HISTÓRIAS REAIS - CAPÍTULO XIV.
Minha Tia Carmen.
O que vou contar talvez seja a história mais maluca que já aconteceu comigo.
Quando eu era moleque, quase um adolescente, já faz mais de 30 anos, meus pais acharam prudente que eu aprendesse inglês. Foi assim que, muito a contragosto, quase na marra, me mandaram estudar com minha tia Carmen, que dava aulas particulares na casa dela. Uma vez por semana, na saída do colégio, eu ia pras aulas dela, que dividia com uns dois ou três caras.
Naquela época, eu devia ter uns 13 ou 14 anos, e ela tava na casa dos 30, não chegava aos 35... Na verdade, não era tia de sangue, era a segunda esposa do meu tio, irmão da minha mãe, e como segunda mulher, o laço familiar era quase nulo. Era uma mulher muito interessante, ruiva de cabelo curto, que se mantinha em ótima forma; na minha idade, eu a via como uma coroa, mas me dava um tesão danado quando ela se inclinava na minha frente e eu via os peitos dela por cima do decote. Lembro que ela tinha o peito cheio de sardas e também lembro que várias das minhas primeiras punhetas trancado no banheiro foram dedicadas a ela.
Por quase quatro anos, fui na casa dela estudar inglês, até que chegou um momento em que o tempo não dava mais e tive que parar pra sempre.
Os anos passaram e, junto com eles, muitas relações familiares foram se desfazendo. Meu tio morreu e, desde a morte dele, não tive mais contato com a Carmen. Até uns dois anos atrás...
A parada é que um dia me ligam de uma multinacional oferecendo um trampo part time. Me dão uma data pra entrevista — faltando quase duas semanas — e me avisam que ela seria por teleconferência com a Diretora de RH da matriz em Chicago, em inglês!. Antes de me sentir completamente fudido, lembrei da tia.
Foi assim que, perguntando pros meus irmãos, primos e tios, consegui o telefone da Carmen, a quem liguei pedindo uma ajuda. Depois dos cumprimentos de praxe e algumas lembranças antigas, contei qual era a situação e pedi se pode me ajudar a refrescar meu inglês, principalmente a conversação. Ela aceitou muito gentilmente que todos os dias, até chegar o dia da entrevista, eu passasse na casa dela umas 8 da noite para manter uma conversa em inglês e assim praticar um pouco.
Não vou negar que esperei ansiosamente a noite chegar para rever aquela mulher gostosa que mexia tanto com minha cabeça, sem ter calculado nem levado em conta que, embora seja verdade que "vinte anos não é nada", a real é que trinta é pra caralho.
Cheguei na porta do prédio dela e, enquanto esperava ela atender o porteiro eletrônico, bem barbeado e perfumado, ajustei a roupa e a gola da camisa pra causar a melhor impressão. Grande foi minha surpresa quando a vi através do blindex da entrada caminhando até a porta… Claro, aquela gata esbelta de 35 hoje era uma senhora de quase 70, um pouco acima do peso. Mesmo assim, continuava se vestindo tão elegantemente quanto quando jovem, bem maquiada e com cabelo arrumado, só que agora minha cabeça tava em paz, sem nenhum pensamento besta.
Todos os dias, como sou obcecado por pontualidade, exatamente às oito da noite eu tava tocando a campainha, ela me recebia e, como combinado, desde o momento em que cruzávamos a porta da rua não falávamos uma palavra em português, só em inglês, a menos que eu não entendesse porra nenhuma do que ela tava dizendo. Era sempre a mesma coisa: sentávamos na sala e ela trazia a bandeja de chá que já tinha preparado com algum biscoitinho pra acompanhar. E a gente conversava, em inglês claro, sobre qualquer merda: podia ser uma anedota, a notícia do dia ou um simulado de entrevista de emprego. Assim, mais ou menos uma hora e meia, até que, cansado e morrendo de fome, eu me despedia até amanhã e ia pra casa.
