mi equipo de futbol me recordo ser mujer

(Esclareço que sou homem, mas esse relato me excitou tanto que não pude deixar passar.. O relato não é meu!)

Olá, antes de tudo quero agradecer pelos comentários do meu primeiro relato, uma orgia não planejada, a todos e todas, muito obrigado.
Vou começar dizendo que este relato não é meu, é de uma amiga que me contatou depois de ler meu relato e me pediu para publicar por ela o que aconteceu. No entanto, como comentário pessoal, posso dizer que lê-lo me agradou pra caralho e me deu muito prazer.
Por questões óbvias, o nome real da minha amiga não será revelado, assim como o de nenhum dos mencionados neste relato.
Olá a todos, quero contar uma das minhas experiências, uma que nunca pensei que pudesse acontecer comigo. A aventura que estou prestes a relatar aconteceu há um ano.
Sou Gisela, uma mulher de 36 anos com um corpo muito gostoso (96-68-103), tenho um filho de 18 anos e, há 6 anos, sou mulher solteira, não porque meu marido morreu ou algo assim, mas porque ele abandonou a mim e ao meu filho.
Aos 17 anos, ainda quando estávamos no ensino médio, engravidei e me casei com Javier, o pai do meu filho.
Naquela idade, não pensávamos no quão difícil seria cuidar de um bebê, nem no custo que teria. Embora tivéssemos o apoio dos nossos pais, as coisas começaram a ficar complicadas quando descobrimos as despesas que tínhamos. Apesar de tudo, nossos pais nos ajudaram pra caramba com os gastos e conseguimos terminar o ensino médio.
Depois de sair do ensino médio, pensar em faculdade era só um sonho. Eu não podia trabalhar porque tinha que cuidar do bebê, e Javier, na época já meu marido, trabalhava com o que dava, vendia tudo o que pudesse para nos sustentar.
A verdade é que foram dias muito difíceis, com pouca grana e, principalmente, poucas coisas para o nosso bebê. Assim se passaram dois anos até que, um dia, um parente do meu marido que trabalhava na secretaria de educação o ajudou a conseguir um emprego em uma escola, num Vila perto de onde a gente morava e ele conseguiu um trampo pra mim numa creche, onde eu podia levar meu bebê e cuidar dele lá mesmo.
Pouco tempo depois de começar a trabalhar, a gente conseguiu alugar uma casa perto dos nossos empregos e parar de pagar passagem e viajar todo dia. Assim se passaram vários anos, tudo ia muito melhor pra gente. Meu marido virou diretor da escola por causa de umas mudanças na região toda, e eu também já trabalhava na mesma escola que ele. Nosso salário dava pra comprar a casa onde a gente morava — uma casa pequenininha, mas muito bonitinha, num lugar bem tranquilo, onde só passavam os vizinhos, porque é uma rua sem saída. A verdade é que os dias eram mais sossegados financeiramente, e a gente se sentia muito feliz com o que tinha conquistado, mesmo sendo tão jovens. Não nos dávamos luxos, mas vivíamos em paz. Quando meu filho fez 7 anos, a gente já deixava ele sair pra brincar com os amiguinhos da rua, então sobrava um tempinho de intimidade pra gente, que a gente curtia muito. A verdade é que não tínhamos muito mais o que desejar, porque tudo estava dando super certo.

Um dia, por causa do trabalho, meu marido teve que ir pra capital entregar os relatórios de fim de ano, e eu não fui porque ainda tinha aula pra dar. Depois de terminar meu turno, passei pra buscar meu filho e fomos pra casa esperar meu marido. O tempo foi passando, até que deu 5 horas da tarde e ele não chegava, e eu já começava a ficar preocupada. Aí recebi uma ligação — era ele. Perguntei se tava bem e por que tava demorando tanto. Ele respondeu que tava com muita vergonha de ter que me contar aquilo, e que não conseguia dizer na minha cara, mas que não ia mais voltar. Disse que tinha se apaixonado por outra pessoa e que ia largar eu e meu filho. Falou que tava deixando dinheiro suficiente pra gente não passar aperto por um bom tempo, que ele sentia muito, e simplesmente desligou.

