Tava na cara que uma mulher tão gostosa como a minha não ia ser perdoada por uma porrada de porcos daqueles.
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Desde que minha mulher, uma semana atrás, conseguiu o trampo de secretária na agência de detetives onde eu trabalho, o jeito dela mudou pra caralho. Ela tava toda feliz e animada, e a empolgação estampava na cara dela toda manhã quando a gente pegava o metrô pra ir junto pro escritório. Mas se o chefe falava com ela por qualquer motivo, ela se assustava na hora e um medo danado aparecia nos olhos dela.
Entre a gente, não falava nada sobre o que rolou na entrevista em que o dom Alfonso aprovou a contratação dela, como se tivesse um acordo tácito que impedia a gente de mexer naquilo, mas os dois sabia que uma porta nova e desconhecida tinha se aberto no nosso relacionamento desde aquele dia.
Porque era inegável que ela, apesar das humilhações e do maltrato que sofreu na pele, no fundo tinha se divertido pra caramba, e o fato do dom Alfonso ter comido ela com gosto, sabendo que eu tava ali, atrás da porta, olhando como um espectador passivo e conivente, tinha dado um orgasmo tão intenso e gostoso que eu nunca tinha visto ela gozar daquele jeito, mesmo que agora ela parecesse às vezes apavorada pensando que o abuso podia se repetir qualquer dia.
Por minha parte, também era inquestionável que eu tinha curtido aquele espetáculo degradante e pornográfico, vendo minha esposa ser obrigada a tirar a calcinha na frente do chefe, apalpada, humilhada e penetrada na buceta por um mão de vaca metido a besta que eu era duas cabeças mais alto, sem fazer nada pra ajudar ela, e que eu tinha gozado de tesão quando vi o esperma daquele anão filho da puta escorrendo pelas coxas morenas da minha mulherzinha.
Desde aquele dia, como o arquivo ficava perto do lugar dela de secretária, eu tentava de todo jeito momento de ficar de olho nela da minha mesa, porque meu novo e pomposo cargo de chefe do arquivo, conseguido graças à boceta da minha mulher, me dava total liberdade de movimento e eu só tinha que prestar contas ao dom Alfonso, e por isso tinha tempo de sobra pra ver como, todo dia, Begoña sofria em silêncio os sorrisinhos de coelho dos colegas, as olhadas sem vergonha pra bunda e pras tetas dela, e os cochichos e cotoveladas das colegas quando cruzavam com ela, porque tava claro que numa agência de detetives tudo acaba se sabendo.
- Oi, bom dia, queríamos falar com o senhor Pinillos, ele tá no escritório dele?
- Dom Alfonso? Sim, já vou avisar. Posso saber os nomes de vocês, por favor?
- Claro, senhorita, esse cavalheiro é dom Hans Frenken e eu sou Francisco Espadas, os sócios capitalistas da agência, e você é a Begoña, a secretária, né? O dom Alfonso já nos contou como você é cooperativa e simpática quando mandou o vídeo da sua entrevista de emprego.
Begoña ficou vermelha na hora, com a cara descomposta, como se em vez de cumprimentá-la gentilmente tivessem dado um tapa nela, e deixou cair o lápis que tinha na mão quando, com passo vacilante e nervoso, levou eles pelo corredor até a porta do escritório pra anunciá-los ao chefe. Depois fez menção de sair correndo pro seu posto de trabalho, mas os recém-chegados insistiram pra ela entrar com eles, principalmente o alemão.
Não perdi nem um segundo e pulei como uma mola do meu lugar no arquivo pra tentar descobrir o que tava rolando lá dentro, então cheguei perto da porta, encostei o ouvido na madeira enquanto procurava uma fresta pra espiar o que eles faziam reunidos, embora fosse bem pouco o que eu podia fazer e fui obrigado a me arriscar repetindo o truque de entreabrir a porta pra observar sem ser visto.
Os donos da agência, que eu não conhecia nem de vista, eram dois homens bem Mais velhos, de terno e com um aspecto tão arrumadinho quanto o dom Alfonso, mas diferente dele, pareciam atléticos e em boa forma, com aquele brilho típico de bronzeado de iate e clube de tênis. Principalmente o alemão, que era gordo e muito alto comparado ao outro, magro e de estatura mediana.
O chefe, atrás da mesa, conversava com os sócios que estavam tranquilamente sentados nas duas poltronas à sua frente, enquanto Begoña, de cabeça baixa e com um bloquinho e uma caneta, parecia anotar a conversa, sentada numa cadeira ao lado da mesa do dom Alfonso.
Sinceramente, tenho que dizer que naqueles momentos achei que minha mulher era uma puta de marca maior, e sinto muito se ela ler esse relato e ficar brava comigo, porque a verdade é que com a saia preta de malha e a blusa branca sem mangas que ela usava naquele dia, uma mulher não pode se sentar daquele jeito na frente de dois homens de meia-idade sem pensar nas consequências.
Até eu fiquei de pau duro ao ver aquelas coxas imponentes, uma cruzada sobre a outra, grossas e lustrosas, quase completamente à mostra até a bunda, e aqueles peitos majestosos, apertados pela camisa de algodão, com o desenho da renda do sutiã perfeitamente visível através do tecido branco fino... Minha nossa! Não posso culpá-los por nada do que aconteceu depois, nem a eles nem ao chefe, porque eu teria feito o mesmo: aproveitar aquela gostosa.
- Olha, Begoña, eu mandei para os chefes a gravação da entrevista que fiz com você outro dia, porque queria te recomendar especialmente para um assunto muito especial que precisa da colaboração de uma mulher de confiança, e tanto o Hans quanto o Paco ficaram realmente impressionados com seu... potencial e com sua... como dizer?... com sua dedicação sem interesses.
- Mas dom Alfonso! Então é verdade que o senhor gravou a... entrevista... em vídeo... sem me falar nada... sem pedir minha permissão? ¡¡¡Por favor....!!!
- Sim, claro, Begoñita, eu gravo tudo que rola nesse escritório, é pra nossa segurança, sabe? Pra evitar depois denúncia por assédio ou mal-entendido do tipo, e esse material fica à disposição de todo o pessoal de segurança autorizado da agência. Não vou te esconder que nossa conversa amigável foi vista... por muita gente, mas são todos de total confiança.
- Mas... o senhor tá se referindo à... nossa entrevista da outra tarde... aquela entrevista, onde o senhor e eu...? Mas pelo amor de Deus, como pode ficar mostrando uma coisa dessas! Que vergonha! O senhor me disse que era um homem discreto.
- E sou, Begoñita, sou, se acalma, mulher, somos detetives particulares e aqui todo mundo já tá acostumado a ver coisa muito pior do que duas pessoas trepando. Você trabalha pra uma agência de investigação, não pra uma ONG, não esquece disso.
Os três homens riram gostoso da piada do baixinho, vendo minha mulher toda envergonhada e corada, porque além disso ela nem percebeu que, ao ouvir que dom Alfonso tinha tornado público aquele vídeo tão comprometedor pra reputação dela, tinha descruzado as pernas e, sem querer, tava mostrando a linda calcinha branca de nylon pra aqueles dois cavalheiros respeitáveis que olhavam pra ela se divertindo.
- Mas tá bem, não se preocupa com algo que não tem importância nenhuma, mulher, agora o que importa de verdade é que o senhor Frenken tem que te propor um negócio muito vantajoso pra você e pelo qual vamos te compensar muito bem. Olha só, depois de ver seu vídeo, ele veio expressamente da Alemanha pra te conhecer, sabendo que, se você quer tanto esse trabalho na nossa agência, não vai dizer não pra nossa proposta... de jeito nenhum. Não nos decepciona.
- Exatamente, senhorita Begônia, queremos que a senhora seja a protagonista de um videocurso de polícia científica pros nossos agentes na Espanha, e ao ver aquele vídeo de... da entrevista, ficou comprovado. Você é uma mulher liberal, sem preconceitos, né? Um curso sobre violên... errr, não... violação e abusos de mulheres, tá ligado?
- A protagonista de um curso? Beleza, parece legal, mas como é o curso? O que eu tenho que fazer?
- Deixa comigo, Hans, que eu explico melhor pra ela.
- Bitte.
- Olha, Begoña, é um simulado de estupro, incluindo todos os tipos de abuso que podem rolar numa agressão sexual contra uma mulher. O papel vai ser seu, pra que depois nosso pessoal selecionado pratique a coleta de provas no corpo da vítima, no seu corpo, e aprenda os procedimentos certos pra registrar um boletim de ocorrência com tudo direitinho ou, se for o caso, defender qualquer caso que aparecer.
- Mmmm, não entendi direito, Dom Alfonso. E eu, o que tenho que fazer?
- Quase nada, mocinha. Bom, na verdade, sim: dar uma falsa resistência pros supostos agressores, pra simulação ficar mais realista.
