Me chamo Juan e sou casado com uma mulher chamada Marina, que tem 39 anos, é loira, tem uns olhos verdes lindos e temos um filho em comum de 16 anos.
Um dia, mexendo no computador, resolvi me dar o prazer de procurar um filme pornô. E não sei como, mas cliquei num vídeo onde uma mulher estava chupando um moleque de 19 anos (20 anos mais novo, segundo o diretor quando falou com ela). Depois, o garoto pegou ela pelo cabelo, levantou e jogou com violência num sofá, deixando minha mulher deitada de bruços. O moleque lambeu um pouco a buceta dela e meteu nela. No final, gozou dentro da buceta, o que fez meu sangue ferver. Eu precisava pensar em como me vingar.
Na manhã seguinte, tive a ideia de ir a alguma das gravações dela e humilhá-la no "trabalho" dela. Então, decidi segui-la na próxima vez que suspeitasse que ela fosse para um casting.
Dois dias depois, minha mulher me disse que tinha boas notícias:
- Amor, consegui um trabalhinhos temporário como repositora num supermercado, é pra cobrir uma licença. Tenho a entrevista hoje às 16:00, espero que me contratem.
- Porra, isso é uma boa notícia. (Mentirosa, a putinha, pensei eu)
- Pois é, hahaha
- Marina, tava pensando que a gente podia dar uma trepada pra comemorar.
- Não, amor, tô com dor de cabeça, e quero ir descansada pra entrevista.
- Tá bom, sem problemas.
Coitada, não sabia o que eu tinha planejado pra ela.
Quando deu 15:00, decidi esperar na rua dentro do carro pra segui-la. Às 15:30, vi ela sair de casa e pegar um ônibus. O ônibus deixou ela perto de La Moraleja, e ela foi andando até um chalé. Esperei ela sair pra ir falar com o produtor do filme.
Bati na porta e uma garota de cabelo preto, nua, com peitos de silicone e uma tatuagem na pélvis, abriu.
- Oi, queria alguma coisa? - perguntou.
- Sim, queria falar com o produtor do filme.
- O produtor não está.
- Então, com o diretor.
- Claro, sem problema. passei tenho que admitir que eles montaram o chalé direitinho, com luzes e câmeras que pareciam caras. Depois de 10 minutos, chegou o diretor, um cara por volta dos 40 anos, talvez por isso ele tenha dado o trabalho pra minha mulher, capaz que queria comer ela. - oi, o que você deseja? ele disse - olha, sou o marido da Marina, a puta que acabou de sair daqui - caralho!! - não se preocupa, só quero que você me ajude a dar um castigo nela. - não entendi como. - olha, quando for gravar a cena dela, em vez do ator que ela espera, quero que ela me veja. melhor ainda, quero comer o cu dela de surpresa, sem ela estar preparada. - não é má ideia, tô há meses atrás dela pra deixar eu arrombar o cu dela. e quanto vai me custar? - nada, eu faço de graça, e você paga ela como vaginal e manda ela tomar no cu. - hahaha, e literalmente também. negócio fechado, passa aqui amanhã às 10:00. - combinado, até amanhã - até mais. Quando cheguei em casa, minha mulher tava discutindo com nosso filho, pelo visto ele tinha visto ela na rua se beijando com uma garota. - mãe, quero comer ela e você não vai poder impedir. - quê? idiota, você pode engravidar ela e não fala assim comigo! (ela deu um tapa nele) agora se faz de decente depois do que ela faz. nosso filho foi pro quarto e a conversa acabou. - não sei bem o que aconteceu, mas acho que você foi um pouco dura com ele. - se eu não for dura, ele vai montar em cima de mim, o tapa doeu mais em mim do que nele. - conseguiu o trabalho? - sim, querido. obrigada por perguntar. amanhã você vai desejar que não tivesse conseguido, puta. depois do jantar, fomos pra cama, eu não aguentava de vontade, depois de 17 anos de casamento querendo comer o cu dela. Quando cheguei no chalé, minha mulher tava sendo maquiada. O diretor me disse: - tira a roupa e espera eu te chamar pra entrar. - certo, posso improvisar ou faço o que vi nos filmes? - começa com ela te chupando, depois você lambe ela e depois você faz o que quiser.
