Capítulo 5:
Amanhece sexta-feira e eu levanto pra tomar café, deixo meus três amores dormindo juntos na nossa cama. Nua, me sinto uma deusa na casa. Preparo a bandeja e vou pro quarto, chamo eles pra acordar. Ale tava dormindo no meio da Flor e da Lupi, as duas abraçando ele, apoiando as tetas no peito do meu marido. Ele envolvia elas com os braços, puxando pra perto. Elas acordam, se beijam na boca e sentam encostadas na cabeceira da cama. Me dão um beijo de bom dia e vou passando um chimarrão pra cada um. Flor levanta e sai correndo pro banheiro, balançando as tetas a cada passo. Hoje vai ser um dia longo, porque, como toda sexta à noite, as meninas vêm jantar. E por sorte, também é o último dia de aula, começam as férias. Elas se vestem e cada um vai pro seu canto: Flor pra facul, Lupi pro colégio e Ale pro trabalho. Eu, como sempre, fico pra limpar a casa — adoro ficar sozinha de manhã. Começo mandando mensagens pra confirmar tudo com as meninas pra noite, e a manhã voa quando ouço a porta e vejo a Luana entrar, feliz por causa das férias.
A tarde passa sem sexo, e acho estranho não ter comido ninguém ainda, mas tava me guardando pra noite, imaginando como ia ser. Já tamo todo mundo em casa, indo de um lado pro outro, quando a campainha toca. Lu veste um roupão e atende: eram a Noelia e a Analía, as amigas da Florencia, que vieram cedo pra ajudar. Ao ver que eram só elas, Lupi tira a roupa como se nada, e vem me ajudar a cozinhar. Quando nos veem assim, nós quatro pelados, as meninas vão cumprimentar a Flor. Ela dá um selinho em cada uma nos lábios e fala que se quiserem, podem ficar à vontade. Então Analía começa a se despir devagar, sob o olhar da Flor, e Noelia faz o mesmo, ficando as duas completamente nuas… Alejandro se aproxima delas, pega a Noelia pela cintura e abraça ela por trás, deixando aquelas tetas enormes se apoiarem no peito dele. Eu, vendo aquilo, me aproximo, me ajoelho e começo a chupar a Noelia. Ela se agacha comigo e a gente chupa junto. Lupi, lá da cozinha, grita pra gente falando que não podia fazer nada até as minas chegarem, que era assim que a gente tinha combinado. Então eu e Noé paramos e levantamos rindo… já tava na hora das meninas chegarem e a gente já tinha tudo pronto: a comida e a sala com as bebidas geladas. Nisso, a campainha toca e vou atender, abro a porta completamente pelada. As minas entram: Fernanda, Patrícia e María Laura. Ao nos verem todos nus na sala, se surpreendem pra caralho e começam a gritar. Lupi, Flor e Noelia se aproximam, dão um beijo nelas e começam a tirar a roupa delas. A Patrícia tava com uma calcinha preta bem enfiada na raba que logo desaparece, ficando pelada com a buceta bem peladinha. Ela mesma ajuda a tirar a roupa da María Laura, a irmã dela, que fica de peitos de fora rapidinho, com aqueles mamilos enormes e marrons. E por último, a Fernanda fica nua; sendo gordinha, ela tem um corpo e uma raba lindos. A gente se cumprimenta todo mundo pelado e vai pra sala jantar. A noite passou rápido, ou todo mundo queria jantar logo, parecia que a gente já ia direto pro jogo. Assim que levantamos tudo, fomos pra sala de estar jogar cartas, já pensando nas prendas. Os grupos se formaram como no outro dia, três em cada, e o jogo começou. O primeiro time era Flor, Analía e Noelia contra Fernanda, Patrícia e Mari. A gente olhava atento pra tudo. O truco rolava rápido com os pontos, então a gente esperava pra ver quem perdia a primeira vez essa noite. E foi o time da María Laura. Flor e as amigas se juntam e pensam na prenda: a Fernanda tem que ficar de quatro no sofá, a María Laura tem que meter os dedos na buceta dela e a Patrícia, os dedos na raba. Elas têm que comer ela entre as