Sempre tive a fantasia de ver minhas parceiras transando com outros homens, e também fantasiava em ser possuído por um homem.
Os anos passaram, e com eles, diferentes parceiras, mas aquelas fantasias ficavam só na minha cabeça, pela dificuldade de compartilhá-las com as namoradas da vez. Com minha esposa atual, com quem estou junto há quinze anos, comecei aos poucos a contar minhas fantasias. Mas, embora ela ficasse excitadíssima ouvindo enquanto transávamos, nunca queria falar sobre o assunto fora do momento sexual em si.
Passaram-se alguns anos, e minhas fantasias se transformaram num desejo muito forte. Eu conversava pela internet com homens que me contavam como comeriam minha esposa, já que eu enviava fotos dela nua ou em várias poses sexuais. Muitos ficavam ainda mais excitados quando eu dizia que também gostaria que me comessem. Fui descobrindo o tesão que desperta em muitos homens a possibilidade de possuir sexualmente uma mulher casada e também o marido (a quem adoram chamar de cuck, ou cuck submisso, em alguns casos).
Finalmente, depois de muito conversar, fui confessando à minha mulher que aquelas fantasias já eram um desejo e que eu realmente queria realizá-las.
Ela sentia uma contradição muito forte em relação a isso. Por um lado, conversávamos pela internet com homens e nos mostrávamos pelo Skype transando, situação que a deixava louca. Por outro, ela se recusava a marcar um encontro, argumentando que não se via com um terceiro entre nós.
Até que, numa ocasião, ela se sentiu particularmente seduzida por um homem com quem nos conectávamos regularmente pelo Skype, e se animou com a ideia de conhecê-lo pessoalmente, mas deixando claro que não garantia que teria coragem de ir além de um encontro num bar.
Antes de continuar, vou descrever como somos. Moramos na cidade de Buenos Aires, Argentina. Minha mulher se chama Mariana, 37 anos, com uma bunda linda, peitos pequenos com mamilos grandes, rosto muito bonito, olhos azuis e expressão angelical. Apesar de Ter dois filhos pequenos e se manter muito bem fisicamente.
Eu sou o Darío, 40 anos, 1,80m, com um corpo bonito que a natureza me favoreceu, e que eu fortaleço nadando, por isso tenho uma ótima costa e uma boa bunda. Um pau de 17 x 4,5 que se comporta muito bem, e que deixa minha mulher mais que satisfeita.
Quanto ao sexo no casal, a gente faz de tudo e curte pra caralho. Muitos carinhos e beijos, massagens, sexo oral, e de vez em quando sexo anal (nesse caso, ela também pratica comigo usando vibradores).
Diferente da maioria das experiências que li nessa página, no nosso casal eu sou muito mais ativo sexualmente que minha mulher. Se dependesse de mim, a gente transaria todo dia, mas minha mulher precisa de mais espaço entre uma foda e outra.
Esse esclarecimento é pra destacar que a ideia de incluir um terceiro não vem da necessidade de deixar minha mulher satisfeita porque eu não consigo agradar ela, mas sim do tesão que me dá imaginá-la se entregando a outro na minha presença.
Também deixo claro que a fantasia de vê-la com outro é só na intimidade do casal. Não quero que minha esposa fique dando mole por aí na rua ou no trabalho.
Voltando ao primeiro encontro entre nosso casal e um homem, finalmente marcamos de nos ver num pub da nossa cidade com o Nicolás, de 48 anos, uma pessoa muito educada e paciente, além de cavalheiro e discreto.
Antes, deixamos as crianças com os avós, onde iam dormir, então garantimos tempo livre caso o encontro rolasse.
Quando chegamos no pub, o Nicolás já estava numa mesa, então chegamos, nos apresentamos e sentamos meio nervosos. Minha mulher não soltava minha mão, e depois de uns mojitos a gente foi relaxando e se sentindo muito à vontade com ele. Era muito estranho estar conhecendo alguém que já sabia de todas as nossas fantasias e que já tinha nos visto transando pela webcam.
Conforme fomos Relaxando, a conversa foi direto pras fantasias sexuais, então a excitação começou a crescer rapidamente. Num momento, Nicolás foi ao banheiro e perguntei pra minha mulher como ela estava se sentindo. Ela disse que se sentia estranha, mas excitada. Abracei ela e ela suspirou como se estivesse liberando tensões. Beijei ela suavemente e, acariciando a parte interna da coxa dela, perguntei se ela queria continuar (ela estava com uma saia de tecido bem fino e uma tanga por baixo, que nessa altura já estava encharcada). Ela disse que sim, mas com a condição de parar tudo se se sentisse desconfortável em algum momento.
Logo chegou Nicolás, que com certeza se afastou de propósito pra deixar a gente conversar em particular, e já foi logo propondo avançar com o jogo. A gente respondeu que queria continuar.
Fomos, cada um no seu carro, pro apartamento dele, que ficava a uns quinze minutos de carro do local do encontro. Ao chegar, eu e minha mulher sentamos num sofá bem confortável na sala ampla dele, e Nicolás foi servir uns copos de uísque e colocar uma música suave.
Enquanto isso, comecei a beijar suavemente minha mulher na nuca e a massagear os ombros dela. Ela suspirava por causa da excitação misturada com o nervosismo do momento. Sentei ela no meu colo, comecei a beijá-la com mais paixão e a acariciar de novo a parte interna da coxa, bem devagar.
