Minha flor chinesa: Lin. 2ª parte. Reencontro, anos depois.

Minha Flor Chinesa: Lin. 2ª Parte. Reencontro. Muitos anos depois.

Lembrava, no meu relato anterior, da Lin, uma chinesa gostosa e casada, com quem a gente tinha começado um caso de amantes que durou uns meses, até que eu parei de vê-la quando troquei de emprego.http://www.poringa.net/posts/relatos/2774063/Mi-Flor-China-Lin.htmlA mudança de emprego, que trouxe crescimento profissional e financeiro pra mim, me impediu de ver a Lin de novo, já que nosso único jeito de nos comunicar era ela ligar pro escritório do trabalho quando queria me ver.

Os anos passaram e fui crescendo no meu trampo de serviço técnico, até me tornar Gerente Geral dessa empresa. Foram mais de 10 anos de trabalho.

O acaso, o destino ou sei lá o quê, me fez cruzar com a LIN de novo. Por causa da compra de equipamentos de informática, fomos convidados pra uma apresentação de novos servidores. A empresa era de origem chinesa. A apresentação foi feita pelo presidente da empresa, que, com tradução, deu umas palavras pros presentes e depois passou a palavra pra gerente novinha da América Latina, a Sra. LIN WING.

Pra minha surpresa, era a mesma gata linda, já feita toda uma mulher de 35 anos, que falou sobre a empresa, a comercialização e as condições de venda. Foi uma surpresa gostosa encontrar ela, vê-la tão solta, preparada e nessa empresa importante.

No final da apresentação, serviram um jantar e na hora do café. Os chineses começaram a rodar as mesas pra apresentar o presidente e a gerência de vendas argentina, e a responsável pela América Latina (Lin).

Quando chegaram na nossa mesa e eu fiquei cara a cara com eles, a LIN se surpreendeu ao me ver. Lembrei ela que a gente se conhecia, ela disse que lembrava perfeitamente; e que tava muito feliz em me ver de novo. Trocamos ideias com os chineses, enquanto isso, a gente se olhava umas vezes, a imagem do que a gente tinha feito anos atrás tava rodando na minha cabeça. Era a mesma mulher gostosa, mas tão diferente, agora eu via ela tão solta, tão segura de si. Os chineses se despediram e foram cumprimentar as outras mesas.

Antes de ir embora do jantar, outra moça chinesa se aproximou de mim e disse: "A Sra. Wing pediu pra eu te dar o cartão pessoal com o número do celular dela e que eu ligasse no dia seguinte pra marcar um encontro, já que ela continuava a turnê pela América Latina em 2 dias.

No dia seguinte, sem falta, liguei pra ela.
Falei que tinha adorado reencontrá-la e que a parabenizava pelo crescimento profissional dela. Combinamos de nos ver naquela tarde. Ela me marcou num hotel 5 estrelas importante, onde a comitiva chinesa estava hospedada.

Ela me fez entrar num quarto enorme que tinha uma sala de reuniões. Mandou trazer chá e biscoitinhos. Ficamos sozinhos e começamos a conversar. Ela me contou que tinha 2 filhas, que tinham se mudado pra China e que tinha se divorciado. Eu, por minha vez, contei sobre meu trabalho, que era casado e sobre meu filho.
A mudança dela era notável, já quase não restava nada daquela jovem tímida que corava por qualquer coisa.

Durante a conversa, lembramos algumas histórias, rimos juntos. E assim, entre risadas e alguns carinhos, nos beijamos.
Foi a primeira vez, porque no nosso relacionamento de tantos anos atrás, nunca tínhamos nos beijado na boca. Talvez o fato dela ser casada a inibisse, não sei.
Assim, continuamos nos beijando e nos acariciando. Perguntei se podíamos ir pro quarto e ela disse que sim, e que ninguém mais ia nos incomodar.

Fomos tirando a roupa um do outro, entre beijos, carinhos e o roçar dos nossos corpos.
Daquela chinesinha inexperiente e submissa pra atual, como ela tinha mudado! Agora tomava iniciativa, não tinha vergonha de mostrar a lingerie nem a nudez dela.

Fizemos amor naquela cama king size daquele hotel 5 estrelas. De vez em quando, ela falava umas coisas lindas em espanhol com aquele sotaque chinês gostoso que sempre teve, ou alguma palavra em chinês que, ao perceber, logo traduzia pra mim... "me fode mais forte", "como senti sua falta nesses anos", "a gente tem que se ver mais vezes".

Depois da primeira transa, fomos pro banheiro, tomamos banho juntos e acabamos trepando de novo ao lado do jacuzzi. Aquele banheiro era maior que a sala da minha casa.

Voltamos pra cama e nos Ficamos conversando pelados sobre nossas vidas, sobre como a situação de ambos tinha mudado, sobre como tinha sido nossa primeira vez juntos há tantos anos. Ela confessou que eu tinha sido o único homem com quem ela tinha transado fora da comunidade dela, o que me deixou orgulhoso.

Falamos da vida atual dela, ela me contou do trabalho, das filhas, do divórcio, e eu, por minha vez, contei do meu casamento e do meu filho.

Assim ficamos um bom tempo pelados na cama. Tinham passado anos, mas uma certa magia, sedução e mistério ainda existia entre nós.

Depois ela pediu pra eu ficar pra jantar com ela no quarto, que a gente pediria alguma coisa e talvez eu ficasse pra dormir também. Expliquei que não dava, que já era quase noite e eu tinha que voltar pra casa. "Lembra que eu sou casado e tenho que prestar contas"... a gente riu.

Ela me contou que no dia seguinte continuava a turnê com o presidente da companhia, e combinamos de nos ver na próxima viagem dela a Buenos Aires.

Nos despedimos com um beijo apaixonado e a promessa de nos vermos mais vezes. Foi assim que, em cada turnê da companhia por Buenos Aires, ela sempre me ligava e a gente se via.

E até a relação chegou num nível que a LIN fez a companhia me convidar pra ir à China conhecer a sede central da empresa, mas isso eu conto outra hora.
Mi flor china: Lin.  2da.parte. Rencuentro, años despues.

Romance



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