Olá! Boa tarde! De novo, vou deixar um conto de um site que eu gosto muito.
Saudações e espero que gostem:
Fui pra festa com minhas amigas e já tava com o plano de buscar diversão, vocês sabem do que eu tô falando, mas depois de umas danças, uns amassos, umas esfregadas e tal, não achei ninguém que me convencesse e resolvi ir pra casa. Depois de me despedir das minhas amigas, saí da balada pra pegar um táxi e decidi que ali seria o momento de encontrar o que eu queria. Quando saí, tinha 5 taxistas: um jovem, dois velhinhos e dois entre 30 e 45 anos. Quando saí, eles ficaram me olhando porque eu tava vestida com uma saia justinha preta e uma blusa preta também, com meus saltos altos pretos, por baixo uma calcinha fio-dental preta e um sutiã roxo. Dessa vez por causa da festa, não por ser putinha... Bom, também, kkk. Todos estavam nos seus táxis esperando passageiro e, pensando em vocês, fui com um dos velhinhos porque sabia que se fosse com um dos jovens, eles cairiam fácil no meu jogo e eu não ia me divertir. O senhor já devia ter uns 60 anos e parecia bem velho, como se nem se cuidasse mais, só trabalhava pra comer mais um dia e não pra se divertir. Do mesmo jeito, parecia muito respeitoso e isso me excitou ainda mais. Ele viu que eu entrei no táxi pela porta da frente, como se estivesse bêbada, não disse nada e entrou também. Me perguntou pra onde me levar e eu dei o endereço da minha casa.
No caminho, ele tava dirigindo e eu fingia que tava dormindo. De repente, comecei a reclamar do calor e resolvi levantar um pouco a saia pra mostrar mais as pernas, kkk. O senhor não disse nada. Enfiei a mão por baixo da saia e toquei na minha buceta como se tivesse procurando alguma coisa, mas só mexia na calcinha esperando uma reação dele. E foi o que aconteceu: ele se distraiu um pouco e olhou, mas só de leve porque o carro desviou, kkk. Tirei a mão e cheirei, porque tinha que entrar no papel de bêbada, hehe. E falei:
— Ai! Que estranho, isso parece suor.
Já tava toda molhada. Do mesmo jeito... Fiz de conta que tinha dormido. O senhor olhava cada vez mais pras minhas pernas, toda vez que trocava a marcha errava e não esticava muito a mão pra pegar o câmbio com medo de me tocar. Ele diminuiu a velocidade, esperava até onde minha embriaguez ia e eu continuei... De novo reclamei do calor e comecei a levantar minha blusa até deixar meus peitos de fora, claro com um sutiã roxo escuro hehe, algo elegante. A respiração do senhor começou a ficar ofegante:
– O que a senhora acha? Tá um calorão, né? Olha como eu suo, tô com o peito todo molhado.
– É sim, senhorita, o calor hoje tá forte e ainda tá aumentando um pouco hehe.
Eu sabia que já tava conseguindo o que queria e resolvi começar o contato com algo inocente.
– Ei, me ensina a dirigir? É que nunca fiz isso e sempre quis saber como é trocar uma marcha – com uma cara de inocente.
– E você quer fazer isso agora, mocinha?
– Se o senhor deixar, claro – dando um sorrisinho.
– Tá bem, pequena, põe a mão no câmbio que eu vou te falar quando trocar – falando isso enquanto reduzia a velocidade.
O que eu fiz foi com a maior intenção de deixar ele mais nervoso do que já tava. Levantei minha mão e movi ela na direção do câmbio, mas minha meta não era pegar ele, e peguei na perna dele e acariciei, aproximando minha mão do volume dele e falei:
– Ai! Que vergonha, me desculpa – enquanto já trocava minha mão pro câmbio de verdade hehe.
– N-não se preocupa, linda, acontece – ele falou isso todo nervoso.
Ele colocou a mão dele na minha e disse:
– Agora vamos trocar as marchas juntos, não deixa o braço duro pra gente conseguir.
– Ok.
Bem empolgada, começamos a fazer essas trocas. Depois de um tempo ele já tinha me soltado e eu reclamei do calor de novo...
– Ai! Esse calor não passa!
