Não há nada mais excitante, eu acho, do que sua parceira ser a musa de todas as suas fantasias e perversões sexuais.
Sonhar, dormindo ou acordado, com aquele corpo, aquelas curvas sinuosas que te envolvem num êxtase de luxúria, não importa onde você esteja, nem com quem esteja, quando a imagem dela domina seus pensamentos e a imaginação começa a voar, não há, pra mim, nada além do desejo carnal no auge da sua força e a consequente raiva de não poder saciá-lo, naquele momento pelo menos.
Agora que confessei isso, quero contar uma historinha.
Era sexta-feira, uma sexta-feira como qualquer outra; feliz pelo fim de semana que se aproximava, planejando, de forma bem relaxada, o descanso.
Com a minha namorada, decidimos ir pra fora.
A família dela tem uma casa num balneário, uns 100 quilômetros mais ou menos da capital; um lugar tranquilo, com pouca gente, nada de trânsito, ideal pra descansar.
Sexta à tarde, terminada a jornada de trabalho, carregamos uma troca de roupa, umas comidas, o termo e o mate, e partimos viagem até esse “paraíso” do relax.
Serpenteamos a cidade, pegamos os acessos rumo ao leste, chegamos na estrada, e automaticamente uma sensação de descanso nos tomou, como se ao sair da cidade já estivéssemos num lugar mais calmo, ou talvez nos sentíssemos mais perto do destino.
A viagem, tomando mate, conversando sobre nada importante, rindo, ouvindo música, nada fora do normal.
No meio da viagem, ou um pouquinho mais adiante, ela, sorrindo e meio envergonhada, me diz, com uma voz insinuante e gostosa, que tinha uma surpresa pra mim, pra nós.
Na hora perguntei qual era essa surpresa, mas ela, como que querendo explodir a minha curiosidade, olha pra janela do lado dela, e com um sorriso meio safado, me diz: “já vai ver”.
Na hora, como não poderia ser diferente comigo, pensei em sexo. Qualquer outra surpresa que não fosse isso, ia me decepcionar.
Minha cabeça maquinava um monte de possibilidades, sem conseguir concretizar a ideia ou ter algum tipo de certeza sobre qual seria essa surpresa. Odeio que ela faça isso comigo, mas ao mesmo tempo, adoro. Acho que ela sabe que, toda vez que insinua algo sexual e deixa por minha conta "decifrar", eu não vou, nem por um minuto, tirar a imagem dela da minha cabeça.
Acho que ela sabe, e faz isso com esse propósito, pra que eu não pare de pensar nela, pra que eu a deseje a cada segundo, um pouquinho mais que o anterior.
Seguimos na viagem, acho que eu estava mais concentrado na surpresa do que em dirigir.
Nessa altura, faltavam 10 minutos pra chegar; a ansiedade me dominava.
Chegamos. Descemos as mochilas e o resto que tínhamos carregado. Eram 20:30.
Pra completar meu calvário, ela decidiu preparar o jantar.
A última coisa que eu tinha era fome.
Comemos algo rápido, levantamos a mesa e ela disse que ia ao banheiro.
Eu, sentado na sala, onde tínhamos jantado, olhando a TV, esperando por ela.
Antes de sair, ela me pediu pra fechar a porta, apagar a televisão e me preparar. Explodi. Chegou o momento.
Preparei o ambiente, acendi umas velas e esperei por ela no sofá.
Ela saiu do banheiro e, lentamente, caminhou pelo corredor em direção à sala.
Ainda não a via. Só ouvia o som de uns saltos se aproximando da sala.
Minha ansiedade aumentava.
De repente, ela chegou onde eu estava.
Parada na minha frente, comecei a olhar de baixo pra cima.
Ela estava com uns saltos altos, as pernas dela estavam deslumbrantes.
Uma minissaia que deixava ver um pouquinho da bunda. A raba bem empinada. Uma blusa branca, sem nada por baixo. Os mamilos dela estouravam duros, eretos, queria morder eles.
O cabelo preso num rabo de cavalo, deixava ver um sorriso pervertido e sedutor.
Ela se aproximou de mim, eu levantei do sofá, parado na frente dela, não sabia o que fazer.
Por onde começar. O que queria tocar, beijar, morder primeiro.
Ela pegou minhas mãos, aproximou a boca do meu ouvido e disse: "hoje eu tô muito putinha".
