Vingança: Fodi os amigos do meu marido III (Final)

Nunca imaginei que colocar umas câmeras no loft me daria a chance de saber tanta coisa, e tão importante.
Depois de superar o susto de ver que a Patrícia também transava com meu marido, a curiosidade me pegou e continuei assistindo.

Minha primeira surpresa foi ver a paixão que a Patrícia colocava na parada. Vendo ela no escritório, ninguém imaginaria tanta energia na cama. A Patrícia passava a imagem de secretária modelo, trabalhadora, discreta, silenciosa e eficiente em tudo que fazia. O físico dela ajudava nessa impressão: morena de cabelo, um rostinho bonito de típica mulher espanhola, olhos pretos puxados, com certeza nos melhores dias dela teve muito moscão por perto.

Agora, chegando perto dos cinquenta, continuava sendo uma mulher atraente, daquelas que agradam mais vestidas do que nuas.
Nua, ficavam expostas as falhas dela: tudo era grande, em alguns casos exagerado. Uma bunda monumental, duas nádegas imensas onde já aparecia celulite, a cintura larga. Me chamou a atenção o par de peitos enormes, que se mantinham bem firmes, com uns mamilos à altura, grandes e com as auréolas escuras. A barriga meio saliente e umas coxas combinando com o resto, fortes, redondas, imensas. Por último, pude ver que a Patrícia tinha a buceta no estado selvagem: não que fosse uma moita muito grande, mas sendo morena fechada como ela, chamava a atenção o negrume do mato.

Se meu marido tivesse cinquenta anos, a Patrícia seria um tesão para ele, mas não era o caso.
Quando a febre da trepada passou, a Patrícia preparou uns drinques e ficaram conversando deitados na cama. De vez em quando, meu marido se jogava nos peitos da acompanhante e chupava eles.Como você gosta das minhas tetas, Juan.
 Adoro elas, sempre me deixaram louco esse par de jarras.
 Continua chupando elas que me deixa muito excitada.Me pareceu ver que entre eles havia uma grande camaradagem, o que não era de se estranhar, porque a Patrícia era secretária dele desde que meu marido entrou na empresa, já fazia mais de seis anos.Como é que tá com a Anita?
 Ela é uma chata pra caralho, já tô de saco cheio. Não para de me perguntar quando vou me divorciar.
 Já te falei. Quando você me disse que queria comer ela, eu te avisei que essa mina ia te trazer problema.
 É verdade que você me falou isso.
 Juan, você pode foder quem quiser, até a sua mulher, mas no final sempre acaba nas minhas tetas. Você, de verdade, quem curte transar é comigo, com essa buceta.
 Com ninguém eu transei como transo contigo. Sabe que me deixa louco há muito tempo.
 E você sabe que eu não peço nada, eu sei qual é o meu lugar, só quero te comer de vez em quando, sim, já são muitos anos desde que você me deu a primeira trepada.
 Acho que na primeira vez quem me comeu foi você.
 É verdade, então você era um pobrezinho estudantil cheio de pose, mas eu te achava uma gostosa.
 Eu tinha 19 anos e era um moleque, e você já era uma mulher feita e direita. Não te custou nenhum esforço me levar pra cama.
 É verdade, você era quase um menino. E eu te enlouqueci. Eu te ensinei a foder, a satisfazer uma mulher e a chupar minha buceta. Eu te ensinei tudo.Parei a gravação por um instante. Meu marido tinha acabado de fazer quarenta anos, e estava fodendo a Patrícia desde que fez dezenove, ou seja, já eram 21 anos com ela. Quando casou comigo, já tinha 14 anos de foda com a Patrícia. Pelo que ela disse, já estavam cansados de trepar quando meu marido ainda era estudante. Quando entrou na minha empresa, trouxe ela como secretária pra ter uma buceta sempre à disposição. Filho da puta.

Imaginei ele correndo pra levar ela pra cama no mesmo dia em que voltamos da nossa lua de mel.

Apertei o play de novo. Meu marido tinha voltado à tarefa e estava chupando os peitos dela. Patrícia gemia de tesão. No meio daquilo, ela pediu:Chupa minha buceta, come o priquito da sua putinha, enfia a língua e faz eu gozar de novo. Me dá aquela linguada do teu jeito.Meu marido puxou os lençóis e enfiou a cabeça entre aquelas duas montanhas enormes de carne.
Ele devia ter feito o dever de casa direitinho, porque a Patricia começou a bufar primeiro e depois a gritar, jogando a bunda pra frente.Come tudo, meu amor, come a buceta da sua mulher, que você nunca vai poder comer uma buceta maior nem mais gostosa. Me dá língua que você me deixa louca.Patrícia tinha que ser devagar pra gozar, o coitado do Juan levou pelo menos dez minutos até conseguir que Patrícia dissesse pra ele:Tô gozando, meu amor, sua mamãe goza que nem uma putinha, porque foi nisso que você me transformou, numa putinha sedenta de levar sua pica. Tô gozando, que delícia, tô gozando, que gostoso sua língua.Acabaram e se vestiram. Antes de sair, Juan abraçou a Patricia, levantou as saias dela até alcançar as bundas dela e, com uma em cada mão, beijou ela. Deixou à minha vista aquelas bundonas enormes, uma calcinha que sumia entre os glúteos e umas coxas grossas como pilastras. Os dois se enroscaram num beijo longo, profundo.Patrícia, que tesão você me dá. Passaria a vida inteira te comendo e chupando essa buceta.
 Ela passou a mão no pacote dele.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
 Você ficou duro de novo e eu ainda tô com tesão. Sabe que se você me tocar, eu fico toda arrepiada. Agora você me satisfaz como um homem, não vou pra casa com esse fogo todo.
 Patricia tirou a roupa do meu marido e ficou pelada. Com um empurrão, jogou o Juan contra o sofá e subiu em cima dele. Nessa cena, vi que a Patricia era uma máquina de foder e que, entre os dois, era ela quem mandava. Via a buceta dela indo pra frente e pra trás enquanto o Juan chupava os peitos dela. Come a sua mulherzinha, come ela, faz eu gozar como uma puta, me dá duro com essa pica que me deixa louca, me diz que com ninguém você nunca comeu como comigo. Me diz que eu sou sua mulher, sua gostosa.
 Você sabe, meu amor, sabe que você é minha mulher e minha bucetinha, e que ninguém nunca me deu tanto prazer quanto você me dá. Vou continuar te comendo até você ter noventa anos.
 Minha vida, tô começando a gozar, vou gozar muito forte, sinto meu mel escorrendo pelas minhas coxas.
 E quando parecia que já ia gozar, a Patrícia parou, se levantou o suficiente pra manobrar e enfiou a pica do Juan no cu dela. Ela achou a entrada porque sentou de uma vez.Enfia no meu cu, arrebenta ele e enche minha barriga de porra. Hoje eu te dou tudo, tudo... Coloca um dedinho na minha buceta.
 Que fácil meu pau entra no teu cu, e que gostoso eu sinto.
 Lembra como você tinha dificuldade no começo? Agora já se acostumou com a sua pica. Fico louca sentindo sua pica enchendo meu cu. Você me transformou numa viciada, numa puta que adora levar no cu. Chupa meus peitos. Aaaai, meu amor, vou gozar, jorra seu leite em mim que eu vou gozar (a mão da Patrícia tinha sumido entre as coxas, o que me fez pensar que ela estava se tocando). Enche minha barriga com seu leite, meu amor. Tô gozando, tô gozando, tô gozando. Sua mulherzinha tá gozando gostoso.
 Patrícia fazia a pica do João entrar e sair do cu dela numa velocidade do caralho. Não me afetou nada ver meu marido foder, foi ela que me deixou com tesão. Naquele momento, eu soube que a verdadeira mulher do meu marido era a Patrícia. Eu era a oficial e a Ana, a amante, mas a mulher dele era a Patrícia. Veio na minha cabeça como seria a relação deles quando meu marido estivesse falido.

