Induzida à escravidão

Fala, galera! Sei que a história é um pouco longa, mas garanto que vale a pena.
Era uma manhã nublada de sexta-feira em Caracas, eu tava a caminho da universidade. Estudo contabilidade na UCV, tô no segundo semestre. Não era só uma manhã nublada, também era uma manhã fria, e bom, com uma chuvinha. O clima ideal pra ficar na cama enrolada vendo um filme e tomando uma xícara de chocolate quente. Ou então, transando. Pelo molhado da minha buceta, e por outras sensações no meu corpo, era isso que eu tava com vontade de fazer. Mas não, como já disse, tava indo pra faculdade. Tinha pouca gente na rua. Aposto que mais de um tava naquele momento fazendo alguma dessas coisas que eu falei. As poucas pessoas que estavam andando pelas ruas viravam pra me olhar incrédulas com o jeito que eu tava vestida pra um clima desses. A verdade é que quando saí de casa parecia que ia ser um dia de sol, então escolhi minha roupa de acordo.

Eu tava de saia preta, bem justa no corpo, especialmente na minha bunda redonda e firme. A saia cobria um pouco abaixo da metade das minhas coxas, deixando ver bastante das minhas pernas longas e brancas, que muitos consideram lindas. Nos pés, eu usava um par de sandálias de salto alto, pretas, que deixavam ver bastante dos meus pés, com as unhas pintadas de preto. Tava com uma blusa cinza de manga curta, com um decote que, embora não fosse muito escandaloso, era sensual e provocante o suficiente pra atrair olhares tanto de homens quanto de algumas mulheres direto pro que aparecia dos meus peitos. Por cima da blusa, uma jaquetinha preta aberta. De maquiagem, tava normal, bem sensual, mas sem ser vulgar ou brega. Meu cabelo preto e liso tava molhado pela chuva, mesmo tendo guarda-chuva, não tava usando. Amo esse clima, me deixa com muito tesão. Mas bom, já tô enrolando demais…

Cheguei atrasada na aula. Vou ser sincera: não queria ir… queria mesmo era estar na minha quarto, seja fodendo com algum macho, ou me dedando na solidão da minha cama. Minhas molas de submisso fetichista estavam disparadas, então eu imaginava situações das mais variadas, com o macho me imaginava de quatro, com ele me empalando pelo cu segurando uma corrente presa a uma coleira de puta apertada no meu pescoço. Mmm minha entreperna estava ficando cada vez mais molhada… enquanto meus olhos estavam cravados fixos no quadro onde minha professora de contabilidade II escrevia uma variedade de exercícios. Mas minha mente estava em outro lugar, especificamente no meu quarto, me vendo vestida só com um bom par de sandálias de plataforma, igual às que a maioria das atrizes pornô usa na maioria dos filmes desse tipo, e com o resto do meu corpo enfiado num macacão de malha preta, cobrindo o corpo todo exceto meus braços e minha cabeça. Sentada na beira da minha cama, de frente pra minha televisão, com as pernas abertas, um clipe no meu clitóris, outros quatro nos meus lábios vaginais (dois em cada) e um em cada mamilo. Na minha testa, a palavra "PORCA" escrita assim, em letras grandes maiúsculas. Nos meus pulsos, um par de pulseiras grossas de aço, cada uma ligada por uma corrente a uma coleira presa no meu pescoço, feita do mesmo material, e onde se lia claramente a frase "ESCRAVA A SER USADA CONFORME OS DESEJOS DO SEU DONO". Devo dizer que o clipe do meu clitóris eu imaginava como um clipe vibratório, cujo controle remoto eu segurava na minha mão direita, e acionava conforme minha vontade, desejando estar aos pés de alguém, enquanto via um filme de sadomasoquismo no volume máximo. Vale dizer que me vestir sexy, como puta, ou de um jeito meio fetichista, na solidão do meu quarto pra me masturbar vendo pornô é algo que faço direto, de certa forma me sinto uma pervertida promíscua fazendo isso, e isso me excita pra caralho. Algo que aparentemente falta na minha professora, a qual Ela vive amargada. Deve estar precisando de um macho bom que coma ela, domine e mostre os prazeres da vida. Eu ainda continuava dando a aula, que já tinha perdido o fio da meada fazia um bom tempo naquele dia, pensando todo tipo de putaria sexual. Naquele dia, sem dúvida, eu tava meio "safada" no que diz respeito a sexo.

Enquanto a tal professora continuava explicando os exercícios da página… não lembro qual, eu seguia imaginando novas cenas onde eu era a protagonista. Dessa vez, me via deitada no chão, de bruços, com meu corpo preso em vários pontos a uma estrutura tubular, com as pernas e os quadris elevados no ar por causa da curvatura que meu corpo tava sofrendo, isto é, dobrado pra trás, dos quadris até os pés, torcido pelos tubos que me seguravam. Não completamente partida ao meio, não sou contorcionista, mas numa posição bem desconfortável. Meus pés ficavam mais ou menos na altura da minha cabeça, no ar, por causa da flexão das minhas pernas. Meus peitos, meus braços e minha cabeça estavam colados no chão. Minhas pernas estavam abertas, deixando minha bucetinha à mercê da pessoa que me colocou nessa posição, nada mais nada menos que minha vizinha da casa da frente, chamada Sara, com quem eu fantasiava muito. Nessa imagem, ela aproveitava essa posição pra amarrar meu cabelo na ponta de uma trança, e a outra ponta era presa a um gancho, que, depois de esticar bem a trança puxando meu cabelo pra trás, era enfiado no meu cu, fazendo minha cabeça ficar levantada, aumentando o desconforto. Depois disso, ela pegava um vibrador e enfiava na minha buceta primeiro devagar, depois mais e mais rápido, até me fazer gozar, e então soltava minha cabeça e me fazia beijar os pés dela.

