De lá, em mais, cada sábado à tarde, quando minhas mulheres saíam para fazer exercício, eu me localizava no meu mirador e vigiava o meu vizinho. Saía a correr cedo à tarde e quando começava a vigiar, voltava ao rato e se reunia com amigos e assistiam televisão, enquanto eu os escutava desde o meu esconderijo. Imagino que a maioria de seus encontros sexuais teria de noite, mas algumas vezes as visitas eram femininas e um par de vezes pude desfrutar do espectáculo ao vivo e à direito. Outras vezes, em vez disso, só pude escutar os gritos e gemidos e me imaginar a cena, porque elas passavam pela pedra no living.
Para colmo, desde aquela vez que cobrei da minha mulher a calentura, nossas relações se haviam resfriado. Ela lhe pareceu rara minha reação, e eu não podia contar-lhe porque me excitara tanto. Conclusão: nossas relações se haviam espaciado bastante, o que me obrigava a masturbar-me cada vez que descia quente do mirador.
Esse sábado me acomodei sobre os almofadões que já havia levado acima para não sofrer tantos dores de estar acostado em um piso duro. Tinha muito tempo. Minha mulher havia saído para caminhar, e minha filha havia avisado que se ficaria com uma companheira até a noite.
Escutei Ariel regressar da sua rotina e entendi que estava com uma mulher no living, e rezava para que a levasse ao quarto.
- Mira, eu não quero problemas. Você é muito linda, mas não me agrada misturar as coisas, se escutou-se que a voz de Ariel dizia por cima da música. A resposta da mulher não se alcançava a escutar.
- Mas não tenho interesse em nenhuma relação séria e não quero reclamações. Outra vez a resposta não se escutou.
Resultava claro que Ariel estava tratando de se livrar da sua parceira, por alguma razão, e ela não queria ceder.
- Espera, espera, não faças isso, não, não, se escutou a Ariel.
- Mira, não sou madeira, deixemos tudo assim, insistiu.
- Hmmmmm, como você chupa, puta, como você chupa.
Estava claro Que a mulher havia decidido avançar apesar dos desejos de Ariel.
Nuvamente um susurro ininteligível.
- Sim, é grande e se pôs peor, e me parece que vais conseguir o que vinhestes buscar, disse o homem cedendo em seus reparos. E eu entendi perfeitamente. Se uma mulher me chupasse a cock, seria impossível que não me a clavasse.
- Mas vamos a um lugar onde estejamos mais confortáveis, disse, e me pus em alerta. Por fim iria poder ver tudo.
Entrou Ariel, com a bragueta aberta e sua cock reta dura como uma pedra, e tomada de sua mão, uma mulher.
A surpresa me congelou. Não era uma mulher. Era minha mulher. Vestida com sua roupa de ginástica, que a fazia tão desejável.
- Quero que saiba que jamais tenho nada com minhas vizinhas. Não quero problemas onde vivo, disse Ariel dando-se volta, e quedando de pé frente a Lorena.
- Pois eu quero que saiba que é a primeira vez que penso em enganhar meu marido, disse avançando e tomando a cock com sua mão. Notei que não podia envolverla pelo grosor que tinha.
- E não suspeitaria?
- Não, saí para caminhar e sabe que não volto em um par de horas, disse voltando a meter a cock do homem na boca.
- E o que te deu agora por meter-lhe os cuernos?
Saiu a ferramenta da sua boca e se limpou a saliva com o reverso da mão.
- Eu notei que era estranho. Me parece que está me enganando.
- E de onde sacas isso? Perguntou o homem enquanto se desnudava.
- O outro dia teve um comportamento muito estranho. Estou seguro que estava pensando em outra mulher e quis desquitarse comigo, disse Lorena sem deixar de masturbarlo.
Ariel já nu a aproximou do seu corpo e começou a beijá-la na cara e no pescoço, deixando lugar para que minha mujercita continuasse com suas carícias.
- E como se te ocorreu vir aqui?