Eles se vestiram de novo, e dessa vez o Juan não teve a coragem de levantar a saia dela. Se tivesse feito isso, a Patrícia teria dado pra ele de novo, com certeza. Quando já estavam saindo, a Patrícia falou pra ele Ah, não esquece que quinta-feira quero a gente junto, não quero papo de que teve que vir com a Ana.A última parte ela disse num tom imperativo, com autoridade. O tom de quem sabe que manda.Sim, sim. Não se preocupa, quinta-feira é pra você, e pra mim também.O que eu gravei me deixou chocada. Não era só que meu marido estivesse comendo minha cunhada, era que ele já estava comendo a secretária dele há mais de 20 anos. E pensar que eu achava que a Patrícia era uma santinha com uma vida chata e triste, e no fim era uma puta na cama.

Voltei pros meus planos ainda mais firme nas minhas convicções. Arruinar o Juan.

Meu próximo candidato, o Diretor da Assessoria Jurídica. Não me pareceu uma tarefa difícil. O Agustín já tava na casa dos cinquenta, e pra gente dessa idade eu sou uma iogurzinha irresistível. Com toda certeza, o Agustín nunca tinha comido uma mulher como eu na vida dele. Nem pagando.

Marquei um encontro com ele e pedi pra ser discreto porque tinha coisas importantes pra contar. Ele escolheu o lugar, o Cinco Peniques, um pub de bebedores de cerveja com uma área mais reservada onde os casais iam se pegar.

Quando a gente se viu, o Agustín sugeriu uma mesa na área dos bebedores de cerveja, mas pedi pra gente ir pra outra, preocupada com a privacidade.Quero que ninguém nos veja. E vamos falar baixinho.E assim, por decisão minha, a gente se encontrou na área escura, onde à esquerda e à direita, casais se apalpavam sem a menor vergonha. Era pra isso que pagavam, pra serem deixados em paz. Dava pra ouvir gemidos, o clima era de deixar qualquer freira de clausura com o cuzinho ardendo.Agustín, recebi uma proposta que quero analisar. Tem um grupo francês querendo comprar a minha empresa.Enquanto eu falava, tinha cruzado as pernas, tava usando uma saia curta e deixei as coxas de fora. Mesmo no escuro, o Agustín conseguia ver elas, e eu via ele me olhando.Me deixa pasmo, Myriam. Alguém sabe disso?
 Não, Agustín, só eu e você sabemos. Nem meu marido.Na verdade, eu tava armando uma cilada pra ele. Não existia oferta nenhuma, mas se o Agustín não fosse fiel pra mim, eu contaria pra alguém, e esse alguém contaria pra outro, e no fim eu ia saber que ele tinha sido safado.Quero que você me faça um relatório sobre a nossa situação, do ponto de vista comercial e também jurídico.
 Vou precisar de umas duas semanas.
 Você tem seis dias. Não tenho mais tempo. É a única pessoa em quem posso confiar. Me tem à sua disposição 24 horas por dia. E não tenha medo que esse assunto possa te afetar, eu vou cuidar de você.Exatamente seis dias depois, tivemos outra reunião. Voltamos ao mesmo lugar, na mesma mesa. Eu coloquei uma minissaia ainda mais curta. Meu plano continuava rolando, eu flertava com ele, dando a entender que tava afim. De propósito, vesti uma calcinha branca pra ele poder ver no meio daquela escuridão, e ele viu — fiz o necessário pra isso.

Tivemos umas três ou quatro reuniões a mais, cada uma mais quente que a anterior. Por exemplo, cada vez o Fernando chegava mais perto de mim, e em algumas ocasiões, como quem não quer nada, ele apoiava a mão nas minhas coxas. Eu deixava ele fazer. Tudo me fazia pensar que o Fernando achava que tava ganhando terreno na conquista. A coisa tava indo bem, mas ele não dava o próximo passo.

Na quarta ou quinta reunião, já confirmando minha hipótese de que o Agustín achava que tava avançando, quando ele começou a falar comigo, pra ninguém ouvir e aproveitando que a gente tava sentado num sofá, dessa vez fui eu que me aproximei, até ficar colada nele.

No ouvido, eu disse:Temos que ser discretos, imagina se alguém nos ouve.Parece que ela gostou, porque a partir daquele momento começou a falar no meu ouvido, igualzinho os casais ao nosso redor.
Não tava nem aí pro que ela tava me contando, eu só pensava em deixar ela com tesão, em fazer com que não resistisse à tentação e metesse a mão nas minhas tetas.
Inevitavelmente, falando tão perto assim, minhas tetas encostavam no braço dela, e eu, de propósito, tinha ido sem sutiã pra ela sentir minha carne.
Numa dessas vezes que ela falou comigo, fingi um arrepio, tipo um choque.Perdoa, ele/ela me falou.
 Não é nada, é que você me acertou com os lábios na minha orelha.
 Desculpa.
 Não, não precisa sentir, fiquei toda arrepiada.
 Ela acariciou meu braço.É verdade, isso te arrepiou toda.Na vez seguinte, Agustín colou os lábios na minha orelha. Fingi que não percebia. Ele continuou me contando não sei que história com os lábios cada vez mais grudados na minha orelha.
  Minha resposta foi responder do mesmo jeito, e minha resposta foi longa, de modo que me deliciei na manobra. Fiz ele sentir meu hálito na orelha dele.
  Agustín não aguentou mais a pressão. Se jogou em cima de mim e enfiou a língua até a campainha. Recebi com naturalidade, mais que isso, contribuí enrolando minha língua na dele.
  Quando nos separamos, falei:Me desculpa, Agustín, não sei o que deu em mim, mas não consegui resistir, eu tinha que te beijar. (os dois sabíamos que a iniciativa tinha partido dele, mas assim eu tirava a responsabilidade dele)Agustín, em vez de responder, se jogou de novo em cima de mim enquanto a mão dele ia pros meus coxas. Aquele segundo beijo durou uns minutos, eu já tava ficando com tesão, imagino como devia estar o Agustín. Ele foi subindo pelos meus coxas e chegou na área que as meias já não cobriam mais.Não sobe mais não, vai me matar. Você me deixou muito molhada.Agustín recebeu minha mensagem e mudou de tática, tirou a mão de entre minhas coxas e levou direto pros meus peitos, deve ter se surpreendido ao encontrá-los à mostra. Eu já estava com os mamilos durinhos e ele com certeza percebeu.
Deixei ele se divertir um bom tempo, sabia que o Agustín não ia resistir, e foi exatamente o que aconteceu.Myriam, sei que é uma loucura, mas quero que a gente saia daqui pra um lugar mais discreto.
 Não vai querer me levar pra um motel, sou uma senhora.
 Não, meu amor, isso nem passaria pela minha cabeça. Vou te levar num lugar discreto pra gente tomar um drink sem testemunhas.Ele me levou até uma rua do Madrid dos Áustrias. Subimos uma escada estreita, Agustín tirou uma chave do bolso e abriu a porta. Minha teoria tinha se confirmado, ou era dele ou de um amigo, mas Agustín estava com a chave porque já previa me levar pra cama.

