Noite de pizza em família cap. 4

Capítulo 4:
Mais um dia preparando o café da manhã pra minha família antes de eles voltarem às tarefas. O primeiro a vir pra cozinha é o Alejandro, com uma cara de sono terrível, hahaha, e pelado com a pica balançando pra todo lado. Atrás aparece a Luana já vestida com o uniforme da escola, tão sexy e gostosa. A gente tá tomando café quando a Flor chega do quarto já vestida pra faculdade. Os únicos pelados éramos eu e o Ale, que vergonha. O Alejandro foi se trocar pra ir pro trabalho enquanto eu e as meninas terminamos de comer. Elas me dão um beijinho gostoso na boca e se despedem.

Começo a limpar a casa assim, pelada, me sinto super à vontade, com minha mente trazendo cenas do que rolou ontem entre nós. Não pode ser que eu fique tão tarada só de pensar, me perguntava toda hora. Já é quase hora do almoço e a Luana chega da escola. Me dá um beijo e, sem dizer nada, me abraça e pega nos meus peitos, apertando eles do jeito que eu gosto. Ela se vira e levanta a saia, mostrando uma tanga vermelha bem enfiada na bunda. Pega e tira sem falar nada, e senta no sofá pra ver TV com as pernas bem abertas pra mim. Chego perto dela, me agacho e passo a língua nos lábios da buceta dela e falo: "que buceta gostosa, virgem, mm". Dou umas lambidas e vou cozinhar o que falta.

Comemos só nós duas porque a Flor ia chegar mais tarde hoje, então sentamos pra ver TV até o Ale chegar do trabalho. Assim que entra, tira toda a roupa, dá um beijo na gente e se acomoda no sofá do meu lado. Estico a mão e começo a tocar ele todo do jeito que ele gosta. Chupo a pica dele até deixar toda molhada, com a Lupi olhando pra gente enquanto eu chupava a pica já bem dura. A Lupi se aproxima, levanta a saia do colégio e, de costas, senta numa perna do Ale, esfregando toda a buceta na coxa dele, se movendo pra frente e pra trás rápido, molhando tudo. O Ale pega um peitinho dela e aperta.

— Pai, me mete, por favor, não aguento, quero ela dentro já — diz a Luana com voz de putinha. - Vem, bebota, senta no meu pau e apoia um pouquinho assim você sente
- Assim, cê gosta? Sente como ele tá quente? Minha buceta
- Que molhada você tá, me deixa duraço o pau – eu só olhava atenta o que faziam, minha buceta pulsava de ver eles tão quentes. Naquele momento, Ale pega ela pela cintura e encaixa a Lupi do jeito dele, sem enfiar na buceta. Luana levanta um pouco, Ale segura o pau e coloca na entradinha do cu, assim Luana vai descendo devagar, enfiando tudo no cu aberto
- Sim, papai, enfia, arrebenta meu cu, por favor, mais fundo, tudo
- Cê gosta? Dói, amor? – Dói, mas eu gosto que você arrebenta minha raba, mexe ela lá dentro, vai, mmm, vai me encher de leite.

Na mesma hora, a porta da frente range e a gente congela sem saber o que fazer… mas era a Flor que chegava do treino de hóquei. Ela só parou na nossa frente, olhando. Tava vestida com a roupa de jogar: uma saia justinha preta com legging curta por baixo e uma regata rosa bem colada no corpo, mostrando aqueles peitos enormes tipo balão. Ela vem, dá um beijo em todo mundo enquanto observa o que rola com Ale e Lupi, aí tira a legging, fica só na saia de hóquei, a regata e o sutiã voam rápido…
- O que cê sente, Lupi? Tá doendo? – Flor pergunta pra Lupi – enquanto Ale não para de meter forte na raba dela
- Cê tá abrindo meu cu, nem sabe o prazer que é, Flor – dizia Lu enquanto gemia.

