Fala, gente linda do P! Tava há um tempão sem tempo pra escrever umas das histórias que vivi, mas tô de volta. Espero que curtam ler, esse relato é 99,99% real, só troquei umas coisas pra proteger a identidade da mina, a minha e o lugar onde rolou tudo.Há alguns anos, meti na cabeça fazer uns piercings e tatuagens. Foi aí que, depois de procurar em alguns lugares, conheci uma mina num estúdio que, além de me furar, caiu super bem comigo — e eu com ela. Assim começou uma história de muito sexo em vários lugares (hotel, banheiro público, minha casa).
Vou contar pra vocês terem uma ideia de como ela é: baixinha, morena de cabelo liso e preto, cara de menina boazinha com atitude de guerreira e um monte de tatuagem — lembro de mais de 15 —, uns peitos lindos e bem generosos, bem depilada e uma delícia!
Um desses lugares, que guardo com muito carinho, foi o próprio estúdio de tatuagem. Eu tinha me dado o luxo de ter tinta na minha pele e também de percorrer toda a tinta da pele dela. Um dia, estando lá, o dono não estava, só o funcionário terminando um trampo e nós matando o tempo, já que não tinha ninguém no estúdio e a galeria estava prestes a fechar. Ela é a responsável, então fecha o estúdio, o caixa e, se ficou muito tarde, a galeria também. E aquele era um daqueles dias em que um desenho demorava. Num momento, ela me diz:
— Quando terminar a tatuagem, abro pro cliente, pago esse cara pra ele ir embora e a gente fica. Total, tenho as chaves da galeria, então podemos ir quando quisermos.
E foi assim. Ficamos naquele dia, e muitos outros, mas sempre na sala de espera. Até que um dia a gente se animou a subir pra sala de tatuagem.
Subimos e, enquanto nos beijávamos, a roupa voava. Já não era só a boca dela: eu beijava os peitos dela, me perdia neles, beijava a barriga dela enquanto puxava o jeans pra baixo, beijava a pussy dela por cima da calcinha. Ela tirava minha roupa enquanto eu voltava pra boca dela, e ela me procurava com as mãos, tentava puxar minha calça, minha cueca. Quando conseguiu, começou a massagear minha cock com doçura, mas com força. Não demorou muito até ela começar a chupar, com vontade, com a boca toda, com a língua, com paixão. Tive que me sentar. Na banqueta alta ao lado da maca, e ela sentada nela me fazia alucinar de prazer. Sinceramente, vou falar pra vocês: ela chupa que é uma maravilha. Deito ela na maca e tiro a única coisa que faltava, a calcinha, e não perco tempo: me ajoelho e saboreio aquela buceta super molhada e deliciosa. Sinto os dedos dela agarrando meus cabelos, fazendo força, e logo ouço um suspiro forte e o corpo dela se entregando ao orgasmo, começando a gemer de prazer. Eu adorava sentir ela gozar. O corpo dela fala naquele instante, e sentir isso é lindo. Continuo chupando o clitóris dela, os lábios, o fluxo, percorro tudo com a língua, entrando e saindo da buceta dela e lambendo os arredores. Desço um pouco até o cuzinho e também fico beijando ele. Levanto e, aproveitando a posição dela, dobro um pouco os joelhos e, enquanto roço a cabeça do meu pau no clitóris molhado dela, me perco de novo entre os peitos gostosos dela e vou enfiando devagar. A gente tava transando na mesma maca onde, um tempo atrás, eu tinha gravado a pele. Eu penetrava até o fundo, com força, até chegar a um novo orgasmo nela, que se mexia debaixo de mim por causa dos espasmos. (Fico com água na boca só de lembrar o corpo dela naquele estado.) A gente levanta, ela chupa um pouco e fica de quatro na maca. Atrás dela, entro de novo na buceta dela e começo a bombar freneticamente, empurrando bem fundo meu pau duro e quente. A safadeza dos dois era tremenda, não lembro quantas vezes ela gozou nessa posição, só sei que a gente ficou um bom tempo assim. Mudamos de posição: deito na maca de barriga pra cima, e ela não espera muito. Dá uns beijinhos no pau e monta, pronta pra cavalgar com vontade. Mais orgasmos, mais prazer, e minhas bolas cada vez mais cheias. Depois de um tempo cavalgando, ela senta na cadeira ao lado da maca e começa a chupar meu pau com toda a vontade. A garganta funda dela engolia tudo, enquanto ela me punhetava e lambia minhas bolas. O prazer que... Naquele momento, eu tava transbordando de tesão, sentia a língua dela lambendo minhas bolas com tanta doçura, e ela começou a descer com a língua, procurando meu cu. A língua dela ia e vinha, lambendo tudo, do meu cu até a ponta do meu pau, e não demorei muito nessa loucura de prazer pra gozar. Soltei toda a porra na boca dela, ela engoliu um pouco enquanto continuava me chupando, e com o tesão que eu tava, não me importei nem um pouco de terminar transando com a boca dela ainda cheia da minha porra. Ela terminou de engolir tudo, limpou bem meu pau com a língua, e a gente se preparou pra voltar pra casa. Naquele momento, a gente percebeu que tinha passado mais de 3 horas trepando.
