Quando Mati passou, não acreditou no que via: um negão tinha chegado na casa dela. Fiz as apresentações necessárias, e Mati quase desmaiou quando viu o que estava escondido dentro da calça do meu irmão. Nisso, minha linda filha saiu de sutiã e fio dental.
N.: — Tio!! O que cê tá fazendo aqui?
M.: — Ué, seu pai me convidou pra "jantar". Alguma objeção, sobrinha?
N.: — Não, só me surpreendi de te ver aqui.
X.: — Kkkkkkkkk bom, acho que já descansamos um pouco, então tá na hora de dar de "jantar" pras meninas, não acha, irmão?
M.: — Claro, temos que dar... de jantar pras meninas.
Sem dizer uma palavra, Naye fez Mati se ajoelhar na nossa frente, que tava na expectativa de ver o que ia rolar. Minha filha, sem pensar duas vezes, colocou Mati pra mamar a pica do pai dela. Ela puxou a vara do tio sem hesitar.
N.: — Só por hoje vou mamar essa pica, tio, mas só até minha amiga levantar a do meu pai.
Muta não disse nada. Por sua vez, Mati chupava com muita empolgação a minha pica até deixar ela dura. Ao ver que o trabalho tava feito, ela virou pra olhar pro meu irmão e quase gozou só de ver aquela pica preta enorme parada, no tamanho máximo. Sem dizer nada e com aquele olhar de puta que muitas têm escondido, chamou a Muta. O que eu nunca imaginei ver: Mati, com as duas mãos, punhetava os dois enquanto chupava as cabeças ao mesmo tempo. Não dava pra acreditar: com a língua, ela lambia ambas de um jeito que mal se separavam pela pica, e acariciava ao mesmo tempo com a língua magnífica dela. Era uma puta de verdade. Sem perder a cara de espanto, minha filha só se levantou e começou a me beijar enquanto as duas brincavam com a minha pica, que inchou como nunca na minha vida. Muta só curtia o prazer de ser atendido pelas duas: minha filha punhetando a gente, Matilde chupando as duas cabeças — era fantástico. Nisso, minha filha deu um pulo e montou na minha pica, e Mati, de quatro, enfiou toda aquela pica preta pra dentro.
Ma.: — Aaaaaiii aaaaaiiii aaiiiii é maior aaaaaiiii aaaaaiiii quase não cabe aaaaaiiii.
M.: — Aaaaaiii é muito apertada aaaaaiiii quer arrancar ela de mim.
Assim, os dois continuavam curtindo o prazer carnal à vontade. Fundo, minha filha continuava me comendo mais forte a cada segundo, era como se ouvir eles fodendo a amiga dela a deixasse ainda mais excitada, cada segundo era mais tesudo, quase não aguentava mais, estava prestes a gozar, mas sem me dar por vencido, dei um leve beliscão nos meus ovos para continuar e funcionou bem, consegui me segurar um pouco mais, mas acho que só eu consegui isso, porque a Muta não aguentou mais, gozou na buceta da Mati, que só queria mais e mais a cada momento, sem dizer nada, a Muta continuava forte e mais forte, dando prazer pra menina. Do meu lado, eu continuava metendo forte na minha filha, que sem hesitar troquei da buceta pro cu dela, minha filha só gemia mais forte e mais forte, a Muta continuava dando prazer pra Mati, era como se o cansaço não existisse.
M.- aaahhh é hora de provar esse cu tão tesudo, meu amor.
Ma.- aaahhhh sim, papai, arrebenta meu cu, deixa do teu tamanho, aahhh papai, me dá mais forte!!!!
E sim, efetivamente a Muta sem piedade perfurava o cu da pequena, mas em vez de chorar ou gritar de dor, era o contrário, ela gemia de prazer, curtia ser fodida no cu apertado, era viciada em ser comida no cu, sem hesitar eu metia mais forte na minha filha, ela era uma deusa carnal, era como foder em sincronia, minha filha era minha mulher, assim ambos encontrávamos o que mais gostávamos: uma puta e um macho fodendo.