Flor vem até mim, me levanta pelas mãos, me abraça, sinto os peitos duros dela contra os meus e me beija na boca, enfiando a língua e brincando na minha boca. Depois me vira e faz eu ficar de quatro ao lado da Luana no sofá. Alejandro chega perto e sussurra no ouvido dela em segredo, aí Ale tira o pau do cu da Lupi e apoia ele no meu cu. Então eu relaxei, sabendo que era minha vez de ser comida. Molho o dedo com saliva e passo na entradinha da minha raba, e aí sinto ele entrando quase tudo. De um empurrão, mais um, e entrou tudo dentro de mim, se mexendo bem forte. Tira de uma vez e vai pra Lu, enfiando de novo na Booty dela. Como a minha filha gritava, era a primeira vez que era penetrada por uma rola, ainda mais a do pai dela. "Você é muito gorda pra esse cu apertado..." Nisso, Florencia também se ajeita de quatro entre a Luana e eu, deixando a tiny ass bem empinada. Ao ver a outra filha assim, Alejandro sai da Lupi e se posiciona atrás da Flor, levanta um pouco a saia justa, puxa a calcinha e, assim seca como está, enfia a ponta da rola na Flor. Quando sente na entradinha do cu, ela se joga pra trás, enfiando ela mesma a rola dura até a metade. Começa a se mexer devagar. Ale segura ela pela cintura, puxando pra ele, e de uma só vez enfia tudo bem fundo, deixando só os ovos pra fora. Tesão ver como ele comia a Luana, ela enfiava o dedo na Booty também, olhando a cara de prazer da Florencia. Fode um pouco e sai, enfia na Lupi, sai e enfia em mim, e assim por vários minutos, éramos comidas pelo cu. Alejandro fala que quer gozar já, então eu falo pras meninas sentarmos direitinho e que Ale se masturbasse nas nossas boquinhas. "Dá leite, pai", fala a Flor. "Vai, acaba na minha boca, vai." O primeiro jato de porra vai na cara da Flor, que tava no meio da gente. O segundo jato ele aponta pra boca da Lupi, e eu não aguentei e mandei pra minha boca, chupando toda a porra que sobrou. Lupi e Flor se beijavam com a porra espalhada nas carinhas delas.

Quinta de manhã, me encontro preparando o café da manhã e tomando mate com o Ale, nós dois completamente pelados. Ele levanta da mesa e vai acordar as meninas. Passam longos minutos e, como não voltavam, vou até o quarto e vejo os três na cama da Florencia: Alejandro deitado, e Flor e Lupi chupando a rola dele, uma de cada lado. "Porra, bom dia, meninas, já tão tomando café, hein?" Lupi levanta a vista e me cumprimenta: "Oi, mãe, não quer um pouquinho?" "Não, amores, empresto agora, brinquem vocês. Venham pra mesa, assim tomam café antes que fique tarde, tô falando. — Bora pra cozinha, pai — diz Flor. Vamos nós quatro até a cozinha pelados e eu preparo o mate pra eles. Eles se olham e sorriem entre si. Ale com o pau durasso, andando de um lado pro outro, adora mostrar pra gente aquela pedaço de carne que tem, sabe que tem três mulheres só pra ele e isso deixa ele excitado. Lupi vai pro quarto e traz roupa pra ela e pra Flor, pra elas se trocarem enquanto a gente toma café. Ela veste um sutiã branco, a camisa do colégio e uma tanga de renda preta, depois a saia xadrez do uniforme. Pede pro Ale dar o nó na gravata dela. Já a Florencia veste um sutiã preto, uma regata, a tanga que ela usa é bem pequena, pequena demais, eu diria, kkk, vermelha, e uma legging vermelha também. Vou pro meu quarto e trago o terno do Ale e começo a vesti-lo. Faço ele sentar pra colocar as meias, quando a Lu se abaixa e dá beijos na cabeça do pau — que delícia, não aguentei ver ela assim parada — ele nos diz. Depois arrumo a cueca e o pau com a mão, a camisa e a gravata, deixo ele pronto. Terminamos e os três vão embora, me deixando sozinha mais um dia. Andar pelada me dá muito prazer, já tinha me acostumado com esse estilo de vida, o nudismo em família, algo novo e excitante ao mesmo tempo. Cada coisa que eu via, via como algo pra me masturbar na solidão. Morria de vontade de ir pro quarto e pegar meu vibrador toda hora, mas me controlava sozinha, então ficava limpando, arrumando, lavando roupa, todas as tarefas, até chegar a hora de eles voltarem um por um pra casa. Era umas 11 da manhã, faltava uma hora pra Lupi chegar do colégio, quando ouço a porta abrir. Era a Florencia que tinha voltado cedo. — Oi, mãe, não tive álgebra — ela grita ao entrar em casa. — Vem, tô no banheiro limpando — ela bate na porta e abre. Eu, com a bunda empinada apontando pra ela, esfregando a banheira, e ela me dá um tapa na minha bunda que faz ela pular de susto. — O que cê tá fazendo, kkk, doeu! — Qual é, mãe, se você adora uns tapas. Então eu também dou um tapa nela. apertando as bochechas da raba, ela me dá um beijo na boca me cumprimentando e eu retribuo com minha língua percorrendo os lábios dela, vou me trocar e volto, ela fala, tá bom, assim termino aqui enquanto prepara o mate... termino de limpar e vou pra sala, e lá está Florencia me esperando sentada vendo TV com o mate na mão, pelada, eu com o pano na mão comecei a limpar a mesinha, ela me oferece um mate e eu tomo, ela ceva outro, me dá mais um tapão e fala: "para de limpar e senta pra tomar mate."

