Olá, amigos do P!
Essa é a minha primeira postagem, embora infelizmente não seja uma história minha. Li em outro fórum e me identifiquei, porque é algo que vem martelando na minha cabeça há um tempão e quero realizar com a minha parceira. Então, resolvi compartilhar com vocês. Espero que curtam tanto quanto eu e deixem seus comentários!!!
COMEÇEI A COMPARTILHAR MINHA MULHER
O que vou contar começou como uma fantasia e terminou como realidade.
Somos um casal jovem, casados há sete anos, e há cerca de quatro anos, quando ela tinha 28 e eu 30, começamos a soltar nossas fantasias na hora de transar.
Sempre fui conhecido por ter fantasias sexuais meio doidas, ela era mais tímida, mas é uma profissional na cama. Se for pra falar de putaria, ela é uma das melhores. Considerando que ela tem um corpo de dar inveja, com 1,66m de altura, 89-58-87 e 18 anos de academia, uma bunda dura e escultural, consegue despertar o tesão de qualquer homem.
Tudo começou com a compra de lingerie sexy pra ela numa sex shop, que eu mesmo escolhia, calcinhas fio dental, porque por sorte eu também cuido do meu corpo, mantendo um shape legal de altura parecida e alguns anos de academia, e muita vontade de curtir o sexo. Sou daqueles que acha que no sexo, tudo que dá prazer e é de comum acordo entre os dois, vale.
Também compramos na feira um pepino pra nos divertir um pouco. Bastou colocar o pepino na buceta dela, que por sinal era bem grande, pra ela explodir de prazer. Enquanto isso, eu ia metendo meu pau no cu dela, e a sensação de ser duplamente penetrada levou ela ao orgasmo duas vezes. Depois trocamos de posição e gozei dentro dela, deixando alguns minutos pra relaxarmos. Tudo isso trouxe conversas, meio a sério meio de brincadeira, sobre sermos dois homens comendo ela. E repetíamos essas práticas sexuais toda hora, e por incrível que pareça, nessas semanas sempre pegávamos filmes no canal pornô onde só transavam a três.
Minha perversão crescia cada vez mais, e a vontade dela, mesmo sem dizer diretamente, também. Propus comprar um vibrador. bem grande, e ela me disse que queria que fosse bem parecido com uma pica de verdade. Já usando duplo sentido.
Da minha parte, comecei a pesquisar como arrumar um terceiro para formar nosso trisal sem que ela soubesse. Devo confessar que, embora a ideia de verem comendo minha mulher me deixasse com muito tesão, proporcionalmente era o medo de ela me largar por outra pica. Pesquisei na internet, jornais e revistas. Até que um dia vi num site de acompanhantes um homem de 36 anos, com um corpo de fisiculturista, bem peludo e com um membro mais que grande. Sim, 23x6, algo que podia superar nosso pepino amigo. Quero deixar claro que, embora minha pica agrade ela, mal chego a 17x4.
Bom, agora tinha que conseguir a aprovação dela, coisa difícil, mas numa das nossas conversas no meio de uma dessas fodas, falei que ela era uma puta e merecia duas picas, e ela com voz de menininha me disse que sim. Então falei que esse seria meu presente de aniversário, mas ela achou que era parte das nossas brincadeiras e continuou.
Mãos à obra, entrei em contato com meu futuro parceiro de sexo e combinamos de nos encontrar num bar para conversar e conhecê-lo. Os dois fomos pontuais, confesso que meus nervos me faziam gaguejar, mas depois de um café entramos na confiança. Ele me contou qual era o preço e explicou que eu seria quem, passo a passo, autorizaria ele a fazer massagens e penetrações. Também falamos sobre a questão da higiene, que me preocupava bastante, e ele esclareceu que seria com camisinha. Pedi uma única coisa: que em momento algum ele tirasse a venda que ela usaria (já queria que ela nunca visse ele).
Tudo acertado, fiquei de ligar para ele no dia do aniversário, e foi assim. Nesse dia, para comemorar, convidei ela para um motel, daqueles que permitem a entrada de casais com acompanhantes, onde ele já estava escondido no quarto. O quarto tinha dois andares e era muito grande.