Mas um dia fiquei preocupado. Toquei a campainha várias vezes e ela não atendia. Ela não usava celular, então liguei pra casa dela e nada, só a secretária eletrônica. Esperei impaciente no hall do prédio sem saber o que fazer e, quando estava prestes a chamar o porteiro, vejo ela vindo andando rápido da esquina.
—Me desculpa —ela me diz quando se aproximou—. Fui na aula de yoga e me atrasei… Peço desculpas.
—Não foi nada, só que eu estava um pouco preocupado.
—Valeu… Vem, entra, vamos tomar algo quente que tá muito frio…
—Você devia usar um celular —aconselhei.
—Ah, querido, os velhos não se dão bem com esses aparelhos tecnológicos… Não, não.
Subimos pro apartamento e eu me ofereci pra preparar o chá.
—Pode ser, vai. Ali na cozinha tem tudo. Eu, enquanto isso, vou trocar essa roupa que não é pra ficar em casa, aqui dentro tá mais quentinho…
Enquanto esperava a água esquentar e preparava a bandeja com as xícaras, vejo ela voltar do quarto, ou melhor, escuto, porque ao andar fazia com que as coxas roçassem as meias de nylon por baixo da saia e produzissem um chiado bem intrigante. Quando me viro, vejo ela se aproximar, toda apressada, ainda abotoando a blusa.
—Deixa, eu termino, valeu… Um chá quente vai cair muito bem… Se quiser, senta no sofá que eu já vou.
—Beleza, te espero.
Me acomodei no sofá e de lá podia vê-la de perfil, parada na frente da bancada da cozinha. Convenhamos que fisicamente não era mais aquela gostosa de anos atrás, mas também não estava tão acabada, talvez uns quilinhos a mais que não caíam tão mal. Esticando um pouco o pescoço, dava pra notar que ela tinha uma bunda ainda firme e que os peitos eram bem maiores do que aquela imagem que eu tinha dela.
Quando terminou de colocar tudo na bandeja, veio pra sala e de novo aquele chiado… Sentou como sempre do meu lado, deixou a bandeja na mesinha de centro, aproximou minha xícara e, com as pernas bem juntas apontando pra dela, se inclinou pra pegar um torrão de açúcar. Na mesma posição, colherinha na mão, sem me olhar, perguntou não sei o quê (em inglês, óbvio, já tinha começado formalmente o horário). (de formação) e começou a mexer o chá.
Não sei, não me perguntem o que deu em mim, mas seguindo meus instintos num transe como se viajasse no tempo e fazendo um movimento quase de mágico, passei minha mão por baixo do braço dela e deixei que o peito esquerdo dela pousasse na minha palma, acomodada como quem pede uma esmola. Depois de um breve instante em que ficamos imóveis, sem muito espanto ela me disse:
– Juro que sabia que ia acontecer... Sei que você sempre gostou das minhas tetas... – em inglês, claro.
– Sim, sem dúvida; mas fala em espanhol comigo, por favor...
– E vamos admitir que você ainda gosta delas... – já em espanhol.
– E muito – confirmei, não só roçando, mas acariciando aquele peito.
– Bom, mas estamos aqui para praticar um pouco de inglês – ela tentava se explicar, apontando para minha mão.
Tirei a mão. Pensei que o melhor era parar por ali, dar um corte violento naquela situação e ou levantar e ir embora pra sempre ou continuar a conversa em inglês como se nada tivesse acontecido... Quase abatido, hesitei. Ela não, como se autocriticando, continuou:
– Ai, ai, ai, Juan... o que vou fazer com você? – senti algo estranho no tom de voz dela.
Em silêncio, olhei nos olhos dela com espanto. Estavam úmidos, vidrados.
– Olha – ela atacou –, quer saber? Vou tirar essa fantasia de velha frígida bacana e vou falar com você de igual pra igual.
