parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/2758559/Inducida-a-la-esclavitud.html
-¡¡¡¡AAAAAAHHHH SIIIIIIIIIIIHHHHH!!!! ¡¡¡¡ME COME DURO!!!!! ¡¡¡QUE GOSTOSOOOOOGGGHHHH!!!! –falei quase sem fôlego.
- Tá gostando, putinha? Vamos, rebola! Não paguei 10 Bs.F pra fazer tudo sozinho, mexe essa bunda –PAF!! Um tapa violento me fez dar um pulo, lembrando que eu só existia pra satisfazer os desejos sexuais dos meus comedores. Comecei um movimento frenético de quadril, aproveitando a posição sexual, onde eu tava sentada no meu macho da vez, ou melhor, no meu cliente da vez, com meus peitos na cara dele, balançando os dois com os movimentos do meu corpo, tanto sendo penetrada com toda raiva, quanto pelos meus próprios, que começavam naquele instante.
- Aaahhh sim, esse cara tava certo, sem dúvida você é uma puta de verdade, se mexe deliciosamente…
- Ah, Ah, ah, afff, MmGGhh –era minha resposta. O pau dele tava enfiado no meu cu, e eu rebocava o melhor que podia. Era uma puta, sim, já tava convencida disso. E ainda por cima, tava adorando.
- ¡¡AAAAHHH PUTA VOU GOZAR!! –gritei selvagemente, pegando os dois peitos com as mãos, apertando bem forte, me machucando um pouco, mas meu instinto masoquista transformava aquilo em prazer. Senti deliciosamente dentro de mim o líquido precioso, meio grosso, branquinho e quente, jorrado pelo pau do meu cliente. Uma sensação divina percorreu meu corpo ao sentir o esperma dele dentro de mim.
Depois de gozar, ele me empurrou pro lado, ficando deitado no colchão velho que era o único objeto naquela salinha de paredes descascadas, com tinta saindo, várias rachaduras e infiltrações. O cheiro de sexo no lugar era forte. Além do colchão, velho, empoeirado, com alguns rasgos, o outro objeto no quarto era eu.
Ele pegou minha cabeça pelos cabelos e a levou até o pau dele, que ainda tava meio duro e bem molhado. Dava pra ver gotas de porra. misturado com sucos percorrendo até as bolas dele.
- Vai, imbecil, limpa isso - ele me ordenou. Eu obedeci, engolindo aquele pedaço de carne deliciosa na minha boca, saboreando os restos de sucos misturados na superfície dela. Minha língua não parou de massagear em nenhum momento, seja lá dentro ou fora da minha boca. Terminado isso, peguei uma coleira de puta vermelha brilhante, com uma corrente presa nela, meio comprida. Coloquei no meu pescoço, deixando bem apertada, peguei a corrente e me arrastei de quatro até um canto do quarto, longe do colchão. Nesse canto tinha um argola presa no chão, por onde passei a corrente várias vezes, encurtando a distância entre meu pescoço e o chão, me deixando quase colada nele. Ele se ajoelhou e, com meu cabelo, limpou o pau dele da minha baba misturada com outros fluidos.
- Tenha doces pesadelos, porca - ele disse, me dando um tapa forte e uma palmada sonora e violenta na minha bunda. Ele se levantou, cuspiu na minha cara, pegou a roupa dele e saiu do quarto, deixando a porta aberta. Mostrando lá fora a noite fria cobrindo um terreno de arbustos.
Mas vamos ver como cheguei a esse ponto.
(Um mês antes)
Depois de obedecer o que seria a primeira "ordem oficial" enviada pelo meu novo dono pro meu celular, que foi desabotoar os botões da minha blusa pra boa parte do meu peito ficar exposto, eu tive outra aula, pra qual fui assim, sem abotoar a blusa de novo. Parecia que ele estava me espionando, e até sabe meu número de telefone, então decidi fazer o que achei que ele queria. Me dava curiosidade: como ele conseguiu saber tanto de mim em uma semana? Ele me seguiu até em casa e me espionou o tempo todo até minha mãe e minha irmã aparecerem? Meu pai não estava na cidade, tinha viajado a negócios, ainda bem. Mas o ruim é que essa viagem estava quase acabando, e ele chegaria muito em breve. Tive medo pela vida dele também, já que do mesmo jeito que ele conseguiu nos espionar, poderia Espiar ele.
Não sabia o que pensar. Embora estivesse realmente preocupada com toda a situação, não conseguia evitar sentir a luxúria percorrendo meu corpo. Imaginar as coisas que ele mandaria eu fazer, sabendo que não poderia recusar, fez minha buceta não demorar pra ficar toda molhada. Me repreendia por me sentir assim. Tinha curtido o estupro anterior, e agora parecia estar curtindo essa nova situação. Não me entendia naquele momento, sabendo que essas consequências que "o amo" mencionava na carta podiam ser imensamente terríveis, ainda mais se meus pais estivessem envolvidos. Como podia ficar excitada num momento tão crítico? Imaginei que nunca entenderia.
A aula terminou e fui pra casa. Durante uma semana, não recebi nenhuma mensagem de texto, nem nada do tipo, da parte de "o amo"... ou meu amo, como devia me acostumar a chamá-lo. Achei bem estranho. Até imaginei que fosse só uma brincadeira de mau gosto, mas quando revi as fotos e o DVD que ele mandou, onde de verdade se via toda a cena do estupro, e mais ainda, dava pra notar claramente como eu pedia e pedia mais, isso calava meus pensamentos. Uma coisa bem curiosa é que, durante o estupro, não vi nenhuma câmera no local. E pelo que se via, as câmeras estavam espalhadas em vários pontos de todos os cômodos onde estive com ele. Não se moviam, embora fizessem zoom e aproximações, mas nunca saíram dos ângulos em que estavam, como se fossem câmeras de segurança. Ou por causa do medo (e depois da excitação) não reparei nas câmeras, ou elas eram minúsculas e não as vi. Outra coisa que me pareceu evidente é que o estuprador não agiu sozinho. Alguém devia estar operando as câmeras. Seria o mendigo? Definitivamente, não sabia o que pensar.
Depois daquela semana sem notícias dele, numa segunda-feira, recebi um SMS enquanto ia no ônibus a caminho da universidade. "Quero você na praça O’Leary do Silêncio, entre as duas Fontes, às 8 da manhã". Decidi responder: "Mas tenho uma prova importante na universidade, não posso perder", o que, aliás, era verdade. "Problema seu, animal", recebi. "Sério, preciso fazer essa prova, é muito importante pra minha carreira", respondi. "Você vai perder mais que uma prova se continuar enchendo o saco. Além disso, olhei o relógio e eram 7h28. Desci do ônibus na estação de metrô de La Yaguara e peguei um trem até a estação El Silencio, pra depois caminhar até a praça.
Cheguei cedo, a praça estava deserta, só tinha gente (e pouca) nas calçadas das ruas que a rodeavam. Essa praça é a interseção entre três das principais avenidas da cidade, é pequena, com duas fontes. Esperei no meio dessas duas. Meu celular tocou de novo, sinalizando um novo SMS que dizia: "Uma van preta vai estacionar na frente da praça. Sobe pelas portas traseiras e fecha elas sem tentar nenhum truque". Fiquei de olho e, de fato, em poucos minutos uma van preta brilhante, com vidros escuros, estacionou bem na minha frente. Fui pra parte de trás como me foi ordenado, abri as portas e vi que o interior da van estava vazio, sem nem bancos. As portas traseiras não tinham vidros. E a cabine do motorista estava selada por um painel de metal. Sem muita enrolação, subi e fechei as portas, com as travas baixando automaticamente. O interior estava totalmente escuro, decidi iluminar com a luz da tela do meu celular. Tava bem assustada. De repente, por uma pequena corneta no painel da cabine, soou a voz do meu amo, o estuprador.
— Tira tudo, sua porca. (mmmmm mmmm — Dava pra ouvir uma voz distante, parecia que estavam saboreando algo. Era como se uma mulher tivesse chupando um pau, eu diria) Não quero que você tenha absolutamente nada vestido, nem suas joias. (mmmmdch) Na parte de baixo do Painel da cabine, você vai ver uma gaveta, coloca tudo ali. Aaahhh que gostoso, essa porca tá chupando. –sem dúvida, estavam mamando no meu dono. Obedeci a ordem, tirei tudo, absolutamente tudo que eu vestia, colocando na gaveta, que estava iluminada por uma lâmpada pequena. Fechei e depois de um tempo ela abriu de novo, mostrando uma coleira de puta com uma corrente presa. –(mmmmmdddhhhcc) aahhh assim, porca, assim… coloca a coleira de puta. –ouvi pelo alto-falante. Obedeci, coloquei a coleira. A gaveta fechou, me deixando no escuro total de novo, sem chance alguma.
Eu sentia a caminhonete fazendo curvas fechadas, acelerando, freando, acelerando de novo, quando caía nos buracos (sim, as estradas daqui parecem a superfície da lua de tantos buracos). Depois de um tempão, a gente parou. Não sei quanto tempo a gente rodou, perdi a noção do tempo. Senti eles descendo da cabine, ouvindo as portas abrirem e fecharem. Depois de um momento de calma, de repente começaram a bater forte nas laterais da caminhonete, estavam batendo com alguma coisa, não sei o quê, mas se o objetivo era me deixar mais nervosa do que eu já tava, conseguiram.
As portas se abriram. Tinha três homens, todos encapuzados. Um deles entrou, pegou a corrente e puxou com força, me obrigando a sair. Olhei em volta, a gente tava num galpão, não muito grande. Um deles, se não me engano "o dono", fez um sinal pro cara que segurava a corrente da minha coleira. Os três caminharam pra frente da caminhonete, me arrastando quase que no chão atrás deles. Dois entraram na cabine e fecharam as portas, enquanto o que me puxava pela corrente continuou andando até uma maca, parecida com as de ambulância, que tinha uma mesa ao lado com uma caixa de metal em cima. Ele me obrigou a subir na maca, puxou o pau pra fora da calça e, me segurando pelo cabelo, guiou minha Virei o rosto na direção dela, e em resposta abri a boca e engoli. Ele começou a apalpar meus peitos, de um jeito nem muito bruto, nem muito suave. Depois de um tempinho nessa, deu dois tapas bons em cada mamilo, tirou o pau da minha boca e, segurando ele com uma das mãos, bateu várias vezes no meu rosto com ele, me lambuzando com minha própria saliva. Vendaram meus olhos, pegaram minhas mãos e as amarraram na parte de cima da maca, acima da minha cabeça, deixando meus braços bem esticados, tão tensos que eu não conseguia fazer nem o menor movimento. Devo admitir que estava assustada, muito assustada, mas, assim como quando fui estuprada, aos poucos a umidade começou a brotar entre minhas pernas, fruto de uma excitação que só aumentava. Apesar de essa sensação nessa situação já não me surpreender, a verdade é que eu me culpava por ela, como quando fui estuprada, e como tenho feito repetidas vezes durante todos esses dias desde aquele ocorrido. Depois de amarrar minhas mãos, ele amarrou meus pés, esticando-os igual aos braços, deixando minhas pernas um pouco afastadas. Eu não conseguia fazer o menor movimento com meus membros, e, depois de sentir umas correias apertando meu peito por cima dos meus seios e minha barriga, também não conseguia mexer o corpo.
