CONTINUAÇÃO.
Para que os leitores acompanhem a história e entendam claramente meu relacionamento com a Julieta, é bom esclarecer que quando a gente transava, tudo se intensificava, a gente falava o que vinha na cabeça sem limites, era totalmente natural, mas nos dias seguintes éramos um casal de namorados normal, quase não tocávamos no assunto do que falávamos durante o sexo, saíamos pra passear, jantávamos com meus pais ou com os dela, nosso namoro era assumido, meus pais adoravam a Julieta e os pais dela me tratavam como um filho de verdade. A essa altura, a Juli já tinha permissão dos pais dela pra dormir em casa nos fins de semana, os pais dela eram jovens e bem modernos. Durante a semana, a gente fazia coisas normais de casal, nos falávamos no telefone a todo momento, eu tinha que recarregar crédito no celular direto porque os torpedos voavam e consumiam tudo rapidinho. Cada vez mais apaixonados, dá pra dizer, mas na hora de entrar entre quatro paredes, cada um soltava a perversão da cabeça e o sexo ficava cada vez melhor.
Na semana depois daquela noite de confissões, quase não nos vimos com a Juli, então a vontade de se ver aumentou pra caralho até chegar a sexta-feira. Naquela semana, não parava de rodar na minha cabeça toda aquela noite de sexo tarado e tudo que a gente tinha dito, o que fez com que eu tivesse que bater umas punhetas várias vezes por dia, e não dava pra negar que tudo que a gente falava me deixava com um tesão do caralho. Não entendia bem por quê, mas era assim e eu ficava de pau duro o dia inteiro. Quarta-feira, a campainha tocou em casa e era o Rober, meus pais foram na hora pro supermercado, eram umas seis da tarde e eu tinha acabado de chegar do trampo, lembro que a gente tava quase na metade de fevereiro, então o calor tava pesado. Normal entre nós, fomos pro quintal, mesinha de centro, cadeiras de praia e cerveja.
Rober — E aí, amigão? Como é que a vida tá te tratando? Eu tô podre de tanto trampar, não vejo a hora de... Chegou o fim de semana...
Eu - Mano, tô morto de trampar, mas tudo bem..
Rober - Você tá morto porque tá comendo como um coelho haha... como essa mina te deixou, hein?
Eu - haha... você não faz ideia
Rober - hahaha... sabe que ideia é o que não me falta haha... com respeito, hein...
Eu - ha... otário... te conheço como se tivesse te parido...
Rober - haha... relaxa, Javi... não vai ficar com ciúme porque a gente fala da Juli, não seja burro, cara, você sabe que pra mim ela agora tem bigode...
Eu - Nada a ver... ciúme nem fodendo... ainda mais de você, mano, sabe que sou capaz de doar um rim pra você...
Rober - Me conta logo como terminou a outra noite...
Eu - haha... o que você quer que eu conte, otário?
Rober - Qual é, não se faz de besta, Javi... se você é mais punheteiro do que eu, haha... fala aí, como terminou com a mina...
A conversa já tava me deixando meio excitado, não sei por quê, mas percebi que me dava um tesão do caralho falar da Juli. Ciúme era o que eu menos sentia, mesmo sabendo que tava me apaixonando por ela, também sentia a necessidade de contar tudo que passava pela minha cabeça, e quem melhor do que meu braço direito da punheta pra compartilhar essas paradas.
Eu - Mano, a Juli é uma fera na cama, você não faz ideia, foram duas gozadas do caralho e ela provou porra na boca pela primeira vez... você não sabe o que é aquilo...
Rober - ahh, mano, como eu te invejo... filho da puta, viu que eu não tava errado quando coloquei o olho nela na primeira vez, boaa, Javi... me conta mais... comeu o cu dela?
Eu - Não, ela disse que a bunda ainda é virgem, pedi mas ela falou que não...
Rober - Eu, mano, se te incomoda eu perguntar, paro por aqui, sério, não quero que você fique puto por causa disso, irmão (tomando um copo de cerveja)
Eu - Não seja burro, há quanto tempo a gente se conhece? Tudo bem, tô de boa com a mina, quase namorando, diria, mas não me incomoda falar disso com você, a gente se criou junto no meio da punheta kkk, aliás, te vejo como você olha pra bunda dela, óbvio que no outro dia você foi embora e bateu uma pensando nela, afinal ela colocou a bunda na sua cara..
Rober- kkkk...você me conhece demais....juro que não queria, mas ela se abaixava na minha frente, cara, e como não olhar pra bunda dela....sabe a punheta que eu bati em casa....saí de lá todo tarado
Eu- Claro, no seu lugar eu faria o mesmo kkk...mas só pode olhar...lembre-se sempre disso...kkk...não me incomoda que você olhe...mas não exagera...
Rober- Então me convidem um dia e eu vejo ao vivo e a cores kkkkk
Eu- kkk...calma aí, tarado...
Essa conversa terminou com mais duas cervejas e foi interrompida quando meus pais chegaram. Rober ficou mais um tempo e depois foi pra casa. Depois de jantar e trocar mensagens com a Juli, acabei batendo uma punheta violenta pra aliviar os ovos, essa situação me deixava muito excitado, o dia inteiro.
Chegou a tão esperada sexta-feira. A gente tinha planejado ir dançar com a Juli, o Rober e a Lore pra uma balada em Capital Federal. Com a Juli, saímos bem cedo e fizemos um esquenta num barzinho de San Telmo, só nós dois, e depois iríamos pra balada onde encontraríamos os amigos. Naquela noite, a Juli estava usando um vestido justo preto que terminava no meio da coxa, cabelo liso preso num coque no alto da cabeça e sandálias de salto, espetacularmente puta, linda demais, principalmente por causa daquela carinha de menina que não combinava com aquela bundona, os saltos só faziam levantar ainda mais aquela bunda enorme que a menina tem e sempre teve. Depois de tomar vários drinks e falar um monte de besteiras de apaixonados, a conversa inevitavelmente foi pra mesa, o álcool nos soltava e levava pro caminho safado, quente, até perverso. A gente tava numa mesa sentados um do lado do outro, quase colados, beijos iam e vinham, me aproximei do ouvido dela...
Eu- Tô com uma vontade de te comer tão grande, você não faz ideia do que eu venho aguentando a semana inteira, te comia aqui mesmo...
Juli - hmm, que lindo ouvir isso hein, mas aqui não dá pra fazer nada gostoso, depois do baile me leva pra sua casa se quiser... eu também tô com um tesão danado (beijo de língua)
Eu - Fiquei pensando em tudo que a gente falou sábado passado enquanto transava e explodiu minha cabeça a semana inteira (sempre devagar no ouvido)
Juli - hmm... que safadinho (beijinho) e o que foi que explodiu sua cabeça..? (me olhando nos olhos com aquela carinha de menina linda e maravilhosa e bem puta ao mesmo tempo)
Eu - Tudo que a gente falou, eu gosto de como a gente se excita falando de tudo, de que você gosta que olhem pra sua bunda, me excita muito, hoje com esse vestido que você colocou vão olhar muito (beijo)
Juli - foi por isso que coloquei, pra me olharem (beijo), percebi que você também gosta, não é.? (beijo e mais beijo)
Eu - Sim, gosto da ideia, me excita muito, você realizaria um desejo meu agora..?
Juli - mm... que mistério, o que você quer que eu realize?, olha que tá cheio de gente aqui.. haha
Eu - Queria que você fosse ao banheiro andando e rebolando bem a raba que quero ver se alguém olha pra sua bunda..
Juli - Aii... olha o que você me pede, você é demais, amo você amor (beijo muito quente)
Eu - vai, você topa.? assim a gente se excita bem pra noite, mas faz disfarçado, olha (indicando com o olhar), passa pela mesa daqueles caras ali e rebola bem a raba..
Juli - Sério que quer que eu faça isso, não te incomoda..?
Eu - Sério, você não me disse que gosta de deixar os caras excitados, bom, eu também gosto que eles fiquem tesudos com você, total depois eu te como linda (e beijei acariciando as pernas dela)
Juli - Bom, se você quer que eu faça isso, realizo esse desejo, tô ficando com muito tesão com o que você tá falando hehe (beijo) agora olha e presta atenção e depois me conta se me olharam.
Ela me deu um beijo e levantou da cadeira, vejo ela indo e via como devagar andava bem estilosamente, bem feminina, sabia andar de salto alto, mostrando só a rabeta pra não ser tão óbvia, mas aquela bunda já sem se esconder se destacava demais do quadril dela, era a mais puta do lugar sem dúvida nenhuma. A mesa dos caras em questão tava longe da nossa, vejo ela se aproximar dos caras e vejo como os quatro que tavam sentados, uns caras de uns trinta e poucos anos, dirigiram o olhar pra Juli, sem falar nada pelo que dava pra ver. Ela passou quase colada na mesa dos caras, mas quando deu as costas, nenhum deles se segurou de disfarçar cada olhada, e olha quando ela voltou, os quatro tavam esperando ela, assim que viram ela aparecer na cena se prepararam pra não perder detalhe. Eu tava com a pica dura pra caralho vendo como eles babavam pela bunda da minha mina. Ela de longe me olhava e eu vi ela andar de um jeito felino ao passar por aquela mesa, os quatro comeram ela com os olhos mas se viraram quando viram ela sentar na minha mesa. Ela chegou perto do meu ouvido.
Juli - E aí..? Gostou..?
Eu - Você não sabe como eles olharam sua rabeta, te comeram com os olhos, valeu pelo capricho... adorei.
Juli - Fiz meio nervosa, mas me excitava pensar que foi você quem pediu, me deixou muito tesuda isso...
Eu - Você fica com muito tesão fazendo isso, né..?
Juli - Sim... e você..? (beijo)
Eu - Também, não sei por que mas não sinto ciúmes, pelo contrário, me dá um tesão danado, você me deixa louco...
