Don Antonio y Laurita (5 parte)

...Foram dos piores dias da vida de Antonio. Ele passeava por horas e percebia que praticamente o tempo todo sua mente estava naquela garota. Caminhava e lembrava cada minuto que tinha passado ao lado dela. Revivia mentalmente aquela noite em que a conheceu. A sensação indescritível que tomou conta dele quando a despiu pela primeira vez. Sabia perfeitamente que nunca mais acariciaria uma buceta como a da Laura. Olhou para o céu e agradeceu por ter lhe dado aquele presente. Seu rosto mudou, mostrando raiva, ódio. Amaldiçoou em voz alta por não ter quarenta anos a menos e não poder ficar com ela. Quando chegava em casa, sentia ela vazia.

Laura saía com as amigas e com o namorado à tarde, precisava se distrair e não pensar naquele senhor. Se sentia triste. Quando estava a sós com o namorado, o abraçava e sentia que era muito diferente abraçar ele do que abraçar Antonio. Amava Pedro, mas não conseguia evitar aquela sensação de tristeza. Quando ficavam sozinhos em casa, transavam e ela nunca sentia o mesmo que com Antonio. Muitas vezes desejava se sentir beijada entre as pernas de novo, mas não tinha coragem de pedir.

Como toda noite, Antonio se deitou na cama e pensou na garota. Lembrou do momento intenso em que, ao subir as pernas no sofá, a buceta e o cu da Laura ficaram expostos ao seu olhar. Ficou excitado ao lembrar como aquele buraquinho tímido se contraía e dilatava pelo prazer que sua boca lhe causava. Antonio abaixou a calça e começou a se masturbar. Esticando o braço, abriu a gaveta do criado-mudo e, enfiando a mão, sentiu a maciez daquele tecido. Sem parar de se acariciar, levou a peça ao rosto e cheirou fundo. O cheiro íntimo da buceta da Laura acariciou seu nariz e penetrou em seu corpo. Gozou na hora. Ainda com a respiração ofegante, olhou para a calcinha e passou ela no rosto. Desde o dia da despedida da Laura, ele tinha que se masturbar todas as noites pensando nela. nela. Os olhos dela se encheram d'água e ela não conseguiu evitar que as lágrimas escorressem pelas bochechas...

Laura tinha acabado de tomar banho e o telefone tocou. Era Pedro, que como todo dia ligava pra desejar boa noite. Eles conversaram um pouco e desligaram. Laura, como toda noite desde aquela tarde triste, tirou a calcinha e se deitou na cama. Abriu as pernas e as mãos dela separaram as nádegas. Ela se envergonhou ao sentir prazer quando o dedo acariciou o cu dela. A buceta dela ficava muito molhada ao lembrar, e ela umedecia o dedo com o fluxo. Aqueles movimentos circulares no furinho do rabo dela davam um prazer imenso. Aos poucos, ele relaxava e Laura sentia ele se abrindo devagar. O orgasmo sacudia ela com força quando o dedo entrava um pouco. Laura ficava triste ao pensar que nunca seria capaz de viver essas sensações com ninguém. Nem louca poderia pedir isso pro namorado dela.

As semanas passavam e Antonio se desesperava. Há alguns dias, uma ideia rondava a cabeça dele, mas a vergonha impedia ele de dar esse passo. Naquela tarde, lendo o jornal, ele viu aquele anúncio e, sem pensar duas vezes, decidiu ligar. Tinha dito que chegaria em meia hora ou algo assim. Estava nervoso. Nos seus sessenta e quatro anos de vida, nunca tinha estado com uma puta. Quando ela chegou, ele observou ela com atenção e a carinha de menina daquela moça lembrou ele da Laura. Ela se vestia de maneira bem sensual, mas sem entregar a profissão. Ele estranhou que uma garotinha como aquela se dedicasse a isso. Mal trocaram palavras. Assim que entraram na sala, aquela jovem começou a se despir provocativamente na frente do Antonio e, uma vez nua, abraçou ele. Ele, muito nervoso, acariciou as costas dela. A jovem procurou a boca dele, mas ele só queria uma coisa e pediu.

