BOA NOITE, SENHORES. ESPERO QUE GOSTEM DO RELATO A SEGUIR.
Espero não ofender ninguém com o que vou contar, e digo isso porque é muito comum as pessoas julgarem os outros pelo simples fato de serem diferentes, seja no fÃsico, no jeito de falar ou até na maneira de fazer as coisas ou de agir. E é aqui que eu faço uma ênfase, porque a base da minha história é sobre os costumes e tradições que se praticam dentro da minha famÃlia.
É bem sabido que as civilizações antigas buscavam a qualquer custo preservar sua linhagem, seja para manter o trono e assim conservar a riqueza e os confortos a que estavam acostumados, ou porque era uma lei herdada geração após geração, uma lei que não ousavam desafiar, como essas leis que existem tantas hoje em dia. Pois bem, meus ancestrais de algum jeito conseguiram preservar essa prática, e era por isso que, de certa forma, nossa famÃlia era tão "unida".
Percebi tudo isso quando completei a maioridade. Lembro que todo ano havia uma reunião de famÃlia durante o verão: vinham tios, primos, genros, cunhados, sobrinhos, junto com as tias, primas, sobrinhas e netas, enfim, toda a famÃlia que tinha tempo e grana para participar desse evento tão emocionante. Quando eu ainda era menor de idade, lembro que era algo parecido com um acampamento escolar: fazÃamos esporte, jogávamos cartas, enfim, me divertia muito com meus primos e primas, e os adultos a gente mal via durante nossa estadia na fazenda do avô Marcos, que por sinal era enorme.
Aquilo me parecia tão divertido que eu esperava ansioso ano após ano, mas a verdadeira diversão eu descobri só quando completei 18 anos. Lembro que arrumava minhas coisas para partir no verão como de costume, e meus pais me chamaram no quarto deles. Disseram que eu já era um homem feito e que a hora tinha chegado. Não dei muita importância às palavras deles e agradeci pela comentário, fui pro meu quarto pra continuar com minhas coisas, quando
meu pai me chamou de novo: vem aqui Rodrigo, preciso que você veja uma coisa e me dê sua opinião
meio irritado, fui até o quarto dele de novo, o que você quer, pai? reclamei, e ele respondeu: me diz o que você acha disso, gostou? virei o olhar pro lado e vi a Mãe quase nua, só de liga branca e um corset da mesma cor. Minha mãe tinha ascendência brasileira e era uma mulher muito alta, de pele morena e proporções enormes. Vi pela primeira vez as tetonas dela e como o corset levantava elas de um jeito que pareciam ainda maiores e mais pontudas. Os bicos eram roxos e onde terminava a barriga e começava a virilha, era tudo cheio de pelos crespos. Meus olhos ficaram vidrados ao ver uma mulher tão gostosa. Martina, minha mãe, colocou as mãos na cintura e foi dando uma volta devagar: e aÃ, Rodrigo, o que você acha da sua mamãe? – ela perguntou. Que rabo que a minha mãe tinha! A liga apertava as coxas dela e mal aguentava o contorno da bunda enorme. Fiquei mudo e parado, não soube o que responder.
Minha mãe começou a rir, dizendo: viu? ele gostou. Meu pai, meio puto, falou: tá bom, garoto, sai daqui, tá claro que você não tem bom gosto. Aquilo me pareceu tão louco, pensei que era uma daquelas brigas de casal onde quem se ferrava era eu. Mas a imagem da Martina não saiu da minha cabeça o dia inteiro. No mesmo dia, partimos pra reunião. A viagem era meio longa, pouco mais de 5 horas de carro. Yulisa, minha irmã mais nova, tava bem animada, toda hora perguntava pros meus pais se ia ver a nossa irmã Berenice, já que fazia mais de um ano que ela tinha ido estudar fora do paÃs. Quando finalmente chegamos na fazenda do avô Marcos, deixamos a Yulisa nos primeiros quartos, onde ficavam os mais jovens, e eu fui na frente junto com meus pais até os quartos dos "adultos".
Ao chegar Notei vários olhares fixos em mim, especialmente das minhas tias Laura e Sara. Finalmente chegaram: "Como você está, Rodri?", perguntaram. Laura e Sara eram as irmãs mais novas do meu pai. Todo mundo sabia dos problemas delas com álcool e da má sorte pra arrumar marido. Mesmo sem ter passado dos 40, elas eram bem gostosas. As duas eram baixinhas, pele clara, cabelo curto, cintura larga e sempre vestiam jeans.