Foi muito difícil pra mim explicar pro meu filho que o pai dele não ia voltar. Chorei pra caramba e liguei pros meus pais, que me... apoiaram muito de novo.
O cargo de diretor que meu marido também largou foi dado pra mim, de novo graças ao parente do meu marido que, muito arrependido pelo que Javier me fez, me deu todo o apoio dele.
Os meses passaram e eu consegui o apoio de todos os professores e professoras da escola, que no começo não estavam muito felizes com meu novo cargo.
Meu filho aprendeu a viver sem a presença do pai, e eu tentava levar isso da melhor forma, sendo mãe e pai ao mesmo tempo. De vez em quando, eu realizava um ou outro capricho dele, e até conversava sobre as amiguinhas, sobre quem ele gostava, e claro, dava uma educação sexual básica pra ele não comprometer o futuro dele como aconteceu comigo.
Da minha parte, minha vida sentimental e amorosa praticamente parou, e até o sexo deixou de existir. Só me preocupava com meu filho e em fazer ele se sentir o melhor possível.
Meu filho, como eu disse antes, saía pra jogar com os amigos, que por sinal eram 12 e formaram o time de futebol deles. Todo fim de semana eles jogavam partidas, e eu adorava ir assistir, porque me distraía um pouco e ainda batia papo com as mães dos amigos do meu filho.
As férias estavam chegando, e o time do meu filho foi convidado pra um jogo numa cidade que fica a umas quatro horas de estrada. Então a gente pensou em, depois do jogo, ficar numa lagoa perto desse lugar pra fazer um churrasco, só pra se divertir um pouco e voltar antes de escurecer. Convidamos os outros pais, mas por motivos diferentes ninguém topou, então meu filho e os amigos ficaram meio decepcionados. Vendo a recusa dos outros pais, ofereci pros meninos e pros outros pais que eu levaria eles, só que a gente precisava de um veículo grande pra ir. Então propus a um dos pais dos amigos do meu filho que eu deixava meu carro com ele e ele me emprestava a caminhonete familiar que tinha pra caber todo mundo. Ele topou sem problemas.
Faltando uma semana pra nossa viagem, em O jogo de futebol, meu filho se machucou numa jogada com outro garoto do time adversário. Na consulta com o médico, ele disse que precisaria de repouso total por pelo menos 20 dias, então a viagem teria que ser cancelada. Todos os amigos dele deram apoio e decidiram que não iriam viajar, mas meu filho não aceitou e pediu que eu levasse eles e que ele ficaria o fim de semana com os avós (ou seja, com meus pais). Esse foi um gesto de amizade que me deixou muito orgulhosa do meu filho, já que ele não deixaria os amigos perderem essa viagem por causa da lesão dele.

Passou a semana e no sábado bem cedo meus pais chegaram para levar meu filho pra casa deles, enquanto eu preparava a caminhonete com meu vizinho e colocávamos as coisas que íamos levar, enquanto chegavam todos os amigos do meu filho, que mal formavam o time de futebol. Me despedi do meu filho, ele foi com meus pais e eu subi na caminhonete junto com os garotos pra levá-los pro jogo.

Vale dizer que como os dias estavam muito quentes, eu tava usando uma blusinha de alcinha decotada que deixava ver um pouco o formato dos meus peitos (de 96 cm) e uma saia tipo escocesa pouco acima dos joelhos. Os outros garotos já iam preparados com o uniforme do time. A conversa no caminho foi a mais normal possível, e na verdade eu só fazia alguns comentários sobre o que os meninos falavam, porque eles são muito divertidos e eu curtia mais ouvir as coisas que eles diziam.

Chegamos no lugar, eles jogaram a partida que infelizmente não conseguiram ganhar, e depois fomos pra lagoa onde queríamos fazer o churrasco. Quando cheguei no lugar, fiquei maravilhada porque era tudo muito lindo. Tinham cabanas rodeadas pela mata, o que deixava o lugar muito gostoso pra passar com a família ou com o parceiro no caso dos namorados, e no meu caso, com os garotos.

