Sete por Sete (112): Mãozada no Escuro




Post anterior
Próximo post
Compêndio IAcordei sobressaltado.
Ainda sinto o baque no ouvido ecoando.
Vejo ela dormindo ao meu lado e a mesma mão pesada se transforma num carinho, que tenta me abraçar.
É uma ironia que meu sono seja mais leve em casa do que na cabana.
Hannah dorme abraçada em mim, como se fosse um bichinho de pelúcia, e se aninha no meu peito, pra eu protegê-la.
Mas ver Marisol dormindo, indefesa e com aquele rostinho de menina inocente, desperta minha ternura.
Já me acostumei a acordar de noite com tapas, chutes ou barulhos, e a melhor ideia que tenho é sentar no computador.
Às vezes, são os chorinhos das pequenas, que raramente acordam com fome de mamadeira ou porque querem que eu troque a fralda.
Outras vezes, aproveito pra dar uma volta pela casa ou ir no quarto da Liz, que dorme tranquilona, mas só me preocupo em cobri-la, já que ela é minha durante o dia.
Marisol e Liz ainda são meninas em corpos de adultas, e várias vezes me sinto pai delas, com a diferença que meto o love quando dá.
Mas quero aproveitar minha insônia pra falar da Marisol, que curiosamente se irrita quando comento sobre ela.
Vive reclamando que eu a faço parecer “infantil” e “imatura”, mas não percebe que é exatamente isso que mais gosto nela.
Não preciso que ela vire uma intelectual igual a Hannah ou a Sonia, uma diva como a Pamela era, ou que tenha peitos maiores como os da mãe e da irmã dela.
Claro que eu gostava de ver minha sogra quando dava aula pra ela, mas mais me alegrava apreciar o rostinho sorridente da Marisol.
Ela é tão grata que sorri até com os olhos, e sua disposição é tão alegre e esforçada que nunca consegui enxergar o quanto eu a atraía.
Uns meses atrás, ela se olhava no espelho do quarto antes de dormir.
“Love, cê me acha gorda?”
“Sei lá. Você se sente gorda?”
Ela se indignou e inchou as bochechas na hora, ficando toda rosada.
“Como assim ‘sei lá’? Você não me vê?”
Mas eu sou uma pessoa pragmática.
“É que te veo igual. Você se sente gorda?”
Eu fico do lado dela e ela suspira, sem forças.
“Não… mas olha essa gordurinha. Cê acha que tô comendo muito doce?”
Envolvo ela nos meus braços e aperto com carinho a carne dela. Ela só me deixa tocar.
“Talvez, um pouco… mas acho que é normal. Você tá amamentando!”
Ela me olha com os olhinhos safados.
“Mas quem toma mais leite é você!” ela fala, me dando um beijinho suave.
Levei ela pra cama. Simplesmente, ela me encanta.
Os olhos verdes enormes dela, que sempre amei pela honestidade que ela reflete, mais que a cor; as bochechas fofinhas e rosadas; o nariz pequenino e empinado e os lábios finos e macios.
Ela nunca acreditou que o rosto dela me agradava mais que o da Pamela, apesar da minha fixação por peitos. Mas o rosto da minha passarinhinha é meigo e inocente.
Com ela, pude viver todas as frustrações que em 28 anos não consegui: ter uma namoradinha de escola, uma de faculdade e agora, uma esposa como ela.
E eu continuava beijando ela, olhando nos olhos dela.
“Mas… se eu engordasse… você ainda me amaria?” ela perguntou, como se duvidasse do meu amor.
Mas conheço ela bem. De vez em quando, ela pede elogios antes de fazer amor, embora outras vezes queira ir direto ao ponto.
Eu acaricio ela, porque ela continua sendo minha amiga otaku.
“Marisol, te vi grávida de gêmeas e mesmo assim, não parei de te amar!”
Os olhos dela brilharam com uma energia forte.
Começamos a nos beijar cada vez mais quente.
Virei ela de leve na cama, beijando o pescoço e tirando as alças da camisola.
“Você adora meus peitos, seu safado!” ela falava, enquanto eu me afogava no delicioso vale entre os seios dela.
“É que acho eles uma delícia!” falei, beijando ela na boca, de repente.
Simplesmente, amo eles. São fofinhos, com uns bicos bem durinhos e desafiadores, com moranguinhos rosados nas pontas e têm um gosto maravilhoso.
