Começo agradecendo pelos comentários e pontos que me deram no meu post anterior.
Continuo com essa história sobre minha meia-irmã que, pra ser sincero, foi um pouco complicado transformar num relato, já que tudo que aconteceu está guardado só na minha memória, não anotei em lugar nenhum, então juntar as lembranças foi meio difícil, mas aqui está...
Depois de desvirginar ela, ter me entregado de corpo e alma foi uma das coisas mais importantes que fizeram por mim. Como tive a chance de contar na outra história, eu a conhecia há anos, mas nossa relação nunca foi tão afetuosa desde aquele verão, que começou com aquelas conversas na piscina e terminou no que todo mundo já sabe e conhece.
Depois que nossas almas se encontraram, porque considero que naquela noite fizemos amor, tiveram as manhãs, todas obviamente sem meus pais em casa, já que meu velho sai por volta das 7 da minha casa e minha madrasta é professora. Minha irmã vai pra escola à tarde, e eu entro no trabalho às 11 da manhã, então tínhamos, de segunda a sexta, a manhã só pra gente. Mas as manhãs vão ser desculpa pra outro relato.
Já tinha transado com ela mais do que com qualquer mulher, e a verdade é que me considero mulherengo, mas ela me inspirava muito, tirava minha parte mais sexual de dentro de mim. Depois de muitas vezes pedir aquela bunda maravilhosa que ela tinha, da qual tanto falei e até poderia fazer mil e um poemas, ela sempre me recusava, me contava que tinha amigas que tiveram experiências ruins nessa área sexual e que não queria fazer parte disso.
Meus pais, nisso tudo, não suspeitavam de nada, porque fazíamos tudo muito em segredo, não nos arriscávamos a nada. Nunca desconfiaram de nada, felizmente. Ela me considerava o homem dela, depois da nossa primeira vez nunca mais namorou, e eu menos ainda. Éramos uma espécie de namorados sem título. E falo namorados porque também íamos ao cinema juntos, jantar fora, e curtíamos muito nossa empresa.
O dia do meu aniversário estava chegando e minha irmã começou a me perguntar qual presente eu queria. Eu, entre a brincadeira e a realidade, sempre respondia com um olhar para a bunda dela. Ela instantaneamente me dava um tapa e ria. Eu sabia que tinha uma chance de ganhar aquele prêmio, que de longe seria o melhor presente que eu poderia ter.
O dia chegou. Acordei e minha família (meu pai, minha madrasta e minha meia-irmã) estava ao pé da cama com dois presentes. Abri os dois, que eram dos meus pais, e falei brincando que faltava um. Minha irmã, corada, confirmou na frente dos meus pais que naquela mesma tarde iria comprá-lo.
Eu suspeitava de algo. Será que ela encontraria um momento para me entregar? Ou eu ficaria de mãos vazias?
A tarde passou. O telefone tocava e eu atendia ligações de parabéns de tios, avós e outros parentes, todos com o mesmo lema: "A gente se vê hoje à noite, aniversariante". Amaldiçoei baixinho e me perguntei: por que à noite? Provavelmente era o único momento em que eu poderia receber aquele presente que tanto esperava da minha irmã, e iam estragar tudo.
A noite chegou, e com ela muitos parentes. Vale dizer que minha irmã chegou mais tarde do que devia naquele dia, e minha madrasta a repreendeu por isso. Ainda mais vendo que não tinha sido para me comprar nada. O jantar foi em família e eu, como todo aniversariante, me sentei na ponta da mesa. Depois de um tempo, minha irmã roçou a perna dela na minha, acompanhada de um olhar safado e cúmplice.