- entendido.
quando terminaram de maquiá-la, ela começou um striptease na frente da câmera. sinceramente, ver a melena loira dela se mexendo enquanto se despia me deixou ainda mais tesudo. ela ficou de quatro no sofá pra que o câmera visse bem a buceta dela. na sequência, o diretor me deu a deixa. entrei por trás e, quando ela viu a pica, começou a chupar sem olhar na minha cara. porra, como ela chupava bem. quando olhou pra minha cara, arregalou os olhos, não esperava me encontrar ali. fiz o que o diretor mandou, ela continuava de quatro, então comecei a lamber ela. ela começou a gemer.
- aaaaaaah sim, porra, que gostoso. enfia os dedos que eu quero gozar.
aproveitei pra ver a bunda dela, tava bem fechada mesmo... hoje não ia passar nada bem.
parei de lamber e comecei a meter na buceta dela, até gozar dentro, duas vezes.
- vem cá que você vai me montar, falei.
- é? finalmente.
ela montou em mim de costas pra câmera. se curvou e eu abracei ela sem parar de penetrar, embora ela quisesse era falar no meu ouvido.
- o que você tá fazendo aqui? (ela disse)
- fiquei sabendo da puta que você é, então vim te foder.
dito isso, tirei ela de cima, deitei ela de lado no sofá e meti no cu dela de uma vez, sem lubrificante.
- aaaaaah seu idiota!!! (ela disse)
ela se levantou com a mão no cu, quase chorando, a melena loira cobrindo os peitos. naquele momento, pensei em foder ela mais, tava ficando louco de tesão.
- corta!
- desculpa, mas vocês sabem que não gosto de cu. não quero fazer anal.
- mais desculpa eu, porque se não fizer, vai ter que pagar 365 mil euros por dia pra produtora.
- vocês não podem me obrigar!
- claro que podemos, tem que ler os contratos antes de assinar, sua puta burra. e tragam viagra pra esse cara. quero que ela sinta bem dura, e um travesseiro pra ela morder. vaselina é pra viado, não pra mulher.
pelo visto, tinham passado a perna nela. Jogado, ainda bem que quem vai estrear a buceta dela sou eu e não um daqueles atores com uma pica de 35 cm.
Minha mulher, chorando, me olhou e disse:
- Amor, desculpa, é culpa minha, continua fodendo meu cu.
- Não precisa pedir duas vezes.
Ela fez uma cara de desespero quando ouviu isso. Quando voltamos a gravar, peguei ela pelo cabelo, joguei no chão e coloquei de quatro. Ela sabia que não ia gostar.
- Você tá com o cu mais fechado que antes. Isso vai doer mais, sua puta.
- Por favor, não me chama de puta (ela tava chorando).
- Então não tinha se metido nessa.
Comecei a meter e ela não parava de gritar e chorar como se estivesse sendo morta.
- Tá doendo, não aguento mais.
- Olha no espelho, Marina, quero ver sua cara.
- Você é um filho da puta.
- E você, uma puta.
Ela olhou no espelho, tava chorando, cheia de lágrimas, vermelha e com a maquiagem toda borrada. De repente, o diretor cortou a cena, mandou limpar o cu dela que tava sangrando. Ela se desesperou mais ainda e começou a chorar feito uma condenada.
- Amor, desculpa, se você tivesse lido aquele contrato, não estaríamos assim (fingindo que eu não queria comer o cu dela).
- Termina rápido, por favor.
- Rápido nada! – gritou o diretor – Ainda falta um tempinho, sua gostosa. Tragam o negão.
- Que negão? (minha mulher perguntou)
- Aquele (o cara tinha 2 metros, uma pica de uns 40 cm e, curiosamente, era branco) vai te foder o cu por um tempo.
- Nããão, pelo amor de Deus, isso não!!!