Entramos num apartamento pequeno, mas charmoso, como se tivesse sido decorado por uma mulher ou por um gay. Antes de chegar no sofá da sala, Agustín já tinha tirado minha camisa e tava devorando meus peitos. Enquanto ele se deliciava, passei a mão na virilha dele, por cima da calça, enquanto dizia: "como você é grande". Não senti nada de extraordinário, mas minha intenção era elogiar ele.

Sentei no sofá e Fernando se jogou em cima de mim.Você é um safado, me trouxe pro seu ninho de amor. Não vai abusar de mim, vai?
 Não, Myriam, pode ficar tranquila que você não vai fazer nada que não queira, mas entendo que aqui a gente vai ficar melhor.
 Concordo, aqui a gente tá no paraíso e ninguém tá vendo a gente.
 Quer uma taça?
 Sim, meu amor, me serve um drink porque tô muito nervosa, tô fazendo coisas que nunca fiz.Ela foi para um canto da pequena sala e preparou duas taças.
Quando voltou, sem perder um segundo, perguntei:Quer que eu tire a roupa?
 Quer se pelar?
 O que eu mais quero é que você se desnude.Tirei a saia. Seguindo meu costume, estava usando uma cinta-liga, meias até o meio da coxa e uma calcinha combinando.
Quando me viu assim, o Agustin ficou com cara de bobo.Se você não tirar essa roupa aí, eu vou ficar assim mesmo.eu disse pra elaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
 Assim que você está gostosa, mas quero te ver pelada.Com toda pressa, tirou a roupa, mas deixou a cueca.
Me aproximei dele, apertei meus peitos contra o peito dele e, ao mesmo tempo, fiz algo que enlouquece os homens: avancei com violência meus quadris até fazer minha bucetinha bater contra o pau dele.Tô com vontade de você me foder, quero que abuse de mim, cê não botou alguma coisa na minha bebida, né? Tô te falando porque tô toda molhada como se tivesse 18 anos.Ele me levou pra cama. Como amante não valia nada, mas meu objetivo não era dar uma trepada, e sim conseguir um aliado novo e valioso. Antes de começar a foder, deixei minha bolsa distraidamente num móvel aos pés da cama.

Como não queria que ele percebesse que não tava sentindo nada, eu gemia, gritava, jurava que tava ficando louca e, quando meu amante ocasional gozou, fiz ele acreditar que eu tava gozando junto.

Ele ficou tão encantado que nem estranhou quando pedi pra ele me chupar a buceta. Nessa tarefa ele foi melhor, porque aí eu gozei de verdade.

Terminada a batalha, soltei o discurso que já sabia de cor.

Que não sabia o que tinha me dado, mas que fiquei com muito tesão.

Que o motivo podia ser que eu era muito infeliz porque meu marido não punha a mão em mim (nesse caso, não falei de amantes, não confiava muito no Agustín e, embora ele pudesse dedurar pro meu marido que eu sabia que ele tinha uma amante, não ia contar que eu reclamava porque ele não dava conta como homem).

Que minha autoestima tava no chão e isso me tornava vulnerável e carente de afeto.

E, principalmente, que ele era a única pessoa em quem eu podia confiar.

Ele jurou pela saúde da santa mãe dele que guardaria segredo e que tava disposto a me ajudar em tudo que estivesse ao alcance dele.

Cumprido o objetivo, fingi cansaço com a desculpa de que tinha ficado exausta, e fomos embora daquele puteiro.

De volta em casa, fiz um balanço da situação. Independente de ainda faltar muitos pra eu foder, consegui progressos importantes. Tinha os três diretores mais altos da empresa presos na minha buceta e só faltava um pra eu começar a tarefa de arruinar meu marido.

Tava certa de que ia ser o mais fácil, já sabia como faria, e não era o que ocupava o cargo mais importante, mas com toda certeza era uma peça chave no meu plano. Meu próximo troféu: O responsável pela informática.
Nem sabia o nome dele, então tive que dar um jeito: liguei pra Patricia.Oi, Patrícia, tô ligando pra te pedir um favorzinho.
 Me diga, Myriam, querida, em que posso te ajudar
 Vai ver meu computador tá com algum problema, não sei o que é, mas fica travando toda hora. Ia ligar pro João, mas, como ele tá em Sigüenza, achei ridículo porque ele ia ligar pra você.
 Você fez muito bem em me ligar, seu marido tá muito enrolado em Sigüenza, olha, o responsável por essa área se chama Guillermo e é um cara encantador. Te cai bem eu ir ainda hoje de manhã.
 Massa. Aposto que depois é uma besteira, mas não sei como resolver.
 Vale, então ao longo da manhã eu mando pra sua casa.
 O tom dele era de um Diretor Executivo, dava pra ver que mandava. É uma postura muito comum entre as amantes dos chefes. E essa era uma delas.
Enquanto falava com ela, lembrei dela escancarada com aquelas coxas enormes no ar, gritando enquanto meu marido chupava a buceta dela.
Lá pelas onze da manhã, montando uma scooter, o Guilherme apareceu na minha casa. A Patrícia devia ter avisado ele, porque quando ele veio falar comigo, disse:Bom dia, dona. Me conta o que tá rolando com o computador da senhora.Para a ocasião, escolhi uma camiseta branca e um shortinho mínimo. Seguindo meu costume, tinha esquecido a calcinha. Respeitosamente, mas em detalhes, o Guilherme passou os olhos na minha carne.Me pegou na hora que eu ia sair pra correr. Qual é o seu nome?
 Guillermo, mas todo mundo me chama de Guille.respondeu enquanto cravava o olhar nas minhas tetas. Não era pra menos, na camiseta meus bicos marcavam descaradamente. Notei no sotaque dele a música e o tom dos canários.Tá bom, Guillle, enquanto a gente toma um café, vou te explicar qual é o meu problema, mas antes quero que você me responda umas perguntas:
 É casado? — Não, senhora.
É gay? — Não, senhora, não curto homem nenhum.
Então, tem namorada? Também não. Com a última que tive, terminei faz mais de um ano, ela mora em Tenerife.
 A última: pelo que eu sei, quando você tinha 16 anos, a polícia te pegou por hackear quem não devia.
 Foi uma burrice, entrei nos arquivos do Ministério da Educação, mas não toquei nem copiei nada, só deixei minha assinatura. Queria provar que aquele lugar não era seguro. A polícia me soltou meia hora depois.Enquanto Guille me dava as explicações dele, eu fiquei de olho nele: não aparentava mais de 20 anos, mas devia ter uns 24, calça jeans daquelas que parecem que vão escorregar pelos quadris, camisa e jaqueta jeans. Alto, eu mal chegava no ombro dele, magro, fibroso, barba por fazer de uns três dias, cabelo bagunçado, uma cara simpática que convida à amizade e um aspecto geral de pessoa confiável. Sem maldade.Beleza, vou te explicar meu problema..Caso você não saiba, eu sou a Presidente da empresa onde você trabalha, sou dona de 100% das ações. Tenha isso em mente, e se tiver dúvidas, dá uma olhada na internet. Eu suspeito que meu marido tem uma amante e pensei que a melhor forma de confirmar, e a mais discreta, é ter acesso ao computador dele, e quando digo ter acesso, quero dizer entrar nele exatamente como ele faz. É possível?
 Sim, dá pra fazer, pra mim seria muito fácil. Tenho as senhas de todos os computadores da empresa.
 Se você me ajudar, não vai te acontecer nada de ruim. Muito pelo contrário, você vai ganhar um presente que tenho certeza de que vai adorar. Se não quiser me ajudar, eu ligo pro RH e conto pro Arturo — sabe quem é? — e digo que você veio na minha casa e me assediou. Ainda hoje você tá desempregado.
 Não tenho problema nenhum em ajudar ela. E não precisa me ameaçar, eu faço o que ela pedir.
 Tá bom, me chama de Myriam, e me diz o que você precisa pra fazer o que eu te pedi.Combinamos que precisava comprar um HD externo de 4 TB (dei 400 euros pra ele), que ele voltava pro escritório na maior velocidade, que ia falar com a Patricia pra dizer que a parada do meu computador era uma bobagem que já tinha resolvido (não queria que a velha desconfiasse de nada), e que às seis e meia, sem ninguém saber, ele estaria de volta em casa pra finalizar o esquema.