Em um momento, levantei para ir ao banheiro, que fica bem longe da sala de jantar, e estava escuro. Quando saí do banheiro, encontrei minha irmãzinha no corredor escuro. Ela me pediu desculpas por não ter um presente para mim e se desculpou dizendo que estava economizando. Falei de má vontade, mas com um sorriso, que não tinha problema, e ela me deu um beijo suave nos lábios. Um beijo muito curto, que não excitava ninguém, mas me deixou de pau duro. Segui meu caminho e me sentei de novo no meu lugar. As horas passavam e, aos poucos, a mesa ia ficando vazia porque no dia seguinte era dia de trabalho. Quando o último convidado foi embora, nos preparamos pra ajudar a arrumar tudo, tirar os enfeites e tal. Eu tava com uma cara de poucos amigos e me perguntavam o que tinha, e eu me virava dizendo que já tava cansado e que o dia tinha sido longo.
Chegou a hora de ir dormir e eu tava realmente puto, não tinha conseguido nada da minha irmã, além de um simples beijo que, depois de tudo que rolou entre a gente, não era nada. Escovei os dentes e me deitei.
Ficava virando na cama pensando no que teria acontecido, como teria sido meter a buceta na minha irmã, até comecei a me tocar um pouco quando, de repente... sinto o celular vibrar no criado-mudo, pensei que era alguém lembrando do meu aniversário em cima da hora e quase não atendi, mas fiz o contrário, teria cometido um erro grave porque era minha irmã me mandando mensagem no whatsapp dizendo que queria me pedir desculpas de novo por não ter conseguido me dar o que eu queria, pra eu ir vê-la no quarto dela.
Sem muita vontade, fui na surdina até o quarto dela, já conhecia o quarto da minha irmã de cor, então me enfiei na escuridão. Em voz baixa, falei pra ela não se preocupar e descansar, já conformado. Quando, de repente, o abajur acende. Minha irmã tava na cama dela com um conjunto de renda preta. Fiquei pasmo olhando pra ela, e foi ela quem quebrou o silêncio, dizendo que tinha ido comprar aquele conjunto pra estrear comigo hoje numa ocasião especial.
Avisei que ela tava louca, que nossos pais podiam acordar a qualquer hora, e ela mandou eu calar a boca, se levantou e trancou a porta. Não sabia o que fazer, meu coração batia a mil por hora, mas ver minha irmã na luz fraca do abajur com aquele conjunto me enlouquecia, sabia que não precisava perguntar nada porque a resposta sobre se ela ia me dar a buceta eu já sabia, então fui. resignei a fazer o love pra ela. Ela começou a passar a mão na minha virilha por cima da cueca, já que eu durmo só de cueca, começou a endurecer, e eu tirei o brinquedo da embalagem, já tava com a pica a mil e ela começou a chupar. Com o tempo, fui ensinando ela a fazer melhor, falando por onde, até que virou uma verdadeira expert.
Ela chupava que nem uma deusa, e eu tinha uma vista do rabo dela apontado pra cima que me enlouquecia. Ficava pensando na puta que ela tinha se tornado, arriscando tudo porque nossos pais podiam aparecer a qualquer momento, mesmo com a porta trancada, que explicação coerente a gente daria se abrissem e eu tivesse lá dentro? Definitivamente, isso me deixava mais a mil e comecei a foder a boca dela, primeiro devagar, até acelerar e fazer ela tossir várias vezes.
Enquanto me chupava, ela tirou o sutiã, que peitos lindos, várias vezes depois de transar a gente ficava abraçado e ela dormia, e eu ficava admirando, que gostosa que era minha irmã em todo seu esplendor. Comecei a passar a mão na buceta dela, que tava muito mais molhada que qualquer outro dia, acho que era pelo medo e adrenalina de sermos pegos.
Perguntei baixinho o que a gente tava fazendo, que tava arriscando demais, e parece que ela se irritou porque me puxou pelos cabelos e me levou até a boceta dela. Tinha medo de chupar a boceta molhada dela porque ela não era exatamente quietinha na hora do prazer. Mas me deixei levar, ela tava mais calada que o normal, mas ainda assim gemia. Comecei a gostar muito mais dessa parada da adrenalina e me entreguei. Ela gozou e gemeu bem alto, o quarto dos meus pais é do lado e não tenho dúvida que ouviram, só rezava pra que estivessem dormindo.
