Oi. Me chamo Sandra. Tenho 28 anos, sou loira e, pelo que falam e eu percebo, devo ser bem gostosa. Gosto de fazer amor, mas gosto mais de foder, acho que você entende a diferença. Não sou virgem desde os 18. Algumas mulheres dizem que o dia que perderam a virgindade foi um dia maravilhoso que nunca vão esquecer. Eu também não vou esquecer, mas pelo ruim que foi. Foi com um quase namorado, não tinha a menor ideia, gozou em dois minutos, me deixou na mão e, ainda por cima, me machucou. Ainda bem que a virgindade só se perde uma vez, porque senão eu virava lésbica (que, pela minha experiência depois, também não é ruim. Embora eu ainda prefira homens, as mulheres são maravilhosas. Se souberem fazer, claro). Depois disso, tive várias experiências sexuais, a maioria boas. Mas isso não é o foco da minha história, e sim contar a mudança nas minhas preferências e por quê.
Tudo mudou no verão passado. Fomos para Maiorca quatro amigas, íamos nos divertir, rir e, claro, foder. Praia, turismo, jantar, uns drinques no hotel pra ficar num pico e, depois, caçar ou ser caçadas. Mas aconteceu algo inesperado. O garçom do bar do hotel (um negão com a pinta do Morgan Freeman, de corpo e de idade, brincalhão e provocador com todo mundo, especialmente com as garotas jovens) nos ouvia todo dia contar entre risadas nossas conquistas e aventuras e fazia piadas. A piada favorita dele era "Como vai a caçada?", com um olhar safado. Também nos elogiava muito e de um jeito bem ousado. Criamos intimidade com as brincadeiras e um dia, sozinhas com ele no bar, perguntamos se era verdade que os negros tinham pau maior. Ele nos olhou sorrindo e disse: "Os negros não sei, eu tenho." Caímos na risada e zoamos ele, mas eu, pelo menos, fiquei curiosa e meio excitada. "Queremos ver, certeza que é fanfarrão!" Mas ele, sorrindo, falou: "Meninas, isso vai custar uma boa gorjeta, só mostro em particular e de uma em uma."
Muitas risadas e muitas piadas, mas ele nos deixou Cachondas e curiosas. Um pouco de álcool e a buceta molhada, dá muita coragem. A gente ficou falando sobre o assunto. No final, juntamos 60 euros e sorteamos quem ia testar e depois contar. Esse relato existe porque eu ganhei. Perguntamos a que horas ele saía e se a "oferta ainda estava de pé". Claro, disse, pra qual quarto eu vou às 12?
Eu tava no quarto, excitada e um pouco nervosa. Também não tinha certeza se era uma brincadeira e ele não aparecia. Quando ele bateu na porta com os nós dos dedos, minhas pernas quase tremeram, eu tava morrendo de vontade, mas não sabia o que fazer. Não precisei, porque ele sabia o que fazer. Fechou a porta, me puxou pra perto dele e me beijou na boca. Era mais alto que eu, quando me encostou no corpo dele, senti o pau dele na minha barriga, não parecia tão grande. Sem parar de me beijar, tirou meu roupão e deixou cair no chão. Fiquei só de sutiã e fio dental. Ele me afastou um pouco e me olhou. Sorrindo, disse: "Então você é a vencedora do espetáculo do pauzão preto, e vai contar pras amigas como ele é grande?". Não sei como ele sabia disso, não tinha nos ouvido. Foi aí que comecei a perceber, a sentir, que aquilo ia ser diferente, esse não era um garoto inexperiente nem ia "na onda", já sabia que quem ia mandar era ele.
Me pegou no colo e me deitou na cama. Enquanto se despia, me olhando, eu não tirava os olhos da virilha dele, tava na expectativa do pau dele e não conseguia evitar de me acariciar a buceta, tava excitada, ansiosa pra ver o pau dele. Quando ficou nu, me olhou sorrindo. Eu olhava pro pau dele. Era grande, mas não parecia exagerado. Mas aquilo era só o prólogo. Quando ele pegou na mão dele e começou a se tocar, o pau pareceu ganhar vida própria. Esse era o espetáculo e eu tava na primeira fila. Era enorme, brilhante, com veias inchadas e uma cabeça que parecia um morango gigante.
