Entrei na balada depois de me arrumar no carro do cara, tinha menos gente do que quando fui embora e a maioria tava acompanhada, com uns grupinhos isolados, alguns caras meio sozinhos, os homens eram os que ficavam caçando algo.. mas já tavam todos bem descontrolados e fora de si, o álcool e outras paradas, parecia que todo mundo tinha sido afetado!
Procurei meu grupo e encontrei meio disperso, meu amigo ainda com a travesti, tinha um grupo de mesas num setor meio escuro que não chegavam os flashes de luz, isso ficava do lado do pátio do lugar, lá tava meu amigo e a travesti sentada em cima dele, se apertando e se apalpando pra caralho, minha amiga cross putona com um grupo diferente, uns caras e guris, apalpando e deixando se apalpar... os outros nem reparei.
Comecei a dar umas voltas, fui no balcão e pedi outra dose, também, pra tirar um pouco o gosto de porra que tinha na boca, vieram dois caras da minha idade e começaram a querer falar comigo, eu tava toda entregue, o boquete que fiz no carro pro outro cara me deixou com muito tesão. E esses caras não me atraíam. Os caras chegavam perto pra falar no meu ouvido e me encostavam de lado ou como dava. Comecei a pegar na pica do mais novo porque ele tinha mais vibe, o outro se fazia de durão e não me descia bem.
Assim que peguei na pica dele e fui acariciando como se fizesse uma punheta por cima da calça, o cara me apalpava a bunda de leve, continuei sendo a puta, e deixei meu vestido subir um pouco enquanto andava até o setor onde tavam as mesas, era um lugar escuro, os dois caras me seguiam lado a lado, sentamos atrás do meu amigo a uns metros de distância.. e o que não me descia bem sentou do meu lado, pouco me importei já que queria foder com qualquer pica que fosse, comecei a chupar a pica dele enquanto o outro me apalpava a bunda, tava tão doidão esse cara que a pica dele não subia de jeito nenhum, peguei na mão do que tava me apalpando Cú e me levantei, levantando ele também. Me enfiei num canto perto de umas mesas empilhadas uma em cima da outra, desci e chupei a pica dele, molhando ela toda. Subi e falei: "Enche minha buceta de leite agora."
Me virei, o cara se abaixou e chupou minha buceta por uns segundos, molhando a entrada. Levantou e meteu devagar a pica inteira até o fundo. Começou a bombar suave e fundo, me apertando forte pelo quadril. Eu tava tipo "olhando pra trás" e nossas línguas se roçavam. Aí ele parou de meter e enfiou até o fundo, travou, tirou a pica e eu senti o leite escorrendo da minha buceta.
Peguei um papel que tinha na minha bolsinha e me limpei. Coloquei um outro tipo de absorvente feminino e subi a fio dental, caso escorresse mais leite. Me despedi deles e falei que ia com meu amigo. Fui até onde ele tava e vi ele bem concentrado ainda com a trans. Fui embora com minha amiga cross, dormi na casa dela, feliz com o estômago cheio de leite e a buceta melada de porra.
Tudo isso aconteceu muito rápido. O clima do lugar era exatamente assim, não tinha controle de nada, cada um fazia o que queria. A verdade é que tava espetacular, e era a balada after hour com "puteiro" que tinha na cidade.
Procurei meu grupo e encontrei meio disperso, meu amigo ainda com a travesti, tinha um grupo de mesas num setor meio escuro que não chegavam os flashes de luz, isso ficava do lado do pátio do lugar, lá tava meu amigo e a travesti sentada em cima dele, se apertando e se apalpando pra caralho, minha amiga cross putona com um grupo diferente, uns caras e guris, apalpando e deixando se apalpar... os outros nem reparei.
Comecei a dar umas voltas, fui no balcão e pedi outra dose, também, pra tirar um pouco o gosto de porra que tinha na boca, vieram dois caras da minha idade e começaram a querer falar comigo, eu tava toda entregue, o boquete que fiz no carro pro outro cara me deixou com muito tesão. E esses caras não me atraíam. Os caras chegavam perto pra falar no meu ouvido e me encostavam de lado ou como dava. Comecei a pegar na pica do mais novo porque ele tinha mais vibe, o outro se fazia de durão e não me descia bem.
Assim que peguei na pica dele e fui acariciando como se fizesse uma punheta por cima da calça, o cara me apalpava a bunda de leve, continuei sendo a puta, e deixei meu vestido subir um pouco enquanto andava até o setor onde tavam as mesas, era um lugar escuro, os dois caras me seguiam lado a lado, sentamos atrás do meu amigo a uns metros de distância.. e o que não me descia bem sentou do meu lado, pouco me importei já que queria foder com qualquer pica que fosse, comecei a chupar a pica dele enquanto o outro me apalpava a bunda, tava tão doidão esse cara que a pica dele não subia de jeito nenhum, peguei na mão do que tava me apalpando Cú e me levantei, levantando ele também. Me enfiei num canto perto de umas mesas empilhadas uma em cima da outra, desci e chupei a pica dele, molhando ela toda. Subi e falei: "Enche minha buceta de leite agora."
Me virei, o cara se abaixou e chupou minha buceta por uns segundos, molhando a entrada. Levantou e meteu devagar a pica inteira até o fundo. Começou a bombar suave e fundo, me apertando forte pelo quadril. Eu tava tipo "olhando pra trás" e nossas línguas se roçavam. Aí ele parou de meter e enfiou até o fundo, travou, tirou a pica e eu senti o leite escorrendo da minha buceta.
Peguei um papel que tinha na minha bolsinha e me limpei. Coloquei um outro tipo de absorvente feminino e subi a fio dental, caso escorresse mais leite. Me despedi deles e falei que ia com meu amigo. Fui até onde ele tava e vi ele bem concentrado ainda com a trans. Fui embora com minha amiga cross, dormi na casa dela, feliz com o estômago cheio de leite e a buceta melada de porra.
Tudo isso aconteceu muito rápido. O clima do lugar era exatamente assim, não tinha controle de nada, cada um fazia o que queria. A verdade é que tava espetacular, e era a balada after hour com "puteiro" que tinha na cidade.
1 comentários - Um dos meus melhores momentos cross. Final