Depois desse orgasmo, comecei a foder ela, primeiro eu de joelhos e ela deitada na cama, dava pra ver como a cada bombada as te tas subiam e desciam, como eu enlouquecia com aquilo. Ficamos uns quarenta minutos trocando e fazendo posições, até eu gozar. Uma transa gostosa. Minha irmã me beijou e foi pro banheiro, eu fiquei deitado uns segundos e fui pro meu quarto.
Dois minutos depois, a porta do meu quarto abre, e era minha irmã, de te tas com uma tanga de renda andando pela casa, tava doida. Trancou meu quarto e se jogou em cima de mim, deitou no meu peito. Me perguntou por que eu tinha ido embora e eu falei que porque a gente tinha terminado e podia chegar alguém. Aí ela respondeu algo que nunca vou esquecer, que vou levar na memória até morrer: ela se levantou e, levando a mão na bunda, disse: "ainda não te dei seu presente."
Não sei que cara eu fiz de surpresa, mas ela disse que se eu não quisesse, ia embora, e fez menção de sair. Eu segurei o braço dela e perguntei se tava falando sério, e ela confirmou com a cabeça.
Não podia acreditar. Ia comer a bunda da minha irmã às 3 da manhã com meus pais em casa. Bem devagar comecei a tocar ela, comecei a dar beijos naquela maçã redondinha nua. Coloquei meu rosto nela, naquela bunda que me tirava o sono, tratei ela tão bem.
Comecei a tirar a tanga dela, que ficava presa naquele rabão enorme, com certeza aquela tanga não tava acostumada com uma bunda tão grande.
Comecei a abrir a bunda dela pra encontrar um buraquinho tão lindo, sem um pelo, totalmente apertado porque nunca tinham feito nada ali. Comecei a chupar aquele cuzinho, ela se contorcia de prazer, um prazer novo que nunca tinha experimentado.
Falei pra ela chupar um pouco minha pica pra ficar mais fácil de entrar. Enquanto ela me chupava, comecei a meter um dedo na bunda dela, ela estremecia, parecia que tava gostando e não gostando. Aquele dedinho virou dois e logo três. Parecia que aos poucos tava dilatando. Decidi colocar ela de quatro, com a bunda pra cima, minha pica apontando, e bem devagar fui enfiando a pontinha. Por reflexo, ela se agarrou firme no lençol, sabendo o que a esperava.
Quando a ponta entrou, eu disse que o pior já tinha passado. Ela falou que tava doendo bastante, mas que não tinha mais volta, que eu continuasse, que tava começando a gostar. Devagar, fui enfiando os 20 cm de carne do meu pau na bunda dela. Não podia acreditar. Ela tava me dando a bunda dela de presente de aniversário. Aos poucos, comecei a acelerar e notei que ela começava a gemer.
Depois de 15 minutos puxados dilatando ela, enfiando devagar e aumentando a velocidade aos poucos, já tava metendo forte. Não quis colocar ela em outra posição com medo de doer e ela não querer mais saber, então continuei comendo ela assim. Agarrando ela pelos peitos, tocando na pussy dela, que já tava bem molhada.
Comecei a meter tão forte que a cama já tava fazendo barulho e ela já gemia bem mais alto. Não ligávamos mais pra nada, éramos só nós dois e mais ninguém. Ela abria as nádegas e eu via meu pau sumir naquele buraco, como a bunda dela devorava meu pau. Até que não aguentei mais e gozei dentro. Bombeei bastante e, quando ia tirar o pau, ela disse que não, que tava doendo, pra esperar um pouco. Fui amolecendo e, enquanto a gente deitava na cama, eu sempre com o pau enfiado na bunda dela, ela disse, minha irmã. A gente tava unido.
Depois de um tempo, tirei, ela vestiu a tanga dela e se despediu com um "Feliz aniversário, maninho", atravessou a porta e eu dormi.
PROMETO POSTAR FOTOS NO PRÓXIMO POST, QUANDO A GENTE SE REALIZOU NUM LUGAR ESTRANHO, BEM LONGE DE CASA. ESPERO SEUS PONTOS E ME DIGAM SE GOSTARAM. UM ABRAÇO.