Juli - Eu também fico com muito tesão, e acho que você é o cara ideal ha... porque a gente não vai? Tô ficando muito carente e é cedo... (beijo)
Eu - Sabe o que o Rober me disse quarta-feira? Que no sábado quando foi embora de casa teve que bater uma porque você deixou ele com muito tesão de tanto mostrar a bunda...
Juli - Sério..? (fazendo cara de putinha) E você gostou de ouvir isso, né..? Safadinho.
Eu - Me deu um tesão do caralho...
Aí a gente partiu pra balada, eu tive que colocar a camisa pra fora da calça pra disfarçar a ereção violenta que eu tava, tava pegando fogo. Saímos e começamos a andar pra chegar na avenida onde passavam muitos táxis, estávamos a cinco quarteirões, íamos caminhando nos beijando, não conseguíamos parar, de vez em quando escapava uma minha mão na bunda dela, coisa que ela tirava porque tinha gente perto, verdade é que tínhamos tomado uns quantos drinks juntos e estávamos bem animados, faltando dois quarteirões pra chegar na avenida, íamos por uma calçada bem arborizada, então tava escuro, tínhamos saído da área de bares e pubs, ao chegar no meio do quarteirão vi uma entrada de prédio meio escura, olho pra trás e pra frente e não vejo absolutamente ninguém, era uma e meia da manhã, pego ela pela mão e levo pra entradinha...
Juli- Para, louco, que que cê tá fazendo haha
Eu- Vem cá que quero te apalpar um pouquinho antes da gente ir pra balada... (encostando ela na parede, comecei a beijar ela)
Juli- Cê é doido (beijo de língua pesado) olha se não vem ninguém...
Eu balancei a cabeça pros dois lados da calçada, deserta, comecei a beijar ela de novo com as duas mãos na bunda dela, aquela raba tinha um imã pras minhas mãos, os beijos estavam cada vez mais pornô, meu corpo bem colado no dela sentindo a dureza do meu pau na barriga dela, eu não tava nem aí, tava muito tarado com o que vi no bar e a semana sem ver ela, ela em nenhum momento resistiu, muito pelo contrário, balancei a cabeça de novo e ninguém na calçada, a adrenalina corria nas nossas veias, meti minhas mãos onde terminava o vestido dela e levantei até deixar a buceta no ar, ela ficou nervosa e me dizia pra olhar se vinha gente, coisa que eu fazia, tinha levantado o vestido dela até a cintura, se alguém passasse naquele instante teria visto ela totalmente de fio dental e salto, muito pornô, continuei beijando e apalpando ela toda, percebia ela nervosa mas muito excitada ao mesmo tempo, minhas mãos não paravam de amassar as nádegas dela...
Eu- Vira... dois minutos e a gente vai...
Ela me olhou com aquela cara já conhecia ela, tava toda descontrolada de tesão, linda, se virou e empinou a bunda pra mim como se soubesse o que eu ia fazer, uma loucura total, era assim nosso desenfreado quando a gente se esquentava, olhei de novo pra calçada pra ver se ninguém atrapalhava meu momento, tirei a pica em dois segundos sem abaixar a calça, puxei a fio dental, e penetrei ela assim sem camisinha, as mãos dela apoiadas na parede e empinando a bunda, ouvi o gemido dela ao ser penetrada, fiquei doido, agarrei ela pela cintura e meti mais de dez picas bem forte na pussy, e de repente tirei de uma vez e baixei o vestido dela... ela se vira como perguntando o que tava rolando, por que eu não tava mais comendo ela... vi a cara de desespero dela
Eu - Agora sim, vamos pra balada, quero deixar você bem quentinha....
Juli - Você é um filho da puta, me deixou super molhada...(me beijou na boca de novo)...me enlouquece...
Sinceramente, tava com vontade de foder ela toda, mas também ficava na minha cabeça todo o tesão da situação, e eu queria mais putaria... Ela levou dois minutos pra arrumar o vestido, tirou um espelhinho da bolsa e passou batom de novo. Caminhamos as duas quadras que faltavam pra chegar na avenida e pegamos um táxi até a balada. Nem no táxi a gente conseguia parar, a cada instante na viagem curta a gente trocava chupões e as mãos escapavam um pouco. Tínhamos ficado muito excitados os dois e faltava um tempão pra poder aliviar. A verdade é que conhecer a Julieta tinha mudado minha vida, era uma mina muito sexual apesar da idade, e parecia não ter limites.
Já na balada, sentamos nuns sofás numa área meio reservada, a balada tava lotada pra caralho, cheia, estávamos sozinhos esperando os caras e tomando champanhe quando chega uma mensagem do Rober, ele dizia que não iam vir pra balada porque a Lore tava passando mal e não se sentia bem pra sair, que merda, a O negócio é que a gente não deu muita bola pra isso e falamos que a gente se via outro dia. A gente tava bem afim com a Juli, então não ia durar muito no rolê e a gente ia acabar indo pra minha casa ou pra algum hotel. De repente, olho na cara dela e falo:
Eu – Love, tô muito tarado e muito safado hoje, cê realiza mais um capricho meu?
Juli – hahaha (a risadinha dela já mostrava que tava bêbada) O que cê quer agora?
Eu – Quero que você vá comprar no balcão e fique de bunda pra fora, quero ver se alguém chega em você... vai... me dá esse gostinho que tô num tesão doido hoje... pra gente se esquentar pra depois.
Juli – haha... mas olha que se me cantarem você vai ficar com ciúme... além disso, se eu ficar encostada no balcão, vão me apertar por trás... sempre rola isso quando as minhas vão comprar, haja.
Eu – Vai... realiza esse desejo... se alguém te apertar, você sai correndo... eu só quero ver como os caras chegam em você... isso me dá um tesão.
Juli – Ai, love, olha o que cê me pede... você é terrível... mas me dá um tesão danado você me pedir isso, haha... vamos brincar... fica de olho, hein...
Eu dei dinheiro pra ela comprar outra garrafa de champanhe, ela ajeitou o vestido e foi pro balcão, que tava a uns cinco metros da gente, na nossa lateral. Ela tava se divertindo com a situação e comigo propondo esses jogos. A verdade é que o balcão tava lotado. Ela esperou um pouco parada atrás de uns caras que tavam comprando. Quando abriu espaço, vi ela se enfiar no meio da maioria dos homens que esperavam pra comprar as bebidas. Assim que ela ficou entre os caras, vi eles olhando ela de cima a baixo. Me dava um tesão ver ela assim, não sei por quê. Ela tava rodeada de machos e isso me deixava com um tesão do caralho, dela topar nessas minhas taras. Até então, desconhecidas, mas tavam escondidas na minha cabeça. Num determinado momento, ela ficou colada no balcão e foi atendida por um barman. Vejo ela dar o dinheiro pra comprar e, ao mesmo tempo, aparece um cara em cena que se encosta literalmente na bunda da Juli. Ao ver isso, juro que não consegui evitar ficar com um tesão do caralho. Sinceramente, me deu um pouco de ciúme, mas muito mais tesão ver que ela não olhou pra trás em nenhum momento, era como se nem tivesse percebido. O cara encaixou a pélvis direitinho na bunda da minha mina, e parecia uma situação normal com tanta gente se apertando pra chegar no balcão, mas a real é que esse filho da puta tava encostando a pica na bunda da minha namorada. Ela comprou nossa bebida e voltou pra mesa...
Juli - Gostou, meu amor..? (me beijando na boca)
Eu - Sua puta, você é divina (já o álcool e o tesão tinham tomado conta da gente e a gente tava se soltando). Você deixou um cara encostar em você...
Juli - E não era isso que você queria ver..? Eu fico com muito tesão quando você me faz participar dessas brincadeiras... haha... adoro que você seja assim... eu adoro provocar e você adora que eu faça isso... somos iguais, ha... te amo...
Eu - Você me deixou com muito tesão com o que fez... (beijo e apalpação nas pernas)...
A gente começou a se beijar igual louco, não íamos durar muito mais naquele lugar, quando sinto meu celular vibrar no bolso. Chega outra mensagem do Rober, perguntando se a gente não se importava dele vir tomar algo com a gente, já que tinha ficado sem planos e tava afim de sair. A gente respondeu pra ele vir, que não tinha problema. Lembrando que éramos muito amigos entre os três, tinha muita confiança e uma vibe de amizade entre eles. Falamos em que parte da balada a gente tava. Passou um tempo e o Rober apareceu, sentou com a gente e começou um desfile de garrafas indo e vindo. A gente tava bebendo pra caralho, e eu e a Juli já bem, mas bem alterados e com muito tesão por causa de como a noite tava se desenrolando. Ela tava sentada do meu lado e o Rober na frente. Eram uns sofazinhos pequenos com encosto, o que dava uma certa privacidade. Nem lembro sobre o que era a conversa, mas... si me lembro que virou pro lado sexual em determinado momento...
Rober - Como que tua amiguinha me deixou na mão (falando da Lore)... me deixou capenga
Juli - hahaha rober, cê não acerta uma hein.... deve tar doido hahaha
Eu - hahaha.... amigo, parece que se não pegar alguém hoje aqui, vai acabar igual sábado passado hahaha
Juli - E como foi que terminou sábado passado..? (se fazendo de sonsa, já que sabia a resposta) se dá pra saber..?
Eu - fala pra ele te contar... haha
Rober - eu, vamo ver se vocês param de rir dos coitados... haha
Juli - hahaha.... Me deixou curiosa rober, como cê terminou..?
Eu - Como vai terminar... foi embora de casa e acabou batendo uma na casa dele.... haha
Rober - E o que vocês querem que eu faça haja... você, gata, ficava desfilando com esse shortinho e bom... deu muita informação pra minha cabeça hahahaha....