Depois de entrar e ficarmos com tesão, ela... Ela tirou o vestidinho dela e mostrou o equipamento de guerra. Uma tanga que era um fio dental elástico com um triângulo bem pequeno na frente, a gente gosta só de um pouquinho de pelos acima dos lábios dela, uma cinta-liga, meias com ponta de renda e um par de sapatos de salto agulha bem alto. Em cima, ela não usava nada, e os peitos dela estavam durinhos. Depois de nos beijarmos apaixonadamente, coloquei nela a típica máscara de dormir que dão no avião e comecei a percorrer o corpo todo dela com a língua, entre carícias e apalpadelas dos dois, joguei ela na cama de bruços e falei que tinha o presente de aniversário dela. Aí ela disse "me dá", sem nem lembrar da conversa entre uma trepada e outra que a gente tinha tido tempos atrás. Expliquei que ela não podia tirar a máscara por nada nesse mundo, e ela concordou.
Depois, fiz o meu presente subir, que já estava completamente pelado, enquanto ele se aproximava, não consegui evitar de olhar o quanto ele era bem dotado, era verdade, eu não sei se tinha 23x6, mas era grande e bem grossa, além de estar raspada, o que aumentava ainda mais o tamanho. Naquela fração de segundo, minha cabeça estava a mil e imaginava qualquer coisa, tinha sensações diferentes, já me via com aquela pica toda dentro dela, fazendo ela gozar de prazer, e também um pouco de medo, porque sinceramente não tinha certeza se aquele homem que eu tinha contratado não ia soltar alguma coisa estranha que pudesse machucar ela, mas tudo isso me excitava mais, e ao imaginar minha mulher em cima de uma pica daquelas, gozando igual uma égua no cio pedindo mais, me fazia sentir que ia gozar seco. Me afastando, ele começou a beijar as pernas dela, a bunda, as costas, o pescoço e os ombros, sem que ela nem percebesse.
Depois, entrei num parêntese do Sergio (nosso parceiro sexual) e continuei no ritmo dele. Minha língua, que de tanta excitação parecia formigar, já estava dentro dos lábios dela e rodeando o clitóris, passando pelo cu. Imediatamente, ele se aproximou e copiou o movimento. lambendo ela um pouco mais selvagemente, ela gemia cada vez mais alto. Naquele momento, ele a virou de barriga para cima e meus lábios se atiraram nos peitos dela, criando uma confusão meio violenta e sem entender nada. "Feliz aniversário!", eu disse, e, assustada, ela passou a mão na buceta, encontrando outra cabeça enterrada entre as pernas dela. "Não é o que você pediu?", sussurrei no ouvido dela, lambendo-o de forma úmida, e com um gemido ela me repreendeu: "Seu filho da puta!!!" Foi o "filho da puta" mais prazeroso que ela soltou na vida. Enquanto isso, a mão dela já acariciava a cabeleira do desconhecido, aceitando o presente. Com a outra mão, ela não parava de apertar os próprios peitos. Um fio de saliva se formou entre minha boca e a dela; nos beijávamos apaixonadamente no ritmo do corpo dela, que não parava de ondular. De repente, ela gritou: "Vou gozar, vou gozar, não parem, continuem." Isso fez o sangue ferver dentro da minha pika, que já estava prestes a explodir, enquanto Sergio, com o rosto meio encharcado por um rio de fluido que não parava de sair do anel dela, se levantou e trocamos de lugar. Ele se aproximou com o pedaço dele, já maior do que antes, e roçou no rosto da minha mulher; eu chupava toda a pussy dela e observava aquela cena sem acreditar — era o que eu sempre sonhei: ver minha mulher desesperada por outra pika, porque ele a fazia gozar, deixando-a com mais vontade.
