Chega a terceira parte

médico substituto de verão
A gostosa Julieta.
Aparecem novos pacientes na clínica, dessa vez conheci a jovem Julieta na consulta, uma adolescente tesuda e tive que aplicar uma terapia alternativa que ela precisava, para alegria dos dois.
Entram na consulta uma senhora jovem e atraente acompanhada de uma garota adolescente, esta última com cabelo comprido, morena e muito gostosa também.
- Bom dia, podem falar.
- Veja, Doutor, minha filha Julieta ultimamente não está muito bem, tem dificuldade pra dormir, dificuldade pra respirar, está sufocada, etc, etc, e como faz um ano que ela veio e foi examinada pelo médico anterior, pensamos em ver se o senhor pode ajudar, já sabe, nessa idade as jovens.
- Quantos anos você tem, Julieta? Perguntei admirando a beleza que tinha na minha frente.
- 18, Doutor.
- Olha, Doutor – disse a mãe -, com sua licença, vou sair e espero na salinha.
- Certo, senhora, muito gentil da sua parte, já vamos começar. Falei enquanto via a mãe sair, que por sinal tinha uma bunda que estava muito, mas muito boa.

- Bem, Julieta, vamos começar, se você for tão gentil, vá para o lado da maca e se desnude.
- Sim, Doutor, já vou, tudo?
- Sim, por favor.
Ela foi para o lado da maca e enquanto eu mexia em papéis em cima da mesa, reparava como ela ia se despindo. A verdade é que conforme tirava cada peça, a visão melhorava. Era uma gostosa com aquela idade e com aqueles olhinhos de safada que tinha, além do resto que não tinha desperdício.
Quando ela estava totalmente nua, me aproximei com o estetoscópio para começar a auscultar.
- Da última vez que vim, o médico anterior mal me olhou.
- Fica tranquila, Julieta, que comigo você não vai ter do que reclamar, se não fizermos o exame direito, não vamos resolver seus problemas, sente na maca e vamos começar.
- O senhor tem razão, Doutor, o senhor inspira confiança.

Fui perguntando coisinhas sobre os hábitos dela enquanto a examinava e, além das rotinas da idade dela, dava pra perceber que a garota era muito desenvolta e atiçada.
—Vamos ver, Julieta, não notei nenhuma anomalia aparente. Vou examinar seus peitos pra ver o desenvolvimento, você sabe que nessa idade de crescimento.
Comecei a acariciar os peitos dela, que eram uma belezinha, não muito grandes, mas duros como pedra e macios como um pudim. Apertava, pesava e passava os dedos suavemente; logo os bicos endureceram.
—Vou pressionar os bicos, Julieta, pra ver a reação. Me diz se dói.
—Não, Doutor, de jeito nenhum, muito pelo contrário. Dá uma espécie de cócega, mas mais pra baixo.
—Mais pra baixo?
—Sim, bem, entre as pernas. Tô meio molhadinha.
—Molhadinha? Já entendi, são os hormônios da idade — falei, passando um dedo pelos lábios da buceta dela. Realmente, tava molhada e, sem parar de acariciar um bico com a outra mão, passava o dedo suavemente pela frestinha.
—Sim, Julieta, é verdade, tá bem úmida.
—Acho que meus bicos são muito sensíveis, ficam duros na hora. E quando meu tio vem em casa, isso irrita ele.
—Seu tio? Conta com confiança, que pra isso sou seu médico.
—Sim, o irmão do meu falecido pai. Quando vem em casa, a única obsessão dele é me olhar e pegar nos meus bicos, que além disso costumam ficar bem marcados na roupa. Ele brinca com eles, até me manda não usar sutiã quando ele vem pra ficar mais à vontade. É meio abusado, mas sempre me dá muitos presentes, e bem generosos.
—E você obedece ele? — perguntei enquanto acariciava os peitos dela agora com as duas mãos.
—Bom, por que não? Ele fica vermelho que nem um tomate e aparece um volume na calça dele, mas não para. E já peguei ele passando a mão na minha mãe também, quando ela tava distraída. É um abusado, isso sim, mas só quando vem sozinho, sem a minha tia.
—Então na sua mãe também.
—Sim, mas minha mãe não deixa igual eu... bom, pelo que eu saiba.
A garota tava se esquentando rapidinho, os bicos apontando pra mim, a Rosto vermelho, respiração meio ofegante e ainda passando a língua nos lábios. Que tesão ela tava sentindo, e tava adorando.