Nessa hora, levantei o olhar e vi que Nicolás estava nos observando, curtindo o momento. Fiz um sinal com o olhar convidando ele a se aproximar. Ele sentou do nosso lado e também começou a acariciar a Mariana bem suavemente, primeiro o cabelo e o rosto, depois os ombros, até que foi aproximando o rosto e beijou ela na boca. Ela recebeu ele de olhos fechados, soltando um suspiro profundo que mostrava que ela tava curtindo a situação.
Aos poucos, ele começou a beijar e acariciar ela com mais intensidade, puxando ela até que ela ficou sentada no colo dele, abraçando ele e devolvendo os beijos com muita paixão.
Nesse momento, minha As sensações eram uma verdadeira revolução. A excitação que eu sentia era indescritível, mas também sentia uma mistura de ciúmes e admiração diante do abandono da passividade na minha mulher, depois de tanto tempo fantasiando com algo que agora se tornava real. Então dei um gole grande de uísque, que me tirou do torpor, e fiquei observando os dois, muito excitado.
As carícias de Nicolás se intensificaram. Ele agarrava descaradamente a bunda da minha mulher com uma mão, e com a outra amassava os peitos dela sem nenhum pudor, bem na minha cara. Era estranho, porque eu me sentia muito excitado, mas meu pau não reagia; estava flácido, mas completamente molhado.
Minha mulher suspirava com os beijos e as carícias, e se animou a apalpar o volume dele sobre a calça, que sugeria uma ereção considerável do nosso amigo.
A partir daí, tudo foi acontecendo mais rápido. Nicolás começou a despir ela até deixá-la só de fio dental e sutiã, enquanto ela me olhava como se buscasse aprovação para o que estava rolando.
Eu me aproximei e, depois de beijá-la de novo, sussurrei no ouvido dela para aproveitar bastante, que eu estava adorando. Isso foi o estopim para ela tomar a iniciativa e, ajoelhando-se, desabotoou a calça de Nicolás, baixou a cueca dele e puxou um pau duro e bem molhado, muito parecido com o meu em tamanho, embora um pouco mais comprido.
Ela bateu uma punheta nele por um tempo, observando maravilhada o pau que tinha nas mãos, e depois de acariciar as bolas dele, olhou para mim sorrindo, com uma cara de safada, como quem diz: "Então era assim que você queria ver sua mulher?", e começou a lamber, saboreando todo o líquido pré-seminal que molhava o pau de Nicolás.
Ver aquilo me excitou pra caralho, e meu pau reagiu completamente; parecia que ia rasgar a calça de tão duro que ficou. Nicolás acariciava a cabeça de Mariana enquanto ela, abrindo a boca, enfiava até a garganta aquela barra de carne quente, começando um boquete impressionante, colocando muita paixão e fazendo o amante gemer.
Nessa altura, eu já estava Tirei a calça e comecei a me masturbar devagar, curtindo o espetáculo, até que minha mulher tirou a pica da boca, se aproximou e me deu um beijo profundo e bem molhado com gosto de pica, com toda a intenção de que eu sentisse na boca dela o sabor da pica que ela acabara de chupar. Isso deixou os três loucos de tesão, e Nicolás, se aproximando de nós, nos fez ajoelhar e colocou na frente dos nossos narizes a pica dele dura, dizendo que queria nos ver chupando e lambendo a pica dele. Minha mulher agarrou a pica do nosso amigo e, me olhando, disse: "se dá o gosto, se você tá morrendo de vontade de chupar ela". Isso me excitou pra caralho e eu comecei a lamber, sentindo todo o sabor e o cheiro de pica. Nem preciso dizer que amei! Na hora enfiei ela inteira na boca, tentando não arranhar com os dentes, e comecei a mamar aquela pica como se minha vida dependesse disso. Um gemido da minha mulher me fez levantar os olhos pra ver que, enquanto eu engolia a pica do Nicolás, ele aproveitava pra masturbar e beijar apaixonadamente a Mariana, e de vez em quando paravam de se beijar e me olhavam os dois muito excitados, enquanto ele sussurrava coisas no ouvido dela que a faziam rir. Num momento, Nicolás nos convidou pra ir pro quarto dele, onde ele abraçou e beijou minha mulher de novo, acariciando o corpo todo dela, pra depois deitar ela de barriga pra cima e começar a chupar a buceta encharcada dela. Mariana gemia gostoso, segurando a cabeça do Nicolás, e eu me ajeitei como pude e continuei mamando a pica do nosso amante. De repente, ouvi a Mariana pedindo pro Nicolás comer ela, o que não deixou de me surpreender, vendo como minha mulher tomava a iniciativa tão rápido. Então Nicolás me olhou e disse: "Dário, segura bem a pica pra mim, porque vou comer sua esposa." Ao ouvir isso, meu tesão foi tanto que quase gozei sem me tocar. Na hora comecei a mamar ele como um desesperado, enfiando até me engasgar. Quando ela ficou bem dura, eu mesmo coloquei uma camisinha e, depois que o Nicolás se acomodou em cima da minha mulher, guiei o cock dele até a buceta da Mariana.
Nicolás foi enfiando devagar, bem lentamente, enquanto ela gemia dizendo “mmmm, siiiiiiii, que gostoso!!” E ele falava “você gosta, sente ele?”
“Sii” dizia Mariana, “amo seu cock!!”