Enquanto abaixava meu sutiã, deixando meus peitos à mostra e arrumando eles pra deixar ainda mais excitante. O senhor só ficou um tempão Olhar na estrada já não importava mais pra ela. Aí eu resolvi partir pra outra fase pra tudo começar:
— Olha como eu suo! — peguei a mão dele e levei até um dos meus peitos — Tô suando demais, né? Acho que não é normal.
O senhor só ficou calado, mais nervoso do que já tava. Parece que, sem perceber, enquanto a mão dele tava no meu peito, ele apertou, igual quando a gente escolhe fruta. Eu sabia que já tava no papo e que agora vinha a parte boa.
— Ah, menina! Cê tá quente mesmo, isso não é normal.
— Né não? Olha — agora levei a mão dele pra parte de dentro das minhas coxas — tô suando muito por causa do calor. Olha! O senhor também já tá suando.
O senhor ficou perplexo, não sabia mais o que dizer. Soltei a mão dele e coloquei a minha na perna dele, bem perto do volume.
— E o senhor também tá quente, dá pra sentir bem. Por que não abre um pouco?
Abri o zíper da calça dele pra ver o pau, tava dormindo, rsrs. O senhor ficou ainda mais nervoso.
— Melhorou? É que olha como tá quente aqui.
Enquanto falava isso, eu tava com o pau dele na mão, querendo bater uma punheta, e ele só se descontrolava mais no volante. O carro tava meio que engasgando, porque a mão dele ainda tava nas minhas coxas e ele nem trocava a marcha. Eu me dediquei a bater uma punheta, tirava a cabecinha pra acariciar com os dedos, já tava com líquido e dava pra sentir uma babinha, rsrs, era uma delícia. A punheta que eu batia era devagar pra ele não gozar cedo, até porque o pau dele ainda não tinha subido de vez, já que ele era véio. Passei as mãos de novo no líquido que saía dele e levei pros meus peitos, passei como se fosse um creme. O senhor esquentou mais um pouco, porque suava pra caralho. Depois de um tempo batendo punheta e puxando meus bicos, a gente entrou no estacionamento de um supermercado. Ele estacionou o carro no meio e desligou o motor. Eu já tava muito quente de tanto brincar. Ele virou e me olhou daquele jeito... de repente, do nada, ele se jogou nos meus peitos pra lamber e morder. Mordia um, acariciava o outro, e assim foi alternando. Eu só segurava o pau dele, mal dava pra alcançar enquanto continuava a punheta dele.
A gente percebeu que a alavanca de câmbio atrapalhava e mudamos pro banco de trás. Saí do carro pra trocar de lugar do jeito que tava, com a saia na metade da bunda e os peitos de fora. O vento soprou e deixou meus bicos mais duros, e me excitou ainda mais saber que talvez alguém tivesse visto. Já dentro do carro, tirei a calça do senhor, deixando o pau dele à mostra. Era lindo de ver, de bom tamanho, e me excita muito quando tão "dormindo". O senhor sentou de lado, a gente tinha empurrado o banco da frente pra deixar espaço atrás, e eu me ajoelhei. Peguei aquele pedaço de carne mole entre minhas mãos e passei minha língua da base até a cabeça, bem devagar. Ele só gemeu, e isso me deixou louca. Depois comecei a subir e descer com a mão naquela carne, fazendo uma punheta enquanto beijava os ovo dele, lambia, chupava. Eles me encantavam porque já estavam bem caídos e a pele era bem morena, e eu adoro paus de pele escura, hehe. Até prefiro um negão, nunca transei com um, mas é uma das minhas fantasias.
Voltando ao assunto, com essa combinação, o pau dele começou a ganhar forma e ficar um pouco duro. Aí sim, comecei a brincar com o bichinho e enfiei ele inteiro na boca, esperando sentir ele endurecer. O senhor fazia como quando a gente tenta contrair ou endurecer um músculo, eu sentia o pau dele engrossar um pouco na boca, algo muito excitante. Olhei nos olhos dele, e ele tava curtindo demais, totalmente recostado, de olhos fechados e gemendo. Tirei o pau dele e passei meus lábios por um dos lados, chupando a saliva que escorria cada vez que eu enfiava o pau todo e engasgava. Então ele disse:
— Minha menina, levanta que agora quero te aproveitar. Levanto do chão do carro e me sentei no banco, e ele começou a lamber meus peitos enquanto enfiava a mão entre minhas pernas para apertar e brincar com os dedos no meu clitóris. Ele mordia meus mamilos, e eu adorava aquilo, me deixa louca quando mordem forte. Na buceta, ele acariciava sem enfiar os dedos ainda, e isso me excitava ainda mais. Quando viu que eu já estava super molhada, me deitou no banco, levantou minhas pernas de um jeito que meus saltos tocassem o teto do carro, tirou minha calcinha fio dental e a saia. Com a calcinha, fez uma tirinha, enrolou nos dedos e enfiou na minha buceta de forma brusca, arrancando um gemido forte de mim, tentando molhar a calcinha toda. Depois que conseguiu, disse:
— Minha pequena, vou te deixar em casa, mas sem isso (a calcinha). Vou guardar para sempre para pensar em você.