Juli - aiiii neneee..... javi, fala alguma coisa pra esse cara haja (levantando de leve e batendo no braço do rober de brincadeira)... me deixa envergonhada haja
Eu - hahaha... o que cê quer que eu fale... se ele tem razão, meu amor.... você enfiava a buceta na cara dele e bom... ele teve que se aliviar haja
Rober - Não fica brava, anã.... mas a culpa foi sua haja.... eu pedi desculpa pro javi hahaha
Eu - haha tudo bem, amigo... agora pouco juli foi no balcão comprar e os caras se desesperavam pra chegar nela... e não é pra menos (já nessa hora eu tava com a cabeça cheia de tesão e o pau durasso)...
Rober - Nããão... por que não me avisou que eu ia junto pra proteger ela hahahahahaha
Juli - hahahah.... vocês são dois sem vergonha.... rober... ele me mandou comprar e bom, tava cheio de caras e me cercaram hahaha (ela levantou de leve e sentou de lado no meu colo, dando uma vista imbatível pro meu amigo das pernas perfeitas que ela tem)....
Rober - naaaa juli tapa essas pernas, porra... já vi como vou terminar hoje hahaha...
Eu - hahaha amigo, hoje cê vai bater mais uma haja... e você, amor, se continuar mostrando as gambas assim, rober, você vai fazer ele bater uma aqui mesmo kkkkk
Juli- kkkkk...então rober...leva informação que é de graça kkkkk
Tenho que confessar que toda essa zoeira me deixava com o pau durasso e minha cabeça não parava de imaginar, tanto eu quanto juli adorávamos deixar meu amigo excitado, eu me sentia um desconhecido, era uma faceta estranha em mim que nunca pensei que pudesse curtir tanto e também não sabia até onde queria chegar...
Eu- love...por que você não vai comprar outra garrafa...assim a gente te vê daqui...
Juli- Aii javi paraa kkkk...o que o rober vai pensar disso...kkkkk...não não...vai você...
Rober- Se quiserem eu acompanho ela kkkk...
Eu- Fala sério...vai love...que o rober te acompanha (não sei como essas palavras saíram da minha boca, a gente tava bem bebado os três e sim, não sabia o que tava fazendo nem onde estavam os limites)...
Juli- kkkk...vocês tão malucos...mas pensando bem eu queria que você me acompanhasse javi...kkk
Eu- kkkk...então vai vocês que eu espero aqui...(o pau durasso, tava como que empurrando pra ver até onde ia...não sei por que fazia isso, ela olhou pra mim e pro rober e começou a rir)...
Rober- Então anã vem que eu vou te proteger desses degenerados todos...vamos...
Juli me olhou nos olhos enquanto eu tava dando o dinheiro pra ela, me segurou pelo rosto e me beijou com muita língua...levantou enquanto rober fazia o mesmo...
Juli- Já voltooou...
Vejo os dois indo pro balcão, tava nervoso, excitado, um pouco ciumento, mas muito muito tarado e com o pau duro feito pedra, vejo que juli andava meio cambaleando por causa da bebida, rober nem tanto, ela se encostou bem no balcão, agindo com muita confiança, rober um puta dum filho da puta se colocou bem atrás dela, era um jogo consentido, muito perverso mas que a gente tava adorando jogar, muito pesado, quando ela se estica pra dar o dinheiro pro barman rober apoia sem o menor descaramento a pica naquele rabão mal coberto por aquele vestido justo, me sentia muito estranho, estava deixando meu melhor amigo apoiar a pica no cu da minha namorada e ao invés de sentir ciúmes, me excitava indescritivelmente, sabia que ele era louco pela bunda dela e tinha batido punheta inúmeras vezes pensando nela, sabia que aquele momento ele tinha até quase sonhado, mas adorava que Juli era participante voluntária de toda essa putaria, estávamos na mesma sintonia, vejo ele apoiar a pica bem forte no cu dela por cima do vestido enquanto ela comprava e nem sequer se virava, Rober entendeu muito bem o jogo, entendeu muito rápido minha aprovação, nos conhecíamos bem, foram poucos minutos, mas não desgrudou da bunda dela em nenhum momento, mantinha a pica bem apoiada no meio do cu de Juli, compraram e se separaram voltando pra mesa..
Juli- Aqui está seu champanhe, meu amor... (sentando no meu colo)...
Eu- Parece que te protegeram, hein hahaha
Rober- Cuidei dela o tempo todo... fui o guarda-costas dela haha
Juli- hahaha... esse guarda-costas é muito abusado hahaha
Eu- Acho que você chegou muito perto, Rober, vi daqui... filho da puta ha
Rober- Não pensa mal, Javi... só cuidei dela...
Juli- hahaha e parece que ele gostou de me cuidar haha... da próxima vez vem você comigo, meu amor haha... (beijo de língua bem explícito na frente do meu amigo)
A garrafa de champanhe acho que tomamos em 10 minutos, muito quentes com tudo que estava rolando naquela noite, era tudo muito louco, já não aguentava mais de vontade de comer a Juli...
Eu- Amor, que tal irmos pra casa, já não aguento mais...
Juli- Beleza, gostoso, vamos já...
Rober- Se quiserem, podemos ir pra minha casa, meus pais não estão até amanhã, podemos continuar bebendo lá, tenho bebida de sobra (disse Rober desesperado pra evitar que esse jogo acabasse)
Ouvir essas palavras deixaram minha pica no talo, Rober queria continuar com essa Tema, eu juro que não sei por que também queria ir pra casa dele... essa tara tava me corroendo a cabeça... me atraía demais...
Eu - Por mim, bora... você, love, o que acha? Quer ir um pouco na casa do Rober..?
Juli - Beleza, mas só um pouco... depois me leva na sua casa, meu love... que você sabe como eu tô, haha
Saímos da balada, eram quatro da manhã, pegamos um taxi na hora, e em 20 minutos já tava entrando na casa do Rober. Juli andava meio cambaleando de tão bebada, mas consciente de tudo, ria muito, tava super divertida e com tesão. Já conhecia ela, na real os três tavam assim. Colocamos uma música e sentamos na sala do Rober, eu e Juli num sofá e o Rober na frente. Sinceramente, não falávamos muito e logo ela começou a me beijar. De repente, ela levanta e vai pro banheiro...
Rober - Javi, me conta como é que isso vai seguir, porque não tô entendendo nada, mano... (falando baixo pra Juli não ouvir)
Eu - Como assim, seguir o quê..?
Rober - Mano, você deixou eu encostar na sua mina na balada, que porra é essa?
Eu - Sei lá como segue, foi assim mesmo, haha... ou você não gostou..?
Rober - Quê... olha como eu tô com a pica desde que encostei nela, assim que senti aquela bunda, ela subiu feito um cavalo (mostrando por cima da calça a ereção violenta que tinha). Me desculpa falar isso, sei que é sua mina, irmão, mas fazer o quê, você quem pediu e sabe que aquela bunda me perde. Isso é sério, mano, para com isso porque vou bater uma na frente de vocês, viu..
Eu - Não sei, mano... essa situação tá me deixando de pau duro... não sei o que acontece comigo, mas isso me excita pra caralho... tô com a pica dura...
Rober - Por mim, topo te seguir, mas mano, o que você tá pensando? Quer enfiar ela numa festa... Juli vai ficar puta da vida, mano, vai te mandar pra merda...
Eu - Não quero que você coma ela, mano, é minha mina... mas me excita ver ela se soltar assim, gostar de se exibir e essas coisas... agora, quando ela voltar, dá uma passada no banheiro...
Rober - Quer ir pro quarto dos meus pais? Pega ela aí se quiser, com ouvir eles pela porta já me contento, hein...
Eu - Não... vai um pouquinho no banheiro e depois volta... demora um pouco
Nisso a gente vê a porta abrir e a Juli volta e senta em cima das minhas pernas, de lado, na hora o Rober fala que já volta e vai pro banheiro.
Eu - Que tesão que tô, bebê, daqui a pouco a gente vai embora que eu quero te comer inteira (beijo de língua)
Juli - hmm sim... eu também... você me deixou louca desde o bar... tô toda molhada...
Eu - Como você deixou o Rober encostar em você, hein... é safada, adora deixar ele excitado, né... encostei a pica toda na sua bunda... (na hora segurei ela pelo quadril e fiz ela cruzar as pernas em cima do meu corpo, e por causa do vestido justo, ele subiu até a metade das nádegas)
Juli - ahh... você que me pediu pra fazer isso... me faz fazer cada coisa muito tarada... mas você me deixa toda molhada com essas brincadeirinhas... (aí eu levei minha mão até a pussy dela, que tava bem perto do meu abdômen, puxei a calcinha fio dental e toquei na rachinha da pussy dela, que tava um verdadeiro charco)
Eu - hmm... olha como você tá, gata... toda molhada... como você se excita com tudo isso... mas você parecia feliz quando ele encostava... ele apertou bem na sua bunda... deve tá duro
Juli - ahh para, amor, o Rober vai voltar, vamos pra sua casa, tô que não aguento mais de vontade de transar...
Eu - Não quer deixar ele mais excitado um pouco... só deixar ele com tesão... e depois a gente vai (na hora eu fazia movimentos circulares lentos no clitóris dela enquanto falava e olhava nos olhos dela)
Juli - ahh... não... para... o que você quer fazer...?
Eu - Quero que você mostre a bunda de fio dental pra ele... e depois a gente vai... vai lá, se solta... me dá esse gosto... deixa ele bem excitado e a gente vai embora... (enquanto enfiava um dedo na pussy dela)
Juli - Não... isso é muito pesado... ele vai querer me comer e eu não quero... eu quero que só você me coma...
Eu - Eu também não vou deixar ele te comer... só quero que você mostre a Bundinha...vamo animar...
Juli- Sei não...tô meio tonta....ele vai ficar doido se eu mostrar a Bundinha...