O avô Marcos desceu do quarto dele, deu as boas-vindas pra todo mundo e ofereceu comida e bebida à vontade. Até aÃ, tudo normal, exceto que não tinha nenhum menor de idade. A gente bebeu pra caramba naquela noite. Eu dormi no sofá, nem consegui chegar no quarto onde ia ficar pelos próximos 3 dias. Acordei e a primeira coisa que vi foi minha irmã saindo do quarto dos meus pais, o que era estranho porque na noite anterior não tinha visto ela em momento nenhum. Ela estava enrolada num lençol, descalça e meio apressada. Ouvi o chuveiro abrir. Espiei o banheiro e vi o lençol jogado no chão e minha irmã Berenice pelada se lavando. Igual à minha mãe, ela era alta e morena, com uma bunda linda, embora os peitos não fossem tão grandes quanto os da mamãe, mas mais firmes.
Meu pau reagiu na hora ao ver ela, mas consegui me segurar e fechei a porta. Fui até onde tinha deixado minhas coisas e vi as tias Sara e Laura deitadas na minha cama, as duas só de calcinha e sutiã. Tava claro que já tinha sido muito tesão naquele dia, ou pelo menos foi o que pensei, mas o interessante tava só começando.
Saà pra dar uma volta pelos arredores. Pensei em visitar a Yulisa, mas esbarrei no tio LuÃs. "Desculpa, Rodri, mas você não pode ir ver sua irmã agora. Você já é um homem feito e tem deveres e obrigações com a famÃlia. Vem, vamos me ajudar a descer umas coisas." Ainda não entendia o que tava rolando, mas fui com ele. Descemos mais comida e bebida da caminhonete dele. As filhas do meu tio LuÃs, Vanesa e Viridiana, apareceram.
Ambas tinham quase a minha idade, 19 anos cada uma. Eram gêmeas, embora não se parecessem muito, pra ser sincero. Elas sempre me pareceram muito simpáticas e meio doidas, e graças à ajuda delas, terminamos rápido nossa tarefa. Minhas primas saÃram correndo pra tomar banho e se trocar, porque à tarde teria uma surpresa — ou pelo menos era o que o tio LuÃs tinha me dito.
Eu também queria tirar a roupa suja e me vestir pra ocasião, então entrei de novo na casa do vô Marcos. Via todo mundo se preparando à s pressas. "O que que houve, mãe?" — perguntei. "Nada, filho. Se troca rápido, que o vô não gosta de atraso." Minhas tias ainda estavam no meu quarto. "Entra, filho, e se apressa, que logo são 4 horas e a gente tem que estar pronto." Eu entrei e, enquanto começava a pegar minha roupa, elas se trocavam sem nenhum pudor na minha frente. Mas eu me virei, porque me sentia meio desconfortável. Esperei elas saÃrem do quarto pra me trocar mais à vontade.
Fui o último a sair, porque todo mundo já me esperava na sala: o vô Marcos, minhas tias Laura e Sara, meu tio LuÃs e as filhas dele, Vanesa e Viridiana, junto com a esposa dele, Branca, minha mãe Martina e meu pai Roberto, minha irmã mais velha Berenice, e o resto da famÃlia que eu não conhecia tão bem, pra ser sincero. O vô Marcos pegou um livro velho que guardava trancado e, se virando pra mim, ordenou: "Vem cá, filho." Caminhei até ele e, enquanto andava, sentia o olhar de todo mundo. Aà o vô escreveu meu nome no livro e disse em voz alta: "Tá feito."