Aos poucos foram aumentando o ritmo, curtindo uma foda espetacular. Ela abraçava ele, acariciava as costas dele, a bunda, e ele beijava ela sem parar enquanto metia até o fundo!
Eu olhava extasiado como eles fodiam minha amada esposa bem na minha cara, e como ela, que até pouco tempo atrás dizia que não se via com um terceiro entre a gente, gozava igual uma porca sem se segurar.
Ele dizia pra ela, “vou te foder como nunca te foderam, você vai gozar como nunca!”
“Siiii, me fode toda, me dá todo esse cock lindo que você tem!!” respondia minha esposa.
Ficaram mais um tempo fodendo nessa posição até que ela quis montar nele (a posição favorita dela). Quando se separaram pra trocar de posição, eu tirei a camisinha do Nicolás, chupei ele de novo por um tempo, depois coloquei outra e ele se ajeitou pra minha mulher montar.
Retribuí a gentileza pra Mariana e dei um beijo nela com gosto de cock do Nicolás, e perguntei se ela gostava de foder com outro na minha frente. Ela curtiu o joguinho e me disse, “amo, adoro como o Nicolás me fode, e você gosta de ver como fodem sua mulherzinha? Como eu aproveito com o cock de outro?” Isso ela dizia enquanto cavalgava nosso amante, acariciando os braços dele e levando as mãos dele até os peitos dela.
“Siii! Amo”, respondi muito excitado e surpreso com a iniciativa da minha esposa no jogo. “gosto de ver como esse cock desaparece na sua buceta, e gosto que você me conte como aproveita”
Nicolás também entrou na conversa, “então você gosta que eu foda sua mulher? não sabe como tô aproveitando ela, como ela se mexe bem”, “essa mulher merece mais de um cock” “Depois da foda Que hoje ele te coma, você vai viver pedindo pra provar meu pau de novo, não é, Mariana?"
"Siiiiim", disse ela à beira do orgasmo, "quero que me coma sempre, que me encha de pau! Me come bem que meu marido gosta!" E dizendo isso, gozou no orgasmo mais longo e intenso que eu já tinha visto nela.
Depois de se recuperar, mudaram de posição, minha mulher ficou de quatro e ele a penetrou por trás. Antes de começar o vai e vem, Nicolás me disse: "Darío, não traz algo gelado pra beber da geladeira?"
Eu, meio desconcertado, aceitei o pedido por cortesia, já que não estava nos meus planos deixar minha mulher sozinha com um macho comendo ela como um touro no cio.
A cozinha ficava no térreo, então tive que descer as escadas e atravessar a sala de estar até a geladeira. Enquanto procurava uma garrafa de champanhe, comecei a ouvir o barulho da pélvis dele batendo na bunda da minha mulher. Entre os gemidos dela e o som da fodida, dava pra ouvir Nicolás falando com ela, e ela, como podia, respondia, embora não desse pra distinguir o que diziam de onde eu estava. Mas o que é certo é que a conversa excitava muito a Mariana, porque ela começou a gritar de prazer, coisa que nunca tinha feito comigo.
Isso me causou um tesão do caralho e eu me demorei de propósito pra subir com as taças. Quando cheguei, a cena que vi correspondia aos sons que ouvia lá de baixo. Minha mulher estava vermelha, com o rosto desfigurado de prazer e me olhava como se quisesse disfarçar o tesão que tava sentindo. O olhar dela tinha um brilho que exalava sensualidade e putaria.
De repente, Nicolás fez um sinal pra eu me aproximar e me disse no ouvido que queria comer o cu da minha mulher, mas queria que eu pedisse pra ela em voz alta.
Novamente fiquei desconcertado com o pedido do nosso amigo, mas diante da impossibilidade de negar que a brincadeira tava me deixando cada vez mais excitado, com um tesão incrível, falei pra Mariana: "Meu amor, quero que você dê o cu pra ele. Booty para o Nicolás
Ela me olhava excitada e espantada, como se não acreditasse no nível de submissão que eu tava mostrando com nosso amante. Aí, entrando no jogo e aumentando a sacanagem da situação, ela falou: "Você tá disposto a deixar ele arrebentar a buceta da sua mulher na sua cara?"
"Sim", respondi, "quero ver isso."
"Beleza", disse ela, colocando a bunda pra cima e se oferecendo pro Nicolás, "é todo seu, mas vai com calma. Já que meu maridinho curte, eu te ofereço minha Booty pra você aproveitar." E me olhando com cara de safada, falou: "Você olha bem como eu vou arrebentar a buceta da sua mulher."
"Viu?" disse o Nicolás pra minha mulher, "te falei que ele não só aceitaria, como ia pedir." Eu de novo fiquei sem reação com o lugar que o Nicolás me colocava, mas deixava rolar, sabendo que curtia pra caralho essas humilhações leves naquele contexto. Isso me fez pensar em quantas outras coisas eles tinham combinado nas minhas costas.
Antes do encontro, numa conversa online entre eu e o Nicolás, ele disse que curtia muito o jogo de humilhar o marido tratando ele de corno submisso. Eu falei que não aguentaria ele me chamar de corno na frente da minha mulher, e que o jogo de submissão eu tolerava, desde que não fosse humilhante nem grosseiro, nem com ela nem comigo. Isso incluía o pedido claro da minha mulher de que ela não gosta nada de ser chamada de puta, mesmo que se comportasse assim; isso causava uma rejeição enorme nela.
