Estudei design de moda e, já formado e empregado, fui morar com minha namorada na esperança de um dia casarmos. Minha namorada é linda, é a mulher mais gostosa que já conheci e, embora a gente transe muito raramente, sempre nos pegamos e fazemos essas coisas quando estamos sozinhos. Uma prima dela veio se hospedar na nossa casa porque tinha um vestibular na universidade, e a gente morava na cidade. Ela é uma loira de olhos castanhos, bem voluptuosa pra idade dela, tinha 19 anos e eu mal tinha 24. Tinha uma bunda perfeitamente formada e tonificada, mesmo sem ir à academia, uns peitos que ela adorava mostrar com decotes, os mamilos saltados que queriam furar qualquer roupa, um rostinho lindo e umas pernas muito sexies. Bom, ela veio ficar uns dias e foi nesse tempo que aconteceu.
Era de noite e eu e minha namorada nos trancamos no nosso quarto. A prima dela dormia no quarto ao lado, que era um escritório com um sofá-cama, tinha um banheiro a duas portas dali, e a gente tinha nosso banheiro no quarto. Estando trancados, comecei a apalpar minha namorada e a gente começou a se beijar e tirar a roupa. Ela levantou da cama e entrou no banheiro, e eu fui atrás. Lá dentro, tomamos banho juntos e comecei a roçar a bunda dela com minha pica e ensaboava os peitos dela, que não são grandes, mas dá pra pegar e brincar com eles. Desci uma mão e comecei a tocar na buceta dela, e aos poucos ela foi esquentando. Masturbei ela até sentir que ela gozou, e meti meu pau e começamos a foder enquanto tomávamos banho. Ela tentava não fazer barulho, mas enquanto eu bombava ela gemia pra caralho porque a gente transa muito pouco, mas se pega muito. Ela saiu como pôde e se ajoelhou na minha frente pra começar a chupar meu pau, e pouco depois gozei na cara dela e nos peitos dela. Terminamos de tomar banho e deitamos pelados na cama pra dormir de conchinha.
Naquela noite, lá pela 1h da manhã, acordei e senti a bunda dela encostada no meu pau, quase que mordendo com as nádegas. Isso me excitou e comecei a cutucar ela de leve, pra ver se... que não acordasse, mas como eu tinha muito trabalho de manhã, deixei ela descansar. Levantei e, pelado, fui na cozinha pegar água. Fui, abri a geladeira, peguei o galão de água e bebi direto dele. Aí sinto alguém me pegar por trás, passar a mão na minha pica enquanto beija minhas costas. Eu me deixei levar, enquanto falava: "Quer um segundo round? Lembra que você precisa descansar". Ela respondeu: "A prova é à tarde". E quando percebi que não era a voz da minha namorada, me virei e vi a prima num baby doll transparente que deixava a nudez dela bem à mostra. Os peitos dela, bem redondos, se desenhavam na seda macia da roupa, e a buceta depilada e carnuda dava pra ver de longe.
— Mas!... O que cê tá fazendo?... — falei, gaguejando.
Ela mordeu o lábio e disse num tom safado: "Desculpa ter esbarrado em você de madrugada, vim pegar um copo de leite". Tentei me afastar, mas minha pica apontou pra cima, e com o tesão que tava, não dava pra falar nada contra querer foder ela. Ela chegou perto de mim e me beijou, enquanto esfregava minha pica na entrada da buceta dela. "Só vim pelo leite, e não se preocupa, eu mesma posso ordenhar, não faço tanto barulho quanto minha prima." "Você nos ouviu?" "Cada gemido e cada grunhido." Ela me deu outro beijo, mais longo e suave, e foi se deitar. Fiquei surpreso e com a vara dura, não tive escolha a não ser ir no banheiro me masturbar. Depois me deitei pensando no que tinha rolado.