Na hora, todos aplaudiram. Eu imaginei que fosse algum tipo de ritual besta da famÃlia, ou que estavam só me zoando, mas tava enganado. Percebi quando todo mundo começou a me parabenizar. Um por um, se aproximavam e me abraçavam. As primeiras foram as tias: primeiro a tia Sara, depois a tia Laura. Essa última sussurrou no meu ouvido: "Hoje à noite. você vai dormir,,
depois dos parabéns, colocaram uma cadeira no centro da sala. eu procurava meus pais com o olhar, mas eles já não estavam mais. depois de me sentar, vendaram meus olhos e me disseram pra esperar. mesmo sem estar amarrado, obedeci e nem tentei olhar o que acontecia. depois de uns 5 minutos mais ou menos, tiraram a venda dos meus olhos
e o que eu vi foi a coisa mais incrÃvel que meus olhos já tinham visto na vida inteira. todos já tinham tirado suas roupas de gala. os homens da famÃlia usavam só cuecas, sungas ou nada, e as mulheres usavam lingerie, robes transparentes, cintas-liga como a da minha mãe, ou simplesmente estavam peladas
esse é o meu presente como seu padrinho, disse o tio luis. ele trazia minhas primas viri e vanesa amarradas com uma corda no pescoço e com o rosto coberto por um pano. a esposa do tio luis, blanca, apareceu atrás de mim completamente nua, os peitos dela balançavam, eu pude ver quando ela passou na minha frente. depois de tirar o pano das filhas, ela disse: são pra você, sobrinho querido
a tia blanca deu uma palmada na bunda de viri e vanesa, e elas vieram na minha direção. eu estava imóvel, e todos continuavam olhando de longe. as gêmeas eram de altura média, moreninhas e bem magrinhas. as duas se ajoelharam e começaram a tirar minha calça. meu pau saltou pra fora da cueca, e elas não hesitaram em chupar ele todinho, completinho. a tia blanca falou pro tio luis: olha essas vadias, já estavam com fome. e o tio luis respondeu: são tão putas quanto a mãe delas
o vô se aproximou da tia blanca e agarrou a bunda dela. não atrapalha minhas netas, elas estão fazendo muito bem. e era verdade. aquelas gurias de apenas 19 anos me chupavam inteiro, e ainda eram super sincronizadas: enquanto uma lambia minhas bolas, a outra chupava minha cabeça, e assim iam, sem parar. meu pau estava prestes a explodir
vô, disse viri: o rodri já vai soltar o leite... é normal, viri, ele tá só começando. nisso, vanesa Ela se levantou e cobriu meu rosto com o mesmo cobertor que tinham usado pra cobrir ela, enquanto a Viri puxava minha pica com as duas mãos. Eu ouvi o barulho de uns saltos batendo no chão, alguém tava vindo na minha direção, mas eu não conseguia ver quem era. A Viri soltou minha pica e aà eu senti alguém sentando em mim devagar. Aquela sensação era incrÃvel, quem tava fazendo aquilo tinha a buceta toda molhada e bem dilatada. Achei que era a Viri, mas quando sentou de vez, percebi que era uma bunda imensa que tava em cima de mim. Ela se mexia em cÃrculos, bem devagar, eu tava mais que extasiado e não hesitei em agarrar as tetas daquela mulher misteriosa de bunda grande.
"Seu marido tem razão, tia Branca, você é a melhor puta do mundo", falei achando que era ela. Depois de falar isso, ouvi a risada escandalosa da tia Branca lá longe, junto com a risada dos outros. Tirei o cobertor pra ver o que tava rolando e não podia acreditar: quem tava sentada na minha pica não era a tia Branca nem minha prima Viri, mas sim minha mãe, Martina. E ela tava vestida exatamente igual daquela vez, com a mesma cinta-liga branca e o espartilho apertado, só que agora tava maquiada de um jeito exagerado, parecendo uma foxie de cabaré.
"Tá gostando de como a mamãe engole, Rodri?" — ela dizia enquanto mexia a bunda. Eu tirei as mãos das tetas dela, e ela pegou minhas mãos de novo, falando: "Não tira, Rodri, agarra forte que eu vou começar a pular. Você vai ver por que chamam sua mãe de coelhinha." Minha mãe, Martina, deixava cair aquela bunda enorme na minha pica, dava pra ouvir o barulho das minhas coxas batendo nas nalgas enormes dela enquanto eu via minha mãe pulando que nem uma louca. O tio LuÃs e o vô ficaram olhando com luxúria pra minha mãe, que não parava de pular e quicar a bunda em mim.
Aà ela enfiou um dedo na boca e disse: "Já quero mamar pica!! Já quero mamar pica!! Quero leite!! Quero leite!! A coelhinha Martina quer o leite dela...!! Rodri, você vai deixar eu chupar sua pica e engolir todo o seu leite?" — ela perguntava.
Tava claro que eu não ia aguentar. Com uma mulherão desses, meu pai apareceu de repente, pegou minha mãe pelos cabelos e a afastou de mim. "Sai daà e se acalma, sua puta Foxy. Olha como você deixou seu pobre filho."
Meu pai virou pra mim e disse: "Filho, todas as mulheres da famÃlia são tão putas quanto sua mãe, todas sem exceção", insistiu. "É por isso que você tem que tratá-las com mão firme, porque elas são o tesouro dessa famÃlia e não podemos perdê-las, assim como nossas tradições são o que temos de mais valioso." Foi aà que entendi tudo.
Meu pai olhou pra mim de novo e disse: "Ainda falta meu presente, filho. Espera." Ele foi atrás de uma porta e de lá saiu minha irmã Berenice, completamente nua, coberta com o mesmo lençol branco daquela vez. Berenice caminhou até mim com o olhar no chão, mas quando ficou na minha frente, ajoelhou-se e, olhando nos meus olhos, foi enfiando meu pau na boca aos poucos. Como minha irmã engolia, e os olhos lacrimejantes dela me deixavam com muito tesão. "Enfia o pau até a garganta, filho. Essa é das que engolem, igual sua mãe, então não se preocupa que ela gosta." "Que pauzão você tem, irmão, quase igual o do papai", dizia Berenice quando tirava da boca só pra pegar mais ar.