"Mas, posso te fazer uma pergunta?"
- "O que foi, coração? Pergunta sem problema o que quiser" - eu falo.
"Depois você vê, porque viu que o papai me fez a raba e não sabe como ainda tá doendo, não sei se machuquei."
- "Vamos ver, fica de quatro, bebê, no sofá que eu dou uma olhada."

Florencia larga o mate na mesinha e se ajeita no sofá, deixando a bundinha pequena empinada. "Abre as bochechas, love, com as mãos pra eu ver bem." Ela segura as bochechas e abre o máximo que pode. Olho atenta e vejo aquele buraquinho meio aberto e vermelho, mas normal, pelo que sei como fica o meu depois que me penetram também. "Não, love, tá bem, só que nas primeiras vezes vai doer até você se acostumar e dilatar mais. Mesmo assim, vou passar um creminho pra aliviar a ardência, quer?"
- "Faz, Mãe, como você quiser. Fico assim?"
- "Sim, bebê, já volto." Vou pro meu quarto e trago o creme que eu uso. Sento atrás dela e começo a passar bem em volta do buraquinho com a ponta do dedo, coloco bastante pra aliviar.
"Como você tá se sentindo agora? Ainda tá doendo?"
- "Não, Mãe, já relaxei tudo, adoro essa sensação, haha." Passo mais e massageio um pouco mais, movo o dedo pra todo lado espalhando o creme. Vejo como a buceta dela começa a ficar molhada, como saía fluido da rachinha. Não aguentei e empurrei um pouco o dedo, só um pouquinho pra dentro do cu da minha filha, e ela gemeu.
- "Ai, mamãe, já quer me esquentar, mmm."
- "Você gosta, bebê, do dedinho da mamãe?"
- "Ai, sim, coloca mais, coloca mais, já quero a pica do papai de novo, ai, mmm. ahí ahh
—te aguenta mais um dedinho, coração, vê só, já tinha três dedos meus dentro do cu dilatado dela, enfiei até não dar mais de comprido, meus dedos enfiava e tirava cada vez mais forte, a buceta dela derramava fluxos, flor esticou a mão e se penetrou a buceta com os dedos —me dá, mamãe, me dá mais, arrebenta meu cu, mãe, assim, mete forte, mais, mais, mais, mmm. Eu também tava me molhando toda, sentia o suco escorrendo pelas pernas, não aguentava mais de tesão, não entendia como minha filha podia me excitar tanto, como nunca antes, comer ela com meus dedos era um tesão que nunca pensei ter
—flor, deita de barriga pra cima, filha —falo. Então ela deita como pedi e abre as pernas, aí eu subo em cima dela, passo uma perna entre as pernas dela e me esfrego na buceta dela com a minha, estávamos ensopadas, nossas conchas se tocavam, sentia como os lábios quentes dela se mexiam na minha buceta, era uma sensação gostosa, cada vez nos movíamos mais rápido, esfregando forte.
—Mãe, quero gozar já, mmm
—se mexe, love, se mexe mais, aperta meus peitos —falo—
Sinto como gozo na buceta dela e os sucos quentes dela na minha
—tô gozando, Mãe, gozo, Mãe.
—como goza, love —falo e me jogo em cima dela, assim peladas as duas, ficamos abraçadas, olho pra ela e dou um beijo na boca que flor retribui na hora.
Vamos tomar um chuveirinho juntas —falo, preparo a banheira e entramos as duas, eu apoiada na borda e flor sentada entre minhas pernas, as costas dela contra meus peitos, a água tá morna e começo a passar sabão nas costas dela, no peito, vou descendo até a buceta e ensaboo também, nisso entra lupi, já que não tínhamos fechado a porta, e se aproxima de mim e me dá um beijo na boca e faz o mesmo com Florencia, atrás dela aparece Alejandro e cumprimenta a gente do mesmo jeito…senta na tampa do vaso e conta que saiu mais cedo do trabalho porque foi