Ela se ajeitou de um jeito que ficou bem de frente pra mim e partiu pro ataque confessando:
– Faz quase 10 anos que seu tio morreu, guardei luto por um longo tempo e respeito absoluto até hoje, mas esse tempo que se perde não se recupera... Sei que os anos, mais do que passarem por mim, ficaram em mim, mas ainda assim continuo sendo uma mulher, uma mulher de 65 anos, mas uma mulher, afinal, uma mulher que ainda hoje sente como uma mulher e que neste momento tem ao lado um homem, não mais aquele púbere que ficava vermelho quando espiava minhas tetas, mas um homem que me provoca coisas que há muito tempo não sentia. E quero te dizer...
Meu instinto O animal voltou à tona e não deixei ela continuar. Arrebentei a boca dela com um beijo, enfiando a língua até a garganta. Senti que ela recolheu a dela, mas não afrouxei e, aos poucos, ela foi se animando, enfiando a língua mais e mais na minha boca até as duas ficarem enroscadas. Sem separar os lábios, voltei pras tetas dela, primeiro acariciando por cima da blusa e depois, soltando uns botões, por baixo, no sutiã. Senti a mão dela acariciando minha coxa, se aproximando perigosamente da entreperna, que já segurava um pau quase duro. Quando percebeu, apertou firme por cima da calça. Separou a boca da minha e suspirou… Senti os bicos dos peitos dela começarem a endurecer quando, sem tirar a mão do meu pau, perguntou:
— Cê acha que é muito errado o que a gente tá fazendo?
— Só um pouco…
Com um beijo, ela não me deixou terminar minha opinião, que, sinceramente, acho que pouco importava pra ela, ainda mais considerando que, enquanto isso, ela já tinha desabotoado minha calça e segurava meu pau pelado com a mão ossuda dela. Passou um nada de tempo desde que separou os lábios dos meus, se ajeitou de quatro no sofá, me deu um sorriso cúmplice e dedicou vários minutos a saborear meu pau.
Desajeitado, consegui desabotoar a blusa dela pra tirar e soltar o sutiã, deixando as tetas dela nuas. Ela lambia e esfregava a cabeça do meu pau nos bicos dos peitos dela enquanto eu, sentado, levantava a saia dela e tentava rasgar a meia-calça, ao mesmo tempo que acariciava a bunda e as coxas que minutos antes me excitavam com os rangidos. Quando consegui, deslizei os dedos por baixo da calcinha e encontrei uma buceta quente, carnuda e melada. Enfiei dois e até três dedos, masturbando ela devagar. Meu polegar tava confortavelmente alojado no cu dela, bem relaxado, por sinal.
Num momento, percebi a mamada brutal que ela tava me dando; parecia que queria me comer inteiro, começando pelo pau…
Muitas lembranças vieram à minha mente de Essa mulher que anos atrás me fazia bater umas punhetas daquelas, hoje eu tinha quase completamente nua e entregue pra mim. Fechei os olhos e a imaginei como naquela época, com aquela cintura fina e o peito sardento. Então ajeitei ela, deitando de costas nas almofadas e, abrindo as pernas dela, me ajoelhei na frente dela – que ficava acariciando os próprios peitos – encostando a pica no púbis dela.
– Não acredito… Isso é o máximo… – ouvi ela sussurrar.
Sem nenhum esforço, enfiei o pau inteiro na buceta dela e, com movimentos ritmados que ela acompanhava perfeitamente, arranquei gemidos seguidos dela. Nunca tinha estado nessa situação com uma mulher dessa idade, mas nem percebia, porque o que eu via com os olhos fechados e a porra da trepada que a gente tava dando parecia um sonho. Tanto que, nesse sonho, imaginei com uma inveja danada meu tio comendo o cu dela – não duvido que ele tenha feito isso um monte de vezes. Nem pensei duas vezes e arrisquei. Tirei ela da buceta e deslizei pra baixo, roçando a cabeça da pica no cu dela. Sem nenhum escrúpulo e sem falar uma palavra, ela virou um quarto de volta sobre os ombros, levantou uma perna na direção da barriga e me entregou de vez aquele rabo lindo, que eu penetrei na hora sem o menor trabalho.
