Nessas semanas se iniciaram os viagens de passeio dos colégios que cada fim de ano se realizavam, quase sempre iam para a praia ou ao lago Vichuquén distante a cerca de duas horas de Curicó, no meu colegio sempre se fazia o mesmo, Vichuquén um fim de semana, kayaks, botes a remos, e corridas de mini triatlón, 5 km de trote, 5 km de bicicleta, e atravessar o lago ao largo, que era algo assim como 3 km de nado, no meu curso ainda ninguém havia ganhado essa prova mas entre colégios a rivalidade era muito forte.
Foi nos dias que quase ocorreu um acidente no lago, alguns meninos de 12 anos tiraram um bote sem permissão e se deram volta, felizmente havia pessoas que os viram dar-se volta e lograram rescatá-los a todos, metade deles não sabia nadar e isso impactou toda a cidade.
Um dos meninos era sobrinho da nossa vizinha, e isso impactou muito minha mãe que na hora da ceia me deu um sermão de uma hora, meu velho calado não disse nada, eu sabia nadar, havia aprendido nos canais que rodeiam a cidade, mas meu velho me havia proibido meter-me lá assim que nem louco contar-lhe.
Quando estava terminando de ceia chegou a tia Elena, vestida em seu uniforme branco parecia um anjo entrando em casa, se minha mãe em 30 segundos lhe contou a notícia e lhe pediu que me aconselhasse, que ela eu a escutava, é tão porfiado o menino, bem um segue sendo menino para as mães mesmo quando as bolas te chegam ao chão.
Elena não disse nada, ceu muito tranquila, conversava com mamãe sobre outras coisas e se quedaram falando até quase a uma da manhã, coisas de mulheres diziam elas na manhã quando meu velho lhes perguntou. Na tarde ao chegar em casa minha mãe me disse:
-Já está tudo resolvido, tua tia Elena te inscreveu num curso de natação e ela também te acompanhará até que aprendas bem a nadar.
-Porém mamãe nem sequer tenho roupa de banho..
Elena tomou a palavra e me levou de compras. Bem ela também precisava comprar assim que fomos ao centro De la cidade. No caminho passamos a um centro de beleza, estava cheio de senhoras de idade curta cortando o cabelo, tintura e o cheiro que havia era insuportável, a tia falou com uma garota e se meteram atrás de uns biombo no final da loja, logo após 45 minutos saiu como se nada, bom saiu igual como entrou.
Chegamos à loja mais grande da cidade e o departamento de roupa juvenil estava no último andar, pouco visitado durante os dias de semana, a tia escolheu seis roupas de banho para mim e nos foi ao probador, não havia ninguém, então meti uma roupa fora do probador e me pus um primeiro, ficava muito apertado, o pacote se via a plenitude, tia Elena insistiu que ela devia ver para escolher bem a talla e o cor.
Assim que estava pronto avisei-a, e correndo a cortina só um pouco me olhou de cima para baixo.
-Esse parece que te fica um pouco justo, deixe-me ver se entra uma mão...
E metendo sua mão direita pela parte frontal superior seus dedos chegaram até o ponto da minha cock, apenas roçou com os dedos a ponta que já estava crescendo e ao retirá-la a cock asomava pela parte superior do banho.
-Ainda que não te fique mal, é demasiado apertado, vamos provar outro...
Fechou a cortina e eu me provei uma após outra, até que me pus um negro, meio muslo, ajustado mas não demasiado. Esta vez minha tia abriu a cortina sem perguntar e fez a mesma prova anterior, meteu sua mão e facilmente a meteu e pôde não só roçar a cock como também tomá-la completamente ereta dentro do traje sem que ela saísse.
-Este me parece perfeito, não creio, se siente muito bem e te fica genial...
Já com uma ereção completa, sacou o traje de banho e tia Elena me toma a cock com sua mão direita e se agacha, dando-me beijos e metendo-a na boca, chupando como se quisesse secar, eu apenas podia manter meus olhos abertos e suas mãos apertavam minhas nádegas. O probador era grande e cabíamos os dois bem, no entanto poderia vir alguém e isso... Meu sucesso ainda mais, a tia se saca o pau da boca e me diz que eu devia olhar pela cortina e avisar se alguém viesse, então abri um pouco só para olhar para fora enquanto minha tia chupava e apertava os ovos, metia a metade do pau em cada mamada, estava muito quente, e com as pajas olhando como ela se masturbava à noite não me custou ejacular na sua boca, avisei que já terminava e sem tirá-la da boca, meteu cada vez mais dentro, até que não aguentasse mais e enchesse a boca de sêmen, atragou um pouco mas mesmo a engoliu toda, apertava os ovos e chupava, era uma delícia como fazia, com certeza havia feito muitas vezes.
