Mis hijas y yo: una familia muy cariñosa

Olá! Depois de algumas modificações, compartilhei meu conto erótico com vocês, então espero que gostem e se divirtam lendo.

Ser uma mãe divorciada não é fácil, ainda mais quando você tem que cuidar de duas filhas que viram seu mundo de cabeça pra baixo. A primeira delas, a mais velha, se chama Kim, e com seus 19 anos acha que o mundo está contra ela, e por isso, só quer se rebelar contra ele, ou melhor, contra mim.

Kim é diferente de mim e mais parecida com o pai, de quem herdou o cabelo preto, a pele branca, que agora estava bronzeada, e os lindos olhos cinzentos que pareciam hipnóticos demais, a ponto de você se perder neles e não saber do que ela seria capaz.

Ela é tudo que você pode esperar de uma adolescente: se tranca no quarto a maior parte do dia, ouve música no último volume e se interessa muito por garotos. Acho que esse é nosso principal problema, porque em menos de um ano e meio, vi Kim começar e terminar relacionamentos mais de cinco vezes, e todos os caras com quem pelo menos soube que ela saía não pareciam ser ruins.

Ela também vai a festas, às vezes sem minha permissão, o que me deixa nervosa porque não sei exatamente o que ela faz, e não tem como mantê-la presa em casa. Não é que eu fique brava por ela ir, só queria ter um pouco mais de crédito por ser mãe dela e mantê-la sob meu teto.

Por outro lado, Laura é minha filha mais nova; um docinho de 18 anos recém-completados, mas que é mais esperta que eu e Kim juntas. Ela é a que mais se parece comigo, com cabelo loiro, olhos azuis e aquela covinha na bochecha que todo mundo elogia.

Laura é mais fácil de cuidar do que Kim, mas nem por isso deixa de ser difícil. Ela é como um diamante bruto, e não vou deixar Kim se aproveitar dela e transformá-la numa espécie de sucessora, destinada só a tornar a vida da mamãe um inferno.

Preciso ser mais esperta que elas, mas não posso pressioná-las demais porque tenho medo que... Afaste-se de mim do mesmo jeito que eu me afastei dos meus pais, e, se eu tiver que admitir, eu era muito pior que Kim na idade que ela tem. Eu vivia em festas, dormia com qualquer homem que me parecesse atraente e consumia vários tipos de droga.

Claro que tudo isso acabou quando conheci quem hoje é meu ex-marido, e devo dizer que a única coisa boa que saiu desse relacionamento foram minhas duas filhas, e que consegui largar esses vícios para sempre.

Por outro lado, meu trabalho também me rouba tempo com minhas filhas. Trabalho em uma corporação de telecomunicações que presta serviços para várias partes do mundo; mas, infelizmente, não faço parte das benditas pessoas que passam viajando pelos cinco continentes. Na verdade, pertenço ao tipo de funcionária que vive no cubículo, redigindo relatórios, lendo gráficos, bebendo litros de café e olhando por horas e horas as fotos das minhas filhas, desejando o quanto eu gostaria de estar com elas.

Minha colega ao lado, Lorena, também é minha melhor amiga desde o ensino médio, e recentemente tinha entrado no mesmo trabalho que eu, tudo graças à minha amizade com nosso chefe de departamento. Amizade que
a) se resume em ir tomar um drink com ele e
b) ter o pau dele entre minhas pernas por meia hora.
Então, literalmente, Lorena me devia a vida, e ainda não tinha me pago a dívida… embora pelo menos eu tenha me divertido conseguindo o emprego para ela.

Naquela sexta-feira, o trabalho terminou mais cedo porque, como era o aniversário do nosso diretor, a piedade chegou ao fundo da alma dele e nos deixou sair meia hora antes do planejado. Sim, meia hora.
— Você poderia levar o relatório para casa quando terminar?
— Vou fazer isso — falei para Lorena —. E é melhor você estar lá para recebê-lo. Não quero outro atraso.
— Calma, funcionária do mês. Tudo vai dar certo.
Quando Lorena diz que tudo vai dar certo, é definitivamente a hora de começar a me preocupar.