Preparamos a comida, e a verdade é que a gente se divertia bastante, mas eu sentia falta do meu filho. Tudo transcorreu normal até umas 6 da tarde, quando começou a... escureceu e decidimos guardar as coisas na caminhonete pra voltar. Mas qual não foi nossa surpresa que, enquanto subíamos as coisas, um dos caras percebeu que dois pneus da caminhonete estavam furados. Rapidamente fui com dois deles procurar alguém que pudesse nos ajudar, mas como estávamos a 40 minutos de estrada do povoado, não teríamos muita sorte pedindo ajuda. Então fomos até a casa mais perto pra ver o que dava pra fazer. O senhor que nos atendeu disse que seria impossível arrumar alguém pra consertar os pneus, porque não tinha ninguém por perto que fizesse isso, só lá no povoado, e ele não tinha nenhum veículo pra nos levar até lá pra arrumar os pneus. A única coisa que ele podia fazer por nós era alugar uma das cabanas pra gente ficar, e no dia seguinte, quando amanhecesse, a gente pudesse ir até o povoado pedir ajuda. Aceitamos a oferta e só andamos um pouco mais pra pegar sinal nos celulares e avisar as famílias dos caras e meu filho que a gente chegaria no dia seguinte por causa do problema com a caminhonete, e informar que íamos ficar nas cabanas do lugar. Voltamos com o senhor que alugou a cabana pra ele nos vender uns fósforos, um pouco de café e nos emprestar algum recipiente pra preparar. Quando voltamos pros outros caras, avisamos que íamos ficar numa das cabanas. Logicamente, não estávamos preparados com mais roupa além da que a gente já tava vestindo, o que não era muito problema porque, mesmo sem sol, o calor que ainda fazia era suficiente pra ficar com a roupa que a gente tinha sem passar frio. Na hora, decidimos fazer uma fogueira e fazer um tipo de luau, aproveitando que já estávamos lá e não íamos embora até o outro dia. Tudo estava rolando tranquilamente até que um dos caras sugeriu fazer algum jogo, tipo girar a garrafa ou algo assim, e aplicar castigos ou revelar segredos. A verdade é que todo mundo achou uma boa ideia. Por ser a única mulher... e além disso, a mãe do amigo dele achou que eu não ia querer jogar, mas quando viram que eu toparia, ficaram mais animados e o jogo começou. No começo, eram só castigos ou confissões de adolescente que não incomodariam ninguém, aos poucos a vergonha de jogar comigo foi sumindo, e as perguntas entre eles começaram a subir de tom com perguntas tipo: "Com que idade você se masturbou pela primeira vez?" ou "Em quem você pensou quando bateu sua primeira punheta?". Logicamente, naquele momento comecei a vê-los realmente como homens em crescimento e percebi que na idade deles eu já tinha tido meu filho, coisa que até algumas horas antes nem tinha imaginado, porque os via simplesmente como crianças. As perguntas iam e vinham entre eles até que chegou minha vez, e ninguém se animava a perguntar nada, então dei confiança e falei pra não se preocuparem, que eu não era mais uma mocinha e que não me assustava com o que pudessem perguntar. Aí um deles me perguntou com que idade tive meu primeiro sonho molhado e como foi. Comecei a me lembrar e contei que uma das primeiras vezes que sonhei com algo sexual foi com um cantor muito famoso que conheci depois do show dele, e que tinha tipo um amasso com ele, depois, deitada, ele me fazia amor e com isso já dava pra me molhar toda e molhar a cama. Eles ficaram mudos por uns segundos e disseram: "Bom, que legal". Pela reação deles, acho que não esperavam que eu realmente respondesse ou que dissesse que nunca tinha tido um sonho assim. As perguntas continuaram, e a risada e os rubores subiam cada vez mais em mim ao ouvir as confissões dos garotos, coisa que eles notavam na minha blusa, porque meus bicos cresciam de tamanho e apareciam muito fácil com a luz e a sombra da fogueira. Nisso, chegou minha vez de responder de novo e me perguntaram como tinha sido minha primeira relação sexual. Contei que, quando tinha 16 anos, numa festa do meu namorado, nos mandaram buscar mais refrigerante para as cubas e em Naquele momento, vimos nossa chance de ter um amasso, então num terreno que tava sendo construído do lado da casa do meu namorado, a gente se escondeu e começou a pegação. Meu namorado acariciava minha bunda até que enfiou a mão por baixo da minha saia e da minha calcinha, amassando minhas nádegas bem gostoso, e tocou pela primeira vez na minha buceta. Eu respondi beijando ele com paixão e abrindo um pouco as pernas pra ele me tocar melhor. Aí, com as carícias dele, tive meu primeiro orgasmo, que foi uma delícia, mas meu namorado ainda tava de pau duro, então só me deixei levar pelo instinto. Me ajoelhei, tirei o pau dele da calça e, meio sem jeito, comecei a chupar o pau e as bolas dele. Lembro que tava adorando chupar ele, e pra falar a verdade, ele não demorou muito pra gozar. Quando tava quase lá, ele falou que ia gozar, se afastou um pouco, apontou o pau pra minha cara e começou a me esguichar o rostinho com jorros grossos de porra.