— Tem algum problema com a menstruação?

— Não, até agora não, mas se o senhor me permite, já que é tão gentil, eu tenho um pequeno ardor, em... como é que a gente diz... — e se aproximando, falou baixinho — tô com um ardor na buceta.

— Fica tranquila, mulher, vamos dar uma olhada. Desce e deita na maca de joelhos, estica o braço pra frente, assim fica com a bunda pronta pra examinar.

Julieta se colocou naquela posição tão provocante e eu, enquanto perguntava, acariciava as nádegas dela, que eram lindas.

— Você tem uma bunda maravilhosa, se me permite o comentário.

— Né verdade? E olha que é só perguntar pro meu professor de educação física, que sempre que pode pega na minha bunda e me dá uns tapas no ginásio... outro dia ele levou um susto, meteu a mão dentro da minha calça de esporte como sempre, mas dessa vez eu não tava de calcinha por baixo e ele ficou com uma cara de surpresa.

— Olha a surpresa, imagino que tenha sido uma surpresa agradável pra ele, né? Ele aproveitou a chance?

— Bom, aproveitou bastante, pode crer, e ainda por cima sempre tiro notas boas em educação física, tenho que falar.

Que putinha era essa menina. Realmente, examinando, o furinho do cu dela tava irritado, provavelmente por causa de alguma coisa externa, vai saber o que essa garota tinha enfiado lá.

— Tá irritado, Julieta, vou passar um creme e você me conta o que aconteceu enquanto isso.

— Sim, Doutor, muito obrigada, vou falar a verdade: meu namorado, que é meio bruto, tentou meter no meu cu outro dia. A gente tava brincando e, como sempre, ele goza primeiro e me deixa na mão, aí teve a ideia de tentar por trás. Já falei pra ele nem pensar, mas o teimoso subiu em cima e foi pra frente, tentou enfiar, ainda bem que só conseguiu a ponta porque tava doendo pra caralho... O senhor não vai contar pra Minha mãe, né?
Por favor, Julieta, claro que não, isso é segredo profissional.

Eu a escutava enquanto passava, com muita suavidade, uma pomada na bunda dela, de quebra acariciava os lábios da buceta e até as nádegas com a outra mão. Ela tava gostando do tratamento, porque enquanto me contava as coisas, se mexia devagar pra cima e pra baixo e soltava uns suspiros leves.

— Haaaaaaai Doutor, essa pomada que o senhor tá passando tá me fazendo muito bem.

— Pois é, né — eu dizia sem parar de acariciar os buraquinhos macios dela — o que você precisa é de um pouco de suavidade, vê se ensina pro seu namorado. Enfiei um dedinho bem lubrificado no cu dela e, ao mesmo tempo, com a outra mão, toquei o botãozinho do clitóris, que tava durinho e todo molhado. Ela começou a respirar fundo e a se mexer cada vez mais.

— Haaaai Doutor... que suavidade... Huuuuuuuuuu! Se meu namorado soubesse passar a pomada assim, que gos...to, Dou...tor, assim... assim, Haaaaaaaaaai.

A moça tinha gozado de prazer e se largado em cima da maca, toda relaxada, mas, com o tesão que ela tinha, eu ia botar em prática outro método alternativo.

— Bem, Julieta, com você acho que vou usar uma terapia alternativa pra resolver seus problemas hormonais.

— Como o senhor quiser, Doutor, confio total nos seus métodos.

— Então, senta na beirada da maca e se inclina pra trás com as mãos, isso, muito bem, com as pernas abertas, e vamos fazer um exame ginecológico.

De novo, eu a tinha de frente, dessa vez com as pernas abertas e ela levemente inclinada pra trás.

Comecei passando um dedinho separando os lábios da buceta e acariciando de leve, ela já tava curtindo pela cara que fazia, depois enfiei devagar um dedinho, depois até dois, ritmado e sem parar.

— Acho que tá tudo em ordem, Julieta, certinho e sem... Alterações, estou te machucando?

- Não, de jeito nenhum, huuuuuuuuuuuu! Muito pelo contrário, estou adorando a revisão... e a...li...ás vai me fazer muito bem... tenho certeza, o médico anterior não tinha esses métodos modernos, huuuuuuuuuuuuuu!

