Noite de pizza (em família) capítulo 1

Noite de pizzas (Em família)

São 6 da tarde e estou preparando tudo para esta noite, quando minhas amigas vêm jantar. Peço para as meninas começarem a se banhar, senão vai ficar tarde… A primeira a entrar no banheiro é a Luana, a lupi para todo mundo. Depois é a vez da Florencia, minha outra filha mais velha, e então do Alejandro, meu marido, e por último é a minha vez. Deixo as pizzas no forno para a lupi, minha bebezinha mais nova, vigiar — com seus 18 anos, ela é muito madura para a idade. Dentro do banheiro, me desnudo, me olho no espelho como sempre e vou para o chuveiro… Enquanto me ensaboo, pego a maquininha e começo a depilar as pernas. Nisso, batem na porta, pergunto quem é, e do outro lado a Flor grita que quer entrar porque está se mijando. Eu rio e deixo ela entrar. Ela abaixa a legging, a calcinha e se senta, enquanto me olha e diz:

– Mãe, já que você tá depilando as pernas, por que não tira esses pelinhos da buceta? Isso peluda já era, haha. Olha.

Ela se levanta, levanta a camiseta e, do jeito que estava, me mostra a bucetinha bem depiladinha, sem um fio de pelo. – Nossa, Flor, você acha?

– Sim, mãe, é mais confortável sem pelos, haha.

– Então vou tentar, até porque vou surpreender seu pai hoje à noite, haha.

Fui tirando tudo enquanto a Flor me observava e me dizia como estava ficando. Quando terminei, me olhei no espelho e amei como ficou, enquanto conversava com a Florencia. Uma vez no meu quarto, procurei o que vestir. Queria algo diferente esta noite, haha. Então fui para o quarto das meninas, ainda enrolada na toalha, bati e entrei.

– Flor, lupi, me emprestam alguma roupa para esta noite? Não sei o que vestir.

– Hum, uma saia curta ia ficar bem em você, disse a lupi enquanto tirava várias minissaias do armário. – E uma camisetinha, completou a Flor. Peguei tudo e já ia para o meu quarto quando a lupi falou:

– Experimenta aqui, mãe, afinal, como se nunca tivéssemos te visto nua.

– Sério? Haha, se eu acabei de ver como você se depilou a pussy, haha. Caí na risada também e deixei a toalha cair. Fui experimentando as minissaias, me sentia confortável, ficavam bem em mim, elas diziam. garotas, não era tão justa a que escolhi, era mais folgadinha, qualquer vento levantava ela. Depois de provar toda a roupa, fui pro meu quarto, quando a Lupi me pergunta: "e a calcinha, vai vestir a mesma de sempre?" eu respondi...
— "Experimenta algumas nossas" — a Flor me diz.
— "É, vai, Ma, olha quantas calcinhas você tem pra provar"
Nisso, elas abrem a gaveta e jogam na cama um monte de calcinhas de várias cores. Pego e vou olhando, sento na cama e escolho várias, e a Flor me fala:
— "Toma essa, adoro ela e é super confortável, nem sente ela, haha"
Pego a calcinha e é super pequenininha. Falo: "Isso não entra em mim" e elas riem. "Experimenta" — me dizem. Levanto da cama, de pé, levanto a saia e começo a vestir aquela calcinha. Até a cintura, fica justinha, quase nem sinto ela vestida. Sinto como ela se enfia toda na minha bunda. Vou experimentando várias até escolher uma de renda branca... E o sutiã, qual você quer? — me perguntam.
— "Lupi, os meus nem tenta, haha, meus peitinhos são pequenininhos pra você"
— "Experimenta os meus" — a Flor me diz.
E elas tinham razão, porque os peitos da Lupi são duas montanhinhas pequenas, e os da Flor são mais parecidos com os meus, maiores. Eu uso 95 e a Florencia quase 100. Escolho um sutiã de renda preta quase transparente e vou embora, porque já tava ficando tarde. Saio do quarto das garotas e vou pra cozinha, onde o Ale tá fazendo as pizzas. Ele me olha de cima a baixo:
— "Que linda que você tá, parece uma putinha, mm"
O Ale sabe que essa palavra me deixa louca quando ele fala. Passo do lado dele, mexendo a bundinha, fazendo a saia balançar bastante. Rosto a bunda no volume dele e me mexo devagar. Sinto a mão dele levantando minha saia. De repente, ele me joga contra a bancada, tira o pau fácil do moletom, afasta minha calcinha e mete de uma vez. Solto um gemido e um gritinho. Ele coloca e toca muito rápido. Sinto aquele pau todo durinho dentro de mim, como vou me molhando toda. Saber que as garotas estão por perto me excita ainda mais.
Falo pra ele parar, que não dava pra transar como... A gente curte, nisso se escuta
– Porra, aqui sim se divertem, vocês transando e eu aqui olhando essa cena haha continuem, continuem assim que eu aprendo algo, diz a Lupi