Ela estava tão gostosa, Berenice, com o cabelo preso em duas marias-chiquinhas e os olhos bem abertos, que não pensei duas vezes em esvaziar meu gozo na boca dela. Mas o vovô Marcos interveio de novo: "Rodri já não aguenta mais com presentes tão generosos. Tirem minha neta e deixem ele terminar o serviço com a indicada." Era tradição na minha famÃlia que a mãe recebesse a primeira gozada numa iniciação. Então papai e minha irmã foram buscar minha mãe, pegaram Martina pelas mãos e a colocaram na minha frente.
Depois, minha mãe ficou de quatro, e minha irmã fez o mesmo: ficou de quatro, de frente uma para a outra, e começaram a se beijar. Eu via a bunda imensa da minha mãe rebolando de um lado para o outro, como se implorasse por pau. Meu pai se ajoelhou atrás de Berenice, abaixou a calça... Boxeador e puxando pelos cabelos, meteu nela. Pobre da minha irmã, mal aguentava aquela pica enorme.
Berenice gritava: "Aaahiiiii, papiiii!! Aaahhiii, papiii!! Você disse que ia meter devagar, igual em casa!!" Enquanto isso, minha mãe falava: "É assim mesmo, filha, você já sabe que o filho da puta do seu pai sempre mete forte", enquanto passava a mão nos peitos de Berenice. Eu não acreditava na cara de foxy que minha irmã fazia cada vez que papai enfiava até o fundo. O tio LuÃs gritava: "Não maltrata muito minha sobrinha, que eu também quero comer essas bundinhas." Minha mãe soltou Berenice e disse: "A janta tá servida." Abrindo bem as nádegas, me ajoelhei igual ao meu pai e fui enfiando devagar.
E enquanto papai comia minha irmã, eu comia minha mãe. Papai agarrou Berenice pelo cabelo e deu tapas na bunda dela sem piedade, fodendo brutalmente. Minha irmã começou a gemer e gritar: "Aaaaaayyy, aaaaaayyy." Eu fiz o mesmo com Martina, e mãe e filha gritavam em unÃssono: "Aaaaaayyy, aaaaayy, ayyy, ayyyy." Só paravam de gritar pra se beijar na boca uma da outra. Depois, o avô Marcos chegou e enfiou a pica na boca da minha irmã e depois na da minha mãe: "Cala a boca, suas putas, que gemem que nem loucas." Depois me disse: "Rodri, você sabe que sua mãe tem o apelido de 'coelhinha'. Não quer saber agora o apelido da sua irmã?" Eu concordei com a cabeça. "Então mostra pra ele, Roberto", ordenou pro meu pai.
Papai tirou a pica da buceta da Berenice, e minha irmã reclamou: "Não, ainda não! Não quero, ainda não, papi, espera..." Mas o avô enfiou a pica de novo nela pra calar a boca. Papai cuspiu no cu dela e meteu pelo rabo, enquanto minha mãe segurava as mãos dela e meu pai segurava os quadris.
"AÃ, filhinha, que cu gostoso você tem. Pois é, você adora dar pra mim, em casa nem reclama", dizia meu pai pra Berenice. Ela, engasgada com a pica do avô, só respirava forte e aguentava, enquanto eu continuava bombando minha mãe. que escorria a jorros ao ver a filha ser fodida daquele jeito
minha mãe dizia pra bere,, você consegue, aguenta filha já comeu ele antes,, ,,os olhos de bere viraram e o vovô finalmente tirou ela da boca ,, sua irmã é apelidada de porca me disse o vovô e agora vai ver porquê,, depois disso bere começou a dizer arrebenta o cu da sua porca papai,, arrebenta o cu da sua porquinha papai!! , arrebenta o cu dessa puta porcaaaaaa!!
não parava de berrar e de se chamar de porca nunca tinha visto minha irmã tão tesuda e fora de si e nem preciso falar da minha mãe que não parava de rebolar o rabo em cÃrculos e se enfiar sozinha no meu pau ,, papai não aguentou aquela puta tremenda e gozou dentro de bere , eu peguei martina pelo cabelo e enfiei o pau com tanta força que derrubei ela no chão e continuei metendo por cima dela ,,assim mesmo gostoso mamãe adora forte!!! gritava martina gemendo e gozando como uma puta de verdade ,, finalmente gozei dentro da bunda dela depois tirei o pau e joguei o resto da minha porra nas bundonas dela que berenice correu pra lamber sem hesitar......