Foram poucos os segundos que ela demorou para agarrar as bolas dele e levar a pika até a boca já aberta, com a linguinha para fora, desesperada para engolir. Sem poder ver a expressão dos olhos dela, que estavam cobertos, percebi a do rosto ao notar que aquele canhão viril quase não cabia na boca dela — o que a deixava ainda mais desesperada, e já eram as duas mãos dela tentando engolir aquele pedaço enorme de carne quente. Uma vez dentro, ele a pegava pela boca, e ela, com as mãos, sentia o torso peludo e musculoso dele. Rapidamente, enfiei minha pika na pussy dela e comecei a bombar; era grande o esforço que eu fazia para não... Porra. Cê gosta? Eu perguntava, é isso que você queria, sua puta? Aproveita. Tudo isso causava uma excitação que eu nunca tinha sentido no meu corpo, que fez eu gozar como nunca tinha gozado antes. Meus gritos mostravam o que tava rolando comigo, e a força da minha porra batendo dentro da buceta dela avisava ela do meu orgasmo. Deitei pra descansar do lado deles e ficar olhando, a pica enorme no máximo da sua extensão parecia um corpo só dentro da boca dela, ele também tava gemendo e a respiração acelerando, de repente ele falou: Tá vindo, tá vindo, e ela afastando uns centímetros o pedaço da boca disse: Quero dentro, me dá na buceta, sim, e de repente começou a sair um jorro grosso e quente, e outro, e outro, foram seis longas serpentinas brancas, a boca dela quase não dava conta de engolir tanta bênção, ela lambia os lábios com a língua e ao mesmo tempo limpava toda a superfície da pica, milímetro por milímetro, engolindo tudo.
Nessa hora eu tava num nível de excitação parecido com o dela e comecei a me masturbar, ela esticou o braço e me puxou pra beijar, senti um pouco da porra morna que ainda tinha na boca dela, mas não liguei porque nossas línguas não paravam de se enroscar. Disfarçadamente ele pegou uma caixa de camisinha que tava na mesinha e colocou, apontando e roçando os genitais molhados dela, fez umas duas tentativas, e entrou. Ela se arrepiou gritando de dor e prazer. Foi aí que ela me soltou e se levantou violentamente abraçando nosso amigo viril, parecia uma cobra enroscada num pau. Ele se levantou e andou pelo quarto com ela grudada na pica dele, apoiando ela na parede e bombando como desesperados. Depois ele se jogou de costas na cama e ela ficou montada, rebolando como num rodeio. Agora ela tava no controle, parecia que cada vez que ele penetrava ela ficava mais incontrolável, nunca tinha ouvido ela gritar e se expressar daquele jeito, as mãos dela quase arrancavam os pelos do peito dele, a cabeça dela girava em círculos de um lado para o outro, e ela não parava de pedir mais. Foi aí que, por trás, inclinei as costas dela para frente, em direção a ele, e novamente com meu pau meio duro enfiei no cu dela. Quase não entrava, porque a pica dele quase fechava o buraco anal de tanto que ocupava na pussy dela. Eu segurava ela pelos quadris e o ritmo que nós três levávamos era infernal.
Enquanto ela beijava o Sergio, eu não entendia o que estava acontecendo. Por momentos, tentava ver a cena de outro ângulo e contemplar minha mulher beijando desesperadamente um homem corpulento que a comia como eu nunca conseguiria. Tudo isso me levou ao meu segundo orgasmo. Nunca fui tão precoce, mas dessa vez não consegui me controlar. Me afastei e sentei na frente deles, e via como do cu dela escorria minha porra em jorros toda vez que a pica do Sergio entrava e saía. Claro, um corpo daquele dentro dela criava a pressão para expelir tudo. Assim continuaram por 15 minutos, alternando posições, mas eu já não conseguia participar porque estava exausto. Só observava e curtia ver minha mulher, minha esposa, sendo comida.
Ele falava no ouvido dela bem baixinho, e ela sussurrava respondendo. Cheguei a ouvir só um "por favor" dela. Naquele instante, eles se separaram e ela se ajoelhou de quatro, com o cu pra cima e as costas formando um tobogã, sem parar de gemer. Ele, de pé na cama atrás dela, apontou pro cu dela. Sim, pretendia meter aquele pedaço dentro daquele cu que ainda gotejava meu sêmen. Começou pela cabeça e parou. "Você gosta?", perguntou. "Quer sentir uma pica boa no cu?" "Sim", ela clamava entre gemidos e gritos de dor. "Mete tudo, mas devagar." Ele obedecia às ordens dela e, aos poucos, ia enfiando cada vez mais. O cu dela parecia uma máquina de engolir, era como se sugasse ele. Depois de gritos de prazer, já entrava e saía com menos dificuldade. Ela levantou a cabeça e ele a abraçou, apertando os Peitos, ela procurava com a língua a boca dele, ele dava, ela com as mãos tentava abraçá-lo pelo pescoço e sempre se moviam no ritmo da penetração. Depois ele a empurrou de volta para a cama e começou a tirar e colocar a pica do cu dela. O buraco entre entrar e sair ficava tão aberto que dava pra ver o interior bem vermelho e inflado, enquanto ela massageava o clitóris com os dedos.