Uma série de bombadas e, quase gozando, pedi pra gozar nos peitos dela.
– Não – ela pediu –, não tira, goza dentro, por favor…
Quase junto com o fim da frase dela, senti um jorro quente de porra grossa e abundante saindo do meu pau, entrando com força lá no fundo do cu dela, acompanhado de uns gritos de prazer do caralho…
Um tempo depois, os dois estávamos limpando nossos fluidos de qualquer jeito com uns guardanapos de papel… Ela me ofereceu pra ir no banheiro tomar um banho, mas preferi terminar a noite ali, me vestir e ir pra casa.
– Quanto tempo a gente desperdiçou! – ela reclamou, cúmplice.
– Não importa, ainda temos muito pra recuperar. No dia seguinte, preferi não inventar desculpas – nada convincente, por sinal – e no outro já tinha a tão esperada audiência, que passei de boa.
Assim que cheguei em casa, liguei pra ela pra dar a boa notícia e achei que era uma desculpa perfeita o fato de ela não ter cobrado um centavo pelas “aulas” pra convidá-la pra jantar num restaurante chique, daqueles caros que com certeza ela adorava. Claro que ela aceitou, toda feliz e animada.
Naquela mesma noite passei pra buscá-la, jantamos em Palermo num lugar muito chique – e caríssimo também – daqueles de “comida de autor” onde servem 10 gramas de comida num prato quadrado de meio metro de lado, acompanhando o jantar com um champanhe muito bom, a única bebida alcoólica que ela toma. Me deu uma baita risada o comentário que ela fez quando, quase bêbada, disse algo tipo: “O que seus amigões iam dizer se te vissem num lugar desses, jantando à luz de velas, acompanhado por essa coroa?”. Ela soltou uma gargalhada com minha resposta: “Nada; meus amigos são muito respeitosos com os mais velhos”.
Quando terminamos o jantar, no carro prontos pra voltar, ela me pediu permissão pra me dar um último beijo.
– Conheço um lugar onde a gente pode se dar muito mais do que um… Vamos? – propus, morrendo de vontade de repetir o que rolou duas noites atrás e ainda aumentar a aposta.
– Parece uma proposta indecente pra uma senhora da minha idade. Ou não?
– Acho que não. Lembra que a fantasia de “velha frígida bacana” ficou largada no seu armário…
– Kkkk! É verdade! Então vamos! Na sua casa ou na minha?
– Nada disso, um motel.
– Um motel??? Pousada??? – gritou, assustada.
– Sim, com sofás, colchão d’água, luzes, música, vídeos… e muito champanhe…
– Não vai acreditar se eu disser que nunca fui a um… Que ideia boa!!!
Acreditei nela.
Não vou entrar em detalhes, mas podem crer que foi uma das noites de sexo mais fodásticas da minha vida. A gente fez na cama, no cavalinho, no chuveiro, na jacuzzi; oral, vaginal e anal; usamos brinquedos; nos masturbamos um ao outro. outro olhando um vídeo pornô – não sabia, descobriu naquela noite, que um preto podia ter um instrumento daqueles –; gozei no cu dela, nos peitos e na boca; tudo, a gente fez de tudo. E o melhor é que não foi a última vez, repetimos várias vezes até que um dia, acho que com muito pesar mas com alegria, ela me disse que a gente precisava terminar porque tinha conhecido um senhor, mais velho ainda que ela, com quem estava começando um relacionamento. Acreditem ou não, fiquei muito feliz com a notícia e até hoje, embora evitemos nos falar, nos aniversários dela mando um buquê de rosas.