Quero deixar bem claro pra vocês, amigos leitores, que eu sou uma mulher normal. Como já disse, tudo isso que eu imaginava não passava de fantasias, não me vejo em momento algum realizando isso na vida real. Sim, eu tenho um certo tesão. com mulheres, mas nunca fiz isso com nenhuma, embora já tenha fantasiado com muitas, e de que jeito. Mas repito, não fiz com nenhuma, e não me via nesse momento fazendo isso no futuro com alguma. Mas a vida dá voltas… muitas voltas… outra coisa que preciso esclarecer também é que sou virgem do meu buraco anal. Sempre fantasiei com alguém enfiando o pau nesse buraco, mas nunca deixei que fizessem isso comigo. De certa forma, pra manter as aparências, só as putas fazem por ali. Eu, apesar de fantasiar em ser uma, não sou na realidade.

— Bom, isso é tudo por hoje, podem se retirar. — disse minha professora, me tirando do estado de transe em que eu estava, imaginando o tipo de situação que acabei de contar. Ainda bem que saí rápido desses pensamentos, porque percebi que minha mão esquerda estava massageando minhas coxas, e já tinha a borda inferior da saia bem levantada acima da metade das minhas coxas. Isso, somado ao fato de que com minha mão direita segurava a caneta com a qual estava "escrevendo as anotações", de um jeito brincalhão na minha boca, chupando e lambendo a ponta. Um pouco mais e eu quase me despia inconscientemente na sala, e a coisa teria ficado complicada. Como eu disse, costumo fantasiar com coisas bem pesadas, mas na intimidade muitas dessas coisas eu não realizei, soube manter perfeitamente as aparências de mocinha decente diante de todo mundo, incluindo meus parceiros, e obviamente, minha família. Ok, sempre gostei de me vestir bem sexy, e do sexo, mas nunca fiz nenhuma das coisas que passavam pela minha cabeça, como sexo anal, ou ser uma escrava humilhada. Me vestir como uma puta, isso eu faço mais pra mim mesma, pra me masturbar, e me vestir bem provocante, que não é a mesma coisa que se vestir como uma puta, eu fazia só quando estava com vontade de uma boa e gostosa trepada.

Fui pra cafeteria tentar acalmar o tesão tomando algo gelado. Sim, apesar de que Tava um frio da porra naquele dia, e eu tava com um tesão danado que já tinha deixado minha cara toda vermelha, sem falar no meu peito, que fica dessa cor quando tô afim de arrumar confusão. Cheguei e lá estava Miguel, o "burrão" da sala. Não gosto de ficar rotulando os outros, mas tem gente que merece mesmo. Miguel é um desses. Se vocês tão pensando que "burrão" é aquele garoto cheio de espinha que gagueja quando uma gostosa fala com ele e serve de piada pra todo mundo, tão enganados. Esses caras eu até acho meio fofos. Miguel era um cara de 26 anos, com um corpo bem cuidado e um rosto bonito pra caralho. Mas o jeito dele era insuportável. Muito metido, aquele babaca que se acha o tal, que pega todas porque é o "poderoso". O típico homem que acha que só porque tem o corpo que tem já ganhou o direito de comer quem ele quiser. Não vou mentir que não tenho vontade de dar pra ele, mas a atitude dele é muito idiota. Ele chegou perto de mim e me abraçou por trás, encostando o queixo no meu ombro esquerdo e disse:

— Oi, gostosa, vi que você tá procurando alguém pra matar a vontade, pra andar vestida assim num dia desses…

— Cuidado com o que você fala, Miguel, hoje não tô no clima.

— Mas, meu anjo, é só você se olhar no espelho, você deixa todo mundo louco pra te comer — Nessa hora ele começou a encostar a rola em mim, que dava pra sentir dura pelo pano — Só sente como você me deixa, vamos pra um motel, já que a rua dos hotéis é bem aqui do lado.

— Essa é a segunda vez que te aviso, Miguel, toma muito cuidado com o que você fala, você tá brincando com fogo, e te garanto que vai se queimar se continuar com essa palhaçada…

— Para de se fazer de difícil, minha rainha, eu sei que você quer provar do meu chocolate — Foi aí que a paciência acabou. Falando isso, ele agarrou meus dois peitos. Ali, na frente de todo mundo. E ali, na frente de todo mundo, me soltei do abraço dele, me virei rapidamente e dei um tapaão na cara dele.

— Quem você pensa que é, seu idiota abusado?! — gritei. — Transar comigo não vai rolar nem daqui a um milhão de anos, nem se você fosse o último homem do universo!!! Aprende a tratar uma dama, vai se foder!!!