Jogou a calcinha no painel do carro e se ajeitou para lamber minha buceta. Como já disse, eu estava deitada, com os saltos tocando o teto do carro, deixando minha buceta exposta e minha bunda também à mercê dele para lamber tudo. Ele tirou a calça e a cueca, e finalmente vi o pênis dele completo: media uns 20 cm e era bem grosso, e ainda estava meia-bomba, porque ele já era velho. O senhor começou a chupar minha buceta, e eu amava aquilo, pois ele colocou minhas pernas sobre os ombros dele e lambia com delicadeza, me fazendo tremer pela suavidade com que fazia. Em uma dessas, ele usou os dedos para separar meus lábios da buceta e enfiou a língua o mais fundo que conseguiu, me dando o primeiro orgasmo e fazendo eu pisar no teto pela sensação que me causou. Para evitar que eu me mexesse, ele me segurou pelos peitos e tentou impedir o movimento, o que me deixava ainda mais molhada, porque eu não conseguia escapar das lambidas que ele dava. Minha buceta não estava totalmente depilada, tinha uma pequena linha de pelos sobre ela, e ele começou a chupá-los porque já estavam molhadinhos. Adorei! E depois senti um dos dedos dele acariciando meu cu, passou dois dedos e enfiou devagar, devagar, e continua mexendo. A língua dele na minha buceta, isso foi maravilhoso!!!! Meu cuzinho tava doendo pra caralho, mas a língua dele distraía essa dor, era incrível com a língua dele. Depois de ainda me manter naquela posição, ele se levantou e aproximou os quadris dos meus, e colocou minhas pernas apoiadas no peito dele, mas deixando minha buceta já toda inchada à mostra. E foi aí que ele quis começar a meter o pau dele, penou um pouco porque ainda não tava totalmente duro e então disse:
- Vamos, gostosa, abre suas pernas, apoia elas nos bancos pra sua buceta não ficar tão apertada, porque senão meu pau não vai entrar, amor.
- Tá bom, senhor - eu dizia gemendo - tenta agora, mas mete logo.
- Calma, bebê, lembra que sou velho e não vou conseguir me mexer tão rápido quanto você quer.
Ele começou a meter o pau dele agora com mais facilidade, eu sentia o tamanhão que era dentro da minha buceta e isso me molhou ainda mais. Quando enfiou tudo, começou o vai e vem, era uma sensação linda daquele pau duro na minha buceta já inchada, me estiquei um pouco e puxei o senhor pelo pescoço, trazendo ele pra perto pra beijar, tava muito quente e enquanto ele me penetrava eu beijava ele, dava beijos de língua, não ligava pra mais nada, eu tava morrendo de vontade de sentir mais! Quando achei que o pau dele já tava duro o suficiente, ele se levantou e, na mesma velocidade lenta, quis me surpreender e meio que tirava o pau, com os braços pegou cada uma das minhas pernas e metia com força, isso me causou uma dor muito excitante por causa do pau enorme dele, que eu sentia entrando nas minhas entranhas, quando ele fazia esses movimentos conseguiu arrancar mais de um orgasmo de mim. Eu, por causa dos orgasmos que sentia, comecei a sentir dor nos pés porque queria arqueá-los e pedi pra ele tirar meus saltos. Ele desabotoou, quando tirou disse:
- Que par de pés lindos, minha princesa.
