Amigos, aqui vai a continuação da minha história, espero que vocês gostem e curtam, qualquer comentário construtivo é bem-vindo.
Parte 1.http://www.poringa.net/posts/relatos/2780287/La-Fantasia-de-Rebeca---Parte-1.htmlEram 6:00 da manhã, Rebeca ainda estava profundamente dormindo, com um sorrisão na carinha depois de ter se masturbado antes de dormir. Os dedos da mão direita ainda estavam parcialmente dentro da buceta dela, parecia que não tinha se mexido a noite toda. O corpo dela continuava pelado, só com um lençol cobrindo parte dos pés.
O despertador começou a tocar, e devagarzinho Rebeca arqueou as costas e tirou os dedinhos da buceta, esticou as pernas e abriu os olhos.
— Que sono gostoso que eu tive essa noite, e aí, bucetinha, como é que dormiu? — deu uns tapinhas na buceta macia dela.
Nos olhos dela ao acordar, dava pra ver os desejos. Ela se sentia uma foxy, uma que precisava satisfazer as vontades, fosse com uma rola ou com as próprias mãos. Faltavam umas horas pro primeiro dia de trabalho dela. Ela levantou e correu rápido pra tomar um banho com água morna pra poder se maquiar e depois ir trabalhar.
Rebeca tinha o costume de sair pelada quando tomava banho, porque o banheiro era só no quarto dela. Adorava se olhar no espelho ao sair, ver o cabelo molhado grudado na pele. Sempre ficava vários minutos se vendo nua, de costas, de lado, não importava o ângulo. Ela abria a buceta pra se ver no espelho, virava pra olhar a própria raba, só sorria e sussurrava:
— Que foxy mais gostosa que eu sou, será quantos vão ter a honra de me provar no meu primeiro trabalho? Tô morrendo de vontade de começar a comer um por um cada homem que olhar pras minhas tetas.
Rapidamente, Rebeca pegou a roupa que tinha deixado pronta na noite anterior. Se preparava pra sair do quarto quando parou e sorriu.
— Não posso esquecer meu amuleto da sorte.
Correu pra cama e pegou o batom. Se olhou no espelho e passou tanto batom que os lábios ficaram vermelho escuro, digno de uma foxy. Se olhou e deu um beijinho no espelho.
— Pronto, agora posso ir trabalhar, mmmmm e de quebra pegar umas rolas novas.
Saiu do quarto, se despediu das... Pais, e anda umas duas quadras até esperar o ônibus. É bem cedo, umas 7 da manhã, vários jovens tão indo pegar o busão pra faculdade. A Rebeca adora ser olhada, então caminha toda sensual, rebolando aquelas bundas morenas e olhando pra cada jovem que dá uma espiada discreta nos peitos dela.
Finalmente o ônibus chega e a Rebeca é a primeira a subir. Todos os lugares tão ocupados, então ela fica em pé lá no fundão. Depois dela, uns jovens universitários sobem e também vão pro fundo. Uns minutos depois, um deles fica bem atrás dela.
O jovem universitário é bem maior que a Rebeca, então ele consegue baixar o olhar e ver um pouco dos peitos dela. Devagar, ele se aproxima mais, enquanto o ônibus vai lotando. Ele se arrisca e estende a mão pra pegar na bunda da Rebeca. Quando sente a mão dele, a Rebeca só dá uma risadinha, vira a cabeça e fala:
— Por que demorou tanto?
A Rebeca então tenta passar a mão por trás das costas dela. Tem muita gente no ônibus, então é fácil esconder a mão. Ela estende a mão e toca a virilha do jovem universitário. Começa a acariciar devagar, apertando o pau dele. Sente o jovem se aproximar mais, prendendo e escondendo a mão da Rebeca entre a bunda dela e a virilha dele, enquanto ele começa a suar de nervoso. O ônibus para. A Rebeca vira a cabecinha, pega a cabeça do jovem e dá um beijo nele.
— Prazer te conhecer.
O jovem fica surpreso. A Rebeca solta o pau dele e desce do ônibus. O jovem universitário pergunta:
— Qual é o seu nome?
A Rebeca só sorri e continua andando, rebolando muito a bunda porque sabe que ele vai continuar olhando. Anda por uns minutos até chegar no Banco Central. É um prédio tão grande que ela olha pra cima.