Espero não ofender ninguém com o que vou contar, e digo isso porque é muito comum as pessoas julgarem os outros pelo simples fato de serem diferentes, seja no fÃsico, no jeito de falar ou até na maneira de fazer as coisas ou de agir. E é aqui que eu faço uma ênfase, porque a base da minha história é sobre os costumes e tradições que se praticam dentro da minha famÃlia.
É bem sabido que as civilizações antigas buscavam a qualquer custo preservar sua linhagem, seja para manter o trono e assim conservar a riqueza e os confortos a que estavam acostumados, ou porque era uma lei herdada geração após geração, uma lei que não ousavam desafiar, como essas leis que existem tantas hoje em dia. Pois bem, meus ancestrais de algum jeito conseguiram preservar essa prática, e era por isso que, de certa forma, nossa famÃlia era tão "unida".
Percebi tudo isso quando completei a maioridade. Lembro que todo ano havia uma reunião de famÃlia durante o verão: vinham tios, primos, genros, cunhados, sobrinhos, junto com as tias, primas, sobrinhas e netas, enfim, toda a famÃlia que tinha tempo e grana para participar desse evento tão emocionante. Quando eu ainda era menor de idade, lembro que era algo parecido com um acampamento escolar: fazÃamos esporte, jogávamos cartas, enfim, me divertia muito com meus primos e primas, e os adultos a gente mal via durante nossa estadia na fazenda do avô Marcos, que por sinal era enorme.
Aquilo me parecia tão divertido que eu esperava ansioso ano após ano, mas a verdadeira diversão eu descobri só quando completei 18 anos. Lembro que arrumava minhas coisas para partir no verão como de costume, e meus pais me chamaram no quarto deles. Disseram que eu já era um homem feito e que a hora tinha chegado. Não dei muita importância às palavras deles e agradeci pela comentário, fui pro meu quarto pra continuar com minhas coisas, quando
meu pai me chamou de novo: vem aqui Rodrigo, preciso que você veja uma coisa e me dê sua opinião
meio irritado, fui até o quarto dele de novo, o que você quer, pai? reclamei, e ele respondeu: me diz o que você acha disso, gostou? virei o olhar pro lado e vi a Mãe quase nua, só de liga branca e um corset da mesma cor. Minha mãe tinha ascendência brasileira e era uma mulher muito alta, de pele morena e proporções enormes. Vi pela primeira vez as tetonas dela e como o corset levantava elas de um jeito que pareciam ainda maiores e mais pontudas. Os bicos eram roxos e onde terminava a barriga e começava a virilha, era tudo cheio de pelos crespos. Meus olhos ficaram vidrados ao ver uma mulher tão gostosa. Martina, minha mãe, colocou as mãos na cintura e foi dando uma volta devagar: e aÃ, Rodrigo, o que você acha da sua mamãe? – ela perguntou. Que rabo que a minha mãe tinha! A liga apertava as coxas dela e mal aguentava o contorno da bunda enorme. Fiquei mudo e parado, não soube o que responder.
Minha mãe começou a rir, dizendo: viu? ele gostou. Meu pai, meio puto, falou: tá bom, garoto, sai daqui, tá claro que você não tem bom gosto. Aquilo me pareceu tão louco, pensei que era uma daquelas brigas de casal onde quem se ferrava era eu. Mas a imagem da Martina não saiu da minha cabeça o dia inteiro. No mesmo dia, partimos pra reunião. A viagem era meio longa, pouco mais de 5 horas de carro. Yulisa, minha irmã mais nova, tava bem animada, toda hora perguntava pros meus pais se ia ver a nossa irmã Berenice, já que fazia mais de um ano que ela tinha ido estudar fora do paÃs. Quando finalmente chegamos na fazenda do avô Marcos, deixamos a Yulisa nos primeiros quartos, onde ficavam os mais jovens, e eu fui na frente junto com meus pais até os quartos dos "adultos".
Ao chegar Notei vários olhares fixos em mim, especialmente das minhas tias Laura e Sara. Finalmente chegaram: "Como você está, Rodri?", perguntaram. Laura e Sara eram as irmãs mais novas do meu pai. Todo mundo sabia dos problemas delas com álcool e da má sorte pra arrumar marido. Mesmo sem ter passado dos 40, elas eram bem gostosas. As duas eram baixinhas, pele clara, cabelo curto, cintura larga e sempre vestiam jeans.