Pus minha roupa e saímos do probador, a tia foi para a seção feminina e selecionou dez trajes de banho, eu os passei, eu mal podia andar me tremiam as pernas após tanta mamada, escolheu bikinis, roupas inteiras, uns tangos e outros pequenos, após uma hora escolhendo partimos para o probador, no entanto havia outras senhoras provando roupa.
Uma das senhoras disse que era o probador de damas que não podiam entrar homens ali, mas minha tia disse que eu era seu menino preguiçoso e que a esperaria fora do vestidor, como eu tinha os trajes de banho pediu que fosse passando-os de um para outro e me perguntou minha opinião. Nessa altura já tinha uma segunda ereção e ansiava voltar a sentir a língua úmida e quente da tia novamente.
Proveu o primeiro, que era entero, e me chamou para perguntar minha opinião, lhe ficava muito apertado, as enormes tetas lutavam por sair, na parte da frente sua vagina se separava em duas metades, e no seu traseiro suas nádegas a engoliram, uff fiquei com o pau tratando de sair, ela me olhou sorrindo e perguntou como lhe ficava, minha resposta foi que muito bem, apenas um pouco ajustado, rimos e passe outro.
O segundo de dois pedaços em cor preta, era bikini grande, a alguns minutos me chamou novamente e esse lhe ficava genial, mal cobria seus seios e A Booty parecia incrível, provou-se vários, no intervalo as senhoras foram embora e voltamos a ficar sozinhos, agora havia apenas dois mais para se provarem, mas já tinha escolhido o meu, chamou-me para ver como estava o último e minha surpresa foi monumental, estava completamente nua, seus enormes seios preciosos, com aquelas aureolas enormes, seu ventre plano e sua vagina, para minha surpresa estava completamente depilada, viam-se seus lábios, com a boca aberta babeante e tia me agarrou do braço e me atraiu para ela, deu-me um beijo apaixonado, minhas mãos a abraçaram e tocaram sua espinha e nádegas, seus lábios deliciosos não queriam sair daqui, mas suas mãos me tomaram da cabeça e me fizeram descer até seus seios, tinham um cheiro delicioso, e seus pezones na minha boca os devoravam, lambia e chupava, tia me apertava contra eles e minha cara entre ambos foi um prazer chupar aquelas tremendas belezas, no entanto ainda suas mãos me empurravam mais para baixo até que cheguei a sua fenda, sua vulva depilada mostrava seus lábios enormes abertos para mim, passei minha língua e foi como um raio para ela, um pequeno gemido saiu da sua garganta, pôs uma de suas pernas na cadeira do probador e me dediquei a chupar e meter minha língua, minhas mãos apertavam suas nádegas e meus dedos jogavam perto de sua vulva e ânus, não podia creer minha sorte, nem Memórias de uma Pulga, nem Uma Princesa Rusa, que eram meus livros eróticos preferidos, alcançavam a nublar o goce de chupar a vulva da minha tia, com um sabor ácido, muito suave ela se deixava mamada, minhas mãos subiam para apertar seus pezones e desciam até suas enormes nádegas, estive um bom tempo babeante entre sua vulva e ânus, cada vez gemia mais forte, note que tomava uma roupa de banho e a metia na minha boca para morder, suas mãos me retorciam o cabelo, as orelhas e me apertavam enquanto chupava e chupava seu ventre se apertava e sua respiração era muito forte, em um instante senti que descia por minha garganta um fluido espesso delicioso, sua vulva gerava uma cum. Que eu não duvide em lamber e tragar, seus espasmos duraram alguns minutos, minha língua não parava de trabalhar e mamar, eu adorava minha tia, era o mais lindo que havia tido na vida e era minha, toda minha…
Por parlante avisaram que a loja estava para fechar, então Elena se afastou um pouco, me pôs de pé e me beijou, seus beijos limparam todos os sabores que tinha na boca, e abraçados fomos pagar a roupa, caminho para casa eu tomei da mão, me sentia um homem grande com minha mulher, amava essa mulher.