Depois disso, senti aquele homem massagear aos poucos todo o meu corpo, prestando bastante atenção nas minhas zonas erógenas, o que fez a excitação crescente disparar com uma rapidez incrível. Em poucos minutos, eu já gemia de prazer. Senti ele pegar meu mamilo direito com dois dedos, beliscando-o de leve, fazendo uma sensação quente percorrer meu corpo, que foi substituída por uma dor repentina e incrível, resultado de uma forte picada naquele mamilo. Soltei um grito forte e senti as lágrimas escorrerem. Tentei me mexer, me perguntava o que estava acontecendo, mas a única resposta que recebia era a sensação do meu mamilo sendo atravessado por algo frio. Apesar das minhas tentativas, não conseguia me mover nada. Eu estava aprisionada. Meu mamilo foi atravessado por aquele objeto. Ele me deixou quieta por alguns minutos, até eu me acalmar. Depois, senti algo gelado sendo aplicado no mamilo perfurado, achei que era uma bolsa de gelo. Então, de surpresa, o mamilo esquerdo passou pelo mesmo destino que o direito, com a operação sendo repetida exatamente igual.
Depois de alguns minutos de gritos, de dor e com uma bolsa de gelo descansando em cada peito, senti eles se colocarem por cima de mim. Tocavam minha bucetinha, brincavam com ela. Esticavam os lábios, soltavam, massageavam a vulva com muito cuidado, o que fez meu pequeno botãozinho do prazer, mais conhecido como clitóris, sair do seu esconderijo. Meu algoz aproveitou pra massageá-lo delicadamente, me fazendo gemer cada vez mais. Apesar de toda a dor sentida nos meus peitos, de todos os gritos e do desespero, a excitação não tinha diminuído, pelo contrário, continuava aumentando, e isso ficou evidente quando eu cheguei a um orgasmo brutal, produto da deliciosa apalpadela que meu clitóris estava sofrendo. Gozei entre gemidos deliciosos intercalados com gritos de puro prazer. Senti um pau, ou o que parecia ser um objeto fálico, pelo menos, invadir minha bucetinha, começando uma metida e tirada relaxada. Meu clitóris ainda estava sendo apalpado, o que fez com que eu não demorasse a chegar a um segundo orgasmo, mais forte, mais gostoso que o anterior. Depois de um orgasmo desses, o pau ou seja lá o que estavam enfiando em mim parou o movimento, ficando enfiado nas minhas entranhas, mas a massagem no clitóris não parava. Já prestes a alcançar o terceiro orgasmo, senti uma pontada fortíssima no meu clitóris. Fiquei congelada, sem ar. Não conseguia respirar, minha boca ficou aberta por alguns minutos, enquanto sentia meu clitóris, assim como meus mamilos, ser lentamente atravessado por um objeto fino e frio. Minha boca aberta foi aproveitada pelo meu algoz, que cuspiu diretamente nela. Diferente dos meus mamilos, o objeto foi deixado no meu clitóris por um tempo, enquanto a bomba do que quer que estivesse no meu buraco vaginal recomeçava, de forma mais frenética.
Tiraram as bolsas de gelo dos meus peitos, substituídas por mãos fortes que os amassavam à vontade. E não só amassavam, como também batiam forte e bruscamente. Isso me tirou do estado de "privação" e comecei a gemer. Sentia meu clitóris muito estranho, por estar atravessado por aquele objeto, que sem dúvida já devia ser uma agulha. E assim como aquilo era uma agulha, também sem dúvida o que estava dentro da minha buceta era uma boa rola se deliciando com a maciez das minhas paredes vaginais. Depois de um tempo assim, tiraram a agulha do meu clitóris, assim como o pau do meu comedor, e colocaram uma bolsa de gelo em toda a região vaginal. Senti que pararam perto da minha cabeça. Sem dúvida, todo o suplício tinha acabado e viria a hora da gozada, pelo menos foi o que pensei, mas estava mais errada do que se dissesse que 2+2 dá 23445. Pegaram minha cabeça com uma mão, me deram um tapa na cara e atravessaram meu nariz. Aí sim senti como se meus olhos fossem saltar, mesmo estando presos pela venda. Assim como meus mamilos e meu clitóris, meu nariz foi atravessado por um objeto fino e frio. Dessa vez foi um pouco mais rápido e colocaram uma bolsa de gelo, ou pelo menos era o que eu achava que estavam colocando. Por último, abriram minha boca com um instrumento metálico (senti pelo gosto) e senti uma pinça pegar minha língua, puxando-a para fora, e com outro aparelho ela foi presa do lado de fora dos meus lábios, sendo impossível recolhê-la. Senti três picadas perto da ponta, de novo com um objeto parecido com os anteriores. Ouvi um gemido forte e senti um líquido quente cair nos meus peitos. Imaginei que meu carrasco tinha gozado. Entre lágrimas, pensei que tinha acabado, mas, de novo, me enganei. Na parte de cima do umbigo, fui atravessada de novo.
Levei mais dois tapas na cara, e depois senti que em cada buraco recém-feito, colocavam uns piercings, inclusive na minha língua. Depois de alguns minutos, fui solta devagar. Quando tiraram a venda dos meus olhos, me mostraram num espelho, onde vi que no meu clitóris e nos meus mamilos tinha agora uns anéis prateados lindos, igual no meu nariz, "estilo touro". No meu umbigo pendia um piercing bonito de correntinha curta, que segurava uma plaquinha minúscula, com a palavra "slut" escrita assim, em maiúsculas. Mostrei a língua e tinha três piercings estranhos na ponta, formando um triângulo. O que estava mais na ponta era um argolinha prateada também, e os outros dois, que estavam mais pra dentro e nas laterais da ponta, eram tipo umas pepitas prateadas, pequenas.
— Com certeza agora essa linguinha vai dar mais prazer do que antes hahaha — disse um dos meus captores, especificamente o que ficou comigo na maca. Eu não sabia como reagir a um ato tão absurdo feito por esses caras. Além dos piercings que enfeitavam meu corpo, marcando meus peitos, dava pra ver uma mancha de líquido branquelo e grosso, escorrendo pelos meus seios por causa da gravidade. Sem dúvida alguma, era porra.
— Muito bem, slut, vou explicar as regras do jogo. — disse um deles, "o amo", ou eu deveria me acostumar a chamar de "meu amo". — Esses argolas e piercings, você vai usar o tempo todo…
— Espera, amo — interrompi — O que minha família vai pensar e o que meus amigos vão achar disso tudo? Tô parecendo uma puta, não quero usar esses piercings, pelo menos não quando não estiver no seu poder.
— Duvido muito que você esteja em posição de exigir condições, sua slut imbecil. Posso destruir sua vida, e não só isso, a da sua mãe e da sua irmã também. — Nisso, ele tirou do bolso umas fotos da minha mãe, Silvia, para minha surpresa, tomando banho no banheiro do quarto dela, na nossa casa. — Já me vejo aproveitando esse par delicioso de… Tetas recém operadas dessa porquinha… sabia que ela se masturba 2 vezes no banho? Aposto que ela deve gostar de ser estuprada igual você…
- Não toca nelas, por favor – falei, já num tom de preocupação e súplica – Faço o que você mandar, não vou dizer não pra nada do que você quiser.
- Claro que não vai, sua vagabunda. Mas sabe, eu sei que não é só por causa da sua família. Sei que não é só pela sua reputação de "mocinha decente", que aliás, disso você tem muuuuito pouco. Sei que nunca vai me dizer não, principalmente porque no fundo, você curte, você deseja. Você gosta de ser dominada. Você gosta de levar porrada. Você gosta de ser tratada como a puta gratuita que é. E sabe muito bem que vai usar esses piercings com orgulho, porque te excita se ver assim, te excita saber que é uma slut, se sentir uma slut, ser uma slut. Não precisa ser vidente pra saber, sua atitude, suas reações mostram. E se não, me explica por que diabos tem sucos da sua buceta escorrendo pelas suas pernas?
Ele tinha razão. Olhei pra baixo, e tava molhada. Ok, podia ser por causa do orgasmo violento que o amigo dele, o comparsa, ou seja lá o que o cara que me furou me fez ter. Mas eu sabia que aquela umidade era porque tudo isso, no fundo, me dava tesão. E não precisava ver minha xota encharcada, só de me sentir excitada já bastava pra saber que ele tava certo. Parece que o cara era foda pra caralho nesses negócios de mulher. Baixei o olhar, envergonhada por me sentir descoberta.
- Hahaha, você é fácil de ler, slut. – Continuou meu dono – Você tem vergonha de ser vista assim, te humilha, mas no fundo, essa humilhação te excita. Não me engana, porca, putas como você eu já tive às pencas, e sei como reagem, sei os comportamentos. Sei que você gosta de ser uma slut. E já que você gosta de ser uma slut, então, nas minhas mãos, uma slut você vai ser. Esses dois amigos meus são seus primeiros clientes. Trata de deixar eles bem satisfeitos, já sabe o que dizem, se a mercadoria é boa, o cliente volta pra mais. Pobre de você da sua família se não convencer.
Dito isso, foi até a caminhonete, entrando no lado do motorista. Não dava pra ver lá dentro, porque os vidros eram bem escuros. Os outros dois homens, também encapuzados, se posicionaram de cada lado de mim e começaram a me apalpar. Eu, com tudo que tava rolando, já tava bem excitada. As palavras do meu amo eram verdade, eu adoro ser humilhada, e com certeza usar esses brincos no meu corpo, na frente de todo mundo, ia ser algo que me manteria com uma tesão leve, pelo menos por um tempo.
O que tava à minha direita, que vou chamar de "carrasco" porque foi ele quem abriu todos os meus buracos e me comeu ao mesmo tempo, começou a explorar meu cu, enquanto o outro, o que tava à minha esquerda, se divertia com minha buceta e o piercing do meu clitóris. – Limpa meu gozo das suas tetas, escória – me ordenou o carrasco, ordem que obedeci na hora, pegando ambas as tetas com as mãos e levando à boca, pra lamber o máximo que pude e brincar com meus novos enfeites.