A Muta parecia outra, não demorou nada pra gozar, mas em vez de encher o cu dela de porra, saiu e foi direto pra vagina dela encher de porra, eu por minha parte não aguentei mais, gozei no cu da minha menina, ambos estávamos muito satisfeitos, elas também.
N.- aii papai, tive 7 orgasmos, mmmm e foi delicioso.
Ma.- eu também tive 7, papai de chocolate.
Só disseram isso, e se deitaram num perfeito 69 lésbico no qual curtiam a porra de ambos que saía dos seus buracos pra depois degustarem num beijo super excitante.
Pra nós, essa cena foi mais que estimulante, nossos paus estavam de novo a todo vapor, era como se nunca tivéssemos gozado, assim sem deixar elas se levantarem, nos posicionamos na posição delas pra foder sem parar. Piedade, mais e mais forte, era uma festa de sexo. Elas comiam e curtiam as pirocas dos novos machos, a porra dos dois paus. Nós aproveitávamos o mel delas e seus lábios doces, daqueles gemidos tão cheios de luxúria. Era cada vez mais uma fonte cheia de prazer que percorria nossos corpos. Assim passaram as horas, e a gente comia cada vez mais forte.
Assim eram 4 da manhã quando caímos no sono profundo. Acho que acordamos umas doze horas, eu e minha mina. Mas quando virei pra olhar o Muta, notei que ele dormiu enchendo a Matilde. Quando acordei ele, o pau dele saiu daquela bucetinha que mais parecia um poço de porra do que uma linda buceta de menina. Aí eu e minha mina tomamos banho, depois o Muta e a nova mina dele, que curtiam um sexo gostoso no chuveiro. Assim, tomamos café e fomos embora.
Duas semanas depois, o Mutabu tava com um problemão do caralho. Os pais da Matilde obrigaram ele a casar com a filha, que tava grávida do meu irmão. Finalmente, o solteirão eterno ia casar, e ainda com uma menina que bem podia ser filha dele, que nunca usou anticoncepcional na hora das nossas festas.
Em breve vai ter a festa de despedida de solteiro dele.
N.: — Tio!! O que cê tá fazendo aqui?
M.: — Ué, seu pai me convidou pra "jantar". Alguma objeção, sobrinha?
N.: — Não, só me surpreendi de te ver aqui.
X.: — Kkkkkkkkk bom, acho que já descansamos um pouco, então tá na hora de dar de "jantar" pras meninas, não acha, irmão?
M.: — Claro, temos que dar... de jantar pras meninas.
Sem dizer uma palavra, Naye fez Mati se ajoelhar na nossa frente, que tava na expectativa de ver o que ia rolar. Minha filha, sem pensar duas vezes, colocou Mati pra mamar a pica do pai dela. Ela puxou a vara do tio sem hesitar.
N.: — Só por hoje vou mamar essa pica, tio, mas só até minha amiga levantar a do meu pai.
Muta não disse nada. Por sua vez, Mati chupava com muita empolgação a minha pica até deixar ela dura. Ao ver que o trabalho tava feito, ela virou pra olhar pro meu irmão e quase gozou só de ver aquela pica preta enorme parada, no tamanho máximo. Sem dizer nada e com aquele olhar de puta que muitas têm escondido, chamou a Muta. O que eu nunca imaginei ver: Mati, com as duas mãos, punhetava os dois enquanto chupava as cabeças ao mesmo tempo. Não dava pra acreditar: com a língua, ela lambia ambas de um jeito que mal se separavam pela pica, e acariciava ao mesmo tempo com a língua magnífica dela. Era uma puta de verdade. Sem perder a cara de espanto, minha filha só se levantou e começou a me beijar enquanto as duas brincavam com a minha pica, que inchou como nunca na minha vida. Muta só curtia o prazer de ser atendido pelas duas: minha filha punhetando a gente, Matilde chupando as duas cabeças — era fantástico. Nisso, minha filha deu um pulo e montou na minha pica, e Mati, de quatro, enfiou toda aquela pica preta pra dentro.