Naquele momento, eu já tava muito excitada, não só por lembrar e confessar minha primeira experiência sexual, mas também porque já tinha ouvido as experiências de vários deles. Depois disso, fez-se um silêncio, e notei que o olhar deles já não era mais de crianças, amigos do meu filho, mas de homens com vontade de mulher. Eles estavam de pau duro, uns se escondiam, outros nem tentavam disfarçar a excitação. O jogo continuou, e alguém sugeriu: "Já que tamo à vontade, vamos jogar de prenda em vez de confissão." Então eu falei: "Beleza, então vamos continuar o jogo."

A verdade é que minha razão já não tava lá essas coisas, só conseguia pensar nos paus deles, e não parava de olhar. Pra ser sincera, já fazia um tempão que eu não pensava em sexo, e aquele momento me deixou muito tesuda. Aos poucos, vários dos caras foram perdendo as roupas, alguns já estavam só de cueca quando chegou minha vez. E eu não tinha muita coisa pra perder, só minha blusa, minha saia e minha roupa íntima. interior (que, por sinal, era de renda e a tanga era tipo brasileira, daquelas que só cobrem metade da bunda). Então tirei a blusa e eles já não conseguiam disfarçar a excitação, e eu também não, com 11 moleques de 18 e 19 anos na minha frente, quase pelados, com os instrumentos bem duros pedindo mulher pra saciá-los.
Aos poucos foram perdendo as roupas até chegar minha vez: tirei a saia, deixando eles verem minha calcinha e, de pé, me virei de costas pra mostrar minha bunda quase toda de fora e me inclinei pra deixar a saia pra trás. Um deles disse: "Uau, que bundão, senhora!", e quando virei agradeci. No turno seguinte, perdi de novo e tirei o sutiã, deixando meus peitos à mostra. Senti os olhares devorando meus seios, o que me excitava cada vez mais. Depois de algumas rodadas, só eu ainda estava de calcinha brasileira e os outros caras já não tinham mais nada pra perder. Então começaram a pagar fazendo coisas e chegou minha vez de dar um castigo pra um deles: mandei ele dançar de frente pra mim. Ele aceitou de boa e começou a rebolar, aproximando o pau e a bunda, me deliciando com a dança até que não aguentei mais. Quando ele virou, o pau ficou na altura do meu rosto. Me inclinei um pouco pra frente, passei as duas mãos na bunda dele e comecei a beijar devagar o pau dele, dando pequenas lambidas. Os outros se aproximaram pra ver de perto como eu chupava e, aos poucos, foram chegando os paus deles pra eu também dar minha boca de presente. Depois, um deles disse: "Poxa, pensei que minha fantasia nunca ia se realizar". Outro completou: "Não, isso é mil vezes melhor que sua fantasia". E todos riram. Perguntei qual era a fantasia, enquanto alternava os paus deles na minha boca. Eles disseram que todos queriam me comer, mas nunca acreditaram que fosse rolar, porque eu era mãe do amigo deles e, além disso, depois do que contei sobre minha primeira vez, eles desejaram ter sido meu ex-namorado. derramar o esperma deles na minha cara igual eu contei, e nisso me levantaram e começaram a apalpar meu corpo inteiro, dois deles rasgaram minha calcinha meio bruscamente porque já queriam ver minha bunda e minha racha peladas. Eu já não ligava mais pra nada, só queria ser a mulher dos onze caras, e poder me satisfazer com os corpos deles.
Todo mundo me tocava e enfiava os dedos na minha racha e no meu cu, era um prazer como nunca tinha sentido antes. Com os uniformes deles fizeram uma espécie de colchão pra eu deitar em cima e fazer de tudo. Um deles deitou e eu sentei no pau dele enquanto chupava os outros um por um. Quando chupei todos, alguém me empurrou pra frente, dando meus peitos na cara do cara que eu tava montando, e o que tava atrás chupou meu cu pra lubrificar e fazer dupla penetração. A verdade é que nunca tinha tido dois paus ao mesmo tempo e isso me excitou pra caralho. Lembrei como meu ex-marido metia no meu cu e como me fazia gozar, então pensei que isso seria muito melhor. Aos poucos ele foi enfiando o pau no meu cu e eu comecei a curtir igual uma louca, e meu primeiro orgasmo veio como nunca antes, tão forte e explosivo que achei que tava mijando. Eu gemia e pedia mais, pedia pra me tratarem como uma puta, que queria todos os paus, isso excitava eles pra caralho. Eles trocavam de posição e me rodavam entre eles, e brincavam comigo, ou melhor, com meu corpo. Enfiavam os paus em todo lugar: minha boca, meu cu e minha buceta se enchiam de gozo, e até um par deles brincava de enfiar nas minhas orelhas, dando picadinhas com os paus nas minhas pobres orelhas, que se pudesse, teria recebido. Já tinha tido vários orgasmos, uns mais intensos que outros, mas todos muito gostosos pra mim. Num momento, um dos caras falou: "Acho que não vou demorar pra gozar, quero encher essa bunda gostosa com meu leite", e outro disse: "Não, espera, vamos gozar na cara dela", e nessa hora tiraram os paus e me colocaram de De joelhos, eu não conseguia pensar em nada, só queria sentir todo aquele esperma escorrendo no meu rosto, na minha boca, no meu corpo. Os caras me cercaram e começaram a me bombardear com as descargas deles, que caíam do meu cabelo, passando pelo meu rosto, até meus peitos. Vários deles tinham aquele esperma grosso e viscoso, sinal de que não tinham muita atividade sexual, mas todos me molhavam o corpo e me deixavam de olhos fechados por causa da quantidade de porra no meu rosto inteiro. Na hora, quis me limpar, mas um deles não deixou, dizendo que queria que eu ficasse coberta de esperma. Só ouvia alguns deles rindo, me agradecendo e pedindo pra eu abrir os olhos e me ver no espelho.