A situação foi me esquentando cada vez mais. A brincadeira que o homem à minha esquerda, que vou chamar simplesmente de "desconhecido", mantinha no meu clitóris era divina. Devo admitir que já tinha sentido essa brincadeira várias vezes com meus ex-parceiros, mas dessa vez foi especial por causa do anel que enfeitava aquela área. Era uma experiência incrivelmente gostosa.
O carrasco se afastou de mim e foi até a mesa com a gaveta de metal, de onde tirou um pequeno cone anal transparente, enquanto eu continuava vidrada lambendo o sêmen das minhas tetas, agora passando os dedos pelos restos do líquido que ainda estavam nelas e levando à boca pra saborear essa iguaria deliciosa. "É melhor eu me acostumar com o gosto dele, mas não vai ser problema, é uma delícia", pensei. Meu carrasco me fez inclinar o corpo pra frente, sem dobrar as pernas, que eu mantinha ligeiramente abertas. O desconhecido tirou o pau dele da calça e, aproveitando que eu estava um pouco inclinada, levou minha boca até ele para eu fazer um boquete, que comecei devagar no início, dando chupadinhas leves e delicadas na cabeça dele, para depois ir aumentando aos poucos a intensidade e a quantidade de pau que entrava na minha boca. Enquanto eu fazia o oral, o carrasco mandava eu separar minha bunda com as mãos, coisa que fiz sem hesitar, já totalmente dominada pela minha puta interior. Prometi a mim mesma dar a esses caras a melhor dose de sexo da vida deles.
Já com a bunda separada, o carrasco colocou um dedo no meu cu e foi enfiando devagar. Sentia ele entrando em mim, e quando estava todo dentro, começou a mexer para os lados e a girar. Essa sensação me fez tremer de prazer, mesmo sendo um pouco dolorido. Enquanto isso, meu nariz estava colado na moita de pelos que cobria o púbis do desconhecido, enquanto a ferramenta dele estava na minha boca recebendo o prazer mais divino que aquele buraco podia dar, com minha língua percorrendo toda a extensão, massageando e tentando envolver. Naquele momento, senti o carrasco colocar o cone anal no meu cu, tirando o dedo, e eu abri mais ainda minha bunda, se é que isso era possível. Ele só colocou na entrada, fazendo pressão, sem enfiar, e passou o brinquedo por toda a fenda da minha bunda. Ficou um tempo nisso até começar a enfiar, nem muito devagar nem muito rápido. Sentia meu cu anal se esticando aos poucos, com as bordas da minha pele grudadas no plástico, como se tentassem impedir a entrada daquele invasor cada vez mais grosso, mas sem sucesso. Não saberia dizer quanto media na parte mais larga, mas com certeza era mais do que meu buraquinho anal tinha recebido na vez que fui estuprada pelo amo. Senti que o carrasco fazia cada vez mais pressão, e a coisa começava a doer, mas essa dor me excitava, me fazia sentir como Um simples objeto que vocês podem usar à vontade. Além de ser humilhante sentir te enfiarem no cu, pelo menos pra mim. Foi tanta pressão que meu buraco acabou cedendo e engolindo tudo. Fechou na hora, pra se ajustar ao colo da base.
Eu, nessa altura, pra me concentrar no tratamento que meu cu tava levando, parei de chupar o pau do desconhecido, mas ainda tinha o membro inteiro dentro da minha boca, que eu mantinha aberta. O desconhecido me deu um tapa forte – Continua o boquete, chupa-pau, quero prazer. – ele falou. Aceitei a ordem e me pus a trabalhar, sugando com força aquele pedaço gostoso de carne. – Aaaaahhhhhh uau, essa puta tem um dom natural pra chupar paus, aaahhh assim puta, chupa forte, eu gosto, aaaahhh assim vaca, assim... Deus, vou enfiar a calça no cu de tão duro que essa puta me chupa hahahaha – ele disse entre gemidos e risadas. Eu continuava sugando, tava entregue ao prazer dele. Nisso, senti o carrasco meter o pau na minha buceta de uma vez, senti a barriga dele batendo nas minhas nádegas, pra depois se afastar e repetir a batida, e assim por diante, fazendo aquele "PLAP, PLAP, PLAP" típico em cada estocada.
Naquele momento, o desconhecido pegou meu cabelo, formando duas marias-chiquinhas dos lados da minha cabeça, e, igual o carrasco fazia com minha pussy, ele começou um vai e vem frenético na minha boca, fazendo meu rosto bater contra a barriga dele. Eles se sincronizaram um com o outro, pra fazer o famoso "serrote" comigo. Eu tava super excitada, adorava aquilo, me fascinava esse tratamento, essa trepada gostosa que eu tava levando naquele momento.
O desconhecido puxava cada vez mais forte meu cabelo, o que, junto com a penetração vaginal e bucal frenética, fez escorrerem algumas lágrimas. Depois de um tempo nessa posição, o carrasco parou de me penetrar, e o desconhecido soltou meu cabelo, dizendo – Puta, me segue, não te convém que meu pau saia da Sua boca. —ordem que obedeci, seguindo ele curvada pra frente, com o pedaço de carne dele na minha boca. Me esforcei pra não deixar escapar da minha boca, e felizmente não saiu. Ele me fez abaixar, perto de uma das paredes do galpão, e com uma estocada forte da pélvis dele, bateu minha cabeça com força contra a parede, e com as mãos dele segurou ela lá. Tirou o pau e de novo enfiou na minha boca com força. Nisso chegou o carrasco, se colocando do lado dele, e meteu o pau dele na minha boca também.
Lá estava eu, meio atordoada pelo golpe, com o tesão a mil por tudo que estavam me fazendo, e fazendo um boquete duplo simultâneo. Enfiaram os paus deles o máximo que podiam na minha boca, até quase me sufocar, embora eu fizesse o possível pra mexer minha língua pra dar prazer a eles. Bem nesse momento, senti os dois ao mesmo tempo e, pra minha surpresa, começaram a soltar um líquido quase na minha garganta, me fazendo engasgar. Quando senti o gosto direito, era urina, os dois estavam mijando na minha garganta. Aos poucos foram tirando os paus enquanto mijavam em mim, e quando estavam totalmente pra fora, comecei a tossir forte, de verdade me fizeram engolir uma boa quantidade, e quase me afogaram. Aí eu me assustei pra caralho. Eles, enquanto eu tossia, continuaram me banhando em urina por mais uns momentos, e depois me deixaram quieta, jogada no chão, pegando ar e esperando a tosse passar um pouco.
Fiquei no chão de quatro. Perdi toda noção de tempo e direção. Meu corpo inteiro estava encharcado de urina, totalmente fedendo a esse líquido. Respirava ofegante, nervosa. Só ouvia, ao longe, as gargalhadas dos meus dois fodões, tão fora de mim que tava. A visão tava meio embaçada, mas não me impediu de ver um deles, não distingui bem qual, se colocar na minha frente, e apertando minhas bochechas com uma mão, fazendo minha boca ficar aberta em formato circular, meter o pau dele de novo. Ouvia ele me dizia algo, mas por causa dos nervos e do branco que tive por me afogar, não sabia o que era. Aos poucos, o que ele dizia foi ficando cada vez mais claro. Até que entendi perfeitamente o que ele falava –Limpa isso, sua porca nojenta. –ordenou o carrasco. Comecei devagar o boquete, e depois fui aumentando o ritmo na chupada aos poucos. Aí senti o desconhecido se posicionar atrás de mim, pegando a base do cone anal, e, de um puxão só, tirou ele de uma vez. Não consegui evitar um grito enorme de dor, meio abafado pela pica do carrasco.
O buraco do cu ficou ardendo pra caralho. –Porra, maluco, já arrebentou a bunda dela… –disse o carrasco pro desconhecido, e continuou –Bom, isso sara rápido. Vamos terminar aqui, que temos que ir.
–É…vamos terminar. –respondeu o desconhecido.
Fui empalada de novo pelo cu. A sensação foi de dor e desconforto. O desconhecido me deu um tapa forte na bunda, mandando eu me mexer, e eu fui indo aos poucos. Ele me estimulava cada vez mais com uma série de tapas fortes, e conseguia o que queria, até que eu já tava rebolando gostoso pra ele e pro amigo dele, o carrasco, que ainda continuava aproveitando minha boca.
Ficamos assim um tempão, e por causa da humilhação forte e da dor constante no meu cu, tive uma série de orgasmos deliciosos. Ali já tinha entendido que eu era uma masoquista nata, e que a dor e o sofrimento em certas partes do meu corpo me davam um prazer imenso. Depois disso, tiraram as picas dos meus buracos e me levaram puxada pelos cabelos até a mesa com a gaveta, que foi retirada e colocada em cima da maca. A superfície da mesa tinha um buraco no meio que a gaveta de metal escondia. Essa superfície foi dividida em duas metades, tirando uma das peças, com o buraco também dividido ao meio. Me colocaram agachada na ponta dos pés, no centro da mesa, com o pescoço apoiado A meia-lua que ficava no meio, e colocaram a outra metade retirada na posição original, ficando minha cabeça sobressaindo pelo buraco central. A mesa na verdade era uma variação de um tronco.
Dada a altura em que minha cabeça estava, minha posição era bem desconfortável, agachada, na ponta dos pés, com o corpo bem ereto. O buraco tinha a largura do meu pescoço, um pouco maior, mas não me deixava tirar a cabeça. Naquele momento, o dono desce da caminhonete, com uma mulher nua, bem gostosa, de peitos enormes, visivelmente operados. A mulher tinha o rosto totalmente coberto por uma máscara de látex. Os únicos buracos que a máscara tinha eram para o nariz, e por cima, um tubo não muito fino que parecia ser do mesmo material, não muito longo, que terminava em outro buraco, por onde saía o cabelo dela, que ficava como uma espécie de rabo de cavalo, penteado para trás. No pescoço, ela usava uma coleira de puta, com uma corrente presa, com a qual meu dono a guiava. Ela ficou ao lado dele de quatro. O dono passou do lado dela, para a bunda dela, tirando a pica imensa dele e metendo no cu da mulher. Depois de umas quatro estocadas, gozou naquele buraco. Depois foi o carrasco, que, após outras quatro estocadas, também gozou, e por último, o desconhecido repetiu a operação.
Meu dono então pegou a corrente, e a guiou até a mesa. Lá, subiu ela em cima da superfície e a fez sentar bem na minha cara. Ela esfregou a bunda e a buceta dela um bom tempo, e senti como a bunda dela enchia meu rosto com o esperma dos três caras. Por último, me ordenaram chupar bem a bunda da mulher, coisa que fiz sem hesitar, excitada com tudo isso. Chupei o mais forte que pude, queria que não ficasse nem uma gota de porra dos caras na bunda dela. Daí a pouco ela se levantou um pouco, e meu dono me ordenou mostrar a porra na minha boca, coisa que fiz com o prazer estampado no meu rosto. Me ordenou engolir e assim fiz. — Gostou do manjar, vadia? — meu amo me perguntou.