Ma.: — Aaaaaiii aaaaaiiii aaiiiii é maior aaaaaiiii aaaaaiiii quase não cabe aaaaaiiii.
M.: — Aaaaaiii é muito apertada aaaaaiiii quer arrancar ela de mim.
Assim, os dois continuavam curtindo o prazer carnal à vontade. Fundo, minha filha continuava me comendo mais forte a cada segundo, era como se ouvir eles fodendo a amiga dela a deixasse ainda mais excitada, cada segundo era mais tesudo, quase não aguentava mais, estava prestes a gozar, mas sem me dar por vencido, dei um leve beliscão nos meus ovos para continuar e funcionou bem, consegui me segurar um pouco mais, mas acho que só eu consegui isso, porque a Muta não aguentou mais, gozou na buceta da Mati, que só queria mais e mais a cada momento, sem dizer nada, a Muta continuava forte e mais forte, dando prazer pra menina. Do meu lado, eu continuava metendo forte na minha filha, que sem hesitar troquei da buceta pro cu dela, minha filha só gemia mais forte e mais forte, a Muta continuava dando prazer pra Mati, era como se o cansaço não existisse.
M.- aaahhh é hora de provar esse cu tão tesudo, meu amor.
Ma.- aaahhhh sim, papai, arrebenta meu cu, deixa do teu tamanho, aahhh papai, me dá mais forte!!!!
E sim, efetivamente a Muta sem piedade perfurava o cu da pequena, mas em vez de chorar ou gritar de dor, era o contrário, ela gemia de prazer, curtia ser fodida no cu apertado, era viciada em ser comida no cu, sem hesitar eu metia mais forte na minha filha, ela era uma deusa carnal, era como foder em sincronia, minha filha era minha mulher, assim ambos encontrávamos o que mais gostávamos: uma puta e um macho fodendo.
A Muta parecia outra, não demorou nada pra gozar, mas em vez de encher o cu dela de porra, saiu e foi direto pra vagina dela encher de porra, eu por minha parte não aguentei mais, gozei no cu da minha menina, ambos estávamos muito satisfeitos, elas também.
N.- aii papai, tive 7 orgasmos, mmmm e foi delicioso.
Ma.- eu também tive 7, papai de chocolate.
Só disseram isso, e se deitaram num perfeito 69 lésbico no qual curtiam a porra de ambos que saía dos seus buracos pra depois degustarem num beijo super excitante.
Pra nós, essa cena foi mais que estimulante, nossos paus estavam de novo a todo vapor, era como se nunca tivéssemos gozado, assim sem deixar elas se levantarem, nos posicionamos na posição delas pra foder sem parar. Piedade, mais e mais forte, era uma festa de sexo. Elas comiam e curtiam as pirocas dos novos machos, a porra dos dois paus. Nós aproveitávamos o mel delas e seus lábios doces, daqueles gemidos tão cheios de luxúria. Era cada vez mais uma fonte cheia de prazer que percorria nossos corpos. Assim passaram as horas, e a gente comia cada vez mais forte.
Assim eram 4 da manhã quando caímos no sono profundo. Acho que acordamos umas doze horas, eu e minha mina. Mas quando virei pra olhar o Muta, notei que ele dormiu enchendo a Matilde. Quando acordei ele, o pau dele saiu daquela bucetinha que mais parecia um poço de porra do que uma linda buceta de menina. Aí eu e minha mina tomamos banho, depois o Muta e a nova mina dele, que curtiam um sexo gostoso no chuveiro. Assim, tomamos café e fomos embora.
Duas semanas depois, o Mutabu tava com um problemão do caralho. Os pais da Matilde obrigaram ele a casar com a filha, que tava grávida do meu irmão. Finalmente, o solteirão eterno ia casar, e ainda com uma menina que bem podia ser filha dele, que nunca usou anticoncepcional na hora das nossas festas.
Em breve vai ter a festa de despedida de solteiro dele.
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