Todo mundo ficou olhando pra gente. Não sou do tipo que gosta de fazer escândalo, mas estar frustrada por estar com uma puta vontade de sexo e não conseguir me saciar, junto com a burrice monumental do Miguel, me fez reagir assim. Me virei e vazei do lugar, e enquanto andava, ouvi ele me chamar de "slut", e eu respondi: "Sou sim, e tenho orgulho disso!", resposta que fez muita gente ali rir do Miguel, que ficou todo fudido.

Devo admitir que a apalpadela nos meus peitos aumentou minha excitação. Sentia minhas pernas tremerem um pouco a cada passo, por causa do formigamento na minha buceta. Tava puta com o que aconteceu, mas minha xereca e meus bicos davam sinais do contrário. Acho que além do apalpação que sofri, a humilhação de ter sido em público também foi um bom catalisador pra minha libido disparar pra níveis surpreendentes.

Acelerei o passo pra sair da universidade. Continuei andando em direção à Plaza Venezuela, pra depois ir pro boulevard de Sabana Grande. Estranhamente, tinha pouca gente, mas era compreensível por causa do tempo ruim que tava fazendo naquele dia. E falando em tempo ruim, começou a chuviscar naquele momento. Mesmo assim, não parei e continuei meu caminho. Na minha cabeça passavam vários pensamentos, muitos deles sexuais, e muitos outros tentando me distrair pra acalmar minha vontade de transar. Tão concentrada nos meus pensamentos que nem percebi que tava sendo seguida por um homem. Só notei uns 10 minutos depois, quando a chuva aumentou. intensidade, caindo agora uma chuva não muito forte, mas que tinha feito os poucos transeuntes que estavam naquele momento pelo Boulevard se apressarem pra buscar abrigo em alguma das lojas. Todos, exceto eu, que aproveitava a chuva forte pra ver se a quentura baixava, mas consegui o efeito contrário. Além de fazer isso por esse motivo, fiz pra ver se o homem que mencionei realmente me seguia ou se era só coisa da minha cabeça. Mas não foi assim. O homem continuava atrás de mim. Quando percebi isso, decidi aproveitar que a chuva já virava um toró da porra, dificultando um pouco a visão, pra correr, dobrando numa das várias esquinas do boulevard. Com aquela chuva e minhas sandálias de salto alto, era muito difícil correr, então no meio daquela rua, fui alcançada. A rua tava completamente vazia. Não deu tempo de gritar, o homem me abraçou mais ou menos do jeito que o Miguel fez na universidade, tampou minha boca com uma das mãos dele. Tentei morder ele, mas ele foi mais rápido que eu e com a outra mão, pegou uma das minhas tetas por cima da blusa, apertando forte antes que eu mordesse, me paralisando de dor. Assim, ele me levou até a porta de um prédio velho. Assim que entramos, tinha uma escada, onde fui jogada, e nesse momento, aproveitando minha posição indefesa e atordoada, ele me deu um tapa forte na cara.

Aproveitou aquele momento em que eu esfregava o rosto pra passar as mãos no meu peito, mas não pra pegar nas tetas, e sim pra pegar a blusa e, com um puxão, abri-la estourando todos os botões. Tirou minha jaqueta e a blusa, e com essa última, me amordaçou. Rasgou as mangas compridas da jaqueta e amarrou minhas mãos com uma delas, enquanto a outra enfiou no bolso. Me pegou pelo cabelo e à força me fez subir as escadas. Não parava de me perguntar na minha cabeça o que tava rolando, o que ele ia fazer comigo. Subimos uns dois andares, notei que o prédio tava abandonado. As portas estavam quebradas, tinha muita poeira no lugar. Eu estava completamente sozinha. A única coisa que parecia estar em bom estado era a porta principal do prédio. No segundo andar, ele me levou até um dos apartamentos. A pintura estava descascada, o teto do lugar estava caindo aos pedaços. Eu me joguei num colchão velho, rasgado, de onde saiu uma nuvem densa de poeira quando caí sobre ele. O lugar cheirava horrível, uma mistura de urina, cigarro, merda e álcool.

Eu tirei o sutiã, deixando meus dois peitos ao ar livre. Amassei eles por um instante, depois peguei meu rosto com as duas mãos e aproximei o dele. Ele estava vestido com um moletom com capuz. Quando aproximei o rosto dele, vi bem que ele usava uma balaclava que cobria o rosto dele, a cabeça dele estava escondida no capuz da jaqueta. Só tinha buracos para os olhos e a boca, onde se desenhava um sorriso bem sádico. Ele cuspiu na minha cara.

— Muito bem, porca, presta atenção. A situação atual é a seguinte: te vi na Plaza Venezuela e gostei muito de você. Você é muito gostosa. Meu pau subiu só de te ver. — Naquele momento, ele começou a meter a mão por baixo da saia e, afastando um pouco a calcinha fio dental que eu usava por baixo, tocou na minha buceta, que estava bem molhada. — E então — continuou me dizendo —, pelo visto, você também tá com tesão, com vontade de levar pica. Vamos passar um tempo gostoso juntos, nós dois…

Eu me assustei pra caralho ao ouvir isso. Ele tirou minha saia e as sandálias. De um puxão, arrebentou a calcinha fio dental que eu vestia. Ele colocou uma das mãos na minha bucetinha e enfiou dois dedos naquela abertura. Começou com uma massagem suave, mas com o passar dos segundos, foi ficando cada vez mais forte e bruto. Pra minha surpresa, isso me excitou pra caralho, tanto que, em pouco tempo, eu gozei, entre tremores no corpo e várias convulsões… um dos orgasmos mais fortes que já tive na vida, sem dúvida nenhuma. Logo depois veio a surpresa de que a situação estava me deixando com muito mais tesão.