De repente, um grito dela pedia desesperadamente: "gozo, já perdi a conta", e ele continuou com o movimento, deixando-a como todo cavalheiro gozar. Sem perder tempo, ele tirou rapidamente a camisinha e a banhou de novo, mas dessa vez por todo o corpo. As mãos da minha mulher percorriam todos os peitos dela espalhando a porra mais e mais, levando os dedos à boca e se mexendo, também dava pra ele chupar. Ele não parava de elogiá-la com palavras fortes. E assim terminaram num abraço longo e prolongado, sem parar de se beijar.
Pouco depois, ele foi tomar banho e eu me aproximei dela e perguntei se estava bem, ela respondeu: "Obrigada, meu amor". Nunca vou esquecer. Depois entrei no banheiro e ele saiu, começou a se trocar e ela ainda deitada na cama com a venda nos olhos. De repente, ouço: "Que bem que a gente transou, né? Vocês são os melhores", sussurrou ela. Toda essa cena eu via pela porta do banheiro, que estava entreaberta. Ele a beijou apaixonadamente na boca e depois na buceta, e entregou um papel bem pequeno, dizendo baixinho: "Me liga!!".
Depois saí do banheiro e o acompanhei até a porta, parabenizei e dei o combinado, mas ele recusou, dizendo: "Não pensei que ela era tão gostosa, é meu presente também". Eu insisti que era o combinado, mas não teve jeito. Depois tomamos banho juntos e voltamos pra casa. Dormimos bem abraçados e ela me agradecendo. Isso seria tudo, mas de madrugada não aguentei e revirei sorrateiramente as coisas dela e vi o papelzinho, de fato tinha um celular e "Sérgio". Espero que se encontrarem de novo, seja na minha frente. meu.
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO, POR FAVOR COMENTEM E, PRINCIPALMENTE, QUEM JÁ TEVE ESSA EXPERIÊNCIA GOSTOSA, PODE ME DAR UMA DICA PRA DAR O PRÓXIMO PASSO.
Abraços pra geral.
Essa é a minha primeira postagem, embora infelizmente não seja uma história minha. Li em outro fórum e me identifiquei, porque é algo que vem martelando na minha cabeça há um tempão e quero realizar com a minha parceira. Então, resolvi compartilhar com vocês. Espero que curtam tanto quanto eu e deixem seus comentários!!!
COMEÇEI A COMPARTILHAR MINHA MULHER
O que vou contar começou como uma fantasia e terminou como realidade.
Somos um casal jovem, casados há sete anos, e há cerca de quatro anos, quando ela tinha 28 e eu 30, começamos a soltar nossas fantasias na hora de transar.
Sempre fui conhecido por ter fantasias sexuais meio doidas, ela era mais tímida, mas é uma profissional na cama. Se for pra falar de putaria, ela é uma das melhores. Considerando que ela tem um corpo de dar inveja, com 1,66m de altura, 89-58-87 e 18 anos de academia, uma bunda dura e escultural, consegue despertar o tesão de qualquer homem.
Tudo começou com a compra de lingerie sexy pra ela numa sex shop, que eu mesmo escolhia, calcinhas fio dental, porque por sorte eu também cuido do meu corpo, mantendo um shape legal de altura parecida e alguns anos de academia, e muita vontade de curtir o sexo. Sou daqueles que acha que no sexo, tudo que dá prazer e é de comum acordo entre os dois, vale.
Também compramos na feira um pepino pra nos divertir um pouco. Bastou colocar o pepino na buceta dela, que por sinal era bem grande, pra ela explodir de prazer. Enquanto isso, eu ia metendo meu pau no cu dela, e a sensação de ser duplamente penetrada levou ela ao orgasmo duas vezes. Depois trocamos de posição e gozei dentro dela, deixando alguns minutos pra relaxarmos. Tudo isso trouxe conversas, meio a sério meio de brincadeira, sobre sermos dois homens comendo ela. E repetíamos essas práticas sexuais toda hora, e por incrível que pareça, nessas semanas sempre pegávamos filmes no canal pornô onde só transavam a três.