Dito e feito. Às 6:30, o Guille chegou na minha casa com uma maleta cheia do computador dele, o HD e sei lá mais quantas coisas.

Nesse caso, eu poderia ter conseguido o que queria sem precisar levar o Guille pra cama, mas ver ele tão novinho, tão doce e tão disposto a me ajudar me deu vontade de convidar ele pra aproveitar minha companhia. Quando tudo estivesse pronto, ia dar um agrado pra ele. A situação te transformou, pensei, você virou uma puta mesmo.

Me vesti sem exageros, mas ainda assim a saia era curta, bem curta, e a blusa tinha dois botões abertos. Se o Guille prestasse atenção, ia ter chance de ver carne.

Ele sentou na minha mesa, conectou o computador dele e começou a digitar. Eu atrás dele fingia um interesse enorme, quando na real o que eu queria era que ele me sentisse, que notasse meus peitos encostados nas costas dele.

Passou uns bons 30 minutos mexendo nas coisas e de repente me disse:Pronto, já abri todos os arquivos do seu marido, agora vou jogar tudo na memória externa. Se eu passasse pro seu computador, ia travar. No seu PC, preciso instalar um buscador de Recentes, assim você vai ter tudo o que é antigo num lugar só e, quando clicar em "recentes", vai aparecer tudo que é novo. Sugiro que, quando você receber arquivos novos, não deixe no computador — passe pra memória — e nunca deixe a memória externa ligada com o computador conectado à internet. Daqui a meia hora termino. Vou instalar uma portinha no seu computador pra que, se alguém tentar entrar, não só não consiga, como também deixe rastro de quem foi.
 Quando terminar, me chama, vou estar no meu quarto, é a porta da frente. Ah, e fica sabendo que você mandou muito bem e que vou te dar o presente que prometi.Guille terminou a lição dele, ouvi ele chamar: Myriam, Myriam, e me fiz de surda. Ele entrou no meu quarto, ouvi os passos dele, e daí foi pro banheiro. E lá estava eu, metida na banheira de hidromassagem. Da porta, ele quase não viu nada porque uma camada de espuma cobria a água. Ele ficou paralisado.Vamos, Guille, te prometi que ia te dar um presente e aqui estou eu, não se preocupa, meu marido tá a 300 quilômetros. Entra, você vai ver como é gostoso.Nem bem terminei de falar e o Guille já tava dentro da jacuzzi.
Ao contrário do que se esperaria de um novinho, ele não se fez de rogado. Entrou na água pelas minhas costas e me envolveu com os braços, senti o pau dele duro apertado contra minha bunda enquanto ele pegava nas minhas tetas.Espero que esse computador ainda precise de manutenção.
 Tenho certeza de que vai me dar problema e vou ter que te chamar. Cê gostou do seu presente?
 Adoro você, mas tem uma coisa que não entendo: por que você faz isso?
 Porque minha autoestima não existe, porque não me sinto amada, porque quero fazer felizes as pessoas que me tratam bem. Porque a infidelidade do meu marido tá me destruindo.
 Quem eu não entendo é o seu marido. Como ele pode te deixar passar? Pra mim, você parece uma deusa.
 Ficamos um tempão sem trocar de posição, eu tava no paraíso, abraçada por um gatinho doce, recebendo o carinho da água e pensando que dessa vez não tava dando pra Guille pra conseguir nada, porque já tinha conseguido, ia entregar meu corpo pelo puro prazer de fazer isso.
Guille, enquanto isso, com uma doçura infinita, acariciava meus peitos com delicadeza e beijava minhas orelhas. Não parecia ter pressa nenhuma, coisa rara entre os jovens. Sentia o pau dele, duro, firme e perfeitamente encaixado ao longo da racha do meu cu.
Já tinha passado um tempão e ele não tinha metido a mão na minha virilha, como eu disse, não tava com pressa ou queria que eu tomasse a iniciativa.Cê gosta das minhas tetas?
 Adoro elas, são perfeitas, o cirurgião fez um trabalho impecável.
 Você é um sem-vergonha, igual ao cirurgião?
 Myriam, se a gente vai começar a mentir um pro outro, todo mundo mente. Você tem uns peitos divinos graças a um cirurgião, ponto final. Eu adoro eles assim.Virei e sentei em cima dele. Enrolei minhas pernas nele e dei minha língua. A gente se beijou, foi um beijo longo, profundo, completo. Me senti no paraíso com a língua do Guille brincando com a minha.Então o garotão manja de peitos
 Sei um pouco de tudo e nunca minto.
 Você gostou de mim?
 Você me encanta, é uma mulher dos sonhos.
 Você achava que isso ia rolar
 Nem nos meus melhores sonhos, você é uma mulher fora do meu alcance.
 Quando saio do banho, antes de me secar, passo um óleo. Quer passar em mim?Guille começou a tarefa, que consistiu em me passar óleo pelo corpo todo, fez com delicadeza, como se estivesse cuidando de um bebê. Não deixou um milímetro sem lubrificar, passou as mãos meticulosamente pelos meus ombros, minhas costas, meus peitos, minha barriga, minha buceta. Com a mão oleada, passou os dedos delicadamente pela minha xereca, com suavidade, acariciando só a parte de fora, eu queria que ele enfiasse os dedos até o fundo.

Quando terminou essa área, se ajoelhou e passou óleo nas minhas coxas, amassando minha carne. A única liberdade que ele se permitiu foi que, enquanto acariciava minhas coxas, me deu um beijinho no meu monte de Vênus, um beijinho rápido, mas que me deu um choque de prazer.

Ele fez tudo com uma suavidade tão gostosa, deve ter sido isso que me deixou quente igual a um forno, não via a hora de levá-lo pra cama e fazer ele me meter. Mas ele parecia ter menos pressa do que eu.

Fomos pra cama, deitados de barriga pra cima, quis agradecer tanta delicadeza, então com a mesma doçura que ele me tratou, desci sobre a barriga dele, peguei a pica dele e chupei.