Fiquei em estado de choque, mas ao mesmo tempo, sentia a adrenalina correndo por em mim, tremia, ela estava despertando meu lado mais selvagem.
Totalmente desinibida. A atitude dela era a coisa mais excitante de tudo. Parecia que ela, naquela noite, era uma profissional do prazer, que eu tinha pago pra me dar a noite da minha vida.
Começamos a nos beijar. A língua dela não parava de se mexer na minha boca, ela mordia meus lábios, me dizia, entre beijos, que naquela noite ia fazer comigo o que ela quisesse.
Não aguentei mais. Num impulso, peguei ela pela cintura, encostei na parede e comecei a beijá-la selvagemente. Ela respondia do mesmo jeito.
Enfiei minhas duas mãos por baixo da saia dela, peguei na bunda dela, apertei e massageei. Ela não tava de calcinha. Fiquei ainda mais excitado.
Comecei a morder o pescoço dela enquanto massageava aquela bunda linda.
Ela me parou. Disse que essa noite, quem mandava era ela.
Se deitou no sofá, bem sensual, e falou pra eu não chegar perto.
Queria me ver.
Pediu pra eu tirar a roupa.
Fui devagar, de um jeito sexy, até ficar só de cueca.
Tava usando uma que eu sabia que ela gostava, que excitava ela por causa do jeito que marcava a pica e como mostrava minha bunda redondinha.
Ela pediu pra eu chegar perto do sofá.
Eu de pé, ela sentou na minha frente e começou a tocar na minha pica, ainda com a cueca.
Pediu pra eu tirar a cueca e me masturbar na frente dela. Eu fiz.
Tava batendo uma a centímetros do rosto dela; ela, olhando com tesão, mordia os lábios e passava a língua neles. Queria chupar.
Não deixei ela esperar mais. Peguei ela pelos cabelos, pedi pra ela abrir a boca e botar a língua pra fora, e enfiei, devagar, a pica na boca dela.
Ela começou a brincar com a língua, chupava tudo. Enfiava até o fundo e depois tirava completamente pra chupar minhas bolas. A língua dela percorria tudo.
Percebi que, assim como em mim, despertou uma selvageria sem limites, nela também.
Ela continuava me chupando, como nunca. Parecia que tava fazendo depois de muito tempo, como se tivesse Estranhando fazer aquilo, recuperando o tempo perdido, ficando louca com meu pau.
Num instante eu paro, ela se levantou do sofá e me deitou sobre ele.
Eu estava totalmente deitado.
Agora era a vez dela.
Excitada e selvagem como nunca, ainda vestindo a minissaia e a blusa, tirou os saltos e sentou na minha cara.
Colocou a buceta na altura da minha boca e, falando sujo, disse: “chupa minha buceta”.
Que gostoso. Ela estava encharcada. Ainda não tinha tocado nela e já sentia como estava toda dilatada.
Comecei a chupar ela, esfregando toda a grossura da minha língua num clitóris que estava duro, excitado.
Eu ficava cada vez mais louco. Ela sabe que, se tem uma coisa que eu gosto, me excita e me deixa doido, é ela esfregar aquela buceta carnuda na minha boca.
Ela continuou sentada em cima de mim. Minhas mãos seguravam as nádegas dela, apertando, empurrando a virilha dela pra minha boca. Eu tava comendo a buceta dela.
Adoro sentir o gosto daquele líquido que ela solta, chupar ele, tomar ele.
Eu mordia, cada vez um pouco mais forte, os lábios daquela buceta, abria bem grande minha boca pra tentar comer ela toda. Não tem nada que eu goste mais do que chupar aquela buceta.
Ela, aos gritos e gemendo como uma verdadeira puta, me dizia pra continuar, pra chupar mais, que ela adorava.
Ela tava chegando ao orgasmo, então comecei a chupar mais forte. Movia a língua mais rápido, apertava, chupava e mordia o clitóris. Não ia parar.
Ela deu um grito, apertou as pernas, chegou ao orgasmo.
Pediu pra eu parar, pra fazer mais devagar, mas eu tinha outra ideia.
Com minhas mãos nas nádegas dela, apertei mais forte e chupei também mais forte aquela buceta linda. Se dependesse de mim, teria chupado ela a noite toda.