Minha Tia Carmen.
O que vou contar talvez seja a história mais maluca que já aconteceu comigo.
Quando eu era moleque, quase um adolescente, já faz mais de 30 anos, meus pais acharam prudente que eu aprendesse inglês. Foi assim que, muito a contragosto, quase na marra, me mandaram estudar com minha tia Carmen, que dava aulas particulares na casa dela. Uma vez por semana, na saída do colégio, eu ia pras aulas dela, que dividia com uns dois ou três caras.
Naquela época, eu devia ter uns 13 ou 14 anos, e ela tava na casa dos 30, não chegava aos 35... Na verdade, não era tia de sangue, era a segunda esposa do meu tio, irmão da minha mãe, e como segunda mulher, o laço familiar era quase nulo. Era uma mulher muito interessante, ruiva de cabelo curto, que se mantinha em ótima forma; na minha idade, eu a via como uma coroa, mas me dava um tesão danado quando ela se inclinava na minha frente e eu via os peitos dela por cima do decote. Lembro que ela tinha o peito cheio de sardas e também lembro que várias das minhas primeiras punhetas trancado no banheiro foram dedicadas a ela.
Por quase quatro anos, fui na casa dela estudar inglês, até que chegou um momento em que o tempo não dava mais e tive que parar pra sempre.
Os anos passaram e, junto com eles, muitas relações familiares foram se desfazendo. Meu tio morreu e, desde a morte dele, não tive mais contato com a Carmen. Até uns dois anos atrás...
A parada é que um dia me ligam de uma multinacional oferecendo um trampo part time. Me dão uma data pra entrevista — faltando quase duas semanas — e me avisam que ela seria por teleconferência com a Diretora de RH da matriz em Chicago, em inglês!. Antes de me sentir completamente fudido, lembrei da tia.
Foi assim que, perguntando pros meus irmãos, primos e tios, consegui o telefone da Carmen, a quem liguei pedindo uma ajuda. Depois dos cumprimentos de praxe e algumas lembranças antigas, contei qual era a situação e pedi se pode me ajudar a refrescar meu inglês, principalmente a conversação. Ela aceitou muito gentilmente que todos os dias, até chegar o dia da entrevista, eu passasse na casa dela umas 8 da noite para manter uma conversa em inglês e assim praticar um pouco.
Não vou negar que esperei ansiosamente a noite chegar para rever aquela mulher gostosa que mexia tanto com minha cabeça, sem ter calculado nem levado em conta que, embora seja verdade que "vinte anos não é nada", a real é que trinta é pra caralho.
Cheguei na porta do prédio dela e, enquanto esperava ela atender o porteiro eletrônico, bem barbeado e perfumado, ajustei a roupa e a gola da camisa pra causar a melhor impressão. Grande foi minha surpresa quando a vi através do blindex da entrada caminhando até a porta… Claro, aquela gata esbelta de 35 hoje era uma senhora de quase 70, um pouco acima do peso. Mesmo assim, continuava se vestindo tão elegantemente quanto quando jovem, bem maquiada e com cabelo arrumado, só que agora minha cabeça tava em paz, sem nenhum pensamento besta.
Todos os dias, como sou obcecado por pontualidade, exatamente às oito da noite eu tava tocando a campainha, ela me recebia e, como combinado, desde o momento em que cruzávamos a porta da rua não falávamos uma palavra em português, só em inglês, a menos que eu não entendesse porra nenhuma do que ela tava dizendo. Era sempre a mesma coisa: sentávamos na sala e ela trazia a bandeja de chá que já tinha preparado com algum biscoitinho pra acompanhar. E a gente conversava, em inglês claro, sobre qualquer merda: podia ser uma anedota, a notícia do dia ou um simulado de entrevista de emprego. Assim, mais ou menos uma hora e meia, até que, cansado e morrendo de fome, eu me despedia até amanhã e ia pra casa.