Saio rápido e vejo o Ale se ajeitando a pica dentro do moletom, olho pra Lu e peço desculpa pelo que ela viu
– Ah não, por que pararam? Se é tão gostoso ver vocês transando assim, além disso não vi nada, só a raba do pai

Ajeito a calcinha que estava toda enfiada na buceta e falo que foi algo espontâneo, não era pra ela nos ver
– Não tem problema, mãe, mas eu adoro ver vocês assim tão carinhosos, até porque quase toda noite a gente escuta quando vocês tão fazendo amor haha

Acabou o espetáculo, falo rindo nervosa, vamos lá preparar a mesa que as meninas já tão chegando. Já eram 8 horas e tava tudo pronto, nisso toca a campainha e a Lu abre a porta, era a María Laura, minha melhor amiga desde o colégio. Ela ainda é solteira e com seus 39 anos é uma mulher muito gostosa. Começamos a conversar quando toca a campainha de novo, dessa vez é a Patricia, Pato pra todo mundo, ela é irmã da María Laura, a Mari… Pato tem 35, é separada há uns 10 anos. Junto com ela vem a Fernanda, ela tem 41 e é casada, mas sempre vem sozinha porque o marido não curte essas reuniões. Uma vez todas juntas, servimos a mesa com as pizzas e umas cervejas, a conversa é muito divertida, sempre vai pro lado sexual, me zoam por como tô vestida essa noite porque quase sempre ando de legging ou jeans. Enquanto a gente jantava, as meninas Flor e Lu vieram nos cumprimentar porque iam pra casa de umas amigas jantar e voltavam depois. Assim que terminamos de comer, fomos sentar na sala pra conversar. O Ale fica de lavar tudo essa noite, esse é o trato. Depois de sentadas, conversando, fazemos uns mates e tomamos quando a mesa já tá limpa, sentamos pra começar o jogo de cartas. A gente sempre joga por dinheiro no chin chon, no jodete e assim passamos a noite. Eram meia-noite e a Fernanda já tinha ficado sem grana, a Mari teve uma sorte danada e pelou quase todas. A Fer foi conversar com o Ale, que tava só olhando. A TV e depois o Pato entrou, e eu desisti quando perdi meus últimos 10 conto. Já acabou a noite, o Ale provocou, falando "se não tem grana, pode vazar", rindo.
– A noite é jovem – disse a Mari, e sugeriu continuar jogando, mas sem dinheiro.
– E pra que jogar então? Não tem graça – falou a Fer. Nisso, as minhas chegam com duas amigas, Noelia e Analía, são colegas de faculdade da Florença... "Vão jogar, meninas?" – o Noé falou – "assim a gente joga alguma coisa. Já jogaram Porquinho alguma vez?"
– A gente sempre joga – disse a Any.
– Mas não temos mais grana, haja haja.
– Vamos jogar por prendas, é mais divertido. Contamos as jogadoras: Pato, Fer, Mari, Flor, Lupi, Any, Noé e eu. Nisso, o Ale grita da sala: "Esse jogo eu também vou, assim ganho de todas vocês". Uau, nove pessoas, então era um jogo de quatro cartas iguais.
Começamos. As cartas são distribuídas, ninguém pode levantar até o último pegar as quatro cartas. E como foi o Ale quem distribuiu, ele tinha a voz de comando: passar uma carta pra esquerda, três pra direita, e assim vai até formar algum jogo. Quem grita "Porquinho" é a Lupi, e põe a mão na mesa. Todo mundo desesperado colocou a mão uma em cima da outra, e a mão que ficou por cima era da Any, a amiga da Flor. "Sempre perco eu primeiro" – diz a Any, puxa a cadeira pra trás, levanta e tira os tênis.
– O que cê tá fazendo, Any? – pergunto.
– Pagando com os tênis. Não era prenda de roupa o jogo?
– Não, a gente falou prendas, pensamos que era de fazer coisas, tipo, não sei, pra reinos.
– Miga, a gente sempre joga assim, prenda de roupa – me diz a Flor – é mais divertido.
A gente se olhou entre todos. "E aí, o que acham? Jogamos pela roupa?" – falo.
– Sim, manda ver, Ma, assim fica mais interessante, e ninguém quer perder – diz a Lupi.
– O que cê acha, Ale? Vamos fazer?
– Se todo mundo tá de acordo, sim, por que não? Pra mim, sem problemas.