Eu me critiquei muito por isso. Ok, eu Sempre fantasiei muito em ser estuprada, mas nunca imaginei que viveria isso de verdade, e muito menos imaginei que ficaria excitada por estar naquela situação na realidade, uma situação que naquele momento eu só queria que acabasse.

- Vou tirar a mordaça, não quero que você grite, nem nada, entendeu, lixo? – TAPA! Ela me dá um tapa violento, como um aviso do que aconteceria se eu não fizesse o que ele mandava - ...vai ver como a gente vai se divertir pra caralho se você se comportar bem... principalmente eu, hehehehe – ele disse, tirando a mordaça. Eu estava com medo pelas palavras dele, então me resignei a não dizer nada. Ele se levantou e ficou me encarando por um bom tempo, um tempo em que eu não conseguia nem olhar pra ele, nem pensar em nada. O único som que ecoava no lugar era o da chuva forte que caía, junto com o som do vento forte que a acompanhava, e os trovões.

Depois desse momento de relativa calma, ele me pegou pelo cabelo de novo e, quase me arrastando, me levou dois andares acima. O lugar tinha poucas mudanças, continuava com o mesmo fedor, a mesma destruição, etc. Meu corpo estava meio enlameado, porque estava molhado e, por estar num lugar onde poeira e terra eram mais abundantes que qualquer outra coisa, bem, isso fazia com que minha aparência ficasse bem imunda. Quando chegamos a um novo apartamento no quarto andar, ele me colocou de joelhos e me obrigou a limpar, justamente, a lama dos sapatos dele com a minha língua. Obedeci à ordem, com medo do que poderia acontecer se não fizesse. Comecei a lamber primeiro a ponta, depois fui passando pelo peito do pé, as bordas, etc. Enquanto fazia isso, vinham à minha mente imagens de filmes pornô e das minhas próprias fantasias, nas quais eu me via fazendo algo igual, submissa a um homem, totalmente indefesa, humilhada. Isso fez com que minha bucetinha começasse a lubrificar, e eu me sentisse cada vez mais excitada. Não podia acreditar que, naquela situação, eu estivesse, no fundo, desejando ser estuprada por aquele homem.

Com um movimento do Pé que eu tava lambendo, ele empurra minha cabeça, me jogando pro lado, e eu fico de joelhos, com a bunda empinada e a cabeça no chão. Ele se coloca atrás de mim, agachado, e pega minhas nádegas com as mãos. Massageia um pouco, e depois enfia três dedos na minha buceta. Começa a dedilhar, dessa vez sempre devagar e suave, enquanto com o polegar acaricia meu clitóris, o que me faz gemer… aos poucos eu tava me entregando à excitação, vivendo o momento, aproveitando. Foi quando comecei a sentir no meu cuzinho as carícias dos dedos da outra mão dele. Isso me fez dar um pulo, meu cu nunca tinha sido penetrado, a não ser nas fantasias mais pesadas que já tive. Mas eram só isso, fantasias…

—Uau, parece que ninguém nunca explorou essa caverna… — minha reação me entregou. Aos poucos, ele começou a fazer pressão com o dedo no meu ânus. Eu apertava o máximo que podia. Mas ele insistia, aumentando a pressão devagar. A lubrificação vaginal começou a aumentar junto com a pressão do dedo dele, o que mostrava que no fundo, eu queria que ele enfiasse, e não só aquele, mas todos que ele quisesse. A puta que tem dentro de mim queria sair. Eu não deixava, pensando nas possíveis consequências. De repente, comecei a sentir uma dor no meu cuzinho e ela percorreu toda minha espinha, como um choque. O dedo dele conseguiu romper a resistência do meu cu, que agora tava mordendo o dedo dele, de um jeito que eu poderia descrever como faminto. Aos poucos ele começou a tirar o dedo, mas não completamente, só até um certo ponto, e depois foi enfiando de novo devagar até o nó. Senti bastante dor, mas ao mesmo tempo, era algo bem prazeroso. Aos poucos ele foi aumentando o vai e vem, e a dor foi diminuindo, meu cu tava se acostumando com o divino invasor dele. E aos poucos a puta dentro de mim também tava ganhando terreno, e minha mente racional foi sendo desligada. Cada vez mais eu desejava a violação, até o ponto em que da minha boca saíram as palavras:

- Assim, assim, me dá duro, me dá gostoso, me dá como quiser, mas me dá no cu!!!

- Caramba! Ganhei na loteria – disse meu captor. – Uma puta em todo seu esplendor!, adoro que você seja tão vadia, e fica tranquila, vou te dar do meu jeito, mas primeiro você vai fazer umas coisinhas pra mim.

- O que for, o que for, me coma, me goze, tome conta dos meus buracos, me coma duro e sem piedade!