Eu- Deixa comigo, cê não confia em mim..?
Juli- Claro que confio...mas a gente vai passar dos limites com isso....não exagera demais..
Eu- Não...só quero que ele veja a Bundinha e a gente vaza...
Nessa hora a gente ouviu a porta do banheiro e Juli rapidinho saiu de cima de mim porque tava com meio rabo de fora, sentou de novo no meu colo.
Eu- Mano....foi usar a informação que a Juli te deu...haha
Rober- haha não eu...fui mijar....haha...mas daqui a pouco capaz que eu começo a lembrar haha...mas não foi tanta informação assim
Juli- haha...Rober, começa a lembrar quando a gente for embora...hahaha
Eu- Love...vem cá....(falei me levantando, a gente tava a dois metros do sofá do Rober, ela me olhou nos olhos mas levantou e veio na minha direção, eu via ela bem nervosa, mas tava se mexendo decidida, divertida e tesuda com a parada, sabia que eu ia propor algo pesado, mas ela tava curtindo o jogo. O Rober olhava calado pra gente)
Ela chegou perto, eu de pé de frente pro sofá do Rober que tava sentado de pernas abertas com um copo na mão, coloquei a Juli de frente pra mim e de costas pro Rober, peguei ela na cintura e cheguei no ouvido dela pra ele não ouvir e falei bem baixinho
Eu- Vou levantar teu vestido pra ele ver a Bundinha de fio dental...fica tranquila que eu sei que ele só vai olhar.(no ouvido)
Juli- cê é um sem noção, tô ficando doida com isso...só um pouquinho hein..(no ouvido)
Virei a cabeça por cima do ombro da Juli olhando pro Rober, peguei ela dos dois lados quase onde começava o vestido, olhei pro meu amigo e falei
Eu- Rober, como cê é um grande amigo, a Juli e eu queremos te dar um pouco de informação boa pra alegrar tua noite já que a Lore te deixou na mão..
Meu amigo me olhou nos olhos, tava calado e de boca aberta, parecia uma estátua, minhas mãos pegaram no tecido do vestido e fui subindo bem devagar, meu queixo estava apoiado no ombro da Juli, então dava pra ver como a bunda da minha mina ia sendo revelada, as risadas e zoação dos momentos anteriores tinham virado silêncio total, ninguém falava, dava pra sentir o tesão no ar naquela sala, o tecido do vestido tão justo chegou no meio da bunda dela, olhei pro meu amigo e ele tava sério, de boca aberta, meu pau tava duro encostado na barriga da minha mina, continuei subindo até que o tecido do vestido da Juli ficou todo enrolado na cintura dela, ela tava completamente pelada e de salto na frente do meu amigo
Eu - E aí, Rober... era como você imaginava?
Rober - Impressionante... a melhor que já vi na minha vida toda de punheta... valeu, galera... valeu
Eu aproximei meu rosto do da Juli, saindo do ombro dela, olhei nos olhos dela e ela tava soltando fogo com o olhar, sentia o corpo dela tremendo, provavelmente de nervoso pela situação, eu tava mais tarado do que nunca, nunca tinha estado assim, apoiei minhas mãos na bunda dela e comecei a beijá-la, não era o combinado, a gente tinha combinado que eu só mostraria a bunda e a gente ia embora, ela correspondeu ao meu beijo e aumentou a aposta, porque o beijo dela era muito quente, cruzou os braços na minha nuca me abraçando e me beijando feito louca, eu amassava a bunda dela cada vez mais forte, tava duro pra caralho, a gente tava super tarado, minha mão nela era cada vez mais explícita, a Juli me surpreendia cada vez mais, era uma caixinha de surpresas, ali em pé nos pegando na frente do meu amigo, de repente sinto ela tirar os braços dos meus ombros e meter a mão dentro da minha calça, desabotoa e puxa meu pau pra fora, começou a me bater uma punheta com a mãozinha dela enquanto eu amassava a bunda dela, parei de beijá-la e olhei pro meu amigo, ele tava com o pauzão todo pra fora se masturbando bem devagar, muito louco... olhava pra ela bestificado
Eu - Rober tá usando a informação agora, ele tá batendo uma punheta (no ouvido dela)
Isso foi longe Isso a deixava mais quente ainda, porque aumentava a punheta que eu tava batendo. Minha mão deslizou pela racha da bunda dela, eu pegava cada nadega e separava, beijava ela de novo e ela colocava a língua pra fora, tava muito tesuda...e bebada. Peguei ela pela cintura, como quem convida pra virar, pra ela ver a punheta do meu amigo. Ela me olhou séria quando viu minha intenção, senti o nervosismo no corpo dela, mas aquele olhar descrevia puro tesão e safadeza. Ela se deixou levar, virou devagar e encostou a bunda toda no meu pau. Ela tava olhando pro nosso amigo sentado de pernas abertas, com o pau estourado, grosso e grande na mão dele, que subia e descia devagar. Ele batia uma olhando pra gente. O tesão da noite toda e a bebida que a gente tinha tomado tava fazendo a gente passar dos limites do normal, nossos hormônios adolescentes tavam no ponto máximo de revolução. Minha mão direita foi enfiando dentro da calcinha dela pra pegar a buceta. Ela tava calada, mas soltava uns gemidinhos. Quando minha mão encontrou a racha dela, descobri que parecia que ela tinha mijado nas calças, tava toda, mas toda molhada. Comecei a masturbar ela devagar, eu tava colado nela com meu pau duro no meio da bunda dela. Ela, de tanto tesão, jogou a cabeça pra trás, apoiando no meu ombro. O olhar dela tava perdido pro alto. Olhei pro meu amigo, que não parava de bater punheta, e enquanto eu punhetava ela e encostava o pau, falei:
Eu - Vou te comer aqui... (no ouvido)
Juli - Nãooo... aqui nãooo... (mas também não fazia nada pra sair daquela situação)
Eu - Sim... deixa eu enfiar um pouquinho aqui... depois a gente vai...
Juli - Nãooo ahhh paraa...
Ela falava que não, mas ficava imóvel de tanto tesão. Com as duas mãos, peguei os elásticos da calcinha dela e puxei até a metade das pernas. A imagem era impressionantemente pornô, ela com o cabelo preso no alto da cabeça, o vestido na cintura, a calcinha no meio da perna, as pernas juntinhas, mostrando... Cu e de salto alto, meu amigo tava acelerando a punheta vendo ao vivo a buceta depilada da Juli. Peguei meu pau e, do jeito que tava, comecei a procurar a buceta dela por trás até achar. Meu pau começou a entrar naquela buceta bem molhada, tava tão lubrificada que entrou fácil. Segurei a cintura dela e comecei a bombar forte. A gente tava a menos de dois metros do meu amigo, bem perto. Comecei a comer ela com ritmo e dava pra ouvir o barulho das minhas estocadas na bunda dela... plas plas plas plas... Ela começou a gemer, já sem se importar com a presença do Rober. Tava viajando, imersa num mundo de prazer, tesão e perversão que a gente adorava explorar...
Eu — Olha ele, Juli... olha como o Rober tá batendo punheta... (ela virou pra frente e fixou o olhar no pau do meu amigo, que já tava se masturbando sem parar. Ele sacudia o pau um pouco e de repente parava, esticando toda a pele do pau pra trás, deixando ver o quanto a cabeça do pau tava inchada. O pau dele parecia mais duro e maior do que nunca)
Juli — ah ah ah... isso é... uma... lou...cu...raaaa
Quando ouvi essas palavras dela, peguei ela com as mãos e fiz ela ficar de quatro no chão. Ela entendeu minha intenção e se ajoelhou, empinando a bunda de um jeito que parecia maior do que o normal. O Rober se comportou, porque em nenhum momento tentou participar com a gente, mesmo que a cena talvez pedisse isso. Só ficou nos olhando em silêncio e se dedicando à melhor punheta da vida dele. Eu fiquei atrás dela, segurei a cintura e aí sim comecei a bombar com tudo. Tava furando ela com porrada atrás de porrada, o barulho da bunda dela ficava cada vez mais alto...
Rober — Vou gozar agora ahhhhhhh (e naquele momento, tanto eu quanto a Juli vimos o Rober se tensar, esticar toda a pele do pau pra trás, a cabeça da pica parecia que ia estourar) galeraaa ahhhhgggg (e a gente viu começar a jorrar um monte de porra do pau dele, que espirrou toda a camisa, a mão dele, e os últimos jatos já saíam sem força) força, mas eles iam percorrendo toda a extensão do pau dele, que tinha ficado completamente cheio de porra)
Isso só me deixou mais excitado, comecei a destruir a Juli na pica, tava comendo ela de forma selvagem, ela começou a gritar que também tava gozando, sem parar de olhar pro pau do Rober, que tinha ficado exausto daquela punheta monstra...
Eu - Ahhhh, tomaaaaa.....
Tirei o pau da buceta da Juli e comecei a gozar que nem um cavalo em cima da bunda da minha mina... tava sujando ela toda, uns jatos tinham manchado o vestido dela e até o cabelo, o resto lambuzou a rabeta gostosa dela... ela tava quase tremendo de tanto orgasmo... caindo na real do que a gente tinha feito, e com um fio de sanidade que ainda me restava, falei pro meu amigo...
Eu - Rober... não fala nada, mano... só vai pro teu quarto agora, que a gente se ajeita e vaza. Depois a gente troca uma ideia...
Meu amigo saiu da sala na hora, a Juli continuava de quatro se recuperando daquela trepada violenta, eu guardei o pau do jeito que tava, todo sujo de lubrificação e porra...
Eu - Amor, vem que vou te levar no banheiro pra te ajeitar e a gente vai pra casa... bora (ela virou a cabeça, me olhou)
Juli - Que loucura a gente acabou de fazer... me leva pra sua casa, amor...