Teve muitos outros encontros, quem sabe um dia eu escreva sobre eles... um dia.
Um abraço, galera! Espero que tenham gostado.
Vou contar pra vocês terem uma ideia de como ela é: baixinha, morena de cabelo liso e preto, cara de menina boazinha com atitude de guerreira e um monte de tatuagem — lembro de mais de 15 —, uns peitos lindos e bem generosos, bem depilada e uma delícia!
Um desses lugares, que guardo com muito carinho, foi o próprio estúdio de tatuagem. Eu tinha me dado o luxo de ter tinta na minha pele e também de percorrer toda a tinta da pele dela. Um dia, estando lá, o dono não estava, só o funcionário terminando um trampo e nós matando o tempo, já que não tinha ninguém no estúdio e a galeria estava prestes a fechar. Ela é a responsável, então fecha o estúdio, o caixa e, se ficou muito tarde, a galeria também. E aquele era um daqueles dias em que um desenho demorava. Num momento, ela me diz:
— Quando terminar a tatuagem, abro pro cliente, pago esse cara pra ele ir embora e a gente fica. Total, tenho as chaves da galeria, então podemos ir quando quisermos.
E foi assim. Ficamos naquele dia, e muitos outros, mas sempre na sala de espera. Até que um dia a gente se animou a subir pra sala de tatuagem.
Subimos e, enquanto nos beijávamos, a roupa voava. Já não era só a boca dela: eu beijava os peitos dela, me perdia neles, beijava a barriga dela enquanto puxava o jeans pra baixo, beijava a pussy dela por cima da calcinha. Ela tirava minha roupa enquanto eu voltava pra boca dela, e ela me procurava com as mãos, tentava puxar minha calça, minha cueca. Quando conseguiu, começou a massagear minha cock com doçura, mas com força. Não demorou muito até ela começar a chupar, com vontade, com a boca toda, com a língua, com paixão. Tive que me sentar. Na banqueta alta ao lado da maca, e ela sentada nela me fazia alucinar de prazer. Sinceramente, vou falar pra vocês: ela chupa que é uma maravilha. Deito ela na maca e tiro a única coisa que faltava, a calcinha, e não perco tempo: me ajoelho e saboreio aquela buceta super molhada e deliciosa. Sinto os dedos dela agarrando meus cabelos, fazendo força, e logo ouço um suspiro forte e o corpo dela se entregando ao orgasmo, começando a gemer de prazer. Eu adorava sentir ela gozar. O corpo dela fala naquele instante, e sentir isso é lindo. Continuo chupando o clitóris dela, os lábios, o fluxo, percorro tudo com a língua, entrando e saindo da buceta dela e lambendo os arredores. Desço um pouco até o cuzinho e também fico beijando ele. Levanto e, aproveitando a posição dela, dobro um pouco os joelhos e, enquanto roço a cabeça do meu pau no clitóris molhado dela, me perco de novo entre os peitos gostosos dela e vou enfiando devagar. A gente tava transando na mesma maca onde, um tempo atrás, eu tinha gravado a pele. Eu penetrava até o fundo, com força, até chegar a um novo orgasmo nela, que se mexia debaixo de mim por causa dos espasmos. (Fico com água na boca só de lembrar o corpo dela naquele estado.) A gente levanta, ela chupa um pouco e fica de quatro na maca. Atrás dela, entro de novo na buceta dela e começo a bombar freneticamente, empurrando bem fundo meu pau duro e quente. A safadeza dos dois era tremenda, não lembro quantas vezes ela gozou nessa posição, só sei que a gente ficou um bom tempo assim. Mudamos de posição: deito na maca de barriga pra cima, e ela não espera muito. Dá uns beijinhos no pau e monta, pronta pra cavalgar com vontade. Mais orgasmos, mais prazer, e minhas bolas cada vez mais cheias. Depois de um tempo cavalgando, ela senta na cadeira ao lado da maca e começa a chupar meu pau com toda a vontade. A garganta funda dela engolia tudo, enquanto ela me punhetava e lambia minhas bolas. O prazer que... Naquele momento, eu tava transbordando de tesão, sentia a língua dela lambendo minhas bolas com tanta doçura, e ela começou a descer com a língua, procurando meu cu. A língua dela ia e vinha, lambendo tudo, do meu cu até a ponta do meu pau, e não demorei muito nessa loucura de prazer pra gozar. Soltei toda a porra na boca dela, ela engoliu um pouco enquanto continuava me chupando, e com o tesão que eu tava, não me importei nem um pouco de terminar transando com a boca dela ainda cheia da minha porra. Ela terminou de engolir tudo, limpou bem meu pau com a língua, e a gente se preparou pra voltar pra casa. Naquele momento, a gente percebeu que tinha passado mais de 3 horas trepando.
Teve muitos outros encontros, quem sabe um dia eu escreva sobre eles... um dia.
Um abraço, galera! Espero que tenham gostado.
1 comentários - Tatuagem Negra (relato real)