Angélica é uma mulher que sempre foi muito boa pra mim, mas hoje em dia não é tão tranquila quanto quando me conheceu.
Com certeza um pouco mais reservada sobre a vida íntima dela comigo, mas ainda continua sendo muito encantadora no trato geral.
Uma parte da história dela comigo se desenrolou assim:
Ela sempre se vestia muito bem... acho que trabalhava no centro da cidade, porque todo dia pegava o ônibus especial que vai pra uma área mais afastada do que o comum que eu pegava.
O ônibus diferencial dela, que é mais caro que os outros, porque a galera vai sentada e só pega passageiro se tiver lugar pra sentar, além de ter ar-condicionado no verão e calefação no inverno.
Tudo começou um dia em que eu tinha dormido demais:
Saí de casa apressado, peguei o mesmo ônibus que ela pra não chegar atrasado no trabalho e de quebra viajar junto, porque aquela mulher é tão gostosa que desde que vi ela não conseguia tirar ela dos meus sonhos.
Sentei do lado dela porque tinha uns lugares vazios, e ela começou a ler um jornal. Aí aproveitei uma notícia que saiu na primeira página e...
Começou o papo, nada demais, mas fiquei sabendo mais sobre o que ela fazia no centro. A gente viajava de Ramos Mejía até eu descer no Congresso; ela ia até a Plaza de Mayo.
Depois desci e pronto, continuei sonhando com ela.
No dia seguinte, obviamente, peguei o mesmo ônibus que ela.
Já mais à vontade, a gente falou de um monte de coisas. Ela me perguntou se eu tinha namorada, e eu falei que morava junto com ela há 4 anos.
Ela me disse que era casada, o que me deixou ainda mais excitado.
Me excitava o proibido, e só de pensar no que a gente podia fazer.
Foi aí que, naquele dia, entre palavras que iam e vinham, eu encostei de propósito um pouco na perna dela por cima da saia.
Ela me olhou, primeiro assustada, mas depois deu um sorriso.
Quando eu desci, ela me deu um beijo meio disfarçado, não na boca, mas no fim das contas foi um beijo. Foi um beijo.
Passaram-se dois dias sem a gente se encontrar, fiquei angustiado pra caralho porque pensei que ela tinha trocado de meio de transporte, mas fiquei felizão quando a vi.
— Oi, Sérgio — ela me disse. — Fiquei de licença médica por dois dias, sentiu minha falta?
— Sim, senti pra cacete. Pensei que você tinha arrumado outro jeito de viajar.
— Não, fiquei de licença porque meu marido sofreu um acidente.
E assim começou a viagem, só que ela chegou mais perto de mim e eu aproveitei pra segurar a mão dela.
Não dava pra gente se acabar de se agarrar naquele ônibus, já que os passageiros eram os mesmos de sempre.
Foi um pacto muito bonito e discreto.
Entreguei meu telefone num papel e falei pra ela me ligar quando eu descesse, e ainda soltei uma observação idiota:
— Me liga de tarde, que é quando tô mais de boa no escritório.
Angélica me ligou à tarde e combinamos de sair na sexta depois do trabalho, já que ela ia entrar de férias na segunda seguinte.
Apesar dos meus 28 anos, nunca tinha traído minha mulher, porque nunca tinha sido infiel a ela.
Quando a gente se encontrou naquela sexta, nos beijamos num beijo longo na boca a uma quadra do café, demos as mãos e, feito adolescentes, saímos andando até o bar.
Tomamos um café e, depois do típico "sim", fomos direto pra um hotel, porque não aguentávamos mais de tesão, bem perto do Once portenho.
Mal entramos no quarto, tiramos a roupa como se estivéssemos elétricos de desejo. Lembro que a gente se beijava bem devagar enquanto minhas mãos percorriam os peitos dela e ela tocava no meu pau, delicadamente, por cima da calça. Depois de um tempo, ela me abraçou, a mão dela acariciava minhas costas, e eu comecei a beijar o pescoço dela, desabotoei a blusa e soltei o sutiã, que segurava uns peitos lindos e quentes ao toque.
Na hora, comecei a chupar aquelas tetas maravilhosas.