- Ah, é só isso... beleza, então, parece ok. Não entendi direito meu papel, mas vou fazer o que puder, prometo. Deixa eu consultar meu marido e dou uma resposta pra vocês.
- Perfeito, Begoñita, já falei pros meus chefes que você não ia nos decepcionar, mas não temos muito tempo. Programamos tudo pras onze e você é a protagonista principal e quase nossa única opção. Então vai falar com o Ramiro, conta pra ele o que vamos fazer, que ele já sabe do que se trata, porque participou de um desses... cursinhos.
Pufffff, eu já imaginava direitinho que a merda que ia cair na Begoña era grande! Uma vez já tinham feito a mesma armadilha com uma pobre garota de Salamanca e a gente se divertiu pra caralho com aquela sacanagem, mas querer repetir isso com minha mulher, sendo eu um colega, achei bem humilhante e nojento, pra ser sincero.
Mal tive tempo de me afastar da porta pra não ser descoberto e ir pro meu escritório no... arquivo, quando vi que ela já vinha pelo corredor alisando as ruguinhas da saia e ajeitando alguns fios de cabelo rebeldes do coque e me chamava de forma urgente
- Ramiro….Ramiro!!! Espera um momento, espera, querido
Durante dois ou três minutos ouvi com cara de paisagem enquanto ela me contava tudo o que tinham dito no escritório do chefe, fingindo desconhecimento apesar de já saber do que se tratava e fazendo de conta que me pegava de surpresa
- Nem fodendo, mulher, agora mesmo você vai lá e diz que eu me recuso a você participar dessa enrascada
- Enrascada? Mas você tá louco? São os chefões da agência e deixaram bem claro que não aceitam uma recusa da minha parte, afinal, por que caralhos você não quer que eu aceite a proposta deles?
- Mas você é burra ou o quê? Tô falando sério!!! Esse teste consiste em vários caras fazerem um estupro coletivo em você, como um ataque real. Você não percebe que vão meter em você em todos os buracos possíveis, que vão te foder como loucos e vão se aproveitar de você ao máximo? Vão fazer de tudo, te despir, te obrigar a fazer malabarismos com a boca, apalpar teu corpo inteiro, te comer como quiserem….você vai ficar toda arrebentada
- Meu Deus!!! Não acredito, sério, Ramiro, você tem certeza do que tá dizendo?
- Sim, Begoña, certeza absoluta, e depois você vai ter que aguentar os “alunos” te revistarem de cima a baixo, inteirinha, pra coletar amostras pra testes genéticos e evidências, vão tirar fotos de você….enfim, uma puta enrascada. Já fizeram isso com uma pobre coitada que no final pediu as contas e nunca mais a vimos por aqui. Mais do que um trote, foi uma armadilha pra se aproveitar daquela gostosa. Pobre menina…
- Desculpa, Ramiro, mas não acredito nisso, é pesado demais pra ser verdade
Minha mulher ficou pensativa por uns momentos. Estava branquinha e com cara de susto, mas quando vi que ela franzia as sobrancelhas e apertava os lábios com determinação, já sabia que não ia negar aquela felonia. Ela queria o trabalho acima de tudo, a qualquer preço, e estava disposta a passar por um mau bocado só pra se dar bem com os chefes.
Eu tinha certeza de que, no final, Begoña não ia topar fazer aquilo, mas no fundo do meu cérebro estavam surgindo dúvidas sérias sobre minha mulher. Será que minha esposa, no fundo, queria passar voluntariamente por aquilo? Será que ela tava começando a gostar desses joguinhos perigosos de sexo? O idiota do Olmedilla, que passava o dia todo puxando meu saco desde que me nomearam chefe do arquivo e nunca sacava nada, me tirou dessas dúvidas e preocupações.
- Ei, Ramiro, você não foi convidado pra reunião das onze na sala de briefing? Vão repetir aquela mina de Salamanca, lembra daquela gostosa? Pois dessa vez é uma mulherão, uma gostosa de verdade, tem um rabo e uma bunda que... mmm... só te digo que até o chefão da Alemanha veio pra provar. Só vai o grupinho de confiança do dom Alfonso. Bom, tchau, a gente se vê lá... se te convidarem, claro, he he he he
O babaca não fazia a menor ideia de que aquela "gostosa" podia ser minha mulher. Com certeza o boca aberta ia sair contando pra todo mundo da agência e todo mundo já sabia da festinha que tava rolando, mas mesmo assim, às onze em ponto eu apareci (sem convite nenhum, claro, que é bom falar) na porta da sala de briefing.
Como bem pensava o puxa-saco do Olmedilla, os quinze ou vinte dos meus colegas sentados nas cadeiras da sala eram os mais puxa-sacos e dedo-duros da agência. Os que sempre estavam às ordens do dom Alfonso pra "o que precisasse", e ele tava em cima do palco, apresentando minha mulher pra plateia, entre os quais estavam na primeira fila, claro, o senhor Frenken e o senhor Espadas.
- Cavalheiros, eles Apresento a senhorita Begoña, que muito gentilmente se voluntariou para este exercício de aperfeiçoamento de técnica forense.
Ouviram-se muitos assobios de admiração e vários comentários de baixo calão, enquanto minha mulherzinha ficava vermelha como uma papoula e olhava para aqueles energúmenos com um olhar suplicante e assustado, sem saber bem o que esperar. Mas o pior foi a cara que ela fez quando me viu sentado na última fila, porque com certeza não esperava que eu estivesse presente, e não pareceu que ela gostou muito da minha presença.
- Senhores, por favor, mantenham a compostura. A Begoña é uma senhora e merece todo o nosso respeito, além de ser casada com um dos nossos colegas, o chefe do arquivo, aqui presente.
Todos se viraram para me olhar e de repente ficaram bem comportados (alguns com cara de bastante cagados), porque sabem o quanto sou ciumento e como às vezes sou de brincadeira. Mas quando eu dei um "oi" jovial e descontraído, eles relaxaram e pareceram mais tranquilos.
Begoña então começou a falar com dom Alfonso enquanto apontava para onde eu estava sentado, dizendo que tinham combinado que eu não presenciaria aquilo e que eu fosse embora. Mas o chefe respondeu que minha presença era uma garantia de legalidade e que, como eu não tinha colocado nenhum impedimento para que usassem ela no simulado (essa foi a palavra que ele escolheu para definir aquela sacanagem) e essa condição não estava no contrato que ela tinha assinado, então era melhor assim, e ele continuou tranquilamente com a apresentação.
- Como tudo isso está sendo gravado (ele apontou então para Olmedilla com sua câmera profissional no ombro), quero avisar que no contrato que a senhorita assinou, ela se oferece, voluntária e expressamente, para que pratiquemos uma série de atos bastante comprometedores e embaraçosos para uma dama. Portanto, também conforme o contrato, será ela quem escolherá, entre os aqui presentes, as quatro pessoas que realizarão o Exercício.
Begoña continuava ruborizada até as orelhas, e torcia as mãos nervosamente. Dava até uma certa pena vê-la tão indefesa naquele palco, com vinte pares de olhos impiedosos cravados nela, percorrendo seu corpo com olhares lascivos, quando de repente ela reuniu forças da fraqueza e, com uma vozinha apagada, foi nomeando os escolhidos para a glória.
Os primeiros a sair nomeados foram Hans Frenken e o senhor Espadas, nessa ordem. Depois, após alguns segundos de hesitação, seguiu-se dom Alfonso, mas, ao escolher o quarto homem, Begoña demorou mais tempo. Com certeza pensou que os mais velhos dariam menos problemas e menos trabalho, além de serem os que tinham mais poder e influência na agência. Mas quando todos já davam como certo que ela ia me nomear, a mim, seu marido, para completar o quarteto, seu dedo indeciso se dirigiu para Fierro, um ex-policial argentino, durão e mal-encarado, que tinha fama muito ruim por ser violento e sem consideração.
— Fierro, por favor... o senhor se importa se eu o escolher? É que não conheço quase ninguém aqui.
— Me importar? De jeito nenhum, senhora, já fico de água na boca só de pensar, mas a senhora pode se arrepender depois. Não prefere que seja o Ramiro a fazer isso?
— Não, não, prefiro o senhor. Acho que assim vou me sentir mais desinibida do que com meu marido.
— Muito bem, senhora, mas que fique registrado que a decisão é sua. Vai ser um prazer danado aproveitar a senhora, pode ter certeza.
Olhei para aquele cara de pedra, durão, quase com gratidão. As patilhas de cigano e a cicatriz no queixo, meio escondida pela barba por fazer, davam a ele um aspecto de bandido, mas pelo menos ele tinha sido nobre o suficiente para me ceder o lugar de privilégio. Ainda assim, me queimava ver como o resto dos canalhas na sala me olhavam com sarcasmo, como quem diz: "Porra, tua mulher prefere esse cafajeste a você. Que otário.".
— Bom, senhores, vamos começar... e você... Begoñita, fica aqui e tenta seguir nosso jogo, como se fosse um filme... Ah, e não se assusta, pensa que isso é só um exercício.