Me deu uma lambida, isso causou uma sensação de cócegas que me deixou muito excitada. Continuou com os movimentos dele, os vidros já estavam embaçados de tanto calor que a gente provocou. O senhor criou coragem pra me dar de novo. as investidas, dessa vez eu me soltei de vez e me agarrei na porta que estava acima da minha cabeça, tava doendo demais. Coloquei minhas pernas enlaçando ele e numa dessas investidas ele fez eu ter um orgasmo forte, estiquei as pernas e bati no vidro, e meu pé ficou marcado na janela por causa do vapor. Ver aquela marca me fez lembrar que eu tava fazendo aquilo num táxi onde qualquer um podia nos ver. Depois disso, decidi que era eu quem ia ditar o ritmo, mandei ele parar. Ajeitei ele pra sentar no banco e montei em cima, mas antes de me penetrar ele tirou minha blusa e eu dei um beijo nele. Ele me deixou só de sutiã e resolveu beijar meus peitos, na hora eu me senti muito gostosa, a excitação era demais. Aí tive uma ideia melhor, fiquei de quatro no banco e mandei ele meter assim, eu fiz ele esperar pra colocar um dedo no meu cu, isso me deixava louca demais quando eram paus grandes, o pau na buceta e o dedo no meu cu. Ele começou a enfiar o pinto na minha buceta ainda inchada de tanta excitação, isso fazia eu sentir mais como ele entrava devagar e aos poucos, aquele pau enorme, eu apertava minhas pernas pra sentir mais e mais como nossos sexos gozavam, o dele me penetrando e o meu sendo penetrado. Depois que tava dentro, eu comecei a me mexer pra caralho, queria que os movimentos fossem fortes, como se quisesse sentir a cada movimento o pau dele mais fundo. Quando de repente a gente vê uma luz aparecendo do lado de fora do carro, parecia a de um celular, eram uns caras! Que começaram a gritar:
- Olha olha! Tão fodendo naquele táxi!
- Uauuu economizou uma grana hein sua puta! Haha.
Eu fiquei com vergonha, mesmo não dando pra ver direito por causa do vapor nos vidros, pedi pro taxista parar. E ele disse:
- Haha ai mocinha, não vou parar não, aliás, vou limpar os vidros pra eles verem que eu tô comendo.
- Não pelo amor de Deus! Ahh!...
E foi o que ele fez. Limpou as janelas e os caras só gritaram de empolgação e falaram:
- Uaaau! Vai vovô! Mete no cu dela! Arrebenta essa puta, olha como ela empina a bunda.
Eu tava apoiada nos meus braços, porque não queria que vissem meu rosto, e assim, mostrava mais ainda minha buceta.
Nisso, o senhor cuspiu no meu cu e começou a massagear enquanto me dava umas porradas fortes. Os caras lá fora estavam tirando fotos, eu via pelo flash dos celulares. De repente, o senhor enfiou o dedo de uma vez no meu cu, doeu pra caralho.
— Uouuuu, vô! Cê é meu ídolo, hahaha...
Aí os caras foram embora depois de verem ele enfiar o dedo, foram rindo ainda. O senhor falou:
— Você se salvou, gostosa, por um momento pensei em abrir a porta pra eles verem o que cê tava fazendo, hahaha.
Preferi ficar quieta. Parei ele e pedi pra ele sentar de novo. Dessa vez, primeiro dei um beijo no pau dele e depois montei, abracei o pescoço dele e comecei a pular, num vai e vem bem rápido, parava quando tinha um orgasmo e ia mais devagar. Me movi pra trás e me enfiei entre os dois bancos da frente pra me mexer mais rápido, quando de repente o senhor falou:
— Tira, minha filha, que eu vou gozar.
Tirei o pau dele e sentei nas pernas dele, e ele começou a se masturbar apontando pra minha barriga, e gozou, com muita força, mesmo apontando pro meu abdômen, o esperma dele chegou no meu rosto e os poucos pelos da minha buceta ficaram cheios, amei aquilo. Peguei o pau dele e fiquei mexendo pra cima e pra baixo, ainda saía porra. Desmontei e comecei a chupar o pau dele pra limpar. Ele mandou eu me vestir porque já tinha demorado demais. Peguei minha blusa, saia e a calcinha fio dental, tentei pegar mas ele proibiu, disse que ia levar. Coloquei o resto da roupa e meus saltos que já estavam jogados por ali. Senti minha buceta bem rosada e o cu muito dolorido por causa daquela vez de adrenalina que ele quis se exibir pros caras. Ele me deixou em casa e não cobrou nada.