Guille tinha uma pica normal, meio cabeçuda e levemente torta pro lado esquerdo, mas o que me chamou a atenção foi a dureza. Parecia um corpo sólido. Parei.Cê tá gostando do que eu tô fazendo com você?
 Você tá me deixando louco.
 Posso te fazer uma pergunta? Você tem muita experiência com mulheres.
 Bem pouquinha.
 Liga não se eu tomar a iniciativa.
 Adoro, faz comigo o que você quiser.Fiquei chupando ele por um tempo, mas minha intenção não era fazer ele gozar, queria deixar ele louco de tesão. Quando percebi que ele tava chegando no ponto sem volta, montei nele e guiei o pau dele pra dentro de mim. Sentei até sentir os ovos dele esmagados debaixo da minha bunda. Abraçados, cruzando minha língua com a dele, comecei a subir e descer naquele mastro. O Guille cruzou os braços nas minhas costas. Começamos devagar, como se quisesse adiar a batalha, mas a fase durou pouco. Eu tava queimando de tesão, sentia que minha buceta tinha esquentado pra guerra e precisava sentir ele com toda a violência.Me dá duro, meu amor, me dá tudo o que você puder de duro, me arrebenta, porque você me deixou muito tarada e eu preciso me sentir mulher e desejada, me fode.Guille, que sabia mais do que tinha dito, soltou minhas costas e me pegou pelos quadris, começou a bombar com violência. Eu sentia o pau dele saindo de mim pra entrar de novo até as bolas batendo na minha bunda. Tava me matando de prazer.Me promete que vai manter o computador pra mim?
 Te prometo que sempre que precisar de mim, vou estar à sua disposição, mas toda vez que fizer um reparo, vou exigir meu presente.
 Aí, me dá meu amor, que tu tá me subindo, me deixando louco, e eu gozo muito fácil e muito rápido. Quando tu ver que eu gozei, continua, continua, porque tu vai me subir de novo e vai me fazer gozar duas ou três vezes mais, não para até tu gozar também e me encher com teu leite.Ouvir isso fez ele acelerar o ritmo, e eu mal conseguia aguentar mais prazer.Vou gozar, vou gozar, meu amor, você tá me levando pro céu, não para pelo amor de Deus.
 E quando senti que já vinha aquela onda que antecede o orgasmo, não consegui me segurar mais:Tô gozando, tô gozando, tô gozando minha vida, você me fode muito gostoso, já... já... já já, já gozei, ai meu deeeeeus.Guille seguiu minhas instruções e continuou bombando como se, em vez de um pau, tivesse um martelo pneumático entre as pernas.
Ele não me deixou nem descer do meu êxtase, era tanta a violência das suas estocadas que não consegui relaxar, mal tinha terminado de aproveitar meu primeiro orgasmo quando comecei a sentir que o próximo já estava vindo.Você é um demônio, não me deixou nem recuperar e já me deixou de novo na expectativa, vai me fazer gozar de novo, meu amor.
 Quero que você aproveite, que seja feliz, que se sinta amada. Seus orgasmos me dão mais prazer do que os meus.Ouvir o que ele me dizia, cheio de ternura, com delicadeza me deixou ainda mais excitada, se é que isso era possível. Ondas de prazer iam e vinham em mim, prelúdio de que eu ia gozar de novo.
Ao contrário do que é comum em mim, dessa vez consegui articular minhas palavras:Guille, você está me fazendo muito feliz, me sinto completa e quero que você também goze, quero que você se esgote em mim, quero que me encha e morra de prazer.Minhas palavras devem ter aguçado a libido dela, ela aumentou as investidas e sussurrou baixinho:Meu amor, vou gozar, não consigo te dar mais prazer porque sinto que tô indo, vou te dar tudo, minha vida, tô te dando tudo.Senti no fundo do meu ser uma descarga de lava ardente que me inundou, e foi sentir aquilo e gozar de novo com um prazer e uma paz que não lembrava de ter tido nunca. Quando nós dois já tínhamos terminado e ele ainda estava dentro de mim, me deu outro choque de prazer, tipo as réplicas de terremoto, e me senti morrer de gosto.

O Guille acabou de me dar uma trepada completamente diferente das que eu tinha tido nas semanas anteriores. Mais do que me foder, ele fez amor comigo com toda a delicadeza, mas nem por isso sem o prazer mais profundo e intenso.

Ficamos os dois mortos, e demoramos pra voltar à vida.

A primeira reação do Guille ao voltar à vida foi me beijar, me cobriu de beijos e carícias. Deixei ele fazer.Você não sabe o que fez, me prendeu, agora não vou conseguir ficar sem o que você me deu hoje.
 Amor, eu já transei muito na minha vida, desde que casei só com meu marido, mas a felicidade que você me deu é algo que não vou abrir mão. Me dá seu celular, assim na próxima vez não vou precisar falar com a Patrícia. E pelo amor de Deus, seja discreto, se alguém descobrir que a gente trepou, a gente se fode os dois.Quando o Guille já tinha me deixado sozinha, pensei que já tinha todos os recursos que precisava, mas sem dúvida a operação tinha seus riscos, eu tinha certeza de que alguém ia me trair.
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Já fazia mais de três meses desde que descobri as traições do meu marido.
Graças a ter acesso ao computador dele, conheci seus segredos mais íntimos. Os e-mails que ele trocou com a Ana quando começou o relacionamento começaram mornos e foram esquentando. Dá pra ver que os dois pegaram uma espécie de febre, porque os e-mails eram incendiários.

De: Juan
Para: Ana

Minha bucetinha, temos que nos ver amanhã. Preciso comer sua boceta de novo enquanto você chupa minha pica. Adoro que você seja tão puta e tão safada como é, e tô louco pra foder seu cu de novo. Vem sem calcinha.

Juan

De: Ana
Para: Juan

Quando li seu e-mail, fiquei tão tesuda que tive que me masturbar. Sim, meu amor, amanhã vou comer essa pica que me deixa louca e vou tirar todo o seu leite. Ainda tô com tesão, vou colocar meu namorado de novo na minha boceta pra gozar de novo como a puta que sou.

Sua boceta

Em outra ocasião

De: Juan
Para: Ana

Já deixei tudo preparado, mandei seu marido visitar a obra em Lugo e vamos ter dois dias pra foder. Quero que você se vista como a puta mais puta, que quando entrarmos no hotel pensem que você é uma biscate. Vou te dar pica desde que chegarmos até a gente voltar. Mando um beijo no fundo da sua boceta.

Juan

De: Ana
Para: Juan

Conto as horas que faltam pra ter sua pica enfiada na minha boceta. Vou me fantasiar de puta vagabunda e vamos passar os dois dias na cama. Quero que você coma meu cu e depois foda ele.

Faltam dois dias e já tô perdida de tesão. Seu beijo na minha boceta me deixou doida.

Sua bucetinha

Também tinha os de lembrete

De: Ana
Para: Juan

Ontem você me deu Tanta rola que ainda tô ardendo. Você é um animal, tenho minha buceta e meu cu doloridos, mas adoro que você profane todos os meus buracos.
Sua buceta
Tinha dúzias deles, mas olhando as datas dava pra ver que o furor do começo tinha caído vertiginosamente.
A relação com a Patrícia era diferente, menos literatura e mais informação gráfica.
De: Patrícia
Para: Juan
Te obedeci e sofri. Olha o resultado. Passei cera não só na buceta, mas também no meu bum.
Sua mulher
E embaixo uma foto da buceta da Patrícia completamente depilada e outra em que ela estava de pernas abertas de costas mostrando a buceta e o cu.
De: Juan
Para: Patrícia
Gosto que você me dê esses agrados, sabe que gosto da sua buceta bem peluda, mas tava afim de ver ela como se tivesse 14 anos, quinta-feira vou comer ela crua.
A rola que te deixa louca.
De: Patrícia
Para: Juan
Da ensolarada Alicante te mando essas fotos dos meus peitos, tomei sol com eles de fora. Pra você ver o que tá perdendo.
Pati, sua mulher (que tá muito tarada)
E um arquivo com quatro fotos dos peitos da Patrícia.
De: Juan
Para: Patrícia
Meu amor, acabei de ver as fotos dos seus peitos e fiquei doido, volta logo pra eu poder chupar eles.
Juan
A contribuição de e-mails e documentos foi uma mão na roda, mas melhor ainda foi conhecer o Guille. O garoto foi abduzido pelos meus encantos e eu pela doçura dele. Toda vez que eu ligava pra ele vir em casa fazer a manutenção, a gente já sabia que o computador tava perfeito, e que quem precisava de manutenção era eu. Ele nunca errou um tiro, tava viciado e eu acho que quase fiquei também.
Eu ligava e quando ele chegava em casa eu já tava esperando na cama.
A vantagem de ter um amante jovem é que eles são incansáveis e o Guille se mostrou um tarado. Teve dias que ele me deu 4 gozadas. Muita gente fala de gozadas que duram horas, não sei de Que falam. Transando, o que se diz transando, os homens demoram entre cinco e dez minutos. Nesse tempo, eu costumo gozar de 3 a 4 vezes e fico exausta. Se algum super-homem estivesse me metendo a rola, a todo vapor, por meia hora, eu gozaria pelo menos 15 vezes e acho que morreria na tentativa.