— Sim, amo, obrigada por esse aperitivo delicioso, gostei muito — respondi, totalmente puta de tesão, entregue, convencida de que tinha adorado aquilo.
— Então, vadia, termina de lamber o cu dessa Promíscua — ele ordenou, enquanto fazia a mulher se abaixar de novo sobre meu rosto. Obedeci à ordem, lambi cada resquício de fluidos do cu da mulher. Assim que terminei o serviço, meu amo a tirou da mesa e a levou de volta pra caminhonete.
Em seguida, ele pegou uma mangueira que estava enrolada numa das paredes do galpão e abriu a torneira. A mangueira tinha uma pistola de água com um sistema de irrigação na ponta, e com ela meu amo me jorrou água na pressão mais forte. Senti como se pequenas agulhas estivessem se chocando contra meu corpo, e tive um orgasmo delicioso quando o jato foi direcionado pra minha bucetinha. Ele deu uma volta ao meu redor, limpando todo o meu corpo da urina dos outros dois machos. Aproximou várias vezes a pistola de água com o sistema dos meus genitais, me fazendo sentir uma sensação deliciosa, mas ao mesmo tempo torturante, de prazer, especialmente no meu cu, lacerado por tamanho maltrato que tinha recebido minutos antes.
— Pronto. — disse meu amo, fechando o jato. — Já terminamos de te limpar. Gosto que minhas putas estejam bem higiênicas na hora de atender clientes importantes, então trate de fazer enemas periodicamente. Entendido?
— Sim, amo. — respondi, submissa.
Os três homens entraram na caminhonete. Meu amo jogou pela janela do lado dele todas as minhas roupas e joias, atirando-as no chão. — Em breve você receberá novas ordens, que deverá cumprir com a maior diligência e com o melhor dos seus esforços, entendeu, bastarda? — ele disse.
— Sim, amo, tudo será como o senhor ordenar — respondi de forma submissa. Já estava convencida de que não tinha escapatória, que entre meu comportamento estúpido de Promíscua e a destreza do amo, não... Eu podia ter saído dessa. O melhor era obedecer. Ligaram a caminhonete, o desconhecido era quem estava dirigindo. Fiquei com medo, pensei que iam me deixar ali naquela posição. Quando meu amo me disse antes de arrancar:
— Viu por que eu digo que você é uma puta submissa de verdade, nascida pra ser uma escrava sexual? A corrente que te prende não tem nenhum tipo de trava, você pode sair daí quando quiser. Boa sorte pra voltar pra casa — ao falar isso, a caminhonete já tinha começado a andar, passando por cima de parte da minha roupa e das minhas joias jogadas no chão. Fiquei surpresa, e a verdade é que ele tinha razão, eu em nenhum momento vi eles travarem a corrente de algum jeito, podia ter me levantado e vazado, ou pelo menos lutado, ou dado algum sinal de resistência, mas não fiz. Que idiota me senti naquele momento. Tirei a barra da frente da corrente e me levantei. Fui até onde minha roupa estava jogada, toda suja ainda. Notei que algumas peças estavam molhadas, quando cheirei, era suco vaginal. Sem dúvida eram os fluidos da pobre mulher que eles tinham.
Me vesti como pude. Meu visual estava realmente deplorável. Olhei na minha bolsa, e o interior estava todo cuspido e cheio de porra. No celular, vi que tinha um SMS do meu amo. "Puta, amanhã às 3 da tarde te quero no Hotel Vegas, na av. Baralt. Não se atrase, ou…" aí terminava.
Fui pra minha casa, peguei um táxi de novo. Embora dessa vez o motorista não tenha dito nada sobre minha aparência miserável. Cheguei em casa, minha irmã mais nova, Sara, estava em casa, como sempre, enfiada no quarto dela, no computador, conversando. Subi pro meu e fui tomar banho na hora. No chuveiro, fui relembrando tudo que aconteceu no dia, e acabei me dedando gostoso, terminando com um orgasmo brutal. O resto do dia passou quase normal, se não fosse porque eu estava com um pouco de dificuldade pra sentar, já que minha bunda ainda doía por causa da extração tão brusca do cone anal.
No dia seguinte... Depois fui pro hotel Vega, um hotel vagabundo, daqueles só pra dar uma "rapidinha". Entrei e, por ordem do meu dono via SMS, falei na recepção que era esperada no quarto número 14. Me levaram até lá e, pra minha surpresa, tinha um moleque de uns 18 anos. –Você é a Lizbeth? – ele perguntou, e eu assenti.
–Beleza…vem aqui, puta, me falaram que você era uma maravilha na cama, mas pelo preço, não parece grande coisa…mas fazer o quê, seu corno já me arrumou umas vadias muito boas pelo mesmo valor, vamos ver o que você oferece…
Não acreditei. Quando o dono disse que ia fazer de mim uma puta, era literal. Ele tinha me alugado pra um moleque. E não seria o único, disso eu tinha certeza. Ali, mesmo me sentindo totalmente humilhada pela situação, a excitação começou a subir de novo aos poucos, o que de certa forma me fez começar a tirar a roupa de um jeito sensual pra ele, meu cliente…
E assim o tempo foi passando. Todo dia tinha um cliente novo. Cada dia que passava, eu me acostumava mais com minha condição de puta, e cada dia ficava mais fácil ficar excitada na frente daqueles clientes desconhecidos, e eu aceitava sem muita reclamação os desejos deles…como meu dono disse, se a mercadoria é boa, o cliente volta pra mais…e ele tinha razão, vários repetiram…
(um mês depois)
–AAAAAAHHHH SIIIIIIIIIIIMMMM!!!! ME COME FORTE!!!! QUE GOSTOSOOOOOOGGGHHHH!!!! – falei quase sem fôlego.
–Tá gostando, vagabunda? Vai, rebola!! Não paguei 10 Bs.F pra fazer tudo sozinho, mexe essa bunda – PAF!! Um tapa violento na bunda me fez dar um pulo, lembrando que eu só existia pra satisfazer os desejos sexuais dos meus comedores. Comecei um movimento frenético de quadril, aproveitando a posição sexual, onde eu tava sentada no meu macho da vez, ou melhor, no meu cliente da vez, com meus peitos na cara dele, balançando os dois com os movimentos do meu corpo, tanto sendo penetrada Raiva total, como se fosse pelos meus próprios, que começavam naquele instante.
- Aaahhh siiiim, esse cara tinha razão, sem dúvida você é uma puta de festa de verdade, se mexe deliciosamente...
- Ah, Ah, Ah, afff, MmGGhh – era minha resposta. O pau dele estava enfiado no meu cu, e eu me mexia o melhor que podia. Era uma puta, sim, já estava convencida disso. E mais, estava adorando.
- AAAAAHHHH PUTA QUE PARIU VOU GOZAR!! – gritei selvagemente, enquanto ele pegava meus peitos com as mãos, apertando bem forte, me machucando um pouco, mas meu instinto masoquista transformava aquilo em prazer. Senti deliciosamente nas minhas entranhas o líquido precioso, grosso, esbranquiçado e quente, jorrado pelo pau do meu cliente. Uma sensação divina percorreu meu corpo ao sentir o esperma dele dentro de mim.
Depois de gozar, ele me empurrou para o lado, ficando deitado no colchão velho que era o único objeto naquele quartinho de paredes deterioradas, com tinta descascada, várias rachaduras e infiltrações. O cheiro de sexo no lugar era forte. Além do colchão, velho, empoeirado, com alguns rasgos, o outro objeto no quarto era eu.
Ele pegou minha cabeça pelos cabelos e a levou até o pau dele, que ainda estava meio duro e bem molhado. Dava pra ver gotas de porra misturada com fluidos escorrendo até as bolas.
- Vai, imbecil, limpa isso – ele ordenou. Eu obedeci, engolindo aquele pedaço de carne deliciosa na minha boca, saboreando os restos de fluidos misturados na superfície. Minha língua não parou de massagear ele nenhum momento, seja dentro ou fora da minha boca. Depois disso, ele pegou uma coleira de puta vermelha brilhante, com uma corrente presa nela, meio comprida. Colocou no meu pescoço, deixando bem apertada, pegou a corrente e me levou de quatro para um canto do quarto, longe do colchão. Naquele canto tinha um argola presa no chão, por onde ele passou a corrente várias vezes, encurtando a... distância entre meu pescoço e o chão, me deixando quase colada nele. Ele se ajoelhou e, com meu cabelo, limpou o pau dele da minha baba misturada com outros fluidos.
— Tenha doces pesadelos, porca. — ele disse, me dando um tapa forte e uma palmada sonora e violenta na minha bunda. Ele se levantou, cuspiu na minha cara, pegou a roupa dele e saiu do quarto, deixando a porta aberta. Mostrando lá fora a noite fria cobrindo um terreno cheio de mato. Eu estava num ranchinho pequeno, no meio do nada, antes de chegar na Colônia Tovar, um povoado que fica um pouco além da minha casa, na mesma estrada que leva até ela.
Naquele momento, pela porta entrou outro homem. Meu próximo cliente. Ele fechou a porta atrás de si e apontou pra mim uma mangueira que ele trazia na mão, vindo de fora, passando por baixo da porta por uma fresta entre o chão e ela. Ele acionou a pistola de pressão da água e me limpou. Veio na minha direção e soltou minha corrente.
— Já era hora, tava esperando ansioso pela minha vez. Da próxima vez vou vir mais cedo, puta, pra te comer primeiro, e não ser o décimo como hoje. Assim seus buracos vão estar mais apertadinhos pra mim.
— Isso não importa, gostoso, sou apertada, vem, piranha, essa puta não gosta muito de conversar, mas sim de fazer gozar... — falei, num tom meloso, e totalmente excitada pela situação. Me acostumei a ser uma puta barata, embora fosse assim que os clientes me viam, porque na real eu era de graça, meu dono era quem levava todo o lucro. Comecei a trabalhar com meu novo cliente.
Assim se passaram uns dois meses... eu sendo prostituída pelo meu dono, um limite que me fez quebrar, já que de passar a me reprovar por gostar, agora até desejava aquilo... mesmo assim, durante todo esse tempo, meu dono nunca parou de me mostrar vídeos meus nos meus momentos de excitação total, submissa e humilhada, e desejando mais, além de novas fotos da minha mãe e irmã, e me lembrando que se eu quebrasse os desejos sagrados dele, elas veriam as consequências, assim como minha reputação de moça decente, embora essa já estivesse dando lugar a uma maior e mais forte: a de uma das melhores putas do país, além de uma das mais baratinhas... o que viria agora? continua...