Ela nem teve tempo de responder, porque foi o próprio Fierro quem quebrou o gelo, puxando o rabo de cavalo dela e desfazendo ele, deixando a cabeleira cacheada da minha mulher cair solta pelas costas, enquanto dava um empurrão forte pra derrubar ela no colchonete que tinham posto no palco e gritava:
- Vamos foder essa bucetinha linda que você tem, Promíscua!
A plateia de umas vinte pessoas ficou hipnotizada olhando aquele espetáculo. Minha mulher toda escarrapachada no chão, com as pernas abertas e aquele par de coxões de fora, mostrando a calcinha e chorando em silêncio porque devia ter se machucado na queda e tava bem assustada.
- Tira essa roupa agora se não quiser que eu tire na marra, sua burra!
- Vamos, Begoñita, se acalma e segue o jogo, vai ver que no final até pode se divertir. Fica tranquila.
Ela se levantou como pôde e começou a desabotoar a blusa enquanto chorava em silêncio, sob o olhar atento e o silêncio daquela turma de voyeurs, onde eu era só mais um. Ela me pareceu tão gostosa e tão desejável naquela hora, que quase fiquei feliz pensando que a partir dali todos aqueles babacas iam me invejar.
Ela tirou a camisa e deixou de lado, depois levou as mãos pra trás pra soltar o sutiã. Aquela posição, com os braços pra trás e o peito pra frente, fazia os peitos dela, empinados e duros, se destacarem ainda mais, fazendo com que os vinte pares de olhos se fixassem com gula naquelas semiesferas perfeitas.
Depois, ao deslizar as alças pra baixo, deixando os peitos livres e expostos de uma vez pra aqueles porcos, eles balançaram com um tremor que arrancou exclamações de surpresa e admiração daquela plateia entregue e animada.
Eu pude ouvir muitos "Ahhhh", uns "Caralho!" e até um "Que buceta gostosa ela tem". criatura" e devo confessar que me senti orgulhoso de que aqueles mamilos duros e eriçados, rodeados por auréolas marrom-escuro que se destacavam na pele branca da marca do biquíni nos peitos dela, fossem de minha propriedade exclusiva, embora logo fossem ser violados por algum daqueles sátiros.
Begoña continuou se despindo rapidamente para não irritar Fierro, que a olhava de cima a baixo com impaciência e brandindo um canivete de verdade para criar clima, e levou as mãos ao quadril onde estava o zíper da saia para tentar tirá-la. Teve que dar vários puxões porque ele não cedia, fazendo com que os peitos dela balançassem de novo a cada tentativa, para admiração e deleite da plateia.
— Quer ajuda, gatinha?
O filho da puta do Olmedilla quis pagar de engraçadinho, mas bastou um olhar do chefe para ele calar a boca e colar o rosto de novo na câmera, bem na hora em que dom Alfonso partiu para a ação, chegando por trás da minha mulher e envolvendo-a com os braços magros na cintura.
— Calma, menina, deixa que eu faço, não fica nervosa.
Begoña, com os saltos altos que usava, quase escondia aquele anão babão, que parecia ridiculamente baixinho atrás dela, mas o filho da puta, com uma habilidade digna de admiração, abaixou o zíper na primeira tentativa e, deslizando as mãos sobre os quadris da minha mulher, foi descendo a saia pelas coxas dela até que ela caiu por conta própria até os pés.
De novo, os assobios e as exclamações ecoaram forte na sala, então o chefe, animado por aquela explosão de entusiasmo e sem se afastar das costas da minha mulher, subiu as mãos até os peitos dela, apalpando-os à vontade e beliscando os mamilos com força.
— Aiiiiii, por favor, dom Alfonso, não faz isso comigo.
O filho da puta não ligou e continuou amassando e beliscando aquelas peras adoráveis, deixando os mamilos dela ainda mais duros e empinados do que já estavam. Nossas picas (eu tenho que me incluir porque, pra ser sincero, eu tava com um tesão do caralho vendo aquilo) enquanto o Frenken, o alemão, e o Espadas já tinham puxado seus respectivos paus e tavam batendo uma com força pra ficarem duros o mais rápido possível.
A visão da minha mulher era de uma verdadeira deusa, uma mulherão da porra. Com os cabelos cacheados soltos pelas costas, aqueles peitos maravilhosos sendo amassados pelo nojento do chefe e as pernas longas e grossas abertas de pernas largas, ela oferecia um espetáculo digno do melhor cabaré, com o plus do tesão das lágrimas escorrendo pela carinha doce dela, vestida só com aquela calcinha branca que mal cobria a buceta, e os saltos agulha que valorizavam as panturrilhas e tensionavam as coxas.
O Espadas (Paco, a partir de agora) se empolgou com aquela visão perturbadora e provocante da minha mulher e não aguentou mais, se ajoelhou na frente da Begoña, sem parar de bater uma, tentando puxar a calcinha dela pra baixo, mas com as reclamações do pessoal, porque não tava deixando eles verem direito, ele teve a delicadeza de se afastar pra fazer a operação por trás.
— Sai daí, Alfonso, porra, parece que a menina é tua propriedade.
Ele afastou o chefe da agência, abusando da posição superior dele, e se colocou no lugar, agarrando minha mulher pelos quadris e beijando o pescoço dela com paixão, enquanto levava as mãos até o elástico que unia os dois triângulos minúsculos da calcinha e começava a puxar pra baixo de um jeito desesperadoramente lento.
— Bom, senhora, agora chegou a hora da verdade, se comporte bem e tudo vai ser mais fácil pra você.
Ela ficou completamente nua no centro do palco, exposta aos nossos olhares e à mercê daqueles quatro caras de pica dura, e uma primeira pontada de ciúmes (ou será que era prazer que eu senti naquele momento?) se cravou no meu coração como uma flecha envenenada, porque o Paco, Antes de se afastar das costas dela, deu um beijo na nuca, afastando a cabeleira espessa, e ela não conseguiu evitar uma contração de prazer ao sentir aqueles lábios na pele.
Quem a penetrou primeiro foi o alemão, que, fazendo valer sua maior porcentagem de ações da empresa, não teve dificuldade nenhuma para que os outros três lhe cedessem o privilégio de provar Begoña primeiro. Agarrou ela por trás e meteu uma das mãos enormes entre as coxas da minha mulher, separando-as ainda mais e fazendo com que ela levantasse uma perna, para poder meter nela confortavelmente por trás.
As luzes halógenas da sala deixaram à mostra a parte mais íntima e desejada dela, com a buceta completamente aberta naquela posição forçada e os lábios vaginais suspeitamente brilhantes, porque aquele brilho denunciava a umidade que escorria por eles e deixava claro para todos os espectadores sorridentes que Begoña estava excitada, molhada, no ponto como uma puta e morrendo de vontade de começar a ser fodida.
Frenken não a fez esperar muito e, colocando suavemente a glande da sua piroca longa e fina na entrada da vagina, a penetrou bem devagar, enquanto um sorriso de prazer e satisfação se desenhava no seu rosto quadrado germânico, empurrando até enfiar tudo, chegando até as bolas.
- Meine Liebe, dass Pussy!!!! Hündin, hündin, hündin....
E começou a bombar enquanto acariciava delicadamente os peitos dela com os olhos virados.
Minha mulher, vermelha e ruborizada até as orelhas, olhava para a plateia, evitando cruzar o olhar com o meu, mordendo os lábios ao perceber como aqueles tarados observavam curiosos o entra e sai daquela vara teutônica no seu coelhinho dilatado, que continuava totalmente aberto por manter uma perna levantada, mas o alemão logo se cansou de segurá-la assim e mudou para uma posição mais confortável para ele, aproveitando então Paco, o segundo na hierarquia, para meter o bedelho.
- Querida, incline-se para frente, por favor
- Não Ouviu o chefe, puta? Vamo, bota as mão no joelho e abre essa boquinha de vagabunda que tu tem.
Fierro levava o papel dele muito a sério e enchia o saco da minha mulher toda vez que podia, forçando ela a ficar de quatro, pra que enquanto o alemão continuava comendo ela por trás, o outro chefão enfiasse a pica até a garganta e trabalhasse ela pela frente.
Begoña, então, parou de olhar pra plateia e fechou os olhos, se concentrando no serviço, então eu, que conheço as fraquezas dela na cama, soube na certa que ela tinha começado a curtir tudo aquilo.
- Ich wichse....ich wichseeeee, hündinggggg
Frenken, agarrado na cintura da minha mulher, dava uns solavancos e grunhia em alemão, se esbaldava com um movimento giratório da bacia, apertando a pica até o fundo sem tirar nada, então todo mundo sacou que aquele porco tava gozando até secar, porque parecia ter ejaculação precoce, ficando fora de combate no primeiro round, então quando as pernas dele dobraram e ele afrouxou a pegada na minha mulher, dois caras pegaram ele pelos braços rápido e ajudaram a sentar na primeira fila.