Guille e eu transávamos muito e muitas vezes, tantas que no fim eu tinha a chave da casa dele e com uma simples mensagem:
Às 6?
E uma resposta igualmente rápida:
Sim
Sabíamos o que fazer. Eu esperava por ele na casa dele, um apartamento pequeno onde passávamos horas deliciosas. Normalmente, quando ele chegava, eu já estava na cama, mas às vezes eu dava uma surpresa. Lembro de uma vez em que o esperei com um aventalzinho, uma touca e saltos altos. Me olhando de frente, era uma empregada, mas quando virava, estava pelada, com a bunda que o deixava louco no ar. Naquela ocasião, ele só precisou me apoiar no sofá e me penetrar por trás.

Guille se mostrou um bom aluno e aprendeu a fazer de tudo comigo.
Me vem à cabeça a primeira vez que pedi para ele me penetrar pela porta dos fundos. Ele ficou louco, mas cumpriu como um animal. Desde então, é quase obrigatório ele dedicar atenção e esforço à minha bunda.

Enquanto isso, eu continuava acumulando provas. As da infidelidade do meu marido eram esmagadoras, mas, ao revisar o e-mail dele, descobri coisas ainda mais interessantes.

A primeira e mais importante é que meu maridinho tinha montado uma empresa chamada Emporium, com a qual nos fazia concorrência. Não era difícil para ele: bastava passar nossas ofertas para eles melhorarem. A intenção dele era esvaziar minha empresa enquanto engordava a dele. O mais estúpido é que no Registro ele aparecia como acionista. Eu o tinha encurralado por todos os lados.

Algumas semanas depois de ter essa informação, li um e-mail endereçado ao Iñaki, o sócio dele. No Emporium, ele falava que tinham chegado uns rumores pra ele de que uma empresa francesa tava avaliando a possibilidade de comprar uma parte da nossa e que ele precisava se inscrever em uns concursos.
Assim que li, já soube que o traidor era o Agustín. Pra cada chefe da empresa eu tinha dado uma mensagem diferente, então quando a informação voltava, eu sabia quem tinha vazado. Coloquei a cabeça do Agustín na mesma bandeja que a do meu marido.

Mesmo já sendo chato, tive a disciplina de revisar todos os vídeos do loft. E também me foi útil. Uma vez que eu tava fodendo com a Patrícia (ultimamente eu tava pegando ela mais que a Ana), ela tava de quatro e as tetas dela balançavam igual badalo de sino. Não consegui ouvir o que ela disse entre tanta gemida, mas ouvi ele falar:Sabe, Pati, minha mulher acha que eu tenho uma amante, mas o mais engraçado é que a trouxa acha que ela tá em Sigüenza. Em Sigüenza, com uma pá, pelo amor de Deus, não me fode.A Patrícia devia ter cagado pra informação, a resposta dela foi:Para de historinha e continua me fodendo, forte, me dá forte.A informação só podia ter vindo do Jorge, meu cunhado. Era o único pra quem eu tinha citado Sigüenza. Mais um que ia pro matadouro.

Pelo jeito que meu marido falou, era óbvio que ninguém contou que a informação veio de mim enquanto a gente tava transando.

Depois de cumprir todos os meus objetivos no escritório do meu marido, pensei que o que eu ia precisar era de um bom advogado, e por bom advogado entendo o mais filho da puta, aquele que em meu nome possa causar mais estrago.

Tinha meu candidato na cabeça: Ricardo, um advogado brilhante que conhecia da academia e que mais de uma vez tinha dado em cima de mim. Ele chegou a ser insistente, mas eu educadamente não dei a menor chance. Quando descobri a parada do meu marido, me arrependi porque o Jorge é um gostoso de homem, loiro, olhos azuis, uma boca linda e um corpão que ele cuidava todo dia com os pesos. Quarenta anos e, pelo que eu sabia, solteiro e muito comedor.

Ele tinha cuidado de um caso pra uma amiga minha e ela ficou encantada, ganharam todas as ações e, pelo bem que ela falou dele, suspeito que o Jorge comeu ela.

Foi fácil, fui na academia e fiz que encontrava ele por acaso, tomamos um isotônico juntos, fiz olhinhos e ele demorou milésimos pra me pedir pra sair. Aceitei e no primeiro encontro a gente ficou na linha. Quando ele me levou em casa (meu marido tava em Sigüenza), a gente se beijou e o Jorge tentou meter a mão na minha calcinha. Não deixei. Além do mais, seria impossível, eu não tava usando.

A gente se encontrou de novo na academia e marcou outro encontro. Saímos, fiz o papel de mulher que tomou uns drinks e por isso as pernas e os preconceitos afrouxam. Ele me levou pra casa, a gente se beijou e, dessa vez, o Jorge enfiou a mão no meu decote. Deixei ele se divertir com meus peitos e, quando ele foi partir pra acariciar minha buceta, eu falei:Jorge, esse fim de semana tô livre, me leva pra algum lugar fora de Madrid. Não quero mais ficar brincando de ser uma adolescente que se contenta com uns amassos.Ele me buscou na sexta à tarde, e eu já ia pronta pra tudo.
Vesti um vestido solto, comprido, com um decão generoso.
Assim que pegamos a estrada de La Coruña, Jorge enfiou a mão por baixo da minha saia e começou a me acariciar. Eu, como sempre, estava de meia e liga. Então Jorge focou na parte que as meias não cobriam. Os homens ficam loucos quando começam a acariciar as coxas de uma mulher e descobrem que as meias não vão até em cima, que parte das coxas está no ar. É por isso que sempre uso meias curtas. Sabia que se ele continuasse subindo a mão, ia levar um susto, então tomei a iniciativa.Põe cuidado na estrada, mas olha o que eu tenho pra você.Subi minhas saias até a cintura e mostrei minha bucetinha pelada pra ele.
Eu tava de meia preta e uma cinta-liga linda, mas sem calcinha.
A viagem foi um tesão sem fim, ele não parou de acariciar minha boceta e eu tirei a pica dele e fui acariciando.Jorge, espero que a gente não vá muito longe, porque vamos nos matar no caminho. Tô muito molhada.
 Eu também tô muito excitado, meu amor. Já não falta muito pra gente.Chegamos no hotel e subimos pro quarto.
Tiramos a roupa um do outro, foi fácil, num instante ele tava peladão e com o pau duro. Pude apreciar o corpaço do meu acompanhante, e o pau combinava com o resto — uma bela peça, com a cabeça apontando pro teto, e completamente depilado. Eu fiquei só com meus saltos, minha cinta-liga, minhas meias e meu colar de pérolas.

Nos enfiamos um no outro. Jorge me abraçou — bom, é um jeito de dizer —, me esmagou contra ele, me segurando pelas nádegas.
Senti o pau que acabava de ver apertando minha barriga. Nos beijamos como dois canibais e, abraçados, caímos na cama.