-¡¡¡¡AAAAAAHHHH SIIIIIIIIIIIHHHHH!!!! ¡¡¡¡ME COME DURO!!!!! ¡¡¡QUE GOSTOSOOOOOGGGHHHH!!!! –falei quase sem fôlego.
- Tá gostando, putinha? Vamos, rebola! Não paguei 10 Bs.F pra fazer tudo sozinho, mexe essa bunda –PAF!! Um tapa violento me fez dar um pulo, lembrando que eu só existia pra satisfazer os desejos sexuais dos meus comedores. Comecei um movimento frenético de quadril, aproveitando a posição sexual, onde eu tava sentada no meu macho da vez, ou melhor, no meu cliente da vez, com meus peitos na cara dele, balançando os dois com os movimentos do meu corpo, tanto sendo penetrada com toda raiva, quanto pelos meus próprios, que começavam naquele instante.
- Aaahhh sim, esse cara tava certo, sem dúvida você é uma puta de verdade, se mexe deliciosamente…
- Ah, Ah, ah, afff, MmGGhh –era minha resposta. O pau dele tava enfiado no meu cu, e eu rebocava o melhor que podia. Era uma puta, sim, já tava convencida disso. E ainda por cima, tava adorando.
- ¡¡AAAAHHH PUTA VOU GOZAR!! –gritei selvagemente, pegando os dois peitos com as mãos, apertando bem forte, me machucando um pouco, mas meu instinto masoquista transformava aquilo em prazer. Senti deliciosamente dentro de mim o líquido precioso, meio grosso, branquinho e quente, jorrado pelo pau do meu cliente. Uma sensação divina percorreu meu corpo ao sentir o esperma dele dentro de mim.
Depois de gozar, ele me empurrou pro lado, ficando deitado no colchão velho que era o único objeto naquela salinha de paredes descascadas, com tinta saindo, várias rachaduras e infiltrações. O cheiro de sexo no lugar era forte. Além do colchão, velho, empoeirado, com alguns rasgos, o outro objeto no quarto era eu.
Ele pegou minha cabeça pelos cabelos e a levou até o pau dele, que ainda tava meio duro e bem molhado. Dava pra ver gotas de porra. misturado com sucos percorrendo até as bolas dele.
- Vai, imbecil, limpa isso - ele me ordenou. Eu obedeci, engolindo aquele pedaço de carne deliciosa na minha boca, saboreando os restos de sucos misturados na superfície dela. Minha língua não parou de massagear em nenhum momento, seja lá dentro ou fora da minha boca. Terminado isso, peguei uma coleira de puta vermelha brilhante, com uma corrente presa nela, meio comprida. Coloquei no meu pescoço, deixando bem apertada, peguei a corrente e me arrastei de quatro até um canto do quarto, longe do colchão. Nesse canto tinha um argola presa no chão, por onde passei a corrente várias vezes, encurtando a distância entre meu pescoço e o chão, me deixando quase colada nele. Ele se ajoelhou e, com meu cabelo, limpou o pau dele da minha baba misturada com outros fluidos.
- Tenha doces pesadelos, porca - ele disse, me dando um tapa forte e uma palmada sonora e violenta na minha bunda. Ele se levantou, cuspiu na minha cara, pegou a roupa dele e saiu do quarto, deixando a porta aberta. Mostrando lá fora a noite fria cobrindo um terreno de arbustos.
Mas vamos ver como cheguei a esse ponto.
(Um mês antes)
Depois de obedecer o que seria a primeira "ordem oficial" enviada pelo meu novo dono pro meu celular, que foi desabotoar os botões da minha blusa pra boa parte do meu peito ficar exposto, eu tive outra aula, pra qual fui assim, sem abotoar a blusa de novo. Parecia que ele estava me espionando, e até sabe meu número de telefone, então decidi fazer o que achei que ele queria. Me dava curiosidade: como ele conseguiu saber tanto de mim em uma semana? Ele me seguiu até em casa e me espionou o tempo todo até minha mãe e minha irmã aparecerem? Meu pai não estava na cidade, tinha viajado a negócios, ainda bem. Mas o ruim é que essa viagem estava quase acabando, e ele chegaria muito em breve. Tive medo pela vida dele também, já que do mesmo jeito que ele conseguiu nos espionar, poderia Espiar ele.
Não sabia o que pensar. Embora estivesse realmente preocupada com toda a situação, não conseguia evitar sentir a luxúria percorrendo meu corpo. Imaginar as coisas que ele mandaria eu fazer, sabendo que não poderia recusar, fez minha buceta não demorar pra ficar toda molhada. Me repreendia por me sentir assim. Tinha curtido o estupro anterior, e agora parecia estar curtindo essa nova situação. Não me entendia naquele momento, sabendo que essas consequências que "o amo" mencionava na carta podiam ser imensamente terríveis, ainda mais se meus pais estivessem envolvidos. Como podia ficar excitada num momento tão crítico? Imaginei que nunca entenderia.
A aula terminou e fui pra casa. Durante uma semana, não recebi nenhuma mensagem de texto, nem nada do tipo, da parte de "o amo"... ou meu amo, como devia me acostumar a chamá-lo. Achei bem estranho. Até imaginei que fosse só uma brincadeira de mau gosto, mas quando revi as fotos e o DVD que ele mandou, onde de verdade se via toda a cena do estupro, e mais ainda, dava pra notar claramente como eu pedia e pedia mais, isso calava meus pensamentos. Uma coisa bem curiosa é que, durante o estupro, não vi nenhuma câmera no local. E pelo que se via, as câmeras estavam espalhadas em vários pontos de todos os cômodos onde estive com ele. Não se moviam, embora fizessem zoom e aproximações, mas nunca saíram dos ângulos em que estavam, como se fossem câmeras de segurança. Ou por causa do medo (e depois da excitação) não reparei nas câmeras, ou elas eram minúsculas e não as vi. Outra coisa que me pareceu evidente é que o estuprador não agiu sozinho. Alguém devia estar operando as câmeras. Seria o mendigo? Definitivamente, não sabia o que pensar.
Depois daquela semana sem notícias dele, numa segunda-feira, recebi um SMS enquanto ia no ônibus a caminho da universidade. "Quero você na praça O’Leary do Silêncio, entre as duas Fontes, às 8 da manhã". Decidi responder: "Mas tenho uma prova importante na universidade, não posso perder", o que, aliás, era verdade. "Problema seu, animal", recebi. "Sério, preciso fazer essa prova, é muito importante pra minha carreira", respondi. "Você vai perder mais que uma prova se continuar enchendo o saco. Além disso, olhei o relógio e eram 7h28. Desci do ônibus na estação de metrô de La Yaguara e peguei um trem até a estação El Silencio, pra depois caminhar até a praça.
Cheguei cedo, a praça estava deserta, só tinha gente (e pouca) nas calçadas das ruas que a rodeavam. Essa praça é a interseção entre três das principais avenidas da cidade, é pequena, com duas fontes. Esperei no meio dessas duas. Meu celular tocou de novo, sinalizando um novo SMS que dizia: "Uma van preta vai estacionar na frente da praça. Sobe pelas portas traseiras e fecha elas sem tentar nenhum truque". Fiquei de olho e, de fato, em poucos minutos uma van preta brilhante, com vidros escuros, estacionou bem na minha frente. Fui pra parte de trás como me foi ordenado, abri as portas e vi que o interior da van estava vazio, sem nem bancos. As portas traseiras não tinham vidros. E a cabine do motorista estava selada por um painel de metal. Sem muita enrolação, subi e fechei as portas, com as travas baixando automaticamente. O interior estava totalmente escuro, decidi iluminar com a luz da tela do meu celular. Tava bem assustada. De repente, por uma pequena corneta no painel da cabine, soou a voz do meu amo, o estuprador.
— Tira tudo, sua porca. (mmmmm mmmm — Dava pra ouvir uma voz distante, parecia que estavam saboreando algo. Era como se uma mulher tivesse chupando um pau, eu diria) Não quero que você tenha absolutamente nada vestido, nem suas joias. (mmmmdch) Na parte de baixo do Painel da cabine, você vai ver uma gaveta, coloca tudo ali. Aaahhh que gostoso, essa porca tá chupando. –sem dúvida, estavam mamando no meu dono. Obedeci a ordem, tirei tudo, absolutamente tudo que eu vestia, colocando na gaveta, que estava iluminada por uma lâmpada pequena. Fechei e depois de um tempo ela abriu de novo, mostrando uma coleira de puta com uma corrente presa. –(mmmmmdddhhhcc) aahhh assim, porca, assim… coloca a coleira de puta. –ouvi pelo alto-falante. Obedeci, coloquei a coleira. A gaveta fechou, me deixando no escuro total de novo, sem chance alguma.
Eu sentia a caminhonete fazendo curvas fechadas, acelerando, freando, acelerando de novo, quando caía nos buracos (sim, as estradas daqui parecem a superfície da lua de tantos buracos). Depois de um tempão, a gente parou. Não sei quanto tempo a gente rodou, perdi a noção do tempo. Senti eles descendo da cabine, ouvindo as portas abrirem e fecharem. Depois de um momento de calma, de repente começaram a bater forte nas laterais da caminhonete, estavam batendo com alguma coisa, não sei o quê, mas se o objetivo era me deixar mais nervosa do que eu já tava, conseguiram.
As portas se abriram. Tinha três homens, todos encapuzados. Um deles entrou, pegou a corrente e puxou com força, me obrigando a sair. Olhei em volta, a gente tava num galpão, não muito grande. Um deles, se não me engano "o dono", fez um sinal pro cara que segurava a corrente da minha coleira. Os três caminharam pra frente da caminhonete, me arrastando quase que no chão atrás deles. Dois entraram na cabine e fecharam as portas, enquanto o que me puxava pela corrente continuou andando até uma maca, parecida com as de ambulância, que tinha uma mesa ao lado com uma caixa de metal em cima. Ele me obrigou a subir na maca, puxou o pau pra fora da calça e, me segurando pelo cabelo, guiou minha Virei o rosto na direção dela, e em resposta abri a boca e engoli. Ele começou a apalpar meus peitos, de um jeito nem muito bruto, nem muito suave. Depois de um tempinho nessa, deu dois tapas bons em cada mamilo, tirou o pau da minha boca e, segurando ele com uma das mãos, bateu várias vezes no meu rosto com ele, me lambuzando com minha própria saliva. Vendaram meus olhos, pegaram minhas mãos e as amarraram na parte de cima da maca, acima da minha cabeça, deixando meus braços bem esticados, tão tensos que eu não conseguia fazer nem o menor movimento. Devo admitir que estava assustada, muito assustada, mas, assim como quando fui estuprada, aos poucos a umidade começou a brotar entre minhas pernas, fruto de uma excitação que só aumentava. Apesar de essa sensação nessa situação já não me surpreender, a verdade é que eu me culpava por ela, como quando fui estuprada, e como tenho feito repetidas vezes durante todos esses dias desde aquele ocorrido. Depois de amarrar minhas mãos, ele amarrou meus pés, esticando-os igual aos braços, deixando minhas pernas um pouco afastadas. Eu não conseguia fazer o menor movimento com meus membros, e, depois de sentir umas correias apertando meu peito por cima dos meus seios e minha barriga, também não conseguia mexer o corpo.