Minha perversão crescia cada vez mais, e a vontade dela, mesmo sem dizer diretamente, também. Propus comprar um vibrador. bem grande, e ela me disse que queria que fosse bem parecido com uma pica de verdade. Já usando duplo sentido.
Da minha parte, comecei a pesquisar como arrumar um terceiro para formar nosso trisal sem que ela soubesse. Devo confessar que, embora a ideia de verem comendo minha mulher me deixasse com muito tesão, proporcionalmente era o medo de ela me largar por outra pica. Pesquisei na internet, jornais e revistas. Até que um dia vi num site de acompanhantes um homem de 36 anos, com um corpo de fisiculturista, bem peludo e com um membro mais que grande. Sim, 23x6, algo que podia superar nosso pepino amigo. Quero deixar claro que, embora minha pica agrade ela, mal chego a 17x4.
Bom, agora tinha que conseguir a aprovação dela, coisa difícil, mas numa das nossas conversas no meio de uma dessas fodas, falei que ela era uma puta e merecia duas picas, e ela com voz de menininha me disse que sim. Então falei que esse seria meu presente de aniversário, mas ela achou que era parte das nossas brincadeiras e continuou.
Mãos à obra, entrei em contato com meu futuro parceiro de sexo e combinamos de nos encontrar num bar para conversar e conhecê-lo. Os dois fomos pontuais, confesso que meus nervos me faziam gaguejar, mas depois de um café entramos na confiança. Ele me contou qual era o preço e explicou que eu seria quem, passo a passo, autorizaria ele a fazer massagens e penetrações. Também falamos sobre a questão da higiene, que me preocupava bastante, e ele esclareceu que seria com camisinha. Pedi uma única coisa: que em momento algum ele tirasse a venda que ela usaria (já queria que ela nunca visse ele).
Tudo acertado, fiquei de ligar para ele no dia do aniversário, e foi assim. Nesse dia, para comemorar, convidei ela para um motel, daqueles que permitem a entrada de casais com acompanhantes, onde ele já estava escondido no quarto. O quarto tinha dois andares e era muito grande.
Depois de entrar e ficarmos com tesão, ela... Ela tirou o vestidinho dela e mostrou o equipamento de guerra. Uma tanga que era um fio dental elástico com um triângulo bem pequeno na frente, a gente gosta só de um pouquinho de pelos acima dos lábios dela, uma cinta-liga, meias com ponta de renda e um par de sapatos de salto agulha bem alto. Em cima, ela não usava nada, e os peitos dela estavam durinhos. Depois de nos beijarmos apaixonadamente, coloquei nela a típica máscara de dormir que dão no avião e comecei a percorrer o corpo todo dela com a língua, entre carícias e apalpadelas dos dois, joguei ela na cama de bruços e falei que tinha o presente de aniversário dela. Aí ela disse "me dá", sem nem lembrar da conversa entre uma trepada e outra que a gente tinha tido tempos atrás. Expliquei que ela não podia tirar a máscara por nada nesse mundo, e ela concordou.
Depois, fiz o meu presente subir, que já estava completamente pelado, enquanto ele se aproximava, não consegui evitar de olhar o quanto ele era bem dotado, era verdade, eu não sei se tinha 23x6, mas era grande e bem grossa, além de estar raspada, o que aumentava ainda mais o tamanho. Naquela fração de segundo, minha cabeça estava a mil e imaginava qualquer coisa, tinha sensações diferentes, já me via com aquela pica toda dentro dela, fazendo ela gozar de prazer, e também um pouco de medo, porque sinceramente não tinha certeza se aquele homem que eu tinha contratado não ia soltar alguma coisa estranha que pudesse machucar ela, mas tudo isso me excitava mais, e ao imaginar minha mulher em cima de uma pica daquelas, gozando igual uma égua no cio pedindo mais, me fazia sentir que ia gozar seco. Me afastando, ele começou a beijar as pernas dela, a bunda, as costas, o pescoço e os ombros, sem que ela nem percebesse.