Resumindo, a ideia do encontro era ele agir como o amante dos dois, com um toque de submissão no jogo.
O Nicolás se virava muito bem nesse limite combinado, porque tinha muita experiência com casais, e até aos poucos ia passando do combinado, com tanta delicadeza que nem eu nem minha mulher queríamos parar ele. Nosso amigo brincava com nossos limites, como testando até onde a gente aguentava, e eu curtia a adrenalina que isso me dava. provocava aquele jogo do qual eu já não sabia se conseguiria controlar ou parar, e pelo que eu via, minha mulher também.
Voltando ao encontro, minha mulher se acomodou com a cabeça sobre os braços, no travesseiro, e levantou a bunda pra cima, abrindo bem as pernas.
Nicolás contemplava a bunda da minha mulher enquanto acariciava lentamente suas nádegas. Sem pressa, foi se aproximando do buraco dela, inspirou fundo pelo nariz para sentir o aroma, e começou a lamber aquele buraco gostoso que eu conhecia tão bem, e do qual tantas vezes tinha aproveitado do mesmo jeito. Mas agora era outro homem que curtia aquela parte tão íntima da minha mulher, era outro que estava prestes a gozar aquela bunda que Mariana guardava como se fosse um tesouro, e que só em ocasiões muito especiais me deixava aproveitar. No primeiro encontro com Nicolás, minha amada esposa entregava tudo o que a mim tinha deixado aproveitar aos poucos e ao longo dos anos.
Ela não conseguiu evitar um suspiro forte quando a língua de Nicolás começou a explorar seu buraco apertado. Ele intercalava as lambidas entre a bunda pulsante e a buceta molhada da minha mulher. De vez em quando, se afastava dela e amassava suas nádegas, separando-as bem, e me mostrando como tinha a bunda dela à disposição.
Em seguida, me pediu para alcançar o lubrificante, e para chupar ela um pouco enquanto ele se dedicava a dilatar o cu da minha esposa.
Eu, naquela altura, respondia cegamente a tudo o que ele pedia, como se fosse o assistente do macho que estava prestes a arrebentar o cu da minha mulher, porque me sentia extasiado com aquele jogo. Naquela altura, a buceta dela tinha perdido um pouco da firmeza, então me dediquei a lamber e chupar ela bem até que aos poucos foi recuperando a rigidez, e sentindo um prazer profundo em assumir o papel de corno submisso.
Quando ele dilatou bem o cu da minha mulher, me pediu para colocar outra camisinha e lentamente começou a penetrar o cu dela. Minha mulher sempre teve boa dilatação no cu, então uma Assim que a cabeça entra, ela engole tudo até o fundo, exatamente como fez dessa vez, como é de costume nela, só que quando Nicolás percebeu que ela mesma empurrava a bunda até bater nos ovos dele, quase gozou de tanta tesão que isso causou.
"Mas que foxy que a gente tem aqui!" Disse Nicolás, totalmente fora de si de tesão, "essa bunda foi feita pra receber pica, e vou meter até ela se cansar", enquanto enfiava e tirava a pica dele lenta mas profundamente, aumentando o ritmo conforme minha mulher ia se adaptando à foda!
"Que bunda gostosa a da sua esposa!" Nicolás me dizia enquanto aumentava devagar o ritmo da foda. "Você não sabe o quanto eu tô gozando dando pica no cu da sua mulherzinha."
Os comentários do Nicolás me levavam a um nível de excitação inacreditável, a ponto de eu só querer que ele continuasse falando daquele jeito enquanto comia a Mariana.
Como pude, me acomodei debaixo da minha mulher, com a boca debaixo da buceta dela, escorrendo de tesão. Assim eu podia saborear a excitação dela e tinha um close exclusivo da pica do Nicolás perfurando o cu dilatado da minha amada esposa. Ela, enquanto isso, gemia sem parar, se masturbando e chupando minha pica quando as investidas do Nicolás permitiam, e estimulando o clitóris com a mão livre.
Ficamos nessa posição por um bom tempo até a Mariana começar a gemer e gritar cada vez mais alto, explodindo de novo num orgasmo que deixou ela exausta. Na hora, Nicolás avisou que ia gozar e pediu pra gente se ajoelhar os dois pra receber o gozo dele.
Imediatamente obedecemos ao pedido dele, e enquanto ele se masturbava a centímetros das nossas caras, começou a gozar, jorrando uma quantidade enorme de porra, encharcando a gente, e alternando os jatos de leite entre nossas bocas e os peitos da Mariana. A gente imediatamente começou a se beijar apaixonadamente e lamber as caras um do outro enquanto saboreávamos o gozo dele, até não sobrar nada nos nossos rostos. Eu Me agachei até os peitos dela e limpei o que tinha sobrado. No final, Nicolás me perguntou: "Quer limpar a pica?" Imediatamente comecei a lamber e chupar aquela pica já meio mole, limpando até o último resto de porra, enquanto ele, com um tesão do caralho, dizia: "Isso, isso mesmo, limpa direitinho com a boca a pica que acabou de arrebentar o cu da sua mulher." E enquanto eu continuava limpando e adorando satisfazer ele, os dois se agarraram num beijo apaixonado até ficarem exaustos na cama. Fim da primeira parte……..
Essa é a primeira história que publico, então vou adorar os comentários sobre ela!