- Me diz, porca, por que eu deveria te comer?

- Porque você me tem submissa, me tem onde quer, como quer, por favor, de uma vez, me fode!!

- Hahaha tão tesuda que você pede por favor… que puta que você é…

- Sim sim, sou uma puta, uma vagabunda, sempre sonhei em ser bem domada na hora do sexo, sempre fantasio com coisas pesadas, até com ser estuprada, por favor, me coma, enche meus buracos com sua carne.

- Isso com certeza vai acontecer, puta, com certeza… Me diz, você gosta de ser tratada assim, de ouvir putaria?, isso te excita, né?

- Uuuufff e como, me fascina

- E me diz, puta, por que isso?

- Porque sou uma puta, puta…

- Grita, porca, grita que você é…

- EU SOU UMA PUTA, PUTA, UMA PORCA SEM ESCRÚPULOS, EXISTO PARA SATISFAZER OS INSTINTOS MAIS BAIXOS DAS PESSOAS, PARA SER FODIDA, HUMILHADA, TORTURADA!!! NÃO VALHO MAIS QUE UM CACHORRO, SOU UMA VADIA, UMA LARVA, MEREÇO SER PISOTEADA!!!

- Uau! você me impressionou, puta… bom, se é assim que você gosta, então…

Dito isso, ouvi o zíper da calça dele descer, e, andando de joelhos, ele foi até onde eu tinha meu rosto colado no chão, pegou meu cabelo, com força, levou meu rosto até o saco dele, pra esfregar na minha cara por um bom tempo. Eu não parava de sentir o cheiro de suor e mijo do pau dele, que nesse ponto, onde minha puta interior tinha controle do meu corpo, parecia extremamente delicioso. Meu rosto estava todo melado, então o saco dele ficou meio melado também, depois de um tempo esfregando na minha cara. Ele me soltou. o cabelo, e ele mandou eu limpar, coisa que fiz levando minha boca até o pau dele, já duro.

Comecei o boquete, primeiro enfiando a cabecinha da rola dele na minha boca, com muito cuidado pra meus dentes não machucarem. Aos poucos fui engolindo mais e mais… era bem comprida, uns 19 cm. Foi muito gostoso sentir como, aos poucos, aquela ferramenta sexual imensa entrava na minha boca, roçando minha língua, que eu mexia com vontade de dar prazer pro meu macho, até que meu nariz afundou na moita de pelo que rodeava o pau dele, e eu toquei o púbis dele. Nesse ponto, ele me pegou pelo cabelo com as duas mãos e não me deixou recuar, e eu respondi chupando com bastante força. Ficamos nessa posição por uns dois minutos, mais ou menos. A ponta do pau dele chegava até minhas amígdalas, acho que até mais pra trás…

Comecei a ter ânsia de vômito. No começo, consegui segurar, mas depois de um tempo ficaram mais fortes. Fiquei com medo de vomitar no pau dele, não sabia como ele reagiria a uma coisa tão nojenta assim. Então tentei recuar. Mas ele, rindo, me segurou e fez bastante pressão na minha cabeça pra meu rosto colar completamente no púbis dele, a ponto de começarem a sair lágrimas dos meus olhos. Abri minha boca pra respirar, já que meu nariz tinha ficado bem tampado, mesmo assim, pensei em dar prazer pra ele, então estiquei a língua pra lamber as bolas dele, e enquanto fazia isso, sentia minha boca babando pra caralho, e sentia um rio de saliva escorrendo pela minha língua. A ânsia ainda continuava, mas pra minha surpresa, já não era tão forte quanto no começo, pensei que talvez já estivesse me acostumando.

Depois de um tempo, ele me soltou. Meus olhos estavam lacrimejando. Meu captor pegou um marcador e escreveu algo na minha testa, depois pegou um pedaço de espelho que tinha numa cadeira (ou o que restava dela) e me fez me ver refletida nele. A aparência do meu rosto estava bem deplorável, na minha testa, A palavra que ele me escreveu foi "slut". Minha maquiagem estava toda borrada no meu rosto, por causa das lágrimas e da esfregada de pau na minha cara. Dava pra ver perfeitamente um rio de baba descendo pelo meu queixo.

Naquele momento, eu me sentia a mais porca das porcas nojentas desse mundo. Isso me excitava. E nesse ponto, na minha mente só existia um único objetivo: dar prazer ao meu captor. A slut submissa que existia em mim, que eu mantive reprimida por tanto tempo, já tinha tomado conta total do meu corpo. Tudo que eu queria era gozar. Ficaram para trás os pensamentos sobre os possíveis perigos de ser estuprada. Difícil de acreditar, mas era assim que eu me sentia, era isso que eu queria.