Cheguei em casa a tempo de começar a preparar o jantar. Laura estava na sala assistindo aquele programa de merda de competição onde os vencedores tinham que entrar numa jaula e pegar o máximo de dinheiro que pudessem antes do tempo acabar.
—Laura, já te falei que esse tipo de programa não vai te acrescentar nada.
—Mas não tem nada mais divertido pra ver.
—Desenhos?
—Não. Já não sou mais criança.
Suspirei, pensando que não dava pra discutir muito com ela.
—Cadê sua irmã?
—Saiu.
—O quê? Pra onde?
—Um cara veio buscar ela. Ela colocou uma minissaia, mãe.
—O Kim?
—O cara.
—Sério?
Laura revirou os olhos. Beleza, ela foi mais esperta que eu.

A verdade é que Kim às vezes me irritava quando saía com caras sem nem me apresentar. Não custava nada saber com que tipo de homem minha filha tá saindo antes de levarem ela pra cama. Porque era isso que eles faziam. Não precisava ser gênio pra saber que alguém como ela, com os hormônios ainda a mil e essa mania de senhorita rebelde, não ia continuar virgem.
E também não me incomodava que ela não fosse. Só queria saber com quem diabos ela tava indo!

Perdi a vontade de preparar o jantar, então só descongelei um pouco de pizza no micro-ondas e chamei a Laura pra comer.
—A Lorena ligou.
—O que ela queria?
—Que você se apressasse com... o relatório, ou algo assim. Não entendi direito.
—Vou te falar uma coisa, Laura. Quando você terminar a escola, viaja pelo mundo. Conhece tudo. Não fica aqui e estraga sua vida igual sua irmã.
—Eu quero ir pra África.
—Pra África?
—Pra ver bichos!
Sorri e dei um beijo na bochecha dela.
—Quem sabe a gente junta uma grana e vai no verão.
Quando vi os olhinhos dela cheios de alegria, não consegui dizer como ela era boba por achar que dava pra pagar uma viagem pra um lugar tão longe.
—Continua comendo e depois vai tomar banho.

Esperei a Kim quase a noite toda, e quando deu três da madrugada, comecei a me apavorar. Não tinha terminado o relatório e já tinha bebido quase um litro de café. Culpa dela. Pelo menos sabia que ela tava bem, porque lá pras duas da manhã recebi a ligação dela, e a única coisa que consegui ouvir foi voz de adolescente, música, e uns gemidos aqui e ali que, por sorte, não eram da Kim.

Senti que tava caindo. Talvez fosse um sonho ruim, mas quando me espatifei no chão, percebi que tinha caído do sofá. O primeiro pensamento que veio na minha cabeça foi a Kim, e subi tropeçando até o quarto dela. Abri a porta e foi indescritível a sensação de ver ela na cama, dormindo que nem um bebê grandão.

Dei um sorriso carinhoso, mas apaguei ele na hora, pensando em que tipo de bronca ia dar quando ela acordasse. Além disso, ela tava vestida do jeito que eu menos gosto, com aquela minissaia mostrando a maior parte das pernas, e uma blusa com um decote perigoso que escondia uns peitos que me davam inveja — de quem será que ela puxou isso?

Fechei a porta e fui pro quarto da Laura. Ver meu anjo foi o paraíso. Ela dormia com o robe de seda transparente e uma calcinha de algodão pequenininha que fazia ela parecer uma modelo daquelas de revista de moda.

Além disso, a Laura era a meiguice em pessoa, e eu sabia que se cuidasse bem dela, ela ia ser a ovelha de ouro da família. A Kim também podia ser, se eu desse um jeito de corrigir o gênio dela.