Ela se levantou e, girando rápido, sentou de novo na minha boca, mas agora apoiando a bunda. “Chupa minha bunda”, ela disse. E eu obedeci.
Ela tava com a bunda toda molhada, uma mistura de orgasmo e líquido vaginal que ela tinha gozado.
Comecei a chupar aquele buraco proibido. Quanto mais eu fazia, mais me excitava.
Enquanto rodeava o cu dela com a língua, meti dois dedos da mão direita na buceta dela. Tava quentinha, me esperando.
Com a mão esquerda, apalpava junto com a língua aquele rabo lindo, preparando ele pro que vinha depois.
Parei de chupar a bunda dela, já tava pronta.
Meti dois dedos no cu dela, igual na buceta dela. Me excitava pra caralho poder encher todos os buracos dela.
Ela continuava gemendo, de vez em quando virava o olhar pra trás, sorrindo, com cara de tesão, cara de puta.
Não aguentei mais.
Levantei, coloquei ela de quatro. Ela sabia o que ia rolar.
Arqueou as costas, abriu as pernas e levantou a pelve.
Fiquei atrás dela e, sem preâmbulos, meti na buceta dela.
Que sensação! Já tava saboreando ela há um tempão. A buceta linda dela tava quentinha, ensopada. Ela, gemendo como sempre, pediu pra eu meter forte, pra comer ela toda. Isso geralmente é um gatilho pra mim, mas naquela noite, eu queria comer ela por completo.
Comecei a meter com toda a força. Segurava a cintura dela com as mãos e, uma vez atrás da outra, tirava e colocava.
Que momento, que prazer.
Depois de uns minutos, mudamos de posição.
Ela se levantou na violência e me jogou no sofá, sentou em cima de mim e me cavalgou como nunca.
Adoro a imagem dos peitos dela balançando e poder ver a cara de prazer dela enquanto me fode, é gratificante.
Ela começou a acelerar mais forte, as mãos apertavam meu peito, ela tava prestes a gozar.
Num impulso, gritou com toda a força, diminuindo a velocidade aos poucos.
Gemia de prazer. Dava pra sentir ela gozando. Me excitou ainda mais.
Levantei e sentei no sofá, com ela em cima de mim.
Continuei comendo ela com toda a força. Não queria que o orgasmo dela acabasse, queria que durasse horas, queria dar a foda da vida dela.
Agarrei as nádegas dela e a dominei. Pra frente e pra trás, ela continuava gemendo.
Tava sem ar, toda suada, mas feliz.
Num momento a gente parou. Eu falei que agora era minha vez de gozar.
Coloquei ela de quatro de novo, passei a mão na bunda dela, tava super dilatada, e comecei a comer ela pelo cu. Que bundão gostoso que ela tem!! Altamente comível.
Perguntei se tava doendo, se tava bom assim. Tava me movendo devagar.
Ela respondeu como o que era naquele momento, como minha putinha, “cala a boca e come meu cu”.
E ela começou, a se mexer mais rápido, ela mesma se comendo aquele cu lindo.
Então eu ajudei. Comecei a meter com força, comendo aquele cu como nunca.
Me curvei e agarrei por baixo aqueles peitos lindos, me firmando neles pra meter mais forte.
Resolvi tirar minha mão direita do peito dela, e comecei a massagear a buceta dela.
Continuava molhada, como nunca, e ficava ainda mais molhada.
Apoiei meus dedos no clitóris dela e esfregava com vontade, ela gritava, dizia “sim, sim”
Com minha boca mordia o pescoço dela, as orelhas, falava no ouvido uma porção de putaria que eu sabia que excitava ela ainda mais.
A gente tava num momento de pico.
Chegou a hora de acabar.
Falei que tava perto de gozar, ela disse pra eu encher a bunda dela de porra (me excita quando ela começa a falar assim), e, pra não desobedecer, eu fiz.
Gozei como nunca. Senti meu pau explodindo dentro daquele cu magistral.
Fui diminuindo a velocidade. Sentia a porra escorrendo pela bunda dela.
Me senti realizado.
Tava exausto, ela também.
Foi no banheiro, se limpou e voltou.
Ela disse “como eu, ninguém vai te comer”, se deitou no sofá, eu do lado, pelados, nos beijando, pra encerrar uma noite inesquecível.