Os anos passaram, e com eles, diferentes parceiras, mas aquelas fantasias ficavam só na minha cabeça, pela dificuldade de compartilhá-las com as namoradas da vez. Com minha esposa atual, com quem estou junto há quinze anos, comecei aos poucos a contar minhas fantasias. Mas, embora ela ficasse excitadíssima ouvindo enquanto transávamos, nunca queria falar sobre o assunto fora do momento sexual em si.
Passaram-se alguns anos, e minhas fantasias se transformaram num desejo muito forte. Eu conversava pela internet com homens que me contavam como comeriam minha esposa, já que eu enviava fotos dela nua ou em várias poses sexuais. Muitos ficavam ainda mais excitados quando eu dizia que também gostaria que me comessem. Fui descobrindo o tesão que desperta em muitos homens a possibilidade de possuir sexualmente uma mulher casada e também o marido (a quem adoram chamar de cuck, ou cuck submisso, em alguns casos).
Finalmente, depois de muito conversar, fui confessando à minha mulher que aquelas fantasias já eram um desejo e que eu realmente queria realizá-las.
Ela sentia uma contradição muito forte em relação a isso. Por um lado, conversávamos pela internet com homens e nos mostrávamos pelo Skype transando, situação que a deixava louca. Por outro, ela se recusava a marcar um encontro, argumentando que não se via com um terceiro entre nós.
Até que, numa ocasião, ela se sentiu particularmente seduzida por um homem com quem nos conectávamos regularmente pelo Skype, e se animou com a ideia de conhecê-lo pessoalmente, mas deixando claro que não garantia que teria coragem de ir além de um encontro num bar.
Antes de continuar, vou descrever como somos. Moramos na cidade de Buenos Aires, Argentina. Minha mulher se chama Mariana, 37 anos, com uma bunda linda, peitos pequenos com mamilos grandes, rosto muito bonito, olhos azuis e expressão angelical. Apesar de Ter dois filhos pequenos e se manter muito bem fisicamente.
Eu sou o Darío, 40 anos, 1,80m, com um corpo bonito que a natureza me favoreceu, e que eu fortaleço nadando, por isso tenho uma ótima costa e uma boa bunda. Um pau de 17 x 4,5 que se comporta muito bem, e que deixa minha mulher mais que satisfeita.
Quanto ao sexo no casal, a gente faz de tudo e curte pra caralho. Muitos carinhos e beijos, massagens, sexo oral, e de vez em quando sexo anal (nesse caso, ela também pratica comigo usando vibradores).
Diferente da maioria das experiências que li nessa página, no nosso casal eu sou muito mais ativo sexualmente que minha mulher. Se dependesse de mim, a gente transaria todo dia, mas minha mulher precisa de mais espaço entre uma foda e outra.
Esse esclarecimento é pra destacar que a ideia de incluir um terceiro não vem da necessidade de deixar minha mulher satisfeita porque eu não consigo agradar ela, mas sim do tesão que me dá imaginá-la se entregando a outro na minha presença.
Também deixo claro que a fantasia de vê-la com outro é só na intimidade do casal. Não quero que minha esposa fique dando mole por aí na rua ou no trabalho.
Voltando ao primeiro encontro entre nosso casal e um homem, finalmente marcamos de nos ver num pub da nossa cidade com o Nicolás, de 48 anos, uma pessoa muito educada e paciente, além de cavalheiro e discreto.
Antes, deixamos as crianças com os avós, onde iam dormir, então garantimos tempo livre caso o encontro rolasse.
Quando chegamos no pub, o Nicolás já estava numa mesa, então chegamos, nos apresentamos e sentamos meio nervosos. Minha mulher não soltava minha mão, e depois de uns mojitos a gente foi relaxando e se sentindo muito à vontade com ele. Era muito estranho estar conhecendo alguém que já sabia de todas as nossas fantasias e que já tinha nos visto transando pela webcam.
Conforme fomos Relaxando, a conversa foi direto pras fantasias sexuais, então a excitação começou a crescer rapidamente. Num momento, Nicolás foi ao banheiro e perguntei pra minha mulher como ela estava se sentindo. Ela disse que se sentia estranha, mas excitada. Abracei ela e ela suspirou como se estivesse liberando tensões. Beijei ela suavemente e, acariciando a parte interna da coxa dela, perguntei se ela queria continuar (ela estava com uma saia de tecido bem fino e uma tanga por baixo, que nessa altura já estava encharcada). Ela disse que sim, mas com a condição de parar tudo se se sentisse desconfortável em algum momento.
Logo chegou Nicolás, que com certeza se afastou de propósito pra deixar a gente conversar em particular, e já foi logo propondo avançar com o jogo. A gente respondeu que queria continuar.
Fomos, cada um no seu carro, pro apartamento dele, que ficava a uns quinze minutos de carro do local do encontro. Ao chegar, eu e minha mulher sentamos num sofá bem confortável na sala ampla dele, e Nicolás foi servir uns copos de uísque e colocar uma música suave.
Enquanto isso, comecei a beijar suavemente minha mulher na nuca e a massagear os ombros dela. Ela suspirava por causa da excitação misturada com o nervosismo do momento. Sentei ela no meu colo, comecei a beijá-la com mais paixão e a acariciar de novo a parte interna da coxa, bem devagar.