Não me surpreendeu que Jorge fizesse tanto sucesso, tirando o fato de que ele gostava de ser um pouco dominador. A verdade é que ele se revelou um amante magnífico — e digo magnífico porque na primeira investida eu gozei três vezes e até escapei uns pingos de xixi na cama, coisa que só me acontece em ocasiões excepcionais.

Saímos pra jantar e, na volta, Jorge ainda tava a fim de farra. Fodemos de novo, mas antes, como aquecimento, ele comeu minha buceta até eu gozar, e depois me montou. Foi um fim de semana de sexo em sessão contínua — ele tava sempre pronto, e mal nos metíamos na cama, já tava em cima de mim.

No domingo de manhã, depois de tomar café no quarto, eu disse:Jorge, vou ser sincera: você me atrai pra caralho e eu tinha uma conta pendente com você. Na época, quando eu era uma esposa fiel e casada, por mais que te desejasse muito, não cedi aos seus desejos. Mas agora não sou mais aquela. Acabou minha fidelidade quando descobri que meu marido tem várias amantes, uma delas há mais de 20 anos. Decidi recuperar o tempo perdido, e por isso estamos aqui hoje, transando gostoso.
 Tá dizendo que você se livrou da matéria pendente e deu uma só, e acabou.
 Não, querido, você passou no primeiro teste com nota máxima. Essa não vai ser a última vez que a gente fode, pelo menos da minha parte. Mas, além de amante safado, eu preciso de você como advogado.
Se na hora de foder você não tivesse me agradado, não teria pedido pra você defender meus interesses, mas você me deixou louca de prazer e sabe que não tô mentindo. Quero pedir o divórcio pro meu marido, e quero que ele assine todos os documentos que você vai preparar. Vou expulsar ele da empresa e vamos deixar ele na merda, na pior. Tenho um monte de provas das sacanagens dele.
 Eu levo o seu caso, mas com uma condição que não tem volta.
 Você vai me dizer, tô disposta a pagar o que você achar justo.
 Quero cobrar caro, mas quero cobrar em carne, na sua carne..Adoro isso, é tipo ser uma puta ao contrário, te pago transando, que jeito divino de pagar. Aceito, você dita a tarifa e me avisa quando a conta estiver saldada. Você tá fazendo um mau negócio, porque eu transaria com você do mesmo jeito sem esse acordo.
 Sim, mas de agora em diante, até você quitar sua dívida, eu terei direito ao seu corpo. Não é que você me dê, é que você me deve, e saber que você me deve obediência me deixa com tesão. Sou um advogado caro, então acho que, dependendo da complexidade do caso, você vai me dever entre 50 e 60 gozadas.
 Pois se continuar nesse ritmo, vai acabar com a cota em umas duas semanas.Antes de ir embora, e como era de se esperar, ainda mais depois da conversa, Jorge disse que ia cobrar a primeira parcela.
Me colocou de quatro na cama e dedicou a língua a percorrer minha bucetinha, mas principalmente meu cu. Levar língua no cu me deixa a mil, porque sei o que vem depois.
No meio dos arrepios que a língua do Jorge me dava perfurando meu ânus, perguntei:Vai foder meu cu de novo, seu porco?
 Sim, gostosa, vou foder teu cu, vou encher ele com meu leite.
 Que gostosa.Ele me penetrou sem dificuldade, senti os testículos dele batendo na minha bunda. Quando ele estava enterrado em mim, ficou parado por um tempo, e eu aproveitei pra apertar ele com meu esfíncter.
Eu sei como fazer isso e, em algumas ocasiões, já fiz um homem gozar só com os apertões do meu cu.
Quando ele sentiu, Jorge me disse: Continua assim, meu amor, que eu te sinto muito gostosa, sinto como você me aperta.Eu percebia que a pica do Jorge ficava cada vez mais dura, cada vez mais cheio meu cu ficava.
Ele me agarrou pela cintura enquanto me dizia:Você tem a bunda mais gostosa do mundo, eu amo você toda, mas sua buceta me deixa louco.Começou a meter o pau em mim, primeiro devagar, saindo de dentro de mim até quase tirar ele por completo pra depois enfiar de novo até o fundo. Parecia que ele tava medindo até onde conseguia tirar. Ele mediu bem, porque, aos poucos, começou a repetir o mesmo movimento, mas cada vez com mais violência.Toca aqui, meu amor, toca a sua bucetinha.
 Já tô fazendo isso, minha vida, já tô me tocando.Os empurrões foram aumentando, e entre isso e eu me masturbando, gozei igual uma égua no cio.Tô gozando, meu amor, tô gozando e se você continuar me dando tanto prazer, vou fazer xixi, desculpa, não fui no banheiro hoje de manhã e sei que vou mijar.Jorge continuou martelando minha buceta e me disse:Faz xixi, gatinha, faz xixi se isso te der prazer, mas me avisa que quero sentir na minha mão.Era inevitável, senti que ia embora e falei pra ela:Me mijando, me mijando, não aguento mais, vou gozar e vou mijar... Já tô me mijando, tô me mijando, tô me mijando, tô me mijando.Jorge colocou a mão na minha buceta e recebeu o jato quente que saía de mim. Foi um mijão longo, com força, o jato batia na mão dele e espirrava pra todo lado, e quando parecia que tinha acabado, veio outro jato e depois mais um.
Aquela mijada deixou Jorge ainda mais excitado do que já estava, ele intensificou as porradas de pau que tava me dando e me avisou.Tô gozando, tô gozando, vou encher sua barriga com meu leite, não aguento mais, você mijar na minha mão me deixou doido, tô gozando, meu amor, toma, toma, toma todo meu leite.Senti como se derramava dentro de mim e achei que ia desmaiar de tanta brutalidade do orgasmo. Desabei no chão.

De volta a Madri, o Jorge me pediu pra ir sem calcinha — como na ida já não precisava ter pedido, mas ele pediu mesmo assim. O trajeto foi uma delícia; quando a gente tava chegando em Las Rozas, como ele tava dirigindo, pude me dar ao luxo de fazer uma travessura: chupei ele. O Jorge reduziu a velocidade, o que fez com que alguns caminhoneiros nos ultrapassassem. Pelo menos três deles viram o que eu tava fazendo, porque buzinaram pra gente. Todas as três vezes eu correspondi ao cumprimento levantando a saia pra eles poderem apreciar minha bunda.