Jogo o espelho de lado, ele cai no chão e se estilhaça. Ele pega meu cabelo e faz dois rabos de cavalo com as mãos, com bastante brutalidade. Não consegui evitar gritar de susto, porque os movimentos foram surpreendentemente rápidos e me pegaram de surpresa. Ele aproveitou minha boca aberta pelo grito para enfiar o pau dele de novo até minha garganta, de uma só vez, me derrubando no chão e praticamente caindo em cima de mim com o corpo, me esmagando contra o piso. Caí de barriga pra cima, engolindo o pau dele e os pelos pubianos. Bati a cabeça com força, mas isso pouco importava, meu dever era dar prazer a ele, e era isso que ele ia conseguir. Minhas pernas ficaram esticadas e abertas, eu sentia a brisa da tempestade violenta acariciando meu corpo molhado e sujo, passando pelas partes mais escondidas da minha buceta. Assim que ele se deitou, empalando minha boca com o pau dele, começou uma metida e tirada frenética, como se estivesse comendo a buceta de uma slut barata de esquina. Foi bem violento, às vezes minha cabeça levantava alguns centímetros do chão, só pra ser batida de novo contra ele a cada estocada.

— Mmmmggffddssiii, prsstrraaameeeeswfd ggrrahahaassiiiii — era o que eu conseguia falar, tentando dizer "assim, me dá assim". O Güebo tava me engasgando com as palavras. Ele se levantou, ficou de joelhos, com as pernas abertas em volta do meu pescoço. Eu olhava pra ele com olhos cheios de tesão, minha boca ainda aberta. Sentia meu coração batendo forte, e sentia as lágrimas escorrendo pelo meu rosto, junto com a saliva daquela foda de boca tão selvagem que ele tinha acabado de me dar. Ele me olhou com um sorriso bem sádico e exclamou: – Hahaha sim... você é perfeita... – PAF! Me deu outro tapa sonoro, pegou minha cabeça com uma mão e me fez levantar até enfiar metade da pica dele na minha boca de novo. Eu não podia fazer nada, meus braços estavam amarrados nas costas. E mesmo se estivessem soltos, eu não teria me defendido, teria usado minhas mãos pra dar prazer pra ele. Eu era a putinha dele, o brinquedo dele, a propriedade dele naquele momento, e isso me excitava pra caralho.

Enquanto eu chupava metade da pica dele com a cabeça segurada por uma das mãos dele, com a outra ele começou a beliscar meus peitos. Parece que ele sabia que já me tinha aos pés dele, entregue, e sabia que eu não faria nada que prejudicasse ele, tipo morder a pica dele. Eu aguentava a dor pra não fazer isso. Não porque ele pudesse me matar se eu mordesse ou algo assim, mas porque eu realmente não queria machucar aquela pica maravilhosa que agora eu adorava e desejava com toda a minha vida. Ele beliscou várias vezes, e eu mal conseguia gritar com a pica dele ainda na minha boca como uma mordaça. Ele começou a alternar beliscões fortes com tapas nos meus peitos. Dos meus olhos ainda saíam lágrimas, causadas pela dor, mas eu tava longe de chorar de verdade; na real, eu tava adorando demais, e se não, é só perguntar pra minha bucetinha, que tava completamente derretida com o tratamento que eu tava recebendo. E falando na minha bucetinha, depois de um tempo castigando meus peitos, aquela área foi a próxima. Ele começou a beliscar meu púbis depilado, esticava os lábios da buceta com força, me causando bastante dor e um tesão danado. Também levei tapas sonoros naquela área, por um bom tempo, até que... ponto em que só sentia um ardor forte na minha buceta.

Assim que se cansou dessa posição, ele se levantou, cuspiu na minha cara e mandou eu ficar de pé. Obedeci a ordem dele, mesmo com dificuldade, por ter os braços amarrados. Mas consegui. Ele me pegou e me inclinou sobre uma mesa velha que tinha no lugar, e já com minha bunda bem oferecida, enfiou o pauzão dele de uma vez, até o fundo. Tentei gritar, mas a dor que senti era tão forte que só conseguia manter a boca aberta, sem voz, travada pela dor. Já ele, eu ouvi gemer, embora não alto. Meu cu tava bem apertado, e ao meter aquele pauzão comprido lá dentro, sem nenhuma lubrificação, com certeza doeu pra caralho pros dois, embora mais pra mim do que pra ele. Ficamos uns minutos assim, eu paralisada e congelada de dor, ele com o pauzão imóvel dentro de mim, mas não por muito tempo, porque ele pegou minha cintura e começou a tirar o pauzão dele, devagar, pra depois meter de novo, também devagar. Foi aumentando o ritmo, até que depois de um tempo, ele já tava me comendo que nem quando fodeu minha boca no chão. Eu fui me recuperando da dor aos poucos, ainda era bem forte, mas a excitação que veio depois foi indescritível. — Assim, assim, mete tudo, fode meu cu, sou sua, te pertenço — era o que eu dizia, com uma voz bem chorosa, enquanto ele me falava — ahhh, puta, você é uma gostosa deliciosa, não me enganei com você, é um tesão autêntico pra quem gosta de passagem apertada...

Depois de um tempo sendo desvirgada pelo cu, ele me colocou de joelhos de novo, com a cabeça encostada no chão. Meteu o pau na minha buceta encharcada. Aí não senti dor, mas um prazer gostoso e delicioso. Começou aquele vai e vem gostoso enquanto eu gritava pra ele meter mais forte, mais duro, gritava que era uma puta, uma puta no cio, que só servia pra isso, que adorava tudo que ele tava fazendo comigo, e que não parasse. Dizia que tava muito Agradecida pelo que ele estava me fazendo. O mais surpreendente, pelo menos pra mim, era que tudo que eu dizia, eu dizia de verdade, do fundo da minha alma, do meu coração e dos meus instintos.