Nessa hora, levantei o olhar e vi que Nicolás estava nos observando, curtindo o momento. Fiz um sinal com o olhar convidando ele a se aproximar. Ele sentou do nosso lado e também começou a acariciar a Mariana bem suavemente, primeiro o cabelo e o rosto, depois os ombros, até que foi aproximando o rosto e beijou ela na boca. Ela recebeu ele de olhos fechados, soltando um suspiro profundo que mostrava que ela tava curtindo a situação.
Aos poucos, ele começou a beijar e acariciar ela com mais intensidade, puxando ela até que ela ficou sentada no colo dele, abraçando ele e devolvendo os beijos com muita paixão.
Nesse momento, minha As sensações eram uma verdadeira revolução. A excitação que eu sentia era indescritível, mas também sentia uma mistura de ciúmes e admiração diante do abandono da passividade na minha mulher, depois de tanto tempo fantasiando com algo que agora se tornava real. Então dei um gole grande de uísque, que me tirou do torpor, e fiquei observando os dois, muito excitado.
As carícias de Nicolás se intensificaram. Ele agarrava descaradamente a bunda da minha mulher com uma mão, e com a outra amassava os peitos dela sem nenhum pudor, bem na minha cara. Era estranho, porque eu me sentia muito excitado, mas meu pau não reagia; estava flácido, mas completamente molhado.
Minha mulher suspirava com os beijos e as carícias, e se animou a apalpar o volume dele sobre a calça, que sugeria uma ereção considerável do nosso amigo.
A partir daí, tudo foi acontecendo mais rápido. Nicolás começou a despir ela até deixá-la só de fio dental e sutiã, enquanto ela me olhava como se buscasse aprovação para o que estava rolando.
Eu me aproximei e, depois de beijá-la de novo, sussurrei no ouvido dela para aproveitar bastante, que eu estava adorando. Isso foi o estopim para ela tomar a iniciativa e, ajoelhando-se, desabotoou a calça de Nicolás, baixou a cueca dele e puxou um pau duro e bem molhado, muito parecido com o meu em tamanho, embora um pouco mais comprido.
Ela bateu uma punheta nele por um tempo, observando maravilhada o pau que tinha nas mãos, e depois de acariciar as bolas dele, olhou para mim sorrindo, com uma cara de safada, como quem diz: "Então era assim que você queria ver sua mulher?", e começou a lamber, saboreando todo o líquido pré-seminal que molhava o pau de Nicolás.
Ver aquilo me excitou pra caralho, e meu pau reagiu completamente; parecia que ia rasgar a calça de tão duro que ficou. Nicolás acariciava a cabeça de Mariana enquanto ela, abrindo a boca, enfiava até a garganta aquela barra de carne quente, começando um boquete impressionante, colocando muita paixão e fazendo o amante gemer.
Nessa altura, eu já estava Tirei a calça e comecei a me masturbar devagar, curtindo o espetáculo, até que minha mulher tirou a pica da boca, se aproximou e me deu um beijo profundo e bem molhado com gosto de pica, com toda a intenção de que eu sentisse na boca dela o sabor da pica que ela acabara de chupar. Isso deixou os três loucos de tesão, e Nicolás, se aproximando de nós, nos fez ajoelhar e colocou na frente dos nossos narizes a pica dele dura, dizendo que queria nos ver chupando e lambendo a pica dele. Minha mulher agarrou a pica do nosso amigo e, me olhando, disse: "se dá o gosto, se você tá morrendo de vontade de chupar ela". Isso me excitou pra caralho e eu comecei a lamber, sentindo todo o sabor e o cheiro de pica. Nem preciso dizer que amei! Na hora enfiei ela inteira na boca, tentando não arranhar com os dentes, e comecei a mamar aquela pica como se minha vida dependesse disso. Um gemido da minha mulher me fez levantar os olhos pra ver que, enquanto eu engolia a pica do Nicolás, ele aproveitava pra masturbar e beijar apaixonadamente a Mariana, e de vez em quando paravam de se beijar e me olhavam os dois muito excitados, enquanto ele sussurrava coisas no ouvido dela que a faziam rir. Num momento, Nicolás nos convidou pra ir pro quarto dele, onde ele abraçou e beijou minha mulher de novo, acariciando o corpo todo dela, pra depois deitar ela de barriga pra cima e começar a chupar a buceta encharcada dela. Mariana gemia gostoso, segurando a cabeça do Nicolás, e eu me ajeitei como pude e continuei mamando a pica do nosso amante. De repente, ouvi a Mariana pedindo pro Nicolás comer ela, o que não deixou de me surpreender, vendo como minha mulher tomava a iniciativa tão rápido. Então Nicolás me olhou e disse: "Dário, segura bem a pica pra mim, porque vou comer sua esposa." Ao ouvir isso, meu tesão foi tanto que quase gozei sem me tocar. Na hora comecei a mamar ele como um desesperado, enfiando até me engasgar. Quando ela ficou bem dura, eu mesmo coloquei uma camisinha e, depois que o Nicolás se acomodou em cima da minha mulher, guiei o cock dele até a buceta da Mariana.
Nicolás foi enfiando devagar, bem lentamente, enquanto ela gemia dizendo “mmmm, siiiiiiii, que gostoso!!” E ele falava “você gosta, sente ele?”
“Sii” dizia Mariana, “amo seu cock!!”
Aos poucos foram aumentando o ritmo, curtindo uma foda espetacular. Ela abraçava ele, acariciava as costas dele, a bunda, e ele beijava ela sem parar enquanto metia até o fundo!
