Beleza! Essa história é dedicada ao meu amigo especial @beerman88, espero que curtam tanto quanto eu.
História 5
"Eu adoraria ler você", ele disse, "ter te inspirado a escrever." Por dentro, eu não só revivia com fotos mentais a tarde que passamos, mas lembrava de todas as sensações que tive e fazia minha pele se arrepiar de novo.
Não sei realmente o que me excitou mais, se tudo o que fizemos propriamente dito ou o depois tão safado que me faz notar.
"Pensou no que te falei?" ele perguntou.
"Sim, claro (como não pensar)", respondi. Imediatamente lembrei da voz dele dizendo: "Hoje, quando te comerem na sua casa, quero que pense no meu pau, em como te comi, em como te enchi de porra, e assim você come seu namorado..." Era um pedido foda, mexia nos meus pontos fracos de jogar em cumplicidade com ele, de exacerbar a safadeza dentro de mim, e aumentar toda aquela excitação que ele me deixou sentindo.
Às vezes, as coisas menos planejadas ou menos previsíveis podem sair da melhor maneira. Naquela manhã, aconteceu algo assim.
Dia antes do nosso "primeiro encontro", ele me escreveu perguntando o que eu faria durante o dia, se tinha um tempo para tomar umas cervejas, como amigos. Desde que começamos a conversar, essa foi nossa vibe, a amizade, talvez porque éramos parecidos em certos aspectos e podíamos ver uma pessoa muito afinada um com o outro, ou sei lá por quê, mas a vibe dele me pegou de jeito e eu entrei no joguinho.
Expliquei que tinha que fazer um trampo no centro e que, se me liberasse, tinha umas duas ou três horas livres. Combinamos de falar no outro dia porque ele também tinha seus horários e tal. No outro dia, de repente, chega uma mensagem perguntando o que eu tava fazendo...
"Daqui a uma hora mais ou menos eu me libero", falei.
"Show, me diz onde você tá que passo aí e vamos a algum bar tomar algo", ele respondeu.
Eu não sei em que momento minha inocência foi tanta que me fez pensar que realmente não íamos nos tocar, como costumávamos dizer, obviamente na brincadeira. Depois de um tremendo caos na cidade, a gente se encontrou. Um gostoso, todo descolado, um sorriso enorme, muito carisma. Sentei do lado dele, tirei os óculos e o casaco, e começamos a conversar como se nos conhecêssemos há uma vida inteira.
—Bora tomar uma breja? Ele me perguntou
—Claro, bora!
A gente trocava olhares e ele falava: "Olha, se a gente for amigo, não vou colocar a mão em você, hein..."
—Tá bom, tudo certo, 'amigo' — respondi, morrendo de vontade de tocar tudo aquilo que ele não me dava, de beijá-lo e sentir como era, de cheirar de perto aquele perfume tão sedutor... A gente ia procurando um bar quando ele solta: —Olha, vou te perguntar como amigo, não se assusta, mas a gente vai pra um bar ou pra um hotel tomar as cervejas?
Fiquei surpresa mesmo, sorri pra ele e vi como o volume dele tava bem marcado na calça. Bora! Pra um hotel, como amigos, e fica sabendo que eu também não vou colocar a mão em você... Beleza, ele respondeu, e a gente partiu pro hotel.
Quando chegamos, ele abriu duas cervejas, a gente brindou porque eu tava comemorando umas paradas e deitamos bem tranquilos na cama. Ele pegou meus pés e tirou meus sapatos. Perguntei se ele ligava de eu tirar a calça (só pra ver a reação dele), porque já era, eu tava a fim de curtir a companhia dele e o doce gole que a gente bebia. —Não, imagina! — respondeu animado — Eu adoraria ver. Ok. Levantei e, atenta ao olhar dele, desabotoei e desci a calça, ficando só de calcinha e umas meias 7/8 que juro que coloquei por acaso. Ele olhava cada movimento meu, e quando me encarou por completo, disse: —Tava me esperando, sua putinha?
Eu sentia como me molhava só por ter aquela conversa com ele, por aquela proximidade. Era tudo muito louco ao mesmo tempo. Ele tava com o pau bem marcado debaixo da calça. Lindo. Voltei a deitar do lado dele, e ele beijou docemente meu pescoço. Os lábios dele eram muito macios e ele me tratava com tanta delicadeza que eu tava completamente entregue a ele. Os beijos dele me fascinavam, e eu só conseguia fechar os olhos e aproveitar.
—Tá gostando? — ele perguntou pergunto
-Sim! Muito! E você? Respondi animada
Olha só, ele disse enquanto pegava minha mão e colocava na pika dura dele. Pronto, o plano de não nos tocarmos já era história, desabotoei a calça dele, tirei e comecei a lamber a pika por cima da cueca, minha ansiedade pra ver a pika dele era enorme, a cueca não durou muito porque quando percebi já estava totalmente entregue a mim, aproveitando como eu chupava cada cm de pele visível. A pika dele era maravilhosa, comecei a chupar devagarzinho tentando colocar tudo na boca porque era bem grande, depois de umas chupadas bem molhadas cabia tudo e eu chupava do meu jeito. Adorava comer aquela pika, via as caras de prazer dele, como fechava os olhos e apertava os lábios e isso me dominava. Queria que ele gozasse na minha boca. Enquanto eu comia a pika dele animada, ele puxou minha calcinha e enfiou dois dedos na minha buceta e disse -Uff puta, você tá toda molhada! Fica com tesão chupando pika? As palavras dele queimavam meu cérebro porque de fato eu tava com muito tesão com toda aquela situação tão inesperada ao mesmo tempo. Minha cabeça já não pensava em nada, só no prazer de estar assim, olhava pra ele, ele sentado e eu de joelhos na cama chupando a pika dele, as bolas, a bunda enquanto me masturbava com força. Queria descrever com palavras aquele momento mas é muito difícil e complicado porque foi uma sequência de momentos incríveis, comer a pika dele, ele chupando meus peitos, minha boca... os beijos dele eram doces, as mãos dele incríveis. Assim na mesma posição enquanto ele chupava meus mamilos começou a esfregar a pika em mim, nós dois de joelhos frente a frente. A vontade de sentir ele dentro de mim era imensa. Ele alternava entre esfregar a pika e enfiar os dedos, eu não aguentava mais, morria de vontade de ter ele dentro, então num movimento subi em cima dele e enfiei a pika bem fundo. Era fantástico, a pika enorme dele me preenchia toda, a gente se comia mutualmente, ele segurava minha bunda e eu me mexia freneticamente nele. pau enquanto a gente se beijava na boca. Desci e continuei chupando a pau dele pra sentir meu gosto no membro dele, chupei meus dedos e comecei a me tocar na bunda. — Não, nena! O que cê tá fazendo? Olha que eu fico doidão, hein... Ele me falar isso me desafiava a provocar ele ainda mais, o máximo possível, enquanto eu continuava me masturbando a buceta, a pau dele entrava e saía da minha boca, enchia ela toda, toda, eu me engasgava, babava tudo e a gente se beijava na boca também. Ele começou a me tocar o cu, enfiou primeiro um dedo, depois dois. Metia um na minha bunda e outro na buceta e me masturbava assim. Sensação incrível. — Cê vai me dar a bunda? — perguntou. — Sim, toda pra você, — falei. Ele me virou, me colocou de quatro e enquanto me comia a buceta terrivelmente, me tocava a bunda me dilatando toda. Tira ela de dentro e apoia na minha bucetinha apertada, fazia pressão mas não entrava. — Ai! Tá doendo, — falei. — Tá doendo, putinha? — ele dizia enquanto beijava minhas costas e voltava a apoiar a pau dele na minha bunda. — Sim, muito, — eu falava entre gemidos. Entre chupadas, beijos e toques, ele dizia: — Não importa, vou te comer do mesmo jeito, toda... e continuava bombando de um jeito selvagem. Que não entrasse, pensar na pauzona dele me excitava ainda mais, ele continuou me comendo e a gente tava quase gozando, peguei a mão dele e coloquei bem na minha bucetinha apertada, ele enfiava um dedo de cada vez, tirava a pau da minha buceta e enfiava um dedo na minha bunda, enfiava de novo e tirava tudo. Aquela fodida me incendiava. Como ele notava o quanto eu curtia, continuou enfiando já dois dedos enquanto penetrava minha buceta. Tirei ele de dentro, fiquei de joelhos contra a cabeceira da cama e apoiei na minha bunda, me mexi devagar e enquanto ele tocava meus mamilos, assim entrou tudo. Nós dois gememos de prazer. — Mmmmm, tão apertadinho... — ele dizia enquanto aumentava a força nas estocadas, sentir ele todo todo dentro era demais, ele me comia selvagemente o cu enquanto os dedos dele apertavam o clitóris, não sei quanto tempo ficamos assim, mas a respiração ofegante dela, o choque do corpo dela com o meu, o quanto eu me sentia molhadinha me fizeram explodir num orgasmo
foda, gozando toda com o pau dela no meu cu. "Sim, goza toda, sua puta de pau", ela sussurrava no meu ouvido enquanto continuava metendo. "Agora vou gozar eu também, tudo dentro de você, sente ele todo", ela falou gemendo, eu estava tão sensível que as palavras dela me fariam gozar de novo e sentir o gozo dela dentro de mim me matava. Ela encheu minha bunda toda, bem fundo.
"Viu que coube?", falei rindo enquanto me levantava da cama. Ela sorriu e respondeu: "TUDO". Tomamos banho e já tínhamos que ir porque ambos tínhamos compromissos depois, fumamos um no carro e rimos muito durante o caminho de volta. Definitivamente vamos ser ótimos amigos.
História 5
"Eu adoraria ler você", ele disse, "ter te inspirado a escrever." Por dentro, eu não só revivia com fotos mentais a tarde que passamos, mas lembrava de todas as sensações que tive e fazia minha pele se arrepiar de novo.
Não sei realmente o que me excitou mais, se tudo o que fizemos propriamente dito ou o depois tão safado que me faz notar.
"Pensou no que te falei?" ele perguntou.
"Sim, claro (como não pensar)", respondi. Imediatamente lembrei da voz dele dizendo: "Hoje, quando te comerem na sua casa, quero que pense no meu pau, em como te comi, em como te enchi de porra, e assim você come seu namorado..." Era um pedido foda, mexia nos meus pontos fracos de jogar em cumplicidade com ele, de exacerbar a safadeza dentro de mim, e aumentar toda aquela excitação que ele me deixou sentindo.
Às vezes, as coisas menos planejadas ou menos previsíveis podem sair da melhor maneira. Naquela manhã, aconteceu algo assim.
Dia antes do nosso "primeiro encontro", ele me escreveu perguntando o que eu faria durante o dia, se tinha um tempo para tomar umas cervejas, como amigos. Desde que começamos a conversar, essa foi nossa vibe, a amizade, talvez porque éramos parecidos em certos aspectos e podíamos ver uma pessoa muito afinada um com o outro, ou sei lá por quê, mas a vibe dele me pegou de jeito e eu entrei no joguinho.
Expliquei que tinha que fazer um trampo no centro e que, se me liberasse, tinha umas duas ou três horas livres. Combinamos de falar no outro dia porque ele também tinha seus horários e tal. No outro dia, de repente, chega uma mensagem perguntando o que eu tava fazendo...
"Daqui a uma hora mais ou menos eu me libero", falei.
"Show, me diz onde você tá que passo aí e vamos a algum bar tomar algo", ele respondeu.
Eu não sei em que momento minha inocência foi tanta que me fez pensar que realmente não íamos nos tocar, como costumávamos dizer, obviamente na brincadeira. Depois de um tremendo caos na cidade, a gente se encontrou. Um gostoso, todo descolado, um sorriso enorme, muito carisma. Sentei do lado dele, tirei os óculos e o casaco, e começamos a conversar como se nos conhecêssemos há uma vida inteira.
—Bora tomar uma breja? Ele me perguntou
—Claro, bora!
A gente trocava olhares e ele falava: "Olha, se a gente for amigo, não vou colocar a mão em você, hein..."
—Tá bom, tudo certo, 'amigo' — respondi, morrendo de vontade de tocar tudo aquilo que ele não me dava, de beijá-lo e sentir como era, de cheirar de perto aquele perfume tão sedutor... A gente ia procurando um bar quando ele solta: —Olha, vou te perguntar como amigo, não se assusta, mas a gente vai pra um bar ou pra um hotel tomar as cervejas?
Fiquei surpresa mesmo, sorri pra ele e vi como o volume dele tava bem marcado na calça. Bora! Pra um hotel, como amigos, e fica sabendo que eu também não vou colocar a mão em você... Beleza, ele respondeu, e a gente partiu pro hotel.
Quando chegamos, ele abriu duas cervejas, a gente brindou porque eu tava comemorando umas paradas e deitamos bem tranquilos na cama. Ele pegou meus pés e tirou meus sapatos. Perguntei se ele ligava de eu tirar a calça (só pra ver a reação dele), porque já era, eu tava a fim de curtir a companhia dele e o doce gole que a gente bebia. —Não, imagina! — respondeu animado — Eu adoraria ver. Ok. Levantei e, atenta ao olhar dele, desabotoei e desci a calça, ficando só de calcinha e umas meias 7/8 que juro que coloquei por acaso. Ele olhava cada movimento meu, e quando me encarou por completo, disse: —Tava me esperando, sua putinha?
Eu sentia como me molhava só por ter aquela conversa com ele, por aquela proximidade. Era tudo muito louco ao mesmo tempo. Ele tava com o pau bem marcado debaixo da calça. Lindo. Voltei a deitar do lado dele, e ele beijou docemente meu pescoço. Os lábios dele eram muito macios e ele me tratava com tanta delicadeza que eu tava completamente entregue a ele. Os beijos dele me fascinavam, e eu só conseguia fechar os olhos e aproveitar.
—Tá gostando? — ele perguntou pergunto
-Sim! Muito! E você? Respondi animada
Olha só, ele disse enquanto pegava minha mão e colocava na pika dura dele. Pronto, o plano de não nos tocarmos já era história, desabotoei a calça dele, tirei e comecei a lamber a pika por cima da cueca, minha ansiedade pra ver a pika dele era enorme, a cueca não durou muito porque quando percebi já estava totalmente entregue a mim, aproveitando como eu chupava cada cm de pele visível. A pika dele era maravilhosa, comecei a chupar devagarzinho tentando colocar tudo na boca porque era bem grande, depois de umas chupadas bem molhadas cabia tudo e eu chupava do meu jeito. Adorava comer aquela pika, via as caras de prazer dele, como fechava os olhos e apertava os lábios e isso me dominava. Queria que ele gozasse na minha boca. Enquanto eu comia a pika dele animada, ele puxou minha calcinha e enfiou dois dedos na minha buceta e disse -Uff puta, você tá toda molhada! Fica com tesão chupando pika? As palavras dele queimavam meu cérebro porque de fato eu tava com muito tesão com toda aquela situação tão inesperada ao mesmo tempo. Minha cabeça já não pensava em nada, só no prazer de estar assim, olhava pra ele, ele sentado e eu de joelhos na cama chupando a pika dele, as bolas, a bunda enquanto me masturbava com força. Queria descrever com palavras aquele momento mas é muito difícil e complicado porque foi uma sequência de momentos incríveis, comer a pika dele, ele chupando meus peitos, minha boca... os beijos dele eram doces, as mãos dele incríveis. Assim na mesma posição enquanto ele chupava meus mamilos começou a esfregar a pika em mim, nós dois de joelhos frente a frente. A vontade de sentir ele dentro de mim era imensa. Ele alternava entre esfregar a pika e enfiar os dedos, eu não aguentava mais, morria de vontade de ter ele dentro, então num movimento subi em cima dele e enfiei a pika bem fundo. Era fantástico, a pika enorme dele me preenchia toda, a gente se comia mutualmente, ele segurava minha bunda e eu me mexia freneticamente nele. pau enquanto a gente se beijava na boca. Desci e continuei chupando a pau dele pra sentir meu gosto no membro dele, chupei meus dedos e comecei a me tocar na bunda. — Não, nena! O que cê tá fazendo? Olha que eu fico doidão, hein... Ele me falar isso me desafiava a provocar ele ainda mais, o máximo possível, enquanto eu continuava me masturbando a buceta, a pau dele entrava e saía da minha boca, enchia ela toda, toda, eu me engasgava, babava tudo e a gente se beijava na boca também. Ele começou a me tocar o cu, enfiou primeiro um dedo, depois dois. Metia um na minha bunda e outro na buceta e me masturbava assim. Sensação incrível. — Cê vai me dar a bunda? — perguntou. — Sim, toda pra você, — falei. Ele me virou, me colocou de quatro e enquanto me comia a buceta terrivelmente, me tocava a bunda me dilatando toda. Tira ela de dentro e apoia na minha bucetinha apertada, fazia pressão mas não entrava. — Ai! Tá doendo, — falei. — Tá doendo, putinha? — ele dizia enquanto beijava minhas costas e voltava a apoiar a pau dele na minha bunda. — Sim, muito, — eu falava entre gemidos. Entre chupadas, beijos e toques, ele dizia: — Não importa, vou te comer do mesmo jeito, toda... e continuava bombando de um jeito selvagem. Que não entrasse, pensar na pauzona dele me excitava ainda mais, ele continuou me comendo e a gente tava quase gozando, peguei a mão dele e coloquei bem na minha bucetinha apertada, ele enfiava um dedo de cada vez, tirava a pau da minha buceta e enfiava um dedo na minha bunda, enfiava de novo e tirava tudo. Aquela fodida me incendiava. Como ele notava o quanto eu curtia, continuou enfiando já dois dedos enquanto penetrava minha buceta. Tirei ele de dentro, fiquei de joelhos contra a cabeceira da cama e apoiei na minha bunda, me mexi devagar e enquanto ele tocava meus mamilos, assim entrou tudo. Nós dois gememos de prazer. — Mmmmm, tão apertadinho... — ele dizia enquanto aumentava a força nas estocadas, sentir ele todo todo dentro era demais, ele me comia selvagemente o cu enquanto os dedos dele apertavam o clitóris, não sei quanto tempo ficamos assim, mas a respiração ofegante dela, o choque do corpo dela com o meu, o quanto eu me sentia molhadinha me fizeram explodir num orgasmo
foda, gozando toda com o pau dela no meu cu. "Sim, goza toda, sua puta de pau", ela sussurrava no meu ouvido enquanto continuava metendo. "Agora vou gozar eu também, tudo dentro de você, sente ele todo", ela falou gemendo, eu estava tão sensível que as palavras dela me fariam gozar de novo e sentir o gozo dela dentro de mim me matava. Ela encheu minha bunda toda, bem fundo.
"Viu que coube?", falei rindo enquanto me levantava da cama. Ela sorriu e respondeu: "TUDO". Tomamos banho e já tínhamos que ir porque ambos tínhamos compromissos depois, fumamos um no carro e rimos muito durante o caminho de volta. Definitivamente vamos ser ótimos amigos.
23 comentários - Historia 5
graxxx 😍 😘
imaginate q estoy acostado y tiré lechazo sin
Super caliente !
Y me trajo a la memoria mi primera vez porque yo también "le entregué" la colita la primera vez que salimos !!! Que lindo es ser "putita" y disfrutarlo !!!
Dejé puntines !
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
Esa es la que va, encuentros con amistades de esas alegran la vida jajja van los puntos que me quedaron!!
No tengo puntos así que le debo...
muy buen relato
que detalles y que bien que la pasaste
brindo por las amistades y los buenos recuerdos de las mismas
van merecidos puntos y gracias por compartir
Que lindo es tener amigos así 😛
Me pusiste a mil, que putita hermosa debes ser, muy obediente!!!