Pamela, la prima de mi novia

Estudei design de moda e, já formado e empregado, fui morar com minha namorada na esperança de um dia nos casarmos. Minha namorada é linda, é a mulher mais bonita que já conheci e, embora tenhamos transado poucas vezes, sempre nos tocamos e fazemos essas coisas quando estamos sozinhos. Uma prima dela veio ficar na nossa casa porque tinha um vestibular e nós morávamos na cidade. Ela era uma loira de olhos castanhos, bem gostosa para a idade – tinha 19 anos e eu mal 24. Tinha uma bunda perfeitamente formada e tonificada, mesmo sem malhar, uns peitos que ela gostava de exibir com decotes, mamilos salientes que pareciam querer furar cada peça de roupa, um rosto lindo e pernas muito sexy. Bom, ela veio ficar alguns dias e, durante esse tempo, aconteceu.

Era de noite e minha namorada e eu nos trancamos no nosso quarto. A prima dela dormia no cômodo ao lado, que era um escritório com um sofá-cama, e tinha um banheiro com duas portas ali perto. Nós tínhamos nosso banheiro no quarto. Trancados, comecei a tocar minha namorada e começamos a nos beijar e tirar a roupa. Ela se levantou da cama e foi para o banheiro, e eu a segui. Lá, tomamos banho juntos e comecei a esfregar meu pau na bunda dela, ensaboando os seios – que não são grandes, mas dão para segurar e brincar. Desci uma mão e comecei a tocar sua buceta, e ela foi se excitando aos poucos. Masturbei-a até sentir que ela gozou, então enfiei meu pau e começamos a transar no chuveiro. Ela tentava não fazer barulho, mas enquanto eu metia, ela gemía bastante – porque transamos pouco, mas nos tocamos muito. Ela saiu como pôde e se ajoelhou na minha frente para começar a me chupar, e pouco depois gozei no rosto e nos peitos dela. Terminamos de tomar banho e deitamos nus na cama para dormir de conchinha.

Naquela noite, por volta da 1h da manhã, acordei e senti a bunda dela contra meu pau, quase que "presa" entre as nádegas. Isso me excitou e comecei a esfregar de leve nela para... que não acordasse, mas como tinha muito trabalho de manhã, deixei ela descansar, me levantei e, estando pelado, fui até a cozinha pegar água. Fui, abri a geladeira e peguei o galão de água e bebi direto dele, então sinto que me agarram por trás e começam a esfregar meu pau enquanto beijam minhas costas. Eu me deixei levar enquanto dizia "quer um segundo round? lembra que você precisa descansar", ao que me responderam "A prova é de tarde" e, ao reconhecer que não era a voz da minha namorada, me virei e vi a prima com um babydoll semitransparente que deixava sua nudez à mostra, seus peitos bem redondos se desenhavam sob a seda macia da roupa e sua buceta depilada e rechonchuda era visível de longe.

— Mas!... o que você está fazendo?... — disse, gaguejando.

Ela mordeu o lábio e disse num tom safado "desculpa por esbarrar em você no meio da noite, vim buscar um copo de porra", tentei me afastar mas meu pau apontou pra cima e com o tesão que eu tava não tinha como negar que queria meter nela. Ela se aproximou e me beijou enquanto esfregava meu pau na entrada da sua buceta. "Só vim buscar porra e não se preocupa, eu mesma posso ordenhar, não faço tanto barulho quanto minha prima" "Você nos ouviu?" "Cada gemido e grunhido". Ela me deu outro beijo, mais longo e suave, e foi deitar, eu fiquei surpreso e com o pau duro, não tive outra saída a não ser ir ao banheiro me masturbar e deitei pensando no que tinha acontecido.

De manhã acordei tarde e minha namorada e a prima estavam na mesa, minha namorada revisava coisas do trabalho enquanto tomava café da manhã e a prima também, as duas conversavam sobre coisas, eu fui pra cozinha, preparei um café e sentei pra acompanhá-las.

— A prova é hoje e a entrevista amanhã, preciso estar apresentável — disse Pamela (a prima)
— Bom, então procura nas roupas que trouxe algo pra vestir — disse minha namorada
— Esse é o problema, acho que não tem nada que fique bonito em mim — disse Pamela
— Bom, se quiser eu te ajudo à noite a procurar - É que agora tô cheio de trabalho, aliás, já tô ficando atrasado - disse minha namorada.
- Mas não dá tempo, e se não tiver nada pra amanhã? - disse Pamela.
- Então você tem na sua frente um estilista, o que melhor do que isso pra te ajudar a se vestir? Ele pode te orientar já que você tem tempo agora - disse minha namorada e apontou pra mim.
- Ehh, sim... eu... eu posso te ajudar... digo... se não tiver problema - falei.
- Não tem problema nenhum, amor, eu já vou indo, fica por conta, te amo - me deu um beijo e foi embora.