Sonhar, dormindo ou acordado, com aquele corpo, aquelas curvas sinuosas que te envolvem num êxtase de luxúria, não importa onde você esteja, nem com quem esteja, quando a imagem dela domina seus pensamentos e a imaginação começa a voar, não há, pra mim, nada além do desejo carnal no auge da sua força e a consequente raiva de não poder saciá-lo, naquele momento pelo menos.
Agora que confessei isso, quero contar uma historinha.
Era sexta-feira, uma sexta-feira como qualquer outra; feliz pelo fim de semana que se aproximava, planejando, de forma bem relaxada, o descanso.
Com a minha namorada, decidimos ir pra fora.
A família dela tem uma casa num balneário, uns 100 quilômetros mais ou menos da capital; um lugar tranquilo, com pouca gente, nada de trânsito, ideal pra descansar.
Sexta à tarde, terminada a jornada de trabalho, carregamos uma troca de roupa, umas comidas, o termo e o mate, e partimos viagem até esse “paraíso” do relax.
Serpenteamos a cidade, pegamos os acessos rumo ao leste, chegamos na estrada, e automaticamente uma sensação de descanso nos tomou, como se ao sair da cidade já estivéssemos num lugar mais calmo, ou talvez nos sentíssemos mais perto do destino.
A viagem, tomando mate, conversando sobre nada importante, rindo, ouvindo música, nada fora do normal.
No meio da viagem, ou um pouquinho mais adiante, ela, sorrindo e meio envergonhada, me diz, com uma voz insinuante e gostosa, que tinha uma surpresa pra mim, pra nós.
Na hora perguntei qual era essa surpresa, mas ela, como que querendo explodir a minha curiosidade, olha pra janela do lado dela, e com um sorriso meio safado, me diz: “já vai ver”.
Na hora, como não poderia ser diferente comigo, pensei em sexo. Qualquer outra surpresa que não fosse isso, ia me decepcionar.
Minha cabeça maquinava um monte de possibilidades, sem conseguir concretizar a ideia ou ter algum tipo de certeza sobre qual seria essa surpresa. Odeio que ela faça isso comigo, mas ao mesmo tempo, adoro. Acho que ela sabe que, toda vez que insinua algo sexual e deixa por minha conta "decifrar", eu não vou, nem por um minuto, tirar a imagem dela da minha cabeça.
Acho que ela sabe, e faz isso com esse propósito, pra que eu não pare de pensar nela, pra que eu a deseje a cada segundo, um pouquinho mais que o anterior.
Seguimos na viagem, acho que eu estava mais concentrado na surpresa do que em dirigir.
Nessa altura, faltavam 10 minutos pra chegar; a ansiedade me dominava.
Chegamos. Descemos as mochilas e o resto que tínhamos carregado. Eram 20:30.
Pra completar meu calvário, ela decidiu preparar o jantar.
A última coisa que eu tinha era fome.
Comemos algo rápido, levantamos a mesa e ela disse que ia ao banheiro.
Eu, sentado na sala, onde tínhamos jantado, olhando a TV, esperando por ela.
Antes de sair, ela me pediu pra fechar a porta, apagar a televisão e me preparar. Explodi. Chegou o momento.
Preparei o ambiente, acendi umas velas e esperei por ela no sofá.
Ela saiu do banheiro e, lentamente, caminhou pelo corredor em direção à sala.
Ainda não a via. Só ouvia o som de uns saltos se aproximando da sala.
Minha ansiedade aumentava.
De repente, ela chegou onde eu estava.
Parada na minha frente, comecei a olhar de baixo pra cima.
Ela estava com uns saltos altos, as pernas dela estavam deslumbrantes.
Uma minissaia que deixava ver um pouquinho da bunda. A raba bem empinada. Uma blusa branca, sem nada por baixo. Os mamilos dela estouravam duros, eretos, queria morder eles.
O cabelo preso num rabo de cavalo, deixava ver um sorriso pervertido e sedutor.
Ela se aproximou de mim, eu levantei do sofá, parado na frente dela, não sabia o que fazer.
Por onde começar. O que queria tocar, beijar, morder primeiro.
Ela pegou minhas mãos, aproximou a boca do meu ouvido e disse: "hoje eu tô muito putinha".
Fiquei em estado de choque, mas ao mesmo tempo, sentia a adrenalina correndo por em mim, tremia, ela estava despertando meu lado mais selvagem.
Totalmente desinibida. A atitude dela era a coisa mais excitante de tudo. Parecia que ela, naquela noite, era uma profissional do prazer, que eu tinha pago pra me dar a noite da minha vida.
Começamos a nos beijar. A língua dela não parava de se mexer na minha boca, ela mordia meus lábios, me dizia, entre beijos, que naquela noite ia fazer comigo o que ela quisesse.
Não aguentei mais. Num impulso, peguei ela pela cintura, encostei na parede e comecei a beijá-la selvagemente. Ela respondia do mesmo jeito.
Enfiei minhas duas mãos por baixo da saia dela, peguei na bunda dela, apertei e massageei. Ela não tava de calcinha. Fiquei ainda mais excitado.
Comecei a morder o pescoço dela enquanto massageava aquela bunda linda.
Ela me parou. Disse que essa noite, quem mandava era ela.
Se deitou no sofá, bem sensual, e falou pra eu não chegar perto.
Queria me ver.
Pediu pra eu tirar a roupa.
Fui devagar, de um jeito sexy, até ficar só de cueca.
Tava usando uma que eu sabia que ela gostava, que excitava ela por causa do jeito que marcava a pica e como mostrava minha bunda redondinha.
Ela pediu pra eu chegar perto do sofá.
Eu de pé, ela sentou na minha frente e começou a tocar na minha pica, ainda com a cueca.
Pediu pra eu tirar a cueca e me masturbar na frente dela. Eu fiz.
Tava batendo uma a centímetros do rosto dela; ela, olhando com tesão, mordia os lábios e passava a língua neles. Queria chupar.
Não deixei ela esperar mais. Peguei ela pelos cabelos, pedi pra ela abrir a boca e botar a língua pra fora, e enfiei, devagar, a pica na boca dela.
Ela começou a brincar com a língua, chupava tudo. Enfiava até o fundo e depois tirava completamente pra chupar minhas bolas. A língua dela percorria tudo.
Percebi que, assim como em mim, despertou uma selvageria sem limites, nela também.
Ela continuava me chupando, como nunca. Parecia que tava fazendo depois de muito tempo, como se tivesse Estranhando fazer aquilo, recuperando o tempo perdido, ficando louca com meu pau.
Num instante eu paro, ela se levantou do sofá e me deitou sobre ele.
Eu estava totalmente deitado.
Agora era a vez dela.
Excitada e selvagem como nunca, ainda vestindo a minissaia e a blusa, tirou os saltos e sentou na minha cara.
Colocou a buceta na altura da minha boca e, falando sujo, disse: “chupa minha buceta”.
Que gostoso. Ela estava encharcada. Ainda não tinha tocado nela e já sentia como estava toda dilatada.
Comecei a chupar ela, esfregando toda a grossura da minha língua num clitóris que estava duro, excitado.
Eu ficava cada vez mais louco. Ela sabe que, se tem uma coisa que eu gosto, me excita e me deixa doido, é ela esfregar aquela buceta carnuda na minha boca.
Ela continuou sentada em cima de mim. Minhas mãos seguravam as nádegas dela, apertando, empurrando a virilha dela pra minha boca. Eu tava comendo a buceta dela.
Adoro sentir o gosto daquele líquido que ela solta, chupar ele, tomar ele.
Eu mordia, cada vez um pouco mais forte, os lábios daquela buceta, abria bem grande minha boca pra tentar comer ela toda. Não tem nada que eu goste mais do que chupar aquela buceta.
Ela, aos gritos e gemendo como uma verdadeira puta, me dizia pra continuar, pra chupar mais, que ela adorava.
Ela tava chegando ao orgasmo, então comecei a chupar mais forte. Movia a língua mais rápido, apertava, chupava e mordia o clitóris. Não ia parar.
Ela deu um grito, apertou as pernas, chegou ao orgasmo.
Pediu pra eu parar, pra fazer mais devagar, mas eu tinha outra ideia.
Com minhas mãos nas nádegas dela, apertei mais forte e chupei também mais forte aquela buceta linda. Se dependesse de mim, teria chupado ela a noite toda.
Ela se levantou e, girando rápido, sentou de novo na minha boca, mas agora apoiando a bunda. “Chupa minha bunda”, ela disse. E eu obedeci.