Saudações e espero que gostem:
Fui pra festa com minhas amigas e já tava com o plano de buscar diversão, vocês sabem do que eu tô falando, mas depois de umas danças, uns amassos, umas esfregadas e tal, não achei ninguém que me convencesse e resolvi ir pra casa. Depois de me despedir das minhas amigas, saí da balada pra pegar um táxi e decidi que ali seria o momento de encontrar o que eu queria. Quando saí, tinha 5 taxistas: um jovem, dois velhinhos e dois entre 30 e 45 anos. Quando saí, eles ficaram me olhando porque eu tava vestida com uma saia justinha preta e uma blusa preta também, com meus saltos altos pretos, por baixo uma calcinha fio-dental preta e um sutiã roxo. Dessa vez por causa da festa, não por ser putinha... Bom, também, kkk. Todos estavam nos seus táxis esperando passageiro e, pensando em vocês, fui com um dos velhinhos porque sabia que se fosse com um dos jovens, eles cairiam fácil no meu jogo e eu não ia me divertir. O senhor já devia ter uns 60 anos e parecia bem velho, como se nem se cuidasse mais, só trabalhava pra comer mais um dia e não pra se divertir. Do mesmo jeito, parecia muito respeitoso e isso me excitou ainda mais. Ele viu que eu entrei no táxi pela porta da frente, como se estivesse bêbada, não disse nada e entrou também. Me perguntou pra onde me levar e eu dei o endereço da minha casa.
No caminho, ele tava dirigindo e eu fingia que tava dormindo. De repente, comecei a reclamar do calor e resolvi levantar um pouco a saia pra mostrar mais as pernas, kkk. O senhor não disse nada. Enfiei a mão por baixo da saia e toquei na minha buceta como se tivesse procurando alguma coisa, mas só mexia na calcinha esperando uma reação dele. E foi o que aconteceu: ele se distraiu um pouco e olhou, mas só de leve porque o carro desviou, kkk. Tirei a mão e cheirei, porque tinha que entrar no papel de bêbada, hehe. E falei:
— Ai! Que estranho, isso parece suor.
Já tava toda molhada. Do mesmo jeito... Fiz de conta que tinha dormido. O senhor olhava cada vez mais pras minhas pernas, toda vez que trocava a marcha errava e não esticava muito a mão pra pegar o câmbio com medo de me tocar. Ele diminuiu a velocidade, esperava até onde minha embriaguez ia e eu continuei... De novo reclamei do calor e comecei a levantar minha blusa até deixar meus peitos de fora, claro com um sutiã roxo escuro hehe, algo elegante. A respiração do senhor começou a ficar ofegante:
– O que a senhora acha? Tá um calorão, né? Olha como eu suo, tô com o peito todo molhado.
– É sim, senhorita, o calor hoje tá forte e ainda tá aumentando um pouco hehe.
Eu sabia que já tava conseguindo o que queria e resolvi começar o contato com algo inocente.
– Ei, me ensina a dirigir? É que nunca fiz isso e sempre quis saber como é trocar uma marcha – com uma cara de inocente.
– E você quer fazer isso agora, mocinha?
– Se o senhor deixar, claro – dando um sorrisinho.
– Tá bem, pequena, põe a mão no câmbio que eu vou te falar quando trocar – falando isso enquanto reduzia a velocidade.
O que eu fiz foi com a maior intenção de deixar ele mais nervoso do que já tava. Levantei minha mão e movi ela na direção do câmbio, mas minha meta não era pegar ele, e peguei na perna dele e acariciei, aproximando minha mão do volume dele e falei:
– Ai! Que vergonha, me desculpa – enquanto já trocava minha mão pro câmbio de verdade hehe.
– N-não se preocupa, linda, acontece – ele falou isso todo nervoso.
Ele colocou a mão dele na minha e disse:
– Agora vamos trocar as marchas juntos, não deixa o braço duro pra gente conseguir.
– Ok.
Bem empolgada, começamos a fazer essas trocas. Depois de um tempo ele já tinha me soltado e eu reclamei do calor de novo...
– Ai! Esse calor não passa!
Enquanto abaixava meu sutiã, deixando meus peitos à mostra e arrumando eles pra deixar ainda mais excitante. O senhor só ficou um tempão Olhar na estrada já não importava mais pra ela. Aí eu resolvi partir pra outra fase pra tudo começar:
— Olha como eu suo! — peguei a mão dele e levei até um dos meus peitos — Tô suando demais, né? Acho que não é normal.