CONTINUA
Para que os leitores acompanhem a história e entendam claramente meu relacionamento com a Julieta, é bom esclarecer que quando a gente transava, tudo se intensificava, a gente falava o que vinha na cabeça sem limites, era totalmente natural, mas nos dias seguintes éramos um casal de namorados normal, quase não tocávamos no assunto do que falávamos durante o sexo, saíamos pra passear, jantávamos com meus pais ou com os dela, nosso namoro era assumido, meus pais adoravam a Julieta e os pais dela me tratavam como um filho de verdade. A essa altura, a Juli já tinha permissão dos pais dela pra dormir em casa nos fins de semana, os pais dela eram jovens e bem modernos. Durante a semana, a gente fazia coisas normais de casal, nos falávamos no telefone a todo momento, eu tinha que recarregar crédito no celular direto porque os torpedos voavam e consumiam tudo rapidinho. Cada vez mais apaixonados, dá pra dizer, mas na hora de entrar entre quatro paredes, cada um soltava a perversão da cabeça e o sexo ficava cada vez melhor.
Na semana depois daquela noite de confissões, quase não nos vimos com a Juli, então a vontade de se ver aumentou pra caralho até chegar a sexta-feira. Naquela semana, não parava de rodar na minha cabeça toda aquela noite de sexo tarado e tudo que a gente tinha dito, o que fez com que eu tivesse que bater umas punhetas várias vezes por dia, e não dava pra negar que tudo que a gente falava me deixava com um tesão do caralho. Não entendia bem por quê, mas era assim e eu ficava de pau duro o dia inteiro. Quarta-feira, a campainha tocou em casa e era o Rober, meus pais foram na hora pro supermercado, eram umas seis da tarde e eu tinha acabado de chegar do trampo, lembro que a gente tava quase na metade de fevereiro, então o calor tava pesado. Normal entre nós, fomos pro quintal, mesinha de centro, cadeiras de praia e cerveja.
Rober — E aí, amigão? Como é que a vida tá te tratando? Eu tô podre de tanto trampar, não vejo a hora de... Chegou o fim de semana...
Eu - Mano, tô morto de trampar, mas tudo bem..
Rober - Você tá morto porque tá comendo como um coelho haha... como essa mina te deixou, hein?
Eu - haha... você não faz ideia
Rober - hahaha... sabe que ideia é o que não me falta haha... com respeito, hein...
Eu - ha... otário... te conheço como se tivesse te parido...
Rober - haha... relaxa, Javi... não vai ficar com ciúme porque a gente fala da Juli, não seja burro, cara, você sabe que pra mim ela agora tem bigode...
Eu - Nada a ver... ciúme nem fodendo... ainda mais de você, mano, sabe que sou capaz de doar um rim pra você...
Rober - Me conta logo como terminou a outra noite...
Eu - haha... o que você quer que eu conte, otário?
Rober - Qual é, não se faz de besta, Javi... se você é mais punheteiro do que eu, haha... fala aí, como terminou com a mina...
A conversa já tava me deixando meio excitado, não sei por quê, mas percebi que me dava um tesão do caralho falar da Juli. Ciúme era o que eu menos sentia, mesmo sabendo que tava me apaixonando por ela, também sentia a necessidade de contar tudo que passava pela minha cabeça, e quem melhor do que meu braço direito da punheta pra compartilhar essas paradas.
Eu - Mano, a Juli é uma fera na cama, você não faz ideia, foram duas gozadas do caralho e ela provou porra na boca pela primeira vez... você não sabe o que é aquilo...
Rober - ahh, mano, como eu te invejo... filho da puta, viu que eu não tava errado quando coloquei o olho nela na primeira vez, boaa, Javi... me conta mais... comeu o cu dela?
Eu - Não, ela disse que a bunda ainda é virgem, pedi mas ela falou que não...
Rober - Eu, mano, se te incomoda eu perguntar, paro por aqui, sério, não quero que você fique puto por causa disso, irmão (tomando um copo de cerveja)
Eu - Não seja burro, há quanto tempo a gente se conhece? Tudo bem, tô de boa com a mina, quase namorando, diria, mas não me incomoda falar disso com você, a gente se criou junto no meio da punheta kkk, aliás, te vejo como você olha pra bunda dela, óbvio que no outro dia você foi embora e bateu uma pensando nela, afinal ela colocou a bunda na sua cara..
Rober- kkkk...você me conhece demais....juro que não queria, mas ela se abaixava na minha frente, cara, e como não olhar pra bunda dela....sabe a punheta que eu bati em casa....saí de lá todo tarado
Eu- Claro, no seu lugar eu faria o mesmo kkk...mas só pode olhar...lembre-se sempre disso...kkk...não me incomoda que você olhe...mas não exagera...
Rober- Então me convidem um dia e eu vejo ao vivo e a cores kkkkk
Eu- kkk...calma aí, tarado...
Essa conversa terminou com mais duas cervejas e foi interrompida quando meus pais chegaram. Rober ficou mais um tempo e depois foi pra casa. Depois de jantar e trocar mensagens com a Juli, acabei batendo uma punheta violenta pra aliviar os ovos, essa situação me deixava muito excitado, o dia inteiro.
Chegou a tão esperada sexta-feira. A gente tinha planejado ir dançar com a Juli, o Rober e a Lore pra uma balada em Capital Federal. Com a Juli, saímos bem cedo e fizemos um esquenta num barzinho de San Telmo, só nós dois, e depois iríamos pra balada onde encontraríamos os amigos. Naquela noite, a Juli estava usando um vestido justo preto que terminava no meio da coxa, cabelo liso preso num coque no alto da cabeça e sandálias de salto, espetacularmente puta, linda demais, principalmente por causa daquela carinha de menina que não combinava com aquela bundona, os saltos só faziam levantar ainda mais aquela bunda enorme que a menina tem e sempre teve. Depois de tomar vários drinks e falar um monte de besteiras de apaixonados, a conversa inevitavelmente foi pra mesa, o álcool nos soltava e levava pro caminho safado, quente, até perverso. A gente tava numa mesa sentados um do lado do outro, quase colados, beijos iam e vinham, me aproximei do ouvido dela...
Eu- Tô com uma vontade de te comer tão grande, você não faz ideia do que eu venho aguentando a semana inteira, te comia aqui mesmo...
Juli - hmm, que lindo ouvir isso hein, mas aqui não dá pra fazer nada gostoso, depois do baile me leva pra sua casa se quiser... eu também tô com um tesão danado (beijo de língua)
Eu - Fiquei pensando em tudo que a gente falou sábado passado enquanto transava e explodiu minha cabeça a semana inteira (sempre devagar no ouvido)
Juli - hmm... que safadinho (beijinho) e o que foi que explodiu sua cabeça..? (me olhando nos olhos com aquela carinha de menina linda e maravilhosa e bem puta ao mesmo tempo)
Eu - Tudo que a gente falou, eu gosto de como a gente se excita falando de tudo, de que você gosta que olhem pra sua bunda, me excita muito, hoje com esse vestido que você colocou vão olhar muito (beijo)
Juli - foi por isso que coloquei, pra me olharem (beijo), percebi que você também gosta, não é.? (beijo e mais beijo)
Eu - Sim, gosto da ideia, me excita muito, você realizaria um desejo meu agora..?
Juli - mm... que mistério, o que você quer que eu realize?, olha que tá cheio de gente aqui.. haha
Eu - Queria que você fosse ao banheiro andando e rebolando bem a raba que quero ver se alguém olha pra sua bunda..
Juli - Aii... olha o que você me pede, você é demais, amo você amor (beijo muito quente)
Eu - vai, você topa.? assim a gente se excita bem pra noite, mas faz disfarçado, olha (indicando com o olhar), passa pela mesa daqueles caras ali e rebola bem a raba..
Juli - Sério que quer que eu faça isso, não te incomoda..?
Eu - Sério, você não me disse que gosta de deixar os caras excitados, bom, eu também gosto que eles fiquem tesudos com você, total depois eu te como linda (e beijei acariciando as pernas dela)
Juli - Bom, se você quer que eu faça isso, realizo esse desejo, tô ficando com muito tesão com o que você tá falando hehe (beijo) agora olha e presta atenção e depois me conta se me olharam.
Ela me deu um beijo e levantou da cadeira, vejo ela indo e via como devagar andava bem estilosamente, bem feminina, sabia andar de salto alto, mostrando só a rabeta pra não ser tão óbvia, mas aquela bunda já sem se esconder se destacava demais do quadril dela, era a mais puta do lugar sem dúvida nenhuma. A mesa dos caras em questão tava longe da nossa, vejo ela se aproximar dos caras e vejo como os quatro que tavam sentados, uns caras de uns trinta e poucos anos, dirigiram o olhar pra Juli, sem falar nada pelo que dava pra ver. Ela passou quase colada na mesa dos caras, mas quando deu as costas, nenhum deles se segurou de disfarçar cada olhada, e olha quando ela voltou, os quatro tavam esperando ela, assim que viram ela aparecer na cena se prepararam pra não perder detalhe. Eu tava com a pica dura pra caralho vendo como eles babavam pela bunda da minha mina. Ela de longe me olhava e eu vi ela andar de um jeito felino ao passar por aquela mesa, os quatro comeram ela com os olhos mas se viraram quando viram ela sentar na minha mesa. Ela chegou perto do meu ouvido.
Juli - E aí..? Gostou..?
Eu - Você não sabe como eles olharam sua rabeta, te comeram com os olhos, valeu pelo capricho... adorei.
Juli - Fiz meio nervosa, mas me excitava pensar que foi você quem pediu, me deixou muito tesuda isso...
Eu - Você fica com muito tesão fazendo isso, né..?
Juli - Sim... e você..? (beijo)
Eu - Também, não sei por que mas não sinto ciúmes, pelo contrário, me dá um tesão danado, você me deixa louco...