Continuo com essa história sobre minha meia-irmã que, pra ser sincero, foi um pouco complicado transformar num relato, já que tudo que aconteceu está guardado só na minha memória, não anotei em lugar nenhum, então juntar as lembranças foi meio difícil, mas aqui está...
Depois de desvirginar ela, ter me entregado de corpo e alma foi uma das coisas mais importantes que fizeram por mim. Como tive a chance de contar na outra história, eu a conhecia há anos, mas nossa relação nunca foi tão afetuosa desde aquele verão, que começou com aquelas conversas na piscina e terminou no que todo mundo já sabe e conhece.
Depois que nossas almas se encontraram, porque considero que naquela noite fizemos amor, tiveram as manhãs, todas obviamente sem meus pais em casa, já que meu velho sai por volta das 7 da minha casa e minha madrasta é professora. Minha irmã vai pra escola à tarde, e eu entro no trabalho às 11 da manhã, então tínhamos, de segunda a sexta, a manhã só pra gente. Mas as manhãs vão ser desculpa pra outro relato.
Já tinha transado com ela mais do que com qualquer mulher, e a verdade é que me considero mulherengo, mas ela me inspirava muito, tirava minha parte mais sexual de dentro de mim. Depois de muitas vezes pedir aquela bunda maravilhosa que ela tinha, da qual tanto falei e até poderia fazer mil e um poemas, ela sempre me recusava, me contava que tinha amigas que tiveram experiências ruins nessa área sexual e que não queria fazer parte disso.
Meus pais, nisso tudo, não suspeitavam de nada, porque fazíamos tudo muito em segredo, não nos arriscávamos a nada. Nunca desconfiaram de nada, felizmente. Ela me considerava o homem dela, depois da nossa primeira vez nunca mais namorou, e eu menos ainda. Éramos uma espécie de namorados sem título. E falo namorados porque também íamos ao cinema juntos, jantar fora, e curtíamos muito nossa empresa.
O dia do meu aniversário estava chegando e minha irmã começou a me perguntar qual presente eu queria. Eu, entre a brincadeira e a realidade, sempre respondia com um olhar para a bunda dela. Ela instantaneamente me dava um tapa e ria. Eu sabia que tinha uma chance de ganhar aquele prêmio, que de longe seria o melhor presente que eu poderia ter.
O dia chegou. Acordei e minha família (meu pai, minha madrasta e minha meia-irmã) estava ao pé da cama com dois presentes. Abri os dois, que eram dos meus pais, e falei brincando que faltava um. Minha irmã, corada, confirmou na frente dos meus pais que naquela mesma tarde iria comprá-lo.
Eu suspeitava de algo. Será que ela encontraria um momento para me entregar? Ou eu ficaria de mãos vazias?
A tarde passou. O telefone tocava e eu atendia ligações de parabéns de tios, avós e outros parentes, todos com o mesmo lema: "A gente se vê hoje à noite, aniversariante". Amaldiçoei baixinho e me perguntei: por que à noite? Provavelmente era o único momento em que eu poderia receber aquele presente que tanto esperava da minha irmã, e iam estragar tudo.
A noite chegou, e com ela muitos parentes. Vale dizer que minha irmã chegou mais tarde do que devia naquele dia, e minha madrasta a repreendeu por isso. Ainda mais vendo que não tinha sido para me comprar nada. O jantar foi em família e eu, como todo aniversariante, me sentei na ponta da mesa. Depois de um tempo, minha irmã roçou a perna dela na minha, acompanhada de um olhar safado e cúmplice.
Em um momento, levantei para ir ao banheiro, que fica bem longe da sala de jantar, e estava escuro. Quando saí do banheiro, encontrei minha irmãzinha no corredor escuro. Ela me pediu desculpas por não ter um presente para mim e se desculpou dizendo que estava economizando. Falei de má vontade, mas com um sorriso, que não tinha problema, e ela me deu um beijo suave nos lábios. Um beijo muito curto, que não excitava ninguém, mas me deixou de pau duro. Segui meu caminho e me sentei de novo no meu lugar. As horas passavam e, aos poucos, a mesa ia ficando vazia porque no dia seguinte era dia de trabalho. Quando o último convidado foi embora, nos preparamos pra ajudar a arrumar tudo, tirar os enfeites e tal. Eu tava com uma cara de poucos amigos e me perguntavam o que tinha, e eu me virava dizendo que já tava cansado e que o dia tinha sido longo.