"Vem, boneca, ele disse, vem ver de perto seu prêmio". Ele se aproximou da cama. Eu não conseguia tirar os olhos do pau. Peguei ele com as mãos. Não Tenho as mãos muito grandes, mas com as duas mãos não conseguia cobrir nem a metade. Tava como bêbada de tesão, morrendo de vontade de chupar, mas não conseguia parar de pensar que a pica dele não caberia na minha boca, e na buceta menos ainda. Mas isso me excitava ainda mais. Queria testar as duas coisas. Uma loucura.
Se cabia na minha boca, pelo menos de grossa, de comprida não porque na metade eu me engasgava, batia na garganta. Fiquei um tempão mamando, lambendo, beijando aquele pedaço de carne. Palpitava nas minhas mãos, que percorriam, apertavam, acariciavam. Palpitava nas minhas mãos e tava quente ao tocar. Levantava o olhar pra encontrar o dele. Adorava olhar pra ele enquanto chupava, a cara satisfeita, o sorriso de me ver descontrolada com a pica dele nas minhas mãos, na minha boca, orgulhoso de eu não conseguir abarcar.
Senti algo na pica dele que achei que era o sinal de gozar. Mas não gozou. Ele afastou minha cabeça e minhas mãos, eu me recusava, queria continuar. Não deixou, me jogou na cama e me colocou de quatro. Eu tava muito excitada, mas um pouco assustada pensando como é que aquilo ia entrar no meu corpo, na minha ppk, e pensar que ele quisesse meter no meu cu era uma mistura de desejo e quase terror.
Mas ele não meteu ainda. Abriu minhas nadeguitas com as mãos e aproximou a boca, sentia o hálito dele na racha. Quando senti a língua dele percorrer tudo devagar, desde meu botão até o buraco do cu, quase derreti. Ele lambia devagar, sentia a língua me acariciar, mexia meu corpo pra trás buscando a boca dele, a língua, que sentia como parava nos meus buraquinhos, parecia querer foder com a língua, meter no meu cu. Nunca tinham feito isso comigo, era uma delícia, uma sacanagem, mas não sabia se eu gemia ou gozava ao sentir.
Protester um pouco quando ele parou de lamber. Quero mais!!, dizia suplicante. Espera, princesa, já já cê fica molhadinha. Ele me colocou de barriga pra cima e ficou por cima, não em cima de mim, se apoiava nos braços. Colocou a pica dele na buceta, na barriga, e ficava movendo. Devagar, eu esfregava ele em mim. Eu levantava o corpo pra sentir mais, pegava ele pelo pescoço e puxava pra beijar a boca dele, beliscava os mamilos e os pelinhos brancos em volta. *Mete em mim!*, eu implorava, *não aguento mais. Por favor!*. Ele sorria e encostava a cabecinha na entrada da minha bucetinha, adorava me fazer sofrer, me ver implorando pela pica.
Quando ele começou a enfiar, parecia que eu tava me rasgando. Quando perdi a virgindade, senti um rasgo, mas aquilo era outra parada, eu queria sentir a pica dele dentro, até onde desse, o mais fundo possível. Sentia minha buceta se abrindo, sentia um pouco de dor, mas queria mais. Quando ele chegou onde eu achava que não dava mais, tentava me levantar pra ver quanta pica ainda faltava, não consegui ver direito, mas acho que não entrou nem metade. Quando me acostumei um pouco com o intruso, ele começou a se mexer, devagar, suave, ritmado, movia um pouco pra dentro e pra fora. Eu abraçava o corpo dele com as coxas, tentava levantar o quadril, mas não conseguia nada. Ele marcava o ritmo, o dele e o meu. Meus gemidos e quase meus gritos aumentaram quando senti a pica dele dar tipo um espasmo, ficava mais dura, parecia. Até que percebi o gemido dele, os olhos semicerrados. Era o anúncio da gozada dele. Sentia os espasmos dele ao se descarregar, ao me encher de porra, em cada espasmo sentia um jato, embora acho que era mais mental do que físico. Eu gozo várias vezes quando transo, algum devia ter sido junto com o dele. Quando acabou, ele desabou em cima de mim. Sentia a pica dele, já mais mole, molhada sobre minha barriga. Pesava muito, mas não tava nem aí, acariciava as costas dele, a bunda, abraçava com minhas coxas, enquanto ele beijava meu pescoço.