Pediam pra eu limpar só meus olhos com um dos dedos e engolir o esperma que eu tinha tirado. E foi o que eu fiz. Com a ajuda deles, cheguei perto da caminhonete e, no espelho do carona, pude ver como fiquei. Nunca imaginei que um dia estaria tão coberta de porra como naquela ocasião. Minha pele sumia, coberta pelo elixir dos caras. Quando parei de me admirar, os meninos pediram pra tirar uma foto comigo, do jeito que eu estava. E eu aceitei, com a putaria lá em cima. Eles queriam que eu ficasse toda viscosa com o plasma deles na minha cara e no meu corpo, e a sensação realmente me agradava. Entramos na cabana e nos acomodamos como deu nas três camas que tinham lá dentro. Dormi como nunca tinha dormido antes. Nem sei que horas eram, mas dormi que nem um bebê.

Acordei sentindo um cócegas na minha buceta. Era um dos caras me fazendo sexo oral enquanto outro massageava meus peitos e beliscava meus bicos. Pouco depois, comecei a soltar uns gemidinhos, porque já estava quase tendo outro orgasmo, e isso acordou os outros caras. Eles se levantaram pra tentar pegar um bom lugar no meu corpo. Meu orgasmo foi igual aos da noite anterior: intenso e explosivo, enchendo a cara do cara que estava na minha buceta. Os outros riam de ver a cara dele. Todo pegajosinho por causa dos meus fluidos, e eu, em agradecimento, beijei ele com muita paixão, sentindo na boca dele ainda o gosto dos meus sucos. E naquele momento lembrei que não tinha me limpado e queria fazer isso, caso algum estranho estivesse por perto e não me visse naquela situação. Mas os caras não queriam que eu me limpasse; meu rosto parecia que tinha algum creme meio ressecado, mas no fim aceitei ficar assim. Eles me pediram para ficar de quatro pra me comerem no meu cu ou na minha buceta. Eu já só conseguia obedecer aos pedidos deles; minha vontade tinha ido embora com a putaria que eu tava sentindo. Notei que os caras me comiam por um tempo, mas não gozavam dentro de mim nem fora, e perguntei por que não faziam isso. Eles disseram que queriam encher meu rosto e meu cabelo de porra de novo. E naquele momento falaram: "Beleza, vamos fazer isso agora... mas vamos pra fora." Eu me assustei porque pensei que alguém poderia nos ver, mas eles não ligaram. Me levaram pra fora e, nos degraus da entrada da cabana, me sentaram e me rodearam de novo. Então eu só joguei minha cara pra trás pra receber toda a porra deles no meu rosto.