Ela gemia, e depois de um tempinho, comecei a beijar a barriga dela, lambendo o clitóris dela com a língua, enquanto ela apertava minha cabeça. sobre o clitóris dela, me forçando a chupar, a mordiscar devagar e pegar com minha língua a varinha do prazer dela
Foi ali e naquele momento que ouvi os gemidos de prazer dela, onde a pressão dela na minha cabeça me mostrava o quanto eu devia chupar aquela varinha do clitóris dela
Ela gemia de prazer, minha mão direita acariciava os peitos dela, a esquerda na bunda dela, acariciando, minha boca na boceta dela
Ao mesmo tempo meu dedo do meio penetrou o cu dela, e ela, gemendo, incentivou ainda mais esse efeito, a língua dela chupava o clitóris dela e o cu dela era invadido pelo meu dedo...
- Mete em mim, mete em mim -, ela disse quase desesperada,
Calma, amor, e continuei, com minha língua percorrendo desde o cu dela até a boceta dela
Uma e outra vez, ela gritando bem alto suas exclamações de puro prazer
Ela me parou de repente, ajoelhou na cama na minha frente, e começou a chupar. Ao mesmo tempo, depois de me olhar bem, ela diz
É grande, comparado com meu marido,
Vai com cuidado, faz tempo que minha boceta tá acostumada com uma coisa relativamente pequena
E continua beijando com força todo o comprimento do meu pau, ela dava beijinhos, ao mesmo tempo a língua dela começou a percorrer aquele membro e num instante a língua dela foi pra cima das minhas bolas
Que prazer, nunca tinha sentido uma delícia dessas, minha esposa nunca tinha feito isso comigo
(Minha esposa sempre foi muito certinha no sexo, tradicional por causa de uma educação muito fechada em relação ao sexo e eu sempre respeitei isso)
Angélica tava com tesão, dava pra ver, depois de meses, eu soube adivinhar que nela o tesão
Se manifestava com paixão e sobressaltos de uma mulher que fora da cama era totalmente calma
Agora, a boca dela se fecha no meu pau, eu seguro a cabeça dela, até que ela enfia o pau inteiro na boca dela
Os olhos dela denunciam, além disso, num instante ela tem dificuldade pra respirar
Ela tava acabando com o pau dentro da boca dela boca
Ela tá solta, sugando toda minha porra na boca dela
E me encarando enquanto engole.
Ela cai em cima de mim, me falando, com tesão, com violência, me grita:
- Sim, sim, Sergio, comi sua porra, e olha que minha buceta nem conhece meu estômago já, sim.
Ela se ajeitou na cama ao longo do meu corpo, soltava ar como uma mulher cansada.
Ao mesmo tempo, a gente dormiu leve, num torpor por causa do sexo.
Quando acordei, ela vinha do banheiro, tinha feito xixi e enxaguado a boca, se ajeitou na cama ao longo de mim e a gente começou a se beijar. Ao mesmo tempo, eu peguei ela pela cintura e meti.
Ela se joga pra trás e me fala:
Sergio, espera, e saindo de mim, fica de quatro, eu aprecio a raba dela, e por ali toco, e paro.
Com ímpeto, ela grita: não pelo cu não agora não.
- Não -, eu falo, mas não paro e meto com toda força, ela se joga na cama, eu atrás dela, sem sair, metendo, metendo.
Ela morde o lençol pra não continuar gritando, se acalma, tinha entrado tudo quase de uma vez. Ao mesmo tempo, uns segundos depois, ela começou a se mexer e eu acompanhei meus movimentos aos dela, já tinha esquecido dos gritos e aquela raba sabia fazer um homem gozar.
Sergio, você foi um animal, mas te perdoo, amor, continua, tá me fazendo gozar como uma verdadeira puta na cama.
Uns minutos depois, sinto que vou gozar, e me mexendo mais forte, meto tudo de uma vez, minha porra sai com força e molha todo o interior do cu dela. Ela, ao sentir meu líquido na raba dela, arqueia as costas e me fala:
Sergio, enche meu cu de porra.
A gente ficou parado por dois minutos, recuperando o fôlego, deitados, largados um do lado do outro. De repente, ela se levanta, vejo como da raba dela saía o líquido branco, saindo do cu dela.
Ela se apressa e vai pro bidê.
Sinto a água e, depois, o chuveiro.