- Havia muito tempo que via várias mulheres passar por aqui. É evidente que não tens nenhuma relação estável, e então sei que isso será apenas sexo, sem complicarmos a vida.
- Se não se entera seu esposo.
- Meu maridito jamais se imaginará onde estou Agora, Ariel se separou e sentou-se na cama.
- Agora vais-te-nas-desnudar-por-mim-e-trata-de-que-me-guste-muito-vamos-le-disse.
Lorena retirou lentamente sua blusa, desabrochou seu sutiã, e as duas aldabas que tem por seios bamboearam e ficaram ali apontando para frente. Podiam-se ver seus pezones excitados, como os vi várias vezes. A muito puta estava mais que dispuesta.
Depois pôde se costear e desabrochar suas meias, sem flexionar as pernas, mostrando suas curvas sensuais ao homem, que gozava do espetáculo.
Quando se retirou suas meias, meteu os polegares dentro de seu calção de ginástica e o baixou lentamente, deixando à vista uma calcinha negra de infarto, que nunca havia usado comigo. Parece que essa situação não a tomou por surpresa.
Puta, puta e mil vezes puta, pensei.
Por fim se retirou sua calcinha, ficando completamente nua parada frente ao homem daquela tarde.
Ariel levantou-se e fez-a sentar no bordo da cama. Depois separou suas pernas e as levantou, fazendo que Lorena caísse sobre a cama. Nessa posição, sua boca procurou seu sexo e começou a recorrer com sua língua.
- Ahhhh, vagem, que linda sensação, hmmmmm.
Ariel continuou com seu trabalho oral sem pressa, alternando seu recorrido por sua vagina e pelo seu ânus, enquanto suas mãos brincavam com seus pezones, puxando-os, magreando-os e acariciando todas as suas seios. O rapaz sabia o que fazia, a verdade.
Minha mulher estava completamente entregada, e sem dúvidas pelo morbo da situação e suas fantasias, começou a correr-se como fazia muito tempo que não se corria. Certamente inundou a boca do homem com seus líquidos.
Ariel levantou-se e olhou-a como acabava. Esperou que se recuperasse e então a tomou pelos ombros e fez-a pôr-se em quatro sobre a cama.
Se acomodou à sua grupa.
- Seu marido pensa que estás caminhando, quando na realidade vais estar cavalegando, não sexy girl? Disse enquanto empurrava metade do seu pau dentro da minha esposa.
Um sacudão indicou que Lorena havia... Sentido. Agachou-se e segurou-se às sábanas. Deu volta e olhou para ele. - Filho de puta, dê-me tudo, até o fundo, ver se você é tão mau, disse com os olhos carregados de luxúria e fúria, como nunca a havia visto. E Ariel lhe deu o prazer. Ensatou-a como se fosse um pedaço de carne para assar. O gemido da minha mulher indicava claramente que havia chegado ao fundo. E em seguida, enquanto se apossava de suas tetas, começou um pistoneio selvagem que apenas uma puta experimentada podia aguentar, e minha mujercita demonstrou estar à altura. Deu-lhe como para ter. Eu não podia creer a maneira como a reventavam. Não era humano.
Quando ela começou a se aproximar do orgasmo, Ariel já estava em plena marcha.
- Você está cheia, puta? Você se cuida?
- Simiiiiii, chama-me, filho de puta, afogai-me com o seu cú, disse minha mulher entrando no seu segundo orgasmo da tarde, e Ariel não se fez desejar. Ensatou-a até o fundo e começou a gritar com cada jato que lhe dava. O bicho a estava vacunando de verdade.
- Ahhh, sinto-me. Que maneira de cú, bebê, você vai me afogar, você vai me afogar.
- Se não se cuidasse, você faria trilizos, puta, trilizos, disse enquanto continuava vazando jato após jato.
Depois de um momento, ambos se aflojaram, caindo exaustos sobre a cama. Eu estava fora de mim. Furioso pelo engano da minha mulher e o estilo de prostituta que ela tinha quando fazia sexo com outro. E quente pela cena que acabava de ver.