— Chegou a hora de entrar.
Ela tava nervosa, mas foi andando até a porta. Não sabia pra onde ir. Aí ela olha pra... A recepcionista pergunta pra ela:
— Com licença, senhorita, é meu primeiro dia, meu nome é Rebeca...
A secretária sorri e responde:
— Siga por esse corredor, na segunda porta à direita estão esperando quem tá no primeiro dia de trabalho.
Rebeca entra na sala, só vê um homem sentado numa das cadeiras, se apresenta:
— Me chamo Rebeca, bom dia.
Ela sorri e senta bem na frente do homem, ele só sorri e estende a mão:
— Me chamo Francisco, prazer em te conhecer, Rebeca.
Ela sorri e olha ele dos pés à cabeça, começa a pensar:
— Parece que encontrei o primeiro sortudo.
Gosta do jeito que ele apertou a mão dela com força, olha ao redor e diz:
— Parece que vamos passar uns minutos aqui.
Rebeca cruza as pernas e encara Francisco, sorri e passa a mão no peito dela:
— Tá um calorzinho — sussurra baixinho.
Enquanto move a mão um pouco pro pescoço e devagar tira o primeiro botão da blusa, depois olha pra cima enquanto a mão desliza pelo pescoço dela de olhos fechados, solta um suspiro e desce a mão abrindo levemente a blusa, agora o decote dela tá mais visível.
— Me conta sobre você, Francisco, é seu primeiro emprego? Você parece bem novo, deve ter uns 26 ou 28 anos.
— Não errou, tenho 29 anos. Não é meu primeiro emprego, trabalhei em outro banco por 4 anos.
Francisco tenta disfarçar, mas acha Rebeca muito gostosa pelo jeito que ela tá olhando pra ele, olha nos olhos dela e depois tenta disfarçar mas também olha pras tetas de Rebeca. Ela sabe disso, então levanta uma das mãos e passa o dedo na borda do decote uma vez e outra, joga o cabelo pra trás mostrando o pescoço, não para de sorrir, adora seduzir um homem e ver como a cara dele muda enquanto a cada segundo ele quer ela mais.
Francisco cruza uma das pernas rápido, sente o pau começando a endurecer. depois coloca as mãos cruzadas sobre a virilha pra disfarçar a ereção.
— Você é casado, Francisco? Tem namorada? Ou quem sabe uma boa amiga... — ela ri um pouco.
— Bem, tenho... muitos anos de solteiro.
— Como um homem tão gostoso como você pode estar solteiro.
Rebeca se levanta e senta do lado dele, olha nos olhos dele, sorri com carinho.
— Eu não tenho namorado, só tenho amigos...
Ela pisca o olho pra Francisco e depois coloca a mão na coxa dele.
— Você é gostoso, sabe disso, gosto da cor dos seus olhos, seus olhos são da mesma cor do meu último namorado.
A mão dela sobe um pouco mais na coxa dele até chegar na virilha, a mão de Rebeca pousa sobre o pau duro dele.
— Tô enganada ou parece que você gostou da minha companhia, Francisco?
Francisco não sabe o que responder, só consegue olhar pra baixo enquanto uma mina que acabou de conhecer toca no pau dele, as palavras fugiram da mente dele, o pau cresce mais e mais. Rebeca então beija a bochecha dele, consegue ver uma marquinha na ponta do pau dele por baixo da roupa.
— Parece que você molhou a pontinha, espero que a gente possa bater um papo mais durante o dia.
Francisco só fica vermelho, não sabe o que dizer, só balança a cabeça concordando.
Ouve-se passos e a porta do quarto onde Francisco e Rebeca esperavam se abre de novo, chamam os nomes deles.
— Por aqui, por favor, preciso que me acompanhem.
Rebeca é a primeira a se levantar, dá uns passos pra frente mostrando a raba pra Francisco, vira e fala:
— Vamos, por que você demora tanto?
Ela ri com carinho, enquanto Francisco mexe um pouco o pau na calça pra não dar pra ver a ereção quando se levantar, vermelho, só se levanta e anda atrás de Rebeca olhando aquela raba redonda e como ela balança de um lado pro outro.