De manhã, acordei tarde e minha namorada e a prima dela estavam na mesa. Minha namorada revisava coisas do trabalho enquanto tomava café da manhã, e a prima também comia. As duas conversavam sobre várias coisas. Fui na cozinha, fiz um café e sentei com elas.
— A avaliação é hoje e a entrevista amanhã, preciso estar apresentável — disse a Pamela (a prima).
— Então procura na roupa que você trouxe alguma coisa pra vestir — falou minha namorada.
— O problema é que não acho que tenha nada que fique bonito em mim — respondeu Pamela.
— Bom, se quiser, eu te ajudo à noite a procurar. algo porque agora tô com muito trampo, aliás, já tá ficando tarde—disse minha namorada
—Mas não dá tempo, e se não tiver nada pro dia seguinte?—falou Pamela
—Então você tem na sua frente um designer de moda, que melhor que ele pra te ajudar a se vestir? ele pode te dar um help agora que você tem tempo—disse minha namorada e me apontou
—Éh, sim... eu... eu posso te ajudar... digo... se não tiver problema—falei
—Não tem problema nenhum, love, já vou nessa, fica por conta, te amo—me deu um beijo e foi embora.
Ficamos eu e Pamela sentados lá, ela agia como se nada tivesse acontecido na noite anterior, eu continuava pensando naquilo, naquele beijo, nos peitos dela, na pussy dela, mas ela seguia tomando café da manhã.
—Então, no que posso te ajudar?—falei
—Preciso encontrar algo decente pra entrevista de amanhã—disse
—Você diz quando a gente começa—
—Deixa eu terminar aqui e já vou catar as roupas—
—Beleza
Ela terminou de comer e se levantou, levou as coisas pra cozinha e foi pro quarto pegar as roupas, daqui a pouco voltou com vários vestidos, saias, blusas, jaquetas e tal, eu montei alguns looks mas nenhum agradou ela, nenhum era do estilo dela, aí ela me falou
—Tenho uma grana, cê me acompanha pra comprar uns panos?—
—Sim, claro—
Saímos de taxi e chegamos num desses magazines onde os provadores são grandes e ficam lá no fundo. Ela pegou várias peças sem me mostrar e entrou no provador. Daí a pouco ela diz que tá pronta e sai. Tava com uma saia verde menta, uma blusa bege e um cinto branco, e eu falei que tava bom, mas que precisava de algo mais formal, a saia era meio... cê sabe. Ela saiu com a segunda e era a mesma blusa agora com uma calça marrom, falei que tava melhor mas ela não quis, aí entrou uma terceira vez e depois de um tempo sem sair ela me chama.
—Me ajuda? é que o vestido não fecha—
—Talvez precise de outro tamanho—
—Não, esse é meu tamanho, por favor, não alcanço—
Entrei e ela tava lá com um vestido vermelho tentando fechar nas costas, mas não alcançava, tentei subir mas não consegui, então falei que ia abaixar porque não entrava nela, aí tirei e ela já se colocou na porta, terminou de tirar o vestido e não tinha nada por baixo, estava totalmente nua num provador onde qualquer um podia espiar.
- Então o que eu visto, gostosa? - ela disse enquanto pegava nos peitos
- Fica de joelhos e chupa meu pau - falei
Ela se ajoelhou e desabotoou minha calça, meu pau saiu pra fora e de uma vez ela enfiou na boca, eu quase gritei mas me segurei, ela chupava e lambia minhas bolas com jeito meio atrapalhado mas fazia gostoso, pedi pra ela levantar porque não dava pra perder tempo, virei ela de costas e falei "vamos ver se é verdade que você é silenciosa". Passei um pouco de saliva no pau e enfiei de uma só vez, ela soltou um grito na hora que tive que tampar a boca dela e parar dentro.
- Sua putinha, vão nos pegar! você não disse que não fazia barulho?