Ela tava com a bunda toda molhada, uma mistura de orgasmo e líquido vaginal que ela tinha gozado.
Comecei a chupar aquele buraco proibido. Quanto mais eu fazia, mais me excitava.
Enquanto rodeava o cu dela com a língua, meti dois dedos da mão direita na buceta dela. Tava quentinha, me esperando.
Com a mão esquerda, apalpava junto com a língua aquele rabo lindo, preparando ele pro que vinha depois.
Parei de chupar a bunda dela, já tava pronta.
Meti dois dedos no cu dela, igual na buceta dela. Me excitava pra caralho poder encher todos os buracos dela.
Ela continuava gemendo, de vez em quando virava o olhar pra trás, sorrindo, com cara de tesão, cara de puta.
Não aguentei mais.
Levantei, coloquei ela de quatro. Ela sabia o que ia rolar.
Arqueou as costas, abriu as pernas e levantou a pelve.
Fiquei atrás dela e, sem preâmbulos, meti na buceta dela.
Que sensação! Já tava saboreando ela há um tempão. A buceta linda dela tava quentinha, ensopada. Ela, gemendo como sempre, pediu pra eu meter forte, pra comer ela toda. Isso geralmente é um gatilho pra mim, mas naquela noite, eu queria comer ela por completo.
Comecei a meter com toda a força. Segurava a cintura dela com as mãos e, uma vez atrás da outra, tirava e colocava.
Que momento, que prazer.
Depois de uns minutos, mudamos de posição.
Ela se levantou na violência e me jogou no sofá, sentou em cima de mim e me cavalgou como nunca.
Adoro a imagem dos peitos dela balançando e poder ver a cara de prazer dela enquanto me fode, é gratificante.
Ela começou a acelerar mais forte, as mãos apertavam meu peito, ela tava prestes a gozar.
Num impulso, gritou com toda a força, diminuindo a velocidade aos poucos.
Gemia de prazer. Dava pra sentir ela gozando. Me excitou ainda mais.
Levantei e sentei no sofá, com ela em cima de mim.
Continuei comendo ela com toda a força. Não queria que o orgasmo dela acabasse, queria que durasse horas, queria dar a foda da vida dela.
Agarrei as nádegas dela e a dominei. Pra frente e pra trás, ela continuava gemendo.
Tava sem ar, toda suada, mas feliz.
Num momento a gente parou. Eu falei que agora era minha vez de gozar.
Coloquei ela de quatro de novo, passei a mão na bunda dela, tava super dilatada, e comecei a comer ela pelo cu. Que bundão gostoso que ela tem!! Altamente comível.
Perguntei se tava doendo, se tava bom assim. Tava me movendo devagar.
Ela respondeu como o que era naquele momento, como minha putinha, “cala a boca e come meu cu”.
E ela começou, a se mexer mais rápido, ela mesma se comendo aquele cu lindo.
Então eu ajudei. Comecei a meter com força, comendo aquele cu como nunca.
Me curvei e agarrei por baixo aqueles peitos lindos, me firmando neles pra meter mais forte.
Resolvi tirar minha mão direita do peito dela, e comecei a massagear a buceta dela.
Continuava molhada, como nunca, e ficava ainda mais molhada.
Apoiei meus dedos no clitóris dela e esfregava com vontade, ela gritava, dizia “sim, sim”
Com minha boca mordia o pescoço dela, as orelhas, falava no ouvido uma porção de putaria que eu sabia que excitava ela ainda mais.
A gente tava num momento de pico.
Chegou a hora de acabar.
Falei que tava perto de gozar, ela disse pra eu encher a bunda dela de porra (me excita quando ela começa a falar assim), e, pra não desobedecer, eu fiz.
Gozei como nunca. Senti meu pau explodindo dentro daquele cu magistral.
Fui diminuindo a velocidade. Sentia a porra escorrendo pela bunda dela.
Me senti realizado.
Tava exausto, ela também.
Foi no banheiro, se limpou e voltou.
Ela disse “como eu, ninguém vai te comer”, se deitou no sofá, eu do lado, pelados, nos beijando, pra encerrar uma noite inesquecível.
4 comentários - Um fim de semana gostoso
Hubiera estado bueno alguna foto de lo que te comiste... en Piriapolis? 😉