Há um tempo, quando meu marido morreu em Capital Federal e tive que me mudar pra minha província, uma cidade linda do norte argentino, onde hoje moram meus filhos que nasceram lá.
Nos primeiros dias depois de chegar, dei um tempo pro casal que ocupava a casa que tinha sido da minha mãe. Enquanto isso, construí no terreno vizinho, também da minha mãe, com a ajuda de dois primos meus, um pequeno negócio de comidas por telefone, vinhos e produtos regionais.
No começo, aluguei uma casa simples num terreno não muito longe do que seria a minha casa, até as reformas ficarem prontas.
Minha vida naquela época, há mais de dez anos, era simples, sem grandes loucuras. Mais caseira, dona de casa mesmo, e muito forte pra trabalhar e me virar, porque a pensão do meu marido não dava pra tudo. Mas minha vida sexual... ah, isso sim, muito ardente, e acho que vou morrer assim.
Antes de conhecer o Jorge, eu me masturbava quase todo dia com os dedos e, às vezes, enfiava um brinquedo que uma amiga me deu, porque eu não tinha coragem de comprar na rua Florida. Tinha visto num anúncio de encontros sexuais na internet, numa galeria, e trouxe da capital quando me mudei.
Uns quinze anos atrás, chegou na casa da esquina um casal da província de Neuquén. Ela, uma bióloga chamada Laura, e ele, o Jorge, um eletricista especializado que trabalhava numa empresa de comércio.
Foi assim que conheci Laura e Jorge (esse último foi o pai do meu filho Andrés), por um descuido na hora do love na minha casa, quando a esposa dele ia visitar os pais em Córdoba por quatro ou cinco dias, todo mês.
O tempo foi passando e a amizade entre a gente foi crescendo de um jeito sem lógica. O Jorge foi me atraindo de um jeito especial, me dava um frio na barriga. quando ele, em alguns momentos, falava comigo ou se virava na minha direção, com o tempo acho que foi plantando nas minhas veias a vontade de transar com ele, e um belo dia eu insinuei.
E a gente fez.
As coisas mais ou menos assim aconteceram naquele dia: "ele me pegou pela cintura com uma mão e a outra na minha costa, começou a me esfregar toda, descendo a mão até minha bunda, enquanto a outra mão, que estava na frente dos meus peitos acariciando eles, ele levou pra baixo da saia. Eu tinha depilado toda a região da minha buceta, fazendo com que meu sexo ficasse mais aparente ao simples toque da mão dele.
Ao mesmo tempo, ele tirou minha saia.
Quase sem controle, me deixei levar pelos instintos dele e percebia como, numa brincadeira sexual, ele ia me introduzindo jogos e toques no meu clitóris.
Uns movimentos circulares nele que fizeram aquele clitóris aumentar de tamanho e ficar duro,
Duríssimo.
Ao mesmo tempo, ele me levou até minha cama e ali mesmo tirou o resto da roupa que tinha ficado em mim.
Assim, totalmente nua, ele me deitou na cama.
Já sem me opor, eu também o desnudei.
Olhei a rola dele, estava dura e me pareceu enorme.
Olhei sem ele perceber, era uma delícia, peguei ela com minha mão apertando, isso o excitava.
Pois ficava duro, num momento em que ele tinha fechado os olhos, peguei o sexo dele e comecei a chupar, num movimento constante de meter e tirar da minha boca, roçando ao tirar com minha língua por cima e os dentes por baixo.
Ele estava enlouquecido, dava pra ver que a esposa dele não fazia assim, porque os suspiros que saíam da boca dele eram profundos, sentidos.
Isso causava um arrepio no corpo dele que ele refletia, e em mim me esquentava muito.
Depois foi minha vez, na hora ele se ajoelhou na cama e chupou minha pussy, metendo a língua na entrada do meu sexo, e ao tirar a língua, atacava meus dois lábios vaginais, com desespero eu recebia sinais de tanto prazer que Comecei a me molhar como nunca tinha feito antes.
Ele se aproximou o máximo de mim e, na hora, enfiou a rola toda.