Resolvi deixar minhas filhas dormindo e terminar a porcaria do relatório da Lorena. Já tava quase duas horas nele quando a Kim foi a primeira a descer pra tomar café. Ela tinha tirado a roupa e tava só de camisola cinza, a mesma que o pai dela usava antes de sumir da nossa vida.

— Kim, onde diabos você tava?

— Numa festa. Cadê o cereal?

A Kim se esticou pra pegar o armário mais alto e a camisola subiu até a altura da bunda. Dava pra ver que ela não tava usando nada por baixo, e aquela visão me fez pensar que algum homem sujo e fedorento tinha profanado o corpo da minha filha. Só esperava que tivessem usado proteção.

Queria conversar com a Kim. sobre isso e dizer que ainda podia castigá-la pelo comportamento libertino, mas antes disso percebi que se fizesse isso, ia ter que encarar uma garota muito puta da vida, e com o estresse que tava acumulando, não ia conseguir terminar o relatório. Isso sem contar que ela já era maior de idade, mas na minha visão, ainda era uma pirralha.

Kim sentou pra tomar café. Ela parecia triste, cansada, ou talvez fosse só a ressaca.

— Toma café. Vai te ajudar.
— O que você sabe sobre ressacas?
Mais do que você imagina, eu queria dizer.

Nisso Laura desceu.
— Sonhei com a África — disse ela, toda encantadora.
— África? — Kim zoou —. Mamãe nem consegue nos levar pra praia.
— Já foi, Kim.
— É que é verdade. Quando foi a última vez que a gente teve férias?
— Bom, a situação financeira não tá boa.
— Eu poderia me prostituir.
— Kim!
— Se prostituir?
— É quando te pagam pra transar — respondeu Kim. As bochechas de Laura ficaram vermelhas.
— Eu sei o que é.
— Então devia experimentar. Você, especialmente, iam te pagar uma nota pra usar esse roupão em público.
— Mamãe, a Kim tá me enchendo o saco de novo!
— Kim! Deixa sua irmã em paz.
— É que é verdade. Mãe, olha como ela se veste.
— É um roupão que eu fiz pra ela, e é pra dormir.
— Sim, mas… — Kim soltou uma risada sarcástica — parece um baby doll. Não combina nada com a personalidade dela.
— Kim, filha, pelo amor.
— Tá, tá. Esquece. Pensei que vocês me queriam em casa.

Kim bateu a colher na mesa e subiu pro quarto.
Essas meninas vão me fazer explodir um dia.

Enquanto ia pra casa da Lorena entregar o relatório, fiquei pensando em como eu queria ter uma vida igual à dela: tinha um marido muito gostoso que tava viajando a negócios, e uma filha, a Holy, que tinha acabado de entrar na faculdade.