Eu olhava extasiado como eles fodiam minha amada esposa bem na minha cara, e como ela, que até pouco tempo atrás dizia que não se via com um terceiro entre a gente, gozava igual uma porca sem se segurar.
Ele dizia pra ela, “vou te foder como nunca te foderam, você vai gozar como nunca!”
“Siiii, me fode toda, me dá todo esse cock lindo que você tem!!” respondia minha esposa.
Ficaram mais um tempo fodendo nessa posição até que ela quis montar nele (a posição favorita dela). Quando se separaram pra trocar de posição, eu tirei a camisinha do Nicolás, chupei ele de novo por um tempo, depois coloquei outra e ele se ajeitou pra minha mulher montar.
Retribuí a gentileza pra Mariana e dei um beijo nela com gosto de cock do Nicolás, e perguntei se ela gostava de foder com outro na minha frente. Ela curtiu o joguinho e me disse, “amo, adoro como o Nicolás me fode, e você gosta de ver como fodem sua mulherzinha? Como eu aproveito com o cock de outro?” Isso ela dizia enquanto cavalgava nosso amante, acariciando os braços dele e levando as mãos dele até os peitos dela.
“Siii! Amo”, respondi muito excitado e surpreso com a iniciativa da minha esposa no jogo. “gosto de ver como esse cock desaparece na sua buceta, e gosto que você me conte como aproveita”
Nicolás também entrou na conversa, “então você gosta que eu foda sua mulher? não sabe como tô aproveitando ela, como ela se mexe bem”, “essa mulher merece mais de um cock” “Depois da foda Que hoje ele te coma, você vai viver pedindo pra provar meu pau de novo, não é, Mariana?"
"Siiiiim", disse ela à beira do orgasmo, "quero que me coma sempre, que me encha de pau! Me come bem que meu marido gosta!" E dizendo isso, gozou no orgasmo mais longo e intenso que eu já tinha visto nela.
Depois de se recuperar, mudaram de posição, minha mulher ficou de quatro e ele a penetrou por trás. Antes de começar o vai e vem, Nicolás me disse: "Darío, não traz algo gelado pra beber da geladeira?"
Eu, meio desconcertado, aceitei o pedido por cortesia, já que não estava nos meus planos deixar minha mulher sozinha com um macho comendo ela como um touro no cio.
A cozinha ficava no térreo, então tive que descer as escadas e atravessar a sala de estar até a geladeira. Enquanto procurava uma garrafa de champanhe, comecei a ouvir o barulho da pélvis dele batendo na bunda da minha mulher. Entre os gemidos dela e o som da fodida, dava pra ouvir Nicolás falando com ela, e ela, como podia, respondia, embora não desse pra distinguir o que diziam de onde eu estava. Mas o que é certo é que a conversa excitava muito a Mariana, porque ela começou a gritar de prazer, coisa que nunca tinha feito comigo.
Isso me causou um tesão do caralho e eu me demorei de propósito pra subir com as taças. Quando cheguei, a cena que vi correspondia aos sons que ouvia lá de baixo. Minha mulher estava vermelha, com o rosto desfigurado de prazer e me olhava como se quisesse disfarçar o tesão que tava sentindo. O olhar dela tinha um brilho que exalava sensualidade e putaria.
De repente, Nicolás fez um sinal pra eu me aproximar e me disse no ouvido que queria comer o cu da minha mulher, mas queria que eu pedisse pra ela em voz alta.
Novamente fiquei desconcertado com o pedido do nosso amigo, mas diante da impossibilidade de negar que a brincadeira tava me deixando cada vez mais excitado, com um tesão incrível, falei pra Mariana: "Meu amor, quero que você dê o cu pra ele. Booty para o Nicolás
Ela me olhava excitada e espantada, como se não acreditasse no nível de submissão que eu tava mostrando com nosso amante. Aí, entrando no jogo e aumentando a sacanagem da situação, ela falou: "Você tá disposto a deixar ele arrebentar a buceta da sua mulher na sua cara?"
"Sim", respondi, "quero ver isso."
"Beleza", disse ela, colocando a bunda pra cima e se oferecendo pro Nicolás, "é todo seu, mas vai com calma. Já que meu maridinho curte, eu te ofereço minha Booty pra você aproveitar." E me olhando com cara de safada, falou: "Você olha bem como eu vou arrebentar a buceta da sua mulher."
"Viu?" disse o Nicolás pra minha mulher, "te falei que ele não só aceitaria, como ia pedir." Eu de novo fiquei sem reação com o lugar que o Nicolás me colocava, mas deixava rolar, sabendo que curtia pra caralho essas humilhações leves naquele contexto. Isso me fez pensar em quantas outras coisas eles tinham combinado nas minhas costas.
Antes do encontro, numa conversa online entre eu e o Nicolás, ele disse que curtia muito o jogo de humilhar o marido tratando ele de corno submisso. Eu falei que não aguentaria ele me chamar de corno na frente da minha mulher, e que o jogo de submissão eu tolerava, desde que não fosse humilhante nem grosseiro, nem com ela nem comigo. Isso incluía o pedido claro da minha mulher de que ela não gosta nada de ser chamada de puta, mesmo que se comportasse assim; isso causava uma rejeição enorme nela.
Resumindo, a ideia do encontro era ele agir como o amante dos dois, com um toque de submissão no jogo.