Além disso, ela mesma reconhece que Ela adora que eu goze dentro, porque sai jorrando. E é que o olhar dela fica tão sensual, com os olhinhos semicerrados e os lábios se segurando de prazer, que me dão vontade de acariciá-los.
Só pra prolongar o tesão dela, vou mordiscando ao redor das aréolas, o que faz ela tremer deliciosamente.
E conheço tão bem os gostos da Marisol, que deslizo minha língua pela barriga dela até a entrada do templo do prazer.
Nessa altura, o olhar dela me dá carta branca pra fazer o que eu quiser, e começo a saborear a fenda gostosa dela.
As mãos dela se agarram em me enterrar na buceta dela, que eu lambo com todo prazer. Lambo as coxas dela, o clitóris e a rachinha, porque o tesão dela me deixa louco.
“Ahh! Aí!... Aí!... Ahhh!... Por favor!... Não para não!” ela meio que sussurra, pra não acordar as pequenas.
Mas não tenho intenção de parar, porque esse manjar rosado é só meu.
Levanto as pernas dela devagar, admirando o contorno perfeito da bunda dela. Meu pau pulsa só de saber que posso meter se quiser, e quantas vezes eu desejar.
Mas é minha esposa, e quero fazer amor com ela.
Abro as pernas dela e ela tá toda submissa. Já tá pronta.
Aproveito pra provocar, roçando o contorno da rachinha dela pra deixar ela toda melada de antecipação. Ela me olha com uma mistura de frustração e desejo, com aquela carinha linda que me encanta.
Finalmente, começo a meter devagar.
Se ela me sente grosso, eu sinto ela apertada, molhada e quente.
Toda vez que a gente transa, ela faz a mesma cara: como se quisesse reclamar de dor, mas mais do que dor, é por puro prazer.
Os olhos dela se dilatam, os lábios se apertam e ela prende a respiração até eu chegar no fundo.
Talvez por isso a gente transe tanto, porque me lembra a primeira vez dela.
E comecei devagar, com os joelhos dela me apertando nas costelas.
Ela me abraçava por cima dos ombros, pra gente manter o beijo constante, e eu apertava os peitos e os esfregava, apertando e amassando.
Os peitos dela me deixam obcecado: quando a conheci, ela era reta, mas agora, com a gravidez e as pequenas, parecem pudins de verdade.
Dava até pra dormir em cima deles, como se fossem um travesseiro, se não fosse a puta perda de tempo que isso seria.
E por isso, tenho que segurar meu ciúme quando ela vai pra faculdade.
Porque não é difícil fantasiar com uma mina como ela, de pele branca, olhinhos verdes e uma cara com expressão virginal e inocente, pelada com os peitos de fora, enquanto algum dos colegas ou professores "ensina" ela a chupar um pau ou fazer um paizuri entre os peitos branquinhos e fartos dela.
Iam levar um susto danado, pela maestria dela nessas paradas, sem contar que nenhum dos buracos dela é virgem e que nesse momento, ela é capaz de satisfazer 3 ou 4 caras ao mesmo tempo.
Quando conto isso pra ela, ela morre de rir, reforçando que é fiel e que "não vai deixar outro pau entrar nela, além do meu."
Mas nela, eu confio.
Nos professores e colegas dela, nem tanto.
E vou entrando cada vez mais fundo, mais fundo e a cintura dela começa a se erguer.
Dormir com as pequenas deixa tudo muito mais excitante, porque ela tem que segurar os gemidos com toda a força.
As pernas dela começam a baixar, conforme o vai e vem fica mais intenso.
Os peitos dela balançam e estão tão excitados, que umas gotinhas de leite continuam escorrendo. Os suspiros dela são sem parar e os olhinhos se enchem de lágrimas de felicidade.
Eu também tô quase me segurando e concentro a força na barriga, tentando focar na resistência.
Os olhinhos suplicantes dela e os beijos no meu pescoço pedem pra eu gozar, mas é minha mulher e tenho que fazer ela gozar até o fim.
Aguento e aguento, até não dar mais.
Marisol procura desesperadamente meus lábios, pra abafar o gemido dela e sinto a respiração ofegante dela, me tocando com a língua.
A expressão dela é relaxada e Tranquila. Seco o caminho que as lágrimas dela traçaram e a gente se beija de novo.