Cheguei na casa da Lorena e entrei com a chave que ela tinha me dado.
A sala tava vazia, e pensei que, como era nosso dia de folga, talvez ela ainda estivesse dormindo na cama de casal luxuosa dela.
— Lorena? — chamei. Não obtive resposta.
Não queria acordar ela, mas era necessário que eu visse o relatório antes de passar pra uma revisão decisiva. Se algo estivesse errado, era hora de corrigir.
Subi as escadas e espiei no quarto da Holy. Não tinha ninguém. Depois fui até o quarto da Lorena, que estava entreaberto.
—Lorena, trouxe o… rela… tório.
O que vi me deixou sem palavras, e minha amiga e a filha dela também. Não sei como explicar isso, mas vou falar exatamente como vi.
A Holy estava pelada, de quatro na cama da Lorena, oferecendo pra mãe dela uma vista completa da bunda. A cara de diversão da garota contrastava com a surpresa da mãe, que, aliás, tava metendo um vibrador pequeno na própria filha, vibrando dentro da buceta dela.
—Karen…
—Lorena, que porra é essa?
—Olha…
Fechei a porta e desci as escadas tão rápido que quase caí. A Lorena veio atrás de mim, ainda pelada e com o vibrador ligado na mão.
—Karen.
—Fica longe de mim, depravada! Que merda você tá fazendo com a sua filha?
—Só tava brincando.
—Puta brincadeira, hein.
—Karen, qual é. Não faz drama.
—Drama? Você tava metendo esse vibrador na Holy!
—É dos pequenos.
—Eu sei que é dos pequenos. Não. Pera. O quê?
—Tudo bem, mãe? —disse a Holy do pé da escada.
Meu peito tava batendo rápido demais. A Lorena chegou perto e tocou meu ombro. O vibrador ainda tava vibrando.
—Acho que te devo uma boa explicação.
—É. E é melhor eu acreditar, porque você tem três minutos antes de eu vazar. Incesto é contra a lei, sabia? Devia chamar a polícia.
—Polícia? —disse a garota —Mãe…
—Não vão chamar a polícia, vão, Karen?
—Bom… não. Mas com certeza o que vocês tão fazendo é errado.
Não foi a melhor coisa que eu podia dizer, mas não me veio nada melhor.
A Lorena pegou minha mão e fez a gente sentar na sala. A Holy também veio e sentou do meu lado, com as pernas bem cruzadas e os braços debaixo dos peitos.
—Karen… o que a gente tava fazendo se chama… —Incesto. Eu sei —meu rosto ardia e eu lutava contra a vontade de sair dali.
Lorena, que estava sentada ao meu lado, se ajeitou e eu vi como os peitões dela se mexiam perfeitamente. Ela tinha um chupão no pescoço, e não tive dúvida de quem tinha feito.
—Não. Isso se chama amor.
—Não. Isso se chama incesto, e crime.
—Por que é crime dar prazer pra minha própria filha?
—Eu gosto —disse Holy. Deus, eu não deveria olhar pra essa menina.
—Amor? Acho que isso não entra na definição de… —aí eu vi as paredes dela, cheias de fotos de família. Em todas, eles pareciam tão felizes, unidos. Maldita inveja.
—Tá tudo bem, Karen. A gente pratica isso há muito tempo.
—Mas você não pode sair por aí fazendo isso como se não tivesse importância. E ainda mais enfiando essas coisas na sua própria sangue.
—É muito pequeno —resmungou Holy, como se odiasse o tamanho.
—Não tinha de 18 centímetros, meu amor.
—Tão loucas… —foi a última coisa que eu disse. Lorena e Holy riram.

******+

Esse foi o primeiro capítulo, o que acharam? Fico me perguntando o que deveria vir a seguir...

15 comentários - Mis hijas y yo: una familia muy cariñosa

Leído y disfrutado.^^ te dejé mis 10. Continualo porfa.^^
zvlv
Muy bueno!!!!, menuda sorpresa se llevo!
por favor continua, pinta para una buena serie!!!! van 10
hola soy nuevo y me gustan tus relatos y estaré pendiente de leer todos tus relatos
muy buen relato.. espero seguir leyendolos... me encanta el incesto.. no lo practico.. tengo hijas... y no me atrae hacerlo, pero si leerlo y que amigos me cuenten que hacen con las mamas o papas.
Ufff yo al menos las miraria sadicamente jajajaja
Muy buen comienzo para esta serie de relatos que debe ser muy prometedora, espero mas adelante encontrar situaciones muy excitantes a las que ya me tienes acostumbrado...
Si, te prometo que sñi las habra 🙂 saludos
Capo, me gustaría seguir leyendo el relato en orden cronológico, pero me esta costando encontrar los capítulos. Si pudieses subir en por lo menos este capitulo inicial los links con todos los capítulos sería un golazo. Muchas gracias, y muy bueno!
Claro! acabo de crear un posto con toooooodos mis relatos,
por favor, disfruta 🙂
http://www.poringa.net/posts/relatos/2920481/Mis-historias-incestuosas-recopilacion.html