Ariel girou sobre a cama, ficando de costas.
- Limpiamela, ordenou, e minha mujercita, minha fiel mujercita, séria e hábil, que não podia ver nada sujo, parece que tampouco podia ver uma cock suja, porque pôs as mãos ao trabalho, na verdade boca ao trabalho e começou a recorrer-lhe com vontade e alegria.
Lorena não estava preparada para o que seguiu. E é que a cock de Ariel começou a endurecer-se novamente. Logo em seguida, já não entrava mais na boca.
- Isso, puta, agora você vai me chupar toda.
- É impossível. É muito grande.
- Eu... Vou te ensinar, disse, e fazendo-a deixar, obrigou-a a levantar-se. Sentou-se num sofá ao lado da cama e fez-a se arrodillar aos seus pés. Então tomou sua cabeça e lentamente foi metendo-a. Lorena segurava suas pernas tentando frear os embates do macho, mas este, habilmente ia entrando mais e mais em sua boca.
- Agora respira pela nariz, disse num momento, e minha mulher fez caso, e de maneira incrível Ariel meteu-se até o fundo, fazendo seus ovos chocar contra a pera de minha mulher.
- Siga respirando pela nariz. Nesse momento eu a meti até a garganta, puta, e agora vou sacá-la um pouco, disse, retirando a cabeça de Lorena, que fez uma arcada e voltou a respirar pela boca.
- Aghhhh, eres um animal, quase me afoguei.
- Não me digas que não te gustó, disse enquanto sua boca se apoderava da minha. Quando a soltei, Lorena respondeu:
- A verdade é que sim, mas não estou acostumbrada.
Voltou a meter metade do pênis na boca. E começou a masturbar-se nela, fazendo sua cabeça avançar e retroceder.
- Todo se acostuma um, sexy girl, como você a saborear meu cú cum que há te vai. Desfrutala, disse, e de imediato começou a vaziar. As faces de minha mulher inflaram pela quantidade de cú que estava recebendo. Tentou escapar, mas Ariel não a deixou.
- Traga, puta, traga, aconselhou, e Lorena fechando os olhos, começou a deixar passar esse líquido viscoso e quente por sua garganta.
Todo estava terminado. O conceito que eu tinha de minha esposa também. Resultara ser uma puta de esquina, que gostava que a cogessem todas as formas.
Por fim, a sacou da boca, limpa e reluzente.
- Bom, creio que por hoje tens bastante, disse.
- A verdade é que esteve muito bom, disse Lorena começando a se vestir.
- Podes me dar um conselho?
- Sim, Ariel
- Por dúvidas, quando chegar, coite-se do seu esposo. Não vá ser coisa que fiques prenha e não possa explicar o que passou.
- Te Dije que me cuido, - Não te custa nada, puta, e vais dar um prazer ao cuque. Se está bem, disse sorrindo. No momento em que eu saí do lugar e desci para meu observatório. Seria minha mulher capaz de me pegar sem aviso? A verdade é que estava furioso, mas também estava muito excitado com a ideia. Me sentei no living para ver televisão, impaciente. Quinze minutos depois entrou minha mulher. Parecia cansada e transpirada. Passou pelo banheiro sem dizer nada. Imaginei que havia ido se sacar o gosto do sêmen que tinha na boca, coisa que eu não suspeitava. Al rato voltou e sentou-se ao meu lado. - O que você está olhando? , perguntou com inocência. - Nada. A verdade é que liguei, mas não há nada que goste. Sua mão acariciou minha perna. - Por aqui eu tenho algo que pode te agradar, disse sem me olhar. - Se nota cansada, disse. - Sim, fiz muito exercício, mas sabes? Sinto que há alguns exercícios que me excitam disse seguindo com suas carícias. - Me parece que hoje você está sacadita, não? Ela me olhou com luxúria. - Muito. Por que não vamos para outro lugar onde não nos molestem? - Não vamos nos molestar. Dalma não volta até a noite. Sua mão chegou ao meu pau que estava duro como se imaginarão. - Vai que você está respondendo rápido ultimamente. - O que passa é que cada vez eu me aqueço mais, disse sem mentir e recordando como a cavalgava o vizinho. Rapidamente abriu meu calção e sacou meu pau para começar a chupá-lo com desespero. Parece que se havia quedado com vontade. Eu, enquanto as desnudava, deixava fazer e gozava. Finalmente, quando a tive nua da cintura para cima, fiz que me soltasse e a pus em quatro sobre o sofá. Bajei seus calções e seu thong até a coxa, e assim com as pernas juntas, comecei a tratar de meter-lhe meu pau, que pela posição seguro que doía de verdade. - Para um pouco, que eu me desnuvo, assim não vai entrar. Com um empurrão endireitei metade do meu pau e ela gritou. - Sim, você vai entrar puta, fique tranquila, que já entrei meio Manubrio disse para me acomodar-me para seguir empurrando.