- Falei que não faço tanto barulho, não que não faço, além disso você me arrombou de uma vez e não vale, mas tudo bem, já que começou termina
- Mais um gemido e vou te comer com força pra você gritar de verdade
Tampei a boca dela e continuei metendo, a cada estocada ela soltava gemidos mas não muito altos, ela mordia o lábio, apertava os próprios mamilos e eu com uma mão na boca dela e a outra na cintura quase a imobilizei. Depois de um tempo assim, percebi que não estávamos num lugar bom pra fazer aquilo e tirei, ela reclamou que não avisei. Nos vestimos e ao sair uma das atendentes nos olhou com cara de safada e a gente foi embora rindo. Pegamos um táxi e fomos pra casa. Mal chegamos, peguei ela pela cintura e encostei meu volume na bunda dela, falei que não ia deixar começado e que era melhor ceder porque senão ia abrir o cu dela sem piedade. Não foi muita ameaça pra ela, mas ela tirou tudo na hora e os mamilos dela estavam bem durinhos. parados, comecei a lamber e morder ela, e ela gemia, eu abria a bunda dela e acariciava o cu dela, e ela, cheia de vontade, pedia pra eu arrebentar ela toda. A gente caiu no chão, ela subiu em cima de mim e enfiou a pica dela no meu pau, começou a cavalgar em cima de mim, gemendo e se mexendo pra trás e pra frente. Ela não tinha muita experiência, mas mandava muito bem. Coloquei ela de quatro e comecei a bombar ela bem forte até quase gozar, aí tirei. Enfiei minha língua no cu dela e as pernas dela tremeram na hora. Depois de um tempo, sem avisar, enfiei o pau no cu dela, ela quase chorou, de primeira não entrou tudo, mas em nenhum momento eu recuei, só fui enfiando até entrar tudo e comecei a meter. Ela pedia mais e eu dava mais, ela gritava, chorava, reclamava, mas gemia e tava adorando. Quando gozei, foi no cu dela, e ela só disse: "Aiiiiii, QUE GOSTOSOOOO!" Ela se jogou no chão e eu deitei em cima dela, ela me envolveu com as pernas como se fosse na posição de missionário, e a gente se beijou ali. Depois fomos tomar banho juntos e eu chupei toda a buceta dela, ia foder ela de novo, mas dessa vez foi menos porque no chuveiro a gente tava se beijando e se tocando muito, e falávamos coisas quentes no ouvido. Preparamos algo pra almoçar e ela foi fazer a prova dela.
Era de noite e eu e minha namorada nos trancamos no nosso quarto. A prima dela dormia no quarto ao lado, que era um escritório com um sofá-cama, tinha um banheiro a duas portas dali, e a gente tinha nosso banheiro no quarto. Estando trancados, comecei a apalpar minha namorada e a gente começou a se beijar e tirar a roupa. Ela levantou da cama e entrou no banheiro, e eu fui atrás. Lá dentro, tomamos banho juntos e comecei a roçar a bunda dela com minha pica e ensaboava os peitos dela, que não são grandes, mas dá pra pegar e brincar com eles. Desci uma mão e comecei a tocar na buceta dela, e aos poucos ela foi esquentando. Masturbei ela até sentir que ela gozou, e meti meu pau e começamos a foder enquanto tomávamos banho. Ela tentava não fazer barulho, mas enquanto eu bombava ela gemia pra caralho porque a gente transa muito pouco, mas se pega muito. Ela saiu como pôde e se ajoelhou na minha frente pra começar a chupar meu pau, e pouco depois gozei na cara dela e nos peitos dela. Terminamos de tomar banho e deitamos pelados na cama pra dormir de conchinha.
Naquela noite, lá pela 1h da manhã, acordei e senti a bunda dela encostada no meu pau, quase que mordendo com as nádegas. Isso me excitou e comecei a cutucar ela de leve, pra ver se... que não acordasse, mas como eu tinha muito trabalho de manhã, deixei ela descansar. Levantei e, pelado, fui na cozinha pegar água. Fui, abri a geladeira, peguei o galão de água e bebi direto dele. Aí sinto alguém me pegar por trás, passar a mão na minha pica enquanto beija minhas costas. Eu me deixei levar, enquanto falava: "Quer um segundo round? Lembra que você precisa descansar". Ela respondeu: "A prova é à tarde". E quando percebi que não era a voz da minha namorada, me virei e vi a prima num baby doll transparente que deixava a nudez dela bem à mostra. Os peitos dela, bem redondos, se desenhavam na seda macia da roupa, e a buceta depilada e carnuda dava pra ver de longe.
— Mas!... O que cê tá fazendo?... — falei, gaguejando.
Ela mordeu o lábio e disse num tom safado: "Desculpa ter esbarrado em você de madrugada, vim pegar um copo de leite". Tentei me afastar, mas minha pica apontou pra cima, e com o tesão que tava, não dava pra falar nada contra querer foder ela. Ela chegou perto de mim e me beijou, enquanto esfregava minha pica na entrada da buceta dela. "Só vim pelo leite, e não se preocupa, eu mesma posso ordenhar, não faço tanto barulho quanto minha prima." "Você nos ouviu?" "Cada gemido e cada grunhido." Ela me deu outro beijo, mais longo e suave, e foi se deitar. Fiquei surpreso e com a vara dura, não tive escolha a não ser ir no banheiro me masturbar. Depois me deitei pensando no que tinha rolado.
De manhã, acordei tarde e minha namorada e a prima dela estavam na mesa. Minha namorada revisava coisas do trabalho enquanto tomava café da manhã, e a prima também comia. As duas conversavam sobre várias coisas. Fui na cozinha, fiz um café e sentei com elas.
— A avaliação é hoje e a entrevista amanhã, preciso estar apresentável — disse a Pamela (a prima).
— Então procura na roupa que você trouxe alguma coisa pra vestir — falou minha namorada.
— O problema é que não acho que tenha nada que fique bonito em mim — respondeu Pamela.
— Bom, se quiser, eu te ajudo à noite a procurar. algo porque agora tô com muito trampo, aliás, já tá ficando tarde—disse minha namorada
—Mas não dá tempo, e se não tiver nada pro dia seguinte?—falou Pamela
—Então você tem na sua frente um designer de moda, que melhor que ele pra te ajudar a se vestir? ele pode te dar um help agora que você tem tempo—disse minha namorada e me apontou
—Éh, sim... eu... eu posso te ajudar... digo... se não tiver problema—falei
—Não tem problema nenhum, love, já vou nessa, fica por conta, te amo—me deu um beijo e foi embora.
Ficamos eu e Pamela sentados lá, ela agia como se nada tivesse acontecido na noite anterior, eu continuava pensando naquilo, naquele beijo, nos peitos dela, na pussy dela, mas ela seguia tomando café da manhã.
—Então, no que posso te ajudar?—falei
—Preciso encontrar algo decente pra entrevista de amanhã—disse
—Você diz quando a gente começa—
—Deixa eu terminar aqui e já vou catar as roupas—
—Beleza
Ela terminou de comer e se levantou, levou as coisas pra cozinha e foi pro quarto pegar as roupas, daqui a pouco voltou com vários vestidos, saias, blusas, jaquetas e tal, eu montei alguns looks mas nenhum agradou ela, nenhum era do estilo dela, aí ela me falou
—Tenho uma grana, cê me acompanha pra comprar uns panos?—
—Sim, claro—
Saímos de taxi e chegamos num desses magazines onde os provadores são grandes e ficam lá no fundo. Ela pegou várias peças sem me mostrar e entrou no provador. Daí a pouco ela diz que tá pronta e sai. Tava com uma saia verde menta, uma blusa bege e um cinto branco, e eu falei que tava bom, mas que precisava de algo mais formal, a saia era meio... cê sabe. Ela saiu com a segunda e era a mesma blusa agora com uma calça marrom, falei que tava melhor mas ela não quis, aí entrou uma terceira vez e depois de um tempo sem sair ela me chama.