Que imagem foda aconteceu naquele momento! Com certeza aqueles filhos da puta não vão esquecer enquanto viverem, porque quando Frenken saiu dela, a visão da bunda empinada da Begoña ficou livre e na cara até pra quem tava sentado na última fila.
Era indescritível aquela bucetinha meio aberta, escorrendo porra. Aquela racha rosada e molhada, rodeada por uma moita de cabelo preto e cacheado, e o cu apertado e escuro entre as duas nádegas poderosas e duras, com a pele morena perto das coxas e branca igual porra na marca do biquíni.
Dom Alfonso não perdeu tempo, e vendo aquele buraco quente e macio, que ele já tinha visitado antes, ao alcance da pica dele, com muito prazer da parte dele, se jogou em cima da Begoña pra meter nela de uma vez. golpe seco e preciso, afundando aquele florete nas carnes da minha mulher até o cabo e soltando uma exclamação surda entre os dentes.
- Hiiiiiimmmm
- Aiiiiii... bruto!!! Não precisa ser tão grosso, por favor, dom Alfonso
Ela já tinha sentido, uma semana antes, aquele pau grosso e brigão dentro da buceta dela, então, além do baque inicial, não se surpreendeu com as investidas ferozes dele.
Dom Alfonso agarrava com gosto as cadeiras da minha mulher enquanto enfiava umas pirocas de dar medo. A cada estocada do pau dele, Begoña se deslocava para frente sem conseguir evitar um gritinho, e a cada penetração até o fundo do meu chefe, vinha um gritinho abafado da minha mulher, até chegar a um ritmo frenético e quase musical: Plash! Plash! Plash! Ah! Ah! Ah!
Eu já tava vendo Begoña perto do orgasmo, porque quando ela fecha os olhos e começa com esses gritinhos, sei por experiência que não demora a entrar em êxtase, e parecia que o filho da puta magricela, com aquela vara grossa que ele tinha, já tinha pegado bem a medida do buraco dela, mas quem realmente não aguentava mais era o Paco, porque com o pau enfiado na boquinha dela, a cada empurrão que minha mulher levava por trás, ela respondia com um aperto de lábios e uma chupada funda na frente.
E foi isso mesmo: o senhor Espadas, Paco para os amigos, se contraiu inteiro, fazendo cara de macaco chupando limão, e se derramou todo naquela boca acolhedora e quente, segurando a cabeça da minha mulher para evitar que ela se afastasse, obrigando ela a engolir toda aquela porrada de esperma salgado.
- Aggggg, putinha, continua chupando mais um pouco, não para agora, que bem que você faz, porca
Paco, depois de gozar, ficou um bom tempo se refestelando com Begoña, tirando o pau e enfiando de novo na boca dela repetidamente, roçando com os lábios, obrigando ela a beijar a cabeça e lamber os ovos até que ele se cansou e parou. ficou mole, então não conseguiu continuar com suas brincadeirinhas e se retirou.
Foi aí que ela se soltou de vez e não tentou mais se segurar, começando a corresponder de verdade às investidas daquela pica de touro que perfurava sua buceta e parecia chegar até os próprios ovários. Os movimentos da bunda dela pareciam estar, literalmente, ordenhando o dom Alfonso, contraindo os músculos pélvicos, apertando os quadris contra os ovos do filho da puta, respondendo a cada estocada dele com um recuo do rabo.
Plash! Plash! Plash! Ah! Ah! Ah!
Os dois gozaram juntos, entre espasmos de prazer, agitando os quadris, com um coro de vinte sátiros voyeurs que começaram a aplaudir como se estivessem num show pornô de segunda categoria, e Begoña, já sem nenhuma inibição, virava a cabeça para trás para que o chefe, atrás dela, a beijasse na boca, enfiando a língua até o fundo, enquanto continuava bombando na buceta dela, mas agora mais devagar. O cara sentado ao meu lado, Freire, me cutucou com o cotovelo e disse baixinho:
— Cara, que mulher mais gostosa você tem, parabéns. Se um dia quiserem fazer troca de casais, pode contar comigo e com a minha esposa.
Eu não respondi nada, mas anotei aquilo mentalmente, porque a esposa daquele sujeito era uma mulher que sempre desejei, embora a achasse presunçosa e arrogante.
Begoña ficou deitada de barriga para cima no colchonete, com as pernas abertas e a buceta transbordando de porra das duas gozadas, sem nenhum pudor, nem se preocupava em esconder as partes íntimas, expostas por completo aos olhares lascivos, enquanto dom Alfonso enfiava o picaço de volta na calça e dava uns tapinhas de agradecimento na coxa da minha mulher, se despedindo daquele corpo lindo até uma próxima oportunidade.
— Você se saiu muito bem, garota, muito bem.
— Eu, não tão rápido, puta, que ainda falta um. Um contrato é um contrato. Contrato, levanta agora mesmo se não quiser que eu te levante na porrada, vamos lá.
Fierro não ia perder aquela chance de ouro de comer uma gostosa daquele jeito, então obrigou Begoña a levantar do colchonete e a colocou de pé, na frente da primeira fila de cadeiras, onde ele estava sentado.
— Tá com a pussy toda melada, Promíscua. Limpa com esse lenço antes de eu te foder, vamos.
Enquanto ela se limpava como podia, ele massageava o pau devagar, olhando pra ela com calma, como se não quisesse perder nenhum detalhe do corpo dela. E eu ouvia os comentários obscenos dos meus colegas toda vez que minha mulher passava o lenço na entrada da buceta, fazendo os lábios se abrirem e mostrarem o rosa brilhante do interior. A gente tava tão perto que o Freire não resistiu e esticou a mão pra passar naquele tapete macio de pelo preto e cacheado.
— Que macia que é, dá gosto só de roçar.
— Quietooo, porco, que a dona não te escolheu. Cuidado ou eu corto sua mão. E você, puta, coloca os braços atrás da cabeça e abre as pernas.
Fierro tinha dado um tapa forte no braço do outro, mas ele não ousou revidar, só olhou furioso. Então o gaúcho continuou encarando a presa como se nada tivesse acontecido, massageando a cock com satisfação evidente.
Eu já não aguentava mais. Tava quase gozando nas calças, igual a muitos dos espectadores animados, que se tocavam disfarçadamente, com as mãos nos bolsos ou direto na calça, porque a Begoña tava linda e provocante ao máximo.
Adorava ver ela ali, completamente nua, com os cabelos soltos, só de salto alto, as mãos na nuca, oferecendo o corpo pro Fierro fazer o que quisesse, e as pernas abertas pra ensinar bem o interior das coxas e a entrada do paraíso.
Dá a volta, puta, quero ver tua bunda.
Begoña, obediente e submissa, virou-se completamente pra que o argentino pudesse observar à vontade o rabo dela, e todos ficamos maravilhados e em silêncio olhando aquelas nádegas duras e gostosas, aquelas costas perfeitas e aquelas coxas grossas e lustrosas. Todos menos Fierro, claro, que esticou uma mão pra enfiar na virilha peluda e começou a acariciar indistintamente o cu dela, a buceta molhada e pulsante e as bandas duras como pedra.
- Agora abaixa, rabuda, abre o cu com as mãos e aguenta.
Sem pensar duas vezes, ela se levantou da poltrona e ele colocou a cabeça da pica no esfíncter do cu da minha mulher, que tava de quatro, e começou a apertar sem conseguir penetrar.
- Não resiste que é pior, relaxa, puta, quero gozar nisso.
Ela tentava, mas o medo da dor a deixava travada, então o carrasco começou a dar palmadas nas bandas no ritmo das ordens dele, enquanto metia a pica.
Falei: Pá! Que não... Pá! Resiste... Pá! Pá! Pá! Pá!
Begoña começou a chorar e levou as mãos ao rosto, momento que o comedor de cu aproveitou pra enfiar até o talo, arrancando um grito de dor e finalmente penetrando ela por trás.
Ele passou um tempão fodendo ela no cu, com as mãos agarradas como garras nas cadeiras dela, e soltando só de vez em quando pra dar uma palmada se ela reclamasse demais. Ela me confessou depois, em casa, que aquela pica entrando e saindo no buraco ardido queimava como fogo, mas que aos poucos o prazer foi se espalhando do esfíncter do cu pro resto do corpo todo, até fazer ela esquecer do que aconteceu depois.
Eu não contei pra ela, e acho que nunca vou contar a menos que ela leia isso, que ela desmaiou de tanto tesão que sentiu, e que uma vez desacordada, quando o galã argentino dela gozou dentro dela uma enxurrada de leite sul-americano, largou o posto que ocupava, causando a loucura total, porque nem um dos meus colegas teve pena dela.
Um por um todos comeram ela, pela frente e por trás, tiraram fotos dela, tocaram e humilharam ela com a desculpa de terminar o exercício, enquanto eu só fiquei olhando... olhando... olhando... como se aquele espetáculo fosse a coisa mais linda que eu já tinha visto na vida. E foi.