- Por favor, senta no sofá - a voz trêmula dele entregava o nervosismo.

Aquela jovem sentou, obedecendo ele, e viu aquele homem se ajoelhar na frente dela. Aquele... O senhor segurou delicadamente o pé dela e colocou no sofá. Imediatamente fez o mesmo com o outro pé. Naquela posição, ela sentia que aquele velho estava olhando com atenção para a buceta e o cu dela. Fechou os olhos ao sentir as mãos daquele senhor separando suas nádegas. Pensou que tinha encontrado o típico cliente que queria fazer sexo anal com ela. Em silêncio, rezou para que aquele homem fosse delicado ao fazer isso. Antonio observou atentamente a buceta e o cu daquela jovem. Ela tinha uma buceta linda, delicada, rosada, quase coroada por um triângulo de pelos loiros. Ele reparou no cu dela, também lindo, e o acariciou com a ponta do dedo indicador. A garota estremeceu ao sentir a ternura daquela carícia num lugar tão íntimo. Muitos homens já tinham feito sexo anal com ela, mas nenhum a tinha tocado ali de forma tão doce. Surpresa, sentiu que aquele velho a estava excitando. Antonio olhava fixamente para aquele buraquinho tão delicado e aproximou o rosto dele. Beijou aquele cu delicadamente e se sentiu extremamente estranho. Afastou a boca dele e o observou de novo. Não entendia o que estava acontecendo com ele. Fazia semanas que desejava poder viver aquilo de novo. Além disso, o cu daquela garota era extremamente lindo, a moça mostrava que estava gostando do que ele fazia, mas ele não foi capaz de continuar.

— Obrigado por ser tão doce — Antonio se levantou, pegou a carteira e tirou uma nota de cem euros — Toma, não devia ter te chamado, me desculpa…

— Fiz algo errado? — perguntou a jovem, confusa.

— Não, não se preocupa. Você é adorável. Sou eu que não consigo continuar com isso.

A garota se vestiu e, antes de ir embora, deu um beijo na bochecha de Antonio.

— Obrigada por ser tão gentil.

Antonio a viu partir e se amaldiçoou por não conseguir esquecer sua Laura.

Naquele momento, do outro lado da cidade, Laura estava abraçada com o namorado. Eles tinham a casa só para eles. Pedro a Ele beijava ela, e ela se sentia feliz por estar com ele, mas estava muito confusa. Desde que conheceu o Antônio, o corpo dela não reagia mais do mesmo jeito com o Pedro. Era como se fossem dois corpos totalmente opostos. Com o Antônio, o corpo dela ficava muito excitado, ela até se envergonhava de pensar como a buceta dela ficava molhada só de pensar naquele homem. Com o namorado, ela precisava de muitas carícias e beijos pra que a xereca dela reagisse. Com o Antônio, ela tinha orgasmos intensos que até assustavam ela de tanto prazer desconhecido. Com o Pedro, ela sentia prazer simplesmente…

Laura lembrou do Antônio e desabotoou a camisa do namorado, apoiando o rosto no peito nu dele. Ela desejou que o namorado tivesse um peito cheio de pelos, igual ao do Antônio. Beijou aquele peito e desceu com a boca devagar. Fazia semanas que ela queria fazer uma coisa de novo, e agora só podia fazer com o namorado. Desabotoou a calça dele e puxou pra baixo. O Pedro tava excitado. Com o namorado, ela nunca tinha feito aquilo, mas precisava fazer. Puxou a cueca dele pra baixo e viu o pau do namorado. Tava duro. Lembrou do sexo do Antônio, a boca dela queria sentir ele penetrando ela de novo, mas sabia que não podia. O Antônio tinha afastado ela da vida dele. Tinha que ser o pau do Pedro que substituísse o do Antônio. A boca dela beijou o membro excitado, e o Pedro gemeu. Olhou pra ela surpreso. A namorada nunca tinha beijado o pau dele. Os lábios da mina dele rodearam a cabeça do pau e ela começou a chupar…