Mas um dia fiquei preocupado. Toquei a campainha várias vezes e ela não atendia. Ela não usava celular, então liguei pra casa dela e nada, só a secretária eletrônica. Esperei impaciente no hall do prédio sem saber o que fazer e, quando estava prestes a chamar o porteiro, vejo ela vindo andando rápido da esquina.
—Me desculpa —ela me diz quando se aproximou—. Fui na aula de yoga e me atrasei… Peço desculpas.
—Não foi nada, só que eu estava um pouco preocupado.
—Valeu… Vem, entra, vamos tomar algo quente que tá muito frio…
—Você devia usar um celular —aconselhei.
—Ah, querido, os velhos não se dão bem com esses aparelhos tecnológicos… Não, não.
Subimos pro apartamento e eu me ofereci pra preparar o chá.
—Pode ser, vai. Ali na cozinha tem tudo. Eu, enquanto isso, vou trocar essa roupa que não é pra ficar em casa, aqui dentro tá mais quentinho…
Enquanto esperava a água esquentar e preparava a bandeja com as xícaras, vejo ela voltar do quarto, ou melhor, escuto, porque ao andar fazia com que as coxas roçassem as meias de nylon por baixo da saia e produzissem um chiado bem intrigante. Quando me viro, vejo ela se aproximar, toda apressada, ainda abotoando a blusa.
—Deixa, eu termino, valeu… Um chá quente vai cair muito bem… Se quiser, senta no sofá que eu já vou.
—Beleza, te espero.
Me acomodei no sofá e de lá podia vê-la de perfil, parada na frente da bancada da cozinha. Convenhamos que fisicamente não era mais aquela gostosa de anos atrás, mas também não estava tão acabada, talvez uns quilinhos a mais que não caíam tão mal. Esticando um pouco o pescoço, dava pra notar que ela tinha uma bunda ainda firme e que os peitos eram bem maiores do que aquela imagem que eu tinha dela.
Quando terminou de colocar tudo na bandeja, veio pra sala e de novo aquele chiado… Sentou como sempre do meu lado, deixou a bandeja na mesinha de centro, aproximou minha xícara e, com as pernas bem juntas apontando pra dela, se inclinou pra pegar um torrão de açúcar. Na mesma posição, colherinha na mão, sem me olhar, perguntou não sei o quê (em inglês, óbvio, já tinha começado formalmente o horário). (de formação) e começou a mexer o chá.
Não sei, não me perguntem o que deu em mim, mas seguindo meus instintos num transe como se viajasse no tempo e fazendo um movimento quase de mágico, passei minha mão por baixo do braço dela e deixei que o peito esquerdo dela pousasse na minha palma, acomodada como quem pede uma esmola. Depois de um breve instante em que ficamos imóveis, sem muito espanto ela me disse:
– Juro que sabia que ia acontecer... Sei que você sempre gostou das minhas tetas... – em inglês, claro.
– Sim, sem dúvida; mas fala em espanhol comigo, por favor...
– E vamos admitir que você ainda gosta delas... – já em espanhol.
– E muito – confirmei, não só roçando, mas acariciando aquele peito.
– Bom, mas estamos aqui para praticar um pouco de inglês – ela tentava se explicar, apontando para minha mão.
Tirei a mão. Pensei que o melhor era parar por ali, dar um corte violento naquela situação e ou levantar e ir embora pra sempre ou continuar a conversa em inglês como se nada tivesse acontecido... Quase abatido, hesitei. Ela não, como se autocriticando, continuou:
– Ai, ai, ai, Juan... o que vou fazer com você? – senti algo estranho no tom de voz dela.
Em silêncio, olhei nos olhos dela com espanto. Estavam úmidos, vidrados.
– Olha – ela atacou –, quer saber? Vou tirar essa fantasia de velha frígida bacana e vou falar com você de igual pra igual.