O Nicolás se virava muito bem nesse limite combinado, porque tinha muita experiência com casais, e até aos poucos ia passando do combinado, com tanta delicadeza que nem eu nem minha mulher queríamos parar ele. Nosso amigo brincava com nossos limites, como testando até onde a gente aguentava, e eu curtia a adrenalina que isso me dava. provocava aquele jogo do qual eu já não sabia se conseguiria controlar ou parar, e pelo que eu via, minha mulher também.
Voltando ao encontro, minha mulher se acomodou com a cabeça sobre os braços, no travesseiro, e levantou a bunda pra cima, abrindo bem as pernas.
Nicolás contemplava a bunda da minha mulher enquanto acariciava lentamente suas nádegas. Sem pressa, foi se aproximando do buraco dela, inspirou fundo pelo nariz para sentir o aroma, e começou a lamber aquele buraco gostoso que eu conhecia tão bem, e do qual tantas vezes tinha aproveitado do mesmo jeito. Mas agora era outro homem que curtia aquela parte tão íntima da minha mulher, era outro que estava prestes a gozar aquela bunda que Mariana guardava como se fosse um tesouro, e que só em ocasiões muito especiais me deixava aproveitar. No primeiro encontro com Nicolás, minha amada esposa entregava tudo o que a mim tinha deixado aproveitar aos poucos e ao longo dos anos.
Ela não conseguiu evitar um suspiro forte quando a língua de Nicolás começou a explorar seu buraco apertado. Ele intercalava as lambidas entre a bunda pulsante e a buceta molhada da minha mulher. De vez em quando, se afastava dela e amassava suas nádegas, separando-as bem, e me mostrando como tinha a bunda dela à disposição.
Em seguida, me pediu para alcançar o lubrificante, e para chupar ela um pouco enquanto ele se dedicava a dilatar o cu da minha esposa.
Eu, naquela altura, respondia cegamente a tudo o que ele pedia, como se fosse o assistente do macho que estava prestes a arrebentar o cu da minha mulher, porque me sentia extasiado com aquele jogo. Naquela altura, a buceta dela tinha perdido um pouco da firmeza, então me dediquei a lamber e chupar ela bem até que aos poucos foi recuperando a rigidez, e sentindo um prazer profundo em assumir o papel de corno submisso.
Quando ele dilatou bem o cu da minha mulher, me pediu para colocar outra camisinha e lentamente começou a penetrar o cu dela. Minha mulher sempre teve boa dilatação no cu, então uma Assim que a cabeça entra, ela engole tudo até o fundo, exatamente como fez dessa vez, como é de costume nela, só que quando Nicolás percebeu que ela mesma empurrava a bunda até bater nos ovos dele, quase gozou de tanta tesão que isso causou.
"Mas que foxy que a gente tem aqui!" Disse Nicolás, totalmente fora de si de tesão, "essa bunda foi feita pra receber pica, e vou meter até ela se cansar", enquanto enfiava e tirava a pica dele lenta mas profundamente, aumentando o ritmo conforme minha mulher ia se adaptando à foda!
"Que bunda gostosa a da sua esposa!" Nicolás me dizia enquanto aumentava devagar o ritmo da foda. "Você não sabe o quanto eu tô gozando dando pica no cu da sua mulherzinha."
Os comentários do Nicolás me levavam a um nível de excitação inacreditável, a ponto de eu só querer que ele continuasse falando daquele jeito enquanto comia a Mariana.
Como pude, me acomodei debaixo da minha mulher, com a boca debaixo da buceta dela, escorrendo de tesão. Assim eu podia saborear a excitação dela e tinha um close exclusivo da pica do Nicolás perfurando o cu dilatado da minha amada esposa. Ela, enquanto isso, gemia sem parar, se masturbando e chupando minha pica quando as investidas do Nicolás permitiam, e estimulando o clitóris com a mão livre.
Ficamos nessa posição por um bom tempo até a Mariana começar a gemer e gritar cada vez mais alto, explodindo de novo num orgasmo que deixou ela exausta. Na hora, Nicolás avisou que ia gozar e pediu pra gente se ajoelhar os dois pra receber o gozo dele.
Imediatamente obedecemos ao pedido dele, e enquanto ele se masturbava a centímetros das nossas caras, começou a gozar, jorrando uma quantidade enorme de porra, encharcando a gente, e alternando os jatos de leite entre nossas bocas e os peitos da Mariana. A gente imediatamente começou a se beijar apaixonadamente e lamber as caras um do outro enquanto saboreávamos o gozo dele, até não sobrar nada nos nossos rostos. Eu Me agachei até os peitos dela e limpei o que tinha sobrado. No final, Nicolás me perguntou: "Quer limpar a pica?" Imediatamente comecei a lamber e chupar aquela pica já meio mole, limpando até o último resto de porra, enquanto ele, com um tesão do caralho, dizia: "Isso, isso mesmo, limpa direitinho com a boca a pica que acabou de arrebentar o cu da sua mulher." E enquanto eu continuava limpando e adorando satisfazer ele, os dois se agarraram num beijo apaixonado até ficarem exaustos na cama. Fim da primeira parte……..
Essa é a primeira história que publico, então vou adorar os comentários sobre ela!
19 comentários - Assumindo meu papel de corno
Cuando quieras me la mamas y me prestas a tu mujer, que te la dejo bien contenta.