Laura logo tirou a boca do sexo do namorado. Enrolou a mão nele e começou a masturbar ele. Enquanto fazia isso, não conseguiu evitar pensar que era diferente chupar o pau do Antônio. Surpresa, percebeu que, mesmo sendo muito mais feio o sexo daquele homem, ela gostava muito mais do gosto dele e sentia sensações muito mais intensas, sentindo a língua dela esfregar nele. Enquanto masturbava ele, ela abriu as pernas, deixando o namorado ver a buceta dela pelada. Laura ansiava sentir alguém beijando ela ali de novo. Pedro começou a acariciar ela. Eles se masturbavam um ao outro. Laura gemeu. Ficou envergonhada ao perceber que, por momentos, fechava os olhos e pensava que era a mão de Antonio que estava acariciando a buceta dela. Desejou sentir de novo a buceta dela presa na boca dele…

- Tá gostando? - entre gemidos, conseguiu soltar aquela pergunta pro namorado.

- O que, amor?

- Minha buceta… - fazendo um esforço, conseguiu vencer a vergonha.

- Acho que é igual a todas, né?

Aquelas palavras do namorado caíram como um balde de água fria nela. Pra Antonio, a buceta dela era, segundo ele, a mais macia e gostosa, e agora o namorado dizia que seria igual a qualquer outra buceta de outra mina. Laura sentiu raiva e começou a masturbar ele mais rápido. Queria fazer ele gozar e ir pra casa dela. Logo conseguiu o que queria e se vestiu rápido. Ao chegar em casa, se trancou no quarto e se masturbou. O tempo todo pensava em Antonio. Os orgasmos intensos dela foram disfarçados, tapando o rosto com o travesseiro. Ficou relaxada e começou a chorar. Amava o namorado, mas percebeu que nunca seria feliz sexualmente com ele.

Enquanto Laura dormia chorando, Antonio se despia completamente e, deitando na cama, abriu a gaveta onde guardava aquela peça. Ao sentir o toque do tecido na mão, o pau dele inchou até ficar durasso. Se surpreendeu ao perceber que, levando a calcinha ao rosto, começou a cheirar ela como de outras vezes, mas dessa vez fazia isso pela parte de trás. Cheirou com tesão a área da peça que tinha estado em contato com o cu daquela mina. A excitação daquele ato o fez mover a mão que segurava o pau dele bem rápido. Gozou lembrando do cu de Laura na boca dele… Por uns minutos, ainda ofegante do orgasmo, pensou em Laura. Entendeu que era inútil tentar esquecer ela.

Laura e Pedro se divertiam com os amigos e amigas deles. O cara notava que algo distante da namorada desde a última tarde que ficaram sozinhos na casa dela. Tinham decidido sair naquela noite pra dançar na balada. Pedro bebia com os amigos e Laura dançava por perto. As minas da galera geralmente ficavam mais perto da pista de dança, porque adoravam se divertir dançando.

Antonio saiu de casa como toda madrugada pra caminhar pela cidade. Olhou o relógio e eram três da manhã. Naquela hora, sabia que ia ser foda passar na frente da balada perto da casa dele, porque era a hora que os jovens começavam a chegar. Percebeu que tinha uma fila enorme pra entrar no local. Não conseguiu evitar lembrar de Laura. Instintivamente, procurou ela com o olhar no meio daquela gente toda. Suspirou. Parece gado, pensou, enquanto deixava o local pra trás e continuava andando em direção ao centro da cidade.

Laura, enquanto dançava, olhava pro namorado. Ele tava bebendo pra caralho naquela noite. Sentiu calor e decidiu ir no banheiro lavar o rosto. Ao passar pela porta de saída, sentiu uma força estranha que empurrava ela pra sair da balada. Na rua, pensou em Antonio e sentiu o corpo tremer. Nem tava pensando no que tava fazendo quando começou a andar na mesma direção daquela noite que tinha ficado bêbada. Cada passo que dava, o corpo dela era tomado por um formigamento intenso. Viu o portão do prédio e ficou com vergonha. As mãos tremiam quando se aproximou do interfone. Não conseguiu apertar o botão. Não aguentava a ideia de ser rejeitada por aquele senhor. Sentou no batente do prédio sem saber o que fazer.