duas. E assim começam, enfiando um dedinho cada uma em cada buraco da Fernanda, que não parava de se molhar cada vez que enfiavam os dedos. Os gemidos ficavam cada vez mais fortes. A bunda dela tava completamente dilatado, dava pra ver que não era a primeira vez que tinha dedos dentro daquele cu. Dava pra ver como a Patrícia ficava mais excitada a cada segundo, pegava naquele cu cada vez mais forte, e o tempo acabou rápido, todas sentaram de novo. Chegou nossa vez de jogar, e dessa vez não queríamos perder, então jogamos com mais vontade e deu resultado: as garotas perderam dessa vez. Nos reunimos com a Ale e a Lupi pra decidir a prenda que íamos dar pra elas. Eu e a Lupi nos olhamos e lemos a mente do Alejandro, sabíamos a vontade que ele tem de comer a Analía e a Noelia. Então nossa prenda foi que as três tinham que ficar de pernas abertas, deitadas de costas, e abrir bem as pernas. Elas obedeceram, abriram bem as pernas, seguraram com as mãos atrás dos joelhos, completamente peladas pra nós. Então a Ale se posicionou entre as pernas da Analía e encaixou a pica nos lábios da buceta e começou a meter devagar, entrando bem suave até o fundo da buceta aberta. Metia e tirava enquanto a Analía gritava de prazer, e eu e a Lupi tocávamos e chupávamos os peitos, uma cada uma. A Ale parou de comer ela e se colocou entre as pernas da Florencia, nossa filha, e meteu bem forte, do jeito que ela sabe que a Florencia gosta. Antes do tempo acabar, a Ale gozou dentro da Flor e foi direto pra Noelia, penetrou de uma vez, enfiando tudo, deixando só os ovos pra fora da buceta. Agarrou ela pela cintura e meteu bem forte, batendo com a pica bem fundo na buceta. A Noelia pedia mais aos gritos, querendo gozar já, mas o relógio parou tudo. E de volta, cada um sentou no seu lugar e o jogo continuou de novo. Agora era nossa vez contra a Mari, a Fernanda e a Pato, e ganhamos de novo, muito fácil. A prenda seria bem dolorosa pra elas: tinham que ficar de quatro na mesa, as três, empinando a raba. Dessa vez, o Alejandro ficou atrás da Pato, abriu os cachepos e enfiou a ponta da pica naquele cu fechado, e a Pato deu um grito de dor bem forte. Ele deu Tão duro que faz ela sangrar, a coitada. Ali, Pato nos disse que ela ainda era virgem da bunda, então Ale foi o primeiro pau no cu dela. Deixou ela e foi pro cuzinho gordinho da Fernanda, mas ela já tinha ele bem aberto por causa das vezes que deixou o ex comer o cu dela. E ali, Ale não teve problema pra meter bem fundo. Fodeu ela um pouco e foi pro cu da María Laura. Colocou cuspe e pau ao mesmo tempo enquanto María gemia de prazer. Tirou mais bunda, deixando Ale meter bem fundo. Alejandro, ao ver a cara dela, percebi que já queria encher ela de porra, depois de ter comido quase todas as garotas essa noite, meter o pau bem fundo em cada uma. Que tesão que tava, já sentia como pulsava minha buceta por dentro, queria pau no meu cu, na minha buceta, não sei, mas precisava ser comida agora. Então fui pro meu quarto, peguei o dilatador anal, me abaixei e enfiei no meu cu, deixando ele lá por um tempinho. Voltei pra sala com o dilatador no cu, sentei e deixei que me penetrasse, só deixando entrar tudo. Queria sentir como ia abrindo meu ânus bem fundo. As garotas viam minha cara de prazer, então me levantei, abri a bunda e deixei elas olharem o que eu tinha enfiado. Lupi foi correndo pro meu quarto e trouxe o consolo de duas pontas, mostrando pras garotas. Noelia tirou ele das mãos dela e começou a chupar a ponta, enfiando toda a cabeça do pau de plástico. Patricia, sem dizer nada, pegou a outra ponta que sobrou e enfiou na boca, chupando, enfiando e tirando forte, batendo nos lábios da boca. María Laura enfiava os dedinhos