Juli - Eu também fico com muito tesão, e acho que você é o cara ideal ha... porque a gente não vai? Tô ficando muito carente e é cedo... (beijo)
Eu - Sabe o que o Rober me disse quarta-feira? Que no sábado quando foi embora de casa teve que bater uma porque você deixou ele com muito tesão de tanto mostrar a bunda...
Juli - Sério..? (fazendo cara de putinha) E você gostou de ouvir isso, né..? Safadinho.
Eu - Me deu um tesão do caralho...
Aí a gente partiu pra balada, eu tive que colocar a camisa pra fora da calça pra disfarçar a ereção violenta que eu tava, tava pegando fogo. Saímos e começamos a andar pra chegar na avenida onde passavam muitos táxis, estávamos a cinco quarteirões, íamos caminhando nos beijando, não conseguíamos parar, de vez em quando escapava uma minha mão na bunda dela, coisa que ela tirava porque tinha gente perto, verdade é que tínhamos tomado uns quantos drinks juntos e estávamos bem animados, faltando dois quarteirões pra chegar na avenida, íamos por uma calçada bem arborizada, então tava escuro, tínhamos saído da área de bares e pubs, ao chegar no meio do quarteirão vi uma entrada de prédio meio escura, olho pra trás e pra frente e não vejo absolutamente ninguém, era uma e meia da manhã, pego ela pela mão e levo pra entradinha...
Juli- Para, louco, que que cê tá fazendo haha
Eu- Vem cá que quero te apalpar um pouquinho antes da gente ir pra balada... (encostando ela na parede, comecei a beijar ela)
Juli- Cê é doido (beijo de língua pesado) olha se não vem ninguém...
Eu balancei a cabeça pros dois lados da calçada, deserta, comecei a beijar ela de novo com as duas mãos na bunda dela, aquela raba tinha um imã pras minhas mãos, os beijos estavam cada vez mais pornô, meu corpo bem colado no dela sentindo a dureza do meu pau na barriga dela, eu não tava nem aí, tava muito tarado com o que vi no bar e a semana sem ver ela, ela em nenhum momento resistiu, muito pelo contrário, balancei a cabeça de novo e ninguém na calçada, a adrenalina corria nas nossas veias, meti minhas mãos onde terminava o vestido dela e levantei até deixar a buceta no ar, ela ficou nervosa e me dizia pra olhar se vinha gente, coisa que eu fazia, tinha levantado o vestido dela até a cintura, se alguém passasse naquele instante teria visto ela totalmente de fio dental e salto, muito pornô, continuei beijando e apalpando ela toda, percebia ela nervosa mas muito excitada ao mesmo tempo, minhas mãos não paravam de amassar as nádegas dela...
Eu- Vira... dois minutos e a gente vai...
Ela me olhou com aquela cara já conhecia ela, tava toda descontrolada de tesão, linda, se virou e empinou a bunda pra mim como se soubesse o que eu ia fazer, uma loucura total, era assim nosso desenfreado quando a gente se esquentava, olhei de novo pra calçada pra ver se ninguém atrapalhava meu momento, tirei a pica em dois segundos sem abaixar a calça, puxei a fio dental, e penetrei ela assim sem camisinha, as mãos dela apoiadas na parede e empinando a bunda, ouvi o gemido dela ao ser penetrada, fiquei doido, agarrei ela pela cintura e meti mais de dez picas bem forte na pussy, e de repente tirei de uma vez e baixei o vestido dela... ela se vira como perguntando o que tava rolando, por que eu não tava mais comendo ela... vi a cara de desespero dela
Eu - Agora sim, vamos pra balada, quero deixar você bem quentinha....
Juli - Você é um filho da puta, me deixou super molhada...(me beijou na boca de novo)...me enlouquece...
Sinceramente, tava com vontade de foder ela toda, mas também ficava na minha cabeça todo o tesão da situação, e eu queria mais putaria... Ela levou dois minutos pra arrumar o vestido, tirou um espelhinho da bolsa e passou batom de novo. Caminhamos as duas quadras que faltavam pra chegar na avenida e pegamos um táxi até a balada. Nem no táxi a gente conseguia parar, a cada instante na viagem curta a gente trocava chupões e as mãos escapavam um pouco. Tínhamos ficado muito excitados os dois e faltava um tempão pra poder aliviar. A verdade é que conhecer a Julieta tinha mudado minha vida, era uma mina muito sexual apesar da idade, e parecia não ter limites.
Já na balada, sentamos nuns sofás numa área meio reservada, a balada tava lotada pra caralho, cheia, estávamos sozinhos esperando os caras e tomando champanhe quando chega uma mensagem do Rober, ele dizia que não iam vir pra balada porque a Lore tava passando mal e não se sentia bem pra sair, que merda, a O negócio é que a gente não deu muita bola pra isso e falamos que a gente se via outro dia. A gente tava bem afim com a Juli, então não ia durar muito no rolê e a gente ia acabar indo pra minha casa ou pra algum hotel. De repente, olho na cara dela e falo:
Eu – Love, tô muito tarado e muito safado hoje, cê realiza mais um capricho meu?
Juli – hahaha (a risadinha dela já mostrava que tava bêbada) O que cê quer agora?
Eu – Quero que você vá comprar no balcão e fique de bunda pra fora, quero ver se alguém chega em você... vai... me dá esse gostinho que tô num tesão doido hoje... pra gente se esquentar pra depois.
Juli – haha... mas olha que se me cantarem você vai ficar com ciúme... além disso, se eu ficar encostada no balcão, vão me apertar por trás... sempre rola isso quando as minhas vão comprar, haja.
Eu – Vai... realiza esse desejo... se alguém te apertar, você sai correndo... eu só quero ver como os caras chegam em você... isso me dá um tesão.
Juli – Ai, love, olha o que cê me pede... você é terrível... mas me dá um tesão danado você me pedir isso, haha... vamos brincar... fica de olho, hein...
Eu dei dinheiro pra ela comprar outra garrafa de champanhe, ela ajeitou o vestido e foi pro balcão, que tava a uns cinco metros da gente, na nossa lateral. Ela tava se divertindo com a situação e comigo propondo esses jogos. A verdade é que o balcão tava lotado. Ela esperou um pouco parada atrás de uns caras que tavam comprando. Quando abriu espaço, vi ela se enfiar no meio da maioria dos homens que esperavam pra comprar as bebidas. Assim que ela ficou entre os caras, vi eles olhando ela de cima a baixo. Me dava um tesão ver ela assim, não sei por quê. Ela tava rodeada de machos e isso me deixava com um tesão do caralho, dela topar nessas minhas taras. Até então, desconhecidas, mas tavam escondidas na minha cabeça. Num determinado momento, ela ficou colada no balcão e foi atendida por um barman. Vejo ela dar o dinheiro pra comprar e, ao mesmo tempo, aparece um cara em cena que se encosta literalmente na bunda da Juli. Ao ver isso, juro que não consegui evitar ficar com um tesão do caralho. Sinceramente, me deu um pouco de ciúme, mas muito mais tesão ver que ela não olhou pra trás em nenhum momento, era como se nem tivesse percebido. O cara encaixou a pélvis direitinho na bunda da minha mina, e parecia uma situação normal com tanta gente se apertando pra chegar no balcão, mas a real é que esse filho da puta tava encostando a pica na bunda da minha namorada. Ela comprou nossa bebida e voltou pra mesa...
Juli - Gostou, meu amor..? (me beijando na boca)
Eu - Sua puta, você é divina (já o álcool e o tesão tinham tomado conta da gente e a gente tava se soltando). Você deixou um cara encostar em você...
Juli - E não era isso que você queria ver..? Eu fico com muito tesão quando você me faz participar dessas brincadeiras... haha... adoro que você seja assim... eu adoro provocar e você adora que eu faça isso... somos iguais, ha... te amo...
Eu - Você me deixou com muito tesão com o que fez... (beijo e apalpação nas pernas)...
A gente começou a se beijar igual louco, não íamos durar muito mais naquele lugar, quando sinto meu celular vibrar no bolso. Chega outra mensagem do Rober, perguntando se a gente não se importava dele vir tomar algo com a gente, já que tinha ficado sem planos e tava afim de sair. A gente respondeu pra ele vir, que não tinha problema. Lembrando que éramos muito amigos entre os três, tinha muita confiança e uma vibe de amizade entre eles. Falamos em que parte da balada a gente tava. Passou um tempo e o Rober apareceu, sentou com a gente e começou um desfile de garrafas indo e vindo. A gente tava bebendo pra caralho, e eu e a Juli já bem, mas bem alterados e com muito tesão por causa de como a noite tava se desenrolando. Ela tava sentada do meu lado e o Rober na frente. Eram uns sofazinhos pequenos com encosto, o que dava uma certa privacidade. Nem lembro sobre o que era a conversa, mas... si me lembro que virou pro lado sexual em determinado momento...
Rober - Como que tua amiguinha me deixou na mão (falando da Lore)... me deixou capenga
Juli - hahaha rober, cê não acerta uma hein.... deve tar doido hahaha
Eu - hahaha.... amigo, parece que se não pegar alguém hoje aqui, vai acabar igual sábado passado hahaha
Juli - E como foi que terminou sábado passado..? (se fazendo de sonsa, já que sabia a resposta) se dá pra saber..?
Eu - fala pra ele te contar... haha
Rober - eu, vamo ver se vocês param de rir dos coitados... haha
Juli - hahaha.... Me deixou curiosa rober, como cê terminou..?
Eu - Como vai terminar... foi embora de casa e acabou batendo uma na casa dele.... haha
Rober - E o que vocês querem que eu faça haja... você, gata, ficava desfilando com esse shortinho e bom... deu muita informação pra minha cabeça hahahaha....