- Vocês tão passando dos limites (eu disse).
- É mesmo? Então, por falar merda, você vai ficar aqui com sua mulher vendo ela sofrer.
O negão colocou minha mulher contra a parede e começou a penetrar ela. Ela não parava de chorar e implorar, ele ria e ficou fodendo ela contra a parede por 30 minutos, depois deitou ela de bruços no chão e continuou fodendo... até que ela não aguentou mais a dor e desmaiou.
- Seus filhos da puta, vocês mataram ela! (gritei)
- Cala a boca, idiota, ela só desmaiou. Joga um balde de água fria nela e deixa o marido terminar de foder ela.
- Aaaaah (minha mulher gritou quando jogaram a água). - Calma, amor, já passou.
- Já acabou?
- Quase, agora vou te foder o cu por mais 30 minutos e aí vamos pra casa.
- Porra, em que momento eu tive a brilhante ideia de entrar nessa merda? (disse ela chorando)
Levei ela pra cama. Deixei 10 minutos na posição do missionário, 10 minutos ela montando em mim olhando pra câmera e os outros 10 de lado. O diretor mandou eu gozar dentro do cu dela, e foi o que eu fiz.
- Corta! Acabou!
- Quase me mataram de tanto gozo, seus filhos da puta.
- Pois aqui está uma cópia do contrato, você vai dar risada no caminho pra casa.
Minha mulher se levantou, mas o cu dela tava doendo tanto que ela me pediu pra carregar ela até o carro no colo. Todo mundo riu da cena.
Dentro do carro, ela começou a ler o contrato. Ela tinha se comprometido a gravar mais 200 cenas com a produtora.
- Não, isso não (disse ela, triste e desesperada).
- O que foi?
- É que nosso filho também vai participar.
- Segundo isso, ele vai ter que foder meu cu, gozar dentro da minha buceta e me amarrar e açoitar como a puta que eu sou.
- Que filhos da puta.
Em casa, Marina foi descansar. Teve que dormir de bruços de tanta dor no cu e pegou uma depressão daquelas... mas ainda faltavam 199 cenas pra gravar.
Um dia, mexendo no computador, resolvi me dar o prazer de procurar um filme pornô. E não sei como, mas cliquei num vídeo onde uma mulher estava chupando um moleque de 19 anos (20 anos mais novo, segundo o diretor quando falou com ela). Depois, o garoto pegou ela pelo cabelo, levantou e jogou com violência num sofá, deixando minha mulher deitada de bruços. O moleque lambeu um pouco a buceta dela e meteu nela. No final, gozou dentro da buceta, o que fez meu sangue ferver. Eu precisava pensar em como me vingar.
Na manhã seguinte, tive a ideia de ir a alguma das gravações dela e humilhá-la no "trabalho" dela. Então, decidi segui-la na próxima vez que suspeitasse que ela fosse para um casting.
Dois dias depois, minha mulher me disse que tinha boas notícias:
- Amor, consegui um trabalhinhos temporário como repositora num supermercado, é pra cobrir uma licença. Tenho a entrevista hoje às 16:00, espero que me contratem.
- Porra, isso é uma boa notícia. (Mentirosa, a putinha, pensei eu)
- Pois é, hahaha
- Marina, tava pensando que a gente podia dar uma trepada pra comemorar.
- Não, amor, tô com dor de cabeça, e quero ir descansada pra entrevista.
- Tá bom, sem problemas.
Coitada, não sabia o que eu tinha planejado pra ela.
Quando deu 15:00, decidi esperar na rua dentro do carro pra segui-la. Às 15:30, vi ela sair de casa e pegar um ônibus. O ônibus deixou ela perto de La Moraleja, e ela foi andando até um chalé. Esperei ela sair pra ir falar com o produtor do filme.
Bati na porta e uma garota de cabelo preto, nua, com peitos de silicone e uma tatuagem na pélvis, abriu.
- Oi, queria alguma coisa? - perguntou.
- Sim, queria falar com o produtor do filme.
- O produtor não está.