O avô Marcos desceu do quarto dele, deu as boas-vindas pra todo mundo e ofereceu comida e bebida à vontade. Até aÃ, tudo normal, exceto que não tinha nenhum menor de idade. A gente bebeu pra caramba naquela noite. Eu dormi no sofá, nem consegui chegar no quarto onde ia ficar pelos próximos 3 dias. Acordei e a primeira coisa que vi foi minha irmã saindo do quarto dos meus pais, o que era estranho porque na noite anterior não tinha visto ela em momento nenhum. Ela estava enrolada num lençol, descalça e meio apressada. Ouvi o chuveiro abrir. Espiei o banheiro e vi o lençol jogado no chão e minha irmã Berenice pelada se lavando. Igual à minha mãe, ela era alta e morena, com uma bunda linda, embora os peitos não fossem tão grandes quanto os da mamãe, mas mais firmes.
Meu pau reagiu na hora ao ver ela, mas consegui me segurar e fechei a porta. Fui até onde tinha deixado minhas coisas e vi as tias Sara e Laura deitadas na minha cama, as duas só de calcinha e sutiã. Tava claro que já tinha sido muito tesão naquele dia, ou pelo menos foi o que pensei, mas o interessante tava só começando.
Saà pra dar uma volta pelos arredores. Pensei em visitar a Yulisa, mas esbarrei no tio LuÃs. "Desculpa, Rodri, mas você não pode ir ver sua irmã agora. Você já é um homem feito e tem deveres e obrigações com a famÃlia. Vem, vamos me ajudar a descer umas coisas." Ainda não entendia o que tava rolando, mas fui com ele. Descemos mais comida e bebida da caminhonete dele. As filhas do meu tio LuÃs, Vanesa e Viridiana, apareceram.
Ambas tinham quase a minha idade, 19 anos cada uma. Eram gêmeas, embora não se parecessem muito, pra ser sincero. Elas sempre me pareceram muito simpáticas e meio doidas, e graças à ajuda delas, terminamos rápido nossa tarefa. Minhas primas saÃram correndo pra tomar banho e se trocar, porque à tarde teria uma surpresa — ou pelo menos era o que o tio LuÃs tinha me dito.
Eu também queria tirar a roupa suja e me vestir pra ocasião, então entrei de novo na casa do vô Marcos. Via todo mundo se preparando à s pressas. "O que que houve, mãe?" — perguntei. "Nada, filho. Se troca rápido, que o vô não gosta de atraso." Minhas tias ainda estavam no meu quarto. "Entra, filho, e se apressa, que logo são 4 horas e a gente tem que estar pronto." Eu entrei e, enquanto começava a pegar minha roupa, elas se trocavam sem nenhum pudor na minha frente. Mas eu me virei, porque me sentia meio desconfortável. Esperei elas saÃrem do quarto pra me trocar mais à vontade.
Fui o último a sair, porque todo mundo já me esperava na sala: o vô Marcos, minhas tias Laura e Sara, meu tio LuÃs e as filhas dele, Vanesa e Viridiana, junto com a esposa dele, Branca, minha mãe Martina e meu pai Roberto, minha irmã mais velha Berenice, e o resto da famÃlia que eu não conhecia tão bem, pra ser sincero. O vô Marcos pegou um livro velho que guardava trancado e, se virando pra mim, ordenou: "Vem cá, filho." Caminhei até ele e, enquanto andava, sentia o olhar de todo mundo. Aà o vô escreveu meu nome no livro e disse em voz alta: "Tá feito."
Na hora, todos aplaudiram. Eu imaginei que fosse algum tipo de ritual besta da famÃlia, ou que estavam só me zoando, mas tava enganado. Percebi quando todo mundo começou a me parabenizar. Um por um, se aproximavam e me abraçavam. As primeiras foram as tias: primeiro a tia Sara, depois a tia Laura. Essa última sussurrou no meu ouvido: "Hoje à noite. você vai dormir,,
depois dos parabéns, colocaram uma cadeira no centro da sala. eu procurava meus pais com o olhar, mas eles já não estavam mais. depois de me sentar, vendaram meus olhos e me disseram pra esperar. mesmo sem estar amarrado, obedeci e nem tentei olhar o que acontecia. depois de uns 5 minutos mais ou menos, tiraram a venda dos meus olhos
e o que eu vi foi a coisa mais incrÃvel que meus olhos já tinham visto na vida inteira. todos já tinham tirado suas roupas de gala. os homens da famÃlia usavam só cuecas, sungas ou nada, e as mulheres usavam lingerie, robes transparentes, cintas-liga como a da minha mãe, ou simplesmente estavam peladas
esse é o meu presente como seu padrinho, disse o tio luis. ele trazia minhas primas viri e vanesa amarradas com uma corda no pescoço e com o rosto coberto por um pano. a esposa do tio luis, blanca, apareceu atrás de mim completamente nua, os peitos dela balançavam, eu pude ver quando ela passou na minha frente. depois de tirar o pano das filhas, ela disse: são pra você, sobrinho querido