Depois que todo mundo concordou, o ruim é que algumas tinham menos roupa que outras, mas o jogo continuou. Caiu a vez de eu distribuir e comandar o jogo. E foi muito divertido, todo mundo morrendo de rir. gritavam, tinha uma certa excitação no ar. Ninguém mais tava de tênis, meia nem acessório.
Reparte flor e perde Noelia, teve um minuto de silêncio vendo que ela ia tirar, levanta e pega na cintura a legging que tava vestindo e começa a mostrar uma linda calcinha fio dental preta, se livra da legging e diz: "seguimos". Noé é loira, não muito alta, mas magrinha, tem 22 anos e um corpo lindo pelo que deu pra ver até agora. O jogo continua e chegou a vez da Lupi perder, olhei assustada pra Ale pra ver se queria parar o jogo, como ele não fez nenhuma careta, não falei nada, puxei a cadeira um pouco pra trás e, sentada, peguei minha regata e comecei a levantar devagar, deixando ver um sutiã rosa com bojo que caía bem nela, porque por ser muito branquinha, fazia aqueles peitinhos pequenos se destacarem. Chegou a vez do Ale e ele tirou o moletom que tava vestindo, ficando só de boxer cinza que deixava ver um pouco como o pau dele tinha acordado ao ver aquilo, senti um calor nas costas descendo pelo meu corpo. Fernanda perdeu e escolheu tirar a blusa que tava usando, deixando ver um sutiã branco com uns peitões enormes, como ela era um pouco gordinha, tinha umas tetas muito grandes. Chegou a vez da Pato perder e, em vez de tirar a camiseta, optou por tirar o jeans, como tava muito justo, ao abaixar a calcinha também foi descendo, ela parou e, se mexendo de um lado pro outro, conseguiu tirar tudo, usava uma calcinha fio dental vermelha bem pequenininha que se enfiava toda na racha da pussy.
O jogo já tava no fim, porque como todo mundo tava de calcinha e sutiã e o Ale de boxer, não tinha mais o que tirar, então demos uma pausa pra beber algo e relaxar. Florencia foi até o som e colocou uma música lenta que caía bem, já que todo mundo tava assim e sem vergonha. Noé levanta, pega algo pra beber e, assim de roupa íntima, abraça a Flor e começam a dançar devagar. Ao ver aquilo, peguei na mão do Ale e convidei ele pra dançar também, assim, naquela calcinha tão pequenininha que se enfia toda, que as meninas me deram, começo a... Esfregar minha bunda no volume do Ale, sentia ele ficar duro nas minhas nádegas. A gente via a Flor e o Noé se movendo bem sensuais, e acho que isso me deixava mais excitada, elas quase nuas, abraçadas, peito contra peito. Olho pro Ale e, num giro rápido, troco e abraço a Flor, deixando o Noé dançar com o Alejandro. Essa jogada ele adorou, vi a cara de prazer dele ao tocar aquela cinturinha fina da Noelia. Ele gira ela e encosta o membro, igual tinha feito comigo. Dava pra ver o Noé rebolando a bunda e deixando encostar aquela pica tão dura. As mãos do Ale subiam e desciam por aquele corpinho lindo, quase chegando no sutiã, enquanto eu me esfregava na minha filha. A gente dançava de frente, com uma perna entre as duas, e eu sentia a coxa dela roçar minha buceta que fervia de tesão. Nisso, viro pra mesa e vejo todo mundo olhando a gente, curtindo o momento. A Any levanta da mesa e vem dançar com a gente, trazendo a Lupi. Ver aquela cena, todo mundo de calcinha e sutiã, me deixava com um tesão danado — em casa a gente anda assim sempre, sem vergonha entre nós, toda noite antes de dormir a gente circula de calcinha e sutiã, de mãos dadas. A Any e a Lupi começam a dançar bem coladas, chamando as outras pra participar. Todas dançando como loucas, excitadíssimas. Vejo o Ale apoiando a Noelia com tudo, agarrando as tirinhas da calcinha dela, querendo tirar. Me aproximo deles, deixo a Flor dançar com as meninas, fico de frente pro Noé e começo a encostar meus peitos no corpo dele, tocando, passando minhas mãos nas pernas dele, acariciando tudo, tentando pegar aquela bundinha pequena e bem dura. Nisso, o Ale me agarra e esfrega a pica nas minhas pernas. Pego ela e aperto do jeito que ele gosta, por cima da cueca. Pego a mão do Noé e faço ele tocar devagar, percorrer o volume