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Desde que minha mulher, uma semana atrás, conseguiu o trampo de secretária na agência de detetives onde eu trabalho, o jeito dela mudou pra caralho. Ela tava toda feliz e animada, e a empolgação estampava na cara dela toda manhã quando a gente pegava o metrô pra ir junto pro escritório. Mas se o chefe falava com ela por qualquer motivo, ela se assustava na hora e um medo danado aparecia nos olhos dela.
Entre a gente, não falava nada sobre o que rolou na entrevista em que o dom Alfonso aprovou a contratação dela, como se tivesse um acordo tácito que impedia a gente de mexer naquilo, mas os dois sabia que uma porta nova e desconhecida tinha se aberto no nosso relacionamento desde aquele dia.
Porque era inegável que ela, apesar das humilhações e do maltrato que sofreu na pele, no fundo tinha se divertido pra caramba, e o fato do dom Alfonso ter comido ela com gosto, sabendo que eu tava ali, atrás da porta, olhando como um espectador passivo e conivente, tinha dado um orgasmo tão intenso e gostoso que eu nunca tinha visto ela gozar daquele jeito, mesmo que agora ela parecesse às vezes apavorada pensando que o abuso podia se repetir qualquer dia.
Por minha parte, também era inquestionável que eu tinha curtido aquele espetáculo degradante e pornográfico, vendo minha esposa ser obrigada a tirar a calcinha na frente do chefe, apalpada, humilhada e penetrada na buceta por um mão de vaca metido a besta que eu era duas cabeças mais alto, sem fazer nada pra ajudar ela, e que eu tinha gozado de tesão quando vi o esperma daquele anão filho da puta escorrendo pelas coxas morenas da minha mulherzinha.
Desde aquele dia, como o arquivo ficava perto do lugar dela de secretária, eu tentava de todo jeito momento de ficar de olho nela da minha mesa, porque meu novo e pomposo cargo de chefe do arquivo, conseguido graças à boceta da minha mulher, me dava total liberdade de movimento e eu só tinha que prestar contas ao dom Alfonso, e por isso tinha tempo de sobra pra ver como, todo dia, Begoña sofria em silêncio os sorrisinhos de coelho dos colegas, as olhadas sem vergonha pra bunda e pras tetas dela, e os cochichos e cotoveladas das colegas quando cruzavam com ela, porque tava claro que numa agência de detetives tudo acaba se sabendo.
- Oi, bom dia, queríamos falar com o senhor Pinillos, ele tá no escritório dele?
- Dom Alfonso? Sim, já vou avisar. Posso saber os nomes de vocês, por favor?
- Claro, senhorita, esse cavalheiro é dom Hans Frenken e eu sou Francisco Espadas, os sócios capitalistas da agência, e você é a Begoña, a secretária, né? O dom Alfonso já nos contou como você é cooperativa e simpática quando mandou o vídeo da sua entrevista de emprego.
Begoña ficou vermelha na hora, com a cara descomposta, como se em vez de cumprimentá-la gentilmente tivessem dado um tapa nela, e deixou cair o lápis que tinha na mão quando, com passo vacilante e nervoso, levou eles pelo corredor até a porta do escritório pra anunciá-los ao chefe. Depois fez menção de sair correndo pro seu posto de trabalho, mas os recém-chegados insistiram pra ela entrar com eles, principalmente o alemão.
Não perdi nem um segundo e pulei como uma mola do meu lugar no arquivo pra tentar descobrir o que tava rolando lá dentro, então cheguei perto da porta, encostei o ouvido na madeira enquanto procurava uma fresta pra espiar o que eles faziam reunidos, embora fosse bem pouco o que eu podia fazer e fui obrigado a me arriscar repetindo o truque de entreabrir a porta pra observar sem ser visto.
Os donos da agência, que eu não conhecia nem de vista, eram dois homens bem Mais velhos, de terno e com um aspecto tão arrumadinho quanto o dom Alfonso, mas diferente dele, pareciam atléticos e em boa forma, com aquele brilho típico de bronzeado de iate e clube de tênis. Principalmente o alemão, que era gordo e muito alto comparado ao outro, magro e de estatura mediana.
O chefe, atrás da mesa, conversava com os sócios que estavam tranquilamente sentados nas duas poltronas à sua frente, enquanto Begoña, de cabeça baixa e com um bloquinho e uma caneta, parecia anotar a conversa, sentada numa cadeira ao lado da mesa do dom Alfonso.
Sinceramente, tenho que dizer que naqueles momentos achei que minha mulher era uma puta de marca maior, e sinto muito se ela ler esse relato e ficar brava comigo, porque a verdade é que com a saia preta de malha e a blusa branca sem mangas que ela usava naquele dia, uma mulher não pode se sentar daquele jeito na frente de dois homens de meia-idade sem pensar nas consequências.
Até eu fiquei de pau duro ao ver aquelas coxas imponentes, uma cruzada sobre a outra, grossas e lustrosas, quase completamente à mostra até a bunda, e aqueles peitos majestosos, apertados pela camisa de algodão, com o desenho da renda do sutiã perfeitamente visível através do tecido branco fino... Minha nossa! Não posso culpá-los por nada do que aconteceu depois, nem a eles nem ao chefe, porque eu teria feito o mesmo: aproveitar aquela gostosa.
- Olha, Begoña, eu mandei para os chefes a gravação da entrevista que fiz com você outro dia, porque queria te recomendar especialmente para um assunto muito especial que precisa da colaboração de uma mulher de confiança, e tanto o Hans quanto o Paco ficaram realmente impressionados com seu... potencial e com sua... como dizer?... com sua dedicação sem interesses.
- Mas dom Alfonso! Então é verdade que o senhor gravou a... entrevista... em vídeo... sem me falar nada... sem pedir minha permissão? ¡¡¡Por favor....!!!
- Sim, claro, Begoñita, eu gravo tudo que rola nesse escritório, é pra nossa segurança, sabe? Pra evitar depois denúncia por assédio ou mal-entendido do tipo, e esse material fica à disposição de todo o pessoal de segurança autorizado da agência. Não vou te esconder que nossa conversa amigável foi vista... por muita gente, mas são todos de total confiança.
- Mas... o senhor tá se referindo à... nossa entrevista da outra tarde... aquela entrevista, onde o senhor e eu...? Mas pelo amor de Deus, como pode ficar mostrando uma coisa dessas! Que vergonha! O senhor me disse que era um homem discreto.
- E sou, Begoñita, sou, se acalma, mulher, somos detetives particulares e aqui todo mundo já tá acostumado a ver coisa muito pior do que duas pessoas trepando. Você trabalha pra uma agência de investigação, não pra uma ONG, não esquece disso.
Os três homens riram gostoso da piada do baixinho, vendo minha mulher toda envergonhada e corada, porque além disso ela nem percebeu que, ao ouvir que dom Alfonso tinha tornado público aquele vídeo tão comprometedor pra reputação dela, tinha descruzado as pernas e, sem querer, tava mostrando a linda calcinha branca de nylon pra aqueles dois cavalheiros respeitáveis que olhavam pra ela se divertindo.
- Mas tá bem, não se preocupa com algo que não tem importância nenhuma, mulher, agora o que importa de verdade é que o senhor Frenken tem que te propor um negócio muito vantajoso pra você e pelo qual vamos te compensar muito bem. Olha só, depois de ver seu vídeo, ele veio expressamente da Alemanha pra te conhecer, sabendo que, se você quer tanto esse trabalho na nossa agência, não vai dizer não pra nossa proposta... de jeito nenhum. Não nos decepciona.
- Exatamente, senhorita Begônia, queremos que a senhora seja a protagonista de um videocurso de polícia científica pros nossos agentes na Espanha, e ao ver aquele vídeo de... da entrevista, ficou comprovado. Você é uma mulher liberal, sem preconceitos, né? Um curso sobre violên... errr, não... violação e abusos de mulheres, tá ligado?
- A protagonista de um curso? Beleza, parece legal, mas como é o curso? O que eu tenho que fazer?
- Deixa comigo, Hans, que eu explico melhor pra ela.
- Bitte.
- Olha, Begoña, é um simulado de estupro, incluindo todos os tipos de abuso que podem rolar numa agressão sexual contra uma mulher. O papel vai ser seu, pra que depois nosso pessoal selecionado pratique a coleta de provas no corpo da vítima, no seu corpo, e aprenda os procedimentos certos pra registrar um boletim de ocorrência com tudo direitinho ou, se for o caso, defender qualquer caso que aparecer.
- Mmmm, não entendi direito, Dom Alfonso. E eu, o que tenho que fazer?
- Quase nada, mocinha. Bom, na verdade, sim: dar uma falsa resistência pros supostos agressores, pra simulação ficar mais realista.
- Ah, é só isso... beleza, então, parece ok. Não entendi direito meu papel, mas vou fazer o que puder, prometo. Deixa eu consultar meu marido e dou uma resposta pra vocês.