Seguirá...
Foi nos dias que quase ocorreu um acidente no lago, alguns meninos de 12 anos tiraram um bote sem permissão e se deram volta, felizmente havia pessoas que os viram dar-se volta e lograram rescatá-los a todos, metade deles não sabia nadar e isso impactou toda a cidade.
Um dos meninos era sobrinho da nossa vizinha, e isso impactou muito minha mãe que na hora da ceia me deu um sermão de uma hora, meu velho calado não disse nada, eu sabia nadar, havia aprendido nos canais que rodeiam a cidade, mas meu velho me havia proibido meter-me lá assim que nem louco contar-lhe.
Quando estava terminando de ceia chegou a tia Elena, vestida em seu uniforme branco parecia um anjo entrando em casa, se minha mãe em 30 segundos lhe contou a notícia e lhe pediu que me aconselhasse, que ela eu a escutava, é tão porfiado o menino, bem um segue sendo menino para as mães mesmo quando as bolas te chegam ao chão.
Elena não disse nada, ceu muito tranquila, conversava com mamãe sobre outras coisas e se quedaram falando até quase a uma da manhã, coisas de mulheres diziam elas na manhã quando meu velho lhes perguntou. Na tarde ao chegar em casa minha mãe me disse:
-Já está tudo resolvido, tua tia Elena te inscreveu num curso de natação e ela também te acompanhará até que aprendas bem a nadar.
-Porém mamãe nem sequer tenho roupa de banho..
Elena tomou a palavra e me levou de compras. Bem ela também precisava comprar assim que fomos ao centro De la cidade. No caminho passamos a um centro de beleza, estava cheio de senhoras de idade curta cortando o cabelo, tintura e o cheiro que havia era insuportável, a tia falou com uma garota e se meteram atrás de uns biombo no final da loja, logo após 45 minutos saiu como se nada, bom saiu igual como entrou.
Chegamos à loja mais grande da cidade e o departamento de roupa juvenil estava no último andar, pouco visitado durante os dias de semana, a tia escolheu seis roupas de banho para mim e nos foi ao probador, não havia ninguém, então meti uma roupa fora do probador e me pus um primeiro, ficava muito apertado, o pacote se via a plenitude, tia Elena insistiu que ela devia ver para escolher bem a talla e o cor.
Assim que estava pronto avisei-a, e correndo a cortina só um pouco me olhou de cima para baixo.
-Esse parece que te fica um pouco justo, deixe-me ver se entra uma mão...
E metendo sua mão direita pela parte frontal superior seus dedos chegaram até o ponto da minha cock, apenas roçou com os dedos a ponta que já estava crescendo e ao retirá-la a cock asomava pela parte superior do banho.
-Ainda que não te fique mal, é demasiado apertado, vamos provar outro...
Fechou a cortina e eu me provei uma após outra, até que me pus um negro, meio muslo, ajustado mas não demasiado. Esta vez minha tia abriu a cortina sem perguntar e fez a mesma prova anterior, meteu sua mão e facilmente a meteu e pôde não só roçar a cock como também tomá-la completamente ereta dentro do traje sem que ela saísse.
-Este me parece perfeito, não creio, se siente muito bem e te fica genial...
Já com uma ereção completa, sacou o traje de banho e tia Elena me toma a cock com sua mão direita e se agacha, dando-me beijos e metendo-a na boca, chupando como se quisesse secar, eu apenas podia manter meus olhos abertos e suas mãos apertavam minhas nádegas. O probador era grande e cabíamos os dois bem, no entanto poderia vir alguém e isso... Meu sucesso ainda mais, a tia se saca o pau da boca e me diz que eu devia olhar pela cortina e avisar se alguém viesse, então abri um pouco só para olhar para fora enquanto minha tia chupava e apertava os ovos, metia a metade do pau em cada mamada, estava muito quente, e com as pajas olhando como ela se masturbava à noite não me custou ejacular na sua boca, avisei que já terminava e sem tirá-la da boca, meteu cada vez mais dentro, até que não aguentasse mais e enchesse a boca de sêmen, atragou um pouco mas mesmo a engoliu toda, apertava os ovos e chupava, era uma delícia como fazia, com certeza havia feito muitas vezes.