Ficamos eu e Pamela sentados ali, ela agindo como se nada tivesse acontecido na noite anterior, eu ainda pensando naquilo, naquele beijo, nos peitos dela, na sua buceta, mas ela continuou tomando café da manhã.

- Então, em que posso ajudar? - perguntei.
- Preciso achar algo decente pra entrevista de amanhã - disse ela.
- Você decide quando a gente começa.
- Deixa eu terminar e já vou buscar as roupas.
- Beleza.

Ela terminou o café, levantou, levou as coisas pra cozinha e foi pro quarto buscar as roupas. Pouco tempo depois voltou com vários vestidos, saias, blusas, jaquetas e tal. Procurei combinações, mas nenhuma agradou ela, nenhuma era do estilo dela. Aí ela falou:

- Tenho um dinheiro, me acompanha pra comprar uns trapos?
- Sim, claro.

Saímos de táxi e chegamos numa loja daquelas em que os provadores são grandes e ficam lá no fundo. Ela pegou várias peças sem me mostrar e entrou no provador. Depois de um tempo, ela diz que tá pronta e sai. Tava com uma saia verde menta, uma blusa bege e um cinto branco. Eu falei que tava legal, mas que precisava de algo mais formal, a saia era meio... cês sabem. Ela saiu com a segunda combinação: a mesma blusa, agora com uma calça marrom. Falei que tava melhor, mas ela não quis. Aí entrou pela terceira vez e, depois de um tempo sem sair, ela me chama:

- Me ajuda? É que o vestido não fecha.
- Talvez precise de outro tamanho.
- Não, esse é meu tamanho, por favor, não tô conseguindo.

Entrei e ela tava lá com um vestido vermelho tentando fechar. na coluna mas não dava, tentei subir mas não consegui, então falei que ia tirar porque não estava entrando, aí tirei e na hora ela foi pra porta, terminou de tirar o vestido e não tinha nada por baixo, estava totalmente pelada num provador que qualquer um podia espiar.

-Então o que eu visto? Tá com tesão? - ela disse enquanto segurava os peitos
-Fica de joelhos e me chupa - falei

Ela se ajoelhou e desabotoou minha calça, meu pau ficou exposto e ela enfiou na boca na hora, eu quase grunhi mas me segurei, ela chupava e lambia minhas bolas desajeitada mas fazia gostoso, pedi pra ela levantar porque não tinha tempo a perder e virei ela de costas e falei "vamos ver se é verdade isso de que você é quieta". Passei um pouco de saliva no pau e enfiei de uma vez só e ela soltou um grito na hora que tive que tampar a boca dela e parar dentro.

-Filha da puta, vão nos pegar! Não disse que não fazia barulho?-
-Falei que não faço muito barulho, não que não faço, além do mais você me rasgou de uma vez e não é justo, mas tudo bem, já que começou termina-
-Um gemido a mais e eu te enfio no cu pra você gritar com vontade-

Tampei a boca dela e continuei metendo, a cada enfiada ela soltava gemidos mas não muito altos, mordia o lábio, apertava os mamilos e eu com uma mão na boca dela e a outra na cintura quase a imobilizei. Depois de um tempo assim percebi que não estávamos num bom lugar pra fazer aquilo e tirei, ela reclamou por não avisar. Nos vestimos e ao sair uma das atendentes nos viu com olhar malicioso e nós saímos rindo. Pegamos um táxi e fomos pra casa. Assim que chegamos eu a segurei pela cintura e encostei meu volume na bunda dela, falei que não ia me deixar no meio e que o melhor seria ela ceder porque senão eu abria o cu dela sem piedade. Não foi muita ameaça pra ela, mas ela tirou tudo na hora e os mamilos estavam bem parados, comecei a lamber e morder e ela gemeu, abri a bunda dela e acariciei seu ânus e ela, toda desejosa, me pedia para arrebentar ela toda, nos atiramos no chão e ela subiu em mim e se enfiou na minha pica, começou a cavalgar em mim gemendo e se movendo pra frente e pra trás. Ela não tinha muita experiência, mas fazia muito bem, coloquei ela de quatro e comecei a meter bem forte até que quase gozei e tirei, enfiei minha língua no cu dela e as pernas tremeram na hora, depois de um tempo, sem avisar, enfiei a pica no cu dela e ela quase chorou, por pouco não entrou toda de primeira, mas em nenhum momento dei ré, só continuei enfiando até entrar toda e comecei a socar, ela pedia mais e eu dava mais, gritava, chorava, reclamava, mas gemia e gostava, quando gozei foi no cu dela e ela só disse "Ayyyyyy QUE DELÍCIA!" se jogou no chão e eu subi em cima dela, ela me envolveu com as pernas como se fosse na posição de missionário e nos beijamos ali, depois fomos tomar banho juntos e comi toda a buceta dela, fodi ela de novo mas dessa vez foi menos porque no chuveiro estávamos nos beijando e nos tocando muito e falávamos coisas quentes no ouvido, preparamos algo para almoçar e ela foi fazer sua prova.

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