Tristeza do corno do meu maridinho III
Cheguei toda feliz em casa com minha tornozeleira nova. Na sala estavam sentados folheando umas revistas o tano e a solange.
T - Já chegaram, pauli?
P - Sim. Romi como está?
S - Dormindo, não incomodou nada. É uma santa essa garota.
Sentei na frente deles no sofá, cruzando as pernas. A saia que eu tava usando era meio coxa, tipo hippie, e uma camisetinha, claro, sem sutiã. Nisso subiu o gaby.
T - Tudo bem, filho?
G - Sim, já deixei ela contente. Não contou nada pra eles.
Os dois olharam pra mim, o tano e a solange, e eu olhando pra eles falei:
P - É, olha o que o doce do meu maridinho me deu.
Estiquei a perna com a tornozeleira mais pra cima. Os dois olharam e sorriram, claro que sabiam o que significava. O tano já sabia, mas da solange não, mas o sorrisinho dela confirmou.
T - Que linda que fica em você, bebê.
S - É, muito linda.
P - Eu escolhi, o gaby não sabia.
G - Fica muito bem nela, né?
S - Na verdade, é um presente compartilhado esse, já que os dois têm que concordar que a mulher use.
Solange olhou pro gaby, observando a reação dele. Ele baixou a cabeça e aí eu falei:
P - Ele se comportou muito bem quando soube e a gente começou a curtir junto, ou não, gaby?
G - Sim, sim, eu também gostei muito.
T - Eu acho que essas coisas são pra serem curtidas. É melhor não ser hipócrita e ficar sabendo do que fazer pelas costas.
S - Sabe que eu penso igual, tano?
P - Bom, então vamos brindar.
G - Sim, claro.
S - Bom, mas isso não dá pra levar pra todo lugar, pauli. Tem muita gente que não entende, sabe.
P - Claro, solange. O gaby e eu vamos decidir em que casos vou usar, não é, love?
G - Claro, minha rainha, quando você quiser.
P - Viu que é um doce? Por isso que eu amo ele, é o love da minha vida.
Enquanto falava isso, eu olhava pro volume que tava formando no tano na calça dele. Ufffff.
S - Que tal se pra comemorar a gente colocar uma música no som?
T - Pode, coloquem.
P - Eu escolho as músicas.
Fui no aparelho de som, tinha um CD de músicas emendadas e coloquei uma melódica. Solange pegou o tano. Tano e Gaby, eu fiquei comigo. Solange ficava sussurrando coisas no ouvido do Tano, e eu no da Gaby.
S — Que sorte a Gaby ter conseguido assumir a situação, né Tano?
T — É, assim sem culpa ela vai poder aproveitar mais.
S — Ele é só um pilantra?
T — Por que você diz isso?
S — Acha que sou burra e não percebo a sua com aquela garota?
T — Não tá com ciúmes, né love?
S — Sabe que entre nós tudo é permitido.
Eu também curto quando você traz esses machos pausudos.
T — Assim que eu gosto, love, que você saiba qual é o lugar de cada um nessa casa.
S — Claro que sei.
T — E você também curte muito, né?
S — Sim, eu curto, e mesmo que você coma essas garotas, sua puta sou eu, Tano.
T — Sabe que botar chifre no meu filho é outra parada, ainda mais sendo ela a mamãe. Vamos ver, me mostra que você tá à altura de ser minha puta.
Enquanto esse diálogo rolava num casal, no outro também em sussurro:
P — Você se saiu muito bem, Gaby.
G — Fiquei meio com vergonha, love, na frente do meu pai e da Solange.
P — Por quê, love? Aqui todo mundo sabe como é a parada. O Tano é o macho alfa, e todos fazemos o que ele tem vontade.
G — É, sempre foi assim, ele é tão poderoso.
Eu então desci uma mão e acariciei a piquitinha dele.
P — Muito poderoso, Sweetie.
E notei como ela foi ficando durinha. No outro casal, o diálogo entre Solange e o Tano acabava.