Chegou a hora de ir dormir e eu tava realmente puto, não tinha conseguido nada da minha irmã, além de um simples beijo que, depois de tudo que rolou entre a gente, não era nada. Escovei os dentes e me deitei.
Ficava virando na cama pensando no que teria acontecido, como teria sido meter a buceta na minha irmã, até comecei a me tocar um pouco quando, de repente... sinto o celular vibrar no criado-mudo, pensei que era alguém lembrando do meu aniversário em cima da hora e quase não atendi, mas fiz o contrário, teria cometido um erro grave porque era minha irmã me mandando mensagem no whatsapp dizendo que queria me pedir desculpas de novo por não ter conseguido me dar o que eu queria, pra eu ir vê-la no quarto dela.
Sem muita vontade, fui na surdina até o quarto dela, já conhecia o quarto da minha irmã de cor, então me enfiei na escuridão. Em voz baixa, falei pra ela não se preocupar e descansar, já conformado. Quando, de repente, o abajur acende. Minha irmã tava na cama dela com um conjunto de renda preta. Fiquei pasmo olhando pra ela, e foi ela quem quebrou o silêncio, dizendo que tinha ido comprar aquele conjunto pra estrear comigo hoje numa ocasião especial.
Avisei que ela tava louca, que nossos pais podiam acordar a qualquer hora, e ela mandou eu calar a boca, se levantou e trancou a porta. Não sabia o que fazer, meu coração batia a mil por hora, mas ver minha irmã na luz fraca do abajur com aquele conjunto me enlouquecia, sabia que não precisava perguntar nada porque a resposta sobre se ela ia me dar a buceta eu já sabia, então fui. resignei a fazer o love pra ela. Ela começou a passar a mão na minha virilha por cima da cueca, já que eu durmo só de cueca, começou a endurecer, e eu tirei o brinquedo da embalagem, já tava com a pica a mil e ela começou a chupar. Com o tempo, fui ensinando ela a fazer melhor, falando por onde, até que virou uma verdadeira expert.
Ela chupava que nem uma deusa, e eu tinha uma vista do rabo dela apontado pra cima que me enlouquecia. Ficava pensando na puta que ela tinha se tornado, arriscando tudo porque nossos pais podiam aparecer a qualquer momento, mesmo com a porta trancada, que explicação coerente a gente daria se abrissem e eu tivesse lá dentro? Definitivamente, isso me deixava mais a mil e comecei a foder a boca dela, primeiro devagar, até acelerar e fazer ela tossir várias vezes.
Enquanto me chupava, ela tirou o sutiã, que peitos lindos, várias vezes depois de transar a gente ficava abraçado e ela dormia, e eu ficava admirando, que gostosa que era minha irmã em todo seu esplendor. Comecei a passar a mão na buceta dela, que tava muito mais molhada que qualquer outro dia, acho que era pelo medo e adrenalina de sermos pegos.
Perguntei baixinho o que a gente tava fazendo, que tava arriscando demais, e parece que ela se irritou porque me puxou pelos cabelos e me levou até a boceta dela. Tinha medo de chupar a boceta molhada dela porque ela não era exatamente quietinha na hora do prazer. Mas me deixei levar, ela tava mais calada que o normal, mas ainda assim gemia. Comecei a gostar muito mais dessa parada da adrenalina e me entreguei. Ela gozou e gemeu bem alto, o quarto dos meus pais é do lado e não tenho dúvida que ouviram, só rezava pra que estivessem dormindo.