O senhor só ficou calado, mais nervoso do que já tava. Parece que, sem perceber, enquanto a mão dele tava no meu peito, ele apertou, igual quando a gente escolhe fruta. Eu sabia que já tava no papo e que agora vinha a parte boa.
— Ah, menina! Cê tá quente mesmo, isso não é normal.
— Né não? Olha — agora levei a mão dele pra parte de dentro das minhas coxas — tô suando muito por causa do calor. Olha! O senhor também já tá suando.
O senhor ficou perplexo, não sabia mais o que dizer. Soltei a mão dele e coloquei a minha na perna dele, bem perto do volume.
— E o senhor também tá quente, dá pra sentir bem. Por que não abre um pouco?
Abri o zíper da calça dele pra ver o pau, tava dormindo, rsrs. O senhor ficou ainda mais nervoso.
— Melhorou? É que olha como tá quente aqui.
Enquanto falava isso, eu tava com o pau dele na mão, querendo bater uma punheta, e ele só se descontrolava mais no volante. O carro tava meio que engasgando, porque a mão dele ainda tava nas minhas coxas e ele nem trocava a marcha. Eu me dediquei a bater uma punheta, tirava a cabecinha pra acariciar com os dedos, já tava com líquido e dava pra sentir uma babinha, rsrs, era uma delícia. A punheta que eu batia era devagar pra ele não gozar cedo, até porque o pau dele ainda não tinha subido de vez, já que ele era véio. Passei as mãos de novo no líquido que saía dele e levei pros meus peitos, passei como se fosse um creme. O senhor esquentou mais um pouco, porque suava pra caralho. Depois de um tempo batendo punheta e puxando meus bicos, a gente entrou no estacionamento de um supermercado. Ele estacionou o carro no meio e desligou o motor. Eu já tava muito quente de tanto brincar. Ele virou e me olhou daquele jeito... de repente, do nada, ele se jogou nos meus peitos pra lamber e morder. Mordia um, acariciava o outro, e assim foi alternando. Eu só segurava o pau dele, mal dava pra alcançar enquanto continuava a punheta dele.
A gente percebeu que a alavanca de câmbio atrapalhava e mudamos pro banco de trás. Saí do carro pra trocar de lugar do jeito que tava, com a saia na metade da bunda e os peitos de fora. O vento soprou e deixou meus bicos mais duros, e me excitou ainda mais saber que talvez alguém tivesse visto. Já dentro do carro, tirei a calça do senhor, deixando o pau dele à mostra. Era lindo de ver, de bom tamanho, e me excita muito quando tão "dormindo". O senhor sentou de lado, a gente tinha empurrado o banco da frente pra deixar espaço atrás, e eu me ajoelhei. Peguei aquele pedaço de carne mole entre minhas mãos e passei minha língua da base até a cabeça, bem devagar. Ele só gemeu, e isso me deixou louca. Depois comecei a subir e descer com a mão naquela carne, fazendo uma punheta enquanto beijava os ovo dele, lambia, chupava. Eles me encantavam porque já estavam bem caídos e a pele era bem morena, e eu adoro paus de pele escura, hehe. Até prefiro um negão, nunca transei com um, mas é uma das minhas fantasias.
Voltando ao assunto, com essa combinação, o pau dele começou a ganhar forma e ficar um pouco duro. Aí sim, comecei a brincar com o bichinho e enfiei ele inteiro na boca, esperando sentir ele endurecer. O senhor fazia como quando a gente tenta contrair ou endurecer um músculo, eu sentia o pau dele engrossar um pouco na boca, algo muito excitante. Olhei nos olhos dele, e ele tava curtindo demais, totalmente recostado, de olhos fechados e gemendo. Tirei o pau dele e passei meus lábios por um dos lados, chupando a saliva que escorria cada vez que eu enfiava o pau todo e engasgava. Então ele disse:
— Minha menina, levanta que agora quero te aproveitar. Levanto do chão do carro e me sentei no banco, e ele começou a lamber meus peitos enquanto enfiava a mão entre minhas pernas para apertar e brincar com os dedos no meu clitóris. Ele mordia meus mamilos, e eu adorava aquilo, me deixa louca quando mordem forte. Na buceta, ele acariciava sem enfiar os dedos ainda, e isso me excitava ainda mais. Quando viu que eu já estava super molhada, me deitou no banco, levantou minhas pernas de um jeito que meus saltos tocassem o teto do carro, tirou minha calcinha fio dental e a saia. Com a calcinha, fez uma tirinha, enrolou nos dedos e enfiou na minha buceta de forma brusca, arrancando um gemido forte de mim, tentando molhar a calcinha toda. Depois que conseguiu, disse:
— Minha pequena, vou te deixar em casa, mas sem isso (a calcinha). Vou guardar para sempre para pensar em você.
