voltei para minha casa e passamos a noite toda fodendo. No dia seguinte, peguei o ônibus bem relaxado e até hoje trocamos mensagens para ver quando vou visitá-la de novo.
7 comentários - Historia - Mi Prima
Muy buena historia y muy bien relatada !!
Bienvenido nene, espero más.
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...