Juli - aiiii neneee..... javi, fala alguma coisa pra esse cara haja (levantando de leve e batendo no braço do rober de brincadeira)... me deixa envergonhada haja
Eu - hahaha... o que cê quer que eu fale... se ele tem razão, meu amor.... você enfiava a buceta na cara dele e bom... ele teve que se aliviar haja
Rober - Não fica brava, anã.... mas a culpa foi sua haja.... eu pedi desculpa pro javi hahaha
Eu - haha tudo bem, amigo... agora pouco juli foi no balcão comprar e os caras se desesperavam pra chegar nela... e não é pra menos (já nessa hora eu tava com a cabeça cheia de tesão e o pau durasso)...
Rober - Nããão... por que não me avisou que eu ia junto pra proteger ela hahahahahaha
Juli - hahahah.... vocês são dois sem vergonha.... rober... ele me mandou comprar e bom, tava cheio de caras e me cercaram hahaha (ela levantou de leve e sentou de lado no meu colo, dando uma vista imbatível pro meu amigo das pernas perfeitas que ela tem)....
Rober - naaaa juli tapa essas pernas, porra... já vi como vou terminar hoje hahaha...
Eu - hahaha amigo, hoje cê vai bater mais uma haja... e você, amor, se continuar mostrando as gambas assim, rober, você vai fazer ele bater uma aqui mesmo kkkkk
Juli- kkkkk...então rober...leva informação que é de graça kkkkk
Tenho que confessar que toda essa zoeira me deixava com o pau durasso e minha cabeça não parava de imaginar, tanto eu quanto juli adorávamos deixar meu amigo excitado, eu me sentia um desconhecido, era uma faceta estranha em mim que nunca pensei que pudesse curtir tanto e também não sabia até onde queria chegar...
Eu- love...por que você não vai comprar outra garrafa...assim a gente te vê daqui...
Juli- Aii javi paraa kkkk...o que o rober vai pensar disso...kkkkk...não não...vai você...
Rober- Se quiserem eu acompanho ela kkkk...
Eu- Fala sério...vai love...que o rober te acompanha (não sei como essas palavras saíram da minha boca, a gente tava bem bebado os três e sim, não sabia o que tava fazendo nem onde estavam os limites)...
Juli- kkkk...vocês tão malucos...mas pensando bem eu queria que você me acompanhasse javi...kkk
Eu- kkkk...então vai vocês que eu espero aqui...(o pau durasso, tava como que empurrando pra ver até onde ia...não sei por que fazia isso, ela olhou pra mim e pro rober e começou a rir)...
Rober- Então anã vem que eu vou te proteger desses degenerados todos...vamos...
Juli me olhou nos olhos enquanto eu tava dando o dinheiro pra ela, me segurou pelo rosto e me beijou com muita língua...levantou enquanto rober fazia o mesmo...
Juli- Já voltooou...
Vejo os dois indo pro balcão, tava nervoso, excitado, um pouco ciumento, mas muito muito tarado e com o pau duro feito pedra, vejo que juli andava meio cambaleando por causa da bebida, rober nem tanto, ela se encostou bem no balcão, agindo com muita confiança, rober um puta dum filho da puta se colocou bem atrás dela, era um jogo consentido, muito perverso mas que a gente tava adorando jogar, muito pesado, quando ela se estica pra dar o dinheiro pro barman rober apoia sem o menor descaramento a pica naquele rabão mal coberto por aquele vestido justo, me sentia muito estranho, estava deixando meu melhor amigo apoiar a pica no cu da minha namorada e ao invés de sentir ciúmes, me excitava indescritivelmente, sabia que ele era louco pela bunda dela e tinha batido punheta inúmeras vezes pensando nela, sabia que aquele momento ele tinha até quase sonhado, mas adorava que Juli era participante voluntária de toda essa putaria, estávamos na mesma sintonia, vejo ele apoiar a pica bem forte no cu dela por cima do vestido enquanto ela comprava e nem sequer se virava, Rober entendeu muito bem o jogo, entendeu muito rápido minha aprovação, nos conhecíamos bem, foram poucos minutos, mas não desgrudou da bunda dela em nenhum momento, mantinha a pica bem apoiada no meio do cu de Juli, compraram e se separaram voltando pra mesa..
Juli- Aqui está seu champanhe, meu amor... (sentando no meu colo)...
Eu- Parece que te protegeram, hein hahaha
Rober- Cuidei dela o tempo todo... fui o guarda-costas dela haha
Juli- hahaha... esse guarda-costas é muito abusado hahaha
Eu- Acho que você chegou muito perto, Rober, vi daqui... filho da puta ha
Rober- Não pensa mal, Javi... só cuidei dela...
Juli- hahaha e parece que ele gostou de me cuidar haha... da próxima vez vem você comigo, meu amor haha... (beijo de língua bem explícito na frente do meu amigo)
A garrafa de champanhe acho que tomamos em 10 minutos, muito quentes com tudo que estava rolando naquela noite, era tudo muito louco, já não aguentava mais de vontade de comer a Juli...
Eu- Amor, que tal irmos pra casa, já não aguento mais...
Juli- Beleza, gostoso, vamos já...
Rober- Se quiserem, podemos ir pra minha casa, meus pais não estão até amanhã, podemos continuar bebendo lá, tenho bebida de sobra (disse Rober desesperado pra evitar que esse jogo acabasse)
Ouvir essas palavras deixaram minha pica no talo, Rober queria continuar com essa Tema, eu juro que não sei por que também queria ir pra casa dele... essa tara tava me corroendo a cabeça... me atraía demais...
Eu - Por mim, bora... você, love, o que acha? Quer ir um pouco na casa do Rober..?
Juli - Beleza, mas só um pouco... depois me leva na sua casa, meu love... que você sabe como eu tô, haha
Saímos da balada, eram quatro da manhã, pegamos um taxi na hora, e em 20 minutos já tava entrando na casa do Rober. Juli andava meio cambaleando de tão bebada, mas consciente de tudo, ria muito, tava super divertida e com tesão. Já conhecia ela, na real os três tavam assim. Colocamos uma música e sentamos na sala do Rober, eu e Juli num sofá e o Rober na frente. Sinceramente, não falávamos muito e logo ela começou a me beijar. De repente, ela levanta e vai pro banheiro...
Rober - Javi, me conta como é que isso vai seguir, porque não tô entendendo nada, mano... (falando baixo pra Juli não ouvir)
Eu - Como assim, seguir o quê..?
Rober - Mano, você deixou eu encostar na sua mina na balada, que porra é essa?
Eu - Sei lá como segue, foi assim mesmo, haha... ou você não gostou..?
Rober - Quê... olha como eu tô com a pica desde que encostei nela, assim que senti aquela bunda, ela subiu feito um cavalo (mostrando por cima da calça a ereção violenta que tinha). Me desculpa falar isso, sei que é sua mina, irmão, mas fazer o quê, você quem pediu e sabe que aquela bunda me perde. Isso é sério, mano, para com isso porque vou bater uma na frente de vocês, viu..
Eu - Não sei, mano... essa situação tá me deixando de pau duro... não sei o que acontece comigo, mas isso me excita pra caralho... tô com a pica dura...
Rober - Por mim, topo te seguir, mas mano, o que você tá pensando? Quer enfiar ela numa festa... Juli vai ficar puta da vida, mano, vai te mandar pra merda...
Eu - Não quero que você coma ela, mano, é minha mina... mas me excita ver ela se soltar assim, gostar de se exibir e essas coisas... agora, quando ela voltar, dá uma passada no banheiro...
Rober - Quer ir pro quarto dos meus pais? Pega ela aí se quiser, com ouvir eles pela porta já me contento, hein...
Eu - Não... vai um pouquinho no banheiro e depois volta... demora um pouco
Nisso a gente vê a porta abrir e a Juli volta e senta em cima das minhas pernas, de lado, na hora o Rober fala que já volta e vai pro banheiro.
Eu - Que tesão que tô, bebê, daqui a pouco a gente vai embora que eu quero te comer inteira (beijo de língua)
Juli - hmm sim... eu também... você me deixou louca desde o bar... tô toda molhada...
Eu - Como você deixou o Rober encostar em você, hein... é safada, adora deixar ele excitado, né... encostei a pica toda na sua bunda... (na hora segurei ela pelo quadril e fiz ela cruzar as pernas em cima do meu corpo, e por causa do vestido justo, ele subiu até a metade das nádegas)
Juli - ahh... você que me pediu pra fazer isso... me faz fazer cada coisa muito tarada... mas você me deixa toda molhada com essas brincadeirinhas... (aí eu levei minha mão até a pussy dela, que tava bem perto do meu abdômen, puxei a calcinha fio dental e toquei na rachinha da pussy dela, que tava um verdadeiro charco)
Eu - hmm... olha como você tá, gata... toda molhada... como você se excita com tudo isso... mas você parecia feliz quando ele encostava... ele apertou bem na sua bunda... deve tá duro
Juli - ahh para, amor, o Rober vai voltar, vamos pra sua casa, tô que não aguento mais de vontade de transar...
Eu - Não quer deixar ele mais excitado um pouco... só deixar ele com tesão... e depois a gente vai (na hora eu fazia movimentos circulares lentos no clitóris dela enquanto falava e olhava nos olhos dela)
Juli - ahh... não... para... o que você quer fazer...?
Eu - Quero que você mostre a bunda de fio dental pra ele... e depois a gente vai... vai lá, se solta... me dá esse gosto... deixa ele bem excitado e a gente vai embora... (enquanto enfiava um dedo na pussy dela)
Juli - Não... isso é muito pesado... ele vai querer me comer e eu não quero... eu quero que só você me coma...
Eu - Eu também não vou deixar ele te comer... só quero que você mostre a Bundinha...vamo animar...
Juli- Sei não...tô meio tonta....ele vai ficar doido se eu mostrar a Bundinha...
Eu- Deixa comigo, cê não confia em mim..?