Claro que ela estava gostando, era só ver a cara de satisfação e o tesão que ela tava, ofegante, suspirando, com os olhos e a boca abertos. Além disso, mexia os quadris pra frente e pra trás, como se buscasse uma penetração mais intensa.

- Bem, Julieta, se me permite, vou passar pra outra fase da terapia que acho necessária. Talvez te pareça estranha, mas é imprescindível neste momento. É um assunto confidencial e, como ainda não foi aprovada pelo Conselho de Médicos, é melhor ser bem discreto na aplicação. Você deve guardar segredo sobre isso, ok?

- Sim, claro, Doutor, mas não se distraia com a revisão.

- Acho que você precisa de uma penetração e, como responsável pela sua saúde, tenho a obrigação de realizá-la, sempre com sua permissão, é claro.

- Pode contar comigo, Doutor. Se é pela minha saúde, claro que sim.

- Bem, então vamos nessa.

E, abaixando meu pijama, fiz aparecer a pica que já tava dura há um tempão e morrendo de vontade de entrar em ação. Coloquei uma camisinha que tinha no bolso, por via das dúvidas, e aproximei, passando suavemente pelos lábios molhados da buceta, pra cima e pra baixo.

- Doutor, o senhor sabe que confio muito em você, mas toma cuidado, porque desse tamanho nunca entrou nada.

- Fica tranquila, sou um profissional. E, segurando com uma mão, comecei a penetrar devagar e com cuidado.

- HUUUUUUUYYYYYYY, que delícia, Doutor! Tô adorando sua terapia, continua, continua.

Aos poucos, foi entrando por completo e, quando cheguei ao fundo, fiquei parado e disse:

- Bem, Julieta, não doeu nada, né?

- Não, muito pelo contrário.

- Então agora vou fazer uns movimentos de vai e vem pra verificar se tá tudo bem. funcionamento do duto.

– Ex...pe...ri...men...te, experimente Doutor................... es...tou nas suas mãos, GUAUUUUUUUUUUU, continue, continue....não.......pa......re.

– Julieta, por favor não grite, que sua mãe deve estar te esperando lá fora.

– Ela que queria estar no meu lugar, com a falta que isso faz pra ela, HUUUUYYYYYYY.

– Tá doendo, Julieta?
– Mmmmm, não senhor Doutor, na verdade, eu tô adorando, melhor dizendo, adorando pra caralho.

Peguei ela pela cintura sem tirar o pau e comecei um vai e vem ritmado pra frente e pra trás, pra frente e pra trás.

– Ooooooooh, é fantástico, senhor Doutor, meu namorado... Oh!... tem muito... Ah! Ah!... que aprender, pode crer.

– Fico feliz que você goste tanto do meu tratamento, eu também gosto de aplicá-lo.

A velocidade das investidas do Doutor, que era lenta no começo, foi aumentando com o tempo até levar a paciente ao orgasmo.

– Ooooh... ooooh, que delícia, não para... não para... não para... Ooooh... é... fantástico... HAAAAAAAAAYYYYYYYYYY... JÁAAAAAA!

– Eu também vou, gostosa! Guauuuuuuuuuuuuuu, finalmente!

Os dois terminaram exaustos. O Doutor arrumou a roupa e, depois de ajudar Julieta a descer da maca, disse:

– Bem, Julieta, acho que você está ótima – falou enquanto ajudava ela a se vestir –, com certeza seus problemas vão sumir em breve e você vai sentir uma melhora rápida. De qualquer forma, seria bom repetir o tratamento daqui a alguns dias.

– Acho ótimo, Doutor. Venho no fim de semana?

– Não, mulher, marca hora para daqui a quinze dias. Essa menina ia me deixar moído, pensei enquanto a acompanhava até a porta. Lá fora, a mãe dela nos esperava ansiosa.

– E aí, Julieta?

– Muito bem, mãe. Esse Doutor é muito competente, que diferença do anterior, mas pra garantir, tenho que continuar o tratamento.

– É grave, Doutor?

– Não, mulher, de jeito nenhum, é só uma questão de rotina e controle. – falei. Eu só de olhar pra gostosa da mãe e já pensando na revisão completa que eu faria nela, igualzinho na filha.

3 comentários - Chega a terceira parte

jaaa....!! muy bueno...contá lo de la madre...jeje...