Jogou a calcinha no painel do carro e se ajeitou para lamber minha buceta. Como já disse, eu estava deitada, com os saltos tocando o teto do carro, deixando minha buceta exposta e minha bunda também à mercê dele para lamber tudo. Ele tirou a calça e a cueca, e finalmente vi o pênis dele completo: media uns 20 cm e era bem grosso, e ainda estava meia-bomba, porque ele já era velho. O senhor começou a chupar minha buceta, e eu amava aquilo, pois ele colocou minhas pernas sobre os ombros dele e lambia com delicadeza, me fazendo tremer pela suavidade com que fazia. Em uma dessas, ele usou os dedos para separar meus lábios da buceta e enfiou a língua o mais fundo que conseguiu, me dando o primeiro orgasmo e fazendo eu pisar no teto pela sensação que me causou. Para evitar que eu me mexesse, ele me segurou pelos peitos e tentou impedir o movimento, o que me deixava ainda mais molhada, porque eu não conseguia escapar das lambidas que ele dava. Minha buceta não estava totalmente depilada, tinha uma pequena linha de pelos sobre ela, e ele começou a chupá-los porque já estavam molhadinhos. Adorei! E depois senti um dos dedos dele acariciando meu cu, passou dois dedos e enfiou devagar, devagar, e continua mexendo. A língua dele na minha buceta, isso foi maravilhoso!!!! Meu cuzinho tava doendo pra caralho, mas a língua dele distraía essa dor, era incrível com a língua dele. Depois de ainda me manter naquela posição, ele se levantou e aproximou os quadris dos meus, e colocou minhas pernas apoiadas no peito dele, mas deixando minha buceta já toda inchada à mostra. E foi aí que ele quis começar a meter o pau dele, penou um pouco porque ainda não tava totalmente duro e então disse:
- Vamos, gostosa, abre suas pernas, apoia elas nos bancos pra sua buceta não ficar tão apertada, porque senão meu pau não vai entrar, amor.
- Tá bom, senhor - eu dizia gemendo - tenta agora, mas mete logo.
- Calma, bebê, lembra que sou velho e não vou conseguir me mexer tão rápido quanto você quer.
Ele começou a meter o pau dele agora com mais facilidade, eu sentia o tamanhão que era dentro da minha buceta e isso me molhou ainda mais. Quando enfiou tudo, começou o vai e vem, era uma sensação linda daquele pau duro na minha buceta já inchada, me estiquei um pouco e puxei o senhor pelo pescoço, trazendo ele pra perto pra beijar, tava muito quente e enquanto ele me penetrava eu beijava ele, dava beijos de língua, não ligava pra mais nada, eu tava morrendo de vontade de sentir mais! Quando achei que o pau dele já tava duro o suficiente, ele se levantou e, na mesma velocidade lenta, quis me surpreender e meio que tirava o pau, com os braços pegou cada uma das minhas pernas e metia com força, isso me causou uma dor muito excitante por causa do pau enorme dele, que eu sentia entrando nas minhas entranhas, quando ele fazia esses movimentos conseguiu arrancar mais de um orgasmo de mim. Eu, por causa dos orgasmos que sentia, comecei a sentir dor nos pés porque queria arqueá-los e pedi pra ele tirar meus saltos. Ele desabotoou, quando tirou disse:
- Que par de pés lindos, minha princesa.