As investidas dele eram deliciosas, meio brutas, mas deliciosas. Na minha vida eu nunca tinha provado sexo assim. Percebi tudo que eu estava perdendo ao me reprimir. Todo o prazer que eu me proibi, por manter aparências absurdas. Fui uma idiota mesmo, mas isso ia mudar. Se eu saísse viva disso tudo, claro. Mas agora isso era a menor das minhas preocupações. Só queria gozar, e ser gozada, obedecer.

Enquanto ele fazia o ritmado vai e vem na minha bucetinha, aproveitava pra me dar palmadas, fortes, sonoras, o que me fazia querer mais, e mais. E eu pedia com a boca. Suplicava. Num dado momento, ele começou a brincar com meu furinho anal. A posição em que eu estava facilitava o acesso àquele buraquinho, enquanto ele metia o pau na minha xota. Enfiava não um, mas dois dedos no meu cu, abrindo um pouco o orifício, percorria a borda do meu buraco semiaberto com a ponta dos dedos, cuspia nele, enfiava os dedos de novo, tirava, e levava eles pra minha boca ofegante, quase colada no chão. Uma verdadeira maravilha de sensações.

Ele se levantou, parou de me penetrar, batendo uma punheta forte no pau com a mão direita, enquanto com a esquerda me puxou pelo cabelo, me erguendo um pouco, e me fez ficar de joelhos. Colocou o pau na frente do meu rosto, e depois de soltar um gemido forte entre as respirações, disparou uma porrada de porra na minha cara, que espalhou por todo meu cabelo, meu rosto e uma pequena parte na minha boca, que ele abriu depois dos dois primeiros jatos. Depois me pegou pelo cabelo, e me levou de joelhos até um quarto ao lado do que estávamos, onde me deu outro tapa, cuspiu na minha cara e mijou dos peitos pra baixo. Mais humilhada e nojenta eu não podia me sentir. Além de excitada.

Depois pegou de uma bolsa que Tinha nessa sala uma roupa, e joguei ela no chão, bem na poça de urina que se formou ao meu redor. – Já tive gozadas melhores com putas mais baratas que você, porca, mas uma coisa eu te garanto: a gente se vê em breve – ele disse, e saiu do lugar, me deixando nua, suja, nojenta, cheia de porra, cuspe e urina, de joelhos e com meus braços amarrados nas costas.

Fiquei meio perdida, analisando a situação. Fui estuprada, gostei, fiquei fascinada. Mas agora estava naquele lugar, sozinha e amarrada, então comecei a forçar um pouco a corda que prendia meus braços. Não conseguia me soltar, aquele cara me amarrou muito forte, comecei a ficar muito nervosa com a situação, e ainda mais quando ouvi uns passos. Pela porta do corredor, apareceu um homem, com cara de mendigo. Estava todo sujo e nojento. Ficou me encarando, na porta. Fiquei aterrorizada ao vê-lo, mas ao mesmo tempo senti uma certa alegria, porque existia a chance de ele me soltar, coisa que pedi na hora. Como resposta, recebi ele se aproximando de mim. Ele puxou o pau e começou a se masturbar. Em poucos minutos, gozou nos meus peitos e tirou um lenço do bolso de trás da calça, e colocou no meu nariz e boca, fazendo pressão. Tentei resistir, mas foi em vão. Em poucos minutos, o cheiro nojento que o lenço soltava me deixou meio inconsciente, besta, largada no chão. Durante esse período de semi-desmaio, sentia que mexiam no meu corpo, não entendia nada do que tava rolando.

Acordei na mesma sala. Já com as mãos livres, e vestida com a roupa que o estuprador tinha deixado cair na poça de urina, e cujo tecido absorveu um pouco daquele líquido. Era uma regata branca, ou melhor, quase branca, agora tava bem amarelada, e deixava meus peitos meio transparentes por causa da umidade da gozada toda do mendigo misterioso. Essa regata deixava minha barriga totalmente de fora, pouco mais. e cabia na categoria de sutiã. Por baixo, uma saia curtinha tipo "pollerita", daquelas bem rodadas, roxa, bem curta. Eu não tava de calcinha. Tava com minhas sandálias. Levantei atordoada, sei lá que droga esse mendigo fez eu cheirar. Acho que foi pra me soltar e eu não fazer nada com ele. Bom, pelo menos tinha que agradecer por isso. Desci as escadas até o andar de baixo, peguei minha bolsa, que tinha resto de porra. Procurei ver o que tinham levado, e pra minha surpresa, tava tudo no lugar, menos a porra que tava espalhada dentro dela.

Antes de sair do prédio, procurei minha saia por todo lado, a que eu tava usando era muito curta, e me fazia parecer uma puta qualquer. Não achei minha roupa em lugar nenhum. Não tive escolha a não ser sair na rua assim vestida. Ainda tava chovendo forte, o que me molhou toda de novo, e fez o top transparentar meus peitos, deixando meus bicos bem visíveis. Mais vadia eu não podia ficar. Pelo menos o mau cheiro do meu corpo ia sumir, foi o que pensei.

Totalmente atordoada, peguei um táxi pra minha casa. O motorista viu o estado deplorável que eu tava, e falou:

-Moça, você não tem vergonha de ser vista assim na rua? De ser chamada assim?