GGC
Almagro
Argentina
Com certeza um pouco mais reservada sobre a vida íntima dela comigo, mas ainda continua sendo muito encantadora no trato geral.
Uma parte da história dela comigo se desenrolou assim:
Ela sempre se vestia muito bem... acho que trabalhava no centro da cidade, porque todo dia pegava o ônibus especial que vai pra uma área mais afastada do que o comum que eu pegava.
O ônibus diferencial dela, que é mais caro que os outros, porque a galera vai sentada e só pega passageiro se tiver lugar pra sentar, além de ter ar-condicionado no verão e calefação no inverno.
Tudo começou um dia em que eu tinha dormido demais:
Saí de casa apressado, peguei o mesmo ônibus que ela pra não chegar atrasado no trabalho e de quebra viajar junto, porque aquela mulher é tão gostosa que desde que vi ela não conseguia tirar ela dos meus sonhos.
Sentei do lado dela porque tinha uns lugares vazios, e ela começou a ler um jornal. Aí aproveitei uma notícia que saiu na primeira página e...
Começou o papo, nada demais, mas fiquei sabendo mais sobre o que ela fazia no centro. A gente viajava de Ramos Mejía até eu descer no Congresso; ela ia até a Plaza de Mayo.
Depois desci e pronto, continuei sonhando com ela.
No dia seguinte, obviamente, peguei o mesmo ônibus que ela.
Já mais à vontade, a gente falou de um monte de coisas. Ela me perguntou se eu tinha namorada, e eu falei que morava junto com ela há 4 anos.
Ela me disse que era casada, o que me deixou ainda mais excitado.
Me excitava o proibido, e só de pensar no que a gente podia fazer.
Foi aí que, naquele dia, entre palavras que iam e vinham, eu encostei de propósito um pouco na perna dela por cima da saia.
Ela me olhou, primeiro assustada, mas depois deu um sorriso.
Quando eu desci, ela me deu um beijo meio disfarçado, não na boca, mas no fim das contas foi um beijo. Foi um beijo.
Passaram-se dois dias sem a gente se encontrar, fiquei angustiado pra caralho porque pensei que ela tinha trocado de meio de transporte, mas fiquei felizão quando a vi.
— Oi, Sérgio — ela me disse. — Fiquei de licença médica por dois dias, sentiu minha falta?
— Sim, senti pra cacete. Pensei que você tinha arrumado outro jeito de viajar.
— Não, fiquei de licença porque meu marido sofreu um acidente.
E assim começou a viagem, só que ela chegou mais perto de mim e eu aproveitei pra segurar a mão dela.
Não dava pra gente se acabar de se agarrar naquele ônibus, já que os passageiros eram os mesmos de sempre.
Foi um pacto muito bonito e discreto.
Entreguei meu telefone num papel e falei pra ela me ligar quando eu descesse, e ainda soltei uma observação idiota:
— Me liga de tarde, que é quando tô mais de boa no escritório.
Angélica me ligou à tarde e combinamos de sair na sexta depois do trabalho, já que ela ia entrar de férias na segunda seguinte.
Apesar dos meus 28 anos, nunca tinha traído minha mulher, porque nunca tinha sido infiel a ela.
Quando a gente se encontrou naquela sexta, nos beijamos num beijo longo na boca a uma quadra do café, demos as mãos e, feito adolescentes, saímos andando até o bar.
Tomamos um café e, depois do típico "sim", fomos direto pra um hotel, porque não aguentávamos mais de tesão, bem perto do Once portenho.
Mal entramos no quarto, tiramos a roupa como se estivéssemos elétricos de desejo. Lembro que a gente se beijava bem devagar enquanto minhas mãos percorriam os peitos dela e ela tocava no meu pau, delicadamente, por cima da calça. Depois de um tempo, ela me abraçou, a mão dela acariciava minhas costas, e eu comecei a beijar o pescoço dela, desabotoei a blusa e soltei o sutiã, que segurava uns peitos lindos e quentes ao toque.
Na hora, comecei a chupar aquelas tetas maravilhosas.