Depois disso, senti aquele homem massagear aos poucos todo o meu corpo, prestando bastante atenção nas minhas zonas erógenas, o que fez a excitação crescente disparar com uma rapidez incrível. Em poucos minutos, eu já gemia de prazer. Senti ele pegar meu mamilo direito com dois dedos, beliscando-o de leve, fazendo uma sensação quente percorrer meu corpo, que foi substituída por uma dor repentina e incrível, resultado de uma forte picada naquele mamilo. Soltei um grito forte e senti as lágrimas escorrerem. Tentei me mexer, me perguntava o que estava acontecendo, mas a única resposta que recebia era a sensação do meu mamilo sendo atravessado por algo frio. Apesar das minhas tentativas, não conseguia me mover nada. Eu estava aprisionada. Meu mamilo foi atravessado por aquele objeto. Ele me deixou quieta por alguns minutos, até eu me acalmar. Depois, senti algo gelado sendo aplicado no mamilo perfurado, achei que era uma bolsa de gelo. Então, de surpresa, o mamilo esquerdo passou pelo mesmo destino que o direito, com a operação sendo repetida exatamente igual.
Depois de alguns minutos de gritos, de dor e com uma bolsa de gelo descansando em cada peito, senti eles se colocarem por cima de mim. Tocavam minha bucetinha, brincavam com ela. Esticavam os lábios, soltavam, massageavam a vulva com muito cuidado, o que fez meu pequeno botãozinho do prazer, mais conhecido como clitóris, sair do seu esconderijo. Meu algoz aproveitou pra massageá-lo delicadamente, me fazendo gemer cada vez mais. Apesar de toda a dor sentida nos meus peitos, de todos os gritos e do desespero, a excitação não tinha diminuído, pelo contrário, continuava aumentando, e isso ficou evidente quando eu cheguei a um orgasmo brutal, produto da deliciosa apalpadela que meu clitóris estava sofrendo. Gozei entre gemidos deliciosos intercalados com gritos de puro prazer. Senti um pau, ou o que parecia ser um objeto fálico, pelo menos, invadir minha bucetinha, começando uma metida e tirada relaxada. Meu clitóris ainda estava sendo apalpado, o que fez com que eu não demorasse a chegar a um segundo orgasmo, mais forte, mais gostoso que o anterior. Depois de um orgasmo desses, o pau ou seja lá o que estavam enfiando em mim parou o movimento, ficando enfiado nas minhas entranhas, mas a massagem no clitóris não parava. Já prestes a alcançar o terceiro orgasmo, senti uma pontada fortíssima no meu clitóris. Fiquei congelada, sem ar. Não conseguia respirar, minha boca ficou aberta por alguns minutos, enquanto sentia meu clitóris, assim como meus mamilos, ser lentamente atravessado por um objeto fino e frio. Minha boca aberta foi aproveitada pelo meu algoz, que cuspiu diretamente nela. Diferente dos meus mamilos, o objeto foi deixado no meu clitóris por um tempo, enquanto a bomba do que quer que estivesse no meu buraco vaginal recomeçava, de forma mais frenética.
Tiraram as bolsas de gelo dos meus peitos, substituídas por mãos fortes que os amassavam à vontade. E não só amassavam, como também batiam forte e bruscamente. Isso me tirou do estado de "privação" e comecei a gemer. Sentia meu clitóris muito estranho, por estar atravessado por aquele objeto, que sem dúvida já devia ser uma agulha. E assim como aquilo era uma agulha, também sem dúvida o que estava dentro da minha buceta era uma boa rola se deliciando com a maciez das minhas paredes vaginais. Depois de um tempo assim, tiraram a agulha do meu clitóris, assim como o pau do meu comedor, e colocaram uma bolsa de gelo em toda a região vaginal. Senti que pararam perto da minha cabeça. Sem dúvida, todo o suplício tinha acabado e viria a hora da gozada, pelo menos foi o que pensei, mas estava mais errada do que se dissesse que 2+2 dá 23445. Pegaram minha cabeça com uma mão, me deram um tapa na cara e atravessaram meu nariz. Aí sim senti como se meus olhos fossem saltar, mesmo estando presos pela venda. Assim como meus mamilos e meu clitóris, meu nariz foi atravessado por um objeto fino e frio. Dessa vez foi um pouco mais rápido e colocaram uma bolsa de gelo, ou pelo menos era o que eu achava que estavam colocando. Por último, abriram minha boca com um instrumento metálico (senti pelo gosto) e senti uma pinça pegar minha língua, puxando-a para fora, e com outro aparelho ela foi presa do lado de fora dos meus lábios, sendo impossível recolhê-la. Senti três picadas perto da ponta, de novo com um objeto parecido com os anteriores. Ouvi um gemido forte e senti um líquido quente cair nos meus peitos. Imaginei que meu carrasco tinha gozado. Entre lágrimas, pensei que tinha acabado, mas, de novo, me enganei. Na parte de cima do umbigo, fui atravessada de novo.
Levei mais dois tapas na cara, e depois senti que em cada buraco recém-feito, colocavam uns piercings, inclusive na minha língua. Depois de alguns minutos, fui solta devagar. Quando tiraram a venda dos meus olhos, me mostraram num espelho, onde vi que no meu clitóris e nos meus mamilos tinha agora uns anéis prateados lindos, igual no meu nariz, "estilo touro". No meu umbigo pendia um piercing bonito de correntinha curta, que segurava uma plaquinha minúscula, com a palavra "slut" escrita assim, em maiúsculas. Mostrei a língua e tinha três piercings estranhos na ponta, formando um triângulo. O que estava mais na ponta era um argolinha prateada também, e os outros dois, que estavam mais pra dentro e nas laterais da ponta, eram tipo umas pepitas prateadas, pequenas.
— Com certeza agora essa linguinha vai dar mais prazer do que antes hahaha — disse um dos meus captores, especificamente o que ficou comigo na maca. Eu não sabia como reagir a um ato tão absurdo feito por esses caras. Além dos piercings que enfeitavam meu corpo, marcando meus peitos, dava pra ver uma mancha de líquido branquelo e grosso, escorrendo pelos meus seios por causa da gravidade. Sem dúvida alguma, era porra.
— Muito bem, slut, vou explicar as regras do jogo. — disse um deles, "o amo", ou eu deveria me acostumar a chamar de "meu amo". — Esses argolas e piercings, você vai usar o tempo todo…
— Espera, amo — interrompi — O que minha família vai pensar e o que meus amigos vão achar disso tudo? Tô parecendo uma puta, não quero usar esses piercings, pelo menos não quando não estiver no seu poder.
— Duvido muito que você esteja em posição de exigir condições, sua slut imbecil. Posso destruir sua vida, e não só isso, a da sua mãe e da sua irmã também. — Nisso, ele tirou do bolso umas fotos da minha mãe, Silvia, para minha surpresa, tomando banho no banheiro do quarto dela, na nossa casa. — Já me vejo aproveitando esse par delicioso de… Tetas recém operadas dessa porquinha… sabia que ela se masturba 2 vezes no banho? Aposto que ela deve gostar de ser estuprada igual você…
- Não toca nelas, por favor – falei, já num tom de preocupação e súplica – Faço o que você mandar, não vou dizer não pra nada do que você quiser.
- Claro que não vai, sua vagabunda. Mas sabe, eu sei que não é só por causa da sua família. Sei que não é só pela sua reputação de "mocinha decente", que aliás, disso você tem muuuuito pouco. Sei que nunca vai me dizer não, principalmente porque no fundo, você curte, você deseja. Você gosta de ser dominada. Você gosta de levar porrada. Você gosta de ser tratada como a puta gratuita que é. E sabe muito bem que vai usar esses piercings com orgulho, porque te excita se ver assim, te excita saber que é uma slut, se sentir uma slut, ser uma slut. Não precisa ser vidente pra saber, sua atitude, suas reações mostram. E se não, me explica por que diabos tem sucos da sua buceta escorrendo pelas suas pernas?
Ele tinha razão. Olhei pra baixo, e tava molhada. Ok, podia ser por causa do orgasmo violento que o amigo dele, o comparsa, ou seja lá o que o cara que me furou me fez ter. Mas eu sabia que aquela umidade era porque tudo isso, no fundo, me dava tesão. E não precisava ver minha xota encharcada, só de me sentir excitada já bastava pra saber que ele tava certo. Parece que o cara era foda pra caralho nesses negócios de mulher. Baixei o olhar, envergonhada por me sentir descoberta.
- Hahaha, você é fácil de ler, slut. – Continuou meu dono – Você tem vergonha de ser vista assim, te humilha, mas no fundo, essa humilhação te excita. Não me engana, porca, putas como você eu já tive às pencas, e sei como reagem, sei os comportamentos. Sei que você gosta de ser uma slut. E já que você gosta de ser uma slut, então, nas minhas mãos, uma slut você vai ser. Esses dois amigos meus são seus primeiros clientes. Trata de deixar eles bem satisfeitos, já sabe o que dizem, se a mercadoria é boa, o cliente volta pra mais. Pobre de você da sua família se não convencer.
Dito isso, foi até a caminhonete, entrando no lado do motorista. Não dava pra ver lá dentro, porque os vidros eram bem escuros. Os outros dois homens, também encapuzados, se posicionaram de cada lado de mim e começaram a me apalpar. Eu, com tudo que tava rolando, já tava bem excitada. As palavras do meu amo eram verdade, eu adoro ser humilhada, e com certeza usar esses brincos no meu corpo, na frente de todo mundo, ia ser algo que me manteria com uma tesão leve, pelo menos por um tempo.
O que tava à minha direita, que vou chamar de "carrasco" porque foi ele quem abriu todos os meus buracos e me comeu ao mesmo tempo, começou a explorar meu cu, enquanto o outro, o que tava à minha esquerda, se divertia com minha buceta e o piercing do meu clitóris. – Limpa meu gozo das suas tetas, escória – me ordenou o carrasco, ordem que obedeci na hora, pegando ambas as tetas com as mãos e levando à boca, pra lamber o máximo que pude e brincar com meus novos enfeites.