- Animal, vais a lastimar-me, espera um pouco.
De mais está dizer que não lhe fiz caso. Segui empurrando até que ela a tragou toda e, lentamente, comecei a bombear-lhe com tiradas longas.
- Ayyyy, como eu sinto-me, vais a lastimar-me, espera um pouco, ahhhhhh, espera, espera.
- Traga e cala a boca, puta. Faça o que melhor sabe fazer. Comete essa pija, lhe dizia enquanto a tomava dos cabelos para afirmar-me mais nas minhas incursões.
Depois de alguns minutos, foi se adaptando e não se queixou mais.
- Vou sair antes do cú. Quero regar a espalda, disse com intenção.
- Não sonhe com isso, cabrão, não sonhe, quero os seus mocos dentro de mim, e os quero já, disse metendo uma das suas mãos entre as suas pernas apertadas e começando a sobar-me os testículos.
A sensação das suas mãos nas minhas bolas era fascinante, e senti como crescia meu desejo, até que por fim, me meti até o fundo e comecei a regá-la com vontade e gritando como um louco. Um pouco pelo morbo do momento, mas muito por o que havia visto antes.
Essa noite acabei várias vezes e lhe preenchi a use da palavra: pussy e a boca de cúm ao prazer, e ela o desfrutou e não disse nada.
Para colmo, desde aquela vez que cobrei da minha mulher a calentura, nossas relações se haviam resfriado. Ela lhe pareceu rara minha reação, e eu não podia contar-lhe porque me excitara tanto. Conclusão: nossas relações se haviam espaciado bastante, o que me obrigava a masturbar-me cada vez que descia quente do mirador.
Esse sábado me acomodei sobre os almofadões que já havia levado acima para não sofrer tantos dores de estar acostado em um piso duro. Tinha muito tempo. Minha mulher havia saído para caminhar, e minha filha havia avisado que se ficaria com uma companheira até a noite.
Escutei Ariel regressar da sua rotina e entendi que estava com uma mulher no living, e rezava para que a levasse ao quarto.
- Mira, eu não quero problemas. Você é muito linda, mas não me agrada misturar as coisas, se escutou-se que a voz de Ariel dizia por cima da música. A resposta da mulher não se alcançava a escutar.
- Mas não tenho interesse em nenhuma relação séria e não quero reclamações. Outra vez a resposta não se escutou.
Resultava claro que Ariel estava tratando de se livrar da sua parceira, por alguma razão, e ela não queria ceder.
- Espera, espera, não faças isso, não, não, se escutou a Ariel.
- Mira, não sou madeira, deixemos tudo assim, insistiu.
- Hmmmmm, como você chupa, puta, como você chupa.
Estava claro Que a mulher havia decidido avançar apesar dos desejos de Ariel.
Nuvamente um susurro ininteligível.
- Sim, é grande e se pôs peor, e me parece que vais conseguir o que vinhestes buscar, disse o homem cedendo em seus reparos. E eu entendi perfeitamente. Se uma mulher me chupasse a cock, seria impossível que não me a clavasse.