sentada no sofá. Alejandro se levanta ao lado dela e coloca o pau na boca de María, que começa a chupar como uma louca, babando nos peitos. Então me aproximei e chupei os peitos dela, mordendo um mamilo, esticando, passando a língua em toda a auréola daqueles peitões enormes. Luana, vendo a cena, se aproxima da Patricia e enfia os dedos na buceta molhada dela, e Florencia também enfia os dedos no cu. O cu de pato, que já tinha sido arrombado há um tempão, virou uma puta orgia, todo mundo pelado enfiando dedo em cada buraco dos nossos corpos. Alejandro senta e Marialaura sobe no pau dele, abrindo a bunda dela pra ser macetada. Luana deita no chão, em cima do tapete, e pato faz o mesmo; pegam o consolador e cada uma enfia uma ponta na própria buceta — se comiam como umas loucas, as duas. Peço pra Fernanda chupar minha buceta, quase implorando, morrendo de vontade de ser comida naquele momento. Enquanto ela me chupa, pega meu dilatador e tira do meu cu, deixando ele com um puta buraco, do jeito que tinha me aberto, e enfia na minha buceta, enquanto me lambe o clitóris e me faz gozar que nem uma puta, posso dizer. Fico olhando Alejandro não parar de comer a Mari, e ela dando pulos no pau duro e grande, que todo mundo ouvia na sala. Florencia senta na cara de Analía, abrindo a própria buceta com os dedos, e se esfrega na boca dela. Alejandro para de comer a Mari e parte pra cima da Noelia, fazendo ela chupar o pau dele. Luana chega perto e também começa a chupar aquele pau de papai, as duas juntas; passam a língua no pau inteiro, saboreando desde os ovos até a ponta, e Alejandro goza na boca da Luana bem na hora, e mete o pau de novo na boca da Noé, dando um pouco de gozo pra ela também. Elas se saboreiam e passam a língua no gozo que saía do pau. Florencia e Analía fazem um 69 entre as duas, e dá pra ouvir os gritos delas quando gozam ao mesmo tempo, enchendo a boca uma da outra de suco. Dava pra sentir o cheiro de sexo na casa toda, gozo e suco de buceta no ar, todo mundo exausto depois daquela noite de luxúria entre nós, corpos pelados jogados no chão, no sofá. Alejandro andava por aí com o pau ainda duro, mexendo nele com a mão, perguntando quem queria chupar de novo, e foi a pato quem chamou ele dessa vez. Ela colocou o pau na boca, ainda com resto de gozo, e pato limpou ele todo com a língua. Eu me aproximei deles. Peguei na mão da Pato e falei pra ela sentar na frente do Ale, de frente pra ele, no sofá. Ela obedeceu, deixando o Ale meter a pica nela. Ela se mexia forte e a pica sumia dentro dela. Peguei meu dilatador e enfiei no cu dela, e o buraquinho se abriu sozinho, esperando ser penetrado. Fui enfiando no rabo dela, fazendo uma dupla penetração junto com o Alejandro. Nós duas comendo ela. O jeito que a Pato se molhava... ela jorrava melado na minha mão toda vez que era penetrada ao mesmo tempo. A Luana também não parava, e eu via ela gozar toda hora, já cansada de tanto prazer, deitada no tapete. A noite chegava ao fim depois de tantos orgasmos e penetrações entre nós.
Pato, Fernanda e María Laura foram pro banheiro tomar um banho rápido pra não ir embora todas meladas. A Noelia e a Analía ficaram pra dormir com as meninas, então foram arrumar o quarto. Eu e o Ale ficamos tomando umas taças de vinho, nos olhando e compartilhando o que a gente tinha feito naquela noite, como tínhamos ido tão longe com tudo isso sem planejar. As meninas saíram do banheiro já lavadas, então a gente se despediu até a próxima, que não seria na sexta que vem, por causa das festas de fim de ano — a gente ia viajar. As meninas vieram do quarto se despedir e deram um beijo na boca delas, se despedindo, e foram embora completamente peladas, se tocando e rindo.