A gente transou uma semana inteira. Todo dia. Eu tava louca pra ver ele toda noite. Nunca tinham me fodido daquele jeito. Aquilo era outra parada. Ele era quem sabia, quem decidia o que fazer cada dia. Às vezes me perguntava, mas eu falava que não precisava, ele já tava na frente. Tentamos enfiar no meu cu, mas não deu. Era impossível, mesmo que eu quisesse. Chupei por horas. E bebi o esperma dele, suave, morno. Vou me lembrar disso a vida toda.
Aquilo mudou minha vida, pelo menos no sexo. Tirei várias conclusões. Foder com caras experientes é outra coisa do que com garotos da minha idade, que não sabem, não têm coragem ou não querem te "ofender". Os jovens são menos tarados, menos porcos e monótonos. Nem vou falar quando se apaixonam, que te tratam como uma princesa e te olham com olhos de cordeirinho e querem fazer amor. Se você dissesse que o que quer é foder e que lambam sua bunda, a maioria sairia correndo. A outra conclusão é que eu gosto de paus grandes, daqueles de pegar com as duas mãos e que sobra. Mas, sinceramente, não são os que dão mais prazer. Tirando a curiosidade e vivida a experiência, os menores são melhores. Machucam menos, você sente ele inteiro (e as bolinhas batendo em você) e entra no cu, se você quiser. Na verdade, com um taxista que deu em cima de mim e acabei transando num motel, quando eu disse que fodíamos se ele não tivesse um pau muito grande, ele ficou super surpreso e riu. "Eu achava que era o contrário", ele disse. Acabamos transando, depois expliquei e ele entendeu. Ele meteu no meu cu, claro, mas isso eu conto outro dia, isso já está muito longo.
É o primeiro relato que escrevo, fiquei excitada revivendo minhas coisas e gostei da experiência. Se, de quebra, consegui deixar seu pau duro, a experiência é duplamente satisfatória. Se você me incentivar, continuo contando minhas coisas. Gostaria de algum comentário. Se for bom, para continuar, e se for ruim, para parar. Não pretendo ser escritora. Só quero me excitar e te excitar. Se os comentários forem um pouco mais quentes ou se quiser me dar alguma inspiração, ideia ou contar suas fantasias.
Tudo mudou no verão passado. Fomos para Maiorca quatro amigas, íamos nos divertir, rir e, claro, foder. Praia, turismo, jantar, uns drinques no hotel pra ficar num pico e, depois, caçar ou ser caçadas. Mas aconteceu algo inesperado. O garçom do bar do hotel (um negão com a pinta do Morgan Freeman, de corpo e de idade, brincalhão e provocador com todo mundo, especialmente com as garotas jovens) nos ouvia todo dia contar entre risadas nossas conquistas e aventuras e fazia piadas. A piada favorita dele era "Como vai a caçada?", com um olhar safado. Também nos elogiava muito e de um jeito bem ousado. Criamos intimidade com as brincadeiras e um dia, sozinhas com ele no bar, perguntamos se era verdade que os negros tinham pau maior. Ele nos olhou sorrindo e disse: "Os negros não sei, eu tenho." Caímos na risada e zoamos ele, mas eu, pelo menos, fiquei curiosa e meio excitada. "Queremos ver, certeza que é fanfarrão!" Mas ele, sorrindo, falou: "Meninas, isso vai custar uma boa gorjeta, só mostro em particular e de uma em uma."
Muitas risadas e muitas piadas, mas ele nos deixou Cachondas e curiosas. Um pouco de álcool e a buceta molhada, dá muita coragem. A gente ficou falando sobre o assunto. No final, juntamos 60 euros e sorteamos quem ia testar e depois contar. Esse relato existe porque eu ganhei. Perguntamos a que horas ele saía e se a "oferta ainda estava de pé". Claro, disse, pra qual quarto eu vou às 12?