- Mas vamos a um lugar onde estejamos mais confortáveis, disse, e me pus em alerta. Por fim iria poder ver tudo.
Entrou Ariel, com a bragueta aberta e sua cock reta dura como uma pedra, e tomada de sua mão, uma mulher.
A surpresa me congelou. Não era uma mulher. Era minha mulher. Vestida com sua roupa de ginástica, que a fazia tão desejável.
- Quero que saiba que jamais tenho nada com minhas vizinhas. Não quero problemas onde vivo, disse Ariel dando-se volta, e quedando de pé frente a Lorena.
- Pois eu quero que saiba que é a primeira vez que penso em enganhar meu marido, disse avançando e tomando a cock com sua mão. Notei que não podia envolverla pelo grosor que tinha.
- E não suspeitaria?
- Não, saí para caminhar e sabe que não volto em um par de horas, disse voltando a meter a cock do homem na boca.
- E o que te deu agora por meter-lhe os cuernos?
Saiu a ferramenta da sua boca e se limpou a saliva com o reverso da mão.
- Eu notei que era estranho. Me parece que está me enganando.
- E de onde sacas isso? Perguntou o homem enquanto se desnudava.
- O outro dia teve um comportamento muito estranho. Estou seguro que estava pensando em outra mulher e quis desquitarse comigo, disse Lorena sem deixar de masturbarlo.
Ariel já nu a aproximou do seu corpo e começou a beijá-la na cara e no pescoço, deixando lugar para que minha mujercita continuasse com suas carícias.
- E como se te ocorreu vir aqui?
- Havia muito tempo que via várias mulheres passar por aqui. É evidente que não tens nenhuma relação estável, e então sei que isso será apenas sexo, sem complicarmos a vida.
- Se não se entera seu esposo.
- Meu maridito jamais se imaginará onde estou Agora, Ariel se separou e sentou-se na cama.
- Agora vais-te-nas-desnudar-por-mim-e-trata-de-que-me-guste-muito-vamos-le-disse.
Lorena retirou lentamente sua blusa, desabrochou seu sutiã, e as duas aldabas que tem por seios bamboearam e ficaram ali apontando para frente. Podiam-se ver seus pezones excitados, como os vi várias vezes. A muito puta estava mais que dispuesta.
Depois pôde se costear e desabrochar suas meias, sem flexionar as pernas, mostrando suas curvas sensuais ao homem, que gozava do espetáculo.
Quando se retirou suas meias, meteu os polegares dentro de seu calção de ginástica e o baixou lentamente, deixando à vista uma calcinha negra de infarto, que nunca havia usado comigo. Parece que essa situação não a tomou por surpresa.
Puta, puta e mil vezes puta, pensei.
Por fim se retirou sua calcinha, ficando completamente nua parada frente ao homem daquela tarde.
Ariel levantou-se e fez-a sentar no bordo da cama. Depois separou suas pernas e as levantou, fazendo que Lorena caísse sobre a cama. Nessa posição, sua boca procurou seu sexo e começou a recorrer com sua língua.
- Ahhhh, vagem, que linda sensação, hmmmmm.
Ariel continuou com seu trabalho oral sem pressa, alternando seu recorrido por sua vagina e pelo seu ânus, enquanto suas mãos brincavam com seus pezones, puxando-os, magreando-os e acariciando todas as suas seios. O rapaz sabia o que fazia, a verdade.
Minha mulher estava completamente entregada, e sem dúvidas pelo morbo da situação e suas fantasias, começou a correr-se como fazia muito tempo que não se corria. Certamente inundou a boca do homem com seus líquidos.
Ariel levantou-se e olhou-a como acabava. Esperou que se recuperasse e então a tomou pelos ombros e fez-a pôr-se em quatro sobre a cama.
Se acomodou à sua grupa.
- Seu marido pensa que estás caminhando, quando na realidade vais estar cavalegando, não sexy girl? Disse enquanto empurrava metade do seu pau dentro da minha esposa.