Assim que ficamos sozinhos, eu e o Ale fomos tomar banho juntos, já que amanhã a gente ia sair pra comer em direção a Tigre, onde todo ano a gente aluga uma ilha pra passar Natal e Ano Novo em família. Então, mortos como estávamos, fomos dormir, dessa vez só nós dois, já que as meninas dormiam todas no quarto da Lu e da Flor. A pouca noite que restava pra dormir passou muito rápido. Já com o sol na janela, acordei e chamei o Ale pra tomar café da manhã tranquilos antes de viajar. Então levantei, preparei o mate e coloquei música alta pra acordar as meninas. A primeira a vir foi a Luana, completamente... Nua e gostosa caminhando em nossa direção, me dá um beijo na boca igual a Ale, e se abaixa pra dar um beijo na ponta da piroca. Depois veio Florencia junto com a Noelia, aquela loira divina que meu marido tanto gosta, haha. Ver elas andando nuas com aquelas tetas balançando era um prazer. Por último veio a Analía, igualmente gostosa com aquele corpo natural, e sentamos pra tomar café da manhã todos juntos. Não conseguia parar de olhar pras tetas da Florencia, são lindas, sempre com os bicos durinhos e empinados. A manhã foi passando, então decidimos nos preparar. Pela primeira vez na semana, estávamos vestidos, haha. Alejandro com um short de futebol foi arrumar as coisas no carro, e eu com uma saia indiana e por baixo uma biquíni rosa. Aparece a Luana com uma mini solta, mostrando que não tava de calcinha, e uma regata preta sem sutiã marcando aqueles biquinhos pequenos. Atrás, aparece a Florencia vestida com um short bem enfiado na racha preta de modal, marcando a fio dental que tava usando. Analía e Noelia vinham bem vestidas pra viagem, sem nada chamativo. Começamos a carregar o carro pra partir o mais rápido possível. Sentei do lado do Ale, que dirige, e as minas atrás, um pouco apertadas mas confortáveis. Pegamos a estrada até chegar em Tigre e esperar a lancha que leva pra ilha. Na lancha, ficamos olhando a paisagem do delta, que é linda. Analía tira a camisa, ficando de sutiã pra pegar sol. Finalmente chegamos na casa, todos cansados da viagem porque é uma ilha afastada e privada de todo mundo. Comemos algo rápido e as minas vão pegar sol na frente do rio. Eu e Ale vamos deitar um pouco. Me despiro e deito na cama. Ale se aproxima, me dá um beijo e também deita nu, e morde minhas tetas, fazendo meus bicos ficarem durinhos, e vai mordendo. Ele vai descendo, me dando beijos na barriga, e chega na minha pussy molhada. Já sinto a língua dele me masturbando, e ele toma meus sucos. Não aguento e meto meus dedos dentro de mim, deixando ele me chupo o clitóris, me masturbo toda, uso a palavra: buceta e me ponho de quatro rápido assim ele me penetra, me abro toda deixando ele fazer o que quiser comigo e ele faz o que mais queria haha me mete no cu de uma vez até sentir os ovos dele nas minhas nádegas, entra e sai do meu rabo à vontade dele, sinto que me parte e isso me excita muito, me deixa louca com a pica na bunda, me faz gozar tão rápido que me irrita ele saber me comer tão bem, tiro a pica da bunda e sento em cima dele de frente, pego a pica e enfio na buceta, com ela dentro gozo de novo, peço gozo, dá gozo amor, me enche, vai, e essa pica explode dentro de mim me enchendo completamente a buceta.
Levantamos depois de dormir uma soneca e já está escuro lá fora, as minhas estavam cozinhando, a cozinha cheirava gostoso e a música tocava na casa toda. Quando me aproximo, vejo Florencia fazendo a salada e Luana com Noé preparando os bifes, Analía dançava quase nua só de fio dental balançando os peitos no ritmo da música. — Vem, mãe, ajuda a gente — me diz Florencia totalmente pelada. — Já vou, amor, mas assim você me distrai muito com esses peitos de fora haha. — Viu, mãe, por isso faz assim — diz Luana e aperta o mamilo dela com os dedos. — Sua puta — fala Florencia rindo. Alejandro ao ouvi-las se aproxima de novo já com a pica dura, não sei como esse homem fica excitado tão rápido, pensei comigo. Como imaginei, vai direto pra Noelia e passa a mão na bunda dela dando um tapa que fez ela pular, passa do lado dela e para na frente de Analía, abraça ela e começa a dançar fazendo com que ela encoste os peitos nus no peito dele. Luana sai correndo na direção deles e abraça ele por trás passando os mamilos nas costas dele, estica a mão e agarra aquele pedaço de carne dura e masturba ele forte. De novo a noite ficava quente, dava pra ver as caras de tesão em todo mundo. Florencia para de picar a salada, vem até mim e me dá um beijo de língua que sinto na boca toda, me molhando na hora a Abraço forte na cintura puxando ela contra mim, Noelia só olhou dessa vez enquanto eu continuava cozinhando e ela grita que a comida tá pronta.
Sentamos pra jantar, servimos um vinho e batemos papo sobre como seria amanhã à noite. Era Natal, então Noelia e Analía iam embora cedo pra passar as festas com as famílias delas, e eu e Alejandro íamos com elas fazer as compras do mês pra não ter que viajar mais nesse período, ainda mais sabendo que no Ano Novo nosso filho mais velho vem passar com a gente, junto com a mulher dele.