Juli- Claro que confio...mas a gente vai passar dos limites com isso....não exagera demais..
Eu- Não...só quero que ele veja a Bundinha e a gente vaza...
Nessa hora a gente ouviu a porta do banheiro e Juli rapidinho saiu de cima de mim porque tava com meio rabo de fora, sentou de novo no meu colo.
Eu- Mano....foi usar a informação que a Juli te deu...haha
Rober- haha não eu...fui mijar....haha...mas daqui a pouco capaz que eu começo a lembrar haha...mas não foi tanta informação assim
Juli- haha...Rober, começa a lembrar quando a gente for embora...hahaha
Eu- Love...vem cá....(falei me levantando, a gente tava a dois metros do sofá do Rober, ela me olhou nos olhos mas levantou e veio na minha direção, eu via ela bem nervosa, mas tava se mexendo decidida, divertida e tesuda com a parada, sabia que eu ia propor algo pesado, mas ela tava curtindo o jogo. O Rober olhava calado pra gente)
Ela chegou perto, eu de pé de frente pro sofá do Rober que tava sentado de pernas abertas com um copo na mão, coloquei a Juli de frente pra mim e de costas pro Rober, peguei ela na cintura e cheguei no ouvido dela pra ele não ouvir e falei bem baixinho
Eu- Vou levantar teu vestido pra ele ver a Bundinha de fio dental...fica tranquila que eu sei que ele só vai olhar.(no ouvido)
Juli- cê é um sem noção, tô ficando doida com isso...só um pouquinho hein..(no ouvido)
Virei a cabeça por cima do ombro da Juli olhando pro Rober, peguei ela dos dois lados quase onde começava o vestido, olhei pro meu amigo e falei
Eu- Rober, como cê é um grande amigo, a Juli e eu queremos te dar um pouco de informação boa pra alegrar tua noite já que a Lore te deixou na mão..
Meu amigo me olhou nos olhos, tava calado e de boca aberta, parecia uma estátua, minhas mãos pegaram no tecido do vestido e fui subindo bem devagar, meu queixo estava apoiado no ombro da Juli, então dava pra ver como a bunda da minha mina ia sendo revelada, as risadas e zoação dos momentos anteriores tinham virado silêncio total, ninguém falava, dava pra sentir o tesão no ar naquela sala, o tecido do vestido tão justo chegou no meio da bunda dela, olhei pro meu amigo e ele tava sério, de boca aberta, meu pau tava duro encostado na barriga da minha mina, continuei subindo até que o tecido do vestido da Juli ficou todo enrolado na cintura dela, ela tava completamente pelada e de salto na frente do meu amigo
Eu - E aí, Rober... era como você imaginava?
Rober - Impressionante... a melhor que já vi na minha vida toda de punheta... valeu, galera... valeu
Eu aproximei meu rosto do da Juli, saindo do ombro dela, olhei nos olhos dela e ela tava soltando fogo com o olhar, sentia o corpo dela tremendo, provavelmente de nervoso pela situação, eu tava mais tarado do que nunca, nunca tinha estado assim, apoiei minhas mãos na bunda dela e comecei a beijá-la, não era o combinado, a gente tinha combinado que eu só mostraria a bunda e a gente ia embora, ela correspondeu ao meu beijo e aumentou a aposta, porque o beijo dela era muito quente, cruzou os braços na minha nuca me abraçando e me beijando feito louca, eu amassava a bunda dela cada vez mais forte, tava duro pra caralho, a gente tava super tarado, minha mão nela era cada vez mais explícita, a Juli me surpreendia cada vez mais, era uma caixinha de surpresas, ali em pé nos pegando na frente do meu amigo, de repente sinto ela tirar os braços dos meus ombros e meter a mão dentro da minha calça, desabotoa e puxa meu pau pra fora, começou a me bater uma punheta com a mãozinha dela enquanto eu amassava a bunda dela, parei de beijá-la e olhei pro meu amigo, ele tava com o pauzão todo pra fora se masturbando bem devagar, muito louco... olhava pra ela bestificado
Eu - Rober tá usando a informação agora, ele tá batendo uma punheta (no ouvido dela)
Isso foi longe Isso a deixava mais quente ainda, porque aumentava a punheta que eu tava batendo. Minha mão deslizou pela racha da bunda dela, eu pegava cada nadega e separava, beijava ela de novo e ela colocava a língua pra fora, tava muito tesuda...e bebada. Peguei ela pela cintura, como quem convida pra virar, pra ela ver a punheta do meu amigo. Ela me olhou séria quando viu minha intenção, senti o nervosismo no corpo dela, mas aquele olhar descrevia puro tesão e safadeza. Ela se deixou levar, virou devagar e encostou a bunda toda no meu pau. Ela tava olhando pro nosso amigo sentado de pernas abertas, com o pau estourado, grosso e grande na mão dele, que subia e descia devagar. Ele batia uma olhando pra gente. O tesão da noite toda e a bebida que a gente tinha tomado tava fazendo a gente passar dos limites do normal, nossos hormônios adolescentes tavam no ponto máximo de revolução. Minha mão direita foi enfiando dentro da calcinha dela pra pegar a buceta. Ela tava calada, mas soltava uns gemidinhos. Quando minha mão encontrou a racha dela, descobri que parecia que ela tinha mijado nas calças, tava toda, mas toda molhada. Comecei a masturbar ela devagar, eu tava colado nela com meu pau duro no meio da bunda dela. Ela, de tanto tesão, jogou a cabeça pra trás, apoiando no meu ombro. O olhar dela tava perdido pro alto. Olhei pro meu amigo, que não parava de bater punheta, e enquanto eu punhetava ela e encostava o pau, falei:
Eu - Vou te comer aqui... (no ouvido)
Juli - Nãooo... aqui nãooo... (mas também não fazia nada pra sair daquela situação)
Eu - Sim... deixa eu enfiar um pouquinho aqui... depois a gente vai...
Juli - Nãooo ahhh paraa...
Ela falava que não, mas ficava imóvel de tanto tesão. Com as duas mãos, peguei os elásticos da calcinha dela e puxei até a metade das pernas. A imagem era impressionantemente pornô, ela com o cabelo preso no alto da cabeça, o vestido na cintura, a calcinha no meio da perna, as pernas juntinhas, mostrando... Cu e de salto alto, meu amigo tava acelerando a punheta vendo ao vivo a buceta depilada da Juli. Peguei meu pau e, do jeito que tava, comecei a procurar a buceta dela por trás até achar. Meu pau começou a entrar naquela buceta bem molhada, tava tão lubrificada que entrou fácil. Segurei a cintura dela e comecei a bombar forte. A gente tava a menos de dois metros do meu amigo, bem perto. Comecei a comer ela com ritmo e dava pra ouvir o barulho das minhas estocadas na bunda dela... plas plas plas plas... Ela começou a gemer, já sem se importar com a presença do Rober. Tava viajando, imersa num mundo de prazer, tesão e perversão que a gente adorava explorar...
Eu — Olha ele, Juli... olha como o Rober tá batendo punheta... (ela virou pra frente e fixou o olhar no pau do meu amigo, que já tava se masturbando sem parar. Ele sacudia o pau um pouco e de repente parava, esticando toda a pele do pau pra trás, deixando ver o quanto a cabeça do pau tava inchada. O pau dele parecia mais duro e maior do que nunca)
Juli — ah ah ah... isso é... uma... lou...cu...raaaa
Quando ouvi essas palavras dela, peguei ela com as mãos e fiz ela ficar de quatro no chão. Ela entendeu minha intenção e se ajoelhou, empinando a bunda de um jeito que parecia maior do que o normal. O Rober se comportou, porque em nenhum momento tentou participar com a gente, mesmo que a cena talvez pedisse isso. Só ficou nos olhando em silêncio e se dedicando à melhor punheta da vida dele. Eu fiquei atrás dela, segurei a cintura e aí sim comecei a bombar com tudo. Tava furando ela com porrada atrás de porrada, o barulho da bunda dela ficava cada vez mais alto...
Rober — Vou gozar agora ahhhhhhh (e naquele momento, tanto eu quanto a Juli vimos o Rober se tensar, esticar toda a pele do pau pra trás, a cabeça da pica parecia que ia estourar) galeraaa ahhhhgggg (e a gente viu começar a jorrar um monte de porra do pau dele, que espirrou toda a camisa, a mão dele, e os últimos jatos já saíam sem força) força, mas eles iam percorrendo toda a extensão do pau dele, que tinha ficado completamente cheio de porra)
Isso só me deixou mais excitado, comecei a destruir a Juli na pica, tava comendo ela de forma selvagem, ela começou a gritar que também tava gozando, sem parar de olhar pro pau do Rober, que tinha ficado exausto daquela punheta monstra...
Eu - Ahhhh, tomaaaaa.....
Tirei o pau da buceta da Juli e comecei a gozar que nem um cavalo em cima da bunda da minha mina... tava sujando ela toda, uns jatos tinham manchado o vestido dela e até o cabelo, o resto lambuzou a rabeta gostosa dela... ela tava quase tremendo de tanto orgasmo... caindo na real do que a gente tinha feito, e com um fio de sanidade que ainda me restava, falei pro meu amigo...
Eu - Rober... não fala nada, mano... só vai pro teu quarto agora, que a gente se ajeita e vaza. Depois a gente troca uma ideia...
Meu amigo saiu da sala na hora, a Juli continuava de quatro se recuperando daquela trepada violenta, eu guardei o pau do jeito que tava, todo sujo de lubrificação e porra...
Eu - Amor, vem que vou te levar no banheiro pra te ajeitar e a gente vai pra casa... bora (ela virou a cabeça, me olhou)
Juli - Que loucura a gente acabou de fazer... me leva pra sua casa, amor...
CONTINUA
25 comentários - Cuck. A Origem VI. Mais um pouco.
saludos
gracias