Depois, entrei num parêntese do Sergio (nosso parceiro sexual) e continuei no ritmo dele. Minha língua, que de tanta excitação parecia formigar, já estava dentro dos lábios dela e rodeando o clitóris, passando pelo cu. Imediatamente, ele se aproximou e copiou o movimento. lambendo ela um pouco mais selvagemente, ela gemia cada vez mais alto. Naquele momento, ele a virou de barriga para cima e meus lábios se atiraram nos peitos dela, criando uma confusão meio violenta e sem entender nada. "Feliz aniversário!", eu disse, e, assustada, ela passou a mão na buceta, encontrando outra cabeça enterrada entre as pernas dela. "Não é o que você pediu?", sussurrei no ouvido dela, lambendo-o de forma úmida, e com um gemido ela me repreendeu: "Seu filho da puta!!!" Foi o "filho da puta" mais prazeroso que ela soltou na vida. Enquanto isso, a mão dela já acariciava a cabeleira do desconhecido, aceitando o presente. Com a outra mão, ela não parava de apertar os próprios peitos. Um fio de saliva se formou entre minha boca e a dela; nos beijávamos apaixonadamente no ritmo do corpo dela, que não parava de ondular. De repente, ela gritou: "Vou gozar, vou gozar, não parem, continuem." Isso fez o sangue ferver dentro da minha pika, que já estava prestes a explodir, enquanto Sergio, com o rosto meio encharcado por um rio de fluido que não parava de sair do anel dela, se levantou e trocamos de lugar. Ele se aproximou com o pedaço dele, já maior do que antes, e roçou no rosto da minha mulher; eu chupava toda a pussy dela e observava aquela cena sem acreditar — era o que eu sempre sonhei: ver minha mulher desesperada por outra pika, porque ele a fazia gozar, deixando-a com mais vontade.
Foram poucos os segundos que ela demorou para agarrar as bolas dele e levar a pika até a boca já aberta, com a linguinha para fora, desesperada para engolir. Sem poder ver a expressão dos olhos dela, que estavam cobertos, percebi a do rosto ao notar que aquele canhão viril quase não cabia na boca dela — o que a deixava ainda mais desesperada, e já eram as duas mãos dela tentando engolir aquele pedaço enorme de carne quente. Uma vez dentro, ele a pegava pela boca, e ela, com as mãos, sentia o torso peludo e musculoso dele. Rapidamente, enfiei minha pika na pussy dela e comecei a bombar; era grande o esforço que eu fazia para não... Porra. Cê gosta? Eu perguntava, é isso que você queria, sua puta? Aproveita. Tudo isso causava uma excitação que eu nunca tinha sentido no meu corpo, que fez eu gozar como nunca tinha gozado antes. Meus gritos mostravam o que tava rolando comigo, e a força da minha porra batendo dentro da buceta dela avisava ela do meu orgasmo. Deitei pra descansar do lado deles e ficar olhando, a pica enorme no máximo da sua extensão parecia um corpo só dentro da boca dela, ele também tava gemendo e a respiração acelerando, de repente ele falou: Tá vindo, tá vindo, e ela afastando uns centímetros o pedaço da boca disse: Quero dentro, me dá na buceta, sim, e de repente começou a sair um jorro grosso e quente, e outro, e outro, foram seis longas serpentinas brancas, a boca dela quase não dava conta de engolir tanta bênção, ela lambia os lábios com a língua e ao mesmo tempo limpava toda a superfície da pica, milímetro por milímetro, engolindo tudo.
Nessa hora eu tava num nível de excitação parecido com o dela e comecei a me masturbar, ela esticou o braço e me puxou pra beijar, senti um pouco da porra morna que ainda tinha na boca dela, mas não liguei porque nossas línguas não paravam de se enroscar. Disfarçadamente ele pegou uma caixa de camisinha que tava na mesinha e colocou, apontando e roçando os genitais molhados dela, fez umas duas tentativas, e entrou. Ela se arrepiou gritando de dor e prazer. Foi aí que ela me soltou e se levantou violentamente abraçando nosso amigo viril, parecia uma cobra enroscada num pau. Ele se levantou e andou pelo quarto com ela grudada na pica dele, apoiando ela na parede e bombando como desesperados. Depois ele se jogou de costas na cama e ela ficou montada, rebolando como num rodeio. Agora ela tava no controle, parecia que cada vez que ele penetrava ela ficava mais incontrolável, nunca tinha ouvido ela gritar e se expressar daquele jeito, as mãos dela quase arrancavam os pelos do peito dele, a cabeça dela girava em círculos de um lado para o outro, e ela não parava de pedir mais. Foi aí que, por trás, inclinei as costas dela para frente, em direção a ele, e novamente com meu pau meio duro enfiei no cu dela. Quase não entrava, porque a pica dele quase fechava o buraco anal de tanto que ocupava na pussy dela. Eu segurava ela pelos quadris e o ritmo que nós três levávamos era infernal.