Um sacudão indicou que Lorena havia... Sentido. Agachou-se e segurou-se às sábanas. Deu volta e olhou para ele. - Filho de puta, dê-me tudo, até o fundo, ver se você é tão mau, disse com os olhos carregados de luxúria e fúria, como nunca a havia visto. E Ariel lhe deu o prazer. Ensatou-a como se fosse um pedaço de carne para assar. O gemido da minha mulher indicava claramente que havia chegado ao fundo. E em seguida, enquanto se apossava de suas tetas, começou um pistoneio selvagem que apenas uma puta experimentada podia aguentar, e minha mujercita demonstrou estar à altura. Deu-lhe como para ter. Eu não podia creer a maneira como a reventavam. Não era humano.
Quando ela começou a se aproximar do orgasmo, Ariel já estava em plena marcha.
- Você está cheia, puta? Você se cuida?
- Simiiiiii, chama-me, filho de puta, afogai-me com o seu cú, disse minha mulher entrando no seu segundo orgasmo da tarde, e Ariel não se fez desejar. Ensatou-a até o fundo e começou a gritar com cada jato que lhe dava. O bicho a estava vacunando de verdade.
- Ahhh, sinto-me. Que maneira de cú, bebê, você vai me afogar, você vai me afogar.
- Se não se cuidasse, você faria trilizos, puta, trilizos, disse enquanto continuava vazando jato após jato.
Depois de um momento, ambos se aflojaram, caindo exaustos sobre a cama. Eu estava fora de mim. Furioso pelo engano da minha mulher e o estilo de prostituta que ela tinha quando fazia sexo com outro. E quente pela cena que acabava de ver.
Ariel girou sobre a cama, ficando de costas.
- Limpiamela, ordenou, e minha mujercita, minha fiel mujercita, séria e hábil, que não podia ver nada sujo, parece que tampouco podia ver uma cock suja, porque pôs as mãos ao trabalho, na verdade boca ao trabalho e começou a recorrer-lhe com vontade e alegria.
Lorena não estava preparada para o que seguiu. E é que a cock de Ariel começou a endurecer-se novamente. Logo em seguida, já não entrava mais na boca.
- Isso, puta, agora você vai me chupar toda.
- É impossível. É muito grande.
- Eu... Vou te ensinar, disse, e fazendo-a deixar, obrigou-a a levantar-se. Sentou-se num sofá ao lado da cama e fez-a se arrodillar aos seus pés. Então tomou sua cabeça e lentamente foi metendo-a. Lorena segurava suas pernas tentando frear os embates do macho, mas este, habilmente ia entrando mais e mais em sua boca.
- Agora respira pela nariz, disse num momento, e minha mulher fez caso, e de maneira incrível Ariel meteu-se até o fundo, fazendo seus ovos chocar contra a pera de minha mulher.
- Siga respirando pela nariz. Nesse momento eu a meti até a garganta, puta, e agora vou sacá-la um pouco, disse, retirando a cabeça de Lorena, que fez uma arcada e voltou a respirar pela boca.
- Aghhhh, eres um animal, quase me afoguei.
- Não me digas que não te gustó, disse enquanto sua boca se apoderava da minha. Quando a soltei, Lorena respondeu:
- A verdade é que sim, mas não estou acostumbrada.
Voltou a meter metade do pênis na boca. E começou a masturbar-se nela, fazendo sua cabeça avançar e retroceder.
- Todo se acostuma um, sexy girl, como você a saborear meu cú cum que há te vai. Desfrutala, disse, e de imediato começou a vaziar. As faces de minha mulher inflaram pela quantidade de cú que estava recebendo. Tentou escapar, mas Ariel não a deixou.
- Traga, puta, traga, aconselhou, e Lorena fechando os olhos, começou a deixar passar esse líquido viscoso e quente por sua garganta.