Entrou tudo de uma vez, quase no mesmo instante, apertou o mais que pôde pra essa rola entrar até o fundo da minha buceta.
Que delícia ele me comia, me colocou de quatro e quis meter no meu cu, mas eu recusei porque nunca fiz isso com meu marido.
Ele ficou bombando um bom tempo até eu gozar num orgasmo tão gostoso, ele só amassava minhas nádegas e acariciava desde os pés até as costas.
Ele ainda não tinha gozado, então continuava excitado. Montei de costas nele, sentia a glória, enfiando eu mesma a rola enquanto ele lambia meu cu e chupava meus pés. Foi quando senti que ele inundou minha buceta, sentia o pau dele ganhando força, alargando minha buceta, e descomprimindo quando me inundou com os líquidos dele.
Caímos deitados, cansados, mas satisfeitos. Não sei por quê, talvez ter outra rola alheia ou estar na cama com o marido da minha amiga me excitava mais, eu agia como uma puta, mas aquele cara me enlouquecia.
Eu continuava excitada e com tesão por ele.
Então me atrevi a limpar a rola dele com minha língua, e ele endureceu de novo.
Montei eu mesma, estava e agia como uma puta.
Ele estava me comendo forte, muito gostoso, com uma violência típica do tesão de um homem quando sabe que a mulher está louca por ele.
Ele me jogou pro lado.
Fiquei atônita olhando praquela rola grossa e quente que ele segurava com as mãos.
Num instante ele disse:
— Quer mais rola?
Então olha o que você vai comer: ela era grandona e cheia de veias, e sem mais nem menos meteu no meu cu. Doeu.
— Bruto! — gritei — Tá doendo!
Tentei me soltar, mas ele me segurou.
Começou uma bombada enlouquecida, primeiro doeu, mas depois virou prazer:
Eu mesma me dava os impulsos, gozamos de novo.
Fizemos pelo cu mais duas vezes.
De repente, acordei, ele não estava, e só se ouvia o silêncio da casa quebrado pelas primeiras gotas caindo. as telhas:
Começava a chover…
Nos primeiros dias depois de chegar, dei um tempo pro casal que ocupava a casa que tinha sido da minha mãe. Enquanto isso, construí no terreno vizinho, também da minha mãe, com a ajuda de dois primos meus, um pequeno negócio de comidas por telefone, vinhos e produtos regionais.
No começo, aluguei uma casa simples num terreno não muito longe do que seria a minha casa, até as reformas ficarem prontas.
Minha vida naquela época, há mais de dez anos, era simples, sem grandes loucuras. Mais caseira, dona de casa mesmo, e muito forte pra trabalhar e me virar, porque a pensão do meu marido não dava pra tudo. Mas minha vida sexual... ah, isso sim, muito ardente, e acho que vou morrer assim.
Antes de conhecer o Jorge, eu me masturbava quase todo dia com os dedos e, às vezes, enfiava um brinquedo que uma amiga me deu, porque eu não tinha coragem de comprar na rua Florida. Tinha visto num anúncio de encontros sexuais na internet, numa galeria, e trouxe da capital quando me mudei.
Uns quinze anos atrás, chegou na casa da esquina um casal da província de Neuquén. Ela, uma bióloga chamada Laura, e ele, o Jorge, um eletricista especializado que trabalhava numa empresa de comércio.
Foi assim que conheci Laura e Jorge (esse último foi o pai do meu filho Andrés), por um descuido na hora do love na minha casa, quando a esposa dele ia visitar os pais em Córdoba por quatro ou cinco dias, todo mês.
O tempo foi passando e a amizade entre a gente foi crescendo de um jeito sem lógica. O Jorge foi me atraindo de um jeito especial, me dava um frio na barriga. quando ele, em alguns momentos, falava comigo ou se virava na minha direção, com o tempo acho que foi plantando nas minhas veias a vontade de transar com ele, e um belo dia eu insinuei.
E a gente fez.