Antonio voltava pra casa. De novo, aquele trecho na frente da balada fazia ele se sentir puto. Amaldiçoava aquela juventude barulhenta. O olhar dele procurou Laura de novo no meio da multidão. Pensou que talvez ela estivesse lá dentro. Imaginou ela dançando, rindo com as amigas. Será que tava bebendo como naquela noite que ele conheceu ela? Perguntava pra si mesmo. A maioria dos jovens que Estavam fora, tinham saído pra fumar. Na entrada do local tinha só cinco pessoas. Ele parou pensativo e ficou na entrada. Logo se viu no meio daquela multidão barulhenta. Pensou que a maioria tava bêbada. Os jovens esbarravam nele e ele quase virou as costas pra ir pra casa. Como conseguiu, foi até um dos balcões do lugar. Tava bem cheio de gente. Antonio procurava com o olhar. Tinha umas novinhas da idade da Laura dançando. Do lado dele, no balcão, um grupo de caras bebia e ria... Ele se sentiu um idiota no meio daqueles jovens. Muitos olhavam pra ele como se fosse um bicho estranho. Não pintava nada ali, ou será que pintava?...

Ela tinha ficado meia hora sentada na entrada do prédio e decidiu voltar pra balada. As amigas e o namorado dela deviam estar preocupados. Não foi difícil entrar porque quase não tinha gente comprando ingresso. Ela foi até o balcão onde o Pedro estava e de longe viu ele rindo com os amigos. Sentiu raiva de não ver ele preocupado com ela. Laura se aproximava deles e as amigas viram ela, fazendo gestos pra ela ir dançar com elas. Quando faltavam só uns metros pra chegar onde elas estavam, a Marta viu que a cara da Laura mudou. Ela olhava pra onde o Pedro estava. Lá estava o namorado da amiga e os amigos, tinha um senhor bem mais velho de costas do lado dele...

Laura sentiu as pernas fraquejarem quando viu que atrás do namorado dela tinha um senhor de cabelo branco. O coração dela começou a bater descontrolado e enquanto ela se aproximava, aquele senhor se virou, ficando de frente. Era o Antonio...

Antonio se virou e viu ela de frente, a uns cinco metros de distância. Se sentiu um adolescente ao perceber que ficava nervoso. Lá estava ela. A garota que fez ele sentir de novo a emoção de encontrar alguém amado. Lá estava aquela garota que fez ele ter ereções intensas como um adolescente só de pensar nela, só de roçar nela. Pedro olhou pra ela e se surpreendeu ao ver o rosto da namorada. Depois de muitos meses, a felicidade tinha voltado a se estampar na cara dela. Confuso, percebeu que aquela cara de felicidade não era por ele. A namorada dele olhava além de onde ele estava. Virando-se, viu que Laura olhava pra aquele senhor mais velho que estava ali atrás deles fazia um tempo. Pedro pensou que era impossível. Laura mostrava felicidade por olhar pra aquele senhor. Antonio afastou aquele garoto pra poder se aproximar dela. Ele estava a um metro escasso e acariciou o rosto dela. Laura estremeceu ao sentir de novo aquelas mãos na pele dela.

— Laura, me perdoa, amor — a voz dele tremia.

— Antonio… — Laura se abraçou forte nele, encostando o rosto no peito dele — …não tenho nada pra perdoar. Me leva pra sua casa, por favor…

Antonio sentiu o coração apertado de emoção. Sentiu uma ereção forte só de sentir o abraço daquela garota. Laura sentiu os bicos dos peitos endurecerem igual pedra. Sentiu a buceta vazar de tesão na calcinha ao se sentir abraçada de novo por aquele senhor…

Pedro não soube e não conseguiu reagir. A cara da namorada dele quando olhava pra aquele senhor tinha dito tudo. Ele se sentiu travado quando viu como ela se abraçava naquele homem.

— Me desculpa… — foi a única coisa que Laura conseguiu dizer pro namorado antes de vê-la virar e ir embora de mãos dadas com aquele senhor que podia ser avô dela…

Marta, que tinha presenciado a cena toda estupefata, ficou pasma. Nunca tinha visto aquela cara de felicidade na amiga dela…

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