A cura era maravilhosa; o cheiro da porra dos caras era incrível. Eu já tinha esquecido aquele prazer, mas graças a eles lembrei com força. Eles tiraram umas fotos minhas com os celulares, mas pedi que nunca deixassem essas fotos chegarem nas mãos do meu filho ou de qualquer outra pessoa. Todos aceitaram e me deram a palavra de que ninguém mais veria.

Pedi pra me deixarem limpar, mas não deixaram. Acho que essa era a verdadeira fantasia deles: me deixar coberta de porra, o que também me agradava. Aquela situação me dava muito tesão, e a possibilidade de ser vista por alguém naquele estado. Nos vestimos, e três dos caras tiraram os pneus da caminhonete e levaram pra consertar, enquanto os outros esperavam na lagoa. Nesses momentos, alguns aproveitaram pra passar a mão em mim à vontade por baixo da minha saia e curtir minha bunda. ao mesmo tempo que me mantinham com os peitos pra fora da minha blusa, tudo isso enquanto a gente tomava café da manhã com a comida que sobrou do dia anterior, a sensação do ventinho fresco na minha racha e na minha bunda era maravilhosa, porque eu só tinha a saia cobrindo a bunda, já que minha calcinha tinha sido destruída na noite anterior e meu sutiã também tinha ido embora — um dos caras pegou como troféu e eu não achei em lugar nenhum. Depois de quase 3 horas, os meninos voltaram com os pneus, colocaram eles e a gente foi pra casa do senhor que tinha alugado a cabana pra gente. Quando chegamos, eu falei: "Gurizada... eu não posso descer, o senhor vai perceber o que aconteceu pelas marcas no meu rosto." Então pedi pra eles descerem pra entregar as chaves e o recipiente onde a gente fez o café, e também pra pagar o tempo extra. Mas nessa hora, saiu uma mina de uns 24 ou no máximo 25 anos pra receber o pagamento e as chaves. Da janela, um dos caras perguntou pelo senhor, e a mina respondeu que ele não tava e que ia demorar pra chegar, e que ela ia receber as chaves. Aí o mais velho dos caras (um verdadeiro tarado) falou pra mim: "Desce, Gisela, a gente quer ver a cara da mina quando te ver toda gozada." A proposta me surpreendeu pra caralho e eu pensei até onde esses caras são capazes de ir. Com um pouco de vergonha e risada, aceitei.
Quando desci da caminhonete, o vento levantou minha saia, deixando a mina ver que eu não tava de calcinha. Quando ela fixou o olhar na minha cara, desconfiou de algo. Ela me olhou estranho, mas não falou nada, só pediu as chaves. Perguntei quanto que era a mais pelo tempo extra na cabana, e ela disse que na verdade não precisava, que já tava pago. Mesmo assim, quis dar uma gorjeta e falei: "Beleza, muito obrigada, mas deixa eu te dar um trocado pra você." Ela agradeceu, e eu falei: "Vem comigo até a caminhonete." Ficando parada do meu lado na porta, os caras viam a expressão no rosto dela tipo "uau, essa coroa tá toda melada". Sêmen, dei 200 pila pra ela, agradeci e me despedi com um beijo no rosto dela, o que a deixou meio surpresa, e os caras só riam por dentro da expressão da mina. Fechei a porta, ela deu um passo pra trás, eu abaixei o vidro e falei que talvez a gente fizesse uma festa em breve no mesmo lugar e que, se ela quisesse, podia chamar ela também. Ela só balançou a cabeça que sim e foi andando por trás da caminhonete. Arrancamos e pegamos o caminho pra casa. O calor começava a aumentar cada vez mais, e o suor que escorria de mim se misturava com o sêmen seco no meu corpo, fazendo com que eu exalasse um cheiro parecido com água sanitária. Esse cheiro me deixava molhada enquanto os caras comentavam como tinham se divertido comigo, sendo o brinquedo deles, e mencionavam seus momentos favoritos. Isso me excitava saber o que mais tinha agradado eles e, principalmente, saber o ponto de vista deles sobre mim. No meio do caminho, o calor tava forte demais, e decidimos parar num posto. Estacionei a caminhonete de um jeito que o frentista não me visse e dei o dinheiro pra eles pagarem o combustível. Depois, fomos até a lojinha que fica no canto do posto. Quando estacionei perto da loja, pedi pra eles