A situação foi me esquentando cada vez mais. A brincadeira que o homem à minha esquerda, que vou chamar simplesmente de "desconhecido", mantinha no meu clitóris era divina. Devo admitir que já tinha sentido essa brincadeira várias vezes com meus ex-parceiros, mas dessa vez foi especial por causa do anel que enfeitava aquela área. Era uma experiência incrivelmente gostosa.
O carrasco se afastou de mim e foi até a mesa com a gaveta de metal, de onde tirou um pequeno cone anal transparente, enquanto eu continuava vidrada lambendo o sêmen das minhas tetas, agora passando os dedos pelos restos do líquido que ainda estavam nelas e levando à boca pra saborear essa iguaria deliciosa. "É melhor eu me acostumar com o gosto dele, mas não vai ser problema, é uma delícia", pensei. Meu carrasco me fez inclinar o corpo pra frente, sem dobrar as pernas, que eu mantinha ligeiramente abertas. O desconhecido tirou o pau dele da calça e, aproveitando que eu estava um pouco inclinada, levou minha boca até ele para eu fazer um boquete, que comecei devagar no início, dando chupadinhas leves e delicadas na cabeça dele, para depois ir aumentando aos poucos a intensidade e a quantidade de pau que entrava na minha boca. Enquanto eu fazia o oral, o carrasco mandava eu separar minha bunda com as mãos, coisa que fiz sem hesitar, já totalmente dominada pela minha puta interior. Prometi a mim mesma dar a esses caras a melhor dose de sexo da vida deles.
Já com a bunda separada, o carrasco colocou um dedo no meu cu e foi enfiando devagar. Sentia ele entrando em mim, e quando estava todo dentro, começou a mexer para os lados e a girar. Essa sensação me fez tremer de prazer, mesmo sendo um pouco dolorido. Enquanto isso, meu nariz estava colado na moita de pelos que cobria o púbis do desconhecido, enquanto a ferramenta dele estava na minha boca recebendo o prazer mais divino que aquele buraco podia dar, com minha língua percorrendo toda a extensão, massageando e tentando envolver. Naquele momento, senti o carrasco colocar o cone anal no meu cu, tirando o dedo, e eu abri mais ainda minha bunda, se é que isso era possível. Ele só colocou na entrada, fazendo pressão, sem enfiar, e passou o brinquedo por toda a fenda da minha bunda. Ficou um tempo nisso até começar a enfiar, nem muito devagar nem muito rápido. Sentia meu cu anal se esticando aos poucos, com as bordas da minha pele grudadas no plástico, como se tentassem impedir a entrada daquele invasor cada vez mais grosso, mas sem sucesso. Não saberia dizer quanto media na parte mais larga, mas com certeza era mais do que meu buraquinho anal tinha recebido na vez que fui estuprada pelo amo. Senti que o carrasco fazia cada vez mais pressão, e a coisa começava a doer, mas essa dor me excitava, me fazia sentir como Um simples objeto que vocês podem usar à vontade. Além de ser humilhante sentir te enfiarem no cu, pelo menos pra mim. Foi tanta pressão que meu buraco acabou cedendo e engolindo tudo. Fechou na hora, pra se ajustar ao colo da base.
Eu, nessa altura, pra me concentrar no tratamento que meu cu tava levando, parei de chupar o pau do desconhecido, mas ainda tinha o membro inteiro dentro da minha boca, que eu mantinha aberta. O desconhecido me deu um tapa forte – Continua o boquete, chupa-pau, quero prazer. – ele falou. Aceitei a ordem e me pus a trabalhar, sugando com força aquele pedaço gostoso de carne. – Aaaaahhhhhh uau, essa puta tem um dom natural pra chupar paus, aaahhh assim puta, chupa forte, eu gosto, aaaahhh assim vaca, assim... Deus, vou enfiar a calça no cu de tão duro que essa puta me chupa hahahaha – ele disse entre gemidos e risadas. Eu continuava sugando, tava entregue ao prazer dele. Nisso, senti o carrasco meter o pau na minha buceta de uma vez, senti a barriga dele batendo nas minhas nádegas, pra depois se afastar e repetir a batida, e assim por diante, fazendo aquele "PLAP, PLAP, PLAP" típico em cada estocada.
Naquele momento, o desconhecido pegou meu cabelo, formando duas marias-chiquinhas dos lados da minha cabeça, e, igual o carrasco fazia com minha pussy, ele começou um vai e vem frenético na minha boca, fazendo meu rosto bater contra a barriga dele. Eles se sincronizaram um com o outro, pra fazer o famoso "serrote" comigo. Eu tava super excitada, adorava aquilo, me fascinava esse tratamento, essa trepada gostosa que eu tava levando naquele momento.
O desconhecido puxava cada vez mais forte meu cabelo, o que, junto com a penetração vaginal e bucal frenética, fez escorrerem algumas lágrimas. Depois de um tempo nessa posição, o carrasco parou de me penetrar, e o desconhecido soltou meu cabelo, dizendo – Puta, me segue, não te convém que meu pau saia da Sua boca. —ordem que obedeci, seguindo ele curvada pra frente, com o pedaço de carne dele na minha boca. Me esforcei pra não deixar escapar da minha boca, e felizmente não saiu. Ele me fez abaixar, perto de uma das paredes do galpão, e com uma estocada forte da pélvis dele, bateu minha cabeça com força contra a parede, e com as mãos dele segurou ela lá. Tirou o pau e de novo enfiou na minha boca com força. Nisso chegou o carrasco, se colocando do lado dele, e meteu o pau dele na minha boca também.
Lá estava eu, meio atordoada pelo golpe, com o tesão a mil por tudo que estavam me fazendo, e fazendo um boquete duplo simultâneo. Enfiaram os paus deles o máximo que podiam na minha boca, até quase me sufocar, embora eu fizesse o possível pra mexer minha língua pra dar prazer a eles. Bem nesse momento, senti os dois ao mesmo tempo e, pra minha surpresa, começaram a soltar um líquido quase na minha garganta, me fazendo engasgar. Quando senti o gosto direito, era urina, os dois estavam mijando na minha garganta. Aos poucos foram tirando os paus enquanto mijavam em mim, e quando estavam totalmente pra fora, comecei a tossir forte, de verdade me fizeram engolir uma boa quantidade, e quase me afogaram. Aí eu me assustei pra caralho. Eles, enquanto eu tossia, continuaram me banhando em urina por mais uns momentos, e depois me deixaram quieta, jogada no chão, pegando ar e esperando a tosse passar um pouco.
Fiquei no chão de quatro. Perdi toda noção de tempo e direção. Meu corpo inteiro estava encharcado de urina, totalmente fedendo a esse líquido. Respirava ofegante, nervosa. Só ouvia, ao longe, as gargalhadas dos meus dois fodões, tão fora de mim que tava. A visão tava meio embaçada, mas não me impediu de ver um deles, não distingui bem qual, se colocar na minha frente, e apertando minhas bochechas com uma mão, fazendo minha boca ficar aberta em formato circular, meter o pau dele de novo. Ouvia ele me dizia algo, mas por causa dos nervos e do branco que tive por me afogar, não sabia o que era. Aos poucos, o que ele dizia foi ficando cada vez mais claro. Até que entendi perfeitamente o que ele falava –Limpa isso, sua porca nojenta. –ordenou o carrasco. Comecei devagar o boquete, e depois fui aumentando o ritmo na chupada aos poucos. Aí senti o desconhecido se posicionar atrás de mim, pegando a base do cone anal, e, de um puxão só, tirou ele de uma vez. Não consegui evitar um grito enorme de dor, meio abafado pela pica do carrasco.
O buraco do cu ficou ardendo pra caralho. –Porra, maluco, já arrebentou a bunda dela… –disse o carrasco pro desconhecido, e continuou –Bom, isso sara rápido. Vamos terminar aqui, que temos que ir.
–É…vamos terminar. –respondeu o desconhecido.
Fui empalada de novo pelo cu. A sensação foi de dor e desconforto. O desconhecido me deu um tapa forte na bunda, mandando eu me mexer, e eu fui indo aos poucos. Ele me estimulava cada vez mais com uma série de tapas fortes, e conseguia o que queria, até que eu já tava rebolando gostoso pra ele e pro amigo dele, o carrasco, que ainda continuava aproveitando minha boca.
Ficamos assim um tempão, e por causa da humilhação forte e da dor constante no meu cu, tive uma série de orgasmos deliciosos. Ali já tinha entendido que eu era uma masoquista nata, e que a dor e o sofrimento em certas partes do meu corpo me davam um prazer imenso. Depois disso, tiraram as picas dos meus buracos e me levaram puxada pelos cabelos até a mesa com a gaveta, que foi retirada e colocada em cima da maca. A superfície da mesa tinha um buraco no meio que a gaveta de metal escondia. Essa superfície foi dividida em duas metades, tirando uma das peças, com o buraco também dividido ao meio. Me colocaram agachada na ponta dos pés, no centro da mesa, com o pescoço apoiado A meia-lua que ficava no meio, e colocaram a outra metade retirada na posição original, ficando minha cabeça sobressaindo pelo buraco central. A mesa na verdade era uma variação de um tronco.
Dada a altura em que minha cabeça estava, minha posição era bem desconfortável, agachada, na ponta dos pés, com o corpo bem ereto. O buraco tinha a largura do meu pescoço, um pouco maior, mas não me deixava tirar a cabeça. Naquele momento, o dono desce da caminhonete, com uma mulher nua, bem gostosa, de peitos enormes, visivelmente operados. A mulher tinha o rosto totalmente coberto por uma máscara de látex. Os únicos buracos que a máscara tinha eram para o nariz, e por cima, um tubo não muito fino que parecia ser do mesmo material, não muito longo, que terminava em outro buraco, por onde saía o cabelo dela, que ficava como uma espécie de rabo de cavalo, penteado para trás. No pescoço, ela usava uma coleira de puta, com uma corrente presa, com a qual meu dono a guiava. Ela ficou ao lado dele de quatro. O dono passou do lado dela, para a bunda dela, tirando a pica imensa dele e metendo no cu da mulher. Depois de umas quatro estocadas, gozou naquele buraco. Depois foi o carrasco, que, após outras quatro estocadas, também gozou, e por último, o desconhecido repetiu a operação.
Meu dono então pegou a corrente, e a guiou até a mesa. Lá, subiu ela em cima da superfície e a fez sentar bem na minha cara. Ela esfregou a bunda e a buceta dela um bom tempo, e senti como a bunda dela enchia meu rosto com o esperma dos três caras. Por último, me ordenaram chupar bem a bunda da mulher, coisa que fiz sem hesitar, excitada com tudo isso. Chupei o mais forte que pude, queria que não ficasse nem uma gota de porra dos caras na bunda dela. Daí a pouco ela se levantou um pouco, e meu dono me ordenou mostrar a porra na minha boca, coisa que fiz com o prazer estampado no meu rosto. Me ordenou engolir e assim fiz. — Gostou do manjar, vadia? — meu amo me perguntou.