a tia blanca deu uma palmada na bunda de viri e vanesa, e elas vieram na minha direção. eu estava imóvel, e todos continuavam olhando de longe. as gêmeas eram de altura média, moreninhas e bem magrinhas. as duas se ajoelharam e começaram a tirar minha calça. meu pau saltou pra fora da cueca, e elas não hesitaram em chupar ele todinho, completinho. a tia blanca falou pro tio luis: olha essas vadias, já estavam com fome. e o tio luis respondeu: são tão putas quanto a mãe delas
o vô se aproximou da tia blanca e agarrou a bunda dela. não atrapalha minhas netas, elas estão fazendo muito bem. e era verdade. aquelas gurias de apenas 19 anos me chupavam inteiro, e ainda eram super sincronizadas: enquanto uma lambia minhas bolas, a outra chupava minha cabeça, e assim iam, sem parar. meu pau estava prestes a explodir
vô, disse viri: o rodri já vai soltar o leite... é normal, viri, ele tá só começando. nisso, vanesa Ela se levantou e cobriu meu rosto com o mesmo cobertor que tinham usado pra cobrir ela, enquanto a Viri puxava minha pica com as duas mãos. Eu ouvi o barulho de uns saltos batendo no chão, alguém tava vindo na minha direção, mas eu não conseguia ver quem era. A Viri soltou minha pica e aà eu senti alguém sentando em mim devagar. Aquela sensação era incrÃvel, quem tava fazendo aquilo tinha a buceta toda molhada e bem dilatada. Achei que era a Viri, mas quando sentou de vez, percebi que era uma bunda imensa que tava em cima de mim. Ela se mexia em cÃrculos, bem devagar, eu tava mais que extasiado e não hesitei em agarrar as tetas daquela mulher misteriosa de bunda grande.
"Seu marido tem razão, tia Branca, você é a melhor puta do mundo", falei achando que era ela. Depois de falar isso, ouvi a risada escandalosa da tia Branca lá longe, junto com a risada dos outros. Tirei o cobertor pra ver o que tava rolando e não podia acreditar: quem tava sentada na minha pica não era a tia Branca nem minha prima Viri, mas sim minha mãe, Martina. E ela tava vestida exatamente igual daquela vez, com a mesma cinta-liga branca e o espartilho apertado, só que agora tava maquiada de um jeito exagerado, parecendo uma foxie de cabaré.
"Tá gostando de como a mamãe engole, Rodri?" — ela dizia enquanto mexia a bunda. Eu tirei as mãos das tetas dela, e ela pegou minhas mãos de novo, falando: "Não tira, Rodri, agarra forte que eu vou começar a pular. Você vai ver por que chamam sua mãe de coelhinha." Minha mãe, Martina, deixava cair aquela bunda enorme na minha pica, dava pra ouvir o barulho das minhas coxas batendo nas nalgas enormes dela enquanto eu via minha mãe pulando que nem uma louca. O tio LuÃs e o vô ficaram olhando com luxúria pra minha mãe, que não parava de pular e quicar a bunda em mim.
Aà ela enfiou um dedo na boca e disse: "Já quero mamar pica!! Já quero mamar pica!! Quero leite!! Quero leite!! A coelhinha Martina quer o leite dela...!! Rodri, você vai deixar eu chupar sua pica e engolir todo o seu leite?" — ela perguntava.
Tava claro que eu não ia aguentar. Com uma mulherão desses, meu pai apareceu de repente, pegou minha mãe pelos cabelos e a afastou de mim. "Sai daà e se acalma, sua puta Foxy. Olha como você deixou seu pobre filho."
Meu pai virou pra mim e disse: "Filho, todas as mulheres da famÃlia são tão putas quanto sua mãe, todas sem exceção", insistiu. "É por isso que você tem que tratá-las com mão firme, porque elas são o tesouro dessa famÃlia e não podemos perdê-las, assim como nossas tradições são o que temos de mais valioso." Foi aà que entendi tudo.
Meu pai olhou pra mim de novo e disse: "Ainda falta meu presente, filho. Espera." Ele foi atrás de uma porta e de lá saiu minha irmã Berenice, completamente nua, coberta com o mesmo lençol branco daquela vez. Berenice caminhou até mim com o olhar no chão, mas quando ficou na minha frente, ajoelhou-se e, olhando nos meus olhos, foi enfiando meu pau na boca aos poucos. Como minha irmã engolia, e os olhos lacrimejantes dela me deixavam com muito tesão. "Enfia o pau até a garganta, filho. Essa é das que engolem, igual sua mãe, então não se preocupa que ela gosta." "Que pauzão você tem, irmão, quase igual o do papai", dizia Berenice quando tirava da boca só pra pegar mais ar.