descerem pra comprar água ou refrigerante, mas a sacanagem deles veio à tona de novo e falaram: "Vai você, Gisela, desce. Só tem o moleque da loja. Queremos ver a cara dele ao te ver toda melada." Eu ri das ideias deles e resolvi entrar na brincadeira. Peguei minha bolsa e desci da caminhonete. Quando entrei na loja, vi o olhar atônito do moleque nos meus peitos. Ele não tirava os olhos deles. Isso me agradava, me sentir desejada pelos homens, algo que eu tinha esquecido desde que meu marido me abandonou. Ele me deixou muito mal emocionalmente e com a autoestima lá embaixo, mas agora eu lembrava daquele formigamento na minha buceta de me sentir desejada, de ser o centro das atenções. E não era pra menos, meus bicos estavam bem marcados e até dava pra ver um pouquinho por cima da minha blusa, nessa hora pedi pro menino umas águas saborizadas, e foi aí que ele virou o olhar pro meu rosto e ficou petrificado de ver os restos de porra brilhando com o suor que eu tava. Dei uma olhada safada pra ele e falei com voz doce: "amor, cê pode me dar umas águas saborizadas, por favor, e uns copos descartáveis?" e terminei mordendo o lábio quando falei isso, só de sacanagem pra ver a cara de choque dele. Ele só falou "sim" e virou pra pegar as garrafas e os copos que pedi, e aí me deu na telha arregaçar a saia na cintura pra deixar mais curta e dar uma surpresinha pro menino. Olhei pro coitado e ele tava nervoso pra caralho, derrubou duas das garrafas que tava carregando e, atrapalhado, levantou elas pra me entregar e falou: "só tenho copo pequeno, cê quer?" Respondi que sim, paguei e agradeci com uma voz bem sensual. Peguei as garrafas, virei, dei três passos e deixei cair de propósito os copos e um par de garrafas pra me inclinar e mostrar minha bunda e minha bucetinha peladas. Os caras na caminhonete não paravam de rir do que eu tinha feito. Deixei tudo no chão e falei: "já volto pra pegar". Fui rápido pra caminhonete, joguei as garrafas lá dentro e voltei, dando as costas de novo pro menino da loja, me inclinei e mostrei outra vez minha bunda e minha bucetinha, que tavam molhadinhas de tesão. Agradeci, subi na caminhonete e arranquei, deixando o menino paralisado. Os caras na caminhonete não paravam de gritar animados com o que eu tinha feito. Um deles falou: "tomara que a gente possa fazer isso mais vezes", e eu respondi: "verdade, adoraria". Com o que eu tinha feito e meu comentário de aceitação, os paus deles tavam duros de novo, e eles falaram: "para em algum lugar, vamos fazer uma última vez antes de chegar". Falei que não, porque meu filho e meus pais iam chegar e não iam me encontrar, ou talvez já tivessem chegado. e me veriam assim, um deles disse: "é que a gente tá com o pau durasso, queremos gozar". aí eu falei: "ok, bate uma e joga o leite num copinho pra eu tomar". essa ideia deixou eles doidos, rapidinho pegaram um copinho descartável e começaram a bater punheta dentro dele. o tesão era tanto que um copinho só não deu conta e ainda encheram metade de outro. fiquei impressionada com a quantidade de porra que esses moleques conseguiam produzir, mas era lógico, a energia e a vitalidade deles tão a mil, ainda mais tendo uma mulher gostosa e disposta a ser bem puta e realizar as fantasias deles. quando encheram o primeiro copinho, me passaram achando que eu não ia tomar. reduzi a velocidade e procurei um lugar pra parar, achei um espaço onde dava pra estacionar a caminhonete uns 5 metros da estrada, sem risco de outro carro bater na gente, além de que queria saborear meu copinho de leite juvenil gostoso. quando comecei a tomar, senti descendo pela garganta e só ouvia as expressões dos meninos. quando terminei de tomar, me senti em êxtase com o sabor daquele líquido dos deuses, e me passaram o outro copo com a porra. quando ia tomar, alguém falou: "não, por favor, espera. melhor, joga tudo na sua cara, você fica maravilhosa com o leite escorrendo pelo rosto". todos me olharam e ficaram em silêncio. eu falei: "olha, vocês tão fascinados vendo o próprio leite na minha