fazer umas compras pra nós, então sai e nos Deixa elas sozinhas assim a gente termina de tomar banho. Daqui a pouco saímos as duas peladas do banho só com uma toalha na cabeça, vamos pra cozinha onde tão o Alejandro e a Luana conversando. O Ale tá só de cueca preta e a Lupi tinha deixado a saia da escola vestida e os peitinhos nus. "Vamos comer, meus amores", falo enquanto dou um baita beijo na boca do Ale. A Florencia arruma a mesa junto com a Lupi, eu sirvo a comida e almoçamos juntos. Enquanto a gente conversava, via as sacolas de compras que o Ale tinha feito e pergunto o que ele comprou. Ele fala que é surpresa e que a gente ia amar, segundo ele. Terminamos de almoçar rápido pra ir ver os presentes. A primeira a ir abrir as sacolas foi a Lupi e atrás a Flor, pra não ficar pra trás, saí de uma vez empurrando elas e rindo. O Ale só olhava pra gente da mesa, levanta e fala que ele lava a louça pra gente abrir os presentes. A Flor e a Luana sentam no sofá, eu fico de pé e escolho um pacote. Abro e, pra minha surpresa, era um uniformezinho de policial com uma saia curtinha e meia arrastão. O que a Flor abre é um consolão vermelho. A Lupi abre um e é comprido com duas pontas em forma de pau pra fazer dupla penetração. Abrimos mais e vemos mais consolos cor de pele, outro de vidro e três dilatadores anais e dois tipos de bolinhas. Deixo as meninas continuarem olhando e vou até o Ale, que tá lavando os pratos, e dou um beijo em agradecimento pelos presentes lindos. Volto pras meninas, escolho as bolinhas chinesas e falo: "Essa aqui é minha, sozinha", e elas riem. A Lupi, sentada no sofá com as perninhas abertas deixando ver a buceta debaixo da saia, pega um consolo vermelho e começa a meter na boca chupando com gosto. O Ale, da cozinha, se vira e fala que não vale usar nada ainda, que ele tem algo preparado e pede pra Lupi ir tomar um banho. Ela obedece enquanto eu e a Flor arrumamos a bagunça que fizemos com os papéis. Colocamos todos os brinquedos em cima da mesinha. O Ale vem e senta no sofá, eu vou Do lado dela e a Flor na frente esperando a Lupi enquanto a gente conversa, a Flor com um consolo na mão olha pra ele e diz que é muito grande, a gente ri e eu explico que usei a palavra: buceta, uma vez que a mina tá quente ela abre muito e consegue receber se relaxar, posso tentar ela fala e a Ale segura ela, não, minha vida, tenho outra coisa em mente pra vocês hoje. Nessa hora a Luana vem correndo do banheiro toda pelada com aqueles peitinhos pequenos no ar quase sem balançar. —Já tô pronta, tô bem limpinha haha e agora? —Mmm, tão prontas pra surpresa —fala a Ale. Eu pergunto se sim, que a gente tem que fazer, fiquem de quatro as três no sofá ela ordena, a gente obedece sem falar nada pra quem era nosso dono naquele momento, as três de quatro dando as costas pra Ale, só deixamos ele fazer o que quiser com a gente, então ele se posiciona atrás de mim e fala começo por você Dani que é a mais acostumada com isso, sinto ele passar um gel na minha raba com o dedo, espalha e começa a meter as bolinhas chinesas na minha raba, primeiro as menores até a maior, sinto como meu buraquinho vai dilatando, a Flor e a Lupi só olhavam esperando a vez sem falar nada obedientes, depois que ele meteu tudo deixando só o anel pra fora do meu cu, ele se posiciona atrás da Florencia e faz a mesma coisa, lubrifica com o gel e encosta a ponta de um dos dilatadores e começa