-Assim como? – respondi

-Assim, como tá escrito na sua testa

Eu tinha esquecido completamente a palavra "slut" escrita na minha testa. Agora meio borrada, mas ainda dava pra ler, não falei nada, só passei a mão pra apagar a escrita, o que não foi difícil.

Cheguei em casa. Não tinha ninguém da minha família, a casa tava vazia. Subi pro meu quarto, entrei no banheiro e abri o chuveiro. Fiquei debaixo dele, assim vestida como tava, e sentei no chão do box. Comecei a pensar em tudo que tinha sentido, no jeito que fui humilhada. Não consegui evitar sentir tesão de novo. Aquela tinha sido a melhor foda da minha vida. Abri minhas pernas e comecei a Me masturbando freneticamente debaixo do chuveiro, lembrando de tudo que aconteceu, pensando que ali tinha acabado tudo. Mas eu estava enganada…

Passou uma semana daquele dia, na qual decidi não denunciar o estuprador na polícia, me sentia confusa. Uma parte de mim queria denunciar, e outra parte me dizia que não, que na verdade eu devia um favor a ele, por ter me feito enxergar o que realmente gostava, que era ser dominada. Fui na sexta seguinte pra universidade. Era um lindo dia de sol. Só pensava em continuar minha vida. Ao sair da segunda aula, fui na cafeteria. Deixei minha bolsa numa cadeira e fui pedir um café. Não demorei pra voltar, quando, saindo da minha bolsa, vejo um envelope grande amarelo, com meu nome escrito nele. Peguei e abri. O estômago deu um nó quando vejo fotos da minha irmã mais nova, Sara, e da minha mãe, Silvia, em lugares que frequentam, até entrando e saindo da nossa casa. Além dessas fotos, tinham fotos minhas sendo estuprada no prédio. Junto com as fotos, tinha um DVD, sem nenhuma identificação, e um bilhete.

"Oi, imbecil, como cê tá? Imagino que um pouco assustada, ao ver as fotos. Shhhh, garota, relaxa. Vou te falar uma coisa, a foda que a gente deu, apesar de eu já ter tido melhores, como já te disse, gostei pra caralho. A verdade é que me interessa bastante ter você nas minhas mãos, ou melhor, ter você aos meus pés. Você é uma promíscua em potencial, uma puta que só sabe receber ordens e executá-las, sei disso perfeitamente, pela maneira como se comportou na sexta passada. Então, putinha, vou te dizer que agora você vai ter que tomar uma decisão muito importante. Você já deve ter notado que eu segui sua mãe e sua irmã, sei onde trabalham, sei onde costumam passar o tempo livre, e o melhor: SEI ONDE MORAM. No DVD tem uma cópia do vídeo da fodão, onde você aparece bem animada enquanto eu te como do meu jeito, e ainda pede mais, e mais… porca, quero que você seja minha putinha, minha putinha. Vai ter que te adestrar um pouco, mas não vai ser problema vendo a promíscua sem escrúpulos que você realmente é. Se for pra polícia, ou se recusar a ser o que eu mando, todo mundo vai ver o vídeo e as fotos pornô suas, além de que sua linda mãe e sua irmã vão pagar caro pelas consequências. Tô bem perto de você agora. Se aceitar, quero que você se levante, desabotoe três botões da blusa, deixando aparecer o canalzinho dos seus peitos lindos e dê uma volta. Se não aceitar, simplesmente jogue essa carta no lixo que tem embaixo da mesa. Lembra que se aceitar, você salvou sua mãe e sua irmã, e vai continuar sendo uma garota normal aos olhos de todo mundo… senão…

ATT. "O Dono"

Aí terminava a carta. Fiquei bem nervosa. E pra minha surpresa, bem excitada. Me imaginar aos pés do "Dono" era bem gostoso, me fazia ficar molhadinha fácil. Por outro lado, pensava de novo em todas as consequências, algumas das quais seria ver muitas das minhas fantasias se realizando. Além de que não podia deixar isso acontecer com minha mãe nem com minha irmã. Não queria estragar a vida delas assim, quem sabe o que esse homem faria com elas. Depois de pensar muito, e olhar pra todos os lados como se procurasse ver se conseguia enxergá-lo, tomei a decisão. Me levantei, desabotoei 3 botões da blusa que tava usando naquele dia, deixando à mostra o canal dos meus peitos e a parte interna deles, e dei uma volta completa. Mais de um ficou me olhando com vontade de pular em cima de mim. Esperava que o "Dono" tivesse visto minha resposta. Pouco depois, no meu celular chegou um SMS de um número desconhecido que dizia "Você é minha mascote de agora em diante, pobre de você se desobedecer, porca."

Devo admitir que a mensagem me deixou com tesão. Minha buceta começou a soltar bastante suco de novo, e cada vez mais aumentava minha excitação imaginando as coisas que meu novo Dono ia mandar eu fazer. Não fiz só pelo bem da minha família, mas também pelo meu bem-estar sexual. Não consegui evitar de sorrir. meditando sobre a merda em que eu tinha me metido agora…
continua...

6 comentários - Induzida à escravidão

quien es el autor de esto me gustaria leer mas