S — Ainda precisa que eu te mostre mais, Tano?
T — Seria legal, vamos ver.
Nisso, ela se separou do Tano e falou em voz alta:
S — Bom, hora de trocar de casal.
P — Ah, sim, vai lá, Gaby, me deixa com seu papai.
Acontece a troca de casais: agora é Gaby com Solange, e o Tano com Pauli. Os comentários voltam a ser só entre os casais. Pauli passa os braços no pescoço do Tano, colando as tetas no peito dele, e o Tano segura ela de leve na cintura. No outro casal, é Solange quem toma a iniciativa; Gaby é mais respeitosa, ela é a madrasta, pertence ao Tano.
T — Que puta gostosa você é, bebê.
P — Te excita também que eu use isso, não, vagabundo?
T — Claro, por isso comprei outro igualzinho e te mostrei.
P — É... Como levar um cartaz de disponível, só falta eu fazer uma tatuagem de "slut" mesmo
Eu me agarrava tanto nele, podia sentir ele contra minha barriguinha, ele sim tinha uma boa cock, diferente da piquinha do Gaby
T-Isso já vai chegar na hora certa e não seja vulgar, uma mulher que transa com quem quer não é uma slut
Ele agora já me pegava pela Booty e me apertava contra a cock dele
P-O que você vai fazer em mim, uma tatuagem, papi? Mmmmm
T-Vamos ver se você merece, igual aquela tornozeleira que seu maridinho te deu
P-Mmmm, o que eu tenho que fazer, papi? Você vai me avisar?
T-Agora continua dançando comigo, slut
No outro casal, o diálogo era outro
S-Que bom, Gaby, que você se animou a comprar isso pra Pauli, é todo um símbolo, bebê
G-Sério, você achou legal, Solange? Tava com medo do que você ia pensar
Ela apertou ele mais contra o peito dela
S-Que doce que você é, bebê, como eu vou pensar mal de você se reconhecer como um cuckold? Sabe, me dá muita ternurinha que você goste de ser assim
G-Sério que você tá me dizendo isso?
S-Claro, quem dera o Tano fosse igual a você
G-Ele não te deixa transar com outros, macho?
S-Sim, mas é diferente, ele escolhe, entende? Ele é o macho que me deixa transar, bebê. Agora me segura mais forte que eu não mordo, bebê
G-Mas o papi tá ali, não vai se incomodar, Solange?
S-Já te falei, bebê, se eu tô dançando aqui com você é porque ele quer assim. Me toca na Booty ou você não gosta da bundinha da sua mamãe? Olha como ele pega a Booty da sua esposa (a nora dele)
G-Sim, você tem razão, e a Pauli se deixa levar com ele
S-Claro, olha como eles dançam se movendo até o seu quarto, bebê
G-Sim, ele tá levando ela devagar
S-Você sabe o que vai acontecer, não sabe, love?
Enquanto fala isso, Solange solta uma mão do pescoço dele e toca a piquinha dele por cima da calça
S-Parece que agora você sabe o que vai acontecer, olha como sua piquinha ficou, bebê
G-Sim, ele vai me fazer de corno de novo, não vai?
S-Muito cornudos vamos ser, mas enquanto isso, me leva você pro meu quarto, love, e entretém sua mamãe
G-Bom, vamos
No outro casal, se aproximando do quarto da Pauli e do Gaby, Paula toma consciência de quão perto elas estão da porta
p-aonde você tá me levando, papai
t-tem alguma dúvida, bebê?
p-mas é que a Gaby e a Solange
t-a Gaby precisa continuar se acostumando, e a Solange vai ficar entretida
p-você é um filho da puta divino, sabia?
t-e isso te deixa louca, né?
Já entrando no quarto, a Pauli tenta fechar a porta,
t-deixa aberta, quero que elas ouçam o quão puta você fica comigo
p-muito puta, papai
o resto no próximo, beijinhos
Cheguei toda feliz em casa com minha tornozeleira nova. Na sala estavam sentados folheando umas revistas o tano e a solange.