- Perfeito, Begoñita, já falei pros meus chefes que você não ia nos decepcionar, mas não temos muito tempo. Programamos tudo pras onze e você é a protagonista principal e quase nossa única opção. Então vai falar com o Ramiro, conta pra ele o que vamos fazer, que ele já sabe do que se trata, porque participou de um desses... cursinhos.
Pufffff, eu já imaginava direitinho que a merda que ia cair na Begoña era grande! Uma vez já tinham feito a mesma armadilha com uma pobre garota de Salamanca e a gente se divertiu pra caralho com aquela sacanagem, mas querer repetir isso com minha mulher, sendo eu um colega, achei bem humilhante e nojento, pra ser sincero.
Mal tive tempo de me afastar da porta pra não ser descoberto e ir pro meu escritório no... arquivo, quando vi que ela já vinha pelo corredor alisando as ruguinhas da saia e ajeitando alguns fios de cabelo rebeldes do coque e me chamava de forma urgente
- Ramiro….Ramiro!!! Espera um momento, espera, querido
Durante dois ou três minutos ouvi com cara de paisagem enquanto ela me contava tudo o que tinham dito no escritório do chefe, fingindo desconhecimento apesar de já saber do que se tratava e fazendo de conta que me pegava de surpresa
- Nem fodendo, mulher, agora mesmo você vai lá e diz que eu me recuso a você participar dessa enrascada
- Enrascada? Mas você tá louco? São os chefões da agência e deixaram bem claro que não aceitam uma recusa da minha parte, afinal, por que caralhos você não quer que eu aceite a proposta deles?
- Mas você é burra ou o quê? Tô falando sério!!! Esse teste consiste em vários caras fazerem um estupro coletivo em você, como um ataque real. Você não percebe que vão meter em você em todos os buracos possíveis, que vão te foder como loucos e vão se aproveitar de você ao máximo? Vão fazer de tudo, te despir, te obrigar a fazer malabarismos com a boca, apalpar teu corpo inteiro, te comer como quiserem….você vai ficar toda arrebentada
- Meu Deus!!! Não acredito, sério, Ramiro, você tem certeza do que tá dizendo?
- Sim, Begoña, certeza absoluta, e depois você vai ter que aguentar os “alunos” te revistarem de cima a baixo, inteirinha, pra coletar amostras pra testes genéticos e evidências, vão tirar fotos de você….enfim, uma puta enrascada. Já fizeram isso com uma pobre coitada que no final pediu as contas e nunca mais a vimos por aqui. Mais do que um trote, foi uma armadilha pra se aproveitar daquela gostosa. Pobre menina…
- Desculpa, Ramiro, mas não acredito nisso, é pesado demais pra ser verdade
Minha mulher ficou pensativa por uns momentos. Estava branquinha e com cara de susto, mas quando vi que ela franzia as sobrancelhas e apertava os lábios com determinação, já sabia que não ia negar aquela felonia. Ela queria o trabalho acima de tudo, a qualquer preço, e estava disposta a passar por um mau bocado só pra se dar bem com os chefes.
Eu tinha certeza de que, no final, Begoña não ia topar fazer aquilo, mas no fundo do meu cérebro estavam surgindo dúvidas sérias sobre minha mulher. Será que minha esposa, no fundo, queria passar voluntariamente por aquilo? Será que ela tava começando a gostar desses joguinhos perigosos de sexo? O idiota do Olmedilla, que passava o dia todo puxando meu saco desde que me nomearam chefe do arquivo e nunca sacava nada, me tirou dessas dúvidas e preocupações.
- Ei, Ramiro, você não foi convidado pra reunião das onze na sala de briefing? Vão repetir aquela mina de Salamanca, lembra daquela gostosa? Pois dessa vez é uma mulherão, uma gostosa de verdade, tem um rabo e uma bunda que... mmm... só te digo que até o chefão da Alemanha veio pra provar. Só vai o grupinho de confiança do dom Alfonso. Bom, tchau, a gente se vê lá... se te convidarem, claro, he he he he
O babaca não fazia a menor ideia de que aquela "gostosa" podia ser minha mulher. Com certeza o boca aberta ia sair contando pra todo mundo da agência e todo mundo já sabia da festinha que tava rolando, mas mesmo assim, às onze em ponto eu apareci (sem convite nenhum, claro, que é bom falar) na porta da sala de briefing.
Como bem pensava o puxa-saco do Olmedilla, os quinze ou vinte dos meus colegas sentados nas cadeiras da sala eram os mais puxa-sacos e dedo-duros da agência. Os que sempre estavam às ordens do dom Alfonso pra "o que precisasse", e ele tava em cima do palco, apresentando minha mulher pra plateia, entre os quais estavam na primeira fila, claro, o senhor Frenken e o senhor Espadas.
- Cavalheiros, eles Apresento a senhorita Begoña, que muito gentilmente se voluntariou para este exercício de aperfeiçoamento de técnica forense.
Ouviram-se muitos assobios de admiração e vários comentários de baixo calão, enquanto minha mulherzinha ficava vermelha como uma papoula e olhava para aqueles energúmenos com um olhar suplicante e assustado, sem saber bem o que esperar. Mas o pior foi a cara que ela fez quando me viu sentado na última fila, porque com certeza não esperava que eu estivesse presente, e não pareceu que ela gostou muito da minha presença.
- Senhores, por favor, mantenham a compostura. A Begoña é uma senhora e merece todo o nosso respeito, além de ser casada com um dos nossos colegas, o chefe do arquivo, aqui presente.
Todos se viraram para me olhar e de repente ficaram bem comportados (alguns com cara de bastante cagados), porque sabem o quanto sou ciumento e como às vezes sou de brincadeira. Mas quando eu dei um "oi" jovial e descontraído, eles relaxaram e pareceram mais tranquilos.
Begoña então começou a falar com dom Alfonso enquanto apontava para onde eu estava sentado, dizendo que tinham combinado que eu não presenciaria aquilo e que eu fosse embora. Mas o chefe respondeu que minha presença era uma garantia de legalidade e que, como eu não tinha colocado nenhum impedimento para que usassem ela no simulado (essa foi a palavra que ele escolheu para definir aquela sacanagem) e essa condição não estava no contrato que ela tinha assinado, então era melhor assim, e ele continuou tranquilamente com a apresentação.
- Como tudo isso está sendo gravado (ele apontou então para Olmedilla com sua câmera profissional no ombro), quero avisar que no contrato que a senhorita assinou, ela se oferece, voluntária e expressamente, para que pratiquemos uma série de atos bastante comprometedores e embaraçosos para uma dama. Portanto, também conforme o contrato, será ela quem escolherá, entre os aqui presentes, as quatro pessoas que realizarão o Exercício.
Begoña continuava ruborizada até as orelhas, e torcia as mãos nervosamente. Dava até uma certa pena vê-la tão indefesa naquele palco, com vinte pares de olhos impiedosos cravados nela, percorrendo seu corpo com olhares lascivos, quando de repente ela reuniu forças da fraqueza e, com uma vozinha apagada, foi nomeando os escolhidos para a glória.
Os primeiros a sair nomeados foram Hans Frenken e o senhor Espadas, nessa ordem. Depois, após alguns segundos de hesitação, seguiu-se dom Alfonso, mas, ao escolher o quarto homem, Begoña demorou mais tempo. Com certeza pensou que os mais velhos dariam menos problemas e menos trabalho, além de serem os que tinham mais poder e influência na agência. Mas quando todos já davam como certo que ela ia me nomear, a mim, seu marido, para completar o quarteto, seu dedo indeciso se dirigiu para Fierro, um ex-policial argentino, durão e mal-encarado, que tinha fama muito ruim por ser violento e sem consideração.
— Fierro, por favor... o senhor se importa se eu o escolher? É que não conheço quase ninguém aqui.
— Me importar? De jeito nenhum, senhora, já fico de água na boca só de pensar, mas a senhora pode se arrepender depois. Não prefere que seja o Ramiro a fazer isso?
— Não, não, prefiro o senhor. Acho que assim vou me sentir mais desinibida do que com meu marido.
— Muito bem, senhora, mas que fique registrado que a decisão é sua. Vai ser um prazer danado aproveitar a senhora, pode ter certeza.
Olhei para aquele cara de pedra, durão, quase com gratidão. As patilhas de cigano e a cicatriz no queixo, meio escondida pela barba por fazer, davam a ele um aspecto de bandido, mas pelo menos ele tinha sido nobre o suficiente para me ceder o lugar de privilégio. Ainda assim, me queimava ver como o resto dos canalhas na sala me olhavam com sarcasmo, como quem diz: "Porra, tua mulher prefere esse cafajeste a você. Que otário.".
— Bom, senhores, vamos começar... e você... Begoñita, fica aqui e tenta seguir nosso jogo, como se fosse um filme... Ah, e não se assusta, pensa que isso é só um exercício.