Depois desse orgasmo, comecei a foder ela, primeiro eu de joelhos e ela deitada na cama, dava pra ver como a cada bombada as te tas subiam e desciam, como eu enlouquecia com aquilo. Ficamos uns quarenta minutos trocando e fazendo posições, até eu gozar. Uma transa gostosa. Minha irmã me beijou e foi pro banheiro, eu fiquei deitado uns segundos e fui pro meu quarto.
Dois minutos depois, a porta do meu quarto abre, e era minha irmã, de te tas com uma tanga de renda andando pela casa, tava doida. Trancou meu quarto e se jogou em cima de mim, deitou no meu peito. Me perguntou por que eu tinha ido embora e eu falei que porque a gente tinha terminado e podia chegar alguém. Aí ela respondeu algo que nunca vou esquecer, que vou levar na memória até morrer: ela se levantou e, levando a mão na bunda, disse: "ainda não te dei seu presente."
Não sei que cara eu fiz de surpresa, mas ela disse que se eu não quisesse, ia embora, e fez menção de sair. Eu segurei o braço dela e perguntei se tava falando sério, e ela confirmou com a cabeça.
Não podia acreditar. Ia comer a bunda da minha irmã às 3 da manhã com meus pais em casa. Bem devagar comecei a tocar ela, comecei a dar beijos naquela maçã redondinha nua. Coloquei meu rosto nela, naquela bunda que me tirava o sono, tratei ela tão bem.
Comecei a tirar a tanga dela, que ficava presa naquele rabão enorme, com certeza aquela tanga não tava acostumada com uma bunda tão grande.
Comecei a abrir a bunda dela pra encontrar um buraquinho tão lindo, sem um pelo, totalmente apertado porque nunca tinham feito nada ali. Comecei a chupar aquele cuzinho, ela se contorcia de prazer, um prazer novo que nunca tinha experimentado.
Falei pra ela chupar um pouco minha pica pra ficar mais fácil de entrar. Enquanto ela me chupava, comecei a meter um dedo na bunda dela, ela estremecia, parecia que tava gostando e não gostando. Aquele dedinho virou dois e logo três. Parecia que aos poucos tava dilatando. Decidi colocar ela de quatro, com a bunda pra cima, minha pica apontando, e bem devagar fui enfiando a pontinha. Por reflexo, ela se agarrou firme no lençol, sabendo o que a esperava.
Quando a ponta entrou, eu disse que o pior já tinha passado. Ela falou que tava doendo bastante, mas que não tinha mais volta, que eu continuasse, que tava começando a gostar. Devagar, fui enfiando os 20 cm de carne do meu pau na bunda dela. Não podia acreditar. Ela tava me dando a bunda dela de presente de aniversário. Aos poucos, comecei a acelerar e notei que ela começava a gemer.
Depois de 15 minutos puxados dilatando ela, enfiando devagar e aumentando a velocidade aos poucos, já tava metendo forte. Não quis colocar ela em outra posição com medo de doer e ela não querer mais saber, então continuei comendo ela assim. Agarrando ela pelos peitos, tocando na pussy dela, que já tava bem molhada.
Comecei a meter tão forte que a cama já tava fazendo barulho e ela já gemia bem mais alto. Não ligávamos mais pra nada, éramos só nós dois e mais ninguém. Ela abria as nádegas e eu via meu pau sumir naquele buraco, como a bunda dela devorava meu pau. Até que não aguentei mais e gozei dentro. Bombeei bastante e, quando ia tirar o pau, ela disse que não, que tava doendo, pra esperar um pouco. Fui amolecendo e, enquanto a gente deitava na cama, eu sempre com o pau enfiado na bunda dela, ela disse, minha irmã. A gente tava unido.
Depois de um tempo, tirei, ela vestiu a tanga dela e se despediu com um "Feliz aniversário, maninho", atravessou a porta e eu dormi.
PROMETO POSTAR FOTOS NO PRÓXIMO POST, QUANDO A GENTE SE REALIZOU NUM LUGAR ESTRANHO, BEM LONGE DE CASA. ESPERO SEUS PONTOS E ME DIGAM SE GOSTARAM. UM ABRAÇO.
18 comentários - O dia que minha irmã me deu a bunda dela
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Van Puntos.