Enquanto ela beijava o Sergio, eu não entendia o que estava acontecendo. Por momentos, tentava ver a cena de outro ângulo e contemplar minha mulher beijando desesperadamente um homem corpulento que a comia como eu nunca conseguiria. Tudo isso me levou ao meu segundo orgasmo. Nunca fui tão precoce, mas dessa vez não consegui me controlar. Me afastei e sentei na frente deles, e via como do cu dela escorria minha porra em jorros toda vez que a pica do Sergio entrava e saía. Claro, um corpo daquele dentro dela criava a pressão para expelir tudo. Assim continuaram por 15 minutos, alternando posições, mas eu já não conseguia participar porque estava exausto. Só observava e curtia ver minha mulher, minha esposa, sendo comida.
Ele falava no ouvido dela bem baixinho, e ela sussurrava respondendo. Cheguei a ouvir só um "por favor" dela. Naquele instante, eles se separaram e ela se ajoelhou de quatro, com o cu pra cima e as costas formando um tobogã, sem parar de gemer. Ele, de pé na cama atrás dela, apontou pro cu dela. Sim, pretendia meter aquele pedaço dentro daquele cu que ainda gotejava meu sêmen. Começou pela cabeça e parou. "Você gosta?", perguntou. "Quer sentir uma pica boa no cu?" "Sim", ela clamava entre gemidos e gritos de dor. "Mete tudo, mas devagar." Ele obedecia às ordens dela e, aos poucos, ia enfiando cada vez mais. O cu dela parecia uma máquina de engolir, era como se sugasse ele. Depois de gritos de prazer, já entrava e saía com menos dificuldade. Ela levantou a cabeça e ele a abraçou, apertando os Peitos, ela procurava com a língua a boca dele, ele dava, ela com as mãos tentava abraçá-lo pelo pescoço e sempre se moviam no ritmo da penetração. Depois ele a empurrou de volta para a cama e começou a tirar e colocar a pica do cu dela. O buraco entre entrar e sair ficava tão aberto que dava pra ver o interior bem vermelho e inflado, enquanto ela massageava o clitóris com os dedos.
De repente, um grito dela pedia desesperadamente: "gozo, já perdi a conta", e ele continuou com o movimento, deixando-a como todo cavalheiro gozar. Sem perder tempo, ele tirou rapidamente a camisinha e a banhou de novo, mas dessa vez por todo o corpo. As mãos da minha mulher percorriam todos os peitos dela espalhando a porra mais e mais, levando os dedos à boca e se mexendo, também dava pra ele chupar. Ele não parava de elogiá-la com palavras fortes. E assim terminaram num abraço longo e prolongado, sem parar de se beijar.
Pouco depois, ele foi tomar banho e eu me aproximei dela e perguntei se estava bem, ela respondeu: "Obrigada, meu amor". Nunca vou esquecer. Depois entrei no banheiro e ele saiu, começou a se trocar e ela ainda deitada na cama com a venda nos olhos. De repente, ouço: "Que bem que a gente transou, né? Vocês são os melhores", sussurrou ela. Toda essa cena eu via pela porta do banheiro, que estava entreaberta. Ele a beijou apaixonadamente na boca e depois na buceta, e entregou um papel bem pequeno, dizendo baixinho: "Me liga!!".
Depois saí do banheiro e o acompanhei até a porta, parabenizei e dei o combinado, mas ele recusou, dizendo: "Não pensei que ela era tão gostosa, é meu presente também". Eu insisti que era o combinado, mas não teve jeito. Depois tomamos banho juntos e voltamos pra casa. Dormimos bem abraçados e ela me agradecendo. Isso seria tudo, mas de madrugada não aguentei e revirei sorrateiramente as coisas dela e vi o papelzinho, de fato tinha um celular e "Sérgio". Espero que se encontrarem de novo, seja na minha frente. meu.
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO, POR FAVOR COMENTEM E, PRINCIPALMENTE, QUEM JÁ TEVE ESSA EXPERIÊNCIA GOSTOSA, PODE ME DAR UMA DICA PRA DAR O PRÓXIMO PASSO.
Abraços pra geral.
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Me facina ver a mi esposa con otra verga