—Me ajuda? é que o vestido não fecha—
—Talvez precise de outro tamanho—
—Não, esse é meu tamanho, por favor, não alcanço—
Entrei e ela tava lá com um vestido vermelho tentando fechar nas costas, mas não alcançava, tentei subir mas não consegui, então falei que ia abaixar porque não entrava nela, aí tirei e ela já se colocou na porta, terminou de tirar o vestido e não tinha nada por baixo, estava totalmente nua num provador onde qualquer um podia espiar.
- Então o que eu visto, gostosa? - ela disse enquanto pegava nos peitos
- Fica de joelhos e chupa meu pau - falei
Ela se ajoelhou e desabotoou minha calça, meu pau saiu pra fora e de uma vez ela enfiou na boca, eu quase gritei mas me segurei, ela chupava e lambia minhas bolas com jeito meio atrapalhado mas fazia gostoso, pedi pra ela levantar porque não dava pra perder tempo, virei ela de costas e falei "vamos ver se é verdade que você é silenciosa". Passei um pouco de saliva no pau e enfiei de uma só vez, ela soltou um grito na hora que tive que tampar a boca dela e parar dentro.
- Sua putinha, vão nos pegar! você não disse que não fazia barulho?
- Falei que não faço tanto barulho, não que não faço, além disso você me arrombou de uma vez e não vale, mas tudo bem, já que começou termina
- Mais um gemido e vou te comer com força pra você gritar de verdade
Tampei a boca dela e continuei metendo, a cada estocada ela soltava gemidos mas não muito altos, ela mordia o lábio, apertava os próprios mamilos e eu com uma mão na boca dela e a outra na cintura quase a imobilizei. Depois de um tempo assim, percebi que não estávamos num lugar bom pra fazer aquilo e tirei, ela reclamou que não avisei. Nos vestimos e ao sair uma das atendentes nos olhou com cara de safada e a gente foi embora rindo. Pegamos um táxi e fomos pra casa. Mal chegamos, peguei ela pela cintura e encostei meu volume na bunda dela, falei que não ia deixar começado e que era melhor ceder porque senão ia abrir o cu dela sem piedade. Não foi muita ameaça pra ela, mas ela tirou tudo na hora e os mamilos dela estavam bem durinhos. parados, comecei a lamber e morder ela, e ela gemia, eu abria a bunda dela e acariciava o cu dela, e ela, cheia de vontade, pedia pra eu arrebentar ela toda. A gente caiu no chão, ela subiu em cima de mim e enfiou a pica dela no meu pau, começou a cavalgar em cima de mim, gemendo e se mexendo pra trás e pra frente. Ela não tinha muita experiência, mas mandava muito bem. Coloquei ela de quatro e comecei a bombar ela bem forte até quase gozar, aí tirei. Enfiei minha língua no cu dela e as pernas dela tremeram na hora. Depois de um tempo, sem avisar, enfiei o pau no cu dela, ela quase chorou, de primeira não entrou tudo, mas em nenhum momento eu recuei, só fui enfiando até entrar tudo e comecei a meter. Ela pedia mais e eu dava mais, ela gritava, chorava, reclamava, mas gemia e tava adorando. Quando gozei, foi no cu dela, e ela só disse: "Aiiiiii, QUE GOSTOSOOOO!" Ela se jogou no chão e eu deitei em cima dela, ela me envolveu com as pernas como se fosse na posição de missionário, e a gente se beijou ali. Depois fomos tomar banho juntos e eu chupei toda a buceta dela, ia foder ela de novo, mas dessa vez foi menos porque no chuveiro a gente tava se beijando e se tocando muito, e falávamos coisas quentes no ouvido. Preparamos algo pra almoçar e ela foi fazer a prova dela.
1 comentários - Pamela, la prima de mi novia