Ela nem teve tempo de responder, porque foi o próprio Fierro quem quebrou o gelo, puxando o rabo de cavalo dela e desfazendo ele, deixando a cabeleira cacheada da minha mulher cair solta pelas costas, enquanto dava um empurrão forte pra derrubar ela no colchonete que tinham posto no palco e gritava:
- Vamos foder essa bucetinha linda que você tem, Promíscua!
A plateia de umas vinte pessoas ficou hipnotizada olhando aquele espetáculo. Minha mulher toda escarrapachada no chão, com as pernas abertas e aquele par de coxões de fora, mostrando a calcinha e chorando em silêncio porque devia ter se machucado na queda e tava bem assustada.
- Tira essa roupa agora se não quiser que eu tire na marra, sua burra!
- Vamos, Begoñita, se acalma e segue o jogo, vai ver que no final até pode se divertir. Fica tranquila.
Ela se levantou como pôde e começou a desabotoar a blusa enquanto chorava em silêncio, sob o olhar atento e o silêncio daquela turma de voyeurs, onde eu era só mais um. Ela me pareceu tão gostosa e tão desejável naquela hora, que quase fiquei feliz pensando que a partir dali todos aqueles babacas iam me invejar.
Ela tirou a camisa e deixou de lado, depois levou as mãos pra trás pra soltar o sutiã. Aquela posição, com os braços pra trás e o peito pra frente, fazia os peitos dela, empinados e duros, se destacarem ainda mais, fazendo com que os vinte pares de olhos se fixassem com gula naquelas semiesferas perfeitas.
Depois, ao deslizar as alças pra baixo, deixando os peitos livres e expostos de uma vez pra aqueles porcos, eles balançaram com um tremor que arrancou exclamações de surpresa e admiração daquela plateia entregue e animada.
Eu pude ouvir muitos "Ahhhh", uns "Caralho!" e até um "Que buceta gostosa ela tem". criatura" e devo confessar que me senti orgulhoso de que aqueles mamilos duros e eriçados, rodeados por auréolas marrom-escuro que se destacavam na pele branca da marca do biquíni nos peitos dela, fossem de minha propriedade exclusiva, embora logo fossem ser violados por algum daqueles sátiros.
Begoña continuou se despindo rapidamente para não irritar Fierro, que a olhava de cima a baixo com impaciência e brandindo um canivete de verdade para criar clima, e levou as mãos ao quadril onde estava o zíper da saia para tentar tirá-la. Teve que dar vários puxões porque ele não cedia, fazendo com que os peitos dela balançassem de novo a cada tentativa, para admiração e deleite da plateia.
— Quer ajuda, gatinha?
O filho da puta do Olmedilla quis pagar de engraçadinho, mas bastou um olhar do chefe para ele calar a boca e colar o rosto de novo na câmera, bem na hora em que dom Alfonso partiu para a ação, chegando por trás da minha mulher e envolvendo-a com os braços magros na cintura.
— Calma, menina, deixa que eu faço, não fica nervosa.
Begoña, com os saltos altos que usava, quase escondia aquele anão babão, que parecia ridiculamente baixinho atrás dela, mas o filho da puta, com uma habilidade digna de admiração, abaixou o zíper na primeira tentativa e, deslizando as mãos sobre os quadris da minha mulher, foi descendo a saia pelas coxas dela até que ela caiu por conta própria até os pés.
De novo, os assobios e as exclamações ecoaram forte na sala, então o chefe, animado por aquela explosão de entusiasmo e sem se afastar das costas da minha mulher, subiu as mãos até os peitos dela, apalpando-os à vontade e beliscando os mamilos com força.
— Aiiiiii, por favor, dom Alfonso, não faz isso comigo.
O filho da puta não ligou e continuou amassando e beliscando aquelas peras adoráveis, deixando os mamilos dela ainda mais duros e empinados do que já estavam. Nossas picas (eu tenho que me incluir porque, pra ser sincero, eu tava com um tesão do caralho vendo aquilo) enquanto o Frenken, o alemão, e o Espadas já tinham puxado seus respectivos paus e tavam batendo uma com força pra ficarem duros o mais rápido possível.
A visão da minha mulher era de uma verdadeira deusa, uma mulherão da porra. Com os cabelos cacheados soltos pelas costas, aqueles peitos maravilhosos sendo amassados pelo nojento do chefe e as pernas longas e grossas abertas de pernas largas, ela oferecia um espetáculo digno do melhor cabaré, com o plus do tesão das lágrimas escorrendo pela carinha doce dela, vestida só com aquela calcinha branca que mal cobria a buceta, e os saltos agulha que valorizavam as panturrilhas e tensionavam as coxas.
O Espadas (Paco, a partir de agora) se empolgou com aquela visão perturbadora e provocante da minha mulher e não aguentou mais, se ajoelhou na frente da Begoña, sem parar de bater uma, tentando puxar a calcinha dela pra baixo, mas com as reclamações do pessoal, porque não tava deixando eles verem direito, ele teve a delicadeza de se afastar pra fazer a operação por trás.
— Sai daí, Alfonso, porra, parece que a menina é tua propriedade.
Ele afastou o chefe da agência, abusando da posição superior dele, e se colocou no lugar, agarrando minha mulher pelos quadris e beijando o pescoço dela com paixão, enquanto levava as mãos até o elástico que unia os dois triângulos minúsculos da calcinha e começava a puxar pra baixo de um jeito desesperadoramente lento.
— Bom, senhora, agora chegou a hora da verdade, se comporte bem e tudo vai ser mais fácil pra você.
Ela ficou completamente nua no centro do palco, exposta aos nossos olhares e à mercê daqueles quatro caras de pica dura, e uma primeira pontada de ciúmes (ou será que era prazer que eu senti naquele momento?) se cravou no meu coração como uma flecha envenenada, porque o Paco, Antes de se afastar das costas dela, deu um beijo na nuca, afastando a cabeleira espessa, e ela não conseguiu evitar uma contração de prazer ao sentir aqueles lábios na pele.
Quem a penetrou primeiro foi o alemão, que, fazendo valer sua maior porcentagem de ações da empresa, não teve dificuldade nenhuma para que os outros três lhe cedessem o privilégio de provar Begoña primeiro. Agarrou ela por trás e meteu uma das mãos enormes entre as coxas da minha mulher, separando-as ainda mais e fazendo com que ela levantasse uma perna, para poder meter nela confortavelmente por trás.
As luzes halógenas da sala deixaram à mostra a parte mais íntima e desejada dela, com a buceta completamente aberta naquela posição forçada e os lábios vaginais suspeitamente brilhantes, porque aquele brilho denunciava a umidade que escorria por eles e deixava claro para todos os espectadores sorridentes que Begoña estava excitada, molhada, no ponto como uma puta e morrendo de vontade de começar a ser fodida.
Frenken não a fez esperar muito e, colocando suavemente a glande da sua piroca longa e fina na entrada da vagina, a penetrou bem devagar, enquanto um sorriso de prazer e satisfação se desenhava no seu rosto quadrado germânico, empurrando até enfiar tudo, chegando até as bolas.
- Meine Liebe, dass Pussy!!!! Hündin, hündin, hündin....
E começou a bombar enquanto acariciava delicadamente os peitos dela com os olhos virados.
Minha mulher, vermelha e ruborizada até as orelhas, olhava para a plateia, evitando cruzar o olhar com o meu, mordendo os lábios ao perceber como aqueles tarados observavam curiosos o entra e sai daquela vara teutônica no seu coelhinho dilatado, que continuava totalmente aberto por manter uma perna levantada, mas o alemão logo se cansou de segurá-la assim e mudou para uma posição mais confortável para ele, aproveitando então Paco, o segundo na hierarquia, para meter o bedelho.
- Querida, incline-se para frente, por favor
- Não Ouviu o chefe, puta? Vamo, bota as mão no joelho e abre essa boquinha de vagabunda que tu tem.
Fierro levava o papel dele muito a sério e enchia o saco da minha mulher toda vez que podia, forçando ela a ficar de quatro, pra que enquanto o alemão continuava comendo ela por trás, o outro chefão enfiasse a pica até a garganta e trabalhasse ela pela frente.
Begoña, então, parou de olhar pra plateia e fechou os olhos, se concentrando no serviço, então eu, que conheço as fraquezas dela na cama, soube na certa que ela tinha começado a curtir tudo aquilo.
- Ich wichse....ich wichseeeee, hündinggggg
Frenken, agarrado na cintura da minha mulher, dava uns solavancos e grunhia em alemão, se esbaldava com um movimento giratório da bacia, apertando a pica até o fundo sem tirar nada, então todo mundo sacou que aquele porco tava gozando até secar, porque parecia ter ejaculação precoce, ficando fora de combate no primeiro round, então quando as pernas dele dobraram e ele afrouxou a pegada na minha mulher, dois caras pegaram ele pelos braços rápido e ajudaram a sentar na primeira fila.