Eu tava no quarto, excitada e um pouco nervosa. Também não tinha certeza se era uma brincadeira e ele não aparecia. Quando ele bateu na porta com os nós dos dedos, minhas pernas quase tremeram, eu tava morrendo de vontade, mas não sabia o que fazer. Não precisei, porque ele sabia o que fazer. Fechou a porta, me puxou pra perto dele e me beijou na boca. Era mais alto que eu, quando me encostou no corpo dele, senti o pau dele na minha barriga, não parecia tão grande. Sem parar de me beijar, tirou meu roupão e deixou cair no chão. Fiquei só de sutiã e fio dental. Ele me afastou um pouco e me olhou. Sorrindo, disse: "Então você é a vencedora do espetáculo do pauzão preto, e vai contar pras amigas como ele é grande?". Não sei como ele sabia disso, não tinha nos ouvido. Foi aí que comecei a perceber, a sentir, que aquilo ia ser diferente, esse não era um garoto inexperiente nem ia "na onda", já sabia que quem ia mandar era ele.
Me pegou no colo e me deitou na cama. Enquanto se despia, me olhando, eu não tirava os olhos da virilha dele, tava na expectativa do pau dele e não conseguia evitar de me acariciar a buceta, tava excitada, ansiosa pra ver o pau dele. Quando ficou nu, me olhou sorrindo. Eu olhava pro pau dele. Era grande, mas não parecia exagerado. Mas aquilo era só o prólogo. Quando ele pegou na mão dele e começou a se tocar, o pau pareceu ganhar vida própria. Esse era o espetáculo e eu tava na primeira fila. Era enorme, brilhante, com veias inchadas e uma cabeça que parecia um morango gigante.
"Vem, boneca, ele disse, vem ver de perto seu prêmio". Ele se aproximou da cama. Eu não conseguia tirar os olhos do pau. Peguei ele com as mãos. Não Tenho as mãos muito grandes, mas com as duas mãos não conseguia cobrir nem a metade. Tava como bêbada de tesão, morrendo de vontade de chupar, mas não conseguia parar de pensar que a pica dele não caberia na minha boca, e na buceta menos ainda. Mas isso me excitava ainda mais. Queria testar as duas coisas. Uma loucura.
Se cabia na minha boca, pelo menos de grossa, de comprida não porque na metade eu me engasgava, batia na garganta. Fiquei um tempão mamando, lambendo, beijando aquele pedaço de carne. Palpitava nas minhas mãos, que percorriam, apertavam, acariciavam. Palpitava nas minhas mãos e tava quente ao tocar. Levantava o olhar pra encontrar o dele. Adorava olhar pra ele enquanto chupava, a cara satisfeita, o sorriso de me ver descontrolada com a pica dele nas minhas mãos, na minha boca, orgulhoso de eu não conseguir abarcar.
Senti algo na pica dele que achei que era o sinal de gozar. Mas não gozou. Ele afastou minha cabeça e minhas mãos, eu me recusava, queria continuar. Não deixou, me jogou na cama e me colocou de quatro. Eu tava muito excitada, mas um pouco assustada pensando como é que aquilo ia entrar no meu corpo, na minha ppk, e pensar que ele quisesse meter no meu cu era uma mistura de desejo e quase terror.
Mas ele não meteu ainda. Abriu minhas nadeguitas com as mãos e aproximou a boca, sentia o hálito dele na racha. Quando senti a língua dele percorrer tudo devagar, desde meu botão até o buraco do cu, quase derreti. Ele lambia devagar, sentia a língua me acariciar, mexia meu corpo pra trás buscando a boca dele, a língua, que sentia como parava nos meus buraquinhos, parecia querer foder com a língua, meter no meu cu. Nunca tinham feito isso comigo, era uma delícia, uma sacanagem, mas não sabia se eu gemia ou gozava ao sentir.