- Então, com o diretor.
- Claro, sem problema. passei tenho que admitir que eles montaram o chalé direitinho, com luzes e câmeras que pareciam caras. Depois de 10 minutos, chegou o diretor, um cara por volta dos 40 anos, talvez por isso ele tenha dado o trabalho pra minha mulher, capaz que queria comer ela. - oi, o que você deseja? ele disse - olha, sou o marido da Marina, a puta que acabou de sair daqui - caralho!! - não se preocupa, só quero que você me ajude a dar um castigo nela. - não entendi como. - olha, quando for gravar a cena dela, em vez do ator que ela espera, quero que ela me veja. melhor ainda, quero comer o cu dela de surpresa, sem ela estar preparada. - não é má ideia, tô há meses atrás dela pra deixar eu arrombar o cu dela. e quanto vai me custar? - nada, eu faço de graça, e você paga ela como vaginal e manda ela tomar no cu. - hahaha, e literalmente também. negócio fechado, passa aqui amanhã às 10:00. - combinado, até amanhã - até mais. Quando cheguei em casa, minha mulher tava discutindo com nosso filho, pelo visto ele tinha visto ela na rua se beijando com uma garota. - mãe, quero comer ela e você não vai poder impedir. - quê? idiota, você pode engravidar ela e não fala assim comigo! (ela deu um tapa nele) agora se faz de decente depois do que ela faz. nosso filho foi pro quarto e a conversa acabou. - não sei bem o que aconteceu, mas acho que você foi um pouco dura com ele. - se eu não for dura, ele vai montar em cima de mim, o tapa doeu mais em mim do que nele. - conseguiu o trabalho? - sim, querido. obrigada por perguntar. amanhã você vai desejar que não tivesse conseguido, puta. depois do jantar, fomos pra cama, eu não aguentava de vontade, depois de 17 anos de casamento querendo comer o cu dela. Quando cheguei no chalé, minha mulher tava sendo maquiada. O diretor me disse: - tira a roupa e espera eu te chamar pra entrar. - certo, posso improvisar ou faço o que vi nos filmes? - começa com ela te chupando, depois você lambe ela e depois você faz o que quiser.
- entendido.
quando terminaram de maquiá-la, ela começou um striptease na frente da câmera. sinceramente, ver a melena loira dela se mexendo enquanto se despia me deixou ainda mais tesudo. ela ficou de quatro no sofá pra que o câmera visse bem a buceta dela. na sequência, o diretor me deu a deixa. entrei por trás e, quando ela viu a pica, começou a chupar sem olhar na minha cara. porra, como ela chupava bem. quando olhou pra minha cara, arregalou os olhos, não esperava me encontrar ali. fiz o que o diretor mandou, ela continuava de quatro, então comecei a lamber ela. ela começou a gemer.
- aaaaaaah sim, porra, que gostoso. enfia os dedos que eu quero gozar.
aproveitei pra ver a bunda dela, tava bem fechada mesmo... hoje não ia passar nada bem.
parei de lamber e comecei a meter na buceta dela, até gozar dentro, duas vezes.
- vem cá que você vai me montar, falei.
- é? finalmente.
ela montou em mim de costas pra câmera. se curvou e eu abracei ela sem parar de penetrar, embora ela quisesse era falar no meu ouvido.
- o que você tá fazendo aqui? (ela disse)
- fiquei sabendo da puta que você é, então vim te foder.
dito isso, tirei ela de cima, deitei ela de lado no sofá e meti no cu dela de uma vez, sem lubrificante.
- aaaaaah seu idiota!!! (ela disse)
ela se levantou com a mão no cu, quase chorando, a melena loira cobrindo os peitos. naquele momento, pensei em foder ela mais, tava ficando louco de tesão.
- corta!
- desculpa, mas vocês sabem que não gosto de cu. não quero fazer anal.
- mais desculpa eu, porque se não fizer, vai ter que pagar 365 mil euros por dia pra produtora.
- vocês não podem me obrigar!