Ela gemia, e depois de um tempinho, comecei a beijar a barriga dela, lambendo o clitóris dela com a língua, enquanto ela apertava minha cabeça. sobre o clitóris dela, me forçando a chupar, a mordiscar devagar e pegar com minha língua a varinha do prazer dela
Foi ali e naquele momento que ouvi os gemidos de prazer dela, onde a pressão dela na minha cabeça me mostrava o quanto eu devia chupar aquela varinha do clitóris dela
Ela gemia de prazer, minha mão direita acariciava os peitos dela, a esquerda na bunda dela, acariciando, minha boca na boceta dela
Ao mesmo tempo meu dedo do meio penetrou o cu dela, e ela, gemendo, incentivou ainda mais esse efeito, a língua dela chupava o clitóris dela e o cu dela era invadido pelo meu dedo...
- Mete em mim, mete em mim -, ela disse quase desesperada,
Calma, amor, e continuei, com minha língua percorrendo desde o cu dela até a boceta dela
Uma e outra vez, ela gritando bem alto suas exclamações de puro prazer
Ela me parou de repente, ajoelhou na cama na minha frente, e começou a chupar. Ao mesmo tempo, depois de me olhar bem, ela diz
É grande, comparado com meu marido,
Vai com cuidado, faz tempo que minha boceta tá acostumada com uma coisa relativamente pequena
E continua beijando com força todo o comprimento do meu pau, ela dava beijinhos, ao mesmo tempo a língua dela começou a percorrer aquele membro e num instante a língua dela foi pra cima das minhas bolas
Que prazer, nunca tinha sentido uma delícia dessas, minha esposa nunca tinha feito isso comigo
(Minha esposa sempre foi muito certinha no sexo, tradicional por causa de uma educação muito fechada em relação ao sexo e eu sempre respeitei isso)
Angélica tava com tesão, dava pra ver, depois de meses, eu soube adivinhar que nela o tesão
Se manifestava com paixão e sobressaltos de uma mulher que fora da cama era totalmente calma
Agora, a boca dela se fecha no meu pau, eu seguro a cabeça dela, até que ela enfia o pau inteiro na boca dela
Os olhos dela denunciam, além disso, num instante ela tem dificuldade pra respirar
Ela tava acabando com o pau dentro da boca dela boca
Ela tá solta, sugando toda minha porra na boca dela
E me encarando enquanto engole.
Ela cai em cima de mim, me falando, com tesão, com violência, me grita:
- Sim, sim, Sergio, comi sua porra, e olha que minha buceta nem conhece meu estômago já, sim.
Ela se ajeitou na cama ao longo do meu corpo, soltava ar como uma mulher cansada.
Ao mesmo tempo, a gente dormiu leve, num torpor por causa do sexo.
Quando acordei, ela vinha do banheiro, tinha feito xixi e enxaguado a boca, se ajeitou na cama ao longo de mim e a gente começou a se beijar. Ao mesmo tempo, eu peguei ela pela cintura e meti.
Ela se joga pra trás e me fala:
Sergio, espera, e saindo de mim, fica de quatro, eu aprecio a raba dela, e por ali toco, e paro.
Com ímpeto, ela grita: não pelo cu não agora não.
- Não -, eu falo, mas não paro e meto com toda força, ela se joga na cama, eu atrás dela, sem sair, metendo, metendo.
Ela morde o lençol pra não continuar gritando, se acalma, tinha entrado tudo quase de uma vez. Ao mesmo tempo, uns segundos depois, ela começou a se mexer e eu acompanhei meus movimentos aos dela, já tinha esquecido dos gritos e aquela raba sabia fazer um homem gozar.
Sergio, você foi um animal, mas te perdoo, amor, continua, tá me fazendo gozar como uma verdadeira puta na cama.
Uns minutos depois, sinto que vou gozar, e me mexendo mais forte, meto tudo de uma vez, minha porra sai com força e molha todo o interior do cu dela. Ela, ao sentir meu líquido na raba dela, arqueia as costas e me fala:
Sergio, enche meu cu de porra.
A gente ficou parado por dois minutos, recuperando o fôlego, deitados, largados um do lado do outro. De repente, ela se levanta, vejo como da raba dela saía o líquido branco, saindo do cu dela.
Ela se apressa e vai pro bidê.
Sinto a água e, depois, o chuveiro.
GGC
Almagro
Argentina
3 comentários - Angélica
Buena historia, quien no se ha calentado con una compañera de viaje?
Suertudo vos que pudiste concretar tu sueño.
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos.