Como me tornei um depravado sexual

O Sequestro
Olá, meu nome é Damian e essa é a história real de como me tornei o depravado sexual que sou. Sou um cara normal, boa altura, atlético, boa educação, tinha uma vida bonitinha, embora entediante, quando essa história aconteceu. Era casado com uma mulher linda, inteligente e bem-sucedida. Morávamos juntos num apartamento de luxo num bairro muito bom da cidade. Ambos tínhamos empregos bons, salários ótimos e curtíamos a vida, ou pelo menos era o que eu pensava. Gosto de malhar, costumo correr toda manhã uma hora num parque perto do nosso prédio. Naquela manhã, estava correndo com meus fones de ouvido, ouvindo música, quando de repente, ao virar uma das esquinas, uma van preta parou. Inocente e desavisado, parei, achando que iam me perguntar algum endereço ou algo assim. Na velocidade da luz, a van se abre, dois homens mascarados me pegam pelos braços e me jogam pra dentro. Dez segundos depois, tô no chão com um pano que tem gosto de raio na minha boca, um capuz preto na cabeça e as mãos algemadas nas costas. Alguém tá com o joelho pressionando minhas costas com força, mal consigo respirar. Tô com muito medo, não consigo organizar minhas ideias. Uma chuva de pensamentos ruins e angústia percorre meu cérebro a 1000 km/h.
Temo pela minha vida, a van para. Me descem como um saco de batatas, me jogam no chão, me arrastam pelos dois braços. Ouço eles murmurando coisas, mas não consigo entender uma palavra. Me sentam numa cadeira em algum lugar, posso ouvir o eco dos sons, parece um cômodo grande ou quase vazio. Além disso, amarram meus braços e pernas na cadeira, ouço eles indo embora e fechando a porta. Tô hiperventilando, minha respiração tá a 120 batimentos por minuto. O pano na boca me dá náuseas que tenho que controlar, senão vou acabar me afogando no meu próprio vômito. Não tenho certeza de quanto tempo passou até ouvir a porta abrir. Arrancam o capuz da minha Dou um tranco na cabeça e vejo dois homens, altos, morenos, de máscara. Um deles me acerta um soco na barriga que me tira o fôlego, enquanto tira o pano da minha boca. Ele aproxima um telefone do meu ouvido, reconheço que é meu celular e a voz do outro lado é da minha esposa. "Love, love, você tá bem?"... ela pergunta desesperada. "Meu love..." eu só consigo responder antes de tirarem o telefone de perto, colocarem de volta o pano e o capuz. Angustiado, começo a lutar pra me soltar e tento gritar. Ouço eles voltando e um frio percorre minha barriga dolorida pelo soco anterior. Fico quieto, acho que é melhor. Escuto eles irem embora e fecharem a porta.

Nesse tipo de situação, o tempo é imensurável, não sei quanto passou até ouvir a porta abrir. Meus reflexos se preparam pra levar outro soco, mas em vez disso alguém tira o capuz da minha cabeça. Dessa vez é uma mulher, também de máscara. Morena, meio gordinha, aparência descuidada e má postura. Ela tem um taser na mão, faz funcionar e diz: "Vou tirar o pano da sua boca. Se gritar, te frito vivo, entendeu?" Eu concordo com a cabeça. Ela me liberta da porra do pano, meu cérebro tá frito, o medo percorre meu corpo todo. Ela aproxima uma garrafa d'água com um canudinho e diz: "Bebe!!" Dou uns goles, mas minha bexiga tá prestes a explodir, depois do soco na barriga fiquei me mijando o tempo todo. "Bebe mais!!" ela fala brava "é tudo que você vai tomar até amanhã, não vou ficar de empregada sua a noite toda, então bebe!!" "Não aguento mais"… falo tremendo. "Preciso… aliviar um pouco… mas…" mal sai minha voz. Ela olha minhas pernas tremendo e pergunta: "O que foi, tá com vontade de mijar? Então faz aí mesmo, você não vai sair daqui, por enquanto você mora aí. Então não tenha vergonha de se mijar igual um bebê, ninguém liga!" Ela coloca o pano de volta na minha boca e vai em direção à porta. Quando já tava saindo, lembrou do capuz e voltou pra colocar. Me olhou olhos e viu minha desaprovação com o que acabara de dizer. "O senhorzinho tem vergonha ou nojo de mijar nas calças" zombou. Então encontrei uma gota de compaixão percorrendo seus olhos por trás da máscara. "Ok, só porque eu também não faria isso, vou te ajudar, mas se tentar alguma coisa" ergueu o teaser mais uma vez me ameaçando. Pegou uma garrafa que estava por perto e se ajoelhou na minha frente. …"Não vou tocar nela, então coopera ou você vai mijar em si mesmo!!" Puxou meu shorts para baixo de uma vez, se surpreendeu, eu nunca uso roupa íntima quando corro. Ficou paralisada por alguns segundos, então apesar do que tinha dito antes, pegou meu pau com a mão e colocou na boca da garrafa. Esvaziei toda minha bexiga, o que me deu muito alívio e como sempre acontece comigo, deixou meu pau semi-ereto. Ela pegou de volta e tirou a garrafa com urina, dessa vez devagar. Eu olhava para o teto com medo. Ela moveu a garrafa para longe da cadeira com uma mão sem soltar meu pau com a outra. Então começou a mover minha coisa devagar para cima e para baixo, aproveitando. Eu baixei o olhar e a encontrei hesitando enquanto meu prepúcio bestial descobria minha glande que, para meu espanto, estava enorme. Nunca pensei ter uma ereção naquela situação, mas aparentemente meu amiguinho não estava a par da minha agonia. Meu pau já estava enorme quando, de uma vez, ela enfiou na boca e começou a chupar com desespero ou com fome, diria. Não posso dizer que aproveitei, pra mim era mais como um estupro, tinha mil ideias na minha cabeça ecoando, mas não entendia como podia ter uma ereção com aquela gorda… ordinária que era minha carrasca. Mas meu pauzão estava como nunca, ela tinha bastante experiência e estava aproveitando como uma louca. Parou por um momento e me olhou enquanto saboreava a boca, estava fora de si. Voltou a chupar, dessa vez tentando engolir até o fim. Eu, apesar da minha condição, já estava começando a sentir prazer, rajadas de libido percorriam meu ser. Aquela gorda mascarada Ela tava me dando o boquete da minha vida. Abaixei a cabeça e olhei pra ela, minha virilha toda babada, meu pau parecia um míssil, nunca minha mulher ou outra mulher tinha me dado uma ereção daquelas. Ela tava com uma mão dentro da calça jeans, se tocando com gosto. Do nada, ela para, levanta, me olha por um segundo — fiquei assustado, mas não —, me vira e, assim que fica atrás da cadeira, me empurra pra baixo, deitando o encosto no chão. Fiquei bem desconfortável, com os pés no ar e a cabeça no chão, imaginem. Quando olho pra ela de novo, já não tava mais com nada por baixo. Em pé sobre mim, com as pernas de cada lado da minha cara. Uma vista não muito sexy. Uma buceta escura e peluda foi se aproximando do meu rosto enquanto ela se abaixava. Bem na frente dos meus olhos, a intimidade molhada e aberta dela se escancarou, mostrando os lábios escuros com aquela xota carnuda. Não tinha fedor, mas o cheiro era forte, os líquidos escorrendo na minha cara. Ela pegou meu pau com a mão firme e mandou: “Agora você vai chupar tudo, vamos, quero sentir sua língua dentro de mim já!” Comecei a passar a língua sem muito entusiasmo, ela apertou a xota molhada contra minha cara, dava pra sentir pulsando, o clitóris dela duro igual ferro. Continuou se movendo pra frente e pra trás, banhando minha cara toda com os fluidos, enquanto batia punheta no meu pau com força. A situação foi me pegando, e eu não aguentei mais — fiquei super excitado e comecei a comer a buceta dela como se não houvesse amanhã. Senti as pernas dela bambiarem. Ela se movia mais forte e sem coordenação, difícil acompanhar o ritmo. Não sei quando o cu dela caiu na minha boca, percebi pelo gosto amargo, mas delicioso. Foi aí que ouvi ela gemer e depois gritar. A gente tava tipo louco, ela largou meu pau pra se dedilhar no clitóris, enfiando primeiro um, depois dois e finalmente três dedos dentro da buceta inchada. Eu continuei vidrado no cu dela. Chupei cada dobrinha, minha língua entrava e saía quase inteira. Ela se levantou de repente e Levanto minha cadeira até voltar à posição original, cruzo uma perna e ela sentou no meu pau de uma vez só, engolindo ele até o fundo. Não se mexeu, mas eu senti as contrações da buceta dela apertando meu pinto. Um calor imenso, acompanhado de um mar de líquidos e sensações. E bem antes de eu terminar, veio minha gozada, poderosa e abundante como nunca. Nenhum de nós se mexia, só estávamos trocando fluidos. Aquilo tinha sido, de longe, o melhor sexo que já tive até aquele momento. Minha cara cheirava a boceta dela, aquele orgasmo tinha me feito esquecer onde eu estava e por quê. Ela continuava imóvel, sentada no meu pau e abraçada em mim.
Não podia acreditar, aquela gordinha simples tinha me levado aonde nem minha mulher, nem nenhuma das barbies com quem eu tinha transado antes, imaginariam. Depois disso, ela se levantou e, sem dizer uma palavra, colocou o pano na minha boca, subiu meu short e pôs a venda de volta. Passou um tempão até eu ouvir as vozes de novo, as dos homens, gritando e discutindo, mas eu não conseguia entender o que diziam. Fiquei mais um tempo em silêncio total, que aproveitei pra examinar o quarto o máximo que a venda no meu rosto permitia. Aquilo parecia um depósito ou uma cozinha velha. Já tinha visto uma mesa de inox e uma pia velha antes, tudo parecia abandonado. Então ouço a porta abrir, e sinto uma vontade irresistível de que seja ela. Ela tira a venda e, sim, é ela mesmo. Dessa vez veio diferente, e o que me dá pra beber é uma bebida energética. Termino na hora, porque tava com sede e fome. Ela tem um sorriso sarcástico e uma malícia nos olhos que entregam as intenções dela. Eu, porém, mesmo morrendo de vontade, prefiro manter meu papel de desaprovação. Olho pra ela e percebo que dessa vez tá de saia e blusa que marcam as tetas caídas dela, sem sutiã. Minha mente fantasia com a ideia de que talvez também não esteja de calcinha. Continua sendo a mesma gordinha comum, mas já me deixa duro, e muito. Agacha na minha frente, e eu consigo ver a buceta peluda dela, confirmando minha suspeita. Mas pra minha surpresa, ela não abaixa meu short, em vez disso começa a desamarrar minhas pernas. Uma ideia de liberdade passa pela minha cabeça, mas como se Ela lesse minha mente, ela fala: “Calma! Você não vai a lugar nenhum, se tentar qualquer besteira, vou te dar um choque no saco, entendeu?” Solto minhas pernas e mãos da cadeira, deixando as algemas nos meus pulsos. Eu sei que muitos vão pensar que era uma boa chance de fugir, mas sabe de uma coisa? Naquele ponto, eu já não queria mais escapar. Tava morrendo de vontade de ver o que viria depois. Ela me deitou na mesa fria e, levando minhas mãos pra cima, amarrou as algemas com uma corda no pé da mesa. Pra ser mulher, ela tinha bastante domínio e força nos nós. Chegou perto do meu rosto, que aliás ainda tinha cheiro da buceta dela, e falou: “Agora você vai me comer o cu”, enquanto me mostrava um pote de vaselina. Não dava pra acreditar, aquela mulher era obcecada pelo meu pau. Ela abaixou meu short até tirar, meu pau já tava duro, e ela riu com safadeza ao ver. Subiu na mesa montada na minha cara e começamos um 69. Não precisava mais dar ordens, eu chupei aquela buceta com capricho, ela se contorcia de prazer enquanto engolia meu pau inteiro e babava até as bolas. Depois de meio minuto, ela moveu a bacia pra levar o cu até minha boca, e eu entendi na hora. Comecei a lamber bem fundo. Dava pra ver que ela tinha se preparado, o cheiro e o gosto eram diferentes. O cu dela começou a abrir bastante, eu conseguia saborear tudo. Depois, ela começou a masturbar a própria buceta com movimentos fortes da mão, enquanto continuava engasgada com meu pau até a garganta. O barulho dos dedos dela entrando e saindo da vulva e o cu aberto na minha boca me deixavam a ponto de gozar, quando ela sentiu meu líquido pré-ejaculatório, parou e falou: “Essa porra você vai gozar no meu cu.” Em seguida, passou vaselina no meu pau e no cu dela e, de costas pra minha cara... começou a se sentar em cima de mim enquanto meu pau abria caminho no cu quente e apertado dela. Dava pra sentir como minha rola abria as cadeiras dela, e ela ajudava com as mãos. Quando tava na metade, parecia que tinha batido no fundo, ela respirou fundo, tirou um pouco e continuou empurrando. Eu sentia meu pau ficando cada vez maior dentro do cu dela, e acho que ela também sentia. Quando chegou no fundo, gemeu de prazer e disse: "que coisa mais gostosa, meu Deus". Começou a rebolar em cima de mim quando, de repente, a porta se abre! Eu congelei, o medo tomou conta de mim de novo. Ela gritou e tapou as partes íntimas, mas não conseguiu tirar meu pauzão do cu dela, continuava sentada e enfiada em cima do meu pau. Um dos encapuzados, muito surpreso, disse: "mas o que você tá fazendo, sua puta velha?!" "Não consegue fechar as pernas?" Ela, surpresa, mandou ele sair do quarto enquanto gritava: "pervertido nojento". Ele continuou andando até parar na frente dela e, enquanto olhava com total espanto, disse: "Você não me dá bola e acaba dando pra esse viadinho de pau mole?" Eu tava cagado de medo. "Já vai ver quando eu contar pro Chinês o que vai acontecer com vocês dois." Foi a primeira vez que ouvi um nome, mas tava tão cagado de medo que nem prestei atenção. Aí, magicamente e com a astúcia que só as mulheres têm, ela tomou as rédeas da situação e disse, enquanto abria as pernas e mostrava a buceta vermelha e inchada, enfiada, e o cu empalado até o fundo:
Ela: "O que você vai dizer pro Chinês? Que você me comeu até eu morrer?"
Ele: "Que eu te comi?" — perguntou com sarcasmo.
Ela: "Sim. Ou vai deixar essa buceta assim? Vem aqui!!" — dizia enquanto mordia os lábios e abria ainda mais a buceta.