T - Já chegaram, pauli?
P - Sim. Romi como está?
S - Dormindo, não incomodou nada. É uma santa essa garota.
Sentei na frente deles no sofá, cruzando as pernas. A saia que eu tava usando era meio coxa, tipo hippie, e uma camisetinha, claro, sem sutiã. Nisso subiu o gaby.
T - Tudo bem, filho?
G - Sim, já deixei ela contente. Não contou nada pra eles.
Os dois olharam pra mim, o tano e a solange, e eu olhando pra eles falei:
P - É, olha o que o doce do meu maridinho me deu.
Estiquei a perna com a tornozeleira mais pra cima. Os dois olharam e sorriram, claro que sabiam o que significava. O tano já sabia, mas da solange não, mas o sorrisinho dela confirmou.
T - Que linda que fica em você, bebê.
S - É, muito linda.
P - Eu escolhi, o gaby não sabia.
G - Fica muito bem nela, né?
S - Na verdade, é um presente compartilhado esse, já que os dois têm que concordar que a mulher use.
Solange olhou pro gaby, observando a reação dele. Ele baixou a cabeça e aí eu falei:
P - Ele se comportou muito bem quando soube e a gente começou a curtir junto, ou não, gaby?
G - Sim, sim, eu também gostei muito.
T - Eu acho que essas coisas são pra serem curtidas. É melhor não ser hipócrita e ficar sabendo do que fazer pelas costas.
S - Sabe que eu penso igual, tano?
P - Bom, então vamos brindar.
G - Sim, claro.
S - Bom, mas isso não dá pra levar pra todo lugar, pauli. Tem muita gente que não entende, sabe.
P - Claro, solange. O gaby e eu vamos decidir em que casos vou usar, não é, love?
G - Claro, minha rainha, quando você quiser.
P - Viu que é um doce? Por isso que eu amo ele, é o love da minha vida.
Enquanto falava isso, eu olhava pro volume que tava formando no tano na calça dele. Ufffff.
S - Que tal se pra comemorar a gente colocar uma música no som?
T - Pode, coloquem.
P - Eu escolho as músicas.
Fui no aparelho de som, tinha um CD de músicas emendadas e coloquei uma melódica. Solange pegou o tano. Tano e Gaby, eu fiquei comigo. Solange ficava sussurrando coisas no ouvido do Tano, e eu no da Gaby.
S — Que sorte a Gaby ter conseguido assumir a situação, né Tano?
T — É, assim sem culpa ela vai poder aproveitar mais.
S — Ele é só um pilantra?
T — Por que você diz isso?
S — Acha que sou burra e não percebo a sua com aquela garota?
T — Não tá com ciúmes, né love?
S — Sabe que entre nós tudo é permitido.
Eu também curto quando você traz esses machos pausudos.
T — Assim que eu gosto, love, que você saiba qual é o lugar de cada um nessa casa.
S — Claro que sei.
T — E você também curte muito, né?
S — Sim, eu curto, e mesmo que você coma essas garotas, sua puta sou eu, Tano.
T — Sabe que botar chifre no meu filho é outra parada, ainda mais sendo ela a mamãe. Vamos ver, me mostra que você tá à altura de ser minha puta.
Enquanto esse diálogo rolava num casal, no outro também em sussurro:
P — Você se saiu muito bem, Gaby.
G — Fiquei meio com vergonha, love, na frente do meu pai e da Solange.
P — Por quê, love? Aqui todo mundo sabe como é a parada. O Tano é o macho alfa, e todos fazemos o que ele tem vontade.
G — É, sempre foi assim, ele é tão poderoso.
Eu então desci uma mão e acariciei a piquitinha dele.
P — Muito poderoso, Sweetie.
E notei como ela foi ficando durinha. No outro casal, o diálogo entre Solange e o Tano acabava.