As coisas mais ou menos assim aconteceram naquele dia: "ele me pegou pela cintura com uma mão e a outra na minha costa, começou a me esfregar toda, descendo a mão até minha bunda, enquanto a outra mão, que estava na frente dos meus peitos acariciando eles, ele levou pra baixo da saia. Eu tinha depilado toda a região da minha buceta, fazendo com que meu sexo ficasse mais aparente ao simples toque da mão dele.
Ao mesmo tempo, ele tirou minha saia.
Quase sem controle, me deixei levar pelos instintos dele e percebia como, numa brincadeira sexual, ele ia me introduzindo jogos e toques no meu clitóris.
Uns movimentos circulares nele que fizeram aquele clitóris aumentar de tamanho e ficar duro,
Duríssimo.
Ao mesmo tempo, ele me levou até minha cama e ali mesmo tirou o resto da roupa que tinha ficado em mim.
Assim, totalmente nua, ele me deitou na cama.
Já sem me opor, eu também o desnudei.
Olhei a rola dele, estava dura e me pareceu enorme.
Olhei sem ele perceber, era uma delícia, peguei ela com minha mão apertando, isso o excitava.
Pois ficava duro, num momento em que ele tinha fechado os olhos, peguei o sexo dele e comecei a chupar, num movimento constante de meter e tirar da minha boca, roçando ao tirar com minha língua por cima e os dentes por baixo.
Ele estava enlouquecido, dava pra ver que a esposa dele não fazia assim, porque os suspiros que saíam da boca dele eram profundos, sentidos.
Isso causava um arrepio no corpo dele que ele refletia, e em mim me esquentava muito.
Depois foi minha vez, na hora ele se ajoelhou na cama e chupou minha pussy, metendo a língua na entrada do meu sexo, e ao tirar a língua, atacava meus dois lábios vaginais, com desespero eu recebia sinais de tanto prazer que Comecei a me molhar como nunca tinha feito antes.
Ele se aproximou o máximo de mim e, na hora, enfiou a rola toda.
Entrou tudo de uma vez, quase no mesmo instante, apertou o mais que pôde pra essa rola entrar até o fundo da minha buceta.
Que delícia ele me comia, me colocou de quatro e quis meter no meu cu, mas eu recusei porque nunca fiz isso com meu marido.
Ele ficou bombando um bom tempo até eu gozar num orgasmo tão gostoso, ele só amassava minhas nádegas e acariciava desde os pés até as costas.
Ele ainda não tinha gozado, então continuava excitado. Montei de costas nele, sentia a glória, enfiando eu mesma a rola enquanto ele lambia meu cu e chupava meus pés. Foi quando senti que ele inundou minha buceta, sentia o pau dele ganhando força, alargando minha buceta, e descomprimindo quando me inundou com os líquidos dele.
Caímos deitados, cansados, mas satisfeitos. Não sei por quê, talvez ter outra rola alheia ou estar na cama com o marido da minha amiga me excitava mais, eu agia como uma puta, mas aquele cara me enlouquecia.
Eu continuava excitada e com tesão por ele.
Então me atrevi a limpar a rola dele com minha língua, e ele endureceu de novo.
Montei eu mesma, estava e agia como uma puta.
Ele estava me comendo forte, muito gostoso, com uma violência típica do tesão de um homem quando sabe que a mulher está louca por ele.
Ele me jogou pro lado.
Fiquei atônita olhando praquela rola grossa e quente que ele segurava com as mãos.
Num instante ele disse:
— Quer mais rola?
Então olha o que você vai comer: ela era grandona e cheia de veias, e sem mais nem menos meteu no meu cu. Doeu.
— Bruto! — gritei — Tá doendo!
Tentei me soltar, mas ele me segurou.
Começou uma bombada enlouquecida, primeiro doeu, mas depois virou prazer:
Eu mesma me dava os impulsos, gozamos de novo.
Fizemos pelo cu mais duas vezes.
De repente, acordei, ele não estava, e só se ouvia o silêncio da casa quebrado pelas primeiras gotas caindo. as telhas:
Começava a chover…
4 comentários - Transando com o marido da minha amiga
casi explota