Na semana seguinte, aproveitando que meu marido tava em casa, depois do café da manhã eu falei:Juan, precisamos conversar. Eu contei os dias e faz 102 dias que você não me toca. Você tem uma amante.
 Que besteira você tá falando, não tenho amante nenhuma. O que eu tenho é muito trabalho e um monte de preocupação. Além disso, se eu fiquei 102 dias sem foder, você fez o mesmo. Você se acabou na punheta ou deu pra algum homem?
 Não precisei me acabar na punheta, sem-vergonha. Já transei com 12 caras diferentes e repeti com vários deles, não preciso de você pra foder. Agradeci que você não chegou perto de mim.
 Você só fala mentiras, vamos fazer a festa em paz, porque tenho um monte de coisas pra fazer. Você é louca.
 Tenha um bom dia e fica de olho no e-mail.Naquele dia, lá pela metade da manhã, por via notarial, o Juan ficou sabendo que eu tinha entrado com uma queixa-crime contra ele por más práticas comerciais e um pedido de divórcio.
Meu advogado convidou ele pra se encontrar no escritório no mesmo dia, às quatro da tarde.
O Juan apareceu — e olha que curioso — acompanhado do Agustín, o responsável pela assessoria jurídica da empresa. Acho que ele não deu opção pro Juan não ir. Mas tanto faz, os dois já estavam mortos antes de entrar no escritório.
Eu e o Jorge esperávamos por eles com uma pilha de papéis, e na mesma mesa estava o tabelião que tinha feito a notificação.
O Juan entrou com um sorriso de superioridade, mas quando me viu, ficou pálido.
O Jorge tomou a palavra e jogou na cara do meu marido a enxurrada de provas contra ele: e-mails, registros, contratos, etc.
Meu marido ficou arrasado, não teve forças nem pra responder.
O Jorge, controlando o tempo, disse pra ele:Se o senhor quiser falar um momento a sós com seu advogado, eu cedo uma sala. Podem revisar a documentação. (Nessa documentação estavam incluídas fotos dos encontros sexuais do meu marido e cópias de alguns e-mails dele. Íamos fazê-lo passar pelo vexame de o Agustín examinar tudo).Os dois saíram, Agustín segurando o braço de Juan.
Demoraram mais de meia hora pra voltar e Agustín, sem dúvida tentando se engraçar comigo, tomou a palavra:Recomendei a dom Juan (ele ficou cerimonioso e distante) que aceite qualquer acordo que vocês considerem satisfatório pra evitar que a briga e o processo continuem.Jorge deixou passar alguns segundos antes de responder:Aqui estão os documentos.Juan assinou sem pestanejar os papéis que o tiravam do cargo, que o deixavam sem indenização, que o levavam à ruína mais absoluta, e quanto ao divórcio, a mesma merda. Eu ficava com tudo e ele podia mandar alguém buscar as roupas e os pertences pessoais dele, porque a partir daquele momento ele se comprometia a não chegar a menos de 500 metros da casa. Também não podia mais entrar no escritório dele.

Antes do fim da reunião, o tabelião nos fez assinar uma ata do que foi acordado ali e, com toda educação, pediu ao Juan — e estava registrado na ata — que entregasse as chaves do carro, os cartões de crédito, as chaves da minha casa e as chaves do loft.

Quando meu ex já estava saindo daquele escritório, falei baixinho:O que te falei esta manhã era verdade, pega esse DVD aqui e vê que não te enganei.O DVD que eu mesma editei me mostrava fodendo com 12 caras diferentes, todos conhecidos do Juan. Tinha uma introdução em que eu, olhando pra câmera, dizia pra ele:
Até o dia que descobri a sua parada com a Ana, fui fiel a você. Desde aquele dia, venho fodendo com quem eu quis e preparando a sua ruína. Se você está vendo esse vídeo, é porque já assinou sua sentença e está na merda, é o que você merece. Tô te devolvendo pra onde você veio.

Quando ele saiu da sala, meu ex-marido tinha envelhecido dez anos, e eu estava dez anos mais nova.

Eu tinha planejado convidar o Jorge pra jantar pra agradecer como ele tinha defendido bem meus interesses, o que implicava que a gente comeria na minha casa pagando uma taxa. Não deu certo. Naquela mesma tarde, o Jorge pegou um avião pra Milão. Fiquei feliz que não deu certo, eu tinha feito o que precisava fazer: convidá-lo.

Voltei pra casa e preparei um banho bem quente. Antes de entrar na água, fiz uma ligação. Tava tendo problemas com meu computador de novo.

Naquela noite, todos os desarranjos do meu sistema foram resolvidos à minha inteira satisfação pelo Guille.

Na manhã seguinte, com a documentação que o Jorge tinha preparado pra mim, me apresentei na minha empresa e fui me reunindo com o pessoal.

O primeiro que botei pra fora foi o Agustín, pra quem mostrei a deslealdade dele e ele desabou.

O próximo foi meu cunhado, mas o motivo foi diferente, embora eu soubesse que ele não tinha guardado o segredo. O Jorge tinha sido tão imprudente quanto o irmão dele e também aparecia como acionista da nossa concorrência. Ofereci que ele fosse embora assinando as renúncias necessárias, senão ia enfrentar uma ação criminal.

Ele se ajoelhou que nem uma puta e assinou.

Depois que ele assinou, eu disse:Foi burro pra caralho contar pro teu irmão sobre a amante em Sigüenza, era uma armadilha, nunca acreditei nessa merda, sempre soube com quem o Juan tava transando, sei melhor que você, só falei pra você pra você vazar, e seu irmão ficou sabendo, depois você contou pra ele. Você não é confiável.
  Que puta você é. Meu irmão e eu vamos cuidar de te destruir.
 Você tem razão, sou muito puta, mas muito esperta. E você vai com seu irmão pra rua. Se dá muito bem com ele, então toma, um presente pra você ver o quanto eles te amam e o quanto te respeitam, ele e sua mulher.E dei um DVD pra ele com cenas do irmão dele e da mulher dele transando.Quando você ver, vai me agradecer.Depois chamei a Patrícia, que eu imaginava que já sabia de tudo.
Pra não ter que dar aquele sermão, preparei um vídeo com cenas selecionadas dos encontros dela com meu ex-marido.
Ela sentou na minha frente, e eu apertei o play. Mal aguentou uns dois minutos, depois baixou a cabeça, não olhava, mas o som continuava torturando ela.Quero que você assine este documento de renúncia sem direito a nenhuma compensação. Me dá até pena, porque acho que você foi uma vítima do seu amante, mas cada um é responsável pelo que faz, porque ninguém colocou uma arma no seu peito pra você transar com meu marido.Com a cabeça enfiada entre os peitos durinhos dela, ele assinou e nunca mais a vi.
O último a entrar no meu escritório foi o Fernando. Ele entrou com cara de preocupado e, antes de me deixar falar, me disse:Já sei, você vai mandar todo mundo embora, não é justo, mas eu entendo. Só quero que você saiba de uma coisa: eu fui leal com você o tempo todo.
 Fernando, você está completamente enganado, estou arrancando todo o mato ruim e você é uma pessoa leal e muito valiosa, não só não vou te mandar embora, como vou te dar mais oportunidades, você vai ser meu conselheiro. A única coisa que você não deve nem pensar em repetir é o que aconteceu na costa. Nunca.Anos depois, fiquei sabendo que Juan e Patricia foram juntos procurar trabalho no litoral — ele vendendo apartamentos, ela como secretária. As coisas não deram certo pra eles, a venda de apartamentos desabou, e a Patricia, que era secretária de um grande concessionário de carros de luxo, viúvo e sem filhos, deve ter tratado muito bem o chefe, porque acabou casando com ele. No fim, ela conseguiu tirar proveito daqueles peitos e daquela bunda. O marido já era um coroa véio, mas tinha grana. De uma coisa eu tenho certeza: se ela fizer com o marido as mesmas coisas que fazia com meu ex na cama, daqui a pouco tempo eu vou ver ela viúva e cheia de dinheiro.

Do Juan, nunca mais ouvi falar. E nem falta que faz.

Minha vida seguiu em frente, e aos poucos a relação com meu advogado foi esfriando, até desaparecer — mas antes ele cobrou a conta dele. Prefiro assim, na real sou mulher de um homem só.

O Guille se mudou pra minha casa, continua trabalhando, vivemos no pecado mas felizes, e ele continua me satisfazendo todo santo dia.

Sei que tenho quase 13 anos a mais que ele, mas tenho certeza de que um dia desses ele vai me pedir em casamento, e vou dizer sim.

7 comentários - Vingança: Fodi os amigos do meu marido III (Final)

Geniaaaa! Muy bueno de principio a fin tu historia! Que divino culito tenes que tener!
que gran relato!! y que putita eres, increíble!
Como decimos en México. Esto estuvo de pocamadre! Saludos te van mis 10
weee q excelente relato felicidades!!! van merecidos +10 puntos
Un poco largo, pero realmente excelente!