desde a base. Ele me olha e sorri. Os outros dançam, se tocam, se acariciam. Vejo a Any beijando o pescoço da Flor e olho a carinha de prazer dela ao sentir os lábios na pele. pescoço. Ale senta na poltrona e eu do lado, meto a mão dentro da cueca e começo a bater uma pra ele devagar, sinto que a cabecinha tá bem molhada. Faço a Noé dançar de costas mostrando toda aquela bunda, mas Noé pega a Patricia pela mão e faz ela dançar também, subindo e descendo devagar. Levanto e sento no colo do Ale, me mexendo suave. Não aguentei e tirei um pouco a calcinha, esfregando meus lábios naquela cock quente. Tava tão molhada que sem querer senti ela entrando toda até o fundo da minha pussy. Senti e dei um grito de prazer. Ao me ouvirem, as garotas viram e me veem montando no Ale sem preconceito nem vergonha, só prazer em mim. Então a Fernanda fala que vão nos deixar transar tranquilos, que vão pra cozinha pegar algo. Só ficaram o Pato e a Noé nos olhando, e isso me excitava ainda mais. Eu me mexia muito rápido, de trás pra frente e pra cima e pra baixo, sentindo toda a grossura da cock dentro de mim. Escorria fluxo por toda a minha pussy. Me senti uma puta naquele momento. Gozava uma atrás da outra, já não sentia as pernas, quando de repente sinto aquela cum explodindo dentro do meu corpo. Continuei me mexendo um pouco mais e saí. O Pato e a Noé olhavam como saiu um fio de cum entre meus lábios da minha pussy. Juntei com a ponta dos dedos e meti na boca, chupando o dedo. Fomos os quatro pra cozinha e tomamos algo enquanto as garotas se vestiam de novo pra ir embora. A Noé e a Any iam dormir com as garotas. Ficamos conversando com o Pato, a Fer e a Mari até o remédio chegar, e todos concordamos que foi uma noite muito quente, que nunca imaginávamos fazer. Esperávamos ansiosas pela sexta que vem e ver o que surge disso tudo. Uma barreira já tínhamos quebrado. Depois que minhas amigas foram embora, fui pegar um drink e lá estava o Ale, nu, se tocando na cock, tão dura como eu gosto. Me ajoelhei na frente dele e passei a língua na cabecinha, chupando tudo até os ovos, do jeito que ele gosta, que eu me afogue com a cock dele. minha boca me agarra, me levanta e me joga contra a mesa com a bunda pequena bem empinada, eu abro as nádegas com a mão e deixo meu cu aberto pra ele, quando ele encosta a cabecinha no buraco do meu cu, sinto ele se dilatando sozinho e ele enfia de uma vez, assim, sem gel nem nada, que dor que deu, mas um prazer tremendo também, me dá duro, love, eu falo
–assim, vadia, abri o cu pro meu pau, grita, slutty
–enfia tudo, quero sentir as bolas no meu cu
–quer assim ou mais devagar? Nisso, ele tira e mete na minha buceta bem molhada, entra e sai tão rápido e forte que eu vou gozando toda, ele tira e mete de novo no meu cu, tão aberto que entra fácil, se mexe e tira de novo, mete na minha buceta, assim, um tempo em cada buraco até que sinto aquela porra dentro do meu cu todo molhado… que prazer que tive essa noite, fazia tanto tempo que não transávos assim, ele fala, eu abraço ele e vamos pro quarto, já era muito tarde. Sábado de manhã, acordo nua na minha cama, coloco uma regata comprida que chega até debaixo da bunda pequena e levanto, o Ale já não estava na cama, então deve ter feito o café, então vou pra cozinha e lá estava ele, já tinha feito as compras do churrasco e as facturas pro mate, ele me serve um mate e me dá um beijo na boca, pergunto pelas meninas e ele diz que ainda estão dormindo, então coloco música pra dar vida na casa—daqui a pouco aparece a Lupi meio dormindo, haha, de calcinha e sutiã, que linda ela tava, ela chega perto de mim, me abraça e me dá um beijinho na bochecha e no Ale também, senta e espera o mate.

5 comentários - Noite de pizza (em família) capítulo 1

excelente , ojala tenga continuidad...
Buen relato, (salvo algunos detalles para mi gusto) con los detalles justos y necesarios. Un abrazo y seguiremos la saga.