Continua...
Parte 1.http://www.poringa.net/posts/relatos/2780287/La-Fantasia-de-Rebeca---Parte-1.htmlEram 6:00 da manhã, Rebeca ainda estava profundamente dormindo, com um sorrisão na carinha depois de ter se masturbado antes de dormir. Os dedos da mão direita ainda estavam parcialmente dentro da buceta dela, parecia que não tinha se mexido a noite toda. O corpo dela continuava pelado, só com um lençol cobrindo parte dos pés.
O despertador começou a tocar, e devagarzinho Rebeca arqueou as costas e tirou os dedinhos da buceta, esticou as pernas e abriu os olhos.
— Que sono gostoso que eu tive essa noite, e aí, bucetinha, como é que dormiu? — deu uns tapinhas na buceta macia dela.
Nos olhos dela ao acordar, dava pra ver os desejos. Ela se sentia uma foxy, uma que precisava satisfazer as vontades, fosse com uma rola ou com as próprias mãos. Faltavam umas horas pro primeiro dia de trabalho dela. Ela levantou e correu rápido pra tomar um banho com água morna pra poder se maquiar e depois ir trabalhar.
Rebeca tinha o costume de sair pelada quando tomava banho, porque o banheiro era só no quarto dela. Adorava se olhar no espelho ao sair, ver o cabelo molhado grudado na pele. Sempre ficava vários minutos se vendo nua, de costas, de lado, não importava o ângulo. Ela abria a buceta pra se ver no espelho, virava pra olhar a própria raba, só sorria e sussurrava:
— Que foxy mais gostosa que eu sou, será quantos vão ter a honra de me provar no meu primeiro trabalho? Tô morrendo de vontade de começar a comer um por um cada homem que olhar pras minhas tetas.
Rapidamente, Rebeca pegou a roupa que tinha deixado pronta na noite anterior. Se preparava pra sair do quarto quando parou e sorriu.
— Não posso esquecer meu amuleto da sorte.
Correu pra cama e pegou o batom. Se olhou no espelho e passou tanto batom que os lábios ficaram vermelho escuro, digno de uma foxy. Se olhou e deu um beijinho no espelho.
— Pronto, agora posso ir trabalhar, mmmmm e de quebra pegar umas rolas novas.
Saiu do quarto, se despediu das... Pais, e anda umas duas quadras até esperar o ônibus. É bem cedo, umas 7 da manhã, vários jovens tão indo pegar o busão pra faculdade. A Rebeca adora ser olhada, então caminha toda sensual, rebolando aquelas bundas morenas e olhando pra cada jovem que dá uma espiada discreta nos peitos dela.
Finalmente o ônibus chega e a Rebeca é a primeira a subir. Todos os lugares tão ocupados, então ela fica em pé lá no fundão. Depois dela, uns jovens universitários sobem e também vão pro fundo. Uns minutos depois, um deles fica bem atrás dela.
O jovem universitário é bem maior que a Rebeca, então ele consegue baixar o olhar e ver um pouco dos peitos dela. Devagar, ele se aproxima mais, enquanto o ônibus vai lotando. Ele se arrisca e estende a mão pra pegar na bunda da Rebeca. Quando sente a mão dele, a Rebeca só dá uma risadinha, vira a cabeça e fala:
— Por que demorou tanto?
A Rebeca então tenta passar a mão por trás das costas dela. Tem muita gente no ônibus, então é fácil esconder a mão. Ela estende a mão e toca a virilha do jovem universitário. Começa a acariciar devagar, apertando o pau dele. Sente o jovem se aproximar mais, prendendo e escondendo a mão da Rebeca entre a bunda dela e a virilha dele, enquanto ele começa a suar de nervoso. O ônibus para. A Rebeca vira a cabecinha, pega a cabeça do jovem e dá um beijo nele.
— Prazer te conhecer.
O jovem fica surpreso. A Rebeca solta o pau dele e desce do ônibus. O jovem universitário pergunta:
— Qual é o seu nome?
A Rebeca só sorri e continua andando, rebolando muito a bunda porque sabe que ele vai continuar olhando. Anda por uns minutos até chegar no Banco Central. É um prédio tão grande que ela olha pra cima.