Ela estava tão gostosa, Berenice, com o cabelo preso em duas marias-chiquinhas e os olhos bem abertos, que não pensei duas vezes em esvaziar meu gozo na boca dela. Mas o vovô Marcos interveio de novo: "Rodri já não aguenta mais com presentes tão generosos. Tirem minha neta e deixem ele terminar o serviço com a indicada." Era tradição na minha famÃlia que a mãe recebesse a primeira gozada numa iniciação. Então papai e minha irmã foram buscar minha mãe, pegaram Martina pelas mãos e a colocaram na minha frente.
Depois, minha mãe ficou de quatro, e minha irmã fez o mesmo: ficou de quatro, de frente uma para a outra, e começaram a se beijar. Eu via a bunda imensa da minha mãe rebolando de um lado para o outro, como se implorasse por pau. Meu pai se ajoelhou atrás de Berenice, abaixou a calça... Boxeador e puxando pelos cabelos, meteu nela. Pobre da minha irmã, mal aguentava aquela pica enorme.
Berenice gritava: "Aaahiiiii, papiiii!! Aaahhiii, papiii!! Você disse que ia meter devagar, igual em casa!!" Enquanto isso, minha mãe falava: "É assim mesmo, filha, você já sabe que o filho da puta do seu pai sempre mete forte", enquanto passava a mão nos peitos de Berenice. Eu não acreditava na cara de foxy que minha irmã fazia cada vez que papai enfiava até o fundo. O tio LuÃs gritava: "Não maltrata muito minha sobrinha, que eu também quero comer essas bundinhas." Minha mãe soltou Berenice e disse: "A janta tá servida." Abrindo bem as nádegas, me ajoelhei igual ao meu pai e fui enfiando devagar.
E enquanto papai comia minha irmã, eu comia minha mãe. Papai agarrou Berenice pelo cabelo e deu tapas na bunda dela sem piedade, fodendo brutalmente. Minha irmã começou a gemer e gritar: "Aaaaaayyy, aaaaaayyy." Eu fiz o mesmo com Martina, e mãe e filha gritavam em unÃssono: "Aaaaaayyy, aaaaayy, ayyy, ayyyy." Só paravam de gritar pra se beijar na boca uma da outra. Depois, o avô Marcos chegou e enfiou a pica na boca da minha irmã e depois na da minha mãe: "Cala a boca, suas putas, que gemem que nem loucas." Depois me disse: "Rodri, você sabe que sua mãe tem o apelido de 'coelhinha'. Não quer saber agora o apelido da sua irmã?" Eu concordei com a cabeça. "Então mostra pra ele, Roberto", ordenou pro meu pai.
Papai tirou a pica da buceta da Berenice, e minha irmã reclamou: "Não, ainda não! Não quero, ainda não, papi, espera..." Mas o avô enfiou a pica de novo nela pra calar a boca. Papai cuspiu no cu dela e meteu pelo rabo, enquanto minha mãe segurava as mãos dela e meu pai segurava os quadris.
"AÃ, filhinha, que cu gostoso você tem. Pois é, você adora dar pra mim, em casa nem reclama", dizia meu pai pra Berenice. Ela, engasgada com a pica do avô, só respirava forte e aguentava, enquanto eu continuava bombando minha mãe. que escorria a jorros ao ver a filha ser fodida daquele jeito
minha mãe dizia pra bere,, você consegue, aguenta filha já comeu ele antes,, ,,os olhos de bere viraram e o vovô finalmente tirou ela da boca ,, sua irmã é apelidada de porca me disse o vovô e agora vai ver porquê,, depois disso bere começou a dizer arrebenta o cu da sua porca papai,, arrebenta o cu da sua porquinha papai!! , arrebenta o cu dessa puta porcaaaaaa!!
não parava de berrar e de se chamar de porca nunca tinha visto minha irmã tão tesuda e fora de si e nem preciso falar da minha mãe que não parava de rebolar o rabo em cÃrculos e se enfiar sozinha no meu pau ,, papai não aguentou aquela puta tremenda e gozou dentro de bere , eu peguei martina pelo cabelo e enfiei o pau com tanta força que derrubei ela no chão e continuei metendo por cima dela ,,assim mesmo gostoso mamãe adora forte!!! gritava martina gemendo e gozando como uma puta de verdade ,, finalmente gozei dentro da bunda dela depois tirei o pau e joguei o resto da minha porra nas bundonas dela que berenice correu pra lamber sem hesitar......
12 comentários - FamÃlia Gostosa
Muy buena historia!!!
Gracias por compartir
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los mÃos...