Pus minha roupa e saímos do probador, a tia foi para a seção feminina e selecionou dez trajes de banho, eu os passei, eu mal podia andar me tremiam as pernas após tanta mamada, escolheu bikinis, roupas inteiras, uns tangos e outros pequenos, após uma hora escolhendo partimos para o probador, no entanto havia outras senhoras provando roupa.
Uma das senhoras disse que era o probador de damas que não podiam entrar homens ali, mas minha tia disse que eu era seu menino preguiçoso e que a esperaria fora do vestidor, como eu tinha os trajes de banho pediu que fosse passando-os de um para outro e me perguntou minha opinião. Nessa altura já tinha uma segunda ereção e ansiava voltar a sentir a língua úmida e quente da tia novamente.
Proveu o primeiro, que era entero, e me chamou para perguntar minha opinião, lhe ficava muito apertado, as enormes tetas lutavam por sair, na parte da frente sua vagina se separava em duas metades, e no seu traseiro suas nádegas a engoliram, uff fiquei com o pau tratando de sair, ela me olhou sorrindo e perguntou como lhe ficava, minha resposta foi que muito bem, apenas um pouco ajustado, rimos e passe outro.
O segundo de dois pedaços em cor preta, era bikini grande, a alguns minutos me chamou novamente e esse lhe ficava genial, mal cobria seus seios e A Booty parecia incrível, provou-se vários, no intervalo as senhoras foram embora e voltamos a ficar sozinhos, agora havia apenas dois mais para se provarem, mas já tinha escolhido o meu, chamou-me para ver como estava o último e minha surpresa foi monumental, estava completamente nua, seus enormes seios preciosos, com aquelas aureolas enormes, seu ventre plano e sua vagina, para minha surpresa estava completamente depilada, viam-se seus lábios, com a boca aberta babeante e tia me agarrou do braço e me atraiu para ela, deu-me um beijo apaixonado, minhas mãos a abraçaram e tocaram sua espinha e nádegas, seus lábios deliciosos não queriam sair daqui, mas suas mãos me tomaram da cabeça e me fizeram descer até seus seios, tinham um cheiro delicioso, e seus pezones na minha boca os devoravam, lambia e chupava, tia me apertava contra eles e minha cara entre ambos foi um prazer chupar aquelas tremendas belezas, no entanto ainda suas mãos me empurravam mais para baixo até que cheguei a sua fenda, sua vulva depilada mostrava seus lábios enormes abertos para mim, passei minha língua e foi como um raio para ela, um pequeno gemido saiu da sua garganta, pôs uma de suas pernas na cadeira do probador e me dediquei a chupar e meter minha língua, minhas mãos apertavam suas nádegas e meus dedos jogavam perto de sua vulva e ânus, não podia creer minha sorte, nem Memórias de uma Pulga, nem Uma Princesa Rusa, que eram meus livros eróticos preferidos, alcançavam a nublar o goce de chupar a vulva da minha tia, com um sabor ácido, muito suave ela se deixava mamada, minhas mãos subiam para apertar seus pezones e desciam até suas enormes nádegas, estive um bom tempo babeante entre sua vulva e ânus, cada vez gemia mais forte, note que tomava uma roupa de banho e a metia na minha boca para morder, suas mãos me retorciam o cabelo, as orelhas e me apertavam enquanto chupava e chupava seu ventre se apertava e sua respiração era muito forte, em um instante senti que descia por minha garganta um fluido espesso delicioso, sua vulva gerava uma cum. Que eu não duvide em lamber e tragar, seus espasmos duraram alguns minutos, minha língua não parava de trabalhar e mamar, eu adorava minha tia, era o mais lindo que havia tido na vida e era minha, toda minha…
Por parlante avisaram que a loja estava para fechar, então Elena se afastou um pouco, me pôs de pé e me beijou, seus beijos limparam todos os sabores que tinha na boca, e abraçados fomos pagar a roupa, caminho para casa eu tomei da mão, me sentia um homem grande com minha mulher, amava essa mulher.
Seguirá...
7 comentários - La tía Elena 3
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