Amanhece sexta-feira e eu levanto pra tomar café, deixo meus três amores dormindo juntos na nossa cama. Nua, me sinto uma deusa na casa. Preparo a bandeja e vou pro quarto, chamo eles pra acordar. Ale tava dormindo no meio da Flor e da Lupi, as duas abraçando ele, apoiando as tetas no peito do meu marido. Ele envolvia elas com os braços, puxando pra perto. Elas acordam, se beijam na boca e sentam encostadas na cabeceira da cama. Me dão um beijo de bom dia e vou passando um chimarrão pra cada um. Flor levanta e sai correndo pro banheiro, balançando as tetas a cada passo. Hoje vai ser um dia longo, porque, como toda sexta à noite, as meninas vêm jantar. E por sorte, também é o último dia de aula, começam as férias. Elas se vestem e cada um vai pro seu canto: Flor pra facul, Lupi pro colégio e Ale pro trabalho. Eu, como sempre, fico pra limpar a casa — adoro ficar sozinha de manhã. Começo mandando mensagens pra confirmar tudo com as meninas pra noite, e a manhã voa quando ouço a porta e vejo a Luana entrar, feliz por causa das férias.
A tarde passa sem sexo, e acho estranho não ter comido ninguém ainda, mas tava me guardando pra noite, imaginando como ia ser. Já tamo todo mundo em casa, indo de um lado pro outro, quando a campainha toca. Lu veste um roupão e atende: eram a Noelia e a Analía, as amigas da Florencia, que vieram cedo pra ajudar. Ao ver que eram só elas, Lupi tira a roupa como se nada, e vem me ajudar a cozinhar. Quando nos veem assim, nós quatro pelados, as meninas vão cumprimentar a Flor. Ela dá um selinho em cada uma nos lábios e fala que se quiserem, podem ficar à vontade. Então Analía começa a se despir devagar, sob o olhar da Flor, e Noelia faz o mesmo, ficando as duas completamente nuas… Alejandro se aproxima delas, pega a Noelia pela cintura e abraça ela por trás, deixando aquelas tetas enormes se apoiarem no peito dele. Eu, vendo aquilo, me aproximo, me ajoelho e começo a chupar a Noelia. Ela se agacha comigo e a gente chupa junto. Lupi, lá da cozinha, grita pra gente falando que não podia fazer nada até as minas chegarem, que era assim que a gente tinha combinado. Então eu e Noé paramos e levantamos rindo… já tava na hora das meninas chegarem e a gente já tinha tudo pronto: a comida e a sala com as bebidas geladas. Nisso, a campainha toca e vou atender, abro a porta completamente pelada. As minas entram: Fernanda, Patrícia e María Laura. Ao nos verem todos nus na sala, se surpreendem pra caralho e começam a gritar. Lupi, Flor e Noelia se aproximam, dão um beijo nelas e começam a tirar a roupa delas. A Patrícia tava com uma calcinha preta bem enfiada na raba que logo desaparece, ficando pelada com a buceta bem peladinha. Ela mesma ajuda a tirar a roupa da María Laura, a irmã dela, que fica de peitos de fora rapidinho, com aqueles mamilos enormes e marrons. E por último, a Fernanda fica nua; sendo gordinha, ela tem um corpo e uma raba lindos. A gente se cumprimenta todo mundo pelado e vai pra sala jantar. A noite passou rápido, ou todo mundo queria jantar logo, parecia que a gente já ia direto pro jogo. Assim que levantamos tudo, fomos pra sala de estar jogar cartas, já pensando nas prendas. Os grupos se formaram como no outro dia, três em cada, e o jogo começou. O primeiro time era Flor, Analía e Noelia contra Fernanda, Patrícia e Mari. A gente olhava atento pra tudo. O truco rolava rápido com os pontos, então a gente esperava pra ver quem perdia a primeira vez essa noite. E foi o time da María Laura. Flor e as amigas se juntam e pensam na prenda: a Fernanda tem que ficar de quatro no sofá, a María Laura tem que meter os dedos na buceta dela e a Patrícia, os dedos na raba. Elas têm que comer ela entre as duas. E assim começam, enfiando um dedinho cada uma em cada buraco da Fernanda, que não parava de se molhar cada vez que enfiavam os dedos. Os gemidos ficavam cada vez mais fortes. A bunda dela tava completamente dilatado, dava pra ver que não era a primeira vez que tinha dedos dentro daquele cu. Dava pra ver como a Patrícia ficava mais excitada a cada segundo, pegava naquele cu cada vez mais forte, e o tempo acabou rápido, todas sentaram de novo. Chegou nossa vez de jogar, e dessa vez não queríamos perder, então jogamos com mais vontade e deu resultado: as garotas perderam dessa vez. Nos reunimos com a Ale e a Lupi pra decidir a prenda que íamos dar pra elas. Eu e a Lupi nos olhamos e lemos a mente do Alejandro, sabíamos a vontade que ele tem de comer a Analía e a Noelia. Então nossa prenda foi que as três tinham que ficar de pernas abertas, deitadas de costas, e abrir bem as pernas. Elas obedeceram, abriram bem as pernas, seguraram com as mãos atrás dos joelhos, completamente peladas pra nós. Então a Ale se posicionou entre as pernas da Analía e encaixou a pica nos lábios da buceta e começou a meter devagar, entrando bem suave até o fundo da buceta aberta. Metia e tirava enquanto a Analía gritava de prazer, e eu e a Lupi tocávamos e chupávamos os peitos, uma cada uma. A Ale parou de comer ela e se colocou entre as pernas da Florencia, nossa filha, e meteu bem forte, do jeito que ela sabe que a Florencia gosta. Antes do tempo acabar, a Ale gozou dentro da Flor e foi direto pra Noelia, penetrou de uma vez, enfiando tudo, deixando só os ovos pra fora da buceta. Agarrou ela pela cintura e meteu bem forte, batendo com a pica bem fundo na buceta. A Noelia pedia mais aos gritos, querendo gozar já, mas o relógio parou tudo. E de volta, cada um sentou no seu lugar e o jogo continuou de novo. Agora era nossa vez contra a Mari, a Fernanda e a Pato, e ganhamos de novo, muito fácil. A prenda seria bem dolorosa pra elas: tinham que ficar de quatro na mesa, as três, empinando a raba. Dessa vez, o Alejandro ficou atrás da Pato, abriu os cachepos e enfiou a ponta da pica naquele cu fechado, e a Pato deu um grito de dor bem forte. Ele deu Tão duro que faz ela sangrar, a coitada. Ali, Pato nos disse que ela ainda era virgem da bunda, então Ale foi o primeiro pau no cu dela. Deixou ela e foi pro cuzinho gordinho da Fernanda, mas ela já tinha ele bem aberto por causa das vezes que deixou o ex comer o cu dela. E ali, Ale não teve problema pra meter bem fundo. Fodeu ela um pouco e foi pro cu da María Laura. Colocou cuspe e pau ao mesmo tempo enquanto María gemia de prazer. Tirou mais bunda, deixando Ale meter bem fundo. Alejandro, ao ver a cara dela, percebi que já queria encher ela de porra, depois de ter comido quase todas as garotas essa noite, meter o pau bem fundo em cada uma. Que tesão que tava, já sentia como pulsava minha buceta por dentro, queria pau no meu cu, na minha buceta, não sei, mas precisava ser comida agora. Então fui pro meu quarto, peguei o dilatador anal, me abaixei e enfiei no meu cu, deixando ele lá por um tempinho. Voltei pra sala com o dilatador no cu, sentei e deixei que me penetrasse, só deixando entrar tudo. Queria sentir como ia abrindo meu ânus bem fundo. As garotas viam minha cara de prazer, então me levantei, abri a bunda e deixei elas olharem o que eu tinha enfiado. Lupi foi correndo pro meu quarto e trouxe o consolo de duas pontas, mostrando pras garotas. Noelia tirou ele das mãos dela e começou a chupar a ponta, enfiando toda a cabeça do pau de plástico. Patricia, sem dizer nada, pegou a outra ponta que sobrou e enfiou na boca, chupando, enfiando e tirando forte, batendo nos lábios da boca. María Laura enfiava os dedinhos sentada no sofá. Alejandro se levanta ao lado dela e coloca o pau na boca de María, que começa a chupar como uma louca, babando nos peitos. Então me aproximei e chupei os peitos dela, mordendo um mamilo, esticando, passando a língua em toda a auréola daqueles peitões enormes. Luana, vendo a cena, se aproxima da Patricia e enfia os dedos na buceta molhada dela, e Florencia também enfia os dedos no cu. O cu de pato, que já tinha sido arrombado há um tempão, virou uma puta orgia, todo mundo pelado enfiando dedo em cada buraco dos nossos corpos. Alejandro senta e Marialaura sobe no pau dele, abrindo a bunda dela pra ser macetada. Luana deita no chão, em cima do tapete, e pato faz o mesmo; pegam o consolador e cada uma enfia uma ponta na própria buceta — se comiam como umas loucas, as duas. Peço pra Fernanda chupar minha buceta, quase implorando, morrendo de vontade de ser comida naquele momento. Enquanto ela me chupa, pega meu dilatador e tira do meu cu, deixando ele com um puta buraco, do jeito que tinha me aberto, e enfia na minha buceta, enquanto me lambe o clitóris e me faz gozar que nem uma puta, posso dizer. Fico olhando Alejandro não parar de comer a Mari, e ela dando pulos no pau duro e grande, que todo mundo ouvia na sala. Florencia senta na cara de Analía, abrindo a própria buceta com os dedos, e se esfrega na boca dela. Alejandro para de comer a Mari e parte pra cima da Noelia, fazendo ela chupar o pau dele. Luana chega perto e também começa a chupar aquele pau de papai, as duas juntas; passam a língua no pau inteiro, saboreando desde os ovos até a ponta, e Alejandro goza na boca da Luana bem na hora, e mete o pau de novo na boca da Noé, dando um pouco de gozo pra ela também. Elas se saboreiam e passam a língua no gozo que saía do pau. Florencia e Analía fazem um 69 entre as duas, e dá pra ouvir os gritos delas quando gozam ao mesmo tempo, enchendo a boca uma da outra de suco. Dava pra sentir o cheiro de sexo na casa toda, gozo e suco de buceta no ar, todo mundo exausto depois daquela noite de luxúria entre nós, corpos pelados jogados no chão, no sofá. Alejandro andava por aí com o pau ainda duro, mexendo nele com a mão, perguntando quem queria chupar de novo, e foi a pato quem chamou ele dessa vez. Ela colocou o pau na boca, ainda com resto de gozo, e pato limpou ele todo com a língua. Eu me aproximei deles. Peguei na mão da Pato e falei pra ela sentar na frente do Ale, de frente pra ele, no sofá. Ela obedeceu, deixando o Ale meter a pica nela. Ela se mexia forte e a pica sumia dentro dela. Peguei meu dilatador e enfiei no cu dela, e o buraquinho se abriu sozinho, esperando ser penetrado. Fui enfiando no rabo dela, fazendo uma dupla penetração junto com o Alejandro. Nós duas comendo ela. O jeito que a Pato se molhava... ela jorrava melado na minha mão toda vez que era penetrada ao mesmo tempo. A Luana também não parava, e eu via ela gozar toda hora, já cansada de tanto prazer, deitada no tapete. A noite chegava ao fim depois de tantos orgasmos e penetrações entre nós.
Pato, Fernanda e María Laura foram pro banheiro tomar um banho rápido pra não ir embora todas meladas. A Noelia e a Analía ficaram pra dormir com as meninas, então foram arrumar o quarto. Eu e o Ale ficamos tomando umas taças de vinho, nos olhando e compartilhando o que a gente tinha feito naquela noite, como tínhamos ido tão longe com tudo isso sem planejar. As meninas saíram do banheiro já lavadas, então a gente se despediu até a próxima, que não seria na sexta que vem, por causa das festas de fim de ano — a gente ia viajar. As meninas vieram do quarto se despedir e deram um beijo na boca delas, se despedindo, e foram embora completamente peladas, se tocando e rindo.
Assim que ficamos sozinhos, eu e o Ale fomos tomar banho juntos, já que amanhã a gente ia sair pra comer em direção a Tigre, onde todo ano a gente aluga uma ilha pra passar Natal e Ano Novo em família. Então, mortos como estávamos, fomos dormir, dessa vez só nós dois, já que as meninas dormiam todas no quarto da Lu e da Flor. A pouca noite que restava pra dormir passou muito rápido. Já com o sol na janela, acordei e chamei o Ale pra tomar café da manhã tranquilos antes de viajar. Então levantei, preparei o mate e coloquei música alta pra acordar as meninas. A primeira a vir foi a Luana, completamente... Nua e gostosa caminhando em nossa direção, me dá um beijo na boca igual a Ale, e se abaixa pra dar um beijo na ponta da piroca. Depois veio Florencia junto com a Noelia, aquela loira divina que meu marido tanto gosta, haha. Ver elas andando nuas com aquelas tetas balançando era um prazer. Por último veio a Analía, igualmente gostosa com aquele corpo natural, e sentamos pra tomar café da manhã todos juntos. Não conseguia parar de olhar pras tetas da Florencia, são lindas, sempre com os bicos durinhos e empinados. A manhã foi passando, então decidimos nos preparar. Pela primeira vez na semana, estávamos vestidos, haha. Alejandro com um short de futebol foi arrumar as coisas no carro, e eu com uma saia indiana e por baixo uma biquíni rosa. Aparece a Luana com uma mini solta, mostrando que não tava de calcinha, e uma regata preta sem sutiã marcando aqueles biquinhos pequenos. Atrás, aparece a Florencia vestida com um short bem enfiado na racha preta de modal, marcando a fio dental que tava usando. Analía e Noelia vinham bem vestidas pra viagem, sem nada chamativo. Começamos a carregar o carro pra partir o mais rápido possível. Sentei do lado do Ale, que dirige, e as minas atrás, um pouco apertadas mas confortáveis. Pegamos a estrada até chegar em Tigre e esperar a lancha que leva pra ilha. Na lancha, ficamos olhando a paisagem do delta, que é linda. Analía tira a camisa, ficando de sutiã pra pegar sol. Finalmente chegamos na casa, todos cansados da viagem porque é uma ilha afastada e privada de todo mundo. Comemos algo rápido e as minas vão pegar sol na frente do rio. Eu e Ale vamos deitar um pouco. Me despiro e deito na cama. Ale se aproxima, me dá um beijo e também deita nu, e morde minhas tetas, fazendo meus bicos ficarem durinhos, e vai mordendo. Ele vai descendo, me dando beijos na barriga, e chega na minha pussy molhada. Já sinto a língua dele me masturbando, e ele toma meus sucos. Não aguento e meto meus dedos dentro de mim, deixando ele me chupo o clitóris, me masturbo toda, uso a palavra: buceta e me ponho de quatro rápido assim ele me penetra, me abro toda deixando ele fazer o que quiser comigo e ele faz o que mais queria haha me mete no cu de uma vez até sentir os ovos dele nas minhas nádegas, entra e sai do meu rabo à vontade dele, sinto que me parte e isso me excita muito, me deixa louca com a pica na bunda, me faz gozar tão rápido que me irrita ele saber me comer tão bem, tiro a pica da bunda e sento em cima dele de frente, pego a pica e enfio na buceta, com ela dentro gozo de novo, peço gozo, dá gozo amor, me enche, vai, e essa pica explode dentro de mim me enchendo completamente a buceta.
Levantamos depois de dormir uma soneca e já está escuro lá fora, as minhas estavam cozinhando, a cozinha cheirava gostoso e a música tocava na casa toda. Quando me aproximo, vejo Florencia fazendo a salada e Luana com Noé preparando os bifes, Analía dançava quase nua só de fio dental balançando os peitos no ritmo da música. — Vem, mãe, ajuda a gente — me diz Florencia totalmente pelada. — Já vou, amor, mas assim você me distrai muito com esses peitos de fora haha. — Viu, mãe, por isso faz assim — diz Luana e aperta o mamilo dela com os dedos. — Sua puta — fala Florencia rindo. Alejandro ao ouvi-las se aproxima de novo já com a pica dura, não sei como esse homem fica excitado tão rápido, pensei comigo. Como imaginei, vai direto pra Noelia e passa a mão na bunda dela dando um tapa que fez ela pular, passa do lado dela e para na frente de Analía, abraça ela e começa a dançar fazendo com que ela encoste os peitos nus no peito dele. Luana sai correndo na direção deles e abraça ele por trás passando os mamilos nas costas dele, estica a mão e agarra aquele pedaço de carne dura e masturba ele forte. De novo a noite ficava quente, dava pra ver as caras de tesão em todo mundo. Florencia para de picar a salada, vem até mim e me dá um beijo de língua que sinto na boca toda, me molhando na hora a Abraço forte na cintura puxando ela contra mim, Noelia só olhou dessa vez enquanto eu continuava cozinhando e ela grita que a comida tá pronta.
Sentamos pra jantar, servimos um vinho e batemos papo sobre como seria amanhã à noite. Era Natal, então Noelia e Analía iam embora cedo pra passar as festas com as famílias delas, e eu e Alejandro íamos com elas fazer as compras do mês pra não ter que viajar mais nesse período, ainda mais sabendo que no Ano Novo nosso filho mais velho vem passar com a gente, junto com a mulher dele.
10 comentários - Noite de pizza em família - Capítulo 5
gracias...