— Chegou a hora de entrar.
Ela tava nervosa, mas foi andando até a porta. Não sabia pra onde ir. Aí ela olha pra... A recepcionista pergunta pra ela:
— Com licença, senhorita, é meu primeiro dia, meu nome é Rebeca...
A secretária sorri e responde:
— Siga por esse corredor, na segunda porta à direita estão esperando quem tá no primeiro dia de trabalho.
Rebeca entra na sala, só vê um homem sentado numa das cadeiras, se apresenta:
— Me chamo Rebeca, bom dia.
Ela sorri e senta bem na frente do homem, ele só sorri e estende a mão:
— Me chamo Francisco, prazer em te conhecer, Rebeca.
Ela sorri e olha ele dos pés à cabeça, começa a pensar:
— Parece que encontrei o primeiro sortudo.
Gosta do jeito que ele apertou a mão dela com força, olha ao redor e diz:
— Parece que vamos passar uns minutos aqui.
Rebeca cruza as pernas e encara Francisco, sorri e passa a mão no peito dela:
— Tá um calorzinho — sussurra baixinho.
Enquanto move a mão um pouco pro pescoço e devagar tira o primeiro botão da blusa, depois olha pra cima enquanto a mão desliza pelo pescoço dela de olhos fechados, solta um suspiro e desce a mão abrindo levemente a blusa, agora o decote dela tá mais visível.
— Me conta sobre você, Francisco, é seu primeiro emprego? Você parece bem novo, deve ter uns 26 ou 28 anos.
— Não errou, tenho 29 anos. Não é meu primeiro emprego, trabalhei em outro banco por 4 anos.
Francisco tenta disfarçar, mas acha Rebeca muito gostosa pelo jeito que ela tá olhando pra ele, olha nos olhos dela e depois tenta disfarçar mas também olha pras tetas de Rebeca. Ela sabe disso, então levanta uma das mãos e passa o dedo na borda do decote uma vez e outra, joga o cabelo pra trás mostrando o pescoço, não para de sorrir, adora seduzir um homem e ver como a cara dele muda enquanto a cada segundo ele quer ela mais.
Francisco cruza uma das pernas rápido, sente o pau começando a endurecer. depois coloca as mãos cruzadas sobre a virilha pra disfarçar a ereção.
— Você é casado, Francisco? Tem namorada? Ou quem sabe uma boa amiga... — ela ri um pouco.
— Bem, tenho... muitos anos de solteiro.
— Como um homem tão gostoso como você pode estar solteiro.
Rebeca se levanta e senta do lado dele, olha nos olhos dele, sorri com carinho.
— Eu não tenho namorado, só tenho amigos...
Ela pisca o olho pra Francisco e depois coloca a mão na coxa dele.
— Você é gostoso, sabe disso, gosto da cor dos seus olhos, seus olhos são da mesma cor do meu último namorado.
A mão dela sobe um pouco mais na coxa dele até chegar na virilha, a mão de Rebeca pousa sobre o pau duro dele.
— Tô enganada ou parece que você gostou da minha companhia, Francisco?
Francisco não sabe o que responder, só consegue olhar pra baixo enquanto uma mina que acabou de conhecer toca no pau dele, as palavras fugiram da mente dele, o pau cresce mais e mais. Rebeca então beija a bochecha dele, consegue ver uma marquinha na ponta do pau dele por baixo da roupa.
— Parece que você molhou a pontinha, espero que a gente possa bater um papo mais durante o dia.
Francisco só fica vermelho, não sabe o que dizer, só balança a cabeça concordando.
Ouve-se passos e a porta do quarto onde Francisco e Rebeca esperavam se abre de novo, chamam os nomes deles.
— Por aqui, por favor, preciso que me acompanhem.
Rebeca é a primeira a se levantar, dá uns passos pra frente mostrando a raba pra Francisco, vira e fala:
— Vamos, por que você demora tanto?
Ela ri com carinho, enquanto Francisco mexe um pouco o pau na calça pra não dar pra ver a ereção quando se levantar, vermelho, só se levanta e anda atrás de Rebeca olhando aquela raba redonda e como ela balança de um lado pro outro.
Continua...
1 comentários - A Fantasia de Rebeca - Parte 2 (O Despertar)