Ela se ajeitou de um jeito que ficou bem de frente pra mim e partiu pro ataque confessando:
– Faz quase 10 anos que seu tio morreu, guardei luto por um longo tempo e respeito absoluto até hoje, mas esse tempo que se perde não se recupera... Sei que os anos, mais do que passarem por mim, ficaram em mim, mas ainda assim continuo sendo uma mulher, uma mulher de 65 anos, mas uma mulher, afinal, uma mulher que ainda hoje sente como uma mulher e que neste momento tem ao lado um homem, não mais aquele púbere que ficava vermelho quando espiava minhas tetas, mas um homem que me provoca coisas que há muito tempo não sentia. E quero te dizer...
Meu instinto O animal voltou à tona e não deixei ela continuar. Arrebentei a boca dela com um beijo, enfiando a língua até a garganta. Senti que ela recolheu a dela, mas não afrouxei e, aos poucos, ela foi se animando, enfiando a língua mais e mais na minha boca até as duas ficarem enroscadas. Sem separar os lábios, voltei pras tetas dela, primeiro acariciando por cima da blusa e depois, soltando uns botões, por baixo, no sutiã. Senti a mão dela acariciando minha coxa, se aproximando perigosamente da entreperna, que já segurava um pau quase duro. Quando percebeu, apertou firme por cima da calça. Separou a boca da minha e suspirou… Senti os bicos dos peitos dela começarem a endurecer quando, sem tirar a mão do meu pau, perguntou:
— Cê acha que é muito errado o que a gente tá fazendo?
— Só um pouco…
Com um beijo, ela não me deixou terminar minha opinião, que, sinceramente, acho que pouco importava pra ela, ainda mais considerando que, enquanto isso, ela já tinha desabotoado minha calça e segurava meu pau pelado com a mão ossuda dela. Passou um nada de tempo desde que separou os lábios dos meus, se ajeitou de quatro no sofá, me deu um sorriso cúmplice e dedicou vários minutos a saborear meu pau.
Desajeitado, consegui desabotoar a blusa dela pra tirar e soltar o sutiã, deixando as tetas dela nuas. Ela lambia e esfregava a cabeça do meu pau nos bicos dos peitos dela enquanto eu, sentado, levantava a saia dela e tentava rasgar a meia-calça, ao mesmo tempo que acariciava a bunda e as coxas que minutos antes me excitavam com os rangidos. Quando consegui, deslizei os dedos por baixo da calcinha e encontrei uma buceta quente, carnuda e melada. Enfiei dois e até três dedos, masturbando ela devagar. Meu polegar tava confortavelmente alojado no cu dela, bem relaxado, por sinal.
Num momento, percebi a mamada brutal que ela tava me dando; parecia que queria me comer inteiro, começando pelo pau…
Muitas lembranças vieram à minha mente de Essa mulher que anos atrás me fazia bater umas punhetas daquelas, hoje eu tinha quase completamente nua e entregue pra mim. Fechei os olhos e a imaginei como naquela época, com aquela cintura fina e o peito sardento. Então ajeitei ela, deitando de costas nas almofadas e, abrindo as pernas dela, me ajoelhei na frente dela – que ficava acariciando os próprios peitos – encostando a pica no púbis dela.
– Não acredito… Isso é o máximo… – ouvi ela sussurrar.
Sem nenhum esforço, enfiei o pau inteiro na buceta dela e, com movimentos ritmados que ela acompanhava perfeitamente, arranquei gemidos seguidos dela. Nunca tinha estado nessa situação com uma mulher dessa idade, mas nem percebia, porque o que eu via com os olhos fechados e a porra da trepada que a gente tava dando parecia um sonho. Tanto que, nesse sonho, imaginei com uma inveja danada meu tio comendo o cu dela – não duvido que ele tenha feito isso um monte de vezes. Nem pensei duas vezes e arrisquei. Tirei ela da buceta e deslizei pra baixo, roçando a cabeça da pica no cu dela. Sem nenhum escrúpulo e sem falar uma palavra, ela virou um quarto de volta sobre os ombros, levantou uma perna na direção da barriga e me entregou de vez aquele rabo lindo, que eu penetrei na hora sem o menor trabalho.