Que imagem foda aconteceu naquele momento! Com certeza aqueles filhos da puta não vão esquecer enquanto viverem, porque quando Frenken saiu dela, a visão da bunda empinada da Begoña ficou livre e na cara até pra quem tava sentado na última fila.
Era indescritível aquela bucetinha meio aberta, escorrendo porra. Aquela racha rosada e molhada, rodeada por uma moita de cabelo preto e cacheado, e o cu apertado e escuro entre as duas nádegas poderosas e duras, com a pele morena perto das coxas e branca igual porra na marca do biquíni.
Dom Alfonso não perdeu tempo, e vendo aquele buraco quente e macio, que ele já tinha visitado antes, ao alcance da pica dele, com muito prazer da parte dele, se jogou em cima da Begoña pra meter nela de uma vez. golpe seco e preciso, afundando aquele florete nas carnes da minha mulher até o cabo e soltando uma exclamação surda entre os dentes.
- Hiiiiiimmmm
- Aiiiiii... bruto!!! Não precisa ser tão grosso, por favor, dom Alfonso
Ela já tinha sentido, uma semana antes, aquele pau grosso e brigão dentro da buceta dela, então, além do baque inicial, não se surpreendeu com as investidas ferozes dele.
Dom Alfonso agarrava com gosto as cadeiras da minha mulher enquanto enfiava umas pirocas de dar medo. A cada estocada do pau dele, Begoña se deslocava para frente sem conseguir evitar um gritinho, e a cada penetração até o fundo do meu chefe, vinha um gritinho abafado da minha mulher, até chegar a um ritmo frenético e quase musical: Plash! Plash! Plash! Ah! Ah! Ah!
Eu já tava vendo Begoña perto do orgasmo, porque quando ela fecha os olhos e começa com esses gritinhos, sei por experiência que não demora a entrar em êxtase, e parecia que o filho da puta magricela, com aquela vara grossa que ele tinha, já tinha pegado bem a medida do buraco dela, mas quem realmente não aguentava mais era o Paco, porque com o pau enfiado na boquinha dela, a cada empurrão que minha mulher levava por trás, ela respondia com um aperto de lábios e uma chupada funda na frente.
E foi isso mesmo: o senhor Espadas, Paco para os amigos, se contraiu inteiro, fazendo cara de macaco chupando limão, e se derramou todo naquela boca acolhedora e quente, segurando a cabeça da minha mulher para evitar que ela se afastasse, obrigando ela a engolir toda aquela porrada de esperma salgado.
- Aggggg, putinha, continua chupando mais um pouco, não para agora, que bem que você faz, porca
Paco, depois de gozar, ficou um bom tempo se refestelando com Begoña, tirando o pau e enfiando de novo na boca dela repetidamente, roçando com os lábios, obrigando ela a beijar a cabeça e lamber os ovos até que ele se cansou e parou. ficou mole, então não conseguiu continuar com suas brincadeirinhas e se retirou.
Foi aí que ela se soltou de vez e não tentou mais se segurar, começando a corresponder de verdade às investidas daquela pica de touro que perfurava sua buceta e parecia chegar até os próprios ovários. Os movimentos da bunda dela pareciam estar, literalmente, ordenhando o dom Alfonso, contraindo os músculos pélvicos, apertando os quadris contra os ovos do filho da puta, respondendo a cada estocada dele com um recuo do rabo.
Plash! Plash! Plash! Ah! Ah! Ah!
Os dois gozaram juntos, entre espasmos de prazer, agitando os quadris, com um coro de vinte sátiros voyeurs que começaram a aplaudir como se estivessem num show pornô de segunda categoria, e Begoña, já sem nenhuma inibição, virava a cabeça para trás para que o chefe, atrás dela, a beijasse na boca, enfiando a língua até o fundo, enquanto continuava bombando na buceta dela, mas agora mais devagar. O cara sentado ao meu lado, Freire, me cutucou com o cotovelo e disse baixinho:
— Cara, que mulher mais gostosa você tem, parabéns. Se um dia quiserem fazer troca de casais, pode contar comigo e com a minha esposa.
Eu não respondi nada, mas anotei aquilo mentalmente, porque a esposa daquele sujeito era uma mulher que sempre desejei, embora a achasse presunçosa e arrogante.
Begoña ficou deitada de barriga para cima no colchonete, com as pernas abertas e a buceta transbordando de porra das duas gozadas, sem nenhum pudor, nem se preocupava em esconder as partes íntimas, expostas por completo aos olhares lascivos, enquanto dom Alfonso enfiava o picaço de volta na calça e dava uns tapinhas de agradecimento na coxa da minha mulher, se despedindo daquele corpo lindo até uma próxima oportunidade.
— Você se saiu muito bem, garota, muito bem.
— Eu, não tão rápido, puta, que ainda falta um. Um contrato é um contrato. Contrato, levanta agora mesmo se não quiser que eu te levante na porrada, vamos lá.
Fierro não ia perder aquela chance de ouro de comer uma gostosa daquele jeito, então obrigou Begoña a levantar do colchonete e a colocou de pé, na frente da primeira fila de cadeiras, onde ele estava sentado.
— Tá com a pussy toda melada, Promíscua. Limpa com esse lenço antes de eu te foder, vamos.
Enquanto ela se limpava como podia, ele massageava o pau devagar, olhando pra ela com calma, como se não quisesse perder nenhum detalhe do corpo dela. E eu ouvia os comentários obscenos dos meus colegas toda vez que minha mulher passava o lenço na entrada da buceta, fazendo os lábios se abrirem e mostrarem o rosa brilhante do interior. A gente tava tão perto que o Freire não resistiu e esticou a mão pra passar naquele tapete macio de pelo preto e cacheado.
— Que macia que é, dá gosto só de roçar.
— Quietooo, porco, que a dona não te escolheu. Cuidado ou eu corto sua mão. E você, puta, coloca os braços atrás da cabeça e abre as pernas.
Fierro tinha dado um tapa forte no braço do outro, mas ele não ousou revidar, só olhou furioso. Então o gaúcho continuou encarando a presa como se nada tivesse acontecido, massageando a cock com satisfação evidente.
Eu já não aguentava mais. Tava quase gozando nas calças, igual a muitos dos espectadores animados, que se tocavam disfarçadamente, com as mãos nos bolsos ou direto na calça, porque a Begoña tava linda e provocante ao máximo.
Adorava ver ela ali, completamente nua, com os cabelos soltos, só de salto alto, as mãos na nuca, oferecendo o corpo pro Fierro fazer o que quisesse, e as pernas abertas pra ensinar bem o interior das coxas e a entrada do paraíso.
Dá a volta, puta, quero ver tua bunda.
Begoña, obediente e submissa, virou-se completamente pra que o argentino pudesse observar à vontade o rabo dela, e todos ficamos maravilhados e em silêncio olhando aquelas nádegas duras e gostosas, aquelas costas perfeitas e aquelas coxas grossas e lustrosas. Todos menos Fierro, claro, que esticou uma mão pra enfiar na virilha peluda e começou a acariciar indistintamente o cu dela, a buceta molhada e pulsante e as bandas duras como pedra.
- Agora abaixa, rabuda, abre o cu com as mãos e aguenta.
Sem pensar duas vezes, ela se levantou da poltrona e ele colocou a cabeça da pica no esfíncter do cu da minha mulher, que tava de quatro, e começou a apertar sem conseguir penetrar.
- Não resiste que é pior, relaxa, puta, quero gozar nisso.
Ela tentava, mas o medo da dor a deixava travada, então o carrasco começou a dar palmadas nas bandas no ritmo das ordens dele, enquanto metia a pica.
Falei: Pá! Que não... Pá! Resiste... Pá! Pá! Pá! Pá!
Begoña começou a chorar e levou as mãos ao rosto, momento que o comedor de cu aproveitou pra enfiar até o talo, arrancando um grito de dor e finalmente penetrando ela por trás.
Ele passou um tempão fodendo ela no cu, com as mãos agarradas como garras nas cadeiras dela, e soltando só de vez em quando pra dar uma palmada se ela reclamasse demais. Ela me confessou depois, em casa, que aquela pica entrando e saindo no buraco ardido queimava como fogo, mas que aos poucos o prazer foi se espalhando do esfíncter do cu pro resto do corpo todo, até fazer ela esquecer do que aconteceu depois.
Eu não contei pra ela, e acho que nunca vou contar a menos que ela leia isso, que ela desmaiou de tanto tesão que sentiu, e que uma vez desacordada, quando o galã argentino dela gozou dentro dela uma enxurrada de leite sul-americano, largou o posto que ocupava, causando a loucura total, porque nem um dos meus colegas teve pena dela.
Um por um todos comeram ela, pela frente e por trás, tiraram fotos dela, tocaram e humilharam ela com a desculpa de terminar o exercício, enquanto eu só fiquei olhando... olhando... olhando... como se aquele espetáculo fosse a coisa mais linda que eu já tinha visto na vida. E foi.
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