- claro que podemos, tem que ler os contratos antes de assinar, sua puta burra. e tragam viagra pra esse cara. quero que ela sinta bem dura, e um travesseiro pra ela morder. vaselina é pra viado, não pra mulher.
pelo visto, tinham passado a perna nela. Jogado, ainda bem que quem vai estrear a buceta dela sou eu e não um daqueles atores com uma pica de 35 cm.
Minha mulher, chorando, me olhou e disse:
- Amor, desculpa, é culpa minha, continua fodendo meu cu.
- Não precisa pedir duas vezes.
Ela fez uma cara de desespero quando ouviu isso. Quando voltamos a gravar, peguei ela pelo cabelo, joguei no chão e coloquei de quatro. Ela sabia que não ia gostar.
- Você tá com o cu mais fechado que antes. Isso vai doer mais, sua puta.
- Por favor, não me chama de puta (ela tava chorando).
- Então não tinha se metido nessa.
Comecei a meter e ela não parava de gritar e chorar como se estivesse sendo morta.
- Tá doendo, não aguento mais.
- Olha no espelho, Marina, quero ver sua cara.
- Você é um filho da puta.
- E você, uma puta.
Ela olhou no espelho, tava chorando, cheia de lágrimas, vermelha e com a maquiagem toda borrada. De repente, o diretor cortou a cena, mandou limpar o cu dela que tava sangrando. Ela se desesperou mais ainda e começou a chorar feito uma condenada.
- Amor, desculpa, se você tivesse lido aquele contrato, não estaríamos assim (fingindo que eu não queria comer o cu dela).
- Termina rápido, por favor.
- Rápido nada! – gritou o diretor – Ainda falta um tempinho, sua gostosa. Tragam o negão.
- Que negão? (minha mulher perguntou)
- Aquele (o cara tinha 2 metros, uma pica de uns 40 cm e, curiosamente, era branco) vai te foder o cu por um tempo.
- Nããão, pelo amor de Deus, isso não!!!
- Vocês tão passando dos limites (eu disse).
- É mesmo? Então, por falar merda, você vai ficar aqui com sua mulher vendo ela sofrer.
O negão colocou minha mulher contra a parede e começou a penetrar ela. Ela não parava de chorar e implorar, ele ria e ficou fodendo ela contra a parede por 30 minutos, depois deitou ela de bruços no chão e continuou fodendo... até que ela não aguentou mais a dor e desmaiou.
- Seus filhos da puta, vocês mataram ela! (gritei)
- Cala a boca, idiota, ela só desmaiou. Joga um balde de água fria nela e deixa o marido terminar de foder ela.
- Aaaaah (minha mulher gritou quando jogaram a água). - Calma, amor, já passou.
- Já acabou?
- Quase, agora vou te foder o cu por mais 30 minutos e aí vamos pra casa.
- Porra, em que momento eu tive a brilhante ideia de entrar nessa merda? (disse ela chorando)
Levei ela pra cama. Deixei 10 minutos na posição do missionário, 10 minutos ela montando em mim olhando pra câmera e os outros 10 de lado. O diretor mandou eu gozar dentro do cu dela, e foi o que eu fiz.
- Corta! Acabou!
- Quase me mataram de tanto gozo, seus filhos da puta.
- Pois aqui está uma cópia do contrato, você vai dar risada no caminho pra casa.
Minha mulher se levantou, mas o cu dela tava doendo tanto que ela me pediu pra carregar ela até o carro no colo. Todo mundo riu da cena.
Dentro do carro, ela começou a ler o contrato. Ela tinha se comprometido a gravar mais 200 cenas com a produtora.
- Não, isso não (disse ela, triste e desesperada).
- O que foi?
- É que nosso filho também vai participar.
- Segundo isso, ele vai ter que foder meu cu, gozar dentro da minha buceta e me amarrar e açoitar como a puta que eu sou.
- Que filhos da puta.
Em casa, Marina foi descansar. Teve que dormir de bruços de tanta dor no cu e pegou uma depressão daquelas... mas ainda faltavam 199 cenas pra gravar.
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