Ficamos um tempão abraçados e, quando me afasto, pergunto se posso fazer a bunda dela.
“Pode!” ela responde e, animada, já fica de quatro.
A bunda perfeita dela parece um pêssego ou uma maçã. Cuspo nuns dois dedos, mas ela quase não precisa de lubrificação.
Não perco aquele pulinho inesperado quando sente a ponta da minha cabeça no cu dela.
Conheço bem os suspiros dela e sei o quanto ela adora.
Vou entrando e saindo devagar. Os gemidos dela são um pouco mais altos que antes e soltam uns “Uh!” intensos e de satisfação, bem baixinhos.
Com a aceleração das minhas metidas, os gemidos começam a virar “Ah!”, mais excitantes.
Me seguro na cintura dela e enfio até o fundo, enquanto os peitos gostosos dela balançam soltos e ela começa a abaixar a cabeça, pra abafar os gemidos que vão crescendo.
A bunda da Marisol aguenta tudo e o cabelo dela já começa a ficar bagunçado. Os gemidos não param, assim como os ofegos.
Deslizo minhas mãos entre as pernas dela e os sucos escorrem como uma fonte pelas coxas.
“Você é minha putinha, né? É minha putinha?”
Ela só responde com um gemido.
Ela começa a cansar e eu seguro por uns segundos. Com o pau enfiado dentro dela, dobro as pernas dela devagar, até ela ficar deitada.
Marisol só suspira.
O lençol tá molhado, com nossos sucos e a gozada dela, mas a posição nova é muito melhor: posso beijar a bochecha dela e o colchão amortece, deixando tudo mais eficiente.
Enfio com gosto. É que a bunda dela continua sendo uma das melhores, sem falar no quanto ela curte.
Ela literalmente quica com minhas metidas e minhas mãos na cintura dela pegam aquele gominho.
Lembro da minha sogra e de como ela ficava incomodada quando eu pegava no dela.
Meu vigor aumenta e a Marisol percebe.
Minha pelve esmaga a bunda dela no colchão, com vontade de meter mais e mais fundo.
Beijo a Costas e pescoço da Marisol, pra não parecer tão violento. Mas minha esposa safada curte tanto quanto eu.
Encho ela de novo e ajeito nós dois lado a lado, pra descansar.
Fui pego no flagra pelo meu rouxinol, que me viu escrevendo.
"O que cê tá fazendo?" ela pergunta, pegando o notebook.
Longe de ficar brava, ela dá um sorrisinho.
"Ah, te acordei? Coitadinho! Deixa a mamãe te beijar pra você se sentir bem!"
Mas mamãe não quer beijar meus lábios.
Marisol mostra toda sua experiência na hora do boquete, lambendo minha vara maravilhosamente.
Ela fecha os olhinhos, curtindo a iguaria que eu dou toda semana de folga de manhã.
Eu amo ela, porque acho a mulher perfeita e gozo na boca dela.
Ela pega a roupa e vai pro banheiro, sem saber se o rubor é de vergonha das ações ou do gosto da minha porra.
Mas enquanto ela toma banho, aproveito pra contar os últimos detalhes e espero ansioso ela sair do banheiro pra gente se beijar mais um pouco, antes dela trazer a Lizzie e deixar ela comigo na cama, enquanto vai pra aula na universidade.
Post seguinte

1 comentários - Sete por Sete (112): Mãozada no Escuro

Pragmático. Pragmática hace mucho no oía o leía esa palabra. Desde la película intouchables con Roberto de nido. Cuando representa un millonario paralitico y su asistente lo va a llevar al medico.me hace ver que posiblemente has atesorado esa palabra por Liz! O yo que se.,.. Pero suena muy bien y hace una buena propiedad de auto descripción. De los manotazos mi hermano no te salvas nunca. Llevamos 17 años casi y si no me pellizca. Patalea o ríe sola o habla mientras duerme. Saludos
Gracias. Aunque muchas veces la termino confundiendo, a ella le gusta que sea así (que no me fije tanto en los detalles, pero me concentre en las cosas practicas). Por fijarme en el libro que más nos gusta, terminamos enamorándonos; vinimos hasta Australia para que pudiera conocer una piedra gigante y cosas así. Incluso, mi motivación principal para volver a casa ahora es para pedirle a mi padre que me enseñe a hacer instalaciones eléctricas. Saludos