S — Ainda precisa que eu te mostre mais, Tano?
T — Seria legal, vamos ver.
Nisso, ela se separou do Tano e falou em voz alta:
S — Bom, hora de trocar de casal.
P — Ah, sim, vai lá, Gaby, me deixa com seu papai.
Acontece a troca de casais: agora é Gaby com Solange, e o Tano com Pauli. Os comentários voltam a ser só entre os casais. Pauli passa os braços no pescoço do Tano, colando as tetas no peito dele, e o Tano segura ela de leve na cintura. No outro casal, é Solange quem toma a iniciativa; Gaby é mais respeitosa, ela é a madrasta, pertence ao Tano.
T — Que puta gostosa você é, bebê.
P — Te excita também que eu use isso, não, vagabundo?
T — Claro, por isso comprei outro igualzinho e te mostrei.
P — É... Como levar um cartaz de disponível, só falta eu fazer uma tatuagem de "slut" mesmo
Eu me agarrava tanto nele, podia sentir ele contra minha barriguinha, ele sim tinha uma boa cock, diferente da piquinha do Gaby
T-Isso já vai chegar na hora certa e não seja vulgar, uma mulher que transa com quem quer não é uma slut
Ele agora já me pegava pela Booty e me apertava contra a cock dele
P-O que você vai fazer em mim, uma tatuagem, papi? Mmmmm
T-Vamos ver se você merece, igual aquela tornozeleira que seu maridinho te deu
P-Mmmm, o que eu tenho que fazer, papi? Você vai me avisar?
T-Agora continua dançando comigo, slut
No outro casal, o diálogo era outro
S-Que bom, Gaby, que você se animou a comprar isso pra Pauli, é todo um símbolo, bebê
G-Sério, você achou legal, Solange? Tava com medo do que você ia pensar
Ela apertou ele mais contra o peito dela
S-Que doce que você é, bebê, como eu vou pensar mal de você se reconhecer como um cuckold? Sabe, me dá muita ternurinha que você goste de ser assim
G-Sério que você tá me dizendo isso?
S-Claro, quem dera o Tano fosse igual a você
G-Ele não te deixa transar com outros, macho?
S-Sim, mas é diferente, ele escolhe, entende? Ele é o macho que me deixa transar, bebê. Agora me segura mais forte que eu não mordo, bebê
G-Mas o papi tá ali, não vai se incomodar, Solange?
S-Já te falei, bebê, se eu tô dançando aqui com você é porque ele quer assim. Me toca na Booty ou você não gosta da bundinha da sua mamãe? Olha como ele pega a Booty da sua esposa (a nora dele)
G-Sim, você tem razão, e a Pauli se deixa levar com ele
S-Claro, olha como eles dançam se movendo até o seu quarto, bebê
G-Sim, ele tá levando ela devagar
S-Você sabe o que vai acontecer, não sabe, love?
Enquanto fala isso, Solange solta uma mão do pescoço dele e toca a piquinha dele por cima da calça
S-Parece que agora você sabe o que vai acontecer, olha como sua piquinha ficou, bebê
G-Sim, ele vai me fazer de corno de novo, não vai?
S-Muito cornudos vamos ser, mas enquanto isso, me leva você pro meu quarto, love, e entretém sua mamãe
G-Bom, vamos
No outro casal, se aproximando do quarto da Pauli e do Gaby, Paula toma consciência de quão perto elas estão da porta
p-aonde você tá me levando, papai
t-tem alguma dúvida, bebê?
p-mas é que a Gaby e a Solange
t-a Gaby precisa continuar se acostumando, e a Solange vai ficar entretida
p-você é um filho da puta divino, sabia?
t-e isso te deixa louca, né?
Já entrando no quarto, a Pauli tenta fechar a porta,
t-deixa aberta, quero que elas ouçam o quão puta você fica comigo
p-muito puta, papai
o resto no próximo, beijinhos
3 comentários - Tristeza do corno do meu maridinho III