cara, né?" eles riram um pouco e disseram que sim, "é excitante e muito doentio ver você toda melada da nossa porra". ainda disseram que nos filmes pornô uma das partes favoritas deles era quando enchiam a boca e a cara das minas de leite, e confessaram que na minha própria casa, quando eu não tava, eles viam junto com meu filho fotos e vídeos de garotas com porra na cara e no corpo, e que alguns já tinham sonhado em gozar em mim. depois disso, vi os olhares safados deles em cima de mim, então não pude recusar e comecei a derramar o leite devagar desde minhas bochechas passando pelos meus lábios e escorrendo pros meus peitos, molhando minha blusa que já tava úmida e cheirosa do meu suor misturado com o esperma impregnado no meu corpo, uns gritos fortes de aprovação os caras deram ao me ver que eu não tava fazendo careta pro gozo deles, e naquele momento eu fiz o esclarecimento: rapaziada,,,,,,,, a gente se divertiu pra caralho, tudo foi foda, mas isso acaba quando a gente chegar nas nossas casas, não se fala mais nesse assunto e ninguém pode saber do que rolou, e isso inclui meu filho, se um dia a gente puder repetir essa experiência, acreditem que vou topar, mas só se isso ficar em total segredo, eles aceitaram e me agradeceram por tudo que viveram e me deram a palavra que aquilo ficava por ali e que pelo meu filho eu não precisava me preocupar, ele nunca saberia de nada, então a gente arrancou e foi pra nossas casas, que tavam a 25 minutos de distância, antes de chegar liguei pro meu filho no celular.. E perguntei se ele já tava em casa (pra me limpar antes de chegar), mas ele disse que não, e perguntou como eu tava, falei que tava maravilha, que a gente tinha se divertido pra caramba mas que por causa da viagem eu tava muito cansada, e ele disse pra eu não me preocupar que ele ia ficar com os avós e que eu descansasse, ele queria passar uns dias com os avós, e que eu podia me dedicar esses dias só pra mim. A verdade é que isso fez minha mente viajar, e eu só sorri e agradeci meu filho pelo gesto, falei que amava ele, ele respondeu a mesma coisa e a gente encerrou a ligação, quando chegamos nas nossas casas, por sorte nenhum dos pais saiu pra nos receber, e eu falei pro filho da minha vizinha avisar o pai dele que a gente já tinha chegado e que enquanto isso eu ia me limpar pra devolver a caminhonete, ele respondeu pra eu não me preocupar, que os pais dele tinham ido pra uma festa com um dos tios e que ele ia mais tarde com eles e que eu não me preocupasse com a caminhonete que ele cuidava de descer as coisas e que entre Ele e os outros caras iam limpar ela. Coisa que agradeci pra caralho, e me despedi deles agradecendo e lembrando da promessa. Eles aceitaram, também me agradeceram e disseram que fariam qualquer coisa por mim, não importava o que eu pedisse. Aceitei o gesto e entrei em casa. Assim que passei pelo portão e fechei, tirei a roupa. Caminhei nua pelo pequeno jardim da entrada (uns 4 metros), sem me preocupar se alguém podia me ver, porque os muros são bem altos. Passei na cozinha pra pegar um copo d'água, comi um pouco de fruta, esquentei um pacote de pizza pré-cozida, mandei ver, e só olhei as horas: eram 4:45 da tarde. Me deitei nua, toda cheia de porra seca no corpo, e não soube mais de mim até o dia seguinte, quando acordei com uma puta sensação de calma e prazer no corpo. Quando me olhei no espelho, vi as marcas do que tinha rolado. Só ri e fui tomar banho, me dando prazer sozinha, lembrando do que aconteceu e planejando o que faria na ausência do meu filho...

6 comentários - mi equipo de futbol me recordo ser mujer

muuuuuuuuuuuuuuy buuuuuuuuuuenoooooooooo!!!!!!!!!!!!
Altisisimooo relatoo laaa verdad muuuy buenoo, estariaa bueno una segunda parte con fotos de ella !! Felicitacioneees !!
Muchas gracias por compartir dile a tu amiga que fue algo mágico que chicos mas afortunados y para ella veo que fue algo revitalizan te... Le agradecería si te cuenta si repitió la aventura o como continuo su vida después de aquella fantástica experiencia....