Uma série de bombadas e, quase gozando, pedi pra gozar nos peitos dela.
– Não – ela pediu –, não tira, goza dentro, por favor…
Quase junto com o fim da frase dela, senti um jorro quente de porra grossa e abundante saindo do meu pau, entrando com força lá no fundo do cu dela, acompanhado de uns gritos de prazer do caralho…
Um tempo depois, os dois estávamos limpando nossos fluidos de qualquer jeito com uns guardanapos de papel… Ela me ofereceu pra ir no banheiro tomar um banho, mas preferi terminar a noite ali, me vestir e ir pra casa.
– Quanto tempo a gente desperdiçou! – ela reclamou, cúmplice.
– Não importa, ainda temos muito pra recuperar. No dia seguinte, preferi não inventar desculpas – nada convincente, por sinal – e no outro já tinha a tão esperada audiência, que passei de boa.
Assim que cheguei em casa, liguei pra ela pra dar a boa notícia e achei que era uma desculpa perfeita o fato de ela não ter cobrado um centavo pelas “aulas” pra convidá-la pra jantar num restaurante chique, daqueles caros que com certeza ela adorava. Claro que ela aceitou, toda feliz e animada.
Naquela mesma noite passei pra buscá-la, jantamos em Palermo num lugar muito chique – e caríssimo também – daqueles de “comida de autor” onde servem 10 gramas de comida num prato quadrado de meio metro de lado, acompanhando o jantar com um champanhe muito bom, a única bebida alcoólica que ela toma. Me deu uma baita risada o comentário que ela fez quando, quase bêbada, disse algo tipo: “O que seus amigões iam dizer se te vissem num lugar desses, jantando à luz de velas, acompanhado por essa coroa?”. Ela soltou uma gargalhada com minha resposta: “Nada; meus amigos são muito respeitosos com os mais velhos”.
Quando terminamos o jantar, no carro prontos pra voltar, ela me pediu permissão pra me dar um último beijo.
– Conheço um lugar onde a gente pode se dar muito mais do que um… Vamos? – propus, morrendo de vontade de repetir o que rolou duas noites atrás e ainda aumentar a aposta.
– Parece uma proposta indecente pra uma senhora da minha idade. Ou não?
– Acho que não. Lembra que a fantasia de “velha frígida bacana” ficou largada no seu armário…
– Kkkk! É verdade! Então vamos! Na sua casa ou na minha?
– Nada disso, um motel.
– Um motel??? Pousada??? – gritou, assustada.
– Sim, com sofás, colchão d’água, luzes, música, vídeos… e muito champanhe…
– Não vai acreditar se eu disser que nunca fui a um… Que ideia boa!!!
Acreditei nela.
Não vou entrar em detalhes, mas podem crer que foi uma das noites de sexo mais fodásticas da minha vida. A gente fez na cama, no cavalinho, no chuveiro, na jacuzzi; oral, vaginal e anal; usamos brinquedos; nos masturbamos um ao outro. outro olhando um vídeo pornô – não sabia, descobriu naquela noite, que um preto podia ter um instrumento daqueles –; gozei no cu dela, nos peitos e na boca; tudo, a gente fez de tudo. E o melhor é que não foi a última vez, repetimos várias vezes até que um dia, acho que com muito pesar mas com alegria, ela me disse que a gente precisava terminar porque tinha conhecido um senhor, mais velho ainda que ela, com quem estava começando um relacionamento. Acreditem ou não, fiquei muito feliz com a notícia e até hoje, embora evitemos nos falar, nos aniversários dela mando um buquê de rosas.
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