— Sim, amo, obrigada por esse aperitivo delicioso, gostei muito — respondi, totalmente puta de tesão, entregue, convencida de que tinha adorado aquilo.
— Então, vadia, termina de lamber o cu dessa Promíscua — ele ordenou, enquanto fazia a mulher se abaixar de novo sobre meu rosto. Obedeci à ordem, lambi cada resquício de fluidos do cu da mulher. Assim que terminei o serviço, meu amo a tirou da mesa e a levou de volta pra caminhonete.
Em seguida, ele pegou uma mangueira que estava enrolada numa das paredes do galpão e abriu a torneira. A mangueira tinha uma pistola de água com um sistema de irrigação na ponta, e com ela meu amo me jorrou água na pressão mais forte. Senti como se pequenas agulhas estivessem se chocando contra meu corpo, e tive um orgasmo delicioso quando o jato foi direcionado pra minha bucetinha. Ele deu uma volta ao meu redor, limpando todo o meu corpo da urina dos outros dois machos. Aproximou várias vezes a pistola de água com o sistema dos meus genitais, me fazendo sentir uma sensação deliciosa, mas ao mesmo tempo torturante, de prazer, especialmente no meu cu, lacerado por tamanho maltrato que tinha recebido minutos antes.
— Pronto. — disse meu amo, fechando o jato. — Já terminamos de te limpar. Gosto que minhas putas estejam bem higiênicas na hora de atender clientes importantes, então trate de fazer enemas periodicamente. Entendido?
— Sim, amo. — respondi, submissa.
Os três homens entraram na caminhonete. Meu amo jogou pela janela do lado dele todas as minhas roupas e joias, atirando-as no chão. — Em breve você receberá novas ordens, que deverá cumprir com a maior diligência e com o melhor dos seus esforços, entendeu, bastarda? — ele disse.
— Sim, amo, tudo será como o senhor ordenar — respondi de forma submissa. Já estava convencida de que não tinha escapatória, que entre meu comportamento estúpido de Promíscua e a destreza do amo, não... Eu podia ter saído dessa. O melhor era obedecer. Ligaram a caminhonete, o desconhecido era quem estava dirigindo. Fiquei com medo, pensei que iam me deixar ali naquela posição. Quando meu amo me disse antes de arrancar:
— Viu por que eu digo que você é uma puta submissa de verdade, nascida pra ser uma escrava sexual? A corrente que te prende não tem nenhum tipo de trava, você pode sair daí quando quiser. Boa sorte pra voltar pra casa — ao falar isso, a caminhonete já tinha começado a andar, passando por cima de parte da minha roupa e das minhas joias jogadas no chão. Fiquei surpresa, e a verdade é que ele tinha razão, eu em nenhum momento vi eles travarem a corrente de algum jeito, podia ter me levantado e vazado, ou pelo menos lutado, ou dado algum sinal de resistência, mas não fiz. Que idiota me senti naquele momento. Tirei a barra da frente da corrente e me levantei. Fui até onde minha roupa estava jogada, toda suja ainda. Notei que algumas peças estavam molhadas, quando cheirei, era suco vaginal. Sem dúvida eram os fluidos da pobre mulher que eles tinham.
Me vesti como pude. Meu visual estava realmente deplorável. Olhei na minha bolsa, e o interior estava todo cuspido e cheio de porra. No celular, vi que tinha um SMS do meu amo. "Puta, amanhã às 3 da tarde te quero no Hotel Vegas, na av. Baralt. Não se atrase, ou…" aí terminava.
Fui pra minha casa, peguei um táxi de novo. Embora dessa vez o motorista não tenha dito nada sobre minha aparência miserável. Cheguei em casa, minha irmã mais nova, Sara, estava em casa, como sempre, enfiada no quarto dela, no computador, conversando. Subi pro meu e fui tomar banho na hora. No chuveiro, fui relembrando tudo que aconteceu no dia, e acabei me dedando gostoso, terminando com um orgasmo brutal. O resto do dia passou quase normal, se não fosse porque eu estava com um pouco de dificuldade pra sentar, já que minha bunda ainda doía por causa da extração tão brusca do cone anal.
No dia seguinte... Depois fui pro hotel Vega, um hotel vagabundo, daqueles só pra dar uma "rapidinha". Entrei e, por ordem do meu dono via SMS, falei na recepção que era esperada no quarto número 14. Me levaram até lá e, pra minha surpresa, tinha um moleque de uns 18 anos. –Você é a Lizbeth? – ele perguntou, e eu assenti.
–Beleza…vem aqui, puta, me falaram que você era uma maravilha na cama, mas pelo preço, não parece grande coisa…mas fazer o quê, seu corno já me arrumou umas vadias muito boas pelo mesmo valor, vamos ver o que você oferece…
Não acreditei. Quando o dono disse que ia fazer de mim uma puta, era literal. Ele tinha me alugado pra um moleque. E não seria o único, disso eu tinha certeza. Ali, mesmo me sentindo totalmente humilhada pela situação, a excitação começou a subir de novo aos poucos, o que de certa forma me fez começar a tirar a roupa de um jeito sensual pra ele, meu cliente…
E assim o tempo foi passando. Todo dia tinha um cliente novo. Cada dia que passava, eu me acostumava mais com minha condição de puta, e cada dia ficava mais fácil ficar excitada na frente daqueles clientes desconhecidos, e eu aceitava sem muita reclamação os desejos deles…como meu dono disse, se a mercadoria é boa, o cliente volta pra mais…e ele tinha razão, vários repetiram…
(um mês depois)
–AAAAAAHHHH SIIIIIIIIIIIMMMM!!!! ME COME FORTE!!!! QUE GOSTOSOOOOOOGGGHHHH!!!! – falei quase sem fôlego.
–Tá gostando, vagabunda? Vai, rebola!! Não paguei 10 Bs.F pra fazer tudo sozinho, mexe essa bunda – PAF!! Um tapa violento na bunda me fez dar um pulo, lembrando que eu só existia pra satisfazer os desejos sexuais dos meus comedores. Comecei um movimento frenético de quadril, aproveitando a posição sexual, onde eu tava sentada no meu macho da vez, ou melhor, no meu cliente da vez, com meus peitos na cara dele, balançando os dois com os movimentos do meu corpo, tanto sendo penetrada Raiva total, como se fosse pelos meus próprios, que começavam naquele instante.
- Aaahhh siiiim, esse cara tinha razão, sem dúvida você é uma puta de festa de verdade, se mexe deliciosamente...
- Ah, Ah, Ah, afff, MmGGhh – era minha resposta. O pau dele estava enfiado no meu cu, e eu me mexia o melhor que podia. Era uma puta, sim, já estava convencida disso. E mais, estava adorando.
- AAAAAHHHH PUTA QUE PARIU VOU GOZAR!! – gritei selvagemente, enquanto ele pegava meus peitos com as mãos, apertando bem forte, me machucando um pouco, mas meu instinto masoquista transformava aquilo em prazer. Senti deliciosamente nas minhas entranhas o líquido precioso, grosso, esbranquiçado e quente, jorrado pelo pau do meu cliente. Uma sensação divina percorreu meu corpo ao sentir o esperma dele dentro de mim.
Depois de gozar, ele me empurrou para o lado, ficando deitado no colchão velho que era o único objeto naquele quartinho de paredes deterioradas, com tinta descascada, várias rachaduras e infiltrações. O cheiro de sexo no lugar era forte. Além do colchão, velho, empoeirado, com alguns rasgos, o outro objeto no quarto era eu.
Ele pegou minha cabeça pelos cabelos e a levou até o pau dele, que ainda estava meio duro e bem molhado. Dava pra ver gotas de porra misturada com fluidos escorrendo até as bolas.
- Vai, imbecil, limpa isso – ele ordenou. Eu obedeci, engolindo aquele pedaço de carne deliciosa na minha boca, saboreando os restos de fluidos misturados na superfície. Minha língua não parou de massagear ele nenhum momento, seja dentro ou fora da minha boca. Depois disso, ele pegou uma coleira de puta vermelha brilhante, com uma corrente presa nela, meio comprida. Colocou no meu pescoço, deixando bem apertada, pegou a corrente e me levou de quatro para um canto do quarto, longe do colchão. Naquele canto tinha um argola presa no chão, por onde ele passou a corrente várias vezes, encurtando a... distância entre meu pescoço e o chão, me deixando quase colada nele. Ele se ajoelhou e, com meu cabelo, limpou o pau dele da minha baba misturada com outros fluidos.
— Tenha doces pesadelos, porca. — ele disse, me dando um tapa forte e uma palmada sonora e violenta na minha bunda. Ele se levantou, cuspiu na minha cara, pegou a roupa dele e saiu do quarto, deixando a porta aberta. Mostrando lá fora a noite fria cobrindo um terreno cheio de mato. Eu estava num ranchinho pequeno, no meio do nada, antes de chegar na Colônia Tovar, um povoado que fica um pouco além da minha casa, na mesma estrada que leva até ela.
Naquele momento, pela porta entrou outro homem. Meu próximo cliente. Ele fechou a porta atrás de si e apontou pra mim uma mangueira que ele trazia na mão, vindo de fora, passando por baixo da porta por uma fresta entre o chão e ela. Ele acionou a pistola de pressão da água e me limpou. Veio na minha direção e soltou minha corrente.
— Já era hora, tava esperando ansioso pela minha vez. Da próxima vez vou vir mais cedo, puta, pra te comer primeiro, e não ser o décimo como hoje. Assim seus buracos vão estar mais apertadinhos pra mim.
— Isso não importa, gostoso, sou apertada, vem, piranha, essa puta não gosta muito de conversar, mas sim de fazer gozar... — falei, num tom meloso, e totalmente excitada pela situação. Me acostumei a ser uma puta barata, embora fosse assim que os clientes me viam, porque na real eu era de graça, meu dono era quem levava todo o lucro. Comecei a trabalhar com meu novo cliente.
Assim se passaram uns dois meses... eu sendo prostituída pelo meu dono, um limite que me fez quebrar, já que de passar a me reprovar por gostar, agora até desejava aquilo... mesmo assim, durante todo esse tempo, meu dono nunca parou de me mostrar vídeos meus nos meus momentos de excitação total, submissa e humilhada, e desejando mais, além de novas fotos da minha mãe e irmã, e me lembrando que se eu quebrasse os desejos sagrados dele, elas veriam as consequências, assim como minha reputação de moça decente, embora essa já estivesse dando lugar a uma maior e mais forte: a de uma das melhores putas do país, além de uma das mais baratinhas... o que viria agora? continua...
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