Protester um pouco quando ele parou de lamber. Quero mais!!, dizia suplicante. Espera, princesa, já já cê fica molhadinha. Ele me colocou de barriga pra cima e ficou por cima, não em cima de mim, se apoiava nos braços. Colocou a pica dele na buceta, na barriga, e ficava movendo. Devagar, eu esfregava ele em mim. Eu levantava o corpo pra sentir mais, pegava ele pelo pescoço e puxava pra beijar a boca dele, beliscava os mamilos e os pelinhos brancos em volta. *Mete em mim!*, eu implorava, *não aguento mais. Por favor!*. Ele sorria e encostava a cabecinha na entrada da minha bucetinha, adorava me fazer sofrer, me ver implorando pela pica.
Quando ele começou a enfiar, parecia que eu tava me rasgando. Quando perdi a virgindade, senti um rasgo, mas aquilo era outra parada, eu queria sentir a pica dele dentro, até onde desse, o mais fundo possível. Sentia minha buceta se abrindo, sentia um pouco de dor, mas queria mais. Quando ele chegou onde eu achava que não dava mais, tentava me levantar pra ver quanta pica ainda faltava, não consegui ver direito, mas acho que não entrou nem metade. Quando me acostumei um pouco com o intruso, ele começou a se mexer, devagar, suave, ritmado, movia um pouco pra dentro e pra fora. Eu abraçava o corpo dele com as coxas, tentava levantar o quadril, mas não conseguia nada. Ele marcava o ritmo, o dele e o meu. Meus gemidos e quase meus gritos aumentaram quando senti a pica dele dar tipo um espasmo, ficava mais dura, parecia. Até que percebi o gemido dele, os olhos semicerrados. Era o anúncio da gozada dele. Sentia os espasmos dele ao se descarregar, ao me encher de porra, em cada espasmo sentia um jato, embora acho que era mais mental do que físico. Eu gozo várias vezes quando transo, algum devia ter sido junto com o dele. Quando acabou, ele desabou em cima de mim. Sentia a pica dele, já mais mole, molhada sobre minha barriga. Pesava muito, mas não tava nem aí, acariciava as costas dele, a bunda, abraçava com minhas coxas, enquanto ele beijava meu pescoço.
A gente transou uma semana inteira. Todo dia. Eu tava louca pra ver ele toda noite. Nunca tinham me fodido daquele jeito. Aquilo era outra parada. Ele era quem sabia, quem decidia o que fazer cada dia. Às vezes me perguntava, mas eu falava que não precisava, ele já tava na frente. Tentamos enfiar no meu cu, mas não deu. Era impossível, mesmo que eu quisesse. Chupei por horas. E bebi o esperma dele, suave, morno. Vou me lembrar disso a vida toda.
Aquilo mudou minha vida, pelo menos no sexo. Tirei várias conclusões. Foder com caras experientes é outra coisa do que com garotos da minha idade, que não sabem, não têm coragem ou não querem te "ofender". Os jovens são menos tarados, menos porcos e monótonos. Nem vou falar quando se apaixonam, que te tratam como uma princesa e te olham com olhos de cordeirinho e querem fazer amor. Se você dissesse que o que quer é foder e que lambam sua bunda, a maioria sairia correndo. A outra conclusão é que eu gosto de paus grandes, daqueles de pegar com as duas mãos e que sobra. Mas, sinceramente, não são os que dão mais prazer. Tirando a curiosidade e vivida a experiência, os menores são melhores. Machucam menos, você sente ele inteiro (e as bolinhas batendo em você) e entra no cu, se você quiser. Na verdade, com um taxista que deu em cima de mim e acabei transando num motel, quando eu disse que fodíamos se ele não tivesse um pau muito grande, ele ficou super surpreso e riu. "Eu achava que era o contrário", ele disse. Acabamos transando, depois expliquei e ele entendeu. Ele meteu no meu cu, claro, mas isso eu conto outro dia, isso já está muito longo.
É o primeiro relato que escrevo, fiquei excitada revivendo minhas coisas e gostei da experiência. Se, de quebra, consegui deixar seu pau duro, a experiência é duplamente satisfatória. Se você me incentivar, continuo contando minhas coisas. Gostaria de algum comentário. Se for bom, para continuar, e se for ruim, para parar. Não pretendo ser escritora. Só quero me excitar e te excitar. Se os comentários forem um pouco mais quentes ou se quiser me dar alguma inspiração, ideia ou contar suas fantasias.
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