a meter devagarzinho abrindo toda a bunda dela, ela geme, grita, pede mais, ele mete tudo e deixa dentro sem mexer e vai agora pra bunda da Luana, molha com o gel e faz a mesma coisa mas dessa vez custa a meter na Lupi, ele faz um pouco de força até enfiar tudo dentro e deixa também, a Lupi quase chora de dor mas não fala nada. —E agora o que a gente faz? —pergunto. —Pronto, agora façam o que quiserem mas nenhuma tira, quero vocês assim o dia inteiro com os dilatadores na raba, podem levantar e andar assim pela casa sem tirar… as meninas se olham, a gente levanta e quando fica em pé uma do lado da outra, a Ale se afasta. em direção ao nosso quarto e nos deixa lá sozinhas… a verdade é que era uma sensação muito estranha andar pela casa fazendo coisas com algo enfiado no cu, lupi direto me falava que já tava doendo, já a Florencia tava adorando, ela se abaixa e mostra como tá enterrado, já tava escurecendo e o Alejandro fica rondando a casa nos olhando, controlando a situação, eu e lupi estamos na cozinha cozinhando pra noite, o Alejandro chega perto da gente, abraça a lu por trás pegando nas tetinhas durinhas dela, aperta forte e ela se encosta pra trás no peito dele, ale faz ela apoiar as mãos na pia e coloca o pau na entrada da rachinha dela, mas para quando lembra que a Luana ainda é virgem, aí ele vem pra mim e faz a mesma coisa, eu me entrego, sou a putinha dele sempre e ele me penetra pela buceta, mete tudo até as bolas, sinto tudo, que prazer sentir meus dois buracos ocupados, flor ouve meus gemidos e vem pra onde a gente tava, senta na pia com o dilatador ainda no cu como se nada, levanta uma perna apoiando na pia, abre a buceta com os dedos e me manda chupar ela… não espero um segundo, meto minha língua na buceta dela enquanto por trás o Alejandro não para de me comer forte, lupi só olhava e começa a se tocar sozinha. –Mãe quero falar uma coisa pra vocês
–fala amor falo enquanto tô sendo comida–quero que o pai me coma pela buceta, não aguento mais ver vocês transando e ele não meter em mim
–filha, olha que é uma decisão difícil que você tá propondo amor. Diz ale. Sério, não aguento mais ficar assim sem sentir seu pau na minha buceta, além do mais, se tem alguém que quero que me desvirgue é você, quem mais ia cuidar de mim como você cuidaria, pai.–nisso a menina tem razão ale, quem mais faria isso se não você. Ok, só se você tiver certeza amor, isso é algo que vai mudar sua vida pra sempre bebê.–tô super certa Mãe, acho que já é hora de perder minha virgindade e virar mulher–.
–decidido então, mas se Fazemos, fazemos bem e em família. Falo pra vocês: vamos pro meu quarto. Florença e Luana vão na frente, e o Ale e eu atrás. Luana deita de barriga pra cima, Flor e eu ficamos cada uma de um lado dela. Ale se ajoelha entre as pernas da Lu e pede pra Flor fazer um oral nela por um tempo. Flor começa passando a língua entre os lábios daquela buceta, e eu vou chupando o mamilo direito dela até sentir ele bem durinho na minha boca. Olho pro Ale e falo que já tá pronta. Alejandro se ajeita mais perto, entre as pernas, pega na pica dele e apoia entre os lábios molhadíssimos da Lupi. Enfia devagar, só a cabeça da pica, que fica rodeada por esses lábios vaginais, e se mexe suave, metendo e tirando sem enfiar tudo. Um movimento e ele mete, mas dessa vez quase até a metade da pica, e deixa uns segundos até aquela buceta se acostumar com o tamanho.