Ele: "Agora sim você tá falando direito." Enquanto tirava a calça e deixava ver um pau enorme e bem mais escuro que o tom de pele dele. Se aproximou da mesa e, empurrando meus pés pra fora do caminho, enfiou sem dificuldade até o fundo. Meu pau segui no cu dela, então pude sentir como a pica do mascarado enchia ela de prazer. Era a primeira vez que eu dividia uma mulher daquele jeito. Ela puxou ele pra perto e beijou na boca com paixão, não sei se por prazer ou pra dar mais segurança, mas o fato é que senti ciúmes. Comigo ela não tinha beijado, não na boca. Nós dois estávamos preenchendo os buracos dela enquanto ela gozava de prazer. Ela tava pulando na minha pica enfiada no cu dela enquanto ELE metia na buceta dela até o fundo. Senti o orgasmo dela. O cu dela apertou meu pau com força, uma vez e outra, enquanto Ele continuava furando a boceta dela. Nós dois diminuímos o ritmo, Ele olha pra ela e fala "quero te comer o cu agora". Ela, sem fôlego, acena e solta um "ok" bem baixinho. Ela se vira, recoloca meu pau na buceta dela que tá fervendo de calor enquanto chove líquido lá de dentro. Ele olha como eu tinha deixado o cu dela aberto, com todas as dobrinhas pra fora, e sussurra algo no ouvido dela. Ela sorri com malícia enquanto desce da minha pica. Ela se vira por cima de mim e fica na posição 69. Sem pensar, eu volto a chupar a boceta dela, agora toda molhada com um cheiro forte de orgasmo. Ela pegou meu pau e começou a chupar minhas bolas com um monte de saliva. Ela bombava meu pau devagar e com força enquanto enfiava minhas duas bolas na boca dela, e depois senti a língua dela no meu cu. Foi uma sensação estranha, mas como eu tava no auge, eu curti. Daí, sem soltar meu pau, com a outra mão ela enfiou um dedo no meu cu. Não sei se foi por causa da excitação ou da técnica que ela usou, só senti prazer. Mas quando ela enfiou dois, aí já senti dor e fiquei preocupado. Por que essa mudança? Quando me toquei, ela tava me comendo com dois dedos, minhas pernas abertas e meu cu na altura da pica do mascarado, que até então tinha só observado e bombado a pica dele até deixar dura igual um pau. Com a boca cheia da boceta dela, que ela apertava contra minha mandíbula sem deixar eu gritar, senti quando ELE abriu meu bum com a cabeça inchada dela. Ela tentava aliviar minha dor enquanto chupava meu pau e depositava grandes quantidades de saliva no meu cu arrebentado e na pica enorme. A primeira entrada foi bestial, pensei que ia rachar meu cu no meio. Depois senti as mãos ásperas dela agarrarem meus tornozelos e a pica dela começar a se mover dentro do meu cu. A parada ficou assim: Ele bombava meu cu com força, a cada estocada eu sentia que ia mais fundo. Ela tinha meu pau até a garganta, e a cada estocada DELE ela engolia mais e mais, enquanto eu chupava a buceta e o cu dela tudo. Num momento, ele empurrou e ficou parado, aí senti o semen dele queimando meu cu. A pica dele tremia dentro de mim enquanto ELE grunhia. Um segundo depois, Ela teve outro orgasmo na minha boca, dessa vez os espasmos no corpo eram mais fortes, Ela queria gritar mas tinha meu pau até a garganta. Foi quando senti um jorro forte e quente no meu peito e pescoço, a puta tinha até mijado de prazer. Por mais louco que pareça, essa cena me fez ter um Mega-orgasmo daqueles que os sexólogos e o tantra falam. Meu pau ficou soltando porra até Ela não conseguir mais engolir e depois na minha barriga. Então me imaginem por um momento. Minha cara lambuzada da buceta dela até as sobrancelhas, meu pescoço e torso mijados, minha barriga com uma mistura de cuspe, minha porra e os sucos dela, e meu cu escorrendo porra quente. O final da minha história? Minha esposa pagou o resgate, mas nunca mais consegui deitar com ela. Me divorciei e ando por aí em busca de Sexo verdadeiro. Agora vocês entendem porque sou um depravado.

2 comentários - Como me tornei um depravado sexual

..ahhh claro (?) Tas re loco pa..disfruts tranqui de la vida amigo ! Segui corriendo en el parque y aprende a defenderte