Me deu uma lambida, isso causou uma sensação de cócegas que me deixou muito excitada. Continuou com os movimentos dele, os vidros já estavam embaçados de tanto calor que a gente provocou. O senhor criou coragem pra me dar de novo. as investidas, dessa vez eu me soltei de vez e me agarrei na porta que estava acima da minha cabeça, tava doendo demais. Coloquei minhas pernas enlaçando ele e numa dessas investidas ele fez eu ter um orgasmo forte, estiquei as pernas e bati no vidro, e meu pé ficou marcado na janela por causa do vapor. Ver aquela marca me fez lembrar que eu tava fazendo aquilo num táxi onde qualquer um podia nos ver. Depois disso, decidi que era eu quem ia ditar o ritmo, mandei ele parar. Ajeitei ele pra sentar no banco e montei em cima, mas antes de me penetrar ele tirou minha blusa e eu dei um beijo nele. Ele me deixou só de sutiã e resolveu beijar meus peitos, na hora eu me senti muito gostosa, a excitação era demais. Aí tive uma ideia melhor, fiquei de quatro no banco e mandei ele meter assim, eu fiz ele esperar pra colocar um dedo no meu cu, isso me deixava louca demais quando eram paus grandes, o pau na buceta e o dedo no meu cu. Ele começou a enfiar o pinto na minha buceta ainda inchada de tanta excitação, isso fazia eu sentir mais como ele entrava devagar e aos poucos, aquele pau enorme, eu apertava minhas pernas pra sentir mais e mais como nossos sexos gozavam, o dele me penetrando e o meu sendo penetrado. Depois que tava dentro, eu comecei a me mexer pra caralho, queria que os movimentos fossem fortes, como se quisesse sentir a cada movimento o pau dele mais fundo. Quando de repente a gente vê uma luz aparecendo do lado de fora do carro, parecia a de um celular, eram uns caras! Que começaram a gritar:
- Olha olha! Tão fodendo naquele táxi!
- Uauuu economizou uma grana hein sua puta! Haha.
Eu fiquei com vergonha, mesmo não dando pra ver direito por causa do vapor nos vidros, pedi pro taxista parar. E ele disse:
- Haha ai mocinha, não vou parar não, aliás, vou limpar os vidros pra eles verem que eu tô comendo.
- Não pelo amor de Deus! Ahh!...
E foi o que ele fez. Limpou as janelas e os caras só gritaram de empolgação e falaram:
- Uaaau! Vai vovô! Mete no cu dela! Arrebenta essa puta, olha como ela empina a bunda.
Eu tava apoiada nos meus braços, porque não queria que vissem meu rosto, e assim, mostrava mais ainda minha buceta.
Nisso, o senhor cuspiu no meu cu e começou a massagear enquanto me dava umas porradas fortes. Os caras lá fora estavam tirando fotos, eu via pelo flash dos celulares. De repente, o senhor enfiou o dedo de uma vez no meu cu, doeu pra caralho.
— Uouuuu, vô! Cê é meu ídolo, hahaha...
Aí os caras foram embora depois de verem ele enfiar o dedo, foram rindo ainda. O senhor falou:
— Você se salvou, gostosa, por um momento pensei em abrir a porta pra eles verem o que cê tava fazendo, hahaha.
Preferi ficar quieta. Parei ele e pedi pra ele sentar de novo. Dessa vez, primeiro dei um beijo no pau dele e depois montei, abracei o pescoço dele e comecei a pular, num vai e vem bem rápido, parava quando tinha um orgasmo e ia mais devagar. Me movi pra trás e me enfiei entre os dois bancos da frente pra me mexer mais rápido, quando de repente o senhor falou:
— Tira, minha filha, que eu vou gozar.
Tirei o pau dele e sentei nas pernas dele, e ele começou a se masturbar apontando pra minha barriga, e gozou, com muita força, mesmo apontando pro meu abdômen, o esperma dele chegou no meu rosto e os poucos pelos da minha buceta ficaram cheios, amei aquilo. Peguei o pau dele e fiquei mexendo pra cima e pra baixo, ainda saía porra. Desmontei e comecei a chupar o pau dele pra limpar. Ele mandou eu me vestir porque já tinha demorado demais. Peguei minha blusa, saia e a calcinha fio dental, tentei pegar mas ele proibiu, disse que ia levar. Coloquei o resto da roupa e meus saltos que já estavam jogados por ali. Senti minha buceta bem rosada e o cu muito dolorido por causa daquela vez de adrenalina que ele quis se exibir pros caras. Ele me deixou em casa e não cobrou nada.
5 comentários - Brincando com o taxista velho.
muy bueno