– Mmm, que prazer que sinto, já adorei sentir isso, pai.
– Tá doendo, bebê? Perguntei.
– Não, mmm, tô muito tesuda, quero tudo dentro já.
Ale, ao ouvir isso, dá um novo empurrão, dessa vez enfiando toda a pica grossa dele, desaparecendo dentro do corpo da Luana.
– Ai, merda, dói, pai, dói – gritava Lu.
Florença, do lado dela, começa a beijar ela na boca, enfiando a língua. Naquele momento, vejo um fiozinho de sangue escorrendo da buceta. Alejandro tira e enfia de novo, deixando quieto um tempo lá dentro, e começa a comer ela com mais vontade. Luana só geme agora e pede mais. Peço pro Ale parar pra poder limpar ela um pouco. Passo uma toalhinha úmida na Lu, deixando ela pronta pra ser comida de novo.
– Vira, love. Fica de quatro, bebê.
– Assim, pai? – fala Lupi na posição de quatro.
– Isso, love, fica assim que lá vai papai e te fode como ninguém nunca vai te comer – ele fala, e enfia tudo sem dizer nada dessa vez. Luana grita, geme, se agarra nos lençóis. Ele bombeia como ninguém, mete e tira a pica tão rápido que não dá tempo dela fechar. Eu e Florença estamos tão tesudas naquele momento que a gente... Nós duas nos masturbamos, lembrei dos brinquedos e fui correndo pegar um especial pra aquele momento. Voltei e a Flor tava deitada de barriga pra cima, metendo os dedos tão desesperada que eu me deitei entre as pernas dela, deixando minha buceta quase encostada na dela. Peguei o consolador de uma ponta e enfiei na minha buceta. Depois que tava dentro de mim, peguei a outra ponta e enfiei na buceta da Florencia. Comecei a me mexer forte, e isso fazia ele se mover dentro da buceta da Flor. Ela gemia de prazer também, com ele enfiado lá dentro, quase coladas, nossas bucetas bem molhadas. A gente se comeu cada vez mais rápido. Olhei pro lado e dessa vez era a Luana que tava comendo o pai dela, montada na pica, subindo e descendo tão rápido que molhava o corpo inteiro do Alejandro. Tirei o consolador e tirei a Lupi da pica, e montei eu mesma, forte, do jeito que eu gosto que entre tudo. A Flor continuou se comendo sozinha, e a Lu sentou na cara do Ale, deixando a buceta inteira na boca dele. Vou gozar, mãe, pai, tô gozando! – a Luana gritou, e dava pra ver ela enchendo a cara do Ale de sucos, e caiu dura na cama do lado da Flor, que tava batendo uma siririca na bunda com o brinquedo e também parou, gozando. Ver e ouvir as minas gozando só fez o Alejandro encher minha buceta de porra bem no momento do meu maior clímax, molhando aquela pica cheia de gozo, e eu caí em cima do corpo dele. Nossa, que comilança gostosa que a gente deu, meus amores – falei. – Na minha vida, nunca gozei tanto como hoje. A gente relaxou um tempão, nos tocando entre os quatro, nossos corpos pelados. Já é tarde – falei. – Então vamos tomar banho e descansar, porque amanhã é sexta e é noite de pizza com as minas. Eu e o Ale fomos pro banheiro tomar uma ducha, depois foram a Luana e a Flor. Aí eu e o Ale deitamos, apagamos as luzes. Daí a pouco abriram a porta e eram elas. A Flor levantou o lençol e deitou do lado do Ale, e a Lu fez o mesmo, mas do meu lado. Éramos os quatro na mesma cama, todos pelados de novo. – O que vocês tão fazendo? — digo rindo — e se a partir de agora a gente dormir junto como uma família, sem preconceito?
A Flor fala, abraçando o Ale. Eu do lado dele, e a Lu, encostada na beirada da cama, me abraça.

continua...

11 comentários - Noite de pizza em família cap. 4

Me dejaste con la pija parada dani .. el proximo posts con fotos tuyas y de las nenas
No me es posible darte mas de 10 puntos pero la saga ha sido buena , digo mas, ha sido excitante ,morbosa, y pese a que el juego inicial de cartas sin centrarse tanto en la familia me parecía mas erótico , he de reconocer que para un lector polla en mano eres todo un placer
gonzi86 +1
Impresionante historia estoy ansioso por seguir leyendo la historia.
Excelente la cuarta parte esperando desde ya la quinta...

gracias, van puntos...