Todo estava terminado. O conceito que eu tinha de minha esposa também. Resultara ser uma puta de esquina, que gostava que a cogessem todas as formas.
Por fim, a sacou da boca, limpa e reluzente.
- Bom, creio que por hoje tens bastante, disse.
- A verdade é que esteve muito bom, disse Lorena começando a se vestir.
- Podes me dar um conselho?
- Sim, Ariel
- Por dúvidas, quando chegar, coite-se do seu esposo. Não vá ser coisa que fiques prenha e não possa explicar o que passou.
- Te Dije que me cuido, - Não te custa nada, puta, e vais dar um prazer ao cuque. Se está bem, disse sorrindo. No momento em que eu saí do lugar e desci para meu observatório. Seria minha mulher capaz de me pegar sem aviso? A verdade é que estava furioso, mas também estava muito excitado com a ideia. Me sentei no living para ver televisão, impaciente. Quinze minutos depois entrou minha mulher. Parecia cansada e transpirada. Passou pelo banheiro sem dizer nada. Imaginei que havia ido se sacar o gosto do sêmen que tinha na boca, coisa que eu não suspeitava. Al rato voltou e sentou-se ao meu lado. - O que você está olhando? , perguntou com inocência. - Nada. A verdade é que liguei, mas não há nada que goste. Sua mão acariciou minha perna. - Por aqui eu tenho algo que pode te agradar, disse sem me olhar. - Se nota cansada, disse. - Sim, fiz muito exercício, mas sabes? Sinto que há alguns exercícios que me excitam disse seguindo com suas carícias. - Me parece que hoje você está sacadita, não? Ela me olhou com luxúria. - Muito. Por que não vamos para outro lugar onde não nos molestem? - Não vamos nos molestar. Dalma não volta até a noite. Sua mão chegou ao meu pau que estava duro como se imaginarão. - Vai que você está respondendo rápido ultimamente. - O que passa é que cada vez eu me aqueço mais, disse sem mentir e recordando como a cavalgava o vizinho. Rapidamente abriu meu calção e sacou meu pau para começar a chupá-lo com desespero. Parece que se havia quedado com vontade. Eu, enquanto as desnudava, deixava fazer e gozava. Finalmente, quando a tive nua da cintura para cima, fiz que me soltasse e a pus em quatro sobre o sofá. Bajei seus calções e seu thong até a coxa, e assim com as pernas juntas, comecei a tratar de meter-lhe meu pau, que pela posição seguro que doía de verdade. - Para um pouco, que eu me desnuvo, assim não vai entrar. Com um empurrão endireitei metade do meu pau e ela gritou. - Sim, você vai entrar puta, fique tranquila, que já entrei meio Manubrio disse para me acomodar-me para seguir empurrando.
- Animal, vais a lastimar-me, espera um pouco.
De mais está dizer que não lhe fiz caso. Segui empurrando até que ela a tragou toda e, lentamente, comecei a bombear-lhe com tiradas longas.
- Ayyyy, como eu sinto-me, vais a lastimar-me, espera um pouco, ahhhhhh, espera, espera.
- Traga e cala a boca, puta. Faça o que melhor sabe fazer. Comete essa pija, lhe dizia enquanto a tomava dos cabelos para afirmar-me mais nas minhas incursões.
Depois de alguns minutos, foi se adaptando e não se queixou mais.
- Vou sair antes do cú. Quero regar a espalda, disse com intenção.
- Não sonhe com isso, cabrão, não sonhe, quero os seus mocos dentro de mim, e os quero já, disse metendo uma das suas mãos entre as suas pernas apertadas e começando a sobar-me os testículos.
A sensação das suas mãos nas minhas bolas era fascinante, e senti como crescia meu desejo, até que por fim, me meti até o fundo e comecei a regá-la com vontade e gritando como um louco. Um pouco pelo morbo do momento, mas muito por o que havia visto antes.
Essa noite acabei várias vezes e lhe preenchi a use da palavra